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    Mais uma figurante de Entourage acusa Jeremy Piven de abuso sexual

    23 de novembro de 2017 /

    Outra mulher está acusando Jeremy Piven de agressão sexual durante as gravações da série “Entourage”. Em uma denúncia publicada na noite de quarta-feira (22/11) pelo BuzzFeed News, Anastasia Taneie detalhou como foi agredida sexualmente pelo ator em 2009, quando trabalhou como figurante na série da HBO. O ator, que venceu três prêmios Emmy pelo papel do empresário artístico Ari Gold, teria aproveitado um momento em que os dois estavam sozinhos para empurrar a mulher contra uma parede e agarrar seus seios e órgãos genitais. Taneie diz que Piven só parou de atacá-la quando um assistente de direção surgiu. E que, ao ser surpreendido, o ator exigiu que ela fosse removida do set por se oferecer para ele. Definindo o ocorrido como “a coisa mais horrível que já experimentei”, Taneie explicou porque não prestou uma queixa formal. “Eu estava com medo na época de que ninguém fosse acreditar em mim”, afirmou. “Eu não queria fazer uma cena. Eu só queria ir para casa.” Piven nega todas as acusações de má conduta sexual que tem sido feitas contra ele. O ator afirma ter feito um teste de polígrafo, que seus advogados forneceram ao BuzzFeed como prova. “Deixe-me ser absolutamente claro, isso simplesmente não aconteceu”, ele disse ao site num comunicado. “Eu nunca me forçaria sobre uma mulher. Não consigo explicar sobre porque uma pessoa criaria uma história como essa”. Se oficialmente não consegue explicar porque uma pessoa criaria uma história como essa, tem mais problemas ainda para falar de mais de uma pessoa com histórias similares. Afinal, a primeira queixa contra ele foi de outra figurante de “Entourage”, Ariane Bellamar, que é mais conhecida, por ter sido Playmate da revista Playboy e aparecer em reality shows. Bellamar escreveu no Twitter: “Ei, Jeremy Piven! Lembra quando me encurralou em seu trailer no set de ‘Entourage’? Lembra de agarrar meus seios no sofá sem pedir? Lembra quando eu tentei sair e você agarrou a minha bunda?”. O ator também negou tudo e a HBO lavou as mãos. De fato, o canal pago emitiu uma nota a respeito do ocorrido que é exatamente igual ao comunicado sobre o novo caso. Em ambas, o texto repete: “Revisamos nossos registros e não recebemos nenhuma reclamação contra Jeremy Piven em ‘Entourage’. A HBO leva o assédio sexual muito a sério e tem como prioridade garantir que todos experimentem um ambiente de trabalho seguro e confortável”. O “desmentido” levou Bellamar a ser assediada no Twitter por fãs do ator, que a acusaram de querer aparecer com acusações mal intencionadas. Só que isso acabou com o silêncio de outra vítima. A atriz Cassidy Freeman, que estrelou as séries “Smallville” e “Longmire”, usou seu Instagram para confrontar o ator. “Você não pode negar isso porque, infelizmente, é inegável”, ela escreveu. “A reação sofrida por esta mulher após as acusações foi horrenda. E se as acusações são ou não verdadeiras, a verdade é que eu conheço você. Eu sei o que você fez e tentou fazer comigo quando eu era muito nova. Isto eu sei. E você também sabe disso. A menos que fossem tantas de nós, que você pode nem lembrar. O comportamento predatório é uma maneira crônica para você buscar o poder. Você se sente poderoso? Com seus advogados e suas redes e seus fãs ardorosos, que chamam suas vítimas de bimbos? Ou você sabe, em seu intestino podre, que você terá que mentir pelo resto de sua vida? Espero que, de agora em diante, você mantenha suas calças no lugar e nunca consiga fazer isso novamente”. Piven atualmente estrela a série “Wisdom of the Crowd”, na rede CBS, que, por conta das controvérsias ligadas ao ator, não teve encomenda de novos episódios além dos já produzidos. Se não houver reviravolta, a série se encerra em 17 de dezembro.

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    Law & Order: SVU terá episódio inspirado no escândalo sexual de Harvey Weinstein

    23 de novembro de 2017 /

    A série “Law & Order: SVU” terá um episódio inspirado no escândalo sexual do produtor Harvey Weinstein. “Nós estamos fazendo uma referência direta a Harvey Weinstein, mas não na indústria do entretenimento”, contou o produtor executivo Michael Chernuchin à revista Entertainment Weekly. “É um episódio importante sobre cultura do estupro dentro de uma área, e queríamos que a trama fosse mais abrangente para criminalizar esse tipo de ambiente.” Em vez de Hollywood, o episódio será centrado no mundo da aviação – e já estava sendo escrito quando surgiram as denúncias contra Weinstein. “Nós estávamos trabalhando em uma história sobre pilotos de aviação e o ‘clube do bolinha’ que há nessa área, quando vimos: ‘Uau, isso é exatamente o que as atrizes passam em Hollywood. É a mesma coisa’. Então desenvolvemos a nossa história ‘Harvey’ com pilotos”. O episódio está previsto para ir ao ar em 2018. Série dramática mais antiga da TV americana “Law and Order: SVU” acompanha há 19 anos as investigações da detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay), que lidera uma unidade da polícia de Nova York incumbida de investigar crimes sexuais. No Brasil, a série é transmitida pelo Universal Channel.

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  • Etc

    Rashina Jones nega assédio de John Lasseter, mas acusa Pixar de discriminação sexual

    22 de novembro de 2017 /

    Após uma reportagem da revista The Hollywood Reporter ligar a saída de Rashida Jones de “Toy Story 2” à notícia de que John Lasseter, cofundador e diretor de criação da Pixar, estava se afastando do estúdio em meio a denúncias de assédio, a atriz negou ter sido assediada ou que sua decisão de abandonar o filme seja relacionada ao comportamento do chefe. Rashida, que era uma das roteiristas da sequência da franquia de animação, contou ao jornal The New York Times que a decisão de sair foi consequência do tratamento que a Pixar dá a mulheres e minorias no ambiente de trabalho, e não por conta de Lasseter. “A velocidade vertiginosa com que os jornalistas têm buscado o próximo perpetrador torna algumas notícias irresponsáveis”, criticou a atriz, em comunicado assinado com Will McCormack, seu parceiro criativo no projeto, que também optou por deixar “Toy Story 4”. “Nós não saímos da Pixar por conta de assédios. Isso não é verdade. Optamos por sair por diferenças criativas e, mais ainda, filosóficas”. No comunicado, Rashida e McCormack descreveram a Pixar como um lugar “em que mulheres e pessoas de cor não têm a mesma voz criativa que outros”. “Nós esperamos encorajar todos aqueles que sentiram que suas vozes não foram ouvidas no passado, que se sintam empoderados”, afirmaram. A reportagem da THR ligou a saída da dupla do desenvolvimento de “Toy Story 4” à denúncias de assédio que levaram Lasseter, diretor da divisão de animação da Disney, a anunciar seu afastamento por seis meses, após admitir que precisava “enfrentar seus erros”. A publicação afirmou que a decisão tinha sido decorrência de denúncia de Rashida Jones, por conta de um avanço não consensual de Lasseter, mas ela veio agora à público negar. Outras pessoas, que não quiseram se identificar, descreveram Lasseter como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. Na nota em que anunciou seu afastamento, Lasseter mencionou este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

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    Diretor de Toy Story se afasta da chefia da Disney após acusação de assédio sexual

    21 de novembro de 2017 /

    O cineasta John Lasseter, atual chefão da divisão de animação da Disney, anunciou nesta terça-feira (21/11) seu afastamento do estúdio para tirar um “semestre sabático”, após admitir que precisa “enfrentar seus erros”. O site The Hollywood Reporter chegou a apontar que o afastamento era decorrência de denúncia da atriz Rashida Jones, que deixou a produção de “Toy Story 4”, em que atuava como uma das roteiristas, por conta de um avanço não consensual de Lasseter. Will McCormack, seu parceiro criativo no filme, que tem previsão de estreia para junho de 2019, também pediu demissão em apoio à colega. Mas após ver seu nome citado na reportagem, Rashida Jones veio a público negar a história, contando o motivo de sua decisão: discriminação sexual – o que também não pegou bem para a companhia e seu diretor. Lasseter é cofundador da Pixar e diretor do primeiro longa da companhia, o clássico “Toy Story”, que também foi o primeiro longa totalmente feito por computador. Considerado um dos visionários responsáveis pela revolução da animação digital no cinema, após a aquisição da Pixar foi promovido a diretor criativo da Walt Disney Pictures, e marcou sua gestão por aproximar os estilos de ambas as companhias, gerando sucessos e prêmios para os dois estúdios. Muitos se esquecem que a Disney vinha de grandes fracassos como “Atlantis – O Reino Perdido” (2001), “Irmão Urso” (2003) e “O Galinho Chicken Little” (2005), quando Lasseter assumiu o comando de suas animações, produzindo sucessos como “Enrolados” (2010), “Detona Ralph” (2012), “Frozen” (2013), “Zootopia” (2016) e “Moana” (2016). Não por acaso, seu nome é listado como produtor de quase cem filmes. O anúncio de seu afastamento foi divulgado após chegar a seu conhecimento que o THR preparava uma reportagem sobre sua conduta. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, ele disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles”. “Minha esperança é que um semestre sabático vai me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”, concluiu Lasseter. A Disney não se pronunciou, mas muitos funcionários falaram com o THR para a reportagem, sob a condição de anonimato por temerem que suas carreiras fossem prejudicadas. De acordo com relatos, o incidente com Rashida Jones não teria sido isolado. Lasseter é muito conhecido por abraçar seus funcionários e demais profissionais da área, além de gostar de “agarrar, beijar e fazer comentários sobre atributos físicos”. O executivo também costuma ingerir doses altas de bebidas alcoólicas em eventos sociais da empresa, como festas de lançamentos, mas seu comportamento não estaria exclusivamente atrelado ao fato. Segundo apurou o THR, as funcionárias mulheres da Pixar já sabiam “virar a cabeça rapidamente para evitar seus beijos”. Algumas usavam um movimento que batizaram de “o Lasseter” para evitar que seu chefe passasse a mão em suas pernas. Uma das fontes que falou de forma anônima lembrou de uma reunião, realizada há 15 anos, em que Lasseter sentou ao lado de uma mulher. “Ela estava curvada e posicionou o braço na coxa. A melhor maneira de descrever é que era uma postura defensiva… John estava com a mão no joelho dela e movendo-a”, contou. Após a reunião, a fonte conversou com a vítima sobre o ocorrido: “Ela disse que deu azar por usar uma saia naquele dia e que se não estivesse se protegendo com o braço, a mão de John teria viajado…”. A mesma fonte lembrou um caso em que uma foto corporativa precisou sofrer um corte bizarro porque Lasseter, que estava posicionado entre duas funcionárias, repousou suas mãos no corpo delas. Em outro relato, uma ex-funcionária lembrou encontros estranhos com Lasseter, que gostava — “como muitos na indústria” — de distribuir abraços em reuniões. “Você o abraçava e ele sussurrava em sua orelha por um longo tempo. Ele abraçava diversas vezes e todos te olhavam. Era uma invasão de espaço”, relatou. O texto de Lasseter menciona este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

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    Atriz acusa Oliver Stone de abuso durante teste para o filme The Doors

    21 de novembro de 2017 /

    A atriz Melissa Gilbert (vista recentemente na série “Secrets and Lies”) acusou o diretor Oliver Stone (“Snowden”) de abuso durante uma entrevista a um programa de rádio realizada na segunda-feira (20/11), nos Estados Unidos. O fato teria acontecido durante um teste para o filme “The Doors”, lançado em 1991. A atriz revelou que o diretor preparou uma “audição especial” para ela, em que teria que simular uma cena de sexo. “Ele escreveu essa cena especial que ele queria que eu fizesse para ele fisicamente na sala de elenco, e foi humilhante e horrível”, relatou a atriz no programa “Radio Andy”. “As páginas que recebi eram humilhantes, ele queria que eu ficasse de quatro na frente dele e implorasse para ele ‘me comer’, nas palavras do roteiro”, contou Gilbert. “Eu comecei a chorar e saí correndo da sala do teste. Estou contando essa história e mesmo assim tenho medo de dizer o nome dele. Ah, f*da-se. Era Oliver Stone e o teste foi para ‘The Doors’”, revelou. Melissa fez o teste para o papel de Pamela Courson, que acabou interpretada na produção por Meg Ryan. Ela ainda afirmou que o diretor a humilhou por “vingança”, depois de um encontro em que ela o constrangiu em público. “A gente estava do lado de fora de uma balada e ele estava falando para umas pessoas de como a televisão é uma porcaria e que ele nunca faria e bla bla bla. E então várias meninas vieram correndo em minha direção, porque elas assistiam ‘Os Pioneiros’ [série de televisão que foi ao ar entre 1974-1983] e todos acabaram rindo com a situação. E eu disse para ele ‘você vê, idiota, isso é televisão’. E acho que ele nunca esqueceu”, acrescentou. A atriz disse que fez várias cenas para tentar o trabalho em “The Doors”, e que só no final Oliver Stone disse a ela, “eu quero que você fique, eu tenho algo especial para você”. Foi a deixa para o teste humilhante. A descrição do fato sugere forte abuso de poder e misoginia, numa indústria que sempre foi machista. Mas Oliver Stone também foi acusado de assédio sexual no mês passado. O diretor tinha sido um dos poucos a defender Harvey Weinstein logo no começo do escândalo sexual, que levou o produtor a perder seu prestígio, carreira e casamento. E, assim que se pronunciou, acabou ele mesmo sendo acusado por Carrie Stevens, atriz e coelhinha da Playboy nos anos 1990, que foi às redes sociais lembrar que Stone apalpou seus seios sem consentimento, durante uma festa.

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    Jeffrey Tambor anuncia sua saída da série Transparent

    19 de novembro de 2017 /

    Jeffrey Tambor anunciou neste domingo (19/11) que não participará mais de “Transparent”, série da Amazon que lhe rendeu um Globo de Ouro e dois Emmys, vencidos por seu papel como a transexual Maura Pfefferman. A decisão aconteceu após o ator americano de 73 anos ser acusado por uma atriz e uma ex-assistente de assédio sexual. “Fazer Maura Pfefferman em ‘Transparent’ foi um dos maiores privilégios e uma das maiores experiências criativas da minha vida”, disse Tambor em comunicado enviado ao site da revista Variety. “O que ficou claro nas últimas semanas, no entanto, é que este não é mais o trabalho que eu aceitei há quatro anos”. O ator ressaltou que seus atos podem ter sido “mal interpretados”. “Eu já deixei claro meu profundo arrependimento se alguma ação minha tenha sido mal interpretada por qualquer um como agressiva, mas a ideia de que eu assediaria deliberadamente alguém é simplesmente e completamente falsa”. E concluiu: “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”. O ator foi acusado pela ex-assistente Van Barnes e pela colega de elenco Trace Lysette de ter feito comentários sexuais e tentado abusar delas em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Tambor negou as acusações e as investigações estão em andamento na produção do programa. Um dia antes de Tambor anunciar sua saída série, o site da revista The Hollywood Reporter apurou que a criadora da atração, Jill Soloway, teria solicitado para a Amazon um tempo maior para o desenvolvimento da 5ª temporada, visando estudar uma maneira de retirar a personagem Maura, interpretada por Tambor, da trama. Além de estrelar “Transparent”, o ator também faz parte do elenco de “Arrested Development”, que tem uma 5ª temporada atualmente em produção na Netflix. Por coincidência, a plataforma rival da Amazon já precisa lidar com uma situação similar na produção de “House of Cards”, após perder o protagonista Kevin Spacey, afastado da produção em decorrência de inúmeras acusações de assédio e abuso sexual.

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    Roteirista de Girls é acusado de estupro e acaba defendido por Lena Dunham

    19 de novembro de 2017 /

    A atriz Aurora Perrineau, estrela do filme “Jem e as Hologramas” e filha do ator Harold Perrineau (série “Lost”), acusou um roteirista da série “Girls” de estupro. Ela denunciou Murray Miller à polícia de Los Angeles na última sexta-feira (17/11). Segundo a denúncia, ela conheceu o roteirista em 2013, enquanto estava com amigos. Mais tarde, o grupo foi à casa dele, onde o crime teria ocorrido. Na época, ele tinha 35 anos e ela apenas 17. “Em certo ponto, acordei nua, na cama de Murray. Ele estava em cima de mim, tendo relações sexuais comigo. Em nenhum momento consenti com qualquer contato sexual com Murray”, afirmou. Murray Miller negou o fato e acusou a atriz de tentar lhe extorquir dinheiro, só indo à polícia após ele se recusar a pagar. Seu advogado emitiu a seguinte declaração: “Depois de ser contatado há várias semanas por advogados que, em nome da Srta. Perrineau, procuravam uma substanciosa compensação financeira, a equipe legal do Sr. Miller reuniu várias evidências contradizendo diretamente essas acusações falsas e ofensivas.” A partir deste ponto, a atriz Lena Dunham, estrela e criadora de “Girls”, decidiu entrar na história, escrevendo uma mensagem de apoio ao roteirista, junto da produtora executiva da série, Jenni Konner. “Apesar do nosso primeiro instinto ser o de ouvir as histórias de todas as mulheres, nosso conhecimento da situação de Murray nos deixa confiantes de que, infelizmente, essa acusação se encaixa nos 3% de casos de abuso falsamente denunciados a cada ano”, ela escreveu. O texto foi duramente criticado nas redes sociais e, no sábado, Dunham precisou se retratar. “Eu ingenuamente acreditei que era importante compartilhar a minha perspectiva sobre a situação do meu amigo, já que ela se desenrolou por trás das câmeras nos últimos meses. Eu agora entendo que foi um momento completamente equivocado para fazer uma declaração dessas, e peço desculpas.” Ao site The Wrap, a mãe da atriz, Britanny Perrineau, negou que qualquer pessoa tenha pedido dinheiro a Miller em nome de sua filha ou da família. Esta afirmação seria uma forma do perpetrador mudar a perspectiva da denúncia para se apresentar como vítima. A polícia de Los Angeles está investigando o caso.

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  • Etc

    Harvey Weinstein passou lista com quase 100 nomes para equipe que deveria brecar escândalo sexual

    19 de novembro de 2017 /

    O jornal britânico The Guardian apurou que o produtor Harvey Weinstein tinha uma lista com quase 100 nomes, que foram passados para equipes contratadas para evitar o surgimento de acusações de assédio sexual contra ele. A lista teria sido escrita pelo próprio Weinstein no início do ano, meses antes do surgimento de acusações que o implicaram no ruidoso escândalo sexual que virou Hollywood do avesso. Ou seja, antes de a primeira reportagem-denúncia ser publicada pelo jornal New York Times em outubro, o que demonstra que ele tinha conhecimento da movimentação dos jornalistas. Há duas semanas, a revista The New Yorker descobriu que o produtor contratara empresas de investigações privadas, uma delas composta por ex-agentes do serviço secreto de Israel e outra envolvida em manobras contra a operação Lava-Jato no Brasil, para investigar, pressionar e se possível chantagear pessoas que poderiam denunciá-lo. Agora vem a notícia de que produtor teria fornecido para estes profissionais os nomes de 91 pessoas ligadas à indústria cinematográfica, entre atores, assessores de imprensa, investidores e outros, para que fossem monitorados, com o objetivo de averiguar o que eles sabiam sobre a má-conduta de Weinstein e se algum deles pretendia divulgar essas informações. Mais de 50 nomes foram destacados em vermelho, indicando prioridade. Entre eles estavam os das atrizes Rose McGowan, Sophie Dix, Annabella Sciorra e Laura Madden, que vieram a público denunciar alguns dos assédios mais graves, com acusações de estupros contra Weinstein. Anotações indicavam que algumas delas tinham sido contatadas pelas equipes. Curiosamente, o número de pessoas que acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro é bastante similar ao tamanho da lista, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, que somou no Twitter mais de 90 vítimas. Após Ashley Judd tomar coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, na reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.

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  • Filme

    Todo o Dinheiro do Mundo ganha novos pôsteres sem Kevin Spacey

    19 de novembro de 2017 /

    A Sony divulgou dois novos pôsteres de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), que substituem o nome do ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) pelo de Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”). A substituição de Spacey, que se envolveu num escândalo sexual, foi feita após a produção estar finalizada. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Ridley Scott já tinha rodado o filme a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque precisava chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta. A minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”) estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já tinha sido marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.

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  • Série

    Criadora de Transparent avalia matar personagem de Jeffrey Tambor na série

    18 de novembro de 2017 /

    As acusações de assédio sexual contra o ator Jeffrey Tambor terão grande impacto na trama da premiada série “Transparent”. O site da revista The Hollywood Reporter apurou que a criadora da atração, Jill Soloway, teria solicitado para a Amazon um tempo maior para o desenvolvimento da 5ª temporada, visando estudar uma maneira de retirar a personagem Maura, interpretada por Tambor, da trama. Uma das alternativas que estaria sendo considerada é a morte da personagem. O ator foi acusado pela ex-assistente Van Barnes e a colega de elenco Trace Lysette de ter feito comentários sexuais e ter exposto suas partes íntimas. Ambas são transexuais. Tambor negou as acusações e as investigações estão em andamento na produção do programa. Tambor venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, em que interpreta um transexual novato da Terceira Idade, cuja transição de gênero pega a família de surpresa. Toda a narrativa da série foi construída em torno deste fato e do personagem.

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  • Etc,  Série

    Criadora de UnReal corrobora acusação de assédio de roteirista contra criador de Mad Men

    17 de novembro de 2017 /

    A roteirista e produtora Marti Noxon usou o Twitter para apoiar a colega Kater Gordon, que acusou Matthew Weiner, criador de “Mad Men”, de assediá-la sexualmente e demiti-la após não conseguir o que queria, semanas após ela vencer o Emmy de Melhor Roteirista pela série. Noxon, que é criadora de “UnReal” e “The Girlfriends’ Guide to Divorce”, e trabalhou em duas temporadas de “Mad Men”, chamou Weiner de “terrorista emocional” em uma série de tuítes, em que o acusa de criar um péssimo ambiente de trabalho, em que brincadeiras machistas podiam facilmente virar assédio, além de corroborar a história contada por Gordon. Leia abaixo a íntegra dos tuítes publicados por Noxon sobre sua experiência negativa em “Mad Men”: “Há cerca de uma semana atrás, Kater Gordon, uma jovem roteirista que trabalhou em ‘Mad Men’, denunciou bravamente ter sido assediada sexualmente por Matt Weiner. Ao compartilhar roteiros com ele, ela o ouviu causalmente mencionar algo como ‘você me deve ficar nua’. Eu acredito nela. Eu a encontrei no dia seguinte ao que ela descreveu. Lembro-me claramente de quanto ela estava abalada e deprimida – e assim permaneceu a partir daquele dia. “Respondendo a sua afirmação, Matt afirmou que nunca faria esse tipo de comentário para uma colega. Mas qualquer um com o mínimo conhecimento de ‘Mad Men’ poderia imaginar essa mesma frase saindo da boca de Pete Campbell. Matt, o criador de Pete, é muitas coisas. Ele é esperto e culto, mas também, nas palavras de um de seus colegas, um ‘terrorista emocional’, que vai te atormentar, seduzir ou agredir na tentativa de fazer com que suas exigências sejam atendidas. Esse tipo de personalidade sempre cria um ambiente em que todo mundo está na defensiva, sem saber como você fica diante do ‘chefe’.” “Nesse ambiente, Matthew dizer para Kater que ela ‘devia ficar nua’ porque lhe devia a carreira, poderia não ser uma piada. E poderia – ou não – levar ao fim de uma carreira.” “Todo mundo no set de ‘Mad Men’, independente do gênero e da sua posição na hierarquia da série, foi afetado por essa atmosfera. Por que não o denunciamos? Bom, porque parecia que deveríamos estar gratos por trabalhar com ele, visto que é enormemente talentoso. Por outro lado, era difícil saber o que era real quando os humores mudavam com tanta frequência. FAlar em nome de si mesmo é importante e eu concordo que todos precisamos fazê-lo mais e confiar menos em instituições defeitusoas para fazer isso por nós. Mas é muito difícil quando o custo é, na melhor das hipóteses, o medo e a incerteza – e, na pior das hipóteses, a perda de um emprego e a reputação arruinada.” “Tomar uma ação contra ele podia significar perder o emprego, e para isso as pessoas tinham que contemplar se tinham dinheiro no banco ou família que fosse ajudá-las. Quando favores sexuais são adicionados às ferramentas que alguém pode usar para se manter em um emprego, isso pode ser desestabilizador ou devastador para esse alguém. Pode não ser ilegal, mas é opressivo. Eu testemunhei isso acontecer e, apesar do fato de que ser uma consultora sênior na série, eu também experimentei isso à minha maneira nos meus dias em ‘Mad Men’. Eu acredito em Kater Gordon.” On the subject of Matt Weiner and #MadMen About a week ago Kater Gordon, a young female writer who worked on Mad Men bravely came forward with her account of being sexual harassed by Matt Weiner. While sharing writing duties with him, she recalls that he causally mentioned 1/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 something to the effect of "you owe it to me to show me your naked body." I believe her. I was at work with her the day after what she described transpired. I remember clearly how shaken and subdued Kater was — and continued to be from that day on. 2/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 something to the effect of "you owe it to me to show me your naked body." I believe her. I was at work with her the day after what she described transpired. I remember clearly how shaken and subdued Kater was — and continued to be from that day on. 2/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 Matt, Pete's creator, is many things. He is devilishly clever and witty, but he is also, in the words of one of his colleagues, an "emotional terrorist" who will badger, seduce and even tantrum in an attempt to get his needs met. 4/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 This personality type can not help but create an atmosphere where everyone is constantly off guard and unsure where they stand. It is the kind of atmosphere where a comment like "you owe it to me to show me your naked body"… 5/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 may — or may not — be a joke. And it may — or may not — lead to a demotion or even the end of a career. 6/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 Everyone at Mad Men, regardless of gender or position, was affected by this atmosphere. Why did we not confront him more or report him to our parent companies? Well, for one, we were grateful to him for the work and truly in awe of his talents. 7/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 For another, it was hard to know what was real when moods and needs shifted so frequently. Self-advocacy is important and I agree we all need to do it more and rely on less on faulty institutions to do it for us 8/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 But it is very difficult when the cost is, at best, fear and uncertainty — and at worst the loss of a job and ruined reputation. Taking that action is one thing to contemplate if you have money in the bank and family to fall back on 9/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 but quite another for people from all walks of life without a safety net. And when sexual favors are lightly added to the bag of tools one might use to stay employed and valued, it can be destabilizing or even devastating. 10/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 It may not be illegal, but it is oppressive. I witnessed it and, despite the fact that that I was a senior consultant on the show, I also experienced it in my own way in my days at Mad Men. 11/ — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017 I believe Kater Gordon. — marti noxon (@martinoxon) November 17, 2017

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    Sylvester Stallone é acusado de estupro de menor

    17 de novembro de 2017 /

    Um boletim de ocorrência policial, datado de julho de 1986, emergiu em meio aos escândalos sexuais que sacodem Hollywood desde as denúncias contra Harvey Weinstein no mês passado. Nele, Sylvester Stallone e seu guarda-costas são acusados de coagir sexualmente e agredir uma jovem de 16 anos. Apesar da gravidade das acusações, o documento da polícia de Las Vegas registra que a vítima não quis prestar depoimento pois tinha “medo de ser humilhada”, e apenas assinou um formulário. A porta-voz do departamento de polícia de Las Vegas, Laura Meltzer, declarou ao jornal Daily Mail que o documento, ainda que antigo, está de acordo com o padrão do departamento. O jornal britânico ouviu um ex-policial que atuava nesta unidade, e, assim como Meltzer, ele confirmou a autenticidade do documento. Segundo a porta-voz, a investigação não teria sido levada adiante pela falta de provas. Procurado pelo site TMZ, Michelle Bega, representante de Stallone, negou as acusações, dizendo que o ator desconhecia o caso até ele ser publicado na imprensa. “O Sr. Stallone nunca foi procurado pela polícia ou qualquer autoridade para falar sobre este episódio”, disse Michelle. “Essa história é ridícula e totalmente falsa.” Na época em que a jovem teria sido abusada, Stallone tinha 40 anos e filmava “Falcão – O Campeão dos Campeões” (1987). Ela o procurou no lobby do hotel atrás de seu autógrafo e acabou convidada para ir a seu quarto no Hilton de Las Vegas. Segundo a acusação que consta do relatório policial, a garota teria sido obrigada a fazer sexo e, depois, o ator teria sugerido que outro homem se juntasse ao ato. Este segundo suspeito é o guarda-costas de Stallone, que estava no banheiro do quarto de hotel. Ao fim, a garota, que não foi identificada, declarou que Stallone ameaçou bater em sua cabeça caso ela contasse o que tinha acontecido para alguém. O relatório também registra que a garota estava “chorando e soluçando” durante a descrição do que tinha acontecido.

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    Atriz transgênero de Transparent acusa Jeffrey Tambor de abuso sexual

    17 de novembro de 2017 /

    Uma segunda pessoa denunciou o astro de “Transparent”, Jeffrey Tambor, por abuso sexual. A acusadora é a atriz transgênero Trace Lysette, colega de elenco de Tambor na série da Amazon. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, a intérprete da personagem Shea alegou que o ator teria se portado de maneira inapropriada no set de gravações do programa. “Ele apareceu e falou para mim: ‘Meu Deus, Trace. Quero te atacar sexualmente”, explicou ela. O ator, então, teria colocado seus pés sobre os dela, impossibilitanto os movimentos da moça. “Ele se inclinou em cima de mim, foi muito rápido, ele se atirou de um lado para o outro contra o meu corpo. Senti seu pênis no meu quadril”, disse a atriz. Trace também descreveu outras situações desconfortáveis. Entre elas um episódio em que Tambor teria tentado beijá-la sem sua permissão. Enquanto atuou em “Transparent”, Trace dividiu a casa com a assistente de produção Van Barnes. As duas são transgênero e ambas foram assediadas por Tambor. Na época em que trabalhava na série, Barnes entrou em um acordo com Tambor para não discutir sobre o caso. Trace, no entanto, abriu o jogo pela amiga. “Ela chegava em casa destruída e estressada. Vi que ela a botava para baixo. Na maioria das vezes, ela guardava esse sentimento para si mesma”, explicou a atriz, que levou ambos os casos para os produtores de “Transparent”, mas nada foi feito. As alegações de Van Barnes foram as primeiras a vir à tona, numa publicação compartilhada apenas para um pequeno grupo em seu Facebook, no começo do mês. Na ocasião, Tambor buscou restringir a denúncia à qualificação de ex-funcionária desgostosa. “Estou a par de que uma contrariada ex-assistente fez uma publicação privada insinuando que eu tinha atuado de modo inadequado com ela”, disse o ator como resposta. “Rejeito e nego de maneira contundente e veemente qualquer insinuação ou acusação de que eu tenha mantido alguma vez algum tipo de comportamento inadequado com esta pessoa ou com qualquer outra com quem tenha trabalhado. Estou consternado e angustiado por esta acusação infundada”, ele se manifestou. A criadora da série, Jill Soloway, também divulgou uma nota após o surgimento das acusações. “Tudo o que diminui o nível de respeito, segurança e inclusão tão fundamental para o nosso ambiente de trabalho é completamente antitético aos nossos princípios”, ela afirmou. “Estamos cooperando com a investigação sobre este assunto”. Um representante da Amazon afirmou que os casos estão sendo apurados e serão discutidos em uma conversa com a equipe do programa. Tambor venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, em que interpreta um transexual novato da Terceira Idade, cuja transição de gênero pega a família de surpresa.

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