Jason Ritter ganha uma anja da guarda no primeiro trailer da série The Gospel of Kevin
A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer da nova série de comédia “The Gospel of Kevin”, estrelada por Jason Ritter (série “Parenthood”). A premissa sugere uma combinação de “Saving Grace” (2007-2010) e “Angel from Hell” (2016), ao mostrar Kevin, o personagem de Ritter, como um aproveitador fracassado que, após se mudar para a casa da irmã e da sobrinha, tem uma experiência sobrenatural. Ao investigar a queda de um meteoro nas redondezas, ele passa a ser acompanhado por uma mulher que só ele vê, que diz ser do céu e que ele foi escolhido para salvar o mundo. Mas, para isso, precisará melhorar de atitude e de vida. “The Gospel of Kevin” foi criada por Tara Butters e Michele Fazekas, que anteriormente imaginaram uma narrativa inversa, sobre um cara comum aliciado pelo diabo, na boa série “Reaper”. Além de Ritter, o elenco da nova atração inclui JoAnna Garcia Swisher (a Ariel da série “Once Upon a Time”), Chloe East (série “Liv e Maddie”), J. August Richards (série “Agents of SHIELD”), Dustin Ybarra (série “Us and Them”) e India de Beaufort (série “Jane by Design”), mas Cristela Alonzo (série “Cristela”), vista no trailer como a “anja da guarda” de Kevin, será trocada por outra intérprete no episódios. O piloto foi dirigido pelo cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a exibição vai acontecer às terças, na temporada de outono dos Estados Unidos.
Ator de Bates Motel vira médico com autismo no primeiro trailer da série The Good Doctor
A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer da nova série dramática “The Good Doctor”, em que Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”) interpreta um médico com autismo. Não deixa de ser curioso com o jovem ator trocou um personagem com problemas mentais por outro. Mas, desta vez, a forma como seu protagonista enxerga o mundo é usada de forma produtiva. “The Good Doctor” adapta uma atração sul-coreana e se foca no Dr. Shaun Murphy (Highmore), um jovem cirurgião com autismo, que vai trabalhar na unidade de cirurgia de pediatria de um prestigiado hospital. Não por acaso, a série foi desenvolvida por David Shore, criador de “House”. A descrição do personagem lembra uma espécie de versão jovem do Dr. House: um homem anti-social que é terrível na hora de interagir com as pessoas, mas também honesto e direto. Ele sobreviveu a uma infância complicada e se tornou um médico talentoso. Incapaz de acessar emoções, mas brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina, o médico conta com a ajuda de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoia sua contratação com determinação. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Seth Gordon (de “Quero Matar Meu Chefe” e do vindouro “Baywatch”) e a exibição vai acontecer às segundas, na temporada de outono dos Estados Unidos.
Revival da série Roseanne ganha primeiro vídeo e fotos do reencontro
A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro vídeo anunciando o revival da série clássica de comédia “Roseanne”. O vídeo não traz nenhuma cena inédita, mas comprova, em seu apanhado, o bom humor, a relevância cultural e o pioneirismo da produção dos anos 1980. A nova temporada vai contar com a volta do elenco original completo – e as fotos, feitas no palco da apresentação do upfront do canal, mostram como (quase) todos estão hoje, 20 anos após o último episódio. Exibida na rede ABC entre 1988 e 1997, “Roseanne” foi um sucesso imenso de público e crítica, e grande influência nas sitcoms que a sucederam. Vencedora de três Globos de Ouro e quatro Emmys, a série acompanhava a família Conner e os problemas de seu cotidiano de classe trabalhadora: casamento, filhos, dinheiro etc. Enquanto as famílias televisivas anteriores eram todas certinhas, os Conners enfrentavam problemas que refletiam a realidade vivida pela audiência, com dificuldades para pagar contas e criar os filhos. A produção também foi responsável por popularizar o astro John Goodman (visto mais recentemente em “Kong: A Ilha da Caveira”), que ressuscitará seu personagem para participar do revival. Fãs da série devem lembrar que seu personagem, Dan, havia morrido de ataque cardíaco. Mas vale observar que, num post de 2009 no Facebook, Roseanne Barr (que além de protagonista foi também criadora da série) admitiu que imaginava que ele havia fingido a sua morte. Goodman vai voltar a se reunir com sua esposa e filhos televisivos. As crianças eram Sara Gilbert, Alicia Goranson e Michael Fishman, que hoje estão adultos e terão seus próprios problemas financeiros e familiares para lidar. Além deles, quem também volta é Laurie Metcalf, irmã de Roseanne na trama. Sara Gilbert é a única ausente nas fotos, mas ela não só está confirmada no elenco como também participa como produtora, ao lado de Roseanne Barr. “Roseanne” vai se juntar a “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Fuller House”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls” e “Will & Grace” na lista das séries que sacudiram a poeira dos arquivos para voltar ao ar. A exibição vai acontecer na midseason, no começo de 2018 nos Estados Unidos.
Trailer de Splitting Up Together revela premissa da nova série de comédia de Jenna Fischer
A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer da nova série de comédia “Splitting Up Together”, estrelada por Jenna Fischer (série “The Office”) e Oliver Hudson (série “Scream Queens”). Com uma premissa típica de comédia romântica, a atração traz os dois atores como um casal que resolve se separar, mas continua morando junto para dividir despesas e cuidar dos filhos. O arranjo choca seus amigos, que tentam fazê-los retomar o casamento, mas também permite que os dois apreciem melhor um ao outro. Se fosse um filme, o final feliz chegaria em 1h40 de projeção. Mas como é série, espera-se muita enrolação para manter a mesma situação por uma ou mais temporadas. Remake de uma série dinamarquesa, adaptada por Emily Kapnek (criadora de “Suburgatory”), “Splitting Up Together” ainda inclui no elenco Lindsay Price (série “Eastwick”), Diane Farr (série “Numb3rs”), Kelsey Asbille (série “Teen Wolf”), Bobby Lee (série “Love”), Geoff Pierson (série “Dexter”) e as crianças Van Crosby e Olivia Keville como os filhos do casal. O piloto foi dirigido por Dean Holland (série “Parks and Recreation”) e a série será exibida na midseason, no começo de 2018 nos Estados Unidos.
Alex, Inc: Série que marca volta de Zach Braff à TV ganha primeiro trailer
A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer da nova série de comédia “Alex, Inc”, produzida, dirigida e estrelada por Zach Braff, que assim volta à televisão, sete anos após o final de “Scrubs”. A série é basicamente uma extensão das ideias de “Lições em Família” (2014), a comédia indie em que o diretor-roteirista-ator interpretava um sonhador em crise, forçado a reexaminar sua vida e carreira, tendo mulher e filhos para sustentar. Tudo isso se repete em “Alex, Inc”, com mais detalhes e situações típicas de sitcom. Curiosamente, não foi o ator quem criou a premissa, mas o roteirista Matt Tarses (criador de “Mad Love”). Os dois tinham trabalho juntos em “Scrubs”. O trailer mostra o momento “Jerry Maguire” do protagonista, que abandona o emprego com um discurso sobre o lançamento de seu próprio negócio. No caso, um podcast. E para viabilizar o projeto, ele se associa ao primo (Michael Imperioli, de “Família Soprano”) e parte em busca de um investidor (Chris Sacca, de “Shark Tank”), deixando sua esposa pragmática preocupada com as contas. O elenco inclui Tiya Sircar (série “The Good Place”), Hillary Anne Matthews (série “Drive Share”) e as crianças Elisha Henig e Audyssie James. “Alex, Inc” será exibido apenas na midseason, que acontece no começo de 2018 nos Estados Unidos.
The Mayor: Nova série de comédia com Lea Michele ganha primeiro trailer
A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer da nova série de comédia “The Mayor”. A prévia é bem divertida, ainda que a ideia da eleição de um rapper negro da periferia para um cargo político importante não seja inédita – veja-se o filme “Ali G Indahouse” (2002). Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série gira em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas, como mostra o trailer, ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. A premissa é instigante e daria um bom filme de comédia. Resta saber como isso será esticado numa série semanal. O elenco destaca Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”), ex-funcionária do candidato rival, que vira chefe do gabinete do jovem inexperiente. David Spade (“Gente Grande”) também participa como o adversário político. O piloto foi dirigido por James Griffith (série “Episodes”) e a exibição vai acontecer às terças na temporada de outono nos Estados Unidos.
Quantico é renovada para sua 3ª temporada
A rede ABC renovou a série “Quantico” para sua 3ª temporada. A decisão foi literalmente de última hora, na véspera da apresentação da programação de outono do canal para a imprensa e anunciantes – o chamado upfront. Apesar da queda de audiência, de 4,3 milhões de telespectadores ao vivo na 1ª temporada para apenas 2,7 milhões no arco que se encerra nesta segunda (15/5), pesou na decisão o sucesso internacional da série, que é estrelada por uma atriz indiana, propiciando bons negócios na Ásia. Como a produção é do ABC Studios, o licenciamento representa lucro para o conglomerado. Mas a renovação vem acompanhada de uma mudança no formato e no comando da série. O criador Josh Safran (roteirista de “Gossip Girl”) vai deixar a função de showrunner, permanecendo apenas como consultor. Além disso, ao contrário das duas temporadas iniciais, exibidas no formato tradicional da TV aberta com 22 episódios, o novo arco terá apenas 13 capítulos, como na TV paga. Produzida pelo poderoso Mark Gordon (das séries “Criminal Minds” e “Grey’s Anatomy”), a série explora o estado de pânico reinante nos Estados Unidos em relação a ataques terroristas, especialmente em Nova York, onde a trama se passa. A 1ª temporada acompanhava um grupo de agentes novatos do FBI, que precisa lidar com um atentado terrorista que pode ter sido realizado por um dos integrantes de sua classe. Para apresentar os suspeitos, a narrativa também contou com uma trama paralela de flashback, acompanhando o treinamento dos recrutas na cidade de Quantico, na Virgínia, que dá título à produção. Já a 2ª temporada refletiu uma reviravolta na trama, com a protagonista Alex Parrish (Priyanka Chopra) recomeçando sua carreira como uma recruta da CIA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN.
Dr. Ken é cancelada após duas temporadas
A rede ABC cancelou a série de comédia “Dr. Ken”, após duas temporadas. A série estrelada por Ken Jeong (franquia “Se Beber, Não Case”) caiu de 5,2 milhões de telespectadores em sua temporada inaugural para 4 milhões no episódio final exibido em março. Embora a ABC tenha renovado diversas séries com menor audiência, “Dr. Ken” não emplacou na demo, marcando apenas 0,88 pontos entre o público mais cobiçado dos anunciantes (entre 18 e 49 anos de idade). Além disso, o consenso da crítica é que a produção era completamente sem graça, obtendo a pior avaliação entre as séries do canal, com apenas 7% de aprovação (cotação: lixo) no site Rotten Tomatoes. “Dr. Ken” trazia Ken Jeong revivendo seus dias de médico. Ele é formado em medicina pela Universidade da Carolina do Norte e fez residência na Ochsner Medical Center em Nova Orleans antes de virar comediante. Mas os episódios não faziam muito uso de sua experiência real, já que os diagnósticos vistos em cena se resumiam a comentários superficiais – o paciente “é gordo”, por exemplo. Na verdade, a série criada por Jeong, John Fox (série “The Player”) e Jared Stern (“Lego Batman – O Filme”) não sabia se era uma sitcom de ambiente de trabalho ou uma velha e tradicional comédia de família, já que também privilegiava as piadas em torno do lar do protagonista. Tudo ao som das risadinhas das claques de séries do século passado.
Imaginary Mary se junta a Conviction e Notorious entre os cancelamentos mais rápidos do ano
A rede ABC anunciou o cancelamento da série “Imaginary Mary”, e oficializou o status de “Notorious” e “Conviction”. As três eram estreantes e tiveram seu destino decidido logo após a exibição dos primeiros episódios. “Imaginary Mary” chegou por último, por isso sofreu menos angústia. A série estreou no final de março, com 5 milhões de telespectadores, mas já estava registrando 2,8 milhões em seus episódios mais recentes. Para completar, a crítica americana odiou. Foram apenas 25% de aprovação registrada no site Rotten Tomatoes. A produção marcou um novo fracasso da atriz Jenna Elfman, que há 15 anos tenta repetir o sucesso de “Dharma and Greg” (1997-2002). Desde o final do sitcom clássico, nenhuma das séries que ela estrelou conseguiu emplacar uma temporada completa de 22 episódios – entre elas, “Courting Alex” (2006), “Accidentally on Purpose” (2009), “1600 Penn” (2012) e “Growing Up Fisher” (2014). Criada por Adam F. Goldberg (criador de “Os Goldbergs”) e David Guarascio (roteirista de “Os Goldbergs”), a trama acompanhava Alice (Elfman), uma solteirona de trinta e poucos anos que finalmente conhece o amor de sua vida: Ben (Stephen Schneider, da série “Broad City”), um pai divorciado de três filhos. Tudo seria perfeito, não fosse seu medo de relacionamentos e crianças trazer à tona um amigo imaginário da infância, que pretende ajudá-la a voltar a seu plano original de jamais casar e ter filhos. Para isso, a criaturinha fofa, criada por computação gráfica e que só ela vê, faz de tudo para sabotar o relacionamento. As outras duas séries calouras estavam virtualmente canceladas desde o ano passado. “Conviction”, estrelada por Hayley Atwell (ex-“Agent Carter”), só exibiu os primeiros oito episódios produzidos, enquanto “Notorious” acabou no 10º episódio, e nenhuma encomenda por novos capítulos foi feita.
American Crime é cancelada após três temporadas e prêmios do Emmy
A rede ABC anunciou o cancelamento mais sentido do ano, até o momento. A série “American Crime” não voltará, após três temporadas consagradas pela crítica e premiadas pelo Emmy. Apesar dos 97% de aprovação crítica, registrados no site Rotten Tomatoes, a atração não tinha grande público. A média da 3ª e última temporada, encerrada em abril, foi de 1,9 milhão de telespectadores. Isto representou uma queda de quase metade da sintonia da temporada anterior, vista por 3,7 milhões. Fontes do Deadline apuraram que a ABC tentou de tudo para manter a série em sua programação, inclusive considerando uma 4{ temporada de apenas seis episódios, mas não houve acordo financeiro para tanto. Criada por John Ridley (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão”), a produção seguia o formato de antologia, contando uma história diferente, como novos personagens, a cada temporada, sempre se desdobrando em torno de um crime relacionado à injustiças sociais. Apesar do formato, assim como “American Horror Story”, boa parte do elenco se manteve intacto nos três anos da produção, que foram estrelados por Felicity Huffman (série “Desperate Housewives”), Timothy Hutton (série “Leverage”), Lili Taylor (série “A Sete Palmos/Six Feet Under”), Benito Martinez (série “The Shield”) e Regina King (série “The Leftovers”). Regina King, inclusive, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por dois anos consecutivos graças à série. Além destes prêmios, “American Crime” ainda foi indicado em mais 12 categorias no Emmy. No Brasil, a série era exibida no canal pago AXN
Série The Catch é cancelada após duas temporadas
A rede americana ABC cancelou a série “The Catch” após duas temporadas. A decisão demonstra que as séries da Shondaland, empresa da produtora Shonda Rhimes, não são infalíveis. Diferente de “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, “The Catch” não repercutiu entre o grande público, amargando baixa audiência. Dos 4,6 milhões de telespectadores que assistiram a 1ª temporada ao vivo, restaram 2,9 milhões ao final da série, exibido na quinta (11/5) sem fanfarra. Baseada no livro homônimo de Kate Atkinson, “The Catch” acompanhava uma investigadora de fraudes (Mireille Enos, da série “The Killing”) especialista em descobrir golpistas, que acabando sendo enganada pelo próprio noivo (Peter Krause, da série “Parenthood”). Ela só percebe o que aconteceu, após perder tudo, o que dá início a uma investigação que se transforma num jogo de gato e rato. A série foi desenvolvida por Jennifer Schuur (roteirista e produtora da série “Hannibal”) e o elenco ainda contava com Sonya Walger (série “Lost”), Alimi Ballard (série “CSI”), Rose Rollins (série “Bosch”), Jacky Ido (série “Taxi Brooklyn”), Elvy Yost (minissérie “Mildred Pierce”) e Jay Hayden (“A Casa das Coelhinhas”). No Brasil, “The Catch” era exibida no canal pago Sony. Além das séries citadas, a produtora Shonda Rhimes ainda tem “Still Star-Crossed”, que está pronta a um ano e ainda não ganhou data de estreia na ABC. Imagina-se que isto não seja um bom sinal.
Série The Real O’Neals é cancelada após duas temporadas
A rede ABC cancelou a série de comédia “The Real O’Neals” após duas temporadas. A série perdeu mais de 1 milhão de telespectadores, caindo de uma média de 3,9 milhões na 1ª temporada para um sintonia de 2,6 milhões em seu episódio final, exibido em março. Criada pela dupla David Windsor e Casey Johnson (produtores de “Apartment 23”), a trama girava em torno de uma família católica de origem irlandesa, que mantém uma vida aparentemente perfeita, até o dia em que verdades começam a ser ditas, como o fato do filho caçula se assumir gay. A hipocrisia desaba de vez quando os pais resolvem revelar que planejam se separar. O texto era ácido, beirando o insano, e chegou a provocar a ira de organizações conservadoras, como a Media Research Center and Family Research Council, que chegou a ligar 4 mil vezes para a rede ABC exigindo que ela fosse tirada do ar, por apresentar uma corrupção dos bons valores cristãos. Mesmo com toda a polêmica inicial, a série não segurou seu ímpeto e se acomodando com 67% de aprovação da crítica. O elenco incluía Martha Plimpton (série “Raising Hope”) e Jay R. Ferguson (série “Mad Men”) como os pais, e Mathew Shively (série “True Jackson”), Bebe Wood (série “The New Normal”) e o estrante Noah Galvin como os filhos.
Série Black-ish é renovada para a 4ª temporada e deve ganhar spin-off
A rede ABC encomendou a 4ª temporada da série de comédia “Black-ish”. Atualmente assistida por 5,1 milhões de telespectadores ao vivo, a atração criada por Kenya Barris (“Um Salão do Barulho 3”) tem 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, é uma grande fonte de rendimentos para o ABC Studios, que já negociou suas reprises com os canais pagos BET, FX e o site de streaming Hulu. A trama gira em torno da família Johnson e das preocupações de seu patriarca, um homem negro bem-sucedido (Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra por crescerem num bairro de brancos ricos. O sucesso é tanto que Barris fechou um acordo de exclusividade para o desenvolvimento de novas séries no estúdio. Ele teve aprovação para rodar simplesmente três pilotos nesta temporada. E, num caso de expansão de franquia, um deles é um spin-off centrado na filha mais velha dos Johnsons, Zoey (Yara Shahidi), em sua vida universitária. O detalhe é esta atração deve estrear em outra emissora: Freeform, canal pago do grupo Disney/ABC voltado aos jovens adultos. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.












