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    Quadrinhos de Laerte vão virar série animada

    12 de agosto de 2017 /

    O/a cartunista Laerte Coutinho, que não mudou de nome após se assumir transgênero, terá suas tirinhas de quadrinhos transformadas em série animada. Intitulada “Condomínio”, a atração terá diversos personagens conhecidos de Laerte, como Muriel, o Zelador, o Síndico, Don Luigi, Deus e a psicóloga Beth, todos morando no mesmo prédio classe média paulistano. A série terá 10 episódios de 11 minutos cada e deverá abordar temas políticos, como a obra do/a artista. Com produção da Migdal Filmes e Chatrone, a atração será exibida no Canal Brasil, mas ainda não tem previsão de estreia.

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    Fox quer retomar produção da série animada O Rei do Pedaço

    12 de agosto de 2017 /

    A Fox está planejando trazer de volta a série animada “O Rei do Pedaço” (King of the Hill), produção que ficou no ar por 13 temporadas entre 1997 e 2010. A Presidente da Fox Dana Walden admitiu, durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), que está em “conversas preliminares” com os criadores da série, Greg Daniels e Mike Judge. “Eu gostaria de explorar isso. Tivemos uma conversa muito preliminar levando conta o que está acontecendo no país, e eles tiveram uma ideia sobre como esses personagens responderiam à situação atual. Ambos ficaram entusiasmados, mas eles estão trabalhando em várias coisas diferentes individualmente, então se trata de encontrar tempo”. A série girava em torno de uma família conservadora de classe média baixa que vivia em Arlen, no Texas, e mostrava também seus vizinhos, alguns de extrema direita, incorporando o humor político de Mike Judge. O retorno coincide com uma tendência, entre as emissoras americanas, de produzir mais programas que reflitam a ideologia dos eleitores do presidente Donald Trump. Poucas séries atuais tem conservadores como protagonistas. Infelizmente, caso a série retorne, não poderá contar com uma dubladora original. A atriz Brittany Murphy, que dublava a adolescente Luanne, sobrinha da família Hill, faleceu precocemente em 2009, aos 32 anos de idade. Atualmente, Greg Daniels é showrunner da série de comédia “People of Earth”, no canal pago TBS, e está sendo cortejado também para reviver “The Office” para a rede NBC. Já Mike Judge é criador e showrunner da série “Silicon Valley”, no canal pago HBO.

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    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é a maior estreia da semana

    10 de agosto de 2017 /

    Os cinemas recebem três estreias amplas nesta quinta (10/8), além de quatro lançamentos em circuito limitado. Com maior distribuição, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” marca a volta do cineasta francês Luc Besson à ficção científica, duas décadas após “O Quinto Elemento” (1997). Filme mais caro já produzido por um estúdio europeu, o longa custou US$ 177 milhões e teve um péssimo desempenho nos EUA, caindo abaixo do Top 10 em três semanas. Por outro lado, causou sensação na França. “Valerian” também dividiu a crítica, com exatos 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os maiores elogios são para os efeitos visuais, considerados deslumbrantes. Já a história, que adapta uma história em quadrinhos dos anos 1960, não convenceu. O visual também é destaque de “Malasartes e o Duelo com a Morte”, filme com mais efeitos digitais já feito no Brasil. Longe de ser uma extravagância como “Valerian”, afinal custou só R$ 9,5 milhões, a comédia utiliza computação gráfica em 40% de sua projeção, o que fez com que passasse dois anos em pós-produção. Dá para perceber: Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) ainda estava gordo em cena. O filme gira em torno de personagens do folclore e se apresenta como uma comédia caipira. Na trama, o matuto Pedro Malasartes é o homem mais esperto que existe, mas vai precisar se superar para enfrentar ao mesmo tempo o irmão de sua namorada, a Morte e a Parca Cortadeira. Jesuita Barbosa (“Praia do Futuro” e minissérie “Nada Será Como Antes”) vive o herói do título e o elenco ainda inclui Isis Valverde (“Faroeste Caboclo”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Vera Holtz (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Júlio Andrade (“Redemoinho”), como a Morte. “O Reino Gelado: Fogo e Gelo” é a terceira aventura da franquia animada russa, que se inspira na mesma fábula que rendeu “Frozen”. Longe de lembrar o desenho da Disney, a produção computadorizada depende da fama de seus dubladores nacionais para atrair as crianças. A principal estrela é Larissa Manoela, que empresta sua voz à princesa Gerda desde o segundo filme. Neste, ela ainda se junta ao ex-namorado João Guilherme, que estreia na franquia como dublador do aventureiro Rony, um novo personagem que inclui piratas na história. O público infantil ainda tem a opção de “Diário de um Banana: Caindo na Estrada”, mas num circuito bem menor. Vale lembrar que “Diário de um Banana” (2010) chegou ao Brasil sem muito alarde, direto em DVD, o que fez com que as sequências fossem lançadas em poucos cinemas. O novo capítulo representa um reboot da franquia, com a estreia de um novo elenco – incluindo Alicia Silverstone (“Patricinhas de Beverly Hills”) como a mãe. Já a trama é a típica comédia de férias frustadas. “O Estranho que Nós Amamos” recria um western estrelado por Clint Eastwood em 1971. Sob a direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”), premiada no Festival de Cannes deste ano, o suspense aumenta e vira quase um terror gótico, passada numa antiga mansão rural à luz de velas. Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) vive um soldado ianque ferido na Guerra Civil, socorrido por alunas e professoras de uma escola sulista para meninas, que aos poucos passam a ver o inimigo com outros olhos. Com 78% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o longa é a segunda parceria de Coppola com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) se destacam na seleção de loiras da produção. Duas produções europeias completam a programação limitada. “A Viagem de Fanny” é basicamente a versão feminina de “Os Meninos que Enganavam Nazistas”, que entrou em cartaz na semana passada, mostrando as aventuras de meninas judias em fuga dos nazistas pela Europa dos anos 1940. Bem superior, “O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäki” é uma estilosa cinebiografia de um boxeador finlandês que se apaixona do dia em que pode se tornar campeão mundial. Filmado em preto e branco, lembra um filme antigo, recriando com perfeição a época e a estética do cinema do começo dos anos 1960. Venceu a mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes em 2016 e o prêmio de “Descoberta do Ano” da Academia Europeia. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers das estreias.

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    Disney anuncia planos para lançar plataforma de streaming exclusiva

    8 de agosto de 2017 /

    A Disney jogou nesta terça (8/8) uma bomba no já disputado mercado de streaming. A empresa que acumula mais sucessos recentes de cinema vai lançar seu próprio serviço de streaming em 2019. O anúncio acompanha a decisão do estúdio de não renovar seu contrato de licenciamento de conteúdo para a Netflix, que agora será sua rival no negócio. O contrato havia sido assinado em 2012, antes de o streaming ter ganhado força e se tornado um negócio muito lucrativo. A Netflix perderá o conteúdo da Disney ao fim do contrato atual – o que deve acontecer, justamente, até o fim de 2019. Segundo o CEO da Disney, Bob Iger, o novo serviço de streaming terá curtas, filmes e séries da empresa, além de produções exclusivas. Durante apresentação do negócio para analistas, Iger afirmou que a companhia pretende fazer um “investimento significativo” em novas atrações para a plataforma. A princípio, o serviço incluirá apenas desenhos e franquias da própria Disney e da Pixar, pois, segundo Iger, também estão em análise lançamentos de plataformas diferenciadas para os produtos da Marvel e da Lucasfilm. “Estamos conscientes do volume de produtos que entrarão nesses serviços. E queremos ter cuidado com isso. Também pensamos em incluir Marvel e ‘Star Wars’ como parte do serviço da marca da Disney. Mas aí precisamos verificar se os fãs de Marvel e ‘Star Wars’ são os mesmos fãs da Disney ou pertencem a outro grupo de interesses, que pode ser complementar para a Disney. Então, está tudo em discussão”, Iger afirmou. Ele definiu o projeto como “uma mudança estratégica significativa”. “Nós temos essa base incrivelmente apaixonada de consumidores da Disney em todo o mundo e, em praticamente todos os nossos negócios – exceto nos parques temáticos – , nunca tivemos a oportunidade de nos conectar diretamente com eles ou saber quem eles são. Já era tempo de entrar nesse negócio. E uma vez que decidimos entrar, as possibilidades de monetização são extraordinárias para esta empresa”. Iger ainda acrescenta: “A rentabilidade, a capacidade de geração de receita desta iniciativa é substancialmente maior do que os modelos de negócios nos quais atualmente estamos sendo atendidos”. Não há previsão de estreia do serviço para o Brasil.

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    Curta animado sobre romance gay juvenil vira fenômeno no YouTube

    8 de agosto de 2017 /

    O curta animado “In a Heartbeat” se tornou uma das maiores sensações espontâneas do YouTube, visto por mais de 20 milhões de pessoas em sua primeira semana sem nenhum investimento em marketing – ao contrário de clipes, trailers e canais de celebridades. Disponibilizado no dia 31 de julho, a animação de quatro minutos conta uma história universal de primeiro amor, que dispensa diálogos para ser entendida. O detalhe é que o romance acontece entre dois meninos em meio a sua rotina escolar. A produção foi o trabalho de conclusão de Beth David e Esteban Bravo no curso de animação computadorizada da faculdade Ringling College of Art and Design, da Flórida. E deu tanto o que falar que até rendeu cobertura do jornal The New York Times. O projeto teve orçamento maior que a capacidade dos dois estudantes e precisou contar com o apoio de uma campanha de financiamento online. Eles queriam US$ 3 mil para pagar por compositor e sonorização, mas acabaram arrecadando US$ 14 mil. E desde que o vídeo foi publicado, há apelos para a produção de uma sequência.

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    Meu Malvado Favorito se torna a franquia animada de maior bilheteria mundial

    8 de agosto de 2017 /

    Com o sucesso da nova sequência, “Meu Malvado Favorito” desbancou “Shrek” e se tornou a franquia de animação com a maior bilheteria da história. Com a arrecadação do último fim de semana, os quatro filmes da franquia (incluindo o spin-off sobre os Minions) somam US$ 3,54 bilhões. “Shrek” arrecadou um pouco menos, US$ 3,51 bilhões, graças a mais filmes: cinco, no total (incluindo o spin-off sobre o Gato de Botas). O filme de estreia, “Meu Malvado Favorito” (2010), conquistou US$ 543,1 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. “Meu Malvado Favorito 2” (2013) disparou para US$ 970,7 milhões. “Minions” fez ainda mais: US$ 1,15 bilhão. E “Meu Malvado Favorito 3” já está com US$ 881,6 milhões. “Minions”, por sinal, é a segunda animação de maior arrecadação da história – atrás só de “Frozen” (2013), da Disney.

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    Beyoncé negocia estrelar e produzir a trilha sonora do novo O Rei Leão

    8 de agosto de 2017 /

    A produção da nova versão de “O Rei Leão” anunciou a contratação de mais dois dubladores. Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dará voz à leoa Sarabi e John Kani (“Capitão América: Guerra Civil”) o macaco Rafiki. Assim, faltaria apenas a definição da última intérprete importante. E, desde o começo da escalação de elenco, os produtores tem apenas um nome em mente para viver Nala: a cantora Beyoncé. Mas a negociação está sendo mais demorada que o previsto, porque a Disney também espera que ela assine a trilha sonora do filme. Segundo o site The Tracking Board, o contrato envolve muitos detalhes, relativos a percentagens e direitos autorais, por isso vai e volta a mais de um mês. Caso seja confirmada, Beyoncé sucederá à Elton John, que produziu a trilha sonora original, de onde saíram os hits “Circle of Life”, Hakuna Matata” e “Can You Feel Your Love Tonight?”. Ela ainda entraria no elenco formado pelos atores Donald Glover (série “Atlanta”), como o leão Simba, James Earl Jones (repetindo seu papel da animação clássica) como o pai de Simba, Mufasa, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como o vilão Scar. Vale reparar que todos os dubladores dos leões da trama são atores negros, o que é uma opção muito interessante, tendo em vista que a trama se passa na África. Já os divertidos Timão e Pumba ganharão as vozes dos comediantes brancos Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. E, para completar, o apresentador John Oliver viverá o passarinho Zazu. Todos os personagens serão criações digitais, que ganharão as vozes de atores famosos, como os animais de “Mogli, o Menino Lobo”. A diferença é que, em Mogli, havia uma criança como protagonista, que contracenava com os efeitos visuais. Em “Rei Leão” haverá apenas “efeitos visuais”. Ou seja, ao contrário das refilmagens anteriores dos desenhos animados da Disney, esta não terá atores em cena. Portanto, não é correto chamá-la de versão “live action”. Trata-se de uma versão inteiramente feita com computação gráfica. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e previsão de estreia para 19 de junho de 2019.

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    A Torre Negra vira pior líder de bilheterias de 2017 na América do Norte

    6 de agosto de 2017 /

    As previsões pessimistas foram confirmadas pela estreia sombria de “A Torre Negra”. O filme abriu em 1º lugar na América do Norte, mas será difícil a Sony investir numa continuação. Isto porque a arrecadação de US$ 19,5 milhões, abaixo das expectativas, foi o pior desempenho de um líder de bilheterias em todo o ano de 2017. “A Torre Negra” transformou em inverno o final da alta temporada (verão) cinematográfica norte-americana. E tampouco empolgou o resto do mundo, somando em todos os territórios US$ 27,5 milhões. Mas não deveria ser surpresa para os investidores. Esta é a performance que costuma ser associada a adaptações do escritor Stephen King. Pela quantidade de filmes que seus livros geram, pode-se acreditar que ele é autor de blockbusters, mas a maior abertura de um longa inspirado por King foi “1408”, que estreou com US$ 20,6 milhões em 2007. O filme da Sony custou, supostamente, US$ 60 milhões de produção, divididos com a coprodutora MRC (Media Right Capital). Mas os gastos de marketing não foram revelados. Havia planos para o desenvolvimento de uma franquia com novos filmes e séries. Entretanto, tudo isso deve ter sido enterrado pela implosão nos cofres do estúdio. A pá de cal foi fornecida pela crítica, num registro de somente 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Executivos da Universal e Warner, que chegaram a cogitar produzir o projeto megalômano, podem respirar aliviados por terem desviado desta catástrofe. O lançamento no Brasil vai acontecer em 24 de agosto. Foi por pouco, mas “Dunkirk” caiu para 2º lugar após duas semanas no topo. O filme de guerra da Warner rendeu US$ 17,6 milhões nos últimos três dias nos Estados Unidos e no Canadá, chegando a um total de US$ 133,5 milhões no mercado doméstico. De forma impressionante, já superou até a arrecadação de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que tem uma semana a mais de exibição e contou com uma campanha de marketing grandiosa. “Dunkirk” também ultrapassou a sci-fi da Fox no mercado mundial, ao comemorar a marca de US$ 300 milhões no mundo inteiro. “Emoji – O Filme” e “Girls Trip” ficaram com o 3º e 4º lugares, respectivamente, em condições opostas. Enquanto a animação marca outro ponto negativo para a Sony – e que negativo, com só 7% de aprovação – , “Girls Trip” é um fenômeno da Universal. Produzido por US$ 19 milhões, rendeu até agora US$ 89,4 milhões no mercado doméstico. O Top 5 se completa com mais uma estreia. O suspense “O Sequestro” (Kidnap), estrelado por Halle Berry, fez US$ 10,2 milhões. E já está no lucro, pelo simples fato de ter chegado aos cinemas. A falência da produtora Relativity deixou vários filmes no limbo, como “Fallen”, que foi lançado no Brasil e ninguém sabe se um dia aparecerá nos Estados Unidos. Por sinal, “O Sequestro” estreia em 7 de setembro no Brasil. As decepções ainda continuaram com a ampliação do circuito de “Detroit”. Lançado em 20 salas na semana passada, o drama indie de época e denúncia social da premiada diretora Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”) chegou a 3 mil salas na sexta (4/8) sem lotar nenhuma. Apareceu em 8º lugar, com US$ 7,2 milhões e uma média de público 60% menor que a de “A Torre Negra”. “Detroit” estreia no Brasil em 7 de setembro.   BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Torre Negra Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 2. Dunkirk Fim de semana: US$ 17,6 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 314,1 milhões 3. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 49,4 milhões Total Mundo: US$ 62,1 milhões 4. Girls Trip Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 85,4 milhões Total Mundo: US$ 90,8 milhões 5. O Sequestro Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 10,2 milhões Total Mundo: US$ 10,2 milhões 6. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 294,9 milhões Total Mundo: US$ 670,9 milhões 7. Atômica Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 34,1 milhões Total Mundo: US$ 45,8 milhões 8. Detroit Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 9. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 130,2 milhões Total Mundo: US$ 278 milhões 10. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 240,7 milhões Total Mundo: US$ 879,4 milhões

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    Ator de 12 Anos de Escravidão negocia o papel de Scar na nova versão de O Rei Leão

    4 de agosto de 2017 /

    O ator Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) está em negociações para dublar o vilão Scar na nova versão de a href=”https://pipocamoderna.com.br/tag/o-rei-leao”>”O Rei Leão”. A informação é do site The Wrap. Ao contrário das refilmagens anteriores dos desenhos animados da Disney, esta não terá atores em cena. Portanto, não é correto chamá-la de versão “live action”. Trata-se de uma versão feita com computação gráfica. Todos os personagens serão criações digitais, que ganharão as vozes de atores famosos, como os animais de “Mogli, o Menino Lobo”. A diferença é que, em Mogli, havia uma criança como protagonista, que contracenava com os efeitos visuais. Em “Rei Leão” serão apenas os “efeitos visuais”. De forma interessante, já que a trama se passa na África, todos os dubladores dos leões da trama são atores negros. Além de Chiwetel, Donald Glover (série “Atlanta”) foi escalado para dar voz ao personagem principal, o leão Simba, e James Earl Jones, repetirá, 24 anos depois, sua dublagem como o pai de Simba, Mufasa. Além destes, Beyoncé continua cotada para dublar Nala. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, ganharão as vozes dos comediantes brancos Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. A dupla é responsável pela música mais famosa do filme, “Hakuna Matata”. Para completar, o apresentador John Oliver viverá o passarinho Zazu. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e previsão de estreia para 19 de junho de 2019.

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    Australiana de 13 anos viverá Ravena na série dos Titãs

    3 de agosto de 2017 /

    A australiana Teagan Croft, de apenas 13 anos, é a primeira atriz contratada para a série de TV dos Jovens Titãs. Revelada na novela “Home and Away”, ela terá o papel de Ravena (Raven, no original). Intitulada “Titans”, a série é o novo projeto de Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e conseguir transformar “A Torre Negra” num fracasso de crítica. Sua genialidade será contrabalançada pelo produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e por Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração tem o objetivo de inaugurar a “Netflix” da DC Comics. Segundo o release, os Titãs terão em sua formação Dick Grayson (o release não informa se como Robin ou Asa Noturna), Estelar, Ravena e outros que serão confirmados. Em seu Twitter, Geoff Johns acrescentou mais um nome à turma: Mutano. É quase a formação do desenho animado do Cartoon Network, “Os Jovens Titãs em Ação”. Diz o texto: “‘Titans’ segue um grupo de jovens super-heróis que serão recrutados em todos os cantos do Universo DC. Nesta série cheia de ação, Dick Grayson emerge das sombras para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar, Ravena e muitos outros. ‘Titans’ é uma série dramática série de aventuras que vai explorar e comemorar uma das mais populares equipes de quadrinhos de todos os tempos”. A ideia de recrutar heróis “em todos os cantos do Universo DC” faz lembrar que as séries da rede CW já apresentaram Titãs originais dos quadrinhos: Arsenal e Kid Flash. Os dois foram membros fundadores da chamada “Turma Titã”, ainda nos anos 1960. Uma integrante ainda mais recente do grupo também andou aparecendo em episódios de “Supergirl”: a Miss Marte. Entretanto, a personagem foi retratada bem mais velha que nas publicações. De todo modo, a formação listada pelos produtores é a dos “Novos Titãs”, que foi popularizada nos anos 1980, e ainda não tinha aparecido em carne e osso na televisão. Parece confuso, porque o nome do grupo e a formação dos Titãs variaram muito durante os anos. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo de heróis adolescentes para combater o crime, adotando o nome “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. “Titans” será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. O gênio, o mito. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming da DC Comics.

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    Conheça as 12 novas séries de anime da Netflix

    2 de agosto de 2017 /

    A Netflix anunciou a produção de 12 novas séries de animação em estilo anime, entre elas uma nova adaptação de “Cavaleiros do Zodíaco”. Durante um evento em Tóquio nesta quarta (2/8), a plataforma também revelou trailers, cenas e material impresso das produções. Veja abaixo alguns dos trailers. Além de “Cavaleiros do Zodíaco”, foram anunciadas as produções de “Cannon Busters”, “Devilman Crybaby”, “B: The Beginning”, “Sword Gai: The Animation”, “A.I.C.O. Incarnation”, “Lost Song”, “Baki”, “Kakegurui”, “Fate/Apocrypha”, “Children of the Whales” e “Rilakkuma Series” (título provisório de uma série em stop-motion). Há também um longa animado sobre “Godzilla” em desenvolvimento. Embora os títulos possam parecer pouco conhecidos no Brasil, a maioria traz personagens festejados pelos fãs de mangás. “Baki”, por exemplo, foi publicado entre 1999 e 2005 e já teve uma adaptação animada. Criado por Keisuke Itagaki, o personagem-título é um lutador de artes marciais que se envolve em lutas clandestinas. A trama da série será a mesma do anime anterior, em que ele enfrenta condenados do Corredor da Morte. “Devilman Crybaby” também é, como “Cavaleiros do Zodíaco”, uma nova encarnação de um anime/mangá clássico. “Devilman” (Debiruman, no original) foi criado por Go Nagai em 1972 e exibido quase simultaneamente em quadrinhos e desenhos animados. O anime até já teve um revival, em 1987. Na trama, o protagonista Akira Fudo se funde a um demônio para ganhar poderes sobrenaturais e impedir um ataque de demônios na Terra, mesmo que isso possa custar sua alma. Bem mais recente, “Sword Gai” começou a ser publicado como mangá em 2012, escrito por Toshiki Inoue e desenhado por Keita Amemiya. Por curiosidade, a série animada que será exibida pela Netflix já estava sendo produzida desde 2016. A trama gira em torno de um menino que se funde com uma espada demoníaca. “Children of the Whale” anima o belo mangá de Abi Umeda, que é publicado desde 2013. A trama pós-apocalíptica se passa em um mundo coberto de areia e acompanha os habitantes de um barco gigante que flui sobre o mar da areia. O menino Chakuro e seus amigos nunca viram ninguém do mundo exterior, até que, um dia, ao se aproximarem de um navio em ruínas, encontram uma garota em seu exterior. Ainda mais novo, o mangá “Kakegurui”, que tem o subtítulo “Compulsive Gambler”, surgiu em 2014, com texto de Homura Kawamoto e ilustração de Tōru Naomura. A trama se passa numa escola para as crianças mais ricas do Japão, e cuja hierarquia é determinada por uma série de jogos em que os alunos apostam suas fortunas contra os outros, e aqueles que perdem se tornam escravos dos caprichos dos que ganham seu dinheiro. Até a chegada de uma nova aluna perturbar o status quo. Detalhe: a série já está sendo exibida no Japão e será “apenas” distribuída pela Netflix nos demais países. “Fate/Apocrypha” adapta uma coleção de romances juvenis, que também foi transformada em mangás entre 2012 e 2014, e se passa numa realidade alternativa, em que uma guerra entre dois clãs mágicos é travada em nome do Santo Graal. Assim como “Kakegurui”, a adaptação em anime está atualmente sendo exibida no Japão. “Rilakkuma” não veio dos mangás, mas é um fenômeno popular no Japão. Criada por Aki Kondo como um animal de estimação, tornou-se um dos maiores sucessos da empresa San-X, que cria designs de bichos fofinhos para explorar como marketing. Ao estilo de Hello Kitty, o personagem ilustra inúmeros produtos – de cadernos a livros infantis ilustrados. Já “Cannon Busters”, apesar do visual japonês, é uma criação americana do desenhista nova-iorquino LeSean Thomas. Os primeiros quadrinhos foram publicados nos EUA em 2005 e, em 2014, seu criador lançou uma campanha de crowdfunding para realizar a versão animada. Com ajuda de Tim Yoon (produtor de “Avatar: A Lenda De Korra”), e do desenhista da Marvel Joe Madureira (que não é brasileiro), ele realizou um piloto, que originou a série atual. Entre os animes totalmente originais, vale ressaltar ainda a tradição das produtoras de “A.I.C.O. Incarnation’s”, realizado pelo mesmo estúdio responsável por “My Hero Academia”, e “B: The Beginning”, do estúdio Project IG, responsável por nada menos que “Ghost in the Shell”. “B: The Beginning” gira em torno de um detetive policial que procura uma organização criminosa misteriosa e um assassino em série chamado Killer B. “A.I.C.O. Incarnation” apresenta uma forma de vida artificial monstruosa isolada em uma zona restrita, até uma garota chamada Aiko entrar em contato com ela. A menina acaba descobrindo que tem mais em comum com a criatura do que poderia sonhar – ou melhor, ter pesadelos a respeito. Por fim, “Last Song” é uma fantasia sobre dois cantores que mudam o mundo com músicas mágicas, capazes de curar feridas e criar água. Ainda não há data de estreia para nenhuma destas atrações na Netflix. Para passar vontade, veja abaixo, que apresentam quatro séries em idioma japonês e legendas em inglês.

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    Netflix vai lançar nova série animada dos Cavaleiros do Zodíaco

    2 de agosto de 2017 /

    O clássico anime “Cavaleiros do Zodíaco”, que foi febre no Brasil nos anos 1990, vai ganhar uma nova série na Netflix. O anúncio foi feito pela plataforma de streaming nesta quarta (2/8), durante um evento em Tóquio, que revelou os planos da Netflix para ampliar a quantidade de animes (desenhos japoneses) em sua programação. Na ocasião, a Netflix também revelou trailers, cenas e material impresso das produções. Veja abaixo o pôster do novo “Cavaleiros do Zodíaco”. O projeto da Netflix prevê 12 séries novas de animação e um longa animado de “Godzilla”. O revival de “Cavaleiros do Zodíaco” foi batizado em inglês de “Knights of Zodiac” e não “Saint Seiya” (tradução do original “Seinto Seiya”) como era originalmente conhecida. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Os roteiros serão de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Por sua vez, o anime de “Godzilla: Monster Planet” vai se passar no futuro, 20 mil anos após o monstro gigante dominar a terra e um último confronto entre a criatura e a humanidade se aproxima. A produção será realizada em computação gráfica, numa parceria com a Polygon Pictures. As outras séries são “Cannon Busters”, “Devilman Crybaby”, “B: The Beginning”, “Sword Gai: The Animation”, “A.I.C.O. Incarnation”, “Lost Song”, “Baki”, “Kakegurui”, “Fate/Apocrypha”, “Children of the Whales” e “Rilakkuma Series” (título provisório de uma série em stop-motion). Ainda não há data de estreia para nenhuma destas atrações. Mas você pode saber mais sobre elas e ver seus trailers aqui.

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  • Filme

    Críticas negativas afundam Emoji e Dunkirk mantém 1º lugar na América do Norte

    30 de julho de 2017 /

    “Emoji – O Filme” conseguiu realizar uma façanha, ao se tornar a primeira animação de grande estúdio a ser repudiada de forma unânime pela crítica norte-americana. Com apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a produção da Sony foi maldosamente identificada pela imagem de um de seus personagens, Poop (um cocô), e seguiu descarga abaixo, rendendo bem menos que o esperado nas bilheterias. O longa animado, que só chega no Brasil no final de agosto, abriu com US$ 25,6 milhões e não conseguiu superar o drama de guerra “Dunkirk”, que manteve o 1º lugar pela segunda semana seguida na América do Norte, com US$ 28,1 milhões. Foi a primeira vez que um lançamento se manteve por duas semanas no topo desde a estreia de “Mulher-Maravilha”, no início de junho. A superprodução de Christopher Nolan já ultrapassou os US$ 100 milhões no mercado doméstico. O 3º lugar ficou com “Girls Trip”, uma comédia para maiores sobre farra de mulheres, protagonizada por atrizes negras. O sucesso deste filme, que soma US$ 65,5 milhões em 10 dias, é inversamente proporcional ao fracasso da produção similar com atrizes brancas (e Scarlett Johansson) “A Noite É Delas”, que fez ao todo US$ 21,8 milhões e já saiu de cartaz. Estrelada por Queen Latifah (série “Star”) e Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), “Girls Trip” não tem previsão de estreia no Brasil O êxito de “Girls Trip” também realça o tropeço de “Atômica”, que abriu abaixo das projeções da Universal. Nem os 75% de aprovação da crítica ajudou o thriller de ação a atingir sua meta, somando nas bilheterias US$ 18,5 milhões. Apesar do orçamento ser baixo (US$ 30 milhões), o estúdio contava com um pouco mais de ímpeto para investir numa continuação. A decisão agora vai depender do desempenho internacional. A estreia no Brasil acontece em 31 de agosto. Entre os lançamentos limitados, que não entraram no Top 10, o documentário “Uma Verdade Mais Inconveniente”, sobre o aquecimento global, teve a melhor performance, faturamento mais por tela que qualquer filme em cartaz no fim de semana. A estreia ocupou apenas quatro salas. “Detroit”, o novo longa da diretora Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”), também teve uma performance de “blockbuster indie” em sua exibição em 20 telas. Ambos os filmes terão seu circuito ampliado nos próximos dias. Mas vão demorar a chegar ao Brasil. A estreia nacional de “Detroit” está marcada para 7 de setembro, enquanto “Uma Verdade Mais Inconveniente” ficou apenas para 9 de novembro.     BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dunkirk Fim de semana: US$ 28,1 milhões Total EUA: US$ 102,8 milhões Total Mundo: US$ 234,1 milhões 2. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 25,6 milhões Total EUA: US$ 25,6 milhões Total Mundo: US$ 25,6 milhões 3. Girls Trip Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 65,5 milhões Total Mundo: US$ 67,5 milhões 4. Atômica Fim de semana: US$ 18,5 milhões Total EUA: US$ 18,5 milhões Total Mundo: US$ 24,4 milhões 5. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 13,4 milhões Total EUA: US$ 278,3 milhões Total Mundo: US$ 633,7 milhões 6. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 10,3 milhões Total EUA: US$ 118,6 milhões Total Mundo: US$ 224,5 milhões 7. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 230,4 milhões Total Mundo: US$ 819,2 milhões 8. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 30,6 milhões Total Mundo: US$ 30,6 milhões 9. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 92 milhões Total Mundo: US$ 138,6 milhões 10. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 395,4 milhões Total Mundo: US$ 786 milhões

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