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  • Filme

    Os Croods 2 ganha primeiro trailer dublado em português

    21 de setembro de 2020 /

    A Universal divulgou o pôster e o primeiro trailer dublado de “Os Croods 2”, continuação do desenho da DreamWorks Animation lançado em 2013. A prévia mostra a família cro-magnon do filme original encontrando uma civilização neolítica, bem mais avançada, com conhecimentos agrícolas, mas também preocupações com a aparência – da barba hipster bem cultivada aos chinelos de estilo havaianas. A versão em português traz as vozes de Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, enquanto a dublagem original em inglês volta a reunir o elenco formado por Nicolas Cage (“A Cor que Caiu do Espaço”), Emma Stone (“La La Land”), Ryan Reynolds (“Deadpool”), Catherine Keener (“Corra!”), Cloris Leachman (“Eu Só Posso Imaginar”) e Clark Duke (“A Ressaca”). As novidades ficam por conta de Peter Dinklage (“Game of Thrones”), Leslie Mann (“Não Vai Dar”) e Kelly Marie Tran (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como a família Betterman (ou, em português, os Bem Melhores). Escrito pelos irmãos Dan e Kevin Hageman (roteiristas de “Hotel Transilvânia” e “Uma Aventura Lego”), o filme marca a estreia na direção de Joel Crawford, que trabalhou no departamento artístico dos três “Kung Fu Panda” e “Uma Aventura Lego 2”. A previsão de estreia é para o Natal deste ano, mas, por via das dúvidas, o trailer anuncia que o lançamento acontecerá “em breve”, sem data específica. Veja abaixo duas versões do vídeo, dubladas em português e em inglês com as vozes originais.

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  • Reality,  TV

    Premiação preliminar do Emmy destaca Eddie Murphy, Rick and Morty e Má Educação

    20 de setembro de 2020 /

    A premiação do Emmy realiza sua cerimônia oficinal neste domingo (20/9), mas vários artistas e produções já foram premiadas preliminarmente ao longo da semana, no que é chamado de Creative Arts do Emmy. São as categorias técnicas e de gêneros menos badalados, como animação, reality show, documentário e variedades. Nos últimos anos, a lista também passou a incluir o Melhor Telefilme. Como são praticamente uma centena de prêmios, os vencedores foram anunciados em cinco cerimônias consecutivas, realizadas de segunda (14/9) a sábado (19/9) passados. E entre as conquistas antecipadas, destaca-se o primeiro Emmy da carreira de Eddie Murphy, que venceu como Melhor Ator Convidado em Comédia, como apresentador do humorístico “Saturday Night Live”. O equivalente feminino deste prêmio ficou com Maya Rudolph, também por participação no “Saturday Night Live”, em que interpretou a senadora Kamala Harris, candidata a vice-presidente dos EUA. Assim como Murphy, ela nunca tinha vencido o Emmy. O detalhe é que a comediante foi duplamente premiada, pois também venceu um troféu pelo trabalho de dublagem na animação “Big Mouth”. As categorias de Convidados em Drama tiveram vitórias de Ron Cephas Jones por “This is Us” e de Cherry Jones por “Succession”. Apesar de compartilharem o mesmo sobrenome, os dois não são parentes, mas a filha do primeiro, Jasmine Cephas Jones, também foi premiada no evento, como Melhor Atriz em Série Curta por “#FreeRayshawn” – da plataforma Quibi. A vitória de Jasmine Cephas Jones marcou, ainda, um recorde para o Emmy, ao premiar um desempenho que durou exatamente 15 segundos na tela, tempo em que a atriz disse apenas três palavras. Entre os artistas, outro destaque ficou com RuPaul Charles, do reality “RuPaul’s Drag Race”, que quebrou um recorde ao faturar o quinto Emmy seguido como Melhor Apresentador de Reality Show. O vencedor da categoria de Melhor Telefilme foi a produção da HBO “Má Educação”, estrelada por Hugh Jackman e Allison Janney. Já nas categorias animadas, “Ricky and Morty” faturou seu segundo Emmy como Melhor Série do gênero e a Pixar, produtora campeã do Oscar, conquistou o primeiro Emmy de sua existência, com o desenho do Garfinho de “Toy Story”, “Forky Asks a Question”, premiado como Melhor Curta Animado pelo episódio “What is Love?”. Para completar, as categorias técnicas foram dominadas pelas séries “The Mandalorian”, que levou o merecido Emmy de Melhores Efeitos Visuais, e “Watchmen”, ambos com sete vitórias cada. A lista completa dos premiados pode ser conferida abaixo. Mas é só o aperitivo da premiação principal, que acontece a partir das 21h deste domingo, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT. Melhor Série de Animação Rick and Morty por “The Vat of Acid Episode” Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Eddie Murphy por “Host: Eddie Murphy” – Saturday Night Live Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Maya Rudolph por “Host: Eddie Murphy” — Saturday Night Live Melhor Ator Convidado em Série de Drama Ron Cephas Jones por “After the Fire” — This Is Us Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Cherry Jones por “Tern Haven” — Succession Melhor Telefilme Má Educação Melhor Série Documental The Last Dance Melhor Elenco em Série Limitada, Telefilme ou Especial Victoria Thomas, Meagan Lewis — Watchmen Mérito Excepcional em Documentário The Cave Melhor Apresentador de Reality Show ou Programa de Competição RuPaul Charles — RuPaul’s Drag Race Melhor Edição de Som em Série Limitada, Telefilme ou Especial Brad North, Harry Cohen, Jordan Wilby, Tiffany S. Griffith, Antony Zeller, A.J. Shapiro, Sally Boldt, Zane Bruce, Lindsay Pepper por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Maquiagem Contemporânea (Não-Prostética) Doniella Davy, Kirsten Sage Coleman, Tara Lang Shah por “And Salt The Earth Behind You” — Euphoria Melhor Figurino Contemporâneo Debra Hanson, Darci Cheyne por “Happy Ending” — Schitt’s Creek Melhor Cabelo de Época Michelle Ceglia, Barry Lee Moe, George Guzman, Michele Arvizo, Maria Elena Pantoja por “A Hollywood Ending” — Hollywood Melhor Especial de Variedade (Pré-Gravado) Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Composição Musical Para Série (Trilha Sonora Dramática Original) Ludwig Göransson por “Chapter 8: Redemption” — The Mandalorian Melhor Coreografia para Programação Roteirizada Mandy Moore, Coreógrafa, por Zoey’s Extraordinary Playlist Melhor Coreografia em Série de Variedade ou Reality Show Al Blackstone — So You Think You Can Dance Melhor Design de Abertura Mason Nicoll, Peter Pak, Giovana Pham, Cisco Torres — Godfather of Harlem Melhor Reality Show Não-Estruturado Cheer Melhor Série Infantil The Dark Crystal: Age of Resistance [empate] We Are The Dream: The Kids Of The Oakland MLK Oratorical Fest [empate] Melhor Comercial Back-to-School Essentials – Sandy Hook Promise Melhor Fotografia em Série de Única Câmera (Uma Hora) M. David Mullen por “Its Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Direção em Especial de Variedade Stan Lathan — Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Edição em Série de Comédia de Única Câmera Nena Erb, Lynarion Hubbard por “Lowkey Trying” — Insecure Melhor Roteiro em Especial de Variedade Dave Chappelle — Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Direção e Design de Iluminação em Série de Variedade Trevor Brown por “Host: John Mulaney” — Saturday Night Live Melhor Design de Produção em Série com Narrativa de Época ou de Fantasia (Uma Hora ou Mais) Martin Childs, Mark Raggett, Alison Harvey por “Aberfan” — The Crown Melhor Mixagem de Som em Série de Drama ou Comédia (Uma Hora) Ron Bochar, Matthew Price, George A. Lara, David Boulton por “A Jewish Girl Walks Into the Apollo…” — The Marvelours Mrs. Maisel Melhor Coordenação de Dublês em Série de Drama, Série Limitada ou Telefilme Ryan Watson — The Mandalorian Melhor Extensão Interativa De Uma Série Linear Mr. Robot — Season _4.0 ARG Melhor Elenco em Série de Comédia Lisa Parasyn, Jon Comerford — Schitt’s Creek Melhor Elenco em Série de Drama Amy Kaufman — Succession Melhor Série de Curta-Metragem Drama ou Comédia Better Call Saul Emplyee Training: Legal Ethics with Kim Wexler Melhor Série Animada de Curta-Metragem Forky Asks a Question: What Is Love? Melhor Programa Interativo Derivado Big Mouth Guide to Life Melhor Programa Interativo Original The Messy Truth VR Experience Inovação em Programação Interativa Ricardo Laganaro, Diretor, Ricardo Justus e Edouard de Montmort, Produtores – A Linha Sam Wasserman e Joseph Gordon-Levitt, Produtores, por Hitrecord: Create Together Melhor Design de Movimento Leanne Dare, Diretor de Criação, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes e David Navas, Animadores, por Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates Melhor Supervisão Musical Robin Urdang, Amy Sherman-Palladino, Daniel Palladino por “It’s Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Composição Musical em Série Limitada, Telefilme ou Especial (Trilha Dramática Original) Trent Reznor, Atticus Ross por “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” — Watchmen Melhor Letra e Música Labirinth – “All For Us” por “And Salt the Earth Behind You” — Euphoria Melhor Música Original em Abertura Nathan Barr — Hollywood Melhor Coordenação de Dublês em Série de Comédia ou de Variedade Eddie Perez — Shameless Melhor Dublador Maya Rudolph por “How to Have an Orgasm” — Big Mouth Melhor Ator em Série de Drama ou Comédia de Curta-Metragem Laurence Fishburne — #FreeRayshawn Melhor Atriz em Série de Drama ou Comédia de Curta-Metragem Jasmine Cephas Jones — #FreeRayshawn Melhor Coreografia em Programa Roteirizado Mandy Moore por “Routines: All I Do is Win, I’ve Got the Music in Me, Crazy” — Zoey’s Extraordinary Playlist Melhor Realização Individual em Animação Jill Dykxhoorn — Archer Dan MacKenzie por “Vavilov” — Cosmos: Possible Worlds Genndy Tartakovsky por “Spear and Fang” — Primal Scott Wills por “Spear and Fang” — Primal Stephen DeStefano por “A Cold Death” — Primal Melhor Motion Design Leanne Dare, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes, David Navas — Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates Melhores Efeitos Visuais Richard Bluff, Jason Porter, Abbigail Keller, Hayden Jones, Hal Hickel, Roy Cancino, John Rosengrant, Enrico Damm, Landis Fields por “Chapter 2: The Child” — The Mandalorian Melhores Efeitos Visuais em Papel Coadjuvante Dominic Remane, Bill Halliday, Becca Donohue, Leann Harvey, Tom Morrison, Ovidiu Cinazan, Jim Maxwell, Ezra Waddell, Warren Lawtey por “The Best Laid Plans” — Vikings Melhor Fotografia em Série Limitada ou Telefilme Gregory Middleton por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Fotografia em Série Multicâmera Donald A. Morgan por “It Ain’t My Fault” — The Ranch Melhor Fotografia em Série de Única Câmera (Meia Hora) “Chapter 7: The Reckoning” — The Mandalorian Melhor Cabelo Contemporâneo em Série Araxi Lindsey, Robert C. Mathews III, Enoch Williams por “Hair Day” — Black-ish Melhor Maquiagem (Não Prostética) em Série de Época ou Personagem Patricia Regan, Claus Lulla, Joseph A. Campayno, Margot Boccia, Michael Laudati, Tomasina Smith, Roberto Baez, Alberto Machuca por “It’s Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Maquiagem Prostética em Série, Série Limitada, Telefilme ou Especial James Robert Mackinnon, Vincent Van Dyke, Richard Redlefsen, Alexei Dmitriew, Neville Page, Michael Ornelaz por “Absolute Candor” — Star Trek: Picard Melhor Figurino em Série de Fantasia/Ficção Sharen Davis, Valerie Zielonka por “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” — Watchmen Melhor Figurino em Série de Época Amy Roberts, Sidonie Roberts, Sarah Moore por “Cri de Coeur” — The Crown Melhor Edição em Série de Comédia Multicâmera Cheryl Campsmith por “Boundaries” — One Day at a Time Melhor Edição em Série de Drama Única Câmera Bill Henry, Venya Bruk por “This Is Not For Tears” — Succession Melhor Edição em Série Limitada ou Telefilme Única Câmera Hank Van Eeghen por “A God Walks Into Abar” — Watchmen Melhor Mixagem de Som em Série de Comédia ou Drama de Meia Hora ou Animação Shawn Holden, Bonnie Wild, Chris Fogel por “Chapter 2: The Child” — The Mandalorian Melhor Mixagem de Som em Série Limitada ou Telefilme Douglas Axtell, Joe DeAngelis, Chris Carpenter por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Edição de Som em Série de Comédia ou Drama de Uma Hora Craig Henighan, Williams Files, Ryan Cole, Kerry Dean Williams, Angelo Palazzo, Katie Halliday, David Klotz, Steve Baine por “Chapter Eight: The Battle of Starcourt” — Stranger Things Melhor Edição de Som em Série de Drama ou Comédia de Meia Hora ou Animação David Acord, Matthew Wood, Bonnie Wild, James Spencer, Richard Quinn, Richard Gould, Stephanie McNally, Ryan Rubin, Ronni Brown, Jana Vance por “Chapter 1: The Mandalorian” — The Mandalorian Melhor Design de Produção em Série com Narrativa de Meia Hora Andrew L. Jones, Jeff Wisniewski, Amanda Serino por “Chapter 1: The Mandalorian” — The Mandalorian Melhor Design de Produção em Série com Narrativa Contemporânea de Uma Hora ou Mais Elisabeth Williams, Martha Sparrow, Robert Hepburn por “Household” — The Handmaid’s Tale Melhor Direção Musical Rickey Minor — The Kennedy Center Honors Melhor Curta-Metragem de Série de Variedade Carpool Karaoke: The Series Melhor Figurino em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show Marina Toybina, Grainne O’Sullivan, Gabrielle Letamendi, Candice Rainwater por “The Season Kick-Off Mask-Off: Group A” — The Masked Singer Melhor Cabelo Contemporâneo em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show Curtis Foreman por “I’m That Bitch” — RuPaul’s Drag Race Melhor Maquiagem Contemporânea em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show David Petruschin por “I’m That Bitch” — RuPaul’s Drag Race Melhor Roteiro em Série de Variedade Dan Gurewitch, Jeff Maurer, Jill Twiss, Juli Weiner, John Oliver, Tim Carvell, Daniel O’Brien, Owen Parsons, Charlie Redd, Joanna Rothkopf, Ben Silva, Seena Vali — Last Week Tonight With John Oliver Melhor Direção em Série de Variedade Don Roy King por “Host: Eddie Murphy” — Saturday Night Live Melhor Design e Direção de Iluminação em Especial de Variedade Robert Barnhart, David Grill, Pete Radice, Patrick Brazil, Jason Rudolph — Super Bowl LIV Halftime Show Starring Jennifer Lopez and Shakira Melhor Edição em Programa de Variedade Ryan Barger pelo segmento “Eat Shit Bob!” — Last Week Tonight with John Oliver Melhor Mixagem de Som em Série de Variedade ou Especial Paul Sandweiss, Tommy Vicari, Biff Dawes, Pablo Munguia, Kristian pedregon, Patrick Baltzell, Michael Parker, Christian Schrader, John Perez, Marc Repp, Thomas Pesa — The Oscars Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera e Controle de Vídeo em Especial Eric Becker, Kevin Faust, Ron Hirshman, Ed Horton, Helena Jackson, Jon Purdy, Jimmy Velarde, Allen Merriweather,...

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  • Filme

    Versão live-action do anime Seu Nome terá diretor vencedor de Sundance

    19 de setembro de 2020 /

    A Paramount contratou o cineasta indie Lee Isaac Chung para desenvolver a versão live-action e americana do anime blockbuster “Seu Nome” (Your Name). Lançado em 2016, o longa animado original é uma das maiores bilheterias da história do cinema japonês, faturando US$ 303 milhões apenas no mercado doméstico. A trama acompanha a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Um dia, sem maiores avisos, os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. A partir desse fenômeno, Taki e Mitsuha passam a se alternar por horas no corpo alheio, deixando notas em seus celulares das experiências, enquanto vivem as vidas um do outro. Mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, a viagem à cidadezinha da garota revela uma reviravolta ainda mais fantástica, à medida que os dois descobrem viver em épocas diferentes e sob a sombra de uma tragédia que aconteceu há algum tempo. Com quatro longas de ficção, além de curtas e documentários no currículo, Lee Isaac Chung é um cineasta reconhecido internacionalmente. Nascido em Denver e criado numa fazenda de Arkhansas, numa família de imigrantes coreanos, ele coleciona prêmios e elogios da crítica desde seu primeiro longa em 2007, “Munyurangabo”. Mais recentemente, ele foi o grande vencedor do Festival de Sundance deste ano com “Minari”, considerado duplamente o Melhor Filme da competição – tanto na premiação oficial do júri quanto no voto do público. Chung, porém, não foi a primeira opção dos produtores, que em fevereiro do ano passado anunciaram Marc Webb, de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), à frente do projeto. Na época, o filme seria escrito por Eric Heisserer (“Bird Box”) e transportaria a história para os Estados Unidos, acompanhando uma adolescente indígena que mora em uma área rural e um jovem de Chicago, que descobrem que estão magicamente trocando de corpos. Com a mudança de direção, a história será refeita. Apenas os produtores permanecem os mesmos, com destaque para J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”), envolvido via sua empresa Bad Robot, e Genki Kawamura, responsável pela animação original.

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  • Série

    Série animada da Arlequina é renovada para 3ª temporada

    18 de setembro de 2020 /

    A Warner anunciou a renovação de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina, para sua 3ª temporada. A atriz Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) continuará dublando a anti-heroína e voltará para novos episódios com todo o elenco de vozes originais, mas num novo endereço. A série trocou a DC Universe pela HBO Max, somando-se à debandada de produções da plataforma de quadrinhos, que a Warner decidiu esvaziar. Ultraviolenta (Harley arranca o nariz do Pinguim) e sexy (Harley e Ivy se beijam), o desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. O elenco da produção inclui Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa (Poison Ivy), Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. A série é inédita no Brasil e só deve chegar por aqui quando a Warner lançar a HBO Max no país – ainda sem previsão.

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  • Série

    Estreias online: Ratched e mais 10 séries para maratonar no fim de semana

    18 de setembro de 2020 /

    A Netflix lança nada menos que oito séries nesta semana, juntando na lista produções que adquiriu de outros canais, mas essa grande variedade de conteúdo chega basicamente sem divulgação. A plataforma só se preocupou em chamar atenção para um par de atrações. A mais badalada é “Ratched”, produção de Ryan Murphy estrelada por Sarah Paulson. Os dois são parceiros em vários projetos e “Ratched” lembra, inclusive, um deles: “American Horror Story”. A trama serve de prólogo para “Um Estranho no Ninho”, originalmente um livro de Ken Kesey publicado em 1962, mas mais lembrado por sua famosa adaptação cinematográfica de 1975, vencedora de cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor (Milos Forman), Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Mildred Ratched). O público-alvo da plataforma não deve nem saber do que se trata, mas fica a dica de assinar o serviço rival, Amazon Prime Video, para conhecer – a Netflix não disponibiliza o filme no Brasil. “Ratched” é a terceira série lançada por Murphy na plataforma após assinar um contrato milionário de exclusividade. E mantém o padrão de mediocridade – “The Politician” está com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Hollywood” ficou com 57% e “Ratched” estreou com 61% (mas apenas 43% entre os críticos top). Há séries bem melhores, “escondidas” na própria Netflix e também na Globoplay nesta semana – como a animação adulta “Sem Maturidade para Isso” e a 2ª temporada da trepidante “A Divisão”. A programação de lançamentos pode ser conferida com trailers e maiores informações logo abaixo. Ratched | EUA | 1ª temporada A nova produção de Ryan Murphy (“American Horror Story”) conta a origem de uma personagem do filme “Um Estranho no Ninho” (1971). Com clima de “American Horror Story: Asylum”, a série retrata os terrores de um hospício controlado pela enfermeira psicopata Mildred Ratched, vivida por Sarah Paulson (“Bird Box”), responsável por uma escalada de crimes cometidos impunemente no sistema público de saúde mental ao longo de décadas. No cinema, o papel rendeu um Oscar para Louise Fletcher. Além de Sara Paulson, a atração conta com um grande elenco, que destaca Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”), Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). Disponível na Netflix Sem Maturidade para Isso | EUA | 1ª temporada A nova criação de J.G. Quintel, autor de “Apenas um Show” (Regular Show), uma das séries de maior sucesso do Cartoon Network, acompanha um casal que precisa lidar com a difícil experiência de viver como adultos, enquanto passam por mudanças de perspectivas de seus 20 aos 30 anos de idade. Chamada “Close Enough” em inglês, a animação atingiu impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Pena que a Netflix não tenha alardeado o lançamento para seus assinantes. É que a produção foi feita originalmente para a HBO Max e apenas distribuída pela Netflix no mercado internacional. Por sinal, a 2ª temporada já foi encomendada. Disponível na Netflix A Divisão | Brasil | 2ª temporada A elogiada série policial que retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990 avança sua trama para mostrar o envolvimento dos policiais com a política, enquanto uma investigadora da corregedoria (Branca Messina) chega para desencavar o passado complicado dos ditos heróis do combate ao crime, vividos por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”). Também lançada como filme, “A Divisão” foi criada e produzida por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) – responsável pela versão cinematográfica do projeto. Disponível na Globoplay Criminal | Reino Unido | 2ª temporada A série policial britânica de Jim Field Smith e George Kay (“Stag”) se passa no cenário restrito de uma sala de interrogatórios e investiga quatro novos suspeitos em seu segundo ano de produção, interpretados por Kit Harington (“Game of Thrones”), Kunal Nayyar (“The Big Bang Theory”), Sharon Horgan (“Catastrophe”) e Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”). Cada um deles é interrogado por policiais céticos, enquanto contam suas versões para os crimes que podem ou não ter cometido. Disponível na Netflix Sem Saída | Nova Zelândia | 3 temporadas Odiou que a Netflix cancelou “The Society” e deixou o mistério da série sem fim? A série neo-zelandesa “Sem Saída” tem praticamente a mesma premissa, ao acompanhar adolescentes que se vêem subitamente sozinhos diante do desaparecimento sem explicações de todos os adultos. Até esta semana inédita no Brasil, “Cul-de-Sac” (o título original) chega com suas três temporadas completas, produzidas entre 2016 e 2018, e com um jovem elenco de “revelações”, que inclui a protagonista Greta Gregory e um certo KJ Apa, antes de pintar o cabelo de vermelho e virar Archie Andrews em “Riverdale”. Vale avisar que a série toma um rumo sci-fi radical ao tentar dar respostas em seu final. Disponível na Globoplay Baby | Itália | 3ª temporada Os primeiros episódios renderam polêmica na Itália, por retratarem sexo de menores. Mas a trama é supostamente “baseada em uma história real”. Na verdade, um escândalo que ocupou muitas páginas da imprensa do país, conhecido como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista Benito Mussoloni, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série ficcionaliza a história, acompanhando duas garotas que alternam seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Até que suas atividades deixam de ser um segredo. Nos últimos episódios, as protagonistas Chiara (Benedetta Porcaroli) e Ludovica (Alice Pagani) tem que arcar com as consequências de suas ações. Disponível na Netflix Nas Montanhas da Coruja | Polônia | Parte 2 A série polonesa (Znaki, no original), originalmente produzido para o canal AXN em 2018, acompanha duas investigações paralelas, que envolvem um crime atual e uma conspiração nazista da 2ª Guerra Mundial. Tudo se passa numa cidadezinha que tem sua tranquilidade interrompida por um assassinato chocante, mas que guarda muitas semelhanças com um caso antigo nunca resolvido. Cabe ao comissário Trela (interpretado por Andrzej Konopka) desvendar os segredos obscuros que a cidade guarda. A segunda parte ainda apresenta um novo mistério, por meio de um casal que desaparece sem deixar pistas na região. Disponível na Netflix A Penúltima Palavra | Alemanha | 1ª temporada A comédia alemã encontra humor em lugares improváveis, como na dor do luto e da perda. Quando seu marido morre repentinamente após 25 anos de casamento, a protagonista da atração (Anke Engelke, de “Deutschland 86”) se vê enterrada em dívidas, mas o funeral triste lhe dá uma ideia inesperada. Para o espanto dos filhos, ela acaba encontrando uma vocação e uma nova forma de pagar as contas, virando oradora de velórios. Uma curiosidade da produção é que a premissa foi concebida por Thorsten Merten (“Donbass”), ator que interpreta um agente funerário na série. Disponível na Netflix Grey’s Anatomy | EUA | 16 temporadas A série médica mais duradoura da TV americana desembarca simultaneamente na Globoplay e na Amazon, “furando” a exclusividade da Netflix, que até a 15ª temporada exibia sozinha a criação de Shonda Rhimes em streaming. Para se ter ideia de como a série é antiga, ela foi lançada seis meses após as estreias de “Lost” e “Desperate Housewives” na rede ABC. Para se diferenciar do grande sucesso da época, “Plantão Médico” (ER), Rhimes retratou seus médicos atraentes lidando com o estresse do trabalho com romances durante os plantões, e assim transformou “Grey’s” numa comédia romântica, repleta de namoros, noivados, casamentos e separações. Com o passar do tempo, os personagens originais evoluíram de residentes iniciantes a donos de hospital e a trama se tornou mais dramática, com diversas mortes. Mas o elenco acabou cansando – a lista de baixas inclui Katherine Heigl, Sandra Oh, Patrick Dempsey, Justin Chambers, Chyler Leigh, Eric Dane e muitos outros. Dos residentes que adentraram no Seattle Grace em 2005, somente Ellen Pompeo, intérprete de Meredith Grey (personagem que batiza a produção), segue na trama, junto do antigo chefe do hospital (James Pickens Jr.) e a principal atendente (Chandra Wilson). Todos os demais personagens entraram em temporadas mais recentes. As duas plataformas vão disponibilizar as 16 temporadas produzidas até o momento, mas enquanto a Amazon lança o lote de uma vez, a Globoplay vai seguir um calendário semanal, começando neste fim de semana com a 1ª e a 16ª temporadas. O mais curioso é que a Netflix não perdeu a atração e também vai lançar a 16ª temporada neste fim de semana. Disponível na Amazon, Globoplay e Netflix Jurassic World: Acampamento Jurássico | EUA | 1ª temporada Você levaria seus filhos para um parque de diversões em que há seguidas tragédias com vítimas fatais e ameaças constantes de segurança? Os pais dos personagens mirins de Jurassic Park/World responderiam “claro que sim” à esta questão. Não importa quantas vezes as criaturas fujam, causem caos, morte e destruição, sempre é possível ver crianças lotando o parque jurássico da franquia. A nova animação não é exceção. Previsivelmente, as crianças que viajam ao parque não demoram a ser perseguidas por dinossauros furiosos, repetindo a premissa de “Jurassic World”. Desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”), a animação conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). Disponível na Netflix Jack Whitehall: Travels with My Father | Reino Unido | 4ª temporada Em uma tentativa de estreitar os laços familiares, o humorista inglês Jack Whitehall roda o mundo com o pai careta, Michael, por lugares inusitados e descolados. O quarto ano da produção acompanha a dupla numa viagem pela Austrália – com uma equipe completa de documentaristas a tiracolo para registrar cada momento constrangedor. Disponível na Netflix

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  • Filme,  Música

    Al Kasha (1937 – 2020)

    15 de setembro de 2020 /

    O compositor Al Kasha, que venceu duas estatuetas do Oscar por canções dos filmes “O Destino de Poseidon” (1971) e “Inferno na Torre” (1974), morreu na segunda (14/9) em Los Angeles (EUA), aos 83 anos. A causa da morte não foi confirmada. Nascido no Brooklyn, em Nova York ele morava na casa em que sua mãe e seu pai tinham uma pequena barbearia e um salão de beleza, que ficava em frente aos estúdios Warner Brothers-Vitagraph, onde ele e seu irmão atuaram como figurantes de vários trailers de filmes da época. Sua carreira deslanchou quando um executivo estúdio o ouviu cantar. Aos 16 anos, ele começou a escrever canções e rapidamente suas composições começaram a ser gravadas por artistas como Jackie Wilson, Elvis Presley e Bobby Darin. Aos 22, tornou-se produtor musical. E por volta dos 30, virou chefe de talentos da CBS Records. Apesar da carreira frutífera em Nova York, ele se mudou para Hollywood nos anos 1960 para trabalhar com cinema. Sua primeira música a entrar numa trilha sonora foi “Lonely Life”, no filme “Na Onda do Twist” (1961). E em 1966 emplacou sua primeira trilha sonora, como compositor da comédia de espionagem “The Fat Spy”, estrelada por Phyllis Diller. Seus trabalhos mais famosos foram as músicas “The Morning After” (de “Poseison”) e “We May Never Love Like This Again” (de “Inferno”), ambas gravadas por Maureen McGovern. A consagração das duas baladas de filmes de catástrofe com o Oscar de Melhor Canção tiveram impacto no gênero, influenciando até hoje as produções de desastres a incluir hits românticos – como “I Don’t Wanna Miss a Thing”, do Aerosmith, em “Armageddon”. Kasha também foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Meu Amigo o Dragão” (1977), clássico infantil da Disney, concorrendo em duas categorias: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original por “Candle on the Water”, mas desta vez não venceu. Entre as mais de 30 trilhas de sua carreira, destacam-se ainda as animações “Todos os Cães Merecem o Céu” (1989) e “Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho” (1998). Nos últimos anos, ele vinha dedicando-se mais a trabalhos televisivos e teatrais. Junto com seu parceiro e amigo Joel Hirschhorn, que morreu em 2005, compartilhou duas indicações ao Tony, o Oscar do teatro, pelos musicais “Sete Noivas para Sete Irmãos” e “Copperfield”. Além disso, passou a dar mais importância a outro aspecto de sua carreira. Cristão fervoroso, Kasha foi ordenado pastor em 1984. Desde então, criou grupos de estudos bíblicos em Hollywood, começou a dar palestras religiosas e, em 2003, fundou a sua própria igreja, a Oasis Christian Fellowship.

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  • Série

    Vídeo mostra bastidores da dublagem do revival de Animaniacs

    14 de setembro de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou um vídeo de bastidores que mostra os trabalhos de dublagem para a volta de “Animaniacs”. A cultuada série animada dos anos 1990 vai ganhar capítulos inéditos em 20 novembro, data que marca 22 anos da exibição de seu último episódio original, e voltará a contar com os dubladores originais. Outro que retorna à produção é o cineasta Steven Spielberg, representando a produtora Amblin. O nome dele pode ser visto com destaque na prévia. Spielberg será o produtor executivo ao lado de Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. O desenho original era uma parceria entre a Amblin e a WB. A estreia vai acontecer dois anos depois que a Hulu encomendou a produção de duas novas temporadas da atração, cada uma com 13 episódios. Além dos irmãos Warner, o revival também resgatará outros personagens favoritos da animação original, Pinky e o Cérebro. Inspirada nas animações históricas e histéricas da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas de clássicos animados, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moram na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. A prévia da dublagem faz várias referências aos anos 1990, sugerindo que eles foram novamente trancados pelo estúdio nos últimos anos – aparentemente enquanto esperavam baixar um álbum em mp3 de Hootie and the Blowfish pelo Napster!

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  • Série

    The Loud House é renovada para a 6ª temporada

    9 de setembro de 2020 /

    O canal pago Nickelodeon renovou “The Loud House” para sua 6ª temporada, dois dias antes da estreia do quinto ano da produção, que vai acontecer na sexta-feira (11/9) nos EUA. A série animada é atualmente o programa mais visto da TV americana entre o público formado por crianças de 6 a 11 anos de idade. Produzido pelo Nickelodeon Animation Studio, a 6ª temporada vai mostrar a família Loud embarcando em aventuras ainda mais selvagens, repletas de coração e humor, incluindo musicais, festas de aniversário e brincadeiras com todos os personagens adoráveis ​​que habitam Royal Woods. Diferente de “Os Simpsons” e tantas outras animações, que mantém os personagens com a mesma idade sem refletir a passagem do tempo, a série criada por Chris Savino e Michael Rubiner acompanha a evolução dos irmãos Loud, que continuam a crescer de temporada em temporada. Vale lembrar que Lincoln e seus amigos estão agora no ensino médio, enfrentando novos desafios e aventuras à medida que se adaptam à hierarquia da nova escola. Cada uma de suas irmãs também subiu de ano, tornando Leni a mais velha da casa, enquanto Lori inicia seu primeiro ano de faculdade. “The Loud House” também é exibida no Brasil pelo Nickelodeon. Veja a abertura dublada da série abaixo.

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  • Música

    Clipe animado junta Robert Smith e a banda Gorillaz

    9 de setembro de 2020 /

    A banda Gorillaz divulgou o sexto “capítulo” de sua temporada de parcerias. Em novo clipe, os personagens animados vão à lua, que tem a cara de Robert Smith. O líder da banda The Cure canta “Strange Times”, acompanhando Damon Albarn (também do Blur) e companhia no desenho espacial de Jamie Hewlett, o criador do visual dos Gorillaz. A faixa faz parte de um projeto chamado “Song Machine – Season One”, uma coleção de parcerias que o grupo liderando por Albarn e o animador Hewlett tem feito com vários artistas ao redor do mundo, “Strange Times” é o sexto “episódio” de “Song Machine”, série iniciada em janeiro com “Momentary Bliss”, em parceria com o rapper Slowthai e a banda punk Slaves. A “temporada” que já teve participações de Peter Hook (ex-New Order), Skepta, ScHoolboy Q e Fatoumata Diawara, e que a seguir vai incluir St. Vicent, Beck e até Elton John na lista de convidados.

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  • Filme

    Novo curta de Frozen vai explorar a origem de Olaf

    9 de setembro de 2020 /

    A Disney anunciou a produção de um novo curta derivado da animação “Frozen”. Intitulado, em inglês, “Once Upon A Snowman” (era uma vez um boneco de neve, em tradução livre), o desenho vai explorar a origem do amado boneco de neve Olaf. O curta vai mostrar o que aconteceu com Olaf depois que Elsa o criou e antes de Anna e Kristoff o encontrarem na floresta, seguindo os primeiros passos do personagem enquanto ele ganha vida e busca sua identidade nas montanhas nevadas fora de Arendelle. Josh Gad, que dublou Olaf em “Frozen” (2013) e “Frozen 2” (2019), voltará a atuar como a voz original do personagem na nova animação. Já a direção ficou a cargo de Trent Correy, supervisor de animação de Olaf em “Frozen 2”, e do veterano animador Dan Abraham, que trabalhou na sequência musical de Olaf (“When I Am Older”) em “Frozen 2”. O lançamento vai acontecer com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus) em 23 de outubro. Ainda não disponível no Brasil, o serviço de streaming da Disney tem previsão de chegada no mercado nacional em novembro.

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  • Série

    Nickelodeon cancela estreia de série acusada de plagiar curta vencedor do Oscar

    4 de setembro de 2020 /

    A Nickelodeon resolveu cancelar a estreia da série animada “Made by Maddie”, após um trailer da atração criar polêmica nas redes sociais. O motivo foi a semelhança entre seus personagens e os do curta-metragem “Hair Love”, de Matthew A. Cherry, vencedor do Oscar de Melhor Curta Animado deste ano. A série tinha previsão de estreia em 13 de setembro no Nick Jr., o canal pré-escolar da rede ViacomCBS, mas agora terá seu histórico examinado com cuidado, segundo os executivos do Nickelodeon. “‘Made by Maddie’ é um programa que adquirimos há vários anos da Silvergate Media, uma renomada produtora com a qual já trabalhamos em outras séries. Desde o anúncio da data de estreia do programa esta semana, temos ouvido atentamente os comentários, críticas e preocupação vindo de espectadores e membros da comunidade criativa”, disse a Nickelodeon em um comunicado. “Em resposta, e por respeito a todas as vozes na conversa, estamos removendo a série de nossa programação, enquanto obtemos mais informações sobre a jornada criativa do programa. Somos gratos à Silvergate Media por todo o seu trabalho. E nós temos Matthew A. Cherry e o maravilhoso e inspirador ‘Hair Love’ na mais alta consideração”, completa o texto. A série “Made by Maddie” deveria mostrar uma menina negra de 8 anos que usa seu senso de moda e habilidades de design para resolver problemas, juntamente com a ajuda de alguns amigos e seus pais, Dee e Rashad. Maddie freqüentemente usa uma faixa rosa no cabelo, enquanto Dee é retratada com cabelo natural e Rashad com dreadlocks. As semelhanças vão desde os cabelos dos personagens até o uso da bandana rosa. Além disso, as famílias em ambos os projetos também têm gatos de estimação. Por esses detalhes, muitos usuários acusaram a Silvergate Media e a Nickelodeon de plagiarem “Hair Love”. Matthew A. Cherry não comentou a polêmica, mas retuitou várias postagens chamando a atenção para a semelhança. Recentemente, ele fechou um contrato com a HBO Max para transformar “Hair Love” numa série animada. A Silvergate Media, por sua vez, afirma que começou a desenvolver a série (anteriormente chamada de “Fashion Ally”) em 2015. Ou seja, antes de Cherry lançar sua campanha no Kickstarter para financiar “Hair Love” em 2017. A Nickelodeon encomendou a então chamada “Fashion Ally” em abril de 2018, enquanto “Hair Love” fez sua estreia no cinema em agosto de 2019. “A Silvergate Media tem trabalhado na série nos últimos cinco anos e ao longo da produção tomou medidas para garantir uma equipe de produção diversificada e um elenco de voz apropriado, que emprestassem suas experiências e talentos”, disse o CEO da companhia, Waheed Alli, em comunicado. “Como criadores, temos o maior respeito e admiração por Matthew A. Cherry e ‘Hair Love’, e nossa esperança é que, quando as pessoas assistirem ao nosso programa, verão que é sua própria história com suas próprias aventuras.” Veja abaixo o trailer de “Made by Maddie”, o curta “Hair Love” e um dos muitos tuítes sobre a polêmica logo em seguida. This series idea is so cute and I know it will make a lot of little girls happy… but this is still plagiarism…? Like, why not just hire black creatives like @MatthewACherry…? — ❥ (@softblackgirls) September 2, 2020

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  • Filme

    Mulan divide crítica internacional: lindo, mas superficial

    3 de setembro de 2020 /

    Prestes a chegar ao público em vários países, “Mulan” dividiu a crítica internacional. As primeiras resenhas publicadas nos EUA e no Reino Unido elogiam o visual, as cenas de ação e o trabalho da diretora Niki Caro, mas lamentam a falta de profundidade do roteiro. Entre os comentários que chamaram mais atenção, é possível reparar que os críticos acharam a vilã Xianniang, vivida pela excepcional Gong Li (“Memórias de uma Gueixa”), muito mais interessante que a heroína interpretada por Liu Yifei (“O Reino Perdido”). Também houve um coro contra a transformação de Mulan numa guerreira jedi, cuja Força é chamada de chi. E até questionamento sobre sua causa. Supostamente uma guerreira feminista, ela lutaria em defesa do velho patriarcado. Na largada, a produção da Disney atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes – e um pouco menos, 71%, entre os críticos Top, dos grandes veículos de comunicação. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, “Mulan” também é a produção de maior orçamento (supostamente, mais de US$ 200 milhões) comandada por uma cineasta feminina, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada nesta sexta (4/9), chegando como VOD premium na Disney+ (Disney Plus). Ou melhor, a Disney prefere outra nomenclatura para definir o lançamento: Premier Access – o VOD mais caro de todos os tempos. Já nos territórios sem Disney+ (Disney Plus), o filme será exibido nos cinemas. O mais curioso, porém, é o caso do Brasil, onde ainda não há nem Disney+ (Disney Plus) nem cinemas abertos. A estreia por aqui vai acontecer não se sabe como nem quando. Veja abaixo alguns comentários da grandes veículos da imprensa falada em inglês sobre o filme. The Times “Pobre Mulan… Ela é uma heroína para nossos tempos, entregue à Disney em uma bandeja de 22 anos que não exigia nada além de uma pincelada de tinta e alguns figurantes a cavalo para produzir um blockbuster icônico para os tempos atuais e um que poderia apagar os flashes indutores de arrepios das atrocidades recentes dos remake live-action do estúdio, de ‘Dumbo’ a ‘Aladdin’. Em vez disso, essa Mulan, interpretada de maneira inexpressiva por Liu Yifei, é um reboot extremamente caro (há rumores de que o orçamento superou US$ 200 milhões) e estruturalmente calamitoso, que luta para apelar simultaneamente aos censores em Pequim (a China é o alvo demográfico primário), os banqueiros de Hollywood e os guardiões da moral online, que cada vez mais agem como um corretivo para os instintos politicamente indelicados de contar histórias dos cineastas.” The New York Post “Embora não seja totalmente original, ‘Mulan’ faz a transição da animação para o live-action com coragem e reinvenção. Sim, senti falta da música cativante do filme de animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu poderia ser difícil de equilibrar com o filme de 2020 – , mas fui varrido pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco. E há muitos delas. Com uma classificação PG-13 [para maiores de 13 anos nos EUA], este ‘Mulan’ faz uma abordagem muito mais violenta da história antiga.” The New York Times “Ambientado numa mistura no Velho Mundo e aquele novo reino mítico do empoderamento feminino do felizes para sempre, esta versão live-action de ‘Mulan’, dirigida por Niki Caro, é praticamente o que acontece quando uma lenda atende aos objetivos globais da Disney. É um pouco divertido e um pouco triste, cheio de paisagens arrebatadoras e enriquecido com lutas cinéticas (embora não o suficiente). Tem violência anti-séptica, elevação emocional e o tipo de protagonista que as pessoas do cinema gostam de chamar de identificável: uma jovem bonita e corajosa (a apropriadamente atraente Liu Yifei), que ama sua família, mas não se encaixa (ainda). Ela também não canta, uma pequena misericórdia dado o gorjeio desafinado da animação de 1998 da Disney.” The Washington Post “Inspirando-se no balé de violência do diretor John Woo e do ator Jet Li (que aparece em uma participação especial como o imperador chinês) e nos épicos históricos de Zhang Yimou e Bernardo Bertolucci, que se apropriam das telas grandes, ‘Mulan’ é indiscutivelmente impressionante, levando sua jovem heroína da aldeia em que nasceu até campos de batalha e redutos imperiais, que a diretora Niki Caro filma com intensidade arrebatadora (até surgir o ocasional momento estranho de CGI e edição superficial). Mas, mesmo em seu aspecto mais espetacular, não significa que ‘Mulan’ é sempre divertido de assistir… Embora apenas algumas gotas de sangue visível sejam derramadas, ‘Mulan’ é basicamente um filme de guerra, com batalhas quase constantes, emboscadas e confrontos, que apesar de meticulosamente coreografados, começam a parecer longos e repetitivos conforme a contagem de corpos se acumula.” Variety “Ao contrário de ‘O Rei Leão’ ou ‘A Bela e a Fera’, que aderiu servilmente à franquia subjacente, ‘Mulan’ parece ter sido feito por alguém que não necessariamente amou o tratamento anterior da Disney. Isso pode decepcionar os fãs que cresceram com essa versão, mas não deve representar nenhum obstáculo para uma nova geração que certamente será inspirada por este tributo em escala épica ao empoderamento feminino. Mas… ‘Mulan’ apresenta mais do que sua cota de referências a ‘Star Wars’, nada mais óbvio do que a ideia de que sua Força deriva de seu chi interior, se ao menos ela pudesse aprender a controlá-lo… Com vários autores, porém sem voz clara, o roteiro desajeitado de ‘Mulan’ freqüentemente coloca a trama acima do personagem, privando Mulan de uma personalidade robusta”. BBC “‘Mulan’ da Disney é uma obra-prima: divertido, brilhantemente engraçado, impressionante no uso de ângulos artísticos e imagens, e ousado em seu feminismo e sua representação positiva de personagens asiáticos. Agora chega de falar sobre o desenho animado que saiu em 1998…. No lado positivo, Niki Caro e sua equipe adicionaram algumas sequências de ação enérgica de wire-fu em que os combatentes correm pelas paredes e pelos telhados, e a câmera se vira para acompanhá-los. Não há nada que se compare às deslumbrantes lutas que desafiam a gravidade em ‘O Tigre e o Dragão’ ou ‘Herói’ (estrelado por Jet Li), mas Mulan servirá aos espectadores mais jovens como uma introdução emocionante ao cinema de artes marciais. É certamente mais violento do que a maioria dos filmes da Disney, embora os pais não precisem se preocupar. Dezenas de soldados não identificados são esfaqueados, mas todos eles têm honra e lealdade demais para sangrar… A mensagem é que as mulheres não deveriam ter que suprimir suas habilidades e ser subservientes, mas o filme não é tão progressivo quanto parece sugerir. Os feitiços de Xian Lang são tão poderosos que é difícil saber por que ela não dispensa o enfadonho Bori e governa a China por conta própria. E a proposta inspiradora de que Mulan deveria se orgulhar de suas habilidades fantásticas é prejudicada pela ideia de que ela deveria usar essas habilidades apenas para servir a seu país e/ou sua família. Quaisquer aspirações além disso não são uma opção.” The Observer “Oh, o que 22 anos – e a abertura do mercado global – podem fazer com nossas fábulas! Quando Mulan foi lançado em 1998 – parte da alardeada renascença da animação da Disney – os críticos notaram principalmente seu humor, resultado de um dragão vermelho tagarela chamado Mushu, dublado por Eddie Murphy, e canções atrevidas, embora esquecíveis, que se referiam a ‘travesti’ em letras que muitas vezes soavam como piadas. O racismo casual do filme – especialmente os saqueadores hunos bigodudos – mal foi notado. Para uma geração de pessoas trans que assistiu ao DVD em suas salas de estar de infância, o que era implicado assumia um significado mais significativo. Ao contar a história de um jovem desajeitado e conflituoso que se sentia preso dentro de um corpo de mulher e por expectativas sociais que não correspondiam ao que ele sentia sobre si mesmo, Mulan tornou-se uma pedra de toque para jovens transgêneros e inconformados. Mas no ‘Mulan’ de 2020, a estranheza foi exorcizada. (Adeus, soldados vestidos como concubinas; mal os conhecíamos.) Embora essa Mulan (habilmente trazida à vida por Liu Yifei) ainda se irrite com a expectativa da sociedade, ela perdeu seu peso; a sensação de estar preso no corpo errado e na hora errada não faz mais parte dela. Em vez disso, esta figura do folclore chinês foi Skywalkerizada e Neozizada. Ela é um super-herói. Ela é a Escolhida – basicamente um Harry Potter do Leste Asiático, mas em vez do Garoto que Viveu, ela é a Garota que Viveu como Garoto por Algumas Semanas”.

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  • Série

    Desenho baseado em Jurassic World volta a soltar dinossauros do parque

    1 de setembro de 2020 /

    Você levaria seus filhos para um parque de diversões em que há seguidas tragédias com vítimas fatais e ameaças constantes de segurança? Pois é. Não importa quantas vezes as criaturas fujam, causem caos, morte e destruição, sempre é possível ver o Parque dos Dinossauros lotado de crianças nas produções da franquia. A nova animação “Jurassic World: Acampamento Jurássico” não é exceção. No trailer dublado em português, divulgado pela Netflix, as crianças que viajam ao parque não demoram a ser perseguidas por dinossauros furiosos. Nos filmes, o parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, já foi desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018) – , porque não dava mais para contar sempre a mesma história da rebelião de criaturas no parque. Mas o desenho insiste e retoma a premissa tradicional. A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”) e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A estreia está marcada para 18 de setembro na Netflix. Confira abaixo também um novo pôster e o trailer com a dublagem original em inglês.

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