Alex, Inc: Série que marca volta de Zach Braff à TV ganha primeiro trailer
A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer da nova série de comédia “Alex, Inc”, produzida, dirigida e estrelada por Zach Braff, que assim volta à televisão, sete anos após o final de “Scrubs”. A série é basicamente uma extensão das ideias de “Lições em Família” (2014), a comédia indie em que o diretor-roteirista-ator interpretava um sonhador em crise, forçado a reexaminar sua vida e carreira, tendo mulher e filhos para sustentar. Tudo isso se repete em “Alex, Inc”, com mais detalhes e situações típicas de sitcom. Curiosamente, não foi o ator quem criou a premissa, mas o roteirista Matt Tarses (criador de “Mad Love”). Os dois tinham trabalho juntos em “Scrubs”. O trailer mostra o momento “Jerry Maguire” do protagonista, que abandona o emprego com um discurso sobre o lançamento de seu próprio negócio. No caso, um podcast. E para viabilizar o projeto, ele se associa ao primo (Michael Imperioli, de “Família Soprano”) e parte em busca de um investidor (Chris Sacca, de “Shark Tank”), deixando sua esposa pragmática preocupada com as contas. O elenco inclui Tiya Sircar (série “The Good Place”), Hillary Anne Matthews (série “Drive Share”) e as crianças Elisha Henig e Audyssie James. “Alex, Inc” será exibido apenas na midseason, que acontece no começo de 2018 nos Estados Unidos.
The Mayor: Nova série de comédia com Lea Michele ganha primeiro trailer
A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer da nova série de comédia “The Mayor”. A prévia é bem divertida, ainda que a ideia da eleição de um rapper negro da periferia para um cargo político importante não seja inédita – veja-se o filme “Ali G Indahouse” (2002). Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série gira em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas, como mostra o trailer, ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. A premissa é instigante e daria um bom filme de comédia. Resta saber como isso será esticado numa série semanal. O elenco destaca Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”), ex-funcionária do candidato rival, que vira chefe do gabinete do jovem inexperiente. David Spade (“Gente Grande”) também participa como o adversário político. O piloto foi dirigido por James Griffith (série “Episodes”) e a exibição vai acontecer às terças na temporada de outono nos Estados Unidos.
Quantico é renovada para sua 3ª temporada
A rede ABC renovou a série “Quantico” para sua 3ª temporada. A decisão foi literalmente de última hora, na véspera da apresentação da programação de outono do canal para a imprensa e anunciantes – o chamado upfront. Apesar da queda de audiência, de 4,3 milhões de telespectadores ao vivo na 1ª temporada para apenas 2,7 milhões no arco que se encerra nesta segunda (15/5), pesou na decisão o sucesso internacional da série, que é estrelada por uma atriz indiana, propiciando bons negócios na Ásia. Como a produção é do ABC Studios, o licenciamento representa lucro para o conglomerado. Mas a renovação vem acompanhada de uma mudança no formato e no comando da série. O criador Josh Safran (roteirista de “Gossip Girl”) vai deixar a função de showrunner, permanecendo apenas como consultor. Além disso, ao contrário das duas temporadas iniciais, exibidas no formato tradicional da TV aberta com 22 episódios, o novo arco terá apenas 13 capítulos, como na TV paga. Produzida pelo poderoso Mark Gordon (das séries “Criminal Minds” e “Grey’s Anatomy”), a série explora o estado de pânico reinante nos Estados Unidos em relação a ataques terroristas, especialmente em Nova York, onde a trama se passa. A 1ª temporada acompanhava um grupo de agentes novatos do FBI, que precisa lidar com um atentado terrorista que pode ter sido realizado por um dos integrantes de sua classe. Para apresentar os suspeitos, a narrativa também contou com uma trama paralela de flashback, acompanhando o treinamento dos recrutas na cidade de Quantico, na Virgínia, que dá título à produção. Já a 2ª temporada refletiu uma reviravolta na trama, com a protagonista Alex Parrish (Priyanka Chopra) recomeçando sua carreira como uma recruta da CIA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN.
Dr. Ken é cancelada após duas temporadas
A rede ABC cancelou a série de comédia “Dr. Ken”, após duas temporadas. A série estrelada por Ken Jeong (franquia “Se Beber, Não Case”) caiu de 5,2 milhões de telespectadores em sua temporada inaugural para 4 milhões no episódio final exibido em março. Embora a ABC tenha renovado diversas séries com menor audiência, “Dr. Ken” não emplacou na demo, marcando apenas 0,88 pontos entre o público mais cobiçado dos anunciantes (entre 18 e 49 anos de idade). Além disso, o consenso da crítica é que a produção era completamente sem graça, obtendo a pior avaliação entre as séries do canal, com apenas 7% de aprovação (cotação: lixo) no site Rotten Tomatoes. “Dr. Ken” trazia Ken Jeong revivendo seus dias de médico. Ele é formado em medicina pela Universidade da Carolina do Norte e fez residência na Ochsner Medical Center em Nova Orleans antes de virar comediante. Mas os episódios não faziam muito uso de sua experiência real, já que os diagnósticos vistos em cena se resumiam a comentários superficiais – o paciente “é gordo”, por exemplo. Na verdade, a série criada por Jeong, John Fox (série “The Player”) e Jared Stern (“Lego Batman – O Filme”) não sabia se era uma sitcom de ambiente de trabalho ou uma velha e tradicional comédia de família, já que também privilegiava as piadas em torno do lar do protagonista. Tudo ao som das risadinhas das claques de séries do século passado.
Imaginary Mary se junta a Conviction e Notorious entre os cancelamentos mais rápidos do ano
A rede ABC anunciou o cancelamento da série “Imaginary Mary”, e oficializou o status de “Notorious” e “Conviction”. As três eram estreantes e tiveram seu destino decidido logo após a exibição dos primeiros episódios. “Imaginary Mary” chegou por último, por isso sofreu menos angústia. A série estreou no final de março, com 5 milhões de telespectadores, mas já estava registrando 2,8 milhões em seus episódios mais recentes. Para completar, a crítica americana odiou. Foram apenas 25% de aprovação registrada no site Rotten Tomatoes. A produção marcou um novo fracasso da atriz Jenna Elfman, que há 15 anos tenta repetir o sucesso de “Dharma and Greg” (1997-2002). Desde o final do sitcom clássico, nenhuma das séries que ela estrelou conseguiu emplacar uma temporada completa de 22 episódios – entre elas, “Courting Alex” (2006), “Accidentally on Purpose” (2009), “1600 Penn” (2012) e “Growing Up Fisher” (2014). Criada por Adam F. Goldberg (criador de “Os Goldbergs”) e David Guarascio (roteirista de “Os Goldbergs”), a trama acompanhava Alice (Elfman), uma solteirona de trinta e poucos anos que finalmente conhece o amor de sua vida: Ben (Stephen Schneider, da série “Broad City”), um pai divorciado de três filhos. Tudo seria perfeito, não fosse seu medo de relacionamentos e crianças trazer à tona um amigo imaginário da infância, que pretende ajudá-la a voltar a seu plano original de jamais casar e ter filhos. Para isso, a criaturinha fofa, criada por computação gráfica e que só ela vê, faz de tudo para sabotar o relacionamento. As outras duas séries calouras estavam virtualmente canceladas desde o ano passado. “Conviction”, estrelada por Hayley Atwell (ex-“Agent Carter”), só exibiu os primeiros oito episódios produzidos, enquanto “Notorious” acabou no 10º episódio, e nenhuma encomenda por novos capítulos foi feita.
American Crime é cancelada após três temporadas e prêmios do Emmy
A rede ABC anunciou o cancelamento mais sentido do ano, até o momento. A série “American Crime” não voltará, após três temporadas consagradas pela crítica e premiadas pelo Emmy. Apesar dos 97% de aprovação crítica, registrados no site Rotten Tomatoes, a atração não tinha grande público. A média da 3ª e última temporada, encerrada em abril, foi de 1,9 milhão de telespectadores. Isto representou uma queda de quase metade da sintonia da temporada anterior, vista por 3,7 milhões. Fontes do Deadline apuraram que a ABC tentou de tudo para manter a série em sua programação, inclusive considerando uma 4{ temporada de apenas seis episódios, mas não houve acordo financeiro para tanto. Criada por John Ridley (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão”), a produção seguia o formato de antologia, contando uma história diferente, como novos personagens, a cada temporada, sempre se desdobrando em torno de um crime relacionado à injustiças sociais. Apesar do formato, assim como “American Horror Story”, boa parte do elenco se manteve intacto nos três anos da produção, que foram estrelados por Felicity Huffman (série “Desperate Housewives”), Timothy Hutton (série “Leverage”), Lili Taylor (série “A Sete Palmos/Six Feet Under”), Benito Martinez (série “The Shield”) e Regina King (série “The Leftovers”). Regina King, inclusive, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por dois anos consecutivos graças à série. Além destes prêmios, “American Crime” ainda foi indicado em mais 12 categorias no Emmy. No Brasil, a série era exibida no canal pago AXN
Série The Catch é cancelada após duas temporadas
A rede americana ABC cancelou a série “The Catch” após duas temporadas. A decisão demonstra que as séries da Shondaland, empresa da produtora Shonda Rhimes, não são infalíveis. Diferente de “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, “The Catch” não repercutiu entre o grande público, amargando baixa audiência. Dos 4,6 milhões de telespectadores que assistiram a 1ª temporada ao vivo, restaram 2,9 milhões ao final da série, exibido na quinta (11/5) sem fanfarra. Baseada no livro homônimo de Kate Atkinson, “The Catch” acompanhava uma investigadora de fraudes (Mireille Enos, da série “The Killing”) especialista em descobrir golpistas, que acabando sendo enganada pelo próprio noivo (Peter Krause, da série “Parenthood”). Ela só percebe o que aconteceu, após perder tudo, o que dá início a uma investigação que se transforma num jogo de gato e rato. A série foi desenvolvida por Jennifer Schuur (roteirista e produtora da série “Hannibal”) e o elenco ainda contava com Sonya Walger (série “Lost”), Alimi Ballard (série “CSI”), Rose Rollins (série “Bosch”), Jacky Ido (série “Taxi Brooklyn”), Elvy Yost (minissérie “Mildred Pierce”) e Jay Hayden (“A Casa das Coelhinhas”). No Brasil, “The Catch” era exibida no canal pago Sony. Além das séries citadas, a produtora Shonda Rhimes ainda tem “Still Star-Crossed”, que está pronta a um ano e ainda não ganhou data de estreia na ABC. Imagina-se que isto não seja um bom sinal.
Série The Real O’Neals é cancelada após duas temporadas
A rede ABC cancelou a série de comédia “The Real O’Neals” após duas temporadas. A série perdeu mais de 1 milhão de telespectadores, caindo de uma média de 3,9 milhões na 1ª temporada para um sintonia de 2,6 milhões em seu episódio final, exibido em março. Criada pela dupla David Windsor e Casey Johnson (produtores de “Apartment 23”), a trama girava em torno de uma família católica de origem irlandesa, que mantém uma vida aparentemente perfeita, até o dia em que verdades começam a ser ditas, como o fato do filho caçula se assumir gay. A hipocrisia desaba de vez quando os pais resolvem revelar que planejam se separar. O texto era ácido, beirando o insano, e chegou a provocar a ira de organizações conservadoras, como a Media Research Center and Family Research Council, que chegou a ligar 4 mil vezes para a rede ABC exigindo que ela fosse tirada do ar, por apresentar uma corrupção dos bons valores cristãos. Mesmo com toda a polêmica inicial, a série não segurou seu ímpeto e se acomodando com 67% de aprovação da crítica. O elenco incluía Martha Plimpton (série “Raising Hope”) e Jay R. Ferguson (série “Mad Men”) como os pais, e Mathew Shively (série “True Jackson”), Bebe Wood (série “The New Normal”) e o estrante Noah Galvin como os filhos.
Série Black-ish é renovada para a 4ª temporada e deve ganhar spin-off
A rede ABC encomendou a 4ª temporada da série de comédia “Black-ish”. Atualmente assistida por 5,1 milhões de telespectadores ao vivo, a atração criada por Kenya Barris (“Um Salão do Barulho 3”) tem 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, é uma grande fonte de rendimentos para o ABC Studios, que já negociou suas reprises com os canais pagos BET, FX e o site de streaming Hulu. A trama gira em torno da família Johnson e das preocupações de seu patriarca, um homem negro bem-sucedido (Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra por crescerem num bairro de brancos ricos. O sucesso é tanto que Barris fechou um acordo de exclusividade para o desenvolvimento de novas séries no estúdio. Ele teve aprovação para rodar simplesmente três pilotos nesta temporada. E, num caso de expansão de franquia, um deles é um spin-off centrado na filha mais velha dos Johnsons, Zoey (Yara Shahidi), em sua vida universitária. O detalhe é esta atração deve estrear em outra emissora: Freeform, canal pago do grupo Disney/ABC voltado aos jovens adultos. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Séries estreantes Speechless e American Housewife são renovadas
A rede ABC renovou duas de suas séries estreantes de comédia: “Speechless” e “American Housewife”. Ambas abordam famílias problemáticas encabeçadas por mulheres decididas e tem uma audiência bastante similar. “Speechless” fechou sua 1ª temporada com média de 5,4 milhões de telespectadores e “American Housewife” com 5,2 milhões. A diferença está na aprovação da crítica – e é gritante. “Speechless” tem 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes, enquanto “American Housewife” é considerada medíocre, com 54% de tolerância. Criada por Scott Silveri (criador de “Joey”, “Perfect Couples” e “Go On”), “Speachless” tem o diferencial de lidar com a família de um adolescente cadeirante. A atração é estrelada por Minnie Driver (“Dou-lhes Um Ano”) como Maya, uma mãe apaixonada por seu marido e os três filhos pré-adolescentes, um deles com necessidades especiais. O elenco também inclui Cedric Yarbrough (“Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor”) como o cuidador do menino, cuja presença na trama evoca imediatamente o filme francês “Intocáveis” (2011). Já “American Housewife” é uma criação de Sarah Dunn (roteirista da clássica “Spin City”) e gira em torno da mãe vivida por Katy Mixon (série “Mike & Molly”). Sua personagem é Katie, que também é mãe de três crianças complicadas e sofre com seu temperamento forte, enquanto tenta criar sua família normal de classe média em uma cidade rica, repleta de esposas perfeitas e filhos ideais.
Fresh off the Boat é renovada para sua 4ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação da série de comédia “Fresh off the Boat” para sua 4ª temporada. Única série sobre uma família asiática na TV americana – e a primeira com protagonistas asiáticos da TV aberta desde 1994 – , a atração tem uma audiência média de 3,9 milhões de telespectadores e 88% de aprovação crítica no site Rotten Tomatoes. Criada por Nahnatchka Khan (série “Apartment 23”), a trama é inspirada no livro de memórias do chef Eddie Huang e investe no tom nostálgico, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, “Os Goldbergs” e “Anos Incríveis”. Passada nos anos 1990, conta como a família taiwanesa do menino Eddie se adapta ao choque cultural de morar em Orlando, na Flórida. O elenco é encabeçado por Randall Park, Constance Wu, Hudson Yang, Forrest Wheeler e Ian Chen, e a produção conta com o cineasta Jake Kasdan (“Professora sem Classe”, “Sex Tape” e o vindouro “Jumanji”).
Designated Survivor é renovada para a 2ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação da série “Designated Survivor”, estrelada por Kiefer Sutherland, para sua 2ª temporada. A atração é um dínamo de audiência digital. Em sua exibição ao vivo, atrai respeitáveis 5,8 milhões de telespectadores em média, mas quando somadas todas as plataformas o número simplesmente dobra, passando dos 11 milhões. As críticas também são bastante favoráveis, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e há um consenso de que ela captou o zeitgeist (o espírito de seu tempo) como nenhuma outra, ao antecipar a situação de um presidente inexperiente na Casa Branca. É a segunda vez que uma série estrelada por Kiefer Sutherland se conecta com o público americano ao refletir a realidade contemporânea como um thriller de ação. A primeira aconteceu na clássica série “24 Horas”, sobre repressão ao terrorismo, levada ao ar apenas dois meses após a queda das Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano, que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise e lidar com a situação de emergência. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). O bom elenco também inclui Natasha McElhone (série “Californication”), Maggie Q (série “Nikita” e franquia “Divergente”), Kal Penn (série “House”), Italia Ricci (série “Supergirl”), Adan Canto (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Tanner Buchanan (série “The Fosters”).
Os Goldbergs é renovada para mais duas temporadas
A rede ABC fechou a renovação da série “Os Goldbergs” (The Goldbergs) por duas temporadas. O acordo é similar ao que a emissora fez com “Modern Family”. O contrato de dois anos prevê a produção da 5ª e 6ª temporadas. A série é considerada um grande sucesso da ABC, sua segunda sitcom mais assistida – atrás apenas de “Modern Family”. Já teve mais de 7 milhões de telespectadores por episódio, mas atualmente está com 6 milhões sintonizados ao vivo. De forma interessante, a produção não começou com tanto público, encerrando a sua 1ª temporada com 4 milhões de telespectadores em 2014. Seu sucesso se deve a uma mudança de horário e insistência do canal com a atração, que ao ser descoberta por mais pessoas se tornou um vício televisivo. “Os Goldbergs” é um autobiografia nostálgica, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, criada e produzida por Adam F. Goldberg. Passada nos anos 1980, acompanha o crescimento do jovem Adam em sua família peculiar. Os integrantes da família são vividos por Wendi McLendon-Covey, Jeff Garlin, Sean Giambrone, Troy Gentile, Hayley Orrantia e o veterano George Segal, que faz rir desde os anos 1960. No Brasil, a série é exibida no canal pago Comedy Central, com o “The” traduzido para “Os” no título nacional. Apesar do sucesso da atração, o projeto de um spin-off passado na década de 1990, que chegou a ganhar piloto recente, não deve ir adiante.












