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    Luciana Gimenez diz ter sofrido 100 assédios: “Coisas graves”

    29 de dezembro de 2022 /

    A apresentadora Luciana Gimenez participou de uma entrevista nostálgica no programa “A Tarde é Sua”, na quarta-feira (28/12). Na conversa conduzida por Sonia Abrão, a modelo segurou o choro sobre os momentos mais difíceis que enfrentou na infância e na carreira como modelo. “Eu trabalhava muito com o corpo, então, eu acho que nessa frente foi muito difícil”, lembrou Luciana, que era obrigada a viver situações constrangedoras no ambiente de trabalho. “Eu sofria assédio e eu nem sabia o que era assédio. Hoje a gente sabe o que é”, analisou a modelo. “[Foram] 100 vezes, não é uma vez. Se eu falar aqui dá vontade de chorar. 100 vezes, de coisas horríveis e eu não falava. Eu não contava com a minha mãe, porque se eu contasse, ela não ia deixar eu ficar”, disse, sem especificar se na agência de modelos ou no estúdio da RedeTV!. A apresentadora do “SuperPop” acrescentou que os assédios mais graves teriam sido traumáticos e, portanto, ela não entraria em detalhes aprofundados no bate-papo com Sonia Abrão. “Eu sofri assédio grave… Eu não vou falar agora, mas foram coisas graves”, afirmou Luciana, que, na sequência, acabou tornando público um caso vivido na pré-adolescência. “Estava em uma festinha de criança, minha amiga estava fazendo aniversário. Eu fui e deixei meu casaco em um quartinho. Quando eu fui buscar, o pai da menina me agarrou. Eu tinha 12, 13 anos”, lembrou uma das ocasiões. Posteriormente, ela explicou que tentou justificar os assédios que havia sofrido, mas entendeu que ela era a vítima das situações. “Aconteceu tantas vezes, porque eu era muito alta, talvez mais encorpada. Estou eu aqui me justificando, aconteceu porque o cara era um tarado! Eu era uma criança de 12 anos. Mas eu sofri muito, dos fotógrafos falarem: ‘Fica comigo que você vai ser capa de revista’ ou ‘Se você não sair para jantar comigo, não vai rolar isso’. E não rolava.”

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  • TV

    Geraldo Luís assume ódio pelo próprio pai após abandono

    27 de dezembro de 2022 /

    O apresentador Geraldo Luís, do “Balanço Geral”, desabafou sobre sua relação com o pai após abandono familiar que sofreu aos três anos de idade. O assunto surgiu durante o programa “A Tarde É Sua”, da RedeTV!. Na entrevista comandada por Sonia Abrão, o jornalista desabafou que, ao longo dos anos, não conseguia entender o espírito natalino por conta do abandono de seu pai, que também se chama Geraldo. O apresentador também acrescentou que passou a entender a ocasião apenas após o nascimento do filho João Pedro Sacramento. “Comecei a gostar e a entender o Natal depois que o meu filho nasceu, porque cheguei a odiar meu pai durante trinta e poucos anos”, desabafou. “Eu persegui meu pai, na época como repórter policial, pelo ódio. Porque ele nos deixou em uma data que não era [para ser deixada]. Tanta data para esse filho da put* ter nos deixado e ele vai fazer isso logo no dia 24 de dezembro!” Posteriormente, Geraldo Luís foi questionado se encontrou com o pai em outras ocasiões, e ele garantiu que o encontro de fato aconteceu. Embora o ódio tenha sido constante, o jornalista relatou que a relação foi boa nas outras experiências. “Entendi que ninguém é obrigado a amar ninguém. Não sou obrigado a amar você, você não é obrigada a me amar, só que tem hora que não dá. Então, ele tinha que ir, só que isso me perseguiu durante muito tempo. Muito, muito, Sonia. E eu cresci com essa revolta”, explicou. “Mas quando a vida começa e você se torna pai, você vê que o grande livramento para você ser feliz é você perdoar e entender que não somos obrigados a muita coisa mesmo quando a gente provoca dor nas pessoas, as deixando ou não caminhando com elas.” Adiante, o jornalista contou ao colunista Vladimir Alves que superou as desavenças com Geraldo após se tornar repórter policial da “Rádio Educadora”, de Limeira. “A minha mãe chegou e falou assim: ‘o Geraldão está passando fome e você ajuda tanta gente no rádio, eu já era o Geraldo Luís do Rádio, por que você não consegue ser o Geraldo Luís do Rádio para ele?’ Ela me deu o endereço e eu fui e levei três cestas básicas”, acrescentou o apresentador. “Foi aí que eu descobri que não poderia estar com ele. Fui com a caminhonete, desci e questionei onde morava o senhor Geraldo. Quando desci, comecei a ouvir um barulho de panela batendo. Isso me chamou atenção. Quando desço, encontrei uma casa pior do que aquela que eu e minha mãe morávamos, e uma placa ‘conserta-se panelas’”, lembrou sobre a visita. “Quando eu olho, o Geraldão estava sem camisa, com três crianças, um monte de panela ao lado dele, e ele consertando-as. Veio na minha mente esse entendimento de vida: ‘Se ele tivesse ficado, eu estaria aqui vendendo panela e não seria o Geraldo do Rádio’”, finalizou o papo. No ano passado, o jornalista havia sido entrevistado por Reinaldo Gottino, onde declarou que não queria falar sobre o assunto, mas acabou contando mais a história. “[Ele] foi um filho da put*”, começou. “Alguém que deixa… eu vou falar agora. Você não é obrigado a amar a sua mulher para o resto da vida. O meu casamento durou 14 anos e eu nunca traí durante 14 anos, mas chegou uma hora em que eu falei: ‘Não te amo mais, não te quero, não tem mais tesão, acabou’. Tem gente que continua e faz casamento de fachada”, comentou. “E eu nunca consegui chamar o meu pai de pai. Eu senti ódio desse cara por muito tempo. Odiei o Geraldo, odiei de ódio. Alguém que deixa um garoto de dois anos de idade com uma mulher, falando que vai comprar cigarro e nunca mais volta, olha… podia ter falado ‘não te amo mais’ e acabou”, acrescentou Geraldo Luís, indignado. Na sequência, o apresentador contou que seu pai apenas tomou a decisão de ir embora e se mudar para a casa de uma mulher, que era sua amante. “Meu pai frequentava puteiro… Ele se amigou com essa mulher e foi lá”, disse. “Eu sou filho único, foi só eu e a minha mãe Olga, aquela mulher guerreira. Faxineira. A minha mãe queria me dar algo digno. Ela foi o meu grande pai”, pontuou o jornalista. Na mesma entrevista a Gottino, Geraldo Luís acrescentou a sorte de ter “outros” pais em sua vida.

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    Sonia Abrão desaprova perdão de Lucas a Karol Conká

    14 de dezembro de 2022 /

    A apresentadora Sonia Abrão reprovou a amizade entre o ator Lucas Penteado e a cantora Karol Conká após as brigas polêmicas no “BBB 21”. Durante o programa “A Tarde é Sua”, que foi ao ar na terça (13/12), a apresentadora mandou um recado especial ao Lucas e não fez a menor questão de esconder ressentimentos da cantora. “Eu quero mandar um beijo para você e desejar que Deus te abençoe. Agora, tome um banho de sal grosso, porque depois de fazer as pazes com Karol Conká… Me poupe! Se cuida, garoto! As coisas não são assim tão fáceis como você está imaginando. Eu não curti”, declarou. A apresentadora também relembrou a gravidade dos conflitos do “Big Brother Brasil” e aconselhou o ator. “Ele foi lá, abraçou, beijou, cantou e achou que está tudo resolvido… Não se enfia nessa! Vai por nós aqui, que realmente gostamos de você de verdade.” Na noite de sábado (11/12), a dupla se reencontrou pela primeira vez durante o Festival Batekoo. Para a surpresa dos fãs, os “rivais” protagonizaram um abraço inesperado como pedido de perdão. Além disso, conforme registrado em vídeo, Lucas apareceu visitando o camarim da cantora e os dois ainda subirem juntos no palco evento. “Foi simplesmente um dia inesquecível”, escreveu o ator no Instagram. Nos comentários da postagem, Karol Conká declarou que gostou de reencontrar com Lucas. “Fiquei muito feliz e emocionada. Obrigada pela presença e pela oportunidade de aprendizado”, disse. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lucas Koka Penteado (@lucaskokapenteado)

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