Criador de Arlequina elogia visual da personagem novídeo de O Esquadrão Suicida
Um dos criadores da Arlequina, o roteirista Paul Dini mais que aprovou o visual da personagem no vídeo de bastidores de “O Esquadrão Suicida”. Ele definiu a aparência como “tão incrível”, ao ser questionado por um seguidor no Twitter sobre o novo look. “O Esquadrão Suicida” será o terceiro filme em que Margot Robbie interpreta a Arlequina. Mas ao contrário das produções anteriores, o primeiro “Esquadrão Suicida” e “Aves de Rapina”, em que usou roupas coloridas, pela primeira vez ela apareceu com trajes que refletem o esquema de cores de seus desenhos originais, trajando roupas em tons de vermelho e preto. Para quem não sabe, a Arlequina foi criada por Paul Dini e Bruce Timm no sétimo episódio da 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”, exibido originalmente em 1992 nos EUA. Era para ser uma aparição única, mas ela acabou voltando em mais 8 capítulos da série e em vários outros projetos, tornando-se uma das raras personagens criadas em outra mídia a fazer a transição para os quadrinhos – como outra criação de Dini e Timm, a policial Renee Montoya. Perdeu o trailer de “O Esquadrão Suicida”? Veja abaixo. So. AWESOME! https://t.co/27R2JJy6b6 — Paul_Dini (@Paul_Dini) August 22, 2020
Estreias online: 10 séries imperdíveis para ver em casa no fim de semana
Com ótimas opções, as séries que chegam ao streaming oferecem uma programação perfeita para maratonas de sofá e cama, aproveitando o clima frio nas regiões Sul e Sudeste neste fim de semana. São nada menos que 10 títulos que destacam, além dos populares “Lucifer” e “Killing Eve”, produções de vários países numa grande variedade de gêneros. A seleção permite descobrir, por exemplo, porque “Rita” é considerada há anos uma das melhores comédias europeias e como “Das Boot” conseguiu se equiparar ao cultuado filme original dos anos 1980. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos imperdíveis em streaming. Lucifer | EUA | 5ª Temporada – Parte 1 Aguardadíssima após o final dramático do quarto ano, em que Lucifer é enviado de volta ao inferno, a nova temporada traz o protagonista ligeiramente diferente. Isto porque seu “irmão gêmeo” resolveu tomar seu lugar na Terra, fingindo ser o diabo. O falso Lucifer é ninguém menos que seu irmão Michael, mais conhecido como o arcanjo Miguel no Brasil. Por sinal, a ideia de colocar Michael no lugar do protagonista também é conhecida – como podem atestar os fãs da série “Supernatural”. Originalmente concebida para encerrar a série, a 5ª Temporada foi dividida em duas partes, com os primeiros 8 episódios disponibilizados nesta sexta (21/8). Destaques incluem um episódio metalinguístico e outro inspirado no film noir. Mas a melhor notícia para os fãs é que a Netflix se arrependeu de decretar o cancelamento e renovou a série para “mais uma” temporada final. Disponível na Netflix. Killing Eve | EUA, Reino Unido | 3ª Temporada A obsessão continua. A atração premiada, criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), traz as protagonistas Sandra Oh (ex-“Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (“The White Princess”) num novo jogo de gato e rato. Mas embora Eve (Oh) tenha sobrevivido à tentativa de assassinato de seu crush do mal Villanelle (Comer), alguns de seus contatos no submundo da espionagem não terão a mesma sorte na nova temporada, em que não faltam traições, reviravoltas e romance… tóxico – literalmente, com veneno. Disponível na Globoplay. Rita | Dinamarca | 5 Temporadas Grande sucesso da TV dinamarquesa, a comédia dramática segue uma professora independente e sem papas na língua, que se torna a favorita dos alunos de sua escola. Já entre os adultos, não dá para dizer o mesmo. Entre eles, incluem-se seus filhos adolescentes, a quem tenta prevenir, de forma não convencional, sobre os erros que cometeu na juventude. Disponível na Netflix. Das Boot | Alemanha | 2ª Temporada Aclamado pela crítica, o drama é inspirado no filme “O Barco: Inferno no Mar” (1981) e acompanha a tripulação de um submarino alemão durante a 2ª Guerra Mundial. A 2ª temporada gira em torno de uma missão de perseguição de outro submarino, que deveria transportar sabotadores para a costa leste dos EUA, mas tem sua lealdade questionada. Paralelamente, a história acompanha o antigo capitão do “barco”, que sobreviveu no Atlântico e encontra abrigo em Nova York, além de mostrar alemães que enfrentam o nazismo para ajudar famílias de judeus. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série é considerada tão boa quanto o filme original, além de ampliar a história que virou cult e consagrou o diretor Wolfgang Petersen nos anos 1980. Disponível na Starzplay. A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert | EUA | Minissérie completa Patrick Dempsey (“Grey’s Anatomy”) vive um escritor premiado que acaba preso e tem a reputação abalada quando o cadáver de uma adolescente desaparecida é encontrado enterrado no jardim de sua casa. Ele admite que não só conhecia a menor como a considerava sua musa. Mas também jura nunca ter feito nada inapropriado, muito menos assassinado a menina. Só que a investigação o incrimina cada vez mais e apenas um estudante, que o considera seu mentor, decide acreditar na sua história e tentar encontrar formas de inocentá-lo. O suspense tem seus 10 episódios dirigidos pelo veterano cineasta francês Jean-Jacques Annaud (dos filmes “O Nome da Rosa” e “Sete Anos no Tibet”). Disponível na Globoplay. Stranger | Coreia do Sul | 2 Temporadas Com a ajuda de uma detetive ousada, um promotor que perdeu a capacidade de sentir empatia investiga um caso de assassinato e corrupção política. A detetive é vivida por Doona Bae, estrela de outras duas ótimas séries da Netflix, “Sense8” e “Kingdom”. Disponível na Netflix. Biohackers | Alemanha | 1ª Temporada Uma estudante de medicina entra na universidade com uma missão secreta: desvendar uma conspiração que liga uma tragédia familiar a uma professora de biologia visionária. Com clichês de cientista maluco (“A Ilha do Dr. Moreau”, por exemplo), experiências clandestinas (“Anatomia”, para citar o cinema alemão) e uma trama de vingança e mistério, o techno-thriller é uma criação de Christian Ditter, diretor de filmes bem diferentes, como o romântico “Simplesmente Acontece” (2014) e a comédia “Como Ser Solteira” (2016). Disponível na Netflix. Rio Heroes | Brasil | 2ª Temporada Produção da Fox que mergulha no universo das lutas de vale-tudo. Inspirado na história verdadeira da criação de uma competição de lutas clandestinas, a atração concebida por Fabio Danesi (“O Negócio”) reúne atores conhecidos do grande público, como Murilo Rosa, Priscila Fantin, André Ramiro e Duda Nagle. Disponível na Globoplay. Great Pretender | Japão | 1ª Temporada Anime muito divertido e estiloso, com clima dos filmes de Jean-Paul Belmondo dos anos 1960 e 70, sobre um trapaceiro que se acha o rei dos golpes do Japão, até tentar trapacear um vigarista internacional, que acaba lhe envolvendo numa conspiração maior que sua capacidade de enganação. Disponível na Netflix. Hoops | EUA | 1ª Temporada A nova animação adulta da Netflix gira em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e a boca suja – e por ser filho de um antigo astro do esporte. Mas ele acredita que sua vida miserável pode mudar completamente se conseguir fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. Criação de Ben Hoffman (roteirista do “The Late Late Show with James Corden”), “Hoops” tem produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord (produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”) e destaca Jake Johnson (o Peter Parker do “Aranhaverso”) como dublador do protagonista. Como curiosidade, ele volta a trabalhar na produção com mais três colegas de sua antiga série, “New Girl”: Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Disponível na Netflix.
Pinóquio de Guillermo del Toro oficializa elenco estelar
Primeiro projeto de Guillermo del Toro a ser lançado após o cineasta assinar contrato de exclusividade com a Netflix, a versão animada gótica de “Pinóquio” oficializou seu elenco de dubladores. A Netflix anunciou nas redes sociais um elenco estelar, que inclui o estreante Gregory Mann como Pinóquio, Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) como o Grilo Falante e David Bradley (“Game of Thrones”) como Gepetto, além de Cate Blanchett (“Carol”), Tilda Swinton (“Suspiria”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”), Ron Perlman (“Hellboy”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), John Turturro (“Transformers”) e Burn Gorman (“The Expanse”). A animação em stop-motion vai contar uma versão altamente estilizada da fábula de Carlo Collodi (1826–1890), passada nos anos 1930, durante a ascensão do fascismo na Itália de Mussolini. A trama é descrita como uma história de amor e desobediência, mostrando como Pinóquio luta para corresponder às expectativas de seu pai. O projeto está sendo desenvolvido há cerca de uma década – as primeiras imagens dos bonecos dos personagens foram divulgadas em 2011 – , porque é uma produção altamente artesanal. Para fazer o filme, Del Toro se juntou com Mark Gustafson, animador de “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), com quem divide a direção, com Patrick McHale, que criou a minissérie animada “Over the Garden Wall” e escreveu episódios de “Adventure Time”, com quem divide o roteiro, e para o design da produção ainda se inspirou na arte de Gris Grimly, ilustrador de livros infantis, que concebeu o visual de um “Pinóquio” gótico em 2002. A produção, por sua vez, conta com parcerias com a Jim Henson Company (“O Cristal Encantado: A Era da Resistência”) e a ShadowMachine (“BoJack Horseman”), e ainda terá fantoches criados pela produtora Mackinnon and Saunders (“Noiva Cadáver”). Com estreia prevista para 2021, a animação vai chegar depois de uma nova produção live-action de “Pinóquio”, dirigida por Matteo Garrone, que teve première no Festival de Berlim, mas provavelmente antes de outra versão da Disney, com direção de Robert Zemeckis (“De Volta Para o Futuro”), atualmente em pré-produção e ainda sem gravações agendadas. O plano é que o “Pinóquio” de del Toro não seja lançado só na plataforma, mas também nos cinemas. Antes disso, del Toro deve lançar seu remake de “O Beco das Almas Perdidas” (Nightmare Alley, 1947), que teve as filmagens interrompidas devido à pandemia do coronavírus. O diretor deve reiniciar a produção em Toronto ainda neste outono norte-americano. Introducing the epic cast of @RealGDT's stop-motion PINOCCHIO film: Newcomer Gregory Mann as PinocchioEwan McGregor as CricketDavid Bradley as Gepetto Plus:Tilda SwintonChristoph WaltzFinn WolfhardCate BlanchettJohn TurturroRon PerlmanTim Blake NelsonBurn Gorman pic.twitter.com/Jo5HtfdVc4 — NetflixFilm (@NetflixFilm) August 19, 2020
Lebron James revela uniforme do Tune Squad na sequência de Space Jam
Lebron James revelou seu uniforme especial de “Space Jam: A New Legacy”, continuação do clássico de 1996 estrelado por Michael Jordan e a Turma do Pernalonga. No novo filme, ele ocupa a vaga de Jordan como novo integrante do Tune Squad, o time de basquete dos Looney Tunes – como é conhecida a Turma do Pernalonga em inglês. Quem fez a apresentação foi Maverick Carter, amigo e empresário de Lebron. “Queremos dar uma espiadinha no membro da nossa família, nosso líder, o senhor Lebron James no novíssimo uniforme do Tune Squad, que estará no filme. Espero que você goste”. O vídeo então apresenta um clipe em câmera lenta de Lebron desfilando o novo uniforme: um conjunto azul com o círculo laranja que representa os Looney Tunes estampado tanto no short quanto na camisa. O círculo laranja é extraído dos desenhos animados clássicos, o fundo do “Isso é tudo, pessoal” (that’s all, folks”) dos Looney Tunes. Mas vale reparar na marca da Nike, já sugerindo a fabricação em larga escala e sua comercialização. A Warner aproveitou e também divulgou uma arte oficial do filme, com Lebron uniformizado (acima). Em desenvolvimento há quatro anos, a continuação de “Space Jam” definiu LeBron James em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas só contratou o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (Girls Trip, 2017), em julho do ano passado – após negociações com Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). O longa contará também com os jogadores da NBA Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, os atores Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) também estão no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia está marcada, há mais de um ano, para julho de 2021. Entretanto, é uma data que deve ser alterada, pois a pandemia do novo coronavírus paralisou a produção antes de seu final. Would it be the Family Reunion without a special surprise?! @mavcarter gives our I Promise families the first ever look at @KingJames in his @spacejammovie ‘A New Legacy’ jersey! 👀🔥 pic.twitter.com/XsPYL1dvcU — LeBron James Family Foundation (@LJFamFoundation) August 18, 2020
The Owl House faz História com primeira protagonista bissexual da Disney
A série animada do Disney Channel “The Owl House: A Casa Coruja” fez história ao revelar a inclinação da primeira protagonista bissexual da Disney. Luz Noceda, a heroína de 14 anos do programa, é uma adolescente normal que parte em uma jornada para outro mundo para se tornar uma bruxa. Ao longo dos primeiros episódios, Luz mostrou que é atraída por personagens masculinos, mas os dois capítulos mais recentes exibidos nos EUA exploram uma relação com a personagem feminina recorrente Amity. As duas compartilham uma dança juntas. A criadora da série, Dana Terrace, alimentou as teorias dos telespectadores no Twitter afirmando que aquele era realmente o retrato de um relacionamento LGBTQIA+ – algo que alguns líderes da Disney nem sempre demonstram interesse de ver em seus programas infantis. “No [desenvolvimento], fui muito aberta sobre minha intenção de colocar crianças queer no elenco principal. Eu sou uma péssima mentirosa, então esconder teria sido difícil”, escreveu Terrace. “Quando recebemos o sinal verde, certa liderança da Disney me disse que eu não poderia representar nenhuma forma de relacionamento gay ou bi no canal.” No entanto, ela revelou que conseguiu o apoio dos superiores dessa pessoa na Disney. “Eu sou bi! Eu quero escrever um personagem bi, caramba!” Terrace tuitou. “Felizmente, minha teimosia valeu a pena e agora sou muito apoiada pela liderança atual da Disney.” O ex-supervisor de animação de “The Owl House”, Spencer Wan compartilhou o storyboard original para a cena de dança entre Lux e Amity, escrevendo que foi sua “primeira vez fazendo algo remotamente queer”. Esta não é a primeira vez que a Disney inclui um personagem abertamente LGBTQIA+ em seus desenhos. Entretanto, eles são geralmente personagens secundários. Notavelmente, no recente filme animado “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, a personagem Oficial Spector, dublada por Lena Waithe, foi identificada como lésbica. E, em maio, o curta-metragem da Pixar “Out” apresentou um protagonista gay em seu lançamento no Disney+ (Disney Plus). “The Owl House: A Casa Coruja” também é exibida no Disney Channel Brasil. In dev I was very open about my intention to put queer kids in the main cast. I'm a horrible liar so sneaking it in would've been hard haha. When we were greenlit I was told by certain Disney leadership that I could NOT represent any form of bi or gay relationship on the Channel. — Dana Terrace (@DanaTerrace) August 9, 2020 The storyboards for the dance. This was a collaboration between Hayley Foster and myself. At some point I got carried away and timed it to Veo Lu Sluice by Kumi Tanioka. This was my first time getting to do anything even remotely queer, and I've never been prouder of any board. pic.twitter.com/r0ljIGRxTV — Spencer Wan (@SpencerWan) August 9, 2020
Warner estaria planejando vender Crunchyroll
Após bater a marca de 70 milhões de assinantes, a Crunchyroll pode ser vendida pela WarnerMedia. Segundo afirma a Variety, a AT&T, que comprou a Warner e todo o seu acervo, quer vender a plataforma de animes por cerca de US$ 1 bilhão para ajudar a pagar algumas dívidas. A Sony Entertainment, que tem uma plataforma similar, a Funimation, seria a principal candidata na negociação. Mas não é a única empresa interessada na plataforma. A AT&T teria cerca de US$ 153 bilhões em dívidas, resultantes de sua compra da Warner. Recentemente, a empresa de telecomunicações demitiu vários chefões da empresa, desde o editor-chefe da DC Comics até o presidente da WarnerMedia Entertainment, além de ter fechado divisões como a DC Direct, responsável pelas mercadorias e colecionáveis da DC, e causado o esvaziamento da plataforma DC Universe. Especulações apontam que o desempenho da HBO Max, grande aposta da AT&T ao comprar a Warner, não decolou como previsto. Recentemente, a Crunchyroll anunciou uma nova leva de animes originais, incluindo “Tower of God” e “God of Highschool”. A plataforma conta com mais de mil títulos em seu catálogo e mais de 30 mil episódios, mas das 70 milhões de assinaturas que ostenta, apenas 3 milhões são pagas. Vale observar que nem a Warner nem a Sony confirmaram estar negociando a Crynchyroll.
Turma da Mônica vai encontrar os Jovens Titãs no DC FanDome
O Brasil terá presença no DC FanDome, o primeiro grande evento online da DC Comics. Dentre os painéis revelados na programação oficial, que destaca os vários projetos de cinema e séries baseados em quadrinhos da DC Comics, está o “Brazil Loves DC: For the Glory of the Fans!” (Brasil ama DC: Pela glória dos fãs!, em tradução literal). O painel vai apresentar o primeiro encontro entre a “Turma da Mônica” e os “Jovens Titãs em Ação!” em uma “videochamada para o perigo”, que pode ser uma animação inédita. A apresentação terá ainda o quadrinista brasileiro Ivan Reis (“Lanterna Verde”) desenhando o Batman de Robert Pattinson enquanto conversa sobre sua trajetória como artista da editora. “Brazil Loves DC: For the Glory of the Fans!” vai acontecer às 18h30 (horário de Brasília) dentro da maratona de 24 horas do DC Fandome, que começa às 14 horas no sábado que vem, dia 22 de agosto.
Christina Aguilera lança clipe da trilha de Mulan
A cantora Christina Aguilera lançou o clipe de “Loyal Brave True”, que faz parte da trilha sonora do filme de “Mulan”. Trata-se de uma balada chorosa, que funde arranjos orquestrais com instrumentos tradicionais chineses. O clipe conta com participação da atriz Liu Yifei, intérprete de Mulan, e foi dirigido por Niki Caro, justamente a diretora do longa-metragem. Bastante estilizado, explora a cor vermelha dos trajes da protagonista do filme e iconografia chinesa, inclusive no visual da cantora. Vale aguardar para ver se a abordagem vai render polêmica de apropriação cultural ou ser considerada fashionista. O fato é que a ligação de Aguilera com “Mulan” vem desde o lançamento do desenho animado original de 1998, época em que sua carreira estava apenas começando. Ela cantou a principal música da animação, “Reflection”, que concorreu ao Oscar em 1999. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido. Minha nova música, ‘Loyal Brave True’, representa o bom equilíbrio entre vulnerabilidade e força”, disse a cantora em comunicado. Assim como aconteceu com a música anterior, Aguilera serve apenas como intérprete de “Loyal Brave True”, não tendo participado da composição. Aguilera também regravou “Reflection” e ambas as músicas estarão no disco trilha sonora, que será lançado em 4 de setembro, mesma data da estreia do filme na plataforma Disney+ (Disney Plus) nos EUA. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus.
Star Wars vai ganhar especial de Natal da Lego na Disney+
A Disney anunciou a produção de um novo especial de fim de ano de “Star Wars”, que desta vez será uma animação com bonecos da Lego. O lançamento, que teve sua primeira foto revelada (acima), estreará em novembro na plataforma Disney+ (Disney Plus), o serviço de streaming da empresa. O especial contará com Rey e outros personagens da trilogia mais recente de “Star Wars”, e terá como tema o Dia da Vida, um feriado importante na galáxia muito, muito distante. O Dia da Vida foi introduzido no primeiro especial de Natal de “Star Wars”, cujo viés cômico causou estranheza e foi repudiado pelos fãs da época – em 1978, um ano após o lançamento do filme originalmente conhecido como “Guerra nas Estrelas”. No novo especial, a heroína Rey será “lançada em uma aventura através de momentos adorados da histórica cinemática de ‘Star Wars’ ao longo de várias épocas”, segundo o comunicado da Disney. A trama vai se passar após os eventos de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, quando Rey deixa seus amigos para se preparar para o Dia da Vida. Ao viajar com BB-8 para obter um conhecimento mais profundo da Força, ela chega num misterioso templo Jedi e acaba lançada no passado, onde entra em contato com Luke Skywalker, Darth Vader, Yoda, Obi-Wan Kenobi e outros heróis e vilões icônicos de todos nove filmes da saga Skywalker. Claramente inspirada na premissa do “Fantasma do Natal Passado” criada por Charles Dickens em seu clássico “Um Conto de Natal”, a animação tem como maior atrativo o encontro de Rey com a versão jovem de Luke Skywalker. Todos os atores dos filmes, como Daisey Ridley (Rey) e Mark Hamill (Luke), vão dublar seus personagens. A atração vai estrear no dia 17 de novembro no Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que também tem previsão para chegar ao Brasil em novembro.
Novo trailer de Mulan confirma lançamento em streaming
A Disney divulgou um novo trailer americano da versão live-action de “Mulan”, que confirma o lançamento na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). O novo trailer denomina a seção de “Premier Access”. Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. E representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), “Mulan” destaca em seu elenco a jovem Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive uma bruxa capaz de virar águia.
Bob Esponja vai ganhar série derivada centrada em Patrick Estrela
A Nickelodeon está desenvolvendo um spin-off de “Bob Esponja” centrado do melhor amigo do protagonista, chamado “The Patrick Star Show” — em tradução não oficial, “O Show do Patrick Estrela”. Segundo apurou o site Deadline, 13 episódios foram encomendados para a 1ª temporada, que será realizada pela mesma equipe criativa por trás da série original. O spin-off deve mostrar Patrick em um talk show, entrevistando outros personagens da Fenda do Biquíni. Os personagens centrais seriam a estrela-do-mar e sua família, com outros membros de “Bob Esponja” fazendo aparições eventuais. Vale avisar que o canal pago Nickelodeon ainda não confirmou o projeto. Caso seja oficializada, a série de Patrick será a segunda atração derivada de “Bob Esponja”. No ano passado, o estúdio da Nickelodeon anunciou a produção de “Kamp Koral”, que vai mostrar Bob Esponja criança em um acampamento de verão. Esta série será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access, que, por enquanto, só é acessível para o público americano. Na ocasião do anúncio de “Kamp Koral”, circularam informações de que outros spin-offs estavam sendo avaliados. Além de uma série para Patrick, os produtores ainda consideravam desenvolver derivados de Sandy Bochechas, a esquilo que mora na Fenda do Biquíni e é grande amiga dos protagonistas Bob Esponja e Patrick, e até do Plankton, dono do restaurante Balde de Lixo, que vive tentando roubar a receita do famoso hambúrguer de siri.
Hoops: Nova série animada adulta ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o primeiro pôster e o trailer legendado de “Hoops”, nova animação voltada para o público adulto. A atração gira em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e a boca suja – e por ser filho de um antigo astro do basquete. Mas ele acredita que sua vida miserável pode mudar completamente se conseguir fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. “Hoops” é uma criação de Ben Hoffman, roteirista do “The Late Late Show with James Corden”, e tem produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. O papel principal é dublado pelo ator Jake Johnson, que volta a trabalhar com mais três atores de “New Girl” na produção, Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Além deles, o elenco vocal também inclui Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nick Swardson (“Os 6 Ridículos”), Sam Richardson (“Veep”) e W. Earl Brow (“Deadwood”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 21 de agosto em streaming.
Scooby! O Filme faz fãs perguntarem “Scooby-Doo, cadê você?”
As aventuras do cachorro medroso Scooby-Doo e sua turma acompanharam a infância de muitos, que devem ter ficado animados quando souberam da produção deste longa-metragem estrelado pelo personagem. A alegria, porém, não dura muito. Ao tentar modernizar a trama com computação gráfica para as novas gerações, “Scooby! O Filme” entrega um resultado genérico, incapaz de alimentar a nostalgia pelo material original. Escrito a oito mãos, o roteiro acompanha Salsicha durante sua infância, quando ele era um garoto solitário, com dificuldade de fazer amigos. Isso se resolve a partir do primeiro encontro com o personagem-título. Ainda na infância, a dupla conhece o restante do grupo e solucionam o seu primeiro caso “sobrenatural”. E é justamente quando o filme parece trilhar um caminho conhecido que os roteiristas resolvem inovar, abandonando a fórmula que funcionava perfeitamente. Após as cenas de “origem”, o filme dá um salto temporal e se coloca como uma espécie de continuação do desenho, em que o grupo – já adulto – é reconhecido pelas suas investigações bem-sucedidas e se prepara para alçar novos voos. O desenho sempre contou com a sua parcela de participações bizarras (como Batman, Sherlock Holmes e a Família Dó Ré Mi). Entretanto, estes encontros se encaixam bem no tom impresso às pequenas aventuras televisivas. Já em “Scooby!”, os encontros com outros personagens clássicos da Hanna-Barbera (Falcão Azul, Bionicão, Capitão Caverna, Dick Vigarista) prejudicam a narrativa em vez de auxiliá-la. O diretor Tony Cervone (“Tom e Jerry: De Volta à Oz”) tenta utilizar metalinguagem e diversas sequências de ação como forma de disfarçar a superficialidade da trama. Nesse caldeirão de alusões, o terror dá lugar à ficção científica, a tensão dá lugar à ação, e o vilão mascarado dá lugar a monstros gigantes e de outros mundos. Ou seja, deixa de ser o Scooby-Doo que gerações se acostumaram a ver. Em meio a tantas mudanças, as principais atrações do filme são mesmo o visual computadorizado e a dublagem em inglês, incluindo nomes como Will Forte (como Salsicha), Zac Efron (Fred), Amanda Seyfried (Daphne), Gina Rodriguez (Velma), além de Jason Isaacs e Mark Wahlberg, que dão voz a personagens de outros desenhos conhecidos. Vale lembrar, porém, que o elenco também era a principal atração daquelas péssimas adaptações em live-action lançadas no início dos anos 2000. E essa é a principal comparação que se pode fazer entre “Scooby! O Filme” e qualquer outra coisa relacionada a Scooby-Doo, o que dá a medida do tamanho da decepção.












