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    Bohemian Rhapsody: Filme sobre a banda Queen terá exibição em estádio no Brasil

    10 de outubro de 2018 /

    O filme “Bohemian Rhapsody”, biografia da banda Queen, terá uma sessão especial em estádio no Brasil. A Fox Film anunciou que o filme será exibido no estádio Allianz Parque Hall, em São Paulo, no dia 30 de outubro. Trata-se da área destinada a shows para público entre 5 mil e 11 mil pessoas, que fica atrás de um dos gols do estádio, entre as traves e a arquibancada – isto é, não inclui o gramado. 4 mil espectadores serão admitidos no evento, divididos entre três setores. A exibição do filme será seguida por shows de Frejat e da banda Malta, que tocarão homenagens ao Queen. Os ingressos para o evento já estão a venda no site oficial e saem entre R$120 e R$180 (inteiras), de acordo com os setores. A iniciativa lembra que os shows do Queen costumavam lotar estádios, como o próprio filme buscou registrar. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, e acompanha a evolução de sua banda, dos primeiros ensaios ao sucesso no Live Aid. O elenco também destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Participam ainda Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia nos cinemas brasileiros vai acontecer em 1 de novembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos e dois dias após a première em estádio.

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  • Filme,  Música

    Vídeo de bastidores de Bohemian Rhapsody mostra transformação de Rami Malek em Freddie Mercury

    3 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um vídeo de bastidores do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen, centrado na transformação do ator Rami Malek (série “Mr. Robot”) no cantor Freddie Mercury. A prévia mostra ensaios, figurinos e revela que ele dispensou coreógrafos para trabalhar com uma técnica de movimentos, visando andar e se mover como o líder do Queen. Além de Rami Malek (série “Mr. Robot”), o elenco destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Não por acaso, os vídeos de bastidores das filmagens não trazem declarações de nenhum cineasta, mas do produtor Graham King (“Tomb Raider: A Origem”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Aniversário de Freddie Mercury é lembrado com vídeos do filme Bohemian Rhapsody

    5 de setembro de 2018 /

    A Fox aproveitou que o cantor Freddie Mercury faria 72 anos nesta quarta-feira (5/9) para divulgou dois vídeos do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história de sua banda, Queen. Um dos vídeos celebra a data, destacando que ele virou lenda, e outro recria a gravação da música mais icônica da banda, que dá título à produção. O elenco traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody: Filme da banda Queen desfila coleção de hits, figurinos e segredos em novo trailer

    17 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou fotos oficiais e o segundo trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. E além de resumir a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, a prévia finalmente aborda a homossexualidade do cantor, em duas cenas breves e em sua recusa em comentar sua vida pessoal, durante uma entrevista. Na vida real, ele era fanático por sua privacidade e nunca assumiu que era, no mínimo, bissexual. Para quem não lembra, o cantor só confirmou ser HIV positivo um dia antes de morrer. O vídeo também chama atenção por apresentar diversos hits da banda, inclusive cenas de gravação da música que lhe dá título, e pela variedade de figurinos e penteados do elenco, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Bohemian Rhapsody: Cinebiografia da banda Queen ganha primeiro trailer legendado

    15 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. Mas é melhor assistir a versão original, sem legendas, já que a filial nacional do estúdio disponibilizou uma versão com formato de tela quadrado, provavelmente feita para o Instagram, em vez do lançamento oficial. Compare os dois vídeos abaixo. A prévia também chama atenção pela forma como usa diferentes músicas do Queen, mixadas sobre a mesma base musical, como uma narrativa sonora que complementa as cenas apresentadas. A variedade de figurinos e penteados do elenco ainda aponta a abrangência da história, que cobre toda carreira da banda. Visualmente convincente, o trailer aborda até algumas “lendas” da história da banda, como a reação do executivo da gravadora diante da longa duração da música que dá título ao filme. Nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Ele foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos e era o favorito para dirigir o longa, antes de Singer. Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Filme sobre a história da banda Queen ganha novas fotos

    26 de abril de 2018 /

    A Fox divulgou duas novas fotos de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen. Uma das imagens é uma recriação do show da banda no Live Aid, que o diretor Bryan Singer chegou a filmar, antes de sumir e ser demitido. Ele foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos e era o favorito para dirigir o longa, antes do envolvimento de Singer. O filme traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Final da franquia Maze Runner simplifica distopia com muita ação

    26 de janeiro de 2018 /

    Um dos problemas das franquias de cinema que se estendem por capítulos é que elas exigem certa fidelidade do espectador. Não exatamente pela obrigação de ver os referidos filmes, mas por precisar lembrar do que aconteceu nos anteriores. “Maze Runner: A Cura Mortal” é o desfecho de uma série que começou de maneira bem modesta no segmento das ficções científicas juvenis de universos distópicos. O primeiro filme, “Maze Runner: Correr ou Morrer” (2014), aliás, nem dava pistas de que se tratava de mais uma dessas distopias. Era mais um terror interessante em que jovens acordavam desmemoriados em um perigoso labirinto cercado por monstros. E se firmava muito bem sozinho, por conta disso. Mas a partir do momento em que descobrimos que aqueles garotos são cobaias de um experimento científico de uma grande corporação, e que o resto do mundo está em ruínas, “Maze Runner” se torna mais um produto genérico, que depende da ação constante para evitar o tédio. A seu favor, o herói Thomas, vivido por Dylan O’Brien (da série “Teen Wolf”), é exemplar. Corajoso, apaixonado, bom de briga e disposto a enfrentar desafios gigantes para salvar aqueles a quem ama. Há também um complicador que ajuda a tornar a trama mais interessante: a única menina do labirinto, Teresa (Kaya Scodelario, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), revela-se uma espécie de traidora do grupo, embora ela tenha suas razões para se aliar à corporação Cruel (o nome da corporação é Cruel). Ela acredita que a companhia pode criar uma cura para o vírus mortal que avassala a humanidade. Apesar disso, “Maze Runner: A Cura Mortal” é um filme com poucas complicações. Os heróis têm como missão libertar um dos amigos que acabou como rato de laboratório da corporação. E, claro, Thomas vai querer ver de novo Teresa. Então, há obstáculos pelo caminho, mas as soluções para superá-los são mais ou menos preguiçosas. O que há de interessante nesse percurso é a volta de um antagonista do primeiro filme. O diretor Wes Ball não parece interessado em transformar sua franquia em algo mais do que uma simples aventura juvenil, arriscando-se pouco. De todo modo, as sequências finais, bem dramáticas, são suficientemente boas, ainda que não exijam de seu elenco mais do que demonstra ser capaz de render. Já os efeitos especiais da destruição apocalíptica deixam a desejar. Assim como a caracterização exagerada do vilão vivido por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). Entre prós e contras, o filme oferece o que a saga “Divergente” não proporcionou: conclusão para quem investiu em três ingressos para assistir uma história completa.

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    Elenco de Maze Runner corre para resumir a franquia em 90 segundos

    29 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou mais dois pôsteres e um vídeo de “Maze Runner: A Cura Mortal”, em que o elenco corre para resumir a franquia em 90 segundos. Eles terminam sem fôlego ao contarem de forma muito rápida a história dos dois primeiros filmes. A recordação é importante, porque o final da trilogia chegará chegará aos cinemas três anos após a exibição do segundo capítulo. A produção sofreu atraso devido a um grave acidente sofrido pelo ator Dylan O’Brien durante as filmagens. Ele quebrou vários ossos ao ser atingido por um automóvel e precisou ser internado num hospital. Mas já está bem, tanto que veio ao Brasil participar da Comic Con Experience. Com o atraso no cronograma original, o longa será lançado em janeiro de 2018, 11 meses após a previsão original. Assim como nos filmes anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito, Aidan Gillen e Patricia Clarkson. A estreia no Brasil está marcada para 25 de janeiro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Último filme da franquia Maze Runner ganha pôster para lançamento em Imax

    16 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou o pôster para o lançamento em Imax de “Maze Runner: A Cura Mortal”, último filme da trilogia distópica estrelada por Dylan O’Brien (série “Teen Wolf”). A arte busca evidenciar a escala grandiosa da produção e assim justificar sua exibição em tela grande. O filme chegará aos cinemas três anos após a exibição do segundo capítulo. A produção sofreu atraso devido a um grave acidente sofrido por O’Brien durante as filmagens. Ele quebrou vários ossos ao ser atingido por um automóvel e precisou ser internado num hospital. Mas o ator já está bem, tanto que veio ao Brasil participar da Comic Con Experience. Com o atraso no cronograma original, o longa será lançado em janeiro de 2018, 11 meses após a previsão original. Assim como nos filmes anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito e Patricia Clarkson.

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    Maze Runner: A Cura Mortal ganha novo trailer legendado e pôsteres de personagens

    8 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou pôsteres de personagens e um novo trailer legendado de “Maze Runner: A Cura Mortal”. A prévia tem muita ação, adrenalina e momentos de decisão, com Thomas (o personagem de Dylan O’Brien) tendo que decidir entre salvar seus amigos ou a humanidade, se acreditar nos cientistas que o usaram como cobaia. O vídeo também faz uma necessária recapitulação da franquia distópica, uma vez que o filme chegará aos cinemas após longo hiato de três anos desde o segundo capítulo. Na verdade, a produção ficou interrompida por um ano, após um grave acidente sofrido pelo protagonista. O acidente do ator aconteceu em 18 de março de 2016, quando filmava uma cena preso no teto de um carro em movimento. Ele acabou arremessado para o alto e atingido por outro automóvel, quebrando vários ossos. Dylan foi levado às pressas para um hospital da região e ficou vários dias internado. Mas o ator já está bem, tanto que está no Brasil participar da Comic Con Experience. Com o atraso no cronograma original, o longa também ganhou nova data de estreia. Ele será lançado apenas em janeiro de 2018, 11 meses após a previsão original. Como nos filmes anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito e Patricia Clarkson.

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    Filme da banda Queen já tem um novo diretor

    6 de dezembro de 2017 /

    A Fox definiu o novo diretor do filme sobre a banda Queen, após a demissão de Bryan Singer (“X-Men”). E é um “velho” diretor. Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos, voltou a bordo para terminar “Bohemian Rhapsody”. Singer foi demitido na segunda (4/12), depois de sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. Após a demissão, o diretor acusou a Fox de falta de sensibilidade, por não permitir que ele lidasse com uma doença grave dos pais. Fletcher agora vai terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção, após alegar “diferenças criativas” com os integrantes da banda, que são produtores do longa, para abandonar o projeto original. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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    Bryan Singer diz que foi demitido do filme do Queen porque lidava com doença grave dos pais

    5 de dezembro de 2017 /

    Bryan Singer resolveu responder às alegações de que foi demitido pela Fox da produção de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, por comportamento antiprofissional. Em vez disso, ele acusa a Fox de não deixá-lo lidar com a doença grave de um de seus pais. Em um comunicado enviado à imprensa americana, Singer diz: “Eu não queria nada além de poder terminar este projeto e ajudar a honrar o legado de Freddie Mercury e do Queen, mas a Fox não me permitiu fazê-lo, porque eu precisava colocar temporariamente minha saúde e saúde dos meus entes queridos em primeiro lugar”. A Fox demitiu Singer na segunda-feira (4/12), após o diretor sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando o estúdio a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos citados mencionavam discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo do diretor, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Mas Singer garante que este não foi o caso. “Os rumores de que minha saída inesperada do filme tenha sido provocada por uma disputa que tive com Rami Malek não são verdade. Embora, houvesse diferenças criativas no set, Rami e eu colocamos essas diferenças de lado e continuamos trabalhando juntos no filme até pouco antes do Dia de Ação de Graças”, ele afirma. O diretor completa a declaração dizendo que “Bohemian Rhapsody” era “um projeto de paixão” e que lamenta muito não poder terminá-lo. “Com menos de três semanas para finalizar as filmagens, pedi um tempo livre para que eu pudesse retornar aos EUA para lidar com os problemas de saúde urgentes de um dos meus pais. Isso se provou uma experiência muito exaustiva, que, em última instância, tornou-se um sério problema para a minha própria saúde. Infelizmente, o estúdio não estava disposto a me acomodar e encerrou meus serviços. Esta não foi minha decisão e estava além do meu controle”. Um representante do diretor já havia justificado sua ausência com a explicação de que havia surgido “uma questão de saúde pessoal envolvendo Bryan e sua família”. Foi na ocasião em que a Fox divulgou que tinha suspendido a produção “devido à indisponibilidade inesperada de Bryan Singer”. A Fox não fez nenhum comentário sobre as declarações, apenas emitiu uma nota concisa na segunda, dizendo: “Bryan Singer não é mais o diretor de ‘Bohemian Rhapsody'”. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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    Bryan Singer é demitido da direção do filme da banda Queen

    4 de dezembro de 2017 /

    O diretor Bryan Singer (da franquia “X-Men”) foi demitido de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, informou o estúdio 20th Century Fox em comunicado. A decisão ocorreu depois que o diretor sumiu das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos falam em discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo de Singer, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Boatos também indicam que o ator Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), que interpreta o empresário do Queen, Jim Beach, também abandonou a produção por desavenças com o diretor, mas foi persuadido a retornar. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.

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