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    Diretor de Guardiões da Galáxia diz que alertava sobre James Toback há 20 anos

    22 de outubro de 2017 /

    O diretor James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) veio a público afirmar que conhecia a reputação de James Toback, acusado neste domingo (22/10) de assédio sexual por quase 40 mulheres. Num post de seu Facebook, o cineasta da Marvel afirmou que, durante 20 anos, alertou outras pessoas sobre o comportamento do cineasta. Gunn contou que conheceu pessoalmente “pelo menos 15 mulheres” assediadas pelo diretor, que foi denunciado pelas vítimas em uma reportagem publicada pelo jornal Los Angeles Times. Uma, inclusive, era de sua família. “É importante dizer que não testemunhei nada disso”, escreveu Gunn. “Mas as histórias são tão estranhamente semelhantes, e as escutei repetidas vezes de algumas das pessoas em quem eu mais confio no mundo, e sei que as chances delas serem falsas … bem, seria simplesmente impossível”. “Quando eu morava em Nova York, na década de 1990, esse cara estava em todos os lugares”, relata Gunn. “Eu pessoalmente conheci pelo menos 15 mulheres, provavelmente mais, que dizem terem sido abordadas por ele em Nova York. Ele basicamente chegava e dizia: ‘Oi, sou James Toback e sou um diretor famoso, e sinto que existe uma conexão entre nós’. Então ele lhes mostra algum artigo sobre ele mesmo ou algum documento para provar que era quem dizia, e então tentava as convidava para ir a outro lugar com ele”. O cineasta revelou sua proximidade com as vítimas. “Ele fez isso com três garotas que eu namorei, duas das minhas melhores amigas e uma mulher da minha família… duas vezes. Sim, ele a abordou duas vezes com a mesma cantada idiota, sem perceber que era a mesma pessoa. Isso sem falar nas muitas outras mulheres com quem conversei em festas ou jantares sobre as interações delas com Toback”, escreveu. Sabendo disso, Gunn então começou a alertar outras pessoas a respeito do colega. “Eu fiz o que podia fazer no meu estado impotente: há 20 anos, venho falando de James Toback sempre que posso quando estou em um grupo de pessoas. Não podia impedi-lo, mas podia alertar as pessoas sobre ele”. Segundo as denúncias do Los Angeles Times, Toback atraía jovens atrizes que sonhavam em trabalhar em Hollywood e começava a usar uma linguagem de conotação sexual sob a desculpa de ser para um papel em um de seus filmes. Em seguida, ele começava a se masturbar na frente delas. Depois de publicar a mensagem no Facebook, Gunn respondeu a alguns comentários. E revelou conhecer outros assediadores. “Sim, conheço mais uns dois. Mas não tenho tanta informação sobre eles como tinha em relação a Toback, então não posso colocar as coisas aqui no Facebook (alguém me lembrou que eu postei sobre o Toback anos atrás, quando eu estava um pouco menos susceptível a processos do que estou agora). Mas me encontre em qualquer lugar e eu vou te dizer quem são”. Veja a íntegra do post original abaixo. When I lived in New York, in the 'nineties, this dude was EVERYWHERE. I have personally met at least FIFTEEN WOMEN,… Publicado por James Gunn em Domingo, 22 de outubro de 2017

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    Cineasta James Toback é acusado de abuso sexual por quase 40 aspirantes a atriz

    22 de outubro de 2017 /

    O diretor e roteirista James Toback, indicado ao Oscar pelo roteiro de “Bugsy” (1991), segue o produtor Harvey Weinstein num novo escândalo de abuso sexual em Hollywood. Quase 40 mulheres o denunciaram numa reportagem do jornal Los Angeles Times, relatando assédios desde a década de 1980. Segundo o Los Angeles Times, algumas das mulheres procuravam trabalho na indústria do entretenimento no momento dos incidentes, mas também houve relatos de mulheres que Toback se aproximava. 31 das vítimas se identificaram na reportagem, detalhando diversas ocasiões em que Toback lhes fez sugestões obscenas, conduziu conversas em território sexualmente explícito ou esfregou-se contra elas até ejacular em suas calças ou em seus corpos. “Do jeito que ele apresentou a situação, era como: ‘É assim que as coisas são feitas'”, disse a atriz Adrienne LaValley sobre um encontro no quarto de hotel de 2008 que terminou com Toback tentando esfregar sua virilha contra sua perna. Quando ela recuou, ele se levantou e ejaculou em suas calças. “Eu me senti como uma prostituta, um enorme desapontamento para mim, meus pais, meus amigos. E eu merecia não contar a ninguém “. Embora Toback não seja um nome amplamente reconhecido fora da comunidade de cinema, ele produziu, dirigiu e escreveu muitos filmes com atores proeminentes como James Caan, Robert Downey Jr. e Mark Wahlberg, e conseguia impressionar as mulheres que pensavam estar fazendo uma boa conexão na indústria. Terri Conn tinha 23 anos e atuou na telenovela “As the World Turns” quando, segundo ela, Toback se aproximou dela na rua. Querendo atuar em um filme independente, Conn concordou em se encontrar com o Toback no Central Park para discutir um projeto. Uma vez lá, Conn informa que Toback disse a ela que a melhor maneira de conhecer alguém é ver sua alma, o que é melhor alcançado ao olhar para os olhos enquanto experimentavam orgasmo. Nesse ponto, Conn disse que se ajoelhou na frente dela e começou a se esfregar em sua perna enquanto olhava nos olhos dela. “Fiquei chocada e congelada e não sabia o que fazer”, disse Conn. “Eu pensei que, se eu resistisse, poderia piorar. Ele poderia me dominar”. Ele rapidamente ejaculou, levantou-se e pediu-lhe para se encontrar para um jantar mais tarde para continuar a falar do projeto. Conn nunca mais o viu. Outras mulheres nomeadas na matéria do Times incluem Starr Rinaldi, Louise Post, Karen Sklaire, Anna Scott, Echo Danon, Sari Kamin e Chantal Cousineau. Todos relataram incidentes em que experimentaram alguma forma de assédio de Toback. Kamin compartilhou sua experiência nas redes sociais, revelando que tinha 23 anos em 2003 quando conheceu o diretor em um Kinko’s. Ele mostrou seu cartão da Academia e falou sobre o filme “Uma Paixão Para Duas” (1997). Intrigada, ela o encontrou várias vezes para o jantar. Cada vez, ele aludia a um “tipo de conexão que precisaria experimentar com suas atrizes”. Ela elaborou: “Ele nunca definiu exatamente o que era essa conexão, mas meu medo do que isso poderia significar fazia meu estômago doer”. Eventualmente, Toback pediu-lhe para acompanhá-lo para um quarto de hotel. Kamin concordou, pensando que se “pudesse passar por essa parte, então iria estar em um filme e seria uma atriz bem-sucedida”. No hotel, Toback teria pedido que ela tirasse suas roupas, dizendo que precisava saber se ela poderia lidar com cenas sexuais. Apesar de sentir-se desconfortável, Kamin começou a se despir, mas de repente Toback começou a se esfregar na virilha dela. Ela perguntou se ele estava tentando gozar e ao ter confirmação, pegou as roupas e saiu correndo. Este relato veio à tona antes da publicação da reportagem do Los Angeles Times, o que levou a revista Variety a procurar o cineasta. Antes do surgimento de novas denúncias, ele negou que tivesse se comportado de forma inapropriada, se disse vítima de calúnia e ainda afirmou que nem sequer conhecia sua acusadora. “Isso é totalmente angustiante para mim”, disse ele. “Nunca ouvi falar dessa mulher e é totalmente difamatório inventar essa acusação. Tenho 72 anos, mas não tenho Alzheimer e não tenho dificuldade em lembrar as coisas com grande detalhe”. Ele descreveu as acusações como “grotescas”, acrescentando: “Eu condeno totalmente o comportamento que ela retrata e nunca sonharia com a substância ou as especificidades das ações que ela descreveu”. “É um momento ruim para dizer essas coisas, porque se espera que acusações como esta gerem simpatia, mas não se deve ter simpatia por difamação, calúnia e mentiras. Embora seja simpatizante do conceito de ‘#metoo’, receio que isso não seja usado apenas para expressar raiva e queixa legítimas, mas também calúnias inventadas”. As alegações acontecem na sequência do escândalo de Harvey Weinstein, em que um número semelhante de mulheres denunciou um padrão de assédio sexual de décadas. A diferença é que as atrizes assediadas por Weinstein eram famosas. A maioria das que agora denunciam Toback não conseguiram seguir na carreira. Entre as atrizes famosas que Toback dirigiu, encontram-se Sienna Miller, Heather Graham, Molly Ringwald, Sarah Michelle Gellar, Neve Campbell, Joey Lauren Adams, Ornella Muti, Nastassja Kinski e a top model Claudia Schiffer. Nenhuma ainda se manifestou a respeito do escândalo.

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    Bob Weinstein, irmão de Harvey, é acusado de assédio sexual

    18 de outubro de 2017 /

    Após condenar publicamento o comportamento do irmão e ex-sócio Harvey Weinstein, envolvido num escândalo de abuso sexual que atravessa décadas, o produtor Bob Weinstein também foi acusado de conduta imprópria. Amanda Segel, showrunner da série “The Mist”, produzida pela The Weinstein Company para o canal pago americano Spike, afirmou que Bob fez diversas investidas contra ela em ambiente de trabalho e a convidou para jantares privados. O assédio começou no meio do ano passado e continuou por três meses até o advogado de Amanda, David Fox, informar aos executivos da TWC que ela deixaria a produção da série se Bob Weinstein não parasse de procurá-la para fins pessoais. A informação foi divulgada na terça-feira (17/10) pela revista Variety, que entrevistou a produtora. “Dizer ‘não’ deveria ser o bastante”, disse Amanda Segel para a publicação. “Depois do ‘não’, qualquer pessoa que te chamou para sair deveria seguir sua vida. Bob continuou a insistir que ele queria ter uma amizade comigo. Ele não queria ter uma amizade. Ele queria mais do que isso. Minha esperança é que ‘não’ seja o suficiente a partir de agora”. Um representante de Bob Weinstein emitiu uma nota negando que ele tenha tido qualquer comportamento inapropriado. “Bob jantou com a senhorita Segel em Los Angeles, em junho de 2016. Ele nega qualquer alegação de que tenha se comportado inapropriadamente durante ou depois do jantar. É muito lamentável que qualquer reclamação do tipo tenha sido feita”, disse a nota. A acusação acontece no momento em que Bob Weinstein tenta salvar o estúdio, que enfrenta adiamento de estreias de cinema e cancelamento de produções de séries, em meio a uma debandada geral de executivos e funcionários, causada pelas acusações diárias feitas por vítimas de Harvey Weinstein nas últimas quatro décadas. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.

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    Funcionária de Harvey Weinstein revela bastidores da rotina de abuso sexual do produtor

    18 de outubro de 2017 /

    Uma das assistentes de Harvey Weinstein, usada para acobertar casos de assédio do produtor, contou detalhes de seu trabalho em entrevista ao jornal inglês The Guardian, após várias atrizes revelarem cumplicidade das funcionárias do produtor em atos de abuso. As atrizes denunciaram que as assistentes as convidavam para reuniões e participavam do começo delas, mas logo arranjavam uma desculpa para sair, deixando executivo sozinho para assediá-las. “Ele nos usava para parecer menos predatório”, confirmou a mulher, que não quis se identificar e trabalhou como assistente de Weinstein em Londres nos últimos cinco anos. “Era uma relação abusiva em todos os níveis”. Segundo ela, tudo era “muito mais complicado” do que podia aparecer. “Nós não estávamos seguras também”. A ex-assistente de Weinstein contou que ela e outras ex-colegas também foram vítimas dos abusos do patrão, que as “explorava e manipulava”, deixando algumas “severamente traumatizadas”. Ela alegou que a equipe do produtor era forçada a fazer tarefas degradantes e humilhantes para encobrir os atos dele. “Você acha que vai conseguir essa carreira ilustre. Você realmente quer acreditar que vai ter sucesso. Ele se aproveita disso. Ele se aproveita de pessoas jovens e vulneráveis, a quem ele pode manipular”, disse ela. Embora tenha sido contratada como assistente de negócios, para trabalhar em desenvolvimento e aquisições de projetos, a ex-assistente frequentemente era obrigada a fazer trabalho de assistente pessoal de Weinstein. “Sexo era uma parte diária do meu trabalho para ele. Ela sobre facilitá-lo de muitas maneiras. Era realmente nojento”, disse ela, que foi encarregada de manter mulheres com quem Weinstein dormiu longe da então mulher do produtor, a estilista Gerogina Chapman, da grife Marchesa, em eventos. A mulher tentou justificar sua participação nos casos explicando que muitas das funcionárias de Weinstein, incluindo ela própria, não sabiam que estavam encobrindo casos de abuso sexual e estupro. “Ele manipulou todo mundo em seu caminho com um único propósito: o sexo”, disse ela. “É horrível. Eu deveria ter ido embora. Eu deveria ter dito alguma coisa (…) Aquilo era abuso de poder. Elas (as jovens atrizes em busca de oportunidades de trabalho) achavam que fossem tirar algo daquilo”. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica. Ele também deve enfrentar um processo criminal.

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    Lena Headey conta ter chorado após sofrer assédio de Harvey Weinstein

    17 de outubro de 2017 /

    Intérprete da poderosa rainha Cersei de “Game of Thrones”, Lena Headey passou por uma experiência terrível de impotência na carreira, ao ser assediada por Harvey Weinstein. Ele compartilhou sua história no Twitter nesta terça-feira (17/10), revelando como ele abusava da sua posição para se aproximar das atrizes, além de mencionar ter sofrido bullying do diretor Terry Gilliam. Em uma série de tuítes, ela conta que conheceu Weinstein no Festival de Veneza. “’Os Irmãos Grimm’ estava passando lá (e durante a filmagem eu fui submetida a um bullying interminável por parte do diretor Terry Gilliam). Em certo momento, Harvey me pediu ir com ele até a água, eu fui com ele e ele parou e fez um comentário sugestivo, um gesto. Eu só levei na brincadeira, estava genuinamente chocada. Eu me lembro de pensar ‘tem que ser piada’. Disse alguma coisa como ‘Qual é, cara? É como beijar meu pai. Vamos pegar um drinque, voltar para o grupo’. Nunca participei de outro filme da Miramax”. O segundo encontro aconteceu em Los Angeles, anos depois, e foi bem mais sério. Lena foi convidada por Harvey para um café da manhã e disse acreditar que, após ela ter dito “não” de forma clara, ele “respeitaria seus limites” e trataria de uma proposta de trabalho. “Ele fez algumas perguntas sobre a minha vida amorosa. Eu mudei o assunto para algo menos pessoal. Então, ele foi ao banheiro. Ao voltar, disse ‘vamos até o quarto, eu quero te entregar um roteiro’. Nós entramos no elevador e a energia mudou. Meu corpo todo entrou em estado de alerta. O elevador estava subindo e eu disse ‘não estou interessada em nada além de trabalho, por favor não pense que eu entrei aqui por qualquer outra razão, nada vai acontecer’. Eu não sei o que me levou a falar naquele momento, só tive uma grande sensação de ‘não chegue perto de mim’”. Ela descreveu que Weinstein mudou rapidamente após ter-lhe dito aquilo. “Ele ficou em silêncio, furioso. Nós saímos do elevador e fomos até o quarto dele. A mão dele estava nas minhas costas, ele estava me conduzindo, sem dizer uma palavra, me senti completamente impotente. A chave dele não funcionou, então ele ficou muito bravo. Ele me levou de volta ao elevador e depois até o valet, segurando firme no meu braço. Ele pagou o meu carro e sussurrou no meu ouvido ‘não conte sobre isso para ninguém, nem o seu empresário, nem o seu agente.’ Eu entrei no meu carro e chorei”. Não havia roteiro, nem proposta de trabalho. pic.twitter.com/o1U06krn0q — lena headey (@IAMLenaHeadey) October 17, 2017 pic.twitter.com/QzS7EweJGe — lena headey (@IAMLenaHeadey) October 17, 2017 pic.twitter.com/VXzLNwT2yO — lena headey (@IAMLenaHeadey) October 17, 2017 pic.twitter.com/gX2cL6PyQN — lena headey (@IAMLenaHeadey) October 17, 2017

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    Jennifer Lawrence diz ter ficado nua para produtores que a consideravam “gorda”

    17 de outubro de 2017 /

    A atriz Jennifer Lawrence denunciou outro tipo de abuso que sofreu no começo da sua carreira. No mesmo evento da revista Elle em que Reese Witherspoon revelou ter sido assediada aos 16 anos por um diretor, a estrela da franquia “Jogos Vorazes” contou ter passado por um “teste de elenco” em que precisou ficar nua para produtores de cinema que a consideravam “gorda”. Vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida”, Lawrence detalhou sua experiência difícil e o abuso sofrido por não se ajustar aos padrões de “100% massa magra” da indústria. “Quando eu estava começando, um produtor me disse para perder pelo menos 6 quilos em duas semanas”, ela contou, segundo relato do site Deadline. “Ao mesmo tempo, outra produtora, uma mulher, me fez ficar nua e perfilar ao lado de outras cinco mulheres que eram muito mais magras do que eu”. “Depois dessa experiência humilhante que se passou por um teste de elenco, a produtora me disse que eu deveria usar fotos de mim mesma nua como motivação para emagrecer. E então um outro produtor que estava presente disse que não me achava gorda – pelo contrário, que eu era ‘perfeitamente comível’”, relatou. “Eu deixei que eles me tratassem daquela maneira porque achei que precisava, pela minha carreira. Ainda estou aprendendo que não preciso sorrir quando um homem faz com que eu me sinta desconfortável. Todo ser humano deveria ter o poder de ser tratado com respeito”, completou.

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    Reese Witherspoon revela ter sido abusada por um diretor quando tinha 16 anos

    17 de outubro de 2017 /

    A atriz Reese Witherspoon revelou também ter sofrido agressões e assédios sexuais em diversas ocasiões de sua carreira, que iniciaram quando ela tinha apenas 16 anos. Naquela ocasião, o abuso foi cometido por um diretor, ela contou, durante um evento da revista Elle, em que aproveitou para demonstrar que o problema não é restrito a Harvey Weinstein, mas – como insinuou a cantora Björk – disseminado na indústria cinematográfica. “Tive múltiplas experiências de assédio e agressões sexuais e eu não falo sobre elas com muita frequência”, disse a atriz, ao tornar público o que sofreu. Ela confessou ter tido noites mal dormidas depois que outras mulheres começaram a colocar em evidência tudo aquilo que passaram no trabalho, porque, segundo ela, o silêncio diante do que sofreu era tido como o melhor caminho para manter-se na indústria cinematográfica. “Eu sinto desgosto de verdade pelo diretor que me agrediu quando eu tinha 16 anos e raiva dos agentes e produtores que me fizeram sentir que o silêncio era uma condição do meu emprego”, acusou Reese, que tem em seu currículo o Oscar de Melhor Atriz por seu papel no filme “Johnny e June” (2005). “Depois de ouvir todas essas histórias nos últimos dias e ouvir essas mulheres corajosas se abrirem sobre coisas que nós ouvimos que devemos esconder debaixo do tapete e não falar sobre elas, isso me deixou com vontade de falar. E falar alto. Porque eu, na verdade, me senti menos sozinha nesta semana do que eu me senti em toda minha carreira”. Muitas atrizes, como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Kate Beckinsale e Rose McGowan alegaram terem sofrido assédio do produtor Harvey Weinstein. Outras ainda o acusaram de estupro. Após a grande repercussão das denúncias, outras contaram vivências traumáticas provocadas por homens. America Ferrera, por exemplo, revelou no Instagram uma agressão sexual aos 9 anos. “Essa foi uma semana realmente muito difícil para as mulheres em Hollywood, para as mulheres em todo o mundo, e muitas situações e muitas indústrias são forçadas a lembrar e reviver muitas verdades tenebrosas. Eu tenho minhas próprias experiências, que voltaram a minha mente de forma muito vívida. Tenho tido muita dificuldade para dormir, para pensar, para falar sobre os sentimentos que tenho tido de ansiedade, pensando sobre honestidade, e a culpa por não ter revelado antes. Você só pode se curar ao contar a verdade”, afirmou Reese.

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    Björk reafirma abuso sexual de Lars von Trier e dá detalhes

    17 de outubro de 2017 /

    Após o diretor Lars von Trier negar ter assediado Björk durante as filmagens de “Dançando no Escuro” (2001) e seu produtor dizer que as vítimas do episódio tinham sido eles, pelos problemas enfrentados com a cantora, ela voltou ao Facebook para dar mais detalhes, listados como tópicos. Ainda sem nomear o “diretor dinamarquês” que a assediou sexualmente, Björk contou algumas das propostas indecentes que ouviu, descreveu explosões de raiva por se recusar e relatou mais fatos que reforçam se tratar de von Trier – como a entrevista de 2000 à revista Q, em que o cineasta disse que ela teria rasgado e comido pedaços de uma camiseta. “É extremamente difícil vir a público contar algo dessa natureza, especialmente quando se é imediatamente ridicularizada pelos abusadores”, acrescentou Björk, numa referência direta à entrevista de Trier e o produtor Peter Aalbaek. “Simpatizo plenamente com todos os que hesitam, mesmo durante anos. Mas sinto que é a hora certa, especialmente agora, quando se pode causar uma mudança”, ela escreveu, antes de detalhar o que disse “acreditar se enquadrar como assédio sexual”. Leia abaixo os tópicos listados por Björk: “1. Depois de cada take, o diretor corria em minha direção e me envolvia com seus braços por longos períodos, na frente de toda a equipe ou mesmo sozinho, e me acariciou algumas vezes contra a minha vontade. 2. Quando, após dois meses disso, eu disse que ele deveria parar de me tocar, ele explodiu e quebrou uma cadeira na frente de todos no set. Como se ele sempre tivesse tido a permissão de acariciar suas atrizes. Então, todos nós fomos mandados para casa. 3. Durante todo o processo de filmagens, ouvi dele ofertas sexuais sussuradas constantes, assustadoras, paralisantes e não-solicitadas, com descrições gráficas, às vezes de como a mulher dele ficaria de pé ao nosso lado. 4. Enquanto filmávamos na Suécia, ele ameaçava subir da sacada de seu quarto para o meu no meio da noite, com uma clara intenção sexual, enquanto sua mulher estava no quarto ao lado. Eu escapei para o quarto de um amigo. Isso foi o que finalmente me despertou para a severidade da situação e me fez defender meu terreno. 5. Histórias fabricadas na imprensa pelo produtor dele, falando que eu era uma pessoa difícil. Isso combina lindamente os métodos e o bullying de (Harvey) Weinstein. Eu nunca comi uma camiseta. Nem sei se isso é possível. 6. Eu não concordei ou me conformei em ser assediada sexualmente. Isso foi retratado como se eu fosse difícil. Se ser difícil é se recusar a ser tratada dessa maneira, eu aceito (a alcunha)”.

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    Lars von Trier nega ter assediado Björk e elogia sua atuação em Dançando no Escuro

    16 de outubro de 2017 /

    Após Björk relatar ter sofrido assédio de um “diretor dinamarquês” durante a produção de um filme, Lars von Trier resolveu se pronunciar. Embora a cantora islandesa não tenha citado nomes, ele foi o único cineasta dinamarquês com quem a cantora trabalhou em sua curta carreira como atriz, no filme “Dançando no Escuro” (2000). Em entrevista ao jornal dinamarquês Jyllands-Posten, o cineasta negou ter assediado a cantora. “Não foi o caso. Embora não tivéssemos nos entendido, isso é um fato… ela entregou uma das maiores performances dos meus filmes”. Coprodutor de “Dançando no Escuro” e sócio de Von Tier na produtora Zentropa, Peter Aalbaek Jensen defendeu o cineasta e até alfinetou a cantora. “Pelo que eu me lembro, nós (Lars e eu) é que éramos vítimas. Aquela mulher era mais forte que Lars, eu e nossa empresa juntos”, disse ele, numa declaração que está tendo repercussão negativa nas redes sociais. “Dançando no Escuro” ganhou a Palma de Ouro e deu a Björk o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. Mas o conflito entre o diretor e a cantora não era segredo. Durante as filmagens, ela ameaçou várias vezes deixar a produção, o que lhe rendeu fama de “difícil”. Ela nunca mais protagonizou nenhum longa-metragem. Em um texto publicado em seu Facebook no fim de semana, a cantora buscou contextualizar a experiência pelo prisma do escândalo sexual que maculou a carreira de Harvey Weinstein. “Me senti inspirada pelas mulheres de todo a parte, que estão falando sobre suas experiências online. Isso me fez sentir vontade de contar minha experiência com um diretor dinamarquês”, ela escreveu. “Venho de um país onde a diferença entre os sexos é a menor do mundo, apesar de ainda existir. E vinha de uma posição estabelecida no mundo da música com uma independência muito merecida. Mas ficou extremamente claro para mim quando entrei na carreira de atriz que a humilhação e o assédio sexual eram a norma, diante de uma equipe de dezenas que permitiu e encorajou o diretor. Tive ciência que era um consenso universal que um diretor poderia tocar e assediar suas atrizes à vontade, porque a instituição do cinema permitia”, ela desabafou. “Quando repeli o diretor, ele ficou deprimido e me puniu, criando uma ilusão para toda a equipe ao me rotular como ‘a difícil’. Por conta da minha força, da minha incrível equipe e porque eu não tinha grandes ambições no meio da atuação, eu deixei essa profissão de lado e me recuperei desse episódio com o passar dos anos. Mas eu temo que outras atrizes, trabalhando com este mesmo homem, não tenham conseguido. O diretor estava totalmente ciente desse jogo e tenho certeza que o filme que ele fez posteriormente foi baseado em sua experiência comigo, porque fui a primeira que não se deixou assediar por ele”. Lars von Trier filmou em seguida Nicole Kidman em “Dogville” (2003) e a atriz não quis retornar para a sequência, “Manderlay” (2005). Em compensação, Charlotte Gainsbourg estrelou os últimos três longas do diretor, “Anticristo” (2009), “Melancolia” (2011) e “Ninfomaníaca” (2013), este dividido em duas partes. Ela também venceu o troféu de Melhor Atriz em Cannes (por “Anticristo”), assim como Kirsten Dunst, sua colega em “Melancolia”.

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    Woody Allen considera escândalo sexual de Harvey Weinstein “trágico”, mas teme “caça às bruxas”

    15 de outubro de 2017 /

    Em entrevista publicada pela BBC neste domingo (15/10), o diretor Woody Allen declarou estar “muito triste” com as acusações de assédio sexual contra Harvey Weinstein, com quem chegou a trabalhar nos anos 1990. Mas apesar de considerar trágico para as vítimas, ele teme que o escândalo inicie uma caça às bruxas em Hollywood. “Toda essa coisa com Harvey é muito triste para todos os envolvidos”, disse Woody. “Trágico para as pobres mulheres envolvidas, e triste para Harvey que teve toda a sua vida arruinada. Não há vencedores nisso, é apenas muito, muito triste e trágico”, ele afirmou. A lista de filmes que Allen rodou para a Miramax, antiga empresa de Weinstein, inclui “Poderosa Afrodite” (1995), estrelado por Mira Sorvino, uma das atrizes que denunciou o produtor por abuso. Mas o diretor garante nunca ter ouvido nenhum tipo de acusação a respeito do comportamento de Weinstein. “Ninguém jamais veio até mim contar histórias horrorosas com qualquer seriedade”, ele disse, antes de minimizar. “E também não iriam, porque você não está interessado nisso. Você está interessado em fazer seu filme. Mas você ouve um milhão de rumores fantásticos o tempo todo. E alguns se revelam verdadeiros e alguns – muitos – são apenas histórias sobre essa atriz ou aquele ator”, declarou. Allen conhece escândalos sexuais de perto, após ter sido denunciado pela ex-mulher Mia Farrow de ter molestado a própria filha, Dylan. Por sinal, seu filho Ronan Farrow foi o autor da reportagem da revista New Yorker que apresentou as primeiras vítimas de estupro de Weinstein. Há dois anos, Ronan também escreveu um artigo na revista The Hollywood Reporter questionando o silêncio da imprensa sobre as acusações que pesam contra o próprio pai, que teria abusado de Dylan quando ela tinha 7 anos, no começo dos anos 1990. O caso foi tema de um julgamento de custódia durante a separação do diretor e, após a opinião pública se voltar contra Allen, sua equipe legal virou o jogo, deixando mal Mia Farrow, acusada de mentir e ensaiar os próprios filhos para se vingar do ex. Recentemente, a atriz insinuou que Ronan não era filho legítimo de Allen, mas de Frank Sinatra. Agora, o diretor teme uma “atmosfera de caça às bruxas”. “Você não vai querer entrar numa atmosfera de caça às bruxas, uma atmosfera de Salem, onde qualquer cara que pisca para um garota em seu escritório de repente tem que ligar para seu advogado para se defender”, declarou. “Isso também não é certo. Mas claro, eu espero que tudo isso transforme em benefício para as pessoas ao invés de apenas uma história trágica”.

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    Björk revela ter sofrido assédio sexual de “diretor dinamarquês” durante filmagens

    15 de outubro de 2017 /

    A cantora Björk publicou um texto em seu Facebook, na tarde deste domingo (15/10), em que revela ter sido vítima de assédio sexual de um diretor dinamarquês. No texto, ela se diz inspirada pela onda de denúncias atuais – contra Harvey Weinstein – , mas não nomeia o responsável pelo ataque. Apesar disso, Björk só trabalhou com um diretor dinamarquês em sua pequena carreira como atriz: Lars von Trier, em “Dançando no Escuro”, de 2001. “Me senti inspirada pelas mulheres de todo a parte, que estão falando sobre suas experiências online. Isso me fez sentir vontade de contar minha experiência com um diretor dinamarquês”, escreveu Björk. “Venho de um país onde a diferença entre os sexos é a menor do mundo, apesar de ainda existir. E vinha de uma posição estabelecida no mundo da música com uma independência muito merecida. Mas ficou extremamente claro para mim quando entrei na carreira de atriz que a humilhação e o assédio sexual eram a norma, diante de uma equipe de dezenas que permitiu e encorajou o diretor. Tive ciência que era um consenso universal que um diretor poderia tocar e assediar suas atrizes à vontade, porque a instituição do cinema permitia”, ela desabafou. “Quando repeli o diretor, ele ficou deprimido e me puniu, criando uma ilusão para toda a equipe ao me rotular como ‘a difícil’. Por conta da minha força, da minha incrível equipe e porque eu não tinha grandes ambições no meio da atuação, eu deixei essa profissão de lado e me recuperei desse episódio com o passar dos anos. Mas eu temo que outras atrizes, trabalhando com este mesmo homem, não tenham conseguido. O diretor estava totalmente ciente desse jogo e tenho certeza que o filme que ele fez posteriormente foi baseado em sua experiência comigo, porque fui a primeira que não se deixou assediar por ele”. Björk foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Cannes pelo papel, mas nunca mais protagonizou nenhum filme. Já Lars von Trier filmou em seguida Nicole Kidman em “Dogville” (2003) e a atriz não quis retornar para a sequência, “Manderlay” (2005). Em compensação, Charlotte Gainsbourg estrelou os últimos três longas do diretor, “Anticristo” (2009), “Melancolia” (2011) e “Ninfomaníaca” (2013), este dividido em duas partes. Ela também venceu o troféu de Melhor Atriz em Cannes (por “Anticristo”), assim como Kirsten Dunst, sua colega em “Melancolia”.

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  • Série

    Oliver Stone é acusado de abuso e desiste de dirigir série da Weinstein Company

    14 de outubro de 2017 /

    O diretor Oliver Stone anunciou que desistiu de dirigir a série “Guantanamo”, produção da Weinstein Company sobre a prisão americana em Cuba, conhecida por abrigar terroristas. A decisão veio após o cineasta ser criticado por sua posição inicial a respeito do escândalo das denúncias de abuso sexual de Harvey Weinstein. Enquanto estava no Festival de Busan, na Coreia do Sul, Stone preferiu não comentar o caso, afirmando que aguardaria mais informações antes de se pronunciar. “Acredito que um homem não deveria ser condenado por um sistema de vigilância. Não é fácil o que ele está passando também. Ele era um rival e nunca trabalhei com ele. Já ouvi histórias horríveis de todo mundo nesse negócio, então não vou comentar. Vou esperar para ver, que é a coisa certa a fazer.” Após esta declaração, a ex-modelo da Playboy e atriz Carrie Stevens (“Rock Star”) foi ao Twitter revelar ter sido abusada pelo diretor. “Quando eu ouvi sobre Harvey, lembrei-me de Oliver passando por mim e agarrando os meus seios, enquanto saía de uma festa. Os dois são homens da mesma espécie”. Stevens deu mais detalhes à revista The Hollywood Reporter, afirmando que se tratava de uma festa na mansão do milionário Ted Field em homenagem a Stone, na época do filme “JFK” (1991), e que ela só compareceu para tentar se alegrar, porque seu namorado, o baterista da banda Kiss Eric Carr, tinha falecido recentemente. Nova naquele mundo, disse ter ficado sem ação quando Stone passou as mãos nos seus seios. Ela ainda acrescentou que, embora tenha posado para a Playboy, sempre se sentiu protegida e respeitada por Hugh Hefner. “Eu posso dizer que se Oliver tentasse agarrar os seios de alguém numa festa da Playboy, Hef teria mandados os seguranças lhe mostrar a porta da saída”. A revelação dessa história fez o cineasta mudar de tom, passando a condenar veemente a atitude de Weinstein. “Estive viajando nos últimos dias e não estava ciente de todas as mulheres que apoiaram a história original no New York Times. Depois de analisar o que foi relatado em muitas publicações nos últimos dias, estou consternado e elogio a coragem das mulheres que denunciaram abusos sexuais ou estupros”, Stone declarou. Além do pronunciamento, ele avisou que não participará de “Guantanamo”, que seria seu primeiro projeto televisivo e a primeira produção em que trabalharia com a Weinstein Company. “Não vou trabalhar na série enquanto a Weinstein Company estiver envolvida”, afirmou. “Guantanamo” tinha sido encomendado pelo canal pago Showtime, que ainda não se manifestou a respeito do destino da produção. Após o escândalo de Harvey Weinstein, a Apple e a Amazon cancelaram produções que estavam sendo desenvolvidas pela The Weinstein Company.

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  • Etc

    Léa Seydoux diz que Harvey Weinstein tentou beijá-la à força

    11 de outubro de 2017 /

    A atriz francesa Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”) escreveu um artigo para o jornal The Guardian em que conta sua experiência traumática com Harvey Weinstein. O relato é bastante similar ao feito por Cara Delevingne em seu Instagram, inclusive na participação de uma funcionária da The Weinstein Company na encenação, antes dos dois ficarem sozinhos e ele tentar abusá-la. “Nós nos encontramos no lobby de seu hotel”, escreveu Seydoux. “Sua assistente, uma jovem mulher, estava lá. Durante toda a noite, ele flertou e olhou para mim como se eu fosse um pedaço de carne. Ele agiu como se estivesse me considerando para um papel. Mas eu sabia que isso era uma besteira. Eu sabia disso, porque eu podia ver isso em seus olhos. Ele tinha um olhar luxurioso. Ele estava usando seu poder para fazer sexo. “Ele me convidou para entrar no quarto do hotel para tomar uma bebida. Subimos juntos. Era difícil dizer não, porque ele é tão poderoso. Todas as meninas têm medo dele. Em pouco tempo, a assistente dele saiu e ficamos só nós dois. Foi nesse momento que ele começou a perder o controle. “Nós estávamos falando no sofá quando ele de repente pulou sobre mim e tentou me beijar. Eu tive que me defender. Ele é grande e gordo, então eu tive que ser forte para resistir a ele. Saí de seu quarto, completamente desapontada. Mas não tinha medo dele. Porque eu sabia que tipo de homem ele era o tempo todo”. Seydoux também acrescentou: “Estive com jantares com ele, onde ele se gabou abertamente sobre as atrizes de Hollywood com que teve relações sexuais. Ele também me disse muitas coisas misóginas ao longo dos anos”. A atividade secreta do produtor de cinema de 65 anos como um predador sexual de jovens estrelas de cinema foi denunciada por uma reportagem do jornal The New York Times na semana passada e amplificada por novas denúncias, em particular o estupro sofrido por Asia Argento, revelado pela revista The New Yorker. Após estrelas famosas como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Ashley Judd, Rose McGowan, Rosanna Arquette e Mira Sorvino romperem o silêncio após 20 anos de abusos, estrelas mais jovens como Cara Delevingne e agora Léa Seydoux revelam que a situação foi perpetuada até recentemente, inclusive com a utilização de funcionários da produtora The Weinstein Company. Além disso, o produtor se gabava de seus atos inapropriados publicamente.

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