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  • Filme,  Série

    Hayden Panettiere, estrela de “Heroes” e “Nashville”, morre aos 36 anos

    17 de agosto de 2026 /

    Atriz, que também marcou a franquia “Pânico”, foi encontrada inconsciente em sua casa na Carolina do Sul

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  • Filme

    Roteirista de “Grey’s Anatomy” vai reviver “Ally McBeal”

    20 de agosto de 2022 /

    Falaram tanto que “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” lembrava “Ally McBeal” que se tornou inevitável. Exatamente duas décadas após a final da comédia romântica de advogados, a rede americana ABC, que faz parte do conglomerado Disney, começou a desenvolver um revival da atração. O projeto está sendo escrito por Karin Gist (roteirista de “Revenge” e “Grey’s Anatomy”) e, segundo o site Deadline, terá uma nova protagonista: uma jovem negra que se junta ao escritório de advocacia da série original após se formar na faculdade de Direito. O site acredita que a jovem seja filha da colega de quarto de Ally McBeal, Renée Raddick, que foi interpretada por Lisa Nicole Carson na série dos anos 1990. A atriz Calista Flockhart, que viveu a personagem-título de 1997 a 2002, período em que foi indicada a três prêmios Emmy, estaria negociando seu retorno em pequenas participações, além de um papel como produtora da nova série. Mas o criador de “Ally MacBeal”, o prolífico produtor David E. Kelley, não terá envolvimento ativo na nova atração, tanto por estar com a agenda cheia de projetos – “Big Star”, “O Poder e a Lei”, “Nove Desconhecidos”, etc – como por decisão própria, para dar mais espaço para Gist explorar os aspectos raciais da nova versão. Os executivos da 20th TV vinham procurando uma forma de trazer “Ally McBeal” de volta há anos, e os esforços foram intensificados após a aquisição dos ativos da Fox pela Disney em 2019 – incluindo a 20th TV – , tendo em vista a forma como a rede ABC prioriza atrações com personagens femininas. Ally McBeal era uma advogada que trabalhava num escritório de advocacia junto com seu ex-amante e a esposa dele, e defendia diferentes casos enquanto procurava por amor e realização profissional. O foco principal da série era a vida romântica e pessoal dos personagens principais, muitas vezes usando os processos judiciais apenas para facilitar encontros no enredo. A atração ganhou o Emmy de Melhor Série de Comédia em 1999. Além de Flockhart e Lisa Nicole Carson, o ótimo elenco da produção incluía Courtney Thorne-Smith, Greg Germann, Jane Krakowski, Peter MacNicol, Gil Bellows, Lucy Liu, Portia de Rossi, a compositora Vonda Shepard, e participações recorrentes de Christina Ricci, da recém-falecida Anne Heche e até Robert Downey Jr. num dos primeiros papéis após seus problemas legais na década de 1990 – e bem antes de seu retorno à carreira de sucesso em “Homem de Ferro”. Ally McBeal transcendeu a televisão para se tornar um fenômeno da cultura pop e gerar memes antes que os memes existissem, graças a seu infame bebê dançante. A série usava fantasia para narrar suas histórias, gerando cenas como flechas disparadas contra a protagonista ao partir seu coração. E continua influente duas décadas após seu fim, com se pode ver por “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”. A equipe criativa da atração da Marvel assumiu que usou o programa como uma de suas inspirações. Lembre o trailer da 1ª temporada da série original abaixo.

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  • Filme

    Tatiana Maslany se inspirou em “Totalmente Loira” e “Seinfeld” pra viver Mulher-Hulk

    19 de agosto de 2022 /

    Depois que a série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi apresentada como “Law & Order” da Marvel num comercial brincalhão, surgiu um consenso entre a crítica de que a série lembra, na verdade, “Ally McBeal”, uma comédia fantasiosa de advogada que tenta lidar com os casos da semana e sua vida de solteira. Enorme sucesso dos anos 1990, a atração catapultou a carreira do criador David E. Kelley – que hoje assina “Big Sky” e “O Poder e a Lei”. Mas que nunca foi vista por Tatiana Maslany, a intérprete da Mulher-Hulk. “Eu nunca vi um episódio de ‘Ally McBeal’. Sinto muito por isso”, ela confessou em entrevista para a Variety. Mas não foi por diferença geracional. Afinal, a atriz de 37 anos cita como influência para seu desempenho outra série dos anos 1990: “Seinfeld”. E, claro, admite comparações com “Legalmente Loira”, a comédia de 2001 que transformou Reese Witherspoon em estrela do primeiro time. “Eu vi ‘Legalmente Loira’. Isso me parece mais alinhado”, explicou Maslany sobre as referências que buscou para o papel da advogada Jennifer Walter, que também é uma super-heroína esverdeada. “Elle Woods [a personagem de Withespoon] é vista de uma forma e sempre luta para ser vista por quem é, e acho que também luta para conhecer quem ela realmente é. E ela ainda é advogada. Tudo isso”, comparou. “Mas eu sinto que Elaine Benes, de Seinfeld, foi uma referência maior para mim”, acrescentou, referindo-se à personagem de Julia Louis-Dreyfus em “Seinfeld”. “Ela é obviamente uma pessoa incrivelmente capaz, mas também consegue o que quer e tem seus problemas e questões que a tornam uma bagunça. Mas eu também amo Elaine. Ela é quem eu cresci assistindo”. A comédia de tribunal da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. O primeiro episódio foi disponibilizado na quinta (18/8) na Disney+.

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  • Série

    Série clássica Ally McBeal pode ganhar revival

    27 de março de 2021 /

    A série “Ally McBeal” (1997-2002) pode voltar a ser produzida. Vários sites americanos ouviram de suas fontes que a 20th Television (antiga Fox Television) estaria conversando com David E. Kelley, criador da série original, para produzir um revival. Mas tudo depende da vontade de Calista Flockhart de retomar o papel-título. “Ally McBeal” acompanhava a advogada do título, bem-sucedida na carreira profissional, mas totalmente frustrada em sua vida amorosa por ser apaixonada pelo amigo Billy (Gil Bellows), casado com sua colega Georgia (Courtney Thorne-Smith). Os dois também eram advogados e trabalhavam com Ally no mesmo escritório. O elenco original incluía Greg Germann, Lisa Nicole Carson, Jane Krakowski e Peter MacNicol, além de Portia de Rossi e Lucy Liu, que entraram na 2ª temporada. Também não se pode esquecer de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro dos filmes da Marvel, e o cantor Jon Bon Jovi, que viveram interesses românticos da protagonista, respectivamente no quarto e no quinto ano da produção. A comédia dramática foi um dos grandes sucessos da rede Fox no final dos anos 1990. A média de 11,4 milhões de telespectadores na 1ª temporada disparou para 13,8 milhões no segundo ano, após “Ally McBeal” e Calista Flockhart vencerem o Globo de Ouro nas categorias de Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz. Na época, a atração só era menos vista que “Arquivo X” (1993-2018). A atração ainda teve sete vitórias no Emmy, incluindo Melhor Série de Comédia de 1999. E consolidou a fama de David E. Kelley como um dos produtores mais talentosos de sua geração. Ele já tinha criado o fenômeno infantil “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser, M.D.), o drama “Picket Fences”, a série médica “Chicago Hope” e a jurídica “O Desafio” (The Practice), e após “Ally McBeal” ainda concebeu “Boston Public” e “Justiça Sem Limites” (Boston Legal). Mas deu uma sumida após meados dos anos 2000, só voltando recentemente com uma reinvenção completa de sua carreira, agora na TV paga. A reviravolta veio com “Big Little Lies”, na HBO, e continuou com “Mr. Mercedes”, “The Undoing” e “Big Sky”. Atualmente, ele tem mais quatro séries e minisséries inéditas em desenvolvimento. Calista Flockhart, por sua vez, estrelou outra série bem-sucedida após viver Ally McBeal, como a republicana conservadora da família de democratas progressistas de “Brothers & Sisters”, atuando com um elenco que marcou época – Sally Field, Matthew Rhys, Rachel Griffiths, Dave Annable, Rob Lowe, Emily VanCamp, etc. Entretanto, seu último trabalho foi como Cat Grant em “Supergirl”. Ela abandonou a série em 2018 quando a produção trocou de canal (foi da CBS para a CW) e começou a ser gravada no Canadá. Ainda não há nenhum canal ou plataforma atrelados ao revival de “Ally McBeal”, mas a 20th Television faz parte do conglomerado Disney, dono da rede ABC e de vários canais pagos, sem esquecer das plataformas Disney+ e Hulu (Star+).

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  • Etc,  Filme,  Série

    Fred Willard (1933 – 2020)

    16 de maio de 2020 /

    O ator americano Fred Willard, que estrelava a série “Modern Family”, morreu na sexta (15/5), em Los Angeles, de causas naturais aos 86 anos. Sua morte aconteceu poucos meses após seu personagem morrer do mesmo modo na série. Ele vivia Frank Dunphy, o pai de Phil (Ty Burrell), e sua última participação em “Modern Family” foi ao ar em janeiro passado, na temporada final da sitcom. Geralmente escalado em papéis engraçados, Willard provocava sorrisos desde os anos 1960, quando apareceu na série clássica “Agente 86”. Sua vocação para o humor o levou a participar de filmes como “O Expresso de Chicago” (1976), que reuniu Gene Wilder e Richard Pryor, “Adivinhe Quem vem para Roubar” (1977), com Jane Fonda e George Segal, o cultuado “Isto é Spinal Tap” (1984), de Rob Reiner, e “Roxanne” (1987), com Steve Martin e Daryl Hannah. Ele também foi o chefe de Mike Myers em “Austin Powers” (1999), o pai de Alyson Hannigan em “American Pie: O Casamento” (2003), o apresentador do programa de competição canina de “O Melhor do Show” (2007) e o diretor do canal de TV dos dois filmes de “O Âncora” (de 2004 e 2013), estrelados por Will Ferrell. Apesar disso, Willard acabou se destacando mais por seus trabalhos na TV. Após um arco como presidente dos EUA em “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman” (1993–1997), ele também apareceu em mais de um episódio de “Irmã ao Quadrado”, “Ally McBeal”, “Roseanne”, “Louco por Você” (Mad About You), “Os Feiticeiros de Waverly Place”, “Chuck” e especialmente “Everybody Loves Raymond”, que lhe rendeu três indicações consecutivas ao Emmy como Melhor Ator Convidado – ele vivia o sogro conservador de Brad Garrett na série. Seu papel em “Modern Family” ainda lhe rendeu mais uma – a quarta e última – indicação ao Emmy, em 2010. Willard também teve uma vasta carreira como dublador, dando vozes a personagens das séries animadas “Hércules”, “A Lenda de Tarzan” e “Kim Possible”, da Disney, “O Rei do Pedaço”, da Fox, e “The Loud House”, da Nickelodeon, além de ser ouvido em filmes como “O Galinho Chicken Little” (2005), “A Casa Monstro” (2006), “Wall-E” (2008) e “Aviões 2: Heróis do Fogo ao Resgate” (2014), entre muitas outras produções. Seu último trabalho foi concluído no começo deste ano e ainda permanece inédito. Ele interpretou o pai de Steve Carell na série inédita “Space Force”, que estreia em 29 de maio na Netflix.

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