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    Steven Tyler é acusado de abuso sexual infantil nos anos 70

    30 de dezembro de 2022 /

    O vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, está sendo acusado de abusar sexualmente de uma menor de idade na década de 1970. As informações são da revista Rolling Stone, que foi publicada na quinta-feira (29/12). A reportagem relata que Julia Holcomb teria sido vítima do cantor quando tinha apenas 16 anos de idade. Na ocasião, ela teria sido abusada, agredida sexualmente e também teria feito um aborto forçado por Tyler. Por conta do sofrimento emocional que lhe foi causado, Julia registrou uma ação segundo a legislação da Califórnia, nos Estados Unidos, que decidiu suspender temporariamente a prescrição em acusações de abusos sexuais contra crianças. Segundo os documentos judiciais, Julia relatou que mantinha um relacionamento sexual com o vocalista após seu aniversário de 16 anos, que aconteceu no ano de 1973. Na época, Tyler estava com 25 anos. No passado, Julia Holcomb havia feito relatos públicos sobre um suposto envolvimento com Steven Tyler. Até então, ela não tinha mencionado o vocalista do Aerosmith no processo, mas as menções facilitaram as suposições da mídia internacional. Em um dos relatos, Julia declarou ter conhecido o artista durante um show da banda em Portland, a mesma região em que ela morava. Após o evento do Aerosmith, Tyler teria a levado para um quarto de hotel, onde eles conversaram sobre a vida familiar conturbada da fã menor de idade. Julia alegou que Tyler teria “realizado vários atos de conduta sexual criminosa” e que, pela manhã, ele a mandou de volta para casa em um táxi. O vocalista também teria decido levá-la para o show seguinte, que aconteceu na cidade de Seattle. Ainda no relato da moça, Steven Tyler teria convencido a mãe de Julia a permitir que ele se tornasse seu tutor legal com o argumento de que ela seria cuidada e matriculada numa escola enquanto o acompanhava em turnê. O pedido do músico supostamente ocorreu em 1974. No entanto, o processo movido por Julia declara que o músico “não cumpriu significativamente essas promessas”. Ao invés dos cuidados educativos, Tyler “continuou a viajar, agredir e fornecer álcool e drogas” à jovem. Julia teria engravidado de Tyler cerca de dois anos depois do início da relação, porém o músico teria insistido para que a gravidez fosse interrompida. No processo, ela alegou que Tyler a ameaçou com o argumento de que iria parar de apoiá-la financeiramente. Com o aborto realizado, Julia diz ter deixado o músico para trás e retornado para Portland com a família. A decisão veio acompanhada com a vontade de “começar uma nova vida” como uma católica devota. Vale considerar, anteriormente, que ela detalhou as alegações do aborto para instituições pró-vida, como o site de extrema-direita Lifesitenews e o durante o movimento Marcha Pela Vida. Em 2011, Steven Tyler descreveu o relacionamento sexual com Julia Holcomb em seu livro de memórias. “Eu quase tive uma noiva adolescente, depois que os pais da menina se apaixonaram por mim [e] assinaram um papel para que eu tivesse a custódia [dela]. Dessa forma, eu não seria preso se eu a levasse para fora do estado. Eu a levei em turnê comigo”, declarou. O registro biográfico de Tyler foi apontado no documento judicial de Julia, que se defendeu e afirmou que o livro lhe definiu como “infâmia involuntária”. A moça também declarou que o artista criou uma falsa imagem de que havia um “relacionamento romântico” entre eles. Até o momento, os representantes do artista de 74 anos não se pronunciaram.

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    Polícia invade estúdios da Paramount para prender suspeito de agressão sexual

    19 de outubro de 2020 /

    Uma denúncia de agressão sexual virou cena de ação policial nos estúdios da Paramount. E não foi para um filme. Após receber a denúncia, a polícia de Los Angeles adentrou os estúdios para prender o suspeito, mas encontrou resistência e a situação virou uma grande operação. Imagens do fotojornalista John Schreiber publicadas nas redes sociais mostraram um grande contingente, com pelo menos duas dezenas de carros de polícia. Ele afirmou que ouviu tiros no local, o que a polícia posteriormente confirmou. De acordo com informações do Twitter do Departamento de Polícia de Los Angeles, policiais tentaram executar a prisão do suspeito por volta das 22h da noite de segunda (18/10). Mas quando houve a aproximação, ele mostrou uma faca e fugiu. Os oficiais usaram uma arma de choque para imobilizá-lo, mas a tentativa se mostrou ineficaz. “O suspeito fugiu e fez uma barricada para se proteger dentro do prédio. Oficiais tentam uma negociação para que ele se renda”, tuitou o Departamento, na segunda à noite. Às 0h15, os policiais decidiram a invadir o local. O homem deixou a Paramount sangrando e foi levado a um hospital. Ele ainda não foi identificado. The focus appears to be on this building facade on the Paramount backlot. It is admittedly a bit surreal to see real police dealing with a very real situation in a fake city. pic.twitter.com/askfqsUyYt — John Schreiber (@johnschreiber) October 19, 2020 Police continue to focus on this building and one particular window on the top floor. Canine units also seen down below. pic.twitter.com/llz0vZiJRv — John Schreiber (@johnschreiber) October 19, 2020 Tonight around 10 PM personnel from Fullerton Police Department we’re in the area of Plymouth and Melrose near the Paramount pictures Lot—They were here to arrest a sexual assault suspect. They attempted to detain the suspect and he produced a knife at which time & used a Tayser — LAPD HQ (@LAPDHQ) October 19, 2020 Officers attempted to negotiate with the suspect to surrender. Around 12:15 am officers entered the bldg and took the suspect into custody. The suspect was bleeding from wounds he sustained during the incident and was transported to a local hospital. No officers were injured. — LAPD HQ (@LAPDHQ) October 19, 2020

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    Ator de Entourage é acusado de agressão sexual por figurinista

    16 de julho de 2020 /

    O ator Kevin Connoly, conhecido pelo papel de Eric na série “Entourage” (2004–2011), foi acusado de estupro por uma colega de trabalho. Em entrevista ao The Daily Beast, a figurinista Gracie Cox acusou Connoly de tê-la agredida sexualmente nos bastidores do filme “Tudo a Perder” (2007), que Connoly dirigiu. “Eu estava no set a todo momento. Kevin era amigável e meio paquerador, mas eu apenas ria disso e não levava muito a sério. Não estava interessada, mas como ele era diretor do filme, queria manter uma relação cordial. Além disso, não havia nada que me fizesse temer algo naquele momento. Só me deixava um pouco desconfortável porque ele era meu chefe. Então, não retribuir com sorrisos ou comentários não era uma opção”, ela disse na entrevista. Por isso, foi surpreendida pela agressão, que aconteceu em uma festa do filme. “Nos estávamos na festa e Kevin se aproximou de mim e perguntou se eu queria sair com ele para fumar. Eu não fumo, mas não quis ser grosseira. Era o primeiro evento social que eu fiz com ele. Antes a gente só se encontrava no set. Ele me levou para um corredor, que eu achei que fosse uma área vip. Assim que ficamos sozinhos, ele começou a me beijar. Não sabia o que fazer, mas antes mesmo que eu pudesse falar algo, ele me empurrou para um dessas cabines, abaixou as calças, me virou de costas e rapidamente já estava dentro de mim. Eu fiquei em choque.” A figurinista disse que não teve chance de reagir. “Não havia chance de reagir. Aconteceu tudo tão rápido. Eu congelei em choque. Nunca nada como aquilo havia acontecido comigo. Fui pega completamente a guarda abaixada”, completou. Ela ainda enfatizou que o ator não usou camisinha. “Ele pegou um travesseiro do sofá, jogou sobre mim, e me disse: ‘se limpe’. Daí ele me disse que ia embora e que era para eu esperar alguns minutos para sair da sala porque ele não queria que ninguém nos visse juntos.” Testemunhas falaram com a publicação sobre o evento. Amy Wescott, que também trabalhava no filme com a criação de figurino, viu a colega sair do quarto desgrenhada e a viu confrontar Connoly no meio da festa. Outras testemunhas também viram os dois discutindo durante o evento. Procurado pela publicação, o ator negou o estupro por meio de seu advogado, Marty Singer, e disse que a relação foi consensual. “Kevin apoia fortemente vítimas de estupro e acredita que elas devem sempre ser ouvidas. Como uma pessoa que trabalha na indústria há quatro décadas, ele sempre tratou as pessoas com respeito e mantendo uma reputação elogiável. Ele está em choque pelas acusações feitas por Gracie Cox de uma festa que aconteceu em 2005. O incidente com a senhorita Cox foi consensual e ele nega qualquer tipo de agressão sexual. Kevin entende completamente o desprazer de Amy neste ato consensual, que ela deixou transparecer 15 anos após o lançamento deste filme. Kevin assume um pouco de antiprofissionalismo da parte dele, mas nega fortemente que tenha havido qualquer coisa que não fosse um encontro consensual.” Connoly, de 46 anos, estreou no cinema em “Rocky V”, em 1990. Mas só foi se tornar mais conhecido com a série “Entourage”, que ele estrelou na HBO de 2004 a 2011. Ele também repetiu seu papel no filme baseado na série, lançado em 2015, e atuou nas produções românticas “Diário de uma Paixão” (2004) e “Ele Não Está Tão a Fim de Você” (2009). Como diretor, assinou recentemente o fracasso “Gotti: O Chefe da Máfia” (2018), com John Travolta, e episódios da série “The Oath” (2019), na qual também teve um papel.

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