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    Filho de Woody Allen diz que livro do diretor é “falta de ética e compaixão por vítimas de agressões sexuais”

    4 de março de 2020 /

    Há alguns anos não há anúncio de projeto de Woody Allen sem manifestação bombástica de seus filhos. E, sem tardar, o jornalista Ronan Farrow criticou a decisão do grupo editoral Hachete de publicar o livro de memórias de seu pai, anunciado na segunda-feira passada (2/3). Fez mais. Em retaliação, afirmou que deixará de publicar suas obras pela Hachette, porque não deseja estar na mesma editora do diretor. “A Hachette não fez as verificações sobre o conteúdo deste livro”, disse Farrow, denunciando o fato de a editora não ter entrado em contato com sua irmã, Dylan Farrow, que acusa Woody Allen de abusos, o que constitui, segundo ele, uma “falta enorme de profissionalismo”. “Isto demonstra a falta de ética e de compaixão por vítimas de agressões sexuais”, acrescentou Farrow. A declaração, entretanto, é digna de atenção pela “vendetta” que embute, não pelo que afirma. Porque as palavras de Farrow não fazem sentido. É preciso dizer o óbvio: um “livro de memórias” não inclui as “memórias” de quem não o escreveu. Não se trata de jornalismo, obviamente, mas de uma obra de cunho pessoal. A única verificação feita pela editora é de ordem jurídica, visando checar trechos que possam render processos. Fora isso, não se “edita” fatos narrados em primeira pessoa com censura prévia. Ronan deveria saber a diferença entre livro de memórias e reportagem, já que é jornalista. Mas também é raro ver jornalista defendendo a censura. Como se trata de uma acusação forte, também é importante ressaltar que, ao contrário do que Ronan Farrow afirma, as acusações contra Woody Allen foram, sim, verificadas: por um tribunal de justiça nos anos 1990, após duas investigações distintas que duraram vários meses e que não encontraram causa para procedimento legal contra o diretor. Mas o porta-voz da ética não aceita esse resultado. Seu tribunal de opinião pública só permite um veredito: culpado, independente das provas. Tomando o caso de forma pessoal, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e o contrato para livros com o grupo Hachete. Dylan Farrow, que tem o apoio da mãe adotiva, Mia Farrow, e de Ronan, voltou a acusar Allen no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem do irmão. No auge do #MeToo, suas denúncias conseguiram criar uma reação de repúdio generalizado contra o diretor, como se houvesse fato novo. Allen sempre negou tudo, retrucando que a denúncia é fruto exclusivo de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen. Dez anos mais velho que Ronan, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima de abuso. Vítima de uma campanha de manipulação da mãe, Mia Farrow. O cineasta deve abordar essa polêmica em seu livro, intitulado “Apropos of Nothing” (a propósito de nada) e descrito como “um relato exaustivo da vida de Woody Allen, pessoal e profissional”. A publicação será lançada em abril nos EUA.

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    Woody Allen lança livro de memórias em abril

    3 de março de 2020 /

    A editora Grand Central Publishing, uma divisão do Hachette Book Group, anunciou na segunda (2/3) que vai publicar um livro de memórias de Woody Allen. Envolto em boatos por anos e até considerado impublicável no auge do cancelamento do diretor pelo movimento #MeToo, a obra, batizada em inglês de “Apropos of Nothing” (a propósito de nada), será lançado em 7 de abril nos EUA. “O livro é um relato abrangente de sua vida, pessoal e profissional, e descreve seu trabalho em filmes, teatro, televisão, boates e publicações”, de acordo com comunicado da editora. “Allen também escreve sobre seus relacionamentos com a família, amigos e os amores de sua vida”. Os termos financeiros do acordo editoral entre o cineasta e a Grand Central não foram revelados. Além dos EUA, “Apropos of Nothing” será lançado no Canadá, Itália, França, Alemanha e Espanha, seguido por lançamentos em “países ao redor do mundo”. Ainda segundo o comunicado, Allen fará “várias entrevistas” para promover o livro. A publicações de suas memórias servirão como nova oportunidade para o diretor contar sua versão dos fatos mais polêmicos de sua vida, como o envolvimento com Soon-Yi Previn, a filha de sua então companheira Mia Farrow, com quem é casado até hoje, e a acusação de sua filha adotiva, Dylan Farrow, de tê-la molestado na infância. As acusações não são novas, mas elas ressurgiram em 2017, quando Dylan aproveitou o auge do #MeToo para resgatar a história, conseguindo criar uma reação de repúdio generalizado, como se houvesse fato novo. Allen sempre negou tudo, retrucando que a denúncia é fruto exclusivo de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Ele não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal nos anos 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Dizendo que pretendia acabar com a carreira de Allen, Dylan patrulhou todos os atores que trabalharam com ele e bombardeou as redes sociais até fazer a Amazon renegar seu acordo para distribuir os novos filmes do diretor. Graças a isso, “Um Dia de chuva em Nova York” não foi lançado nos Estados Unidos. O diretor processou a Amazon e chegou a um acordo, lançando o filme no exterior. Ele também decidiu continuar a carreira fora dos EUA, filmando um novo longa na Espanha, “Rifkin’s Festival”, com participação de Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Louis Garrel (“Adoráveis Mulheres”), Gina Gershon (“Não Vai Dar”) e lançamento previsto para este ano. Ao fechar com uma empresa do grupo Hachette, Allen passou a compartilhar a mesma editora de um de seus heróis literários, JD Salinger, e também de um de seus maiores detratores, seu filho Ronan Farrow, que ganhou um prêmio Pulitzer por sua reportagem sobre o produtor Harvey Weinstein, que foi responsável por impulsionar o #MeToo. Há anos Ronan se distanciou de seu pai, ao adotar a defesa da irmã.

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  • Série

    Tales from the Loop: Série sci-fi com Rebecca Hall e Jonathan Pryce ganha primeiro trailer

    1 de março de 2020 /

    A Amazon divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Tales from the Loop”, uma série sci-fi estrelada pela atriz Rebecca Hall, conhecida por filmes como “Vicky Christina Barcelona” e “Homem de Ferro 3”, e Jonathan Pryce, indicado ao Oscar 2020 por “Dois Papas”. A série é inspirada pelas ilustrações do artista sueco Simon Stålenhag, que foram transformadas num RPG (role-playing game) de mesmo nome em 2017. Na trama, The Loop é o nome de um acelerador de partículas, criado para descobrir todos os mistérios do universo, e a série vai mostrar o que acontece na cidade onde ele foi construído, onde os habitantes passam a viver experiências inusitadas. O roteiro é de Nathaniel Halpern (de “Legion”), a direção do piloto é assinada pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”) e o elenco ainda inclui Paul Schneider (“Regras Não se Aplicam”), Nicole Law (“Todo Dia”), Daniel Zolghadri (“Fahrenheit 451”) e Duncan Joiner (“Camping”). “Tales from the Loop” será apresentada ao mundo em 16 de março no Festival SXSW, em Austin, Texas (EUA), e sua estreia em streaming está marcada para o dia 3 de abril.

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  • Série

    Josh Brolin vai estrelar série produzida por Brad Pitt na Amazon

    26 de fevereiro de 2020 /

    Depois de enfrentar os super-heróis da Marvel no filme de maior bilheteria de todos os tempos, Josh Brolin vai trocar o cinema pelo streaming e estrelar uma série da Amazon. O intérprete de Thanos em “Vingadores: Ultimato” vai protagonizar “Outer Range” no papel de Royal Abbott, um fazendeiro de Wyoming que, em luta por sua terra e família, descobre um mistério insolúvel à beira do deserto. Além de estrelar, ele também vai coproduzir a série dramática ao lado de outro astro famoso, Brad Pitt. “Outer Range” foi desenvolvida pela produtora de Pitt, a Plan B, e faz parte de um acordo fechado entre a empresa e a Amazon para o desenvolvimento de atrações exclusivas. Ainda sem previsão de estreia, a série foi criada pelo estreante Brian Watkins, um dramaturgo que atualmente está escrevendo o novo filme de Stephen Soderbergh, “Ultraluminous”. Antes de aparecer na Amazon, Brolin será visto no remake da sci-fi “Duna”, que estreia em dezembro, e “Flag Day”, novo filme dirigido e estrelado por Sean Penn, atualmente em pós-produção. Ele também vai retomar o papel de Thanos num episódio da série animada “What If?” (O que aconteceria se), que será lançada em 2021 na Disney+ (Disney Plus), e deve voltar a viver Cable em “X-Force”, filme derivado de “Deadpool”, cujo status atual é desconhecido.

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  • Série

    Museu de Auschwitz critica Amazon por transformar Holocausto em caricatura na série Hunters

    23 de fevereiro de 2020 /

    O Museu de Auschwitz criticou a Amazon neste domingo (23/2) por transformar o Holocausto em caricatura delirante na sua série “Hunters”, lançada no serviço de streaming Prime Video. O museu estatal polonês, também conhecido como Auschwitz Memorial, aproveitou ainda para reforçar reclamações contra a Amazon por vender livros de propaganda nazista. Lançado na sexta-feira, “Hunters” apresenta uma equipe de caçadores de nazistas na década de 1970 que, liderados por Al Pacino, descobrem centenas de nazistas escondidos nos Estados Unidos. Mas apesar de ter sido anunciada como sendo supostamente baseada em fatos reais, optou por criar atrocidades ficcionais nos campos de extermínio nazistas, como um jogo de xadrez humano no qual as pessoas são mortas quando uma peça é retirada. “Inventar um jogo falso de xadrez humano não é apenas uma tolice perigosa e uma caricatura. Também acolhe futuros negacionistas”, tuitou o Museu de Auschwitz, como protesto contra a série. “Honramos as vítimas preservando a precisão factual.” O Museu de Auschwitz é responsável pela preservação do campo de extermínio nazista no sul da Polônia, onde mais de 1,1 milhão de pessoas, a maioria de judeus, foram assassinados em câmaras de gás ou morreram de fome, frio e doenças. Setenta e cinco anos após a libertação do campo de extermínio nazista pelas tropas soviéticas, ativistas e líderes mundiais vem chamando atenção contra revisionismos que alimentam um crescente sentimento antissemita. A instituição polonesa também retuitou uma carta do Fundo Educacional do Holocausto para a Amazon, que pedia que os livros infantis antissemitas do nazista Julius Streicher, executado por crimes contra a humanidade, fossem removidos da plataforma. “Quando você decide lucrar com a venda de propaganda nazista antissemita, publicada sem nenhum comentário ou contexto crítico, é preciso lembrar que essas palavras levaram não apenas ao Holocausto, mas também a muitos outros crimes de ódio”, escreveu o Museu de Auschwitz no Twitter neste domingo. Em dezembro, a Amazon retirou produtos decorados com imagens de Auschwitz, incluindo decorações de Natal, depois de manifestações do Museu. Veja abaixo os vários protestos do Memorial. Auschwitz was full of horrible pain & suffering documented in the accounts of survivors. Inventing a fake game of human chess for @huntersonprime is not only dangerous foolishness & caricature. It also welcomes future deniers. We honor the victims by preserving factual accuracy. pic.twitter.com/UM2KYmA4cw — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) February 23, 2020 When you decide to make a profit on selling vicious antisemitic Nazi propaganda published without any critical comment or context, you need to remember that those words led not only to the #Holocaust but also many other hate crimes motivated by #antisemitism. https://t.co/qX4Gsz5h6E — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) February 23, 2020 The @AuschwitzMuseum demands @Amazon drop ‘Nazi propaganda’ books https://t.co/qCTetIfEGH — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) February 22, 2020 The @AuschwitzMuseum and @HolocaustUK calls out @amazon, @AmazonUK, @amazonDE & @JeffBezos for selling virulent antisemitic Nazi propaganda https://t.co/VjSXQGJ97U — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) February 21, 2020 It seems that @amazon has removed all of the "Christmas ornaments" with the images of the former Auschwitz camp. Thank you everyone for your activity and response. https://t.co/VGFnSDMWM9 — Auschwitz Memorial (@AuschwitzMuseum) December 1, 2019

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    Hunters: Série estrelada por Al Pacino ganha 30 fotos e trailer para adultos

    14 de fevereiro de 2020 /

    A plataforma Prime Video, da Amazon, divulgou 30 fotos e um novo trailer de “Hunters”, desta vez voltado ao público adulto, com muitos palavrões e violência, que em detalhes à beira do terror sugere influência do produtor Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”). Passada nos anos 1970, a primeira série estrelada por Al Pacino (“O Irlandês”) reflete uma história supostamente real de caça a criminosos nazistas, que fugiram após a 2ª Guerra Mundial e se disfarçaram de pessoas comuns nos Estados Unidos. Os “Caçadores” descobrem que vários oficiais nazistas do alto escalão estão vivendo de forma impune, sob disfarce, e conspirando para criar um Quarto Reich. Assim, liderados pelo personagem de Pacino, decidem fazer justiça com as próprias mãos. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e Nikki Toscano (“Revenge”), “Hunters” também destaca em seu elenco Logan Lerman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Lena Olin (“A Insustentável Leveza do Ser”), Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Carol Kane (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Saul Rubinek (“Warehouse 13”), Tiffany Boone (“The Chi”), Louis Ozawa Changchien (“Bosch”), Greg Austin (“Class”) e Dylan Baker (“Homem-Aranha”). O lançamento vai acontecer na próxima sexta (21/2) em todo o mundo.

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    Emily Blunt vai estrelar minissérie da Amazon

    12 de fevereiro de 2020 /

    Emily Blunt vai estrelar a segunda minissérie de sua carreira, num gênero que nunca filmou antes. Ela será a protagonista de “The English”, um western coproduzido pela rede britânica BBC e a plataforma de streaming da Amazon. “The English” é a nova criação de Hugo Blick, produtor, roteirista e diretor das minisséries “The Honorable Woman” (2014) e “Black Earth Rising” (2019). Até então, o único papel fixo de Blunt na TV tinha sido a minissérie “Empire”, de 2005, passada na época do Império Romano. Ela nunca tinha participado de um western. A atriz inglesa terminou recentemente as filmagens de três longas: “Um Lugar Silencioso – Parte II”, que estreia em 19 de março, “Jungle Cruise”, marcado para 23 de julho, e “Wild Mountain Thyme”, ainda sem previsão de estreia.

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    The Pale Horse: Minissérie baseada em mistério de Agatha Christie ganha trailers

    29 de janeiro de 2020 /

    A Amazon e a BBC divulgaram os primeiros trailers da minissérie “O Cavalo Amarelo” (The Pale Horse), coprodução baseada em clássico de Agatha Christie, com uma trama tensa e mirabolante de mistério. A adaptação da obra homônima, originalmente publicada em 1961, acompanha Mark Easterbrook (Rufus Sewell, de “The Man in the High Castle”), cujo nome aparece, dentre outros, numa lista escondida no calçado de uma mulher que foi assassinada. Todas as demais pessoas listadas estão sendo mortas. E, conforme ele investiga, descobre que o mistério tem relação com três mulheres, que rumores afirmam ser bruxas. O elenco também inclui Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”), Sean Pertwee (“Gotham”), Madeleine Bowyer (“Holby City”), Georgina Campbell (“Krypton”) e a veterana Rita Tushingham (“Adorável Julia”). Escrita por Sarah Phelps (criadora de “Dublin Murders”), a minissérie tem apenas dois episódios, que chegam em 13 de março em streaming.

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    Hunters: Al Pacino caça nazistas no novo comercial da série

    28 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Prime Video, da Amazon, antecipou o comercial televisivo de “Hunters”, que será exibido no intervalo da transmissão do Super Bowl, final do campeonato de futebol americano, no próximo domingo (2/2). Passada nos anos 1970, a primeira série estrelada por Al Pacino (“O Irlandês”) reflete uma história supostamente real de caça a criminosos nazistas, que fugiram após a 2ª Guerra Mundial e se disfarçaram de pessoas comuns nos Estados Unidos. Os “Caçadores” descobrem que vários oficiais nazistas do alto escalão estão vivendo de forma impune, sob disfarce, e conspirando para criar um Quarto Reich. Assim, liderados pelo personagem de Pacino, decidem fazer justiça com as próprias mãos. Concebida como uma produção de puro entretenimento, a trama ganhou atualidade política com a descoberta de pelo menos um nazista em potencial infiltrado no governo brasileiro atual. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e Nikki Toscano (“Revenge”), e com produção de Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”), “Hunters” também destaca em seu elenco Logan Lerman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Lena Olin (“A Insustentável Leveza do Ser”), Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Carol Kane (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Saul Rubinek (“Warehouse 13”), Tiffany Boone (“The Chi”), Louis Ozawa Changchien (“Bosch”), Greg Austin (“Class”) e Dylan Baker (“Homem-Aranha”). O lançamento vai acontecer em 21 de fevereiro em todo o mundo.

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    Série documental Tudo ou Nada: Seleção Brasileira ganha trailer da Amazon

    23 de janeiro de 2020 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer de sua primeira série original brasileira. Intitulada “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, a série documental registra os bastidores da equipe de futebol na conquista da Copa América de 2019. A prévia é repleta de imagens exclusivas e visual cinematográfico, e tem como pano de fundo as divisões políticas do país, para apresentar uma narrativa de reencontro da Seleção com o povo brasileiro, orgulhoso do desempenho da equipe no campeonato. E com um detalhe: sem o polêmico Neymar. A produção será disponibilizada em mais de 200 países e territórios, dentro da franquia de “realities” esportivos “All or Nothing”, que lançou minisséries sobre o Manchester City, os times de futebol americano Dallas Cowboys e Carolina Panthers, a equipe McLaren, da Fórmula 1, e a seleção de rugby All Blacks, da Nova Zelândia. A estreia vai acontecer na próxima semana, em 31 de janeiro.

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    Star Trek: Picard ganha pôsteres de personagens e novo trailer com cenas inéditas

    20 de janeiro de 2020 /

    A plataforma americana CBS All Access divulgou uma coleção de pôsteres de personagens e o novo trailer de “Star Trek: Picard”. As cenas inéditas mostram personagens conhecidos dos fãs do universo “Star Trek” – como Data e Sete de Nove – e o desejo do protagonista, interpretado por Patrick Stewart, de retornar à ativa para mais uma missão. A série, que foi renovada antes da estreia, vai reencontrar o ex-capitão da Enterprise Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) após quase duas décadas – sua última aparição foi no filme “Jornada Nas Estrelas: Nêmesis” (2002). Aposentado, ele é trazido de volta à ação por um pedido de ajuda de uma jovem em perigo (vivida por Isa Briones, de “Ladrões”), que chama sua atenção para uma grande ameaça. Sem contar com apoio ou consideração da Federação, Picard decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, para uma nova missão. Mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação, o que também vai permitir aos fãs descobrirem o destino dos demais personagens da série clássica “Star Trek: Nova Geração”. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, será formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe de produção destaca Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner, sob supervisão executiva de Alex Kurtzman, que conduz a saga espacial desde o filme “Star Trek” (2009) e é o chefão da franquia. “Star Trek: Picard” é uma produção original da CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020 – um dia depois da estreia nos Estados Unidos.

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    Citadel: Astros de Bodyguard e Quantico vão estrelar série dos diretores de Vingadores: Ultimato

    18 de janeiro de 2020 /

    Os atores Richard Madden (“Bodyguard”) e Priyanka Chopra Jonas (“Quantico”) vão estrelar “Citadel”, nova série produzida pelos Irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). Em desenvolvimento na Amazon, “Citadel” é um thriller de espionagem que pretende lançar derivados em outros países, como México, Índia e Itália. O projeto foi anunciado pela primeira vez em julho de 2018 por Jennifer Salke, presidente do Amazon Studios, como “a primeira franquia de televisão verdadeiramente global”. A trama parte de um complô de espionagem internacional que se desdobrará num universo de spin-offs, focando em produções regionais “múltiplas e interligadas” Além de produzir, Joe e Anthony Russo devem dirigir o piloto da 1ª temporada, que foi escrito pelas duplas Josh Appelbaum e André Nemec (de “Missão: Impossível, Protocolo Fantasma”) e Jeff Pinkner e Scott Rosenberg (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). A série ainda não tem previsão de estreia.

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    Britannia é renovada para a 3ª temporada

    16 de janeiro de 2020 /

    O canal pago britânico Sky Atlantic anunciou a renovação de “Britannia” para sua 3ª temporada, sem participação da Amazon, que ajudou a lançar a série de fantasia em 2017. A plataforma de streaming da Amazon não disponibilizou até hoje a 2ª temporada, que foi ao ar em novembro no Reino Unido. A Amazon Prime Video também não lançou a série no Brasil, onde ela é exibida pela Fox Premium – a 2ª temporada foi ao ar em dezembro passado. Passada cerca de 40 anos depois de Cristo, a série gira em torno do conflito entre os invasores do império romano e os habitantes da ilha que os romanos chamam de Britannia, liderados por mulheres guerreiras e druidas poderosos. Escrita e criada pelos irmãos roteiristas Jez Butterworth (“007 Contra Spectre” e “No Limite do Amanhã”) e Tom Butterworth (de “A Última Legião”, sobre o mesmo período), a produção destaca em seu elenco David Morrissey (o Governador de “The Walking Dead”), Mackenzie Crook (o Ragetti dos filmes “Piratas do Caribe”), Eleanor Worthington-Cox (a versão menina da princesa Aurora em “Malévola”), Annabel Scholey (“Medici”) e o dinamarquês Nikolaj Lie Kaas (“Crimes Ocultos”). A 1ª temporada tem 72% de aprovação e a 2ª atingiu 100% no site Rotten Tomatoes. Ainda não há previsão de estreia para os próximos episódios.

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