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    “Bull” é cancelada na 6ª temporada

    19 de janeiro de 2022 /

    A rede CBS vai finalmente tirar “Bull” do ar. O drama legal terminará em sua 6ª temporada, que está atualmente em exibição nos EUA. O cancelamento foi adiantado pelo astro Michael Weatherly, que tuitou na terça-feira (18/1) que “foi um privilégio interpretar o Dr. Jason Bull, mas depois de 6 temporadas de histórias incríveis, é hora de buscar novos desafios criativos e encerrar sua história”. Teria sido a decisão do ator de não renovar seu contrato que levou ao cancelamento da atração, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. O fato de Weatherly decidir o destino do programa é… sem comentários. Muitos esperavam que “Bull” fosse acabar há três anos, quando a CBS precisou pagar US$ 9,5 milhões à atriz Eliza Dushku como indenização por assédio praticado por Weatherly, e por ter sido dispensada após denunciar o incômodo à produção. Weatherly disse que fez apenas piadas, não sofreu punição e emitiu um comunicado dizendo que não tinha culpa pela demissão da atriz. “Mais de 10 milhões de pessoas veem ‘Bull’ toda semana. Michael é adorado pelo nosso público e, mesmo depois dessas denúncias, todo mundo continua assistindo. Então, é uma atração popular que queremos manter no ar”, disse sem rodeios o presidente da emissora, Kelly Kahl, em 2019. Ela ainda está à frente da empresa. Dois anos depois, os bastidores da série voltaram a render escândalo. Denúncias dos roteiristas contra abusos morais e a transformação do ambiente de trabalho num local tóxico levaram a CBS a demitir o produtor Glenn Gordon Caron, showrunner da série, em 2021. O caso não é isolado. A quantidade de denúncias de abuso moral nas séries da CBS é anormal. Nos últimos anos, atores de “NCIS: New Orleans”, “SEAL Team”, “Hawaii Five-0”, “Magnum” e “MacGyver” denunciaram produtores poderosos que foram demitidos. Em compensação, a maioria dessas séries foi cancelada logo em seguida. Por outro lado, os astros das produções permanecem intocados. A mesma impunidade dada a Michael Weatherly se estendeu a outro ator famoso de série da CBS. Uma denúncia de Pauley Perrette contra Mark Harmon, por agressão nas gravações de “NCIS”, não deu em nada, considerando a permanência do ator até a 19ª temporada, atualmente em exibição. Vale lembrar que a CBS é a mesma rede que teve seu presidente Les Moonves envolvido em várias denúncias de assédio e abuso sexual, trazidas à tona em reportagens da revista New Yorker por diversas mulheres, inclusive funcionárias da empresa. Moonves foi o executivo mais poderoso da TV tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Para evitar ser demitido do comando da empresa, ele pediu demissão em 2018, buscando realizar um acordo milionário para sua saída do cargo.

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    Joss Whedon critica elenco e fãs de “Liga da Justiça”

    17 de janeiro de 2022 /

    Depois de meses em silêncio, Joss Whedon finalmente se pronunciou sobre as acusações de abuso moral nos bastidores de “Liga da Justiça”. E sua reação foi atacar o elenco do filme, que, para ele, segue uma agenda de alguém em particular, subentendo uma influência de Zack Snyder nas acusações. Em entrevista publicada nesta segunda-feira (17/1) pela New York Magazine, o cineasta negou os relatos e ainda acusou fãs de Snyder de comandarem uma campanha difamatória contra ele nas redes sociais. “Não sei quem começou [a suposta campanha difamatória], sei em nome de quem isso foi feito” Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva de tudo o que estava pronto. Mas o resultado dessa intervenção foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas (40% no Rotten Tomatoes). Além disso, as refilmagens geraram acusações de abusos que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Segundo Whedon, as denúncia contra ele feitas por Ray Fisher – que foi o primeiro a relatar o comportamento tóxico do diretor no set – não eram “verdadeiras ou dignas de discussão”. Whedon ainda questionou o caráter e a qualidade do intérprete do Ciborgue, definindo-o como “um mau ator, em todos os sentidos da palavra”. “Estamos falando de uma força malévola”, acrescentou. Sobre a acusação de Gal Gadot, que revelou ter tido a carreira ameaçada por Whedon quando pediu para que uma cena de teor sexista fosse cortada, o cineasta rebateu dizendo que “inglês não é a língua materna” da atriz e que, por isso, ela teria entendido mal sua fala “irritantemente cheia de floreios”. Procurada para repercutir a entrevista, Gadot reforçou que “entendeu perfeitamente” as palavras de Whedon. Sua denúncia ainda coincide com o que foi dito por Charisma Carpenter, da série “Angel”, que ouviu do cineasta que ela “nunca mais trabalharia com ele ou com a 20th Century Fox”. Na entrevista, Whedon reconheceu arrependimento em relação à atriz. “Eu não fui educado”, disse ele. Para dar contexto, a briga aconteceu porque ela engravidou durante as gravações da série. Ele ainda acrescentou: “A maioria das minhas experiências com o Charisma foram encantadoras e deliciosas. Ela às vezes lutava com suas falas, mas ninguém conseguia acertar uma piada com mais força do que ela.” A reportagem ainda acrescentou relatos como o de Cynthia Bergstrom, figurinista de “Buffy: A Caça-Vampiros”, que citou uma discussão em que o diretor apertou seu braço com tanta força que deixou marcas de unha em sua pele. Para Whedon, as acusações são feitas por pessoas que usam “todas as palavras acusatórias da era moderna para me fazer parecer um monstro abusivo”. A carreira de Whedon está em queda livre desde que Fisher comentou pela primeira vez sobre suas experiências no set de “Liga da Justiça” há dois anos. Ele abandonou o filme de Batgirl e deixou a série “The Nevers”, que criou para a HBO, e não tem novos projetos no horizonte. Além disso, a HBO Max lançou uma nova versão de “Liga da Justiça” totalmente dirigida por Zack Snyder, que não inclui nenhuma das cenas refeitas por Whedon, após clamor dos fãs.

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    Atriz que denunciou Gerard Depardieu por estupro decide se identificar

    17 de dezembro de 2021 /

    A atriz francesa Charlotte Arnould, de 25 anos, apresentou-se no Twitter como a mulher que acusa o veterano ator Gerard Depardieu, de 72 anos, de estupro. Em segredo de Justiça, o caso corria há quase quatro anos sem a identificação da denunciante. Arnould denunciou Depardieu em 2018, ocasião em que a polícia abriu investigações. Os fatos teriam ocorrido nos dias 7 e 13 de agosto em uma das residências parisienses do ator, durante o que foi descrito como uma “colaboração profissional”. Em sua queixa, a jovem afirmou ter sido abusada durante o ensaio informal de uma peça. Amigo de seu pai, Depardieu a teria convidado a visitá-lo para ouvir dicas e auxiliar sua carreira de atriz, já que ela é iniciante e só trabalhou em curtas. A polícia francesa chegou a arquivar a denúncia por falta de provas, mas Arnould pediu que o caso fosse reconsiderado, o que acabou acontecendo em dezembro do ano passado, com a reabertura das investigações. Mas desde então o processo vem transcorrendo sem novidades e, após três anos e meio de silêncio, a jovem decidiu vir à público se pronunciar. “Eu vivo escondida e em silêncio. Isso não é mais suportável. Eu preciso me expressar. Fui estuprada por Gerard Depardieu em agosto de 2018”, começou ela em sua declaração. “Faz um ano que ele segue sendo investigado. Ele trabalha enquanto eu passo o meu tempo a sobreviver. A vida me escapa há três anos, e eu quero voltar a viver sem me renegar”, afirmou a atriz. “Esta mensagem pública pode abalar imensamente minha vida, eu não ganho nada com isso além da esperança de recuperar a minha integridade. Talvez eu devesse ter esperado, ter falado com uma empresa de mídia, ter feito isso ‘dentro da ordem’, ter feito isso ‘direito’, mas continuar calada é me enterrar viva”, completou. Um dos astros de cinema mais famosos da França, Depardieu nega as acusações. Nos últimos anos, ele vem acumulando escândalos. Foi surpreendido dirigindo embriagado, agrediu um paparazzi e quase foi preso ao urinar dentro da cabine de um avião em um voo entre Paris e Dublin em 2011. Depardieu também ameaçou abrir mão do passaporte francês para adotar a nacionalidade russa, visando escapar dos impostos de seu país. Je suis la victime de Depardieu..Ça fait un an pile qu’il est mis en examen. Je ne peux plus me taire… pic.twitter.com/eEmlJKh7AR — Charlotte Arnould #Artiste (@CharloteArnould) December 16, 2021

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    Kevin Spacey terá que pagar US$ 31 milhões à produtora de “House of Cards”

    22 de novembro de 2021 /

    O ator Kevin Spacey foi condenado a pagar à MRC Entertainment, produtora da série “House of Cards”, quase US$ 31 milhões por má conduta sexual nos bastidores da série. O veredito foi proferido por uma corte de arbitragem e nesta segunda (22/11) a MRC deu entrada na Corte Superior de Los Angeles para confirmar a sentença. O intérprete de Frank Underwood foi demitido da produção após denúncias de abuso sexual. As acusações, que incluíam tocar um assistente de produção, fizeram com que o MRC conduzisse uma investigação e, por fim, rescindisse seus contratos de atuação e produção. De acordo com a decisão de 19 de outubro, Spacey violou repetidamente as obrigações contratuais de fornecer serviços “de maneira profissional” e “consistente com as orientações, práticas e políticas razoáveis” da produtora. Além disso, a produtora teve que interromper as gravações da 6ª temporada da série, reescrever a temporada e encurtá-la de 13 para oito episódios para cumprir o prazo de entrega. Além disso, a Netflix optou por cancelar a série após o escândalo. Spacey chegou a alegar que tinha direito a uma indenização, porque foi a decisão da MRC e da Netflix de demiti-lo — ou seja, não sua conduta — que causou perdas financeiras. Não conseguiu convencer. A produção de “House of Cards” foi interrompida dois dias após a primeira denúncia, quando o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) revelou que Spacey tentou abusar dele quando tinha 14 anos, em 1986. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. Outro prejuízo causado pelo ator foi a refilmagem de “Todo o Dinheiro do Mundo”. O diretor Ridley Scott decidiu refazer parte do filme para retirar o ator do longa, que já estava finalizado quando o escândalo estourou. Ele foi substituído por Christopher Plummer, que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho. Spacey também chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas impediram todos os casos de ir a julgamento. Por conta disso, ele não foi condenado e ainda brincou num vídeo de 2019 que aquele “foi um ano muito bom”. Embora “House of Cards” tenha sido cancelada, Spacey continua postando vídeos caracterizado como seu personagem. No ano passado, comparou sua situação à das pessoas que perderam empregos durante a pandemia.

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    Marilyn Manson tinha caixa de vidro em que trancava mulheres

    15 de novembro de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson tinha uma caixa de vidro à prova de som que usava para trancar mulheres. A acusação foi feita pela ex-assistente Ashley Walters na revista Rolling Stone. A caixa teria o tamanho de um provador de roupas e era chamada de espaço para as “meninas más”. O local, segundo ela, foi montado no apartamento do roqueiro, em West Hollywood, Califórnia (EUA), e era usado por Manson “como uma forma de punição” para as mulheres. “Mesmo que eu gritasse, ninguém podia me ouvir. Você lutava e ele gostava dessa reação. Eu aprendi a não lutar, porque isso dava a ele o que ele queria. Então, eu acabava indo para algum outro lugar dentro da minha cabeça”, disse Ashley sobre sua experiência na caixa. As acusações feitas por Ashley Walters foram corroboradas por Sarah McNeilly, ex-namorada de Manson. Ela relatou que foi “absolutamente assustador” ficar trancada no espaço, o que aconteceu após ela falar sobre um ex-namorado. “Ali a máscara caiu e foi possível ver do que ele era capaz”, contou. A ex-namorada disse ainda que foi ameaçada fisicamente por Marilyn Manson em 2011, quando ele, após um surto, fez menção sobre “amassar” sua cara com um taco de beisebol. “A violência física era quase um alívio. A merda psicológica que ele me fazia passar, que infestava o meu cérebro, era o que eu queria que acabasse”, desabafou. A modelo Ashley Morgan Smithline também citou a caixa para as “garotas más” em seu processo contra Manson por abuso sexual, onde ele ameaçou trancá-la caso quisesse deixá-lo. Ele também a ameaçou de morte e em uma ocasião cortou seu ombro, a parte interna do braço e o estômago com a faca, deixando cicatrizes. À revista People, ela disse querer que ele “seja responsabilizado de uma vez por todas”. A Rolling Stone também descreveu o apartamento de Marilyn Manson como um lugar decorado com “sangue, suásticas e imagens de revistas pornográficas”, além de ser todo fechado e preto, a fim de “impedir a luz das janelas durante o dia”. A reportagem ainda conta que ele ficava violento quando o termóstato do apartamento registrava uma temperatura superior a 18 graus e “destruía os móveis”. Em fevereiro deste ano, a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) usou seu perfil nas redes sociais para denunciar abusos sofridos na época em que namorou com o cantor entre 2006 e 2010. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”, ela escreveu. Isto abriu caminho para várias outras denúncias e processos contra o cantor. A ex-assistente Ashley Walters é um das mulheres que processam Manson, assim como a modelo Ashley Morgan Smithline e a atriz Esmé Bianco (“Game of Thrones”), que o acusa de tê-la drogado, esfaqueado, perseguido com um machado e estuprado.

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    Diretor de “007 – Sem Tempo Para Morrer” é acusado de abuso por figurante

    13 de outubro de 2021 /

    O diretor Cary Joji Fukunaga, que assina “007 – Sem Tempo Para Morrer”, foi acusado de abuso moral por uma figurante, que ele teria demitido em 2014, durante a 1ª temporada de “True Detective”, por se recusar a tirar a roupa. Em denúncia publicada pelo site Daily Beast, Raeden Greer diz que foi escalada para atuar na produção da HBO num pequeno papel ao lado do astro Woody Harrelson. Sem aviso prévio ou cláusula em seu contrato que especificasse nudez, ela afirma ter sido pressionada por Fukunaga para atuar com os seios à mostra e, após se recusar, foi demitida. Greer afirma que resolveu acusar o diretor após ler uma entrevista que ele deu deu ao site The Hollywood Reporter, na qual enalteceu “007 – Sem Tempo Para Morrer” por atualizar James Bond para uma era “pós-Me Too”. Na entrevista, o cineasta ainda comentou que os filmes iniciais do personagem, protagonizados por Sean Connery, o apresentavam como um estuprador. Ela ficou passada com esse discurso, pois não reflete como foi tratada no set de “True Detective”. De acordo com a atriz, sua recusa em gravar a cena de topless deu início a uma discussão de 10 minutos com o diretor, que teria tentado convencê-la a concordar com a nudez. Quando ela deixou clara sua recusa absoluta, foi enviada de volta para casa, mas não antes de ver seu papel ser entregue a uma figurante sem experiência em atuação, mas que aceitou ficar nua. Ainda segundo a atriz, ela sabia que interpretaria uma dançarina exótica na série, mas foi informada que a maioria de suas cenas aconteceriam no camarim e dada a ausência de uma cláusula de nudez no contrato, não esperava ser forçada a tirar as roupas nas gravações. Quando chegou a hora da cena, entretanto, Fukunaga insistiu para que ela ficasse com os seios à mostra. “Cary disse para mim nesse momento: ‘Todo mundo nessa série fica de topless. Todas as mulheres na série ficam de topless. Sua personagem é uma stripper, então você tem de ficar nua”. “Então si, foi degradante. Foi humilhante e me fez me sentir péssima. Assim que eu entrei no meu carro, comecei a chorar e liguei para a minha agente para saber o que tinha acontecido e ela mal podia acreditar”, adicionou Greer. “Foi devastador. Eu me senti mal”, continuou a atriz, que também atuou em papéis pequenos em “American Horror Story” e “Magic Mike XXL”. “Você não pode tratar pessoas como se tudo que elas fossem um par de peitos. Isso machuca. E agora Cary está aí falando sobre personagens femininos — é como outro tapa na cara, de novo e de novo e de novo. Sim, ele teve uma carreira ilustre; a série foi um divisor de águas para ele. E o que aconteceu comigo? Ninguém se importa”. Nem Fukunaga nem a HBO, que produziu “True Detective”, comentaram a denúncia.

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    Justiça rejeita um dos processos de agressão sexual contra Marilyn Manson

    16 de setembro de 2021 /

    Um juiz de Los Angeles arquivou um dos quatro processos movidos contra Marilyn Manson por agressão sexual, após decidir que a acusadora do artista de 52 anos, identificada como Jane Doe (pseudônimo), fez alegações que “não são suficientes para invocar a regra de descoberta atrasada”. Ou seja, não justificam considerar a abertura após o período de prescrição. Na ação arquivada, a mulher alegou que Manson a estuprou e abusou sexualmente dela diversas vezes durante seu relacionamento em 2011, mas que ela havia “reprimido” suas memórias até fevereiro deste ano, quando outras mulheres acusaram publicamente o cantor. O tribunal deu à Jane Doe 20 dias para reabrir o processo com detalhes adicionais. Marilyn Manson vem sendo acusado de assédio, abuso e estupro desde fevereiro, quando a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), que é sua ex-namorada, resolveu contar o que sofreu em suas mãos. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais na ocasião. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Após a denúncia de Wood, outras mulheres se manifestaram. E, como resultado, Manson enfrenta outros três processos — por abuso sexual, agressões e assédio — movidos pela atriz Esmé Bianco (de “Game of Thrones”), pela modelo e ex-namorada Ashley Morgan Smithline e por sua ex-assistente Ashley Walters.

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    Ex-atriz mirim da Nickelodeon processa ex-marido por abuso

    26 de agosto de 2021 /

    A ex-atriz mirim Alexa Nikolas, que participou do elenco de “Zooey 101” da Nickelodeon na década passada, está processando o ex-marido, Michael Milosh, por abuso sexual, pedofilia e manipulação. No processo, ela afirma que foi estuprada pelo ex, que é cantor da banda Rhye e usou áudios da relação sexual não consentida em uma música. “O processo é sobre um músico libertino que se aproveitou da inocência de uma fã menor de idade para manipulá-la e coagi-la a sucumbir os repetidos ataques sexuais”, diz trecho do processo obtido pelo portal de celebridades TMZ. No texto, Nikolas relata ter conhecido Michael Milosh quando tinha 16 anos e ele 33. Ela conta que o primeiro contato se deu pelo Myspace, uma antiga rede social, e a conversa logo se tornou de cunho sexual. Os dois se conheceram pessoalmente dois anos depois e nessa ocasião foi violentada, chegando a pedir para a relação sexual não continuar, mas não foi atendida. “Ele usou seu poder (…) e anos de aliciamento sexual para manipulá-la”, diz outro trecho revelado pela reportagem. Há ainda relatos de que, entre 2010 e 2011, Milosh passou a gravar o sexo do casal. Nikolas alega que o áudio foi usado anos mais tarde na música “Don’t Call It”, em que seria possível ouvi-la gritando “não”. Ela ainda alega que foi convencida a se casar para que ele, que é canadense, obtivesse o green card, que é a permissão para cidadãos de outros países morarem nos EUA de forma permanente. A relação chegou ao fim em 2016, mas o divórcio saiu apenas em 2019. Milosh não comentou o caso.

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    Sylvester Stallone revela preparativos para “Os Mercenários 4”

    31 de julho de 2021 /

    Sylvester Stallone revelou que já está se preparando para “Os Mercenários 4″. Ele postou no Instagram uma foto de anel de caveira dourada, que deve ser usado por seu personagem no filme. Ao lado da foto, escreveu: “Acabei de desenhar o novo anel para ‘Os Mercenários 4’. É um pouco pesado, mas com certeza vai colocar alguns músculos nas pontas dos dedos”. Stallone estrelou, escreveu e dirigiu o primeiro “Os Mercenários” em 2010, juntando vários astros do cinema de ação dos anos 1980 e 1990. O filme arrecadou um total de US$ 274,5 milhões de bilheteria, levando à produção de mais duas sequências. O último foi lançado em 2014, e desde então há conversas sobre retomar a franquia – e até mesmo lançar uma versão feminina. Em 2017, ele chegou a brigar com o produtor Avi Lerner, da Millennium Films, e anunciou que não faria mais continuações da franquia. A briga girou em torno do nome do diretor, o roteiro e alguns “elementos qualitativos” do filme, com ênfase para os efeitos visuais. Lerner queria usar sua empresa de efeitos para a realizar a produção e Stallone contestou a qualidade do serviço. Um ano depois, os dois fizeram as pazes e Stallone anunciou que o filme tinha voltado a ser desenvolvido. “Barney estará de volta, mais a equipe e um par de novos membros”, ele escreveu em 2018, referindo-se à seu personagem e ao elenco grandioso da franquia. A produção de “Mercenários 4” ainda não anunciou nenhum nome de sua equipe, mas é possível resumir que Stallone possa reprisar todas as funções que exerceu no primeiro filme. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone)

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    Cuba Gooding Jr. é condenado em processo por estupro

    29 de julho de 2021 /

    O ator Cuba Gooding Jr. (o O.J. Simpson de “American Crime Story”) foi considerado culpado em um processo civil aberto por uma mulher não identificada no ano passado, que o acusou de estuprá-la duas vezes em um hotel em Manhattan em 2013. O juiz distrital Paul Crotty de Manhattan realizou um julgamento à revelia, após o ator ignorar dois chamamentos seguidos do tribunal, sem abordar os méritos das acusações da vítima. “O réu falhou completamente em participar deste caso”, tornando sua não participação “intencional”, disse o juiz nos autos. Condenado a pagar a indenização, Gooding agora só tem chance de argumentar sobre a sentença: no caso, uma compensação de US$ 6 milhões por danos físicos, psicológicos e morais. Gooding Jr. tem até 7 de setembro para se pronunciar sobre o valor. A autora da denúncia afirmou que o ator de 52 anos a levou a um hotel depois de conhecê-la em um bar de Manhattan. De acordo com o processo, ele disse que lá se encontrariam com amigos. Mas a levou para o quarto em que estava hospedado, alegando que iria trocar de roupa, aproveitando a oportunidade, segundo o documento, para estuprá-la duas vezes. No ano passado, Cuba Gooding Jr. foi alvo de três denúncias de agressão sexual, mas ainda não há data para estes julgamentos. O ator foi acusado de apalpar uma mulher em um restaurante de Nova York em setembro de 2018, beliscar as nádegas de uma segunda mulher um mês depois em uma boate e tocar os seios de uma terceira mulher em um bar, em junho de 2019. Mas há outras queixas contra o ator – pelo menos 21 mulheres se pronunciaram contra ele nas redes sociais. Nenhum desse casos, porém, tratava de estupro. A vítima não identificada de Manhattan também foi a única que buscou uma compensação financeira na justiça civil, em vez de um processo criminal.

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    James Franco vai pagar US$ 2,2 milhões para encerrar processo de abuso sexual

    30 de junho de 2021 /

    O ator James Franco fez um acordo financeiro para encerrar um processo de abuso sexual aberto por duas ex-alunas de seu curso de interpretação, Sarah Tither-Kaplan e Toni Gaal. As partes se acertaram em fevereiro deste ano, mas os documentos só se tornaram públicos nesta quarta (30/6), revelando que ele ofereceu US$ 2,2 milhões de indenização. Pelo acordo proposto, Sarah Tither-Kaplan receberá US$ 670.500, enquanto Toni Gaal ficará com US$ 223.500. Além disso, os demais estudantes do curso de Franco, que também entraram como partes na ação, dividirão os US$ 1,3 milhão restantes. A proposta ainda precisa ser submetida à aprovação de um juiz de Los Angeles para o encerramento do processo, que alega que todas as alunas de Franco na Studio 4 Film School em Nova York e Los Angeles foram vítimas de fraude. O curso seria uma desculpa para exploração sexual, onde Franco supostamente forçava suas alunas a realizar cenas de nudez e sexo diante das câmeras, no que as denunciantes descreveram como “cenário de orgia” durante as aulas. As acusadoras também alegaram que Franco levou os alunos a acreditar que ele daria papéis em seus filmes para aqueles que se sujeitassem a participar mais ativamente das “aulas” desinibidas. Tither-Kaplan começou a denunciar a má conduta sexual de Franco no início de 2018, depois que ele venceu um Globo de Ouro por seu papel em “O Artista do Disastre”. Ela também foi uma das cinco mulheres que apresentaram acusações contra o ator em um artigo publicado em janeiro de 2018 no Los Angeles Times. Na época, até a atriz Ally Sheedy, estrela do clássico adolescente “Clube dos Cinco” (1985), manifestou-se com tuítes sobre supostos abusos de Franco, mas os apagou e não quis comentar mais sobre o assunto. “James Franco acaba de ganhar. Por favor, nunca me perguntem por que eu deixei a indústria de cinema/TV”, ela escreveu, enigmaticamente, acrescentando: “Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. Graças à repercussão das denúncias, o ator acabou ficando fora do Oscar, mesmo sendo considerado forte candidato pelo desempenho em “O Artista do Disastre”. Após o surgimento das acusações, James Franco só atuou nas temporadas finais da série “The Deuce”, que ele já estrelava quando o escândalo veio à tona. Com o fim da série em 2019, ele vem se mantendo fora dos holofotes.

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    Bill Cosby é solto após três anos de prisão

    30 de junho de 2021 /

    O comediante Bill Cosby foi solto da prisão nesta quarta (30/6), após decisão da Suprema Corte da Pensilvânia de anular sua condenação por agressão sexual. Ele foi acusado de abuso por mais de 60 mulheres, entre os anos 1960 a 2000. A libertação caiu como uma bomba na mídia e nas redes sociais dos EUA. Cosby foi colocado em liberdade por um detalhe técnico. A Suprema Corte estadual considerou que o promotor original do processo, Bruce Castor, prometeu que Cosby não seria processado, por isso o comediante admitiu ter dado drogas para mulheres com quem queria ter relações sexuais. Seus advogados mais tarde argumentaram que ele entendeu mal a pergunta e desde então passaram a negar qualquer delito. O problema é que os sucessores de Castor na promotoria distrital decidiram retomar processo após o depoimento com a admissão de culpa se tornar público. Isto levou a dois julgamentos, com o segundo resultado numa condenação a 10 anos de prisão, em 2018. Mas os advogados de Cosby argumentaram que o caso não poderia ser julgado, devido à promessa do promotor inicial. Após três anos de prisão, o tribunal superior finalmente concordou com eles. “Sustentamos que, quando um promotor faz uma promessa incondicional de não processar, e quando o réu confia nessa garantia em detrimento de seu direito constitucional de não testemunhar, o princípio da justiça fundamental que sustenta o devido processo legal em nosso sistema de justiça criminal exige que a promessa seja cumprida”, afirma a decisão do tribunal que soltou Cosby. Cosby foi a primeira grande figura pública a ser julgada e condenada graças ao movimento #MeToo.

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    Jaimie Alexander entra na adaptação dos quadrinhos de “Red Sonja”

    14 de junho de 2021 /

    A atriz Jaimie Alexander, que interpreta a guerreira Sif nos filmes de Thor, entrou em outra adaptação de quadrinhos da Marvel. Ela postou uma imagem do roteiro de “Red Sonja” em seu Instagram, indicando a novidade – “Apenas uma leitura leve para o meu voo”, diz o texto que acompanha a foto. Jaimie Alexander será a segunda atriz da Marvel confirmada no filme, mas não teve seu papel revelado. Hannah John-Kamen, que viveu a vilã Fantasma em “Homem-Formiga e a Vespa”, viverá a personagem-título. Há anos em desenvolvimento na Millennium Films, a produção será dirigida por Joey Soloway, que era conhecida como Jill Soloway quando criou a série sobre transexualidade “Transparent”. Ela substitui o cineasta Bryan Singer no projeto, afastado após ser acusado de assédio sexual e ganhar fama de irresponsável pelo abandono das filmagens de “Bohemian Rhapsody” antes do fim. Além de dirigir, Soloway assina o roteiro em parceria com Tasha Huo, responsável pela vindoura série de animação de “Tomb Raider” para a Netflix. “Red Sonja” habita o mesmo universo hiboriano de Conan, o Bárbaro, mas a guerreira não é uma criação literária de Robert E. Howard como o herói cimério. Red Sonja é uma personagem de quadrinhos, concebida pelo escritor e editor Roy Thomas, o substituto de Stan Lee na Marvel, como coadjuvante de Conan em 1973. Thomas se inspirou em diferentes personagens femininas de Howard – como a pirata Red Sonya de Rogatino – , mas sua criação é original e também teve grande contribuição dos desenhistas Barry Windsor-Smith e Esteban Maroto. O segundo foi quem, mais tarde, desenhou o famoso biquíni de metal vestido pela heroína. Sua história pode ser resumida com o texto usado por Roy Thomas para introduzi-la nos anos 1970: “Cerca de 12 mil anos atrás, nos mesmos dias em que Conan da Ciméria caminhava sobre a Terra, surgiu Sonja, a guerreira hirkaniana de cabelos cor de fogo. Forçada a abandonar sua nação por ter assassinado um rei, ela fugiu para o leste… Onde tornou sua espada uma lenda e imortalizou seu nome em todos os reinos hiborianos”. Os leitores se apaixonaram e a coadjuvante acabou promovida a protagonista de sua própria revista, que durou de 1975 a 1986. Vale observar que uma personagem com o mesmo nome voltou aos quadrinhos em 2005, editada pela Dynamite Comics. Mas não é a mesma heroína e sim uma parente distante da Red Sonja original. Não está claro, porém, qual das duas versões vai virar filme, já que a produção não é da Marvel. O projeto de filmar Red Sonja começou a tomar corpo em 2008, quando o cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) escalou sua então namorada Rose McGowan (“Planeta Terror”) como a guerreira. Ilustrações da atriz no biquíni de bolinhas metálicas chegaram a ser divulgadas numa Comic-Con, mas o casal brigou e McGowan virou bruxa, literalmente, em “Conan, o Bárbaro” (2011). Rodriguez tentou manter o filme em pé com Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) no papel principal. Mas a Millennium preferiu recomeçar do zero, contratando Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider”) como diretor e Amber Heard (“3 Dias para Matar”) como Sonja. Os planos previam começar as filmagens logo após o lançamento de “Conan”, estrelado por Jason Momoa, mas não levaram em conta a possibilidade de fracasso daquele filme. Isto aconteceu e aquela encarnação de Red Sonja foi fulminada. Uma ironia é que, anos depois, Amber Heard e Jason Momoa foram fazer par em “Liga da Justiça” e “Aquaman”. A Millennium chegou a se animar com a possibilidade de Bryan Singer comandar o filme, oferecendo uma fortuna para o diretor dos longas dos “X-Men” ajudar a lançar outra franquia de quadrinhos. Por isso, a contratação de Soloway representou uma reviravolta completa para a produção, já que a personagem, que luta em trajes mínimos, é uma musa de fantasias adolescentes masculinas. Soloway é conhecida por trazer uma forte perspectiva feminina e por abordar gênero e inclusão em seus projetos. A primeira mudança de sua abordagem foi a contratação de uma atriz negra para o papel da famosa ruiva de pele pálida e cabelos cor de fogo. Hannah John-Kamen não pode ser mais diferente da dinamarquesa Brigitte Nielsen, a primeira intérprete da heroína nas telas – em “Guerreiros de Fogo”, de 1985. Mas, por outro lado, já provou ter grande capacidade física para cenas de ação. Quem não tem a menor experiência no gênero é a própria Soloway. Além de criar “Transparent” e a já cancelada “I Love Dick”, ambas na plataforma da Amazon, ela possui apenas um longa-metragem em seu currículo de direção: “As Delícias da Tarde” (2013), uma comédia indie em que uma dona de casa estabelece amizade com uma adolescente dançarina de striptease. A nova “Red Sonja” ainda não tem previsão de estreia.

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