X-Men: Pôster reúne a nova formação dos heróis mutantes
A 20th Century Fox divulgou um novo pôster de “X-Men: Apocalipse”. Após um cartaz dedicado ao poderoso vilão que dá título ao filme e seus Quatro Cavaleiros (Magneto, Tempestade, Psylocke e Anjo), a nova arte reúne a nova formação dos X-Men, juntando os veteranos da franquia James McAvoy (Professor X), Jennifer Lawrence (Mística), Nicholas Hoult (Fera) e Evan Peters (Mercúrio) com a nova geração formada por Sophie Turner (série “Game of Thrones”) como Jean Grey, Tye Sheridan (“Amor Bandido”) como Cíclope e Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como Noturno. Um dos detalhes que chama atenção é que McAvoy aparece pela primeira vez careca no papel de Charles Xavier, como nos quadrinhos e como a interpretação de Patrick Stewart nos primeiros filmes da franquia. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier, para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
X-Men: Novo pôster reúne os Quatro Cavaleiros de Apocalipse
A 20th Century Fox divulgou um novo pôster de “X-Men: Apocalipse”, que destaca o poderoso vilão que dá título ao filme e seus Quatro Cavaleiros: Magneto, Tempestade, Psylocke e Anjo. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística (Jennifer Lawrence) deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy), para impedir o fim do mundo. “X-Men: Apocalipse” vai reunir a maior quantidade de mutantes já vistos na franquia, juntando os intérpretes introduzidos em “X-Men: Primeira Classe” (2011), Michael Fassbender (Magneto), James Mcavoy (Professor X), Jennifer Lawrence (Mística), Nicholas Hoult (Fera), Lucas Till (Destructor) e Rose Byrne (Moira MacTaggert), além de Evan Peters (Mercúrio) e possivelmente Hugh Jackman (Wolverine), remanescentes da linha temporal de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), com uma nova geração formada por Sophie Turner (série “Game of Thrones”) como Jean Grey, Tye Sheridan (“Amor Bandido”) como Cíclope, Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como Noturno, Alexandra Shipp (“Mistério de Anubis”) como Tempestade, Ben Hardy (novela britânica “EastEnders”) como Anjo/Arcanjo, Olivia Munn (“Livrai-Nos do Mal”) como Psylocke e a estreante Lana Condor como Jubileu. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Arnold Schwarzenegger tem reunião marcada sobre o novo filme do Predador
Após retomar seu personagem clássico em “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015) e confirmar seu retorno ao papel de Conan, Arnold Schwarzenegger está considerando voltar também à franquia “Predador”. Falando para o site de seu fã-clube, The Arnold Fans, ele revelou que terá uma reunião com o cineasta Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que assumiu a direção do novo “Predador”. “Ainda não falei com ele, mas vou encontrá-lo para um almoço em breve. Se houver alguma notícia, vamos contar para vocês imediatamente. Há um encontro vindo aí para o projeto do Conan também”, ele adiantou. Vale lembrar que, antes de virar diretor e roteirista, Shane Black fez alguns papéis secundários no cinema. Um deles foi, por coincidência, em “Predador” (1987), como um dos marines comandados por Schwarzenegger na trama (confira nas fotos em rotação acima). Ninguém mais indicado, portanto, para reintroduzir o personagem do astro na franquia. A 20th Century Fox, por sinal, resolveu priorizar o filme após definir a contratação do cineasta, que além de dirigir também escreveu o roteiro com Fred Dekker (“Robocop 3”). A trama ainda não é conhecida, mas vem sendo tratada tanto como uma continuação quanto como um reboot. Intitulado simplesmente “The Predator”, o longa tem estreia marcada para 2 de março de 2018 nos Estados Unidos.
Liev Schreiber diz que pode voltar a viver Dentes de Sabre em Wolverine 3
A produção de “Wolverine 3” ainda não ganhou uma sinopse oficial, mas a trama de quadrinhos “O Velho Logan” voltou a ser mencionada por um ator cotado a participar da produção. Em entrevista à MTV, Liev Schreiber (“Spotlight – Segredos Revelados”) revelou que pode voltar a viver Dentes de Sabre na continuação, que seria mesmo uma adaptação da minissérie pós-apocalíptica. O ator disse que o próprio Hugh Jackman (Wolverine) sugeriu o retorno do mutante. “Eu não sei, ele mencionou isso pra mim. A história do ‘Velho Logan’ é atraente, é algo que eu conseguiria fazer. Velho, no modo imperativo”, comentou. Dentes de Sabre é um dos inimigos de Wolverine e já foi interpretado por Schreiber em “X-Men Origens: Wolverine” (2009). Além dele, Patrick Stewart também já mencionou que deve voltar a viver o Professor Xavier na continuação. Ainda não há nada confirmado sobre retorno de personagens ou sobre a trama. Mas, durante a San Diego Comic-Con 2015, Hugh Jackman introduziu o filme com três palavras: “Old Man Logan. Entendam como quiser”. Trata-se de uma referência direta à minissérie em quadrinhos de 2008, traduzida no Brasil como “O Velho Logan”. Escrita por Mark Millar (criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”), a trama se passa num futuro distópico, no qual a maioria dos heróis foi eliminada, os vilões dominam o mundo e o Caveira Vermelha é presidente dos EUA. A trama encontra Wolverine escondido, casado e envelhecido. Ou melhor, Wolverine, não. Em seu lugar há um velho chamado Logan, um homem preocupado somente com o bem estar de sua família, e que é forçado a tomar decisões desesperadas. Para quitar suas dívidas, ele aceita participar de uma última missão perigosa, ajudando o Gavião Arqueiro, agora cego, a atravessar todo o país para salvar a filha dele (que é neta do Homem-Aranha!) do Rei do Crime. Mas a jornada não tem desfecho feliz, resultando num banho de sangue brutal e um relato desolador. Millar já se entusiasmou com a possibilidade de a história virar filme e sugeriu algumas alterações para adaptar a trama ao universo mutante da Fox – substituindo personagens dos filmes dos Vingadores por integrantes dos X-Men. Em entrevista anterior, Hugh Jackman chegou a mencionar que a trama lhe parecia “o jeito perfeito de encerrar” a história do personagem – ou, pelo menos, seu ciclo no papel. O ator confirmou na Comic-Con que vai interpretar Wolverine pela última vez no terceiro filme do mutante. Considerada uma espécie de “Cavaleiro das Trevas” do Wolverine, “O Velho Logan” é, em termos cronológicos, a última aventura do herói. Como as filmagens devem começar em breve, mais novidades devem vir à tona nas próximas semanas. A direção será mais uma vez de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013), e a estreia está marcada para 3 de março de 2017.
Wolverine 3 deve seguir Deadpool e ter censura mais elevada
Após o sucesso de “Deadpool”, surgiram rumores que “Wolverine 3” também poderia ter censura elevada. Pois agora, a revista The Hollywood Reporter confirma a informação, ouvindo fontes da produção que garantem que o longa sempre foi planejado dessa forma e que a decisão não tem a ver com o fenômeno causado pelo filme de Ryan Reynolds nas bilheterias. O site cita a primeira imagem promocional de “Wolverine 3”, que mostra o mutante simulando o dedo do meio com uma garra (a imagem acima), para demonstrar que o tom do filme já estava planejado com antecedência. Além disso, afirma que a violência e linguagem do roteiro de Michael Green (o cara que escreveu “Lanterna Verde”) jamais passaria para menores. Claro que o sucesso de “Deadpool” também foi positivo, ao demonstrar para o estúdio o potencial de um filme com classificação “R” (proibido para menores de 17 anos nos EUA). No Brasil, “Deadpool” foi exibido com classificação indicativa imprópria para menores de 16 anos. Vale lembrar que tanto “X-Men Origens: Wolverine” quanto “Wolverine – Imortal” eram, no papel, filmes de censura mais elevada, mas acabaram sendo lançados para pré-adolescentes de 13 anos. Desta vez, porém, a abordagem tende a ser mais difícil de ser contornada. Durante a San Diego Comic-Con 2015, Hugh Jackman sugeriu que viverá a versão envelhecida do mutante, ao resumir o próximo filme com três palavras: “Old Man Logan. Entendam como quiser”. Trata-se de uma referência a uma minissérie em quadrinhos de 2008, traduzida no Brasil como “O Velho Logan”. Escrita por Mark Millar (criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”), a trama se passa num futuro distópico, no qual a maioria dos heróis foi eliminada, os vilões dominam o mundo e o Caveira Vermelha é presidente dos EUA. A trama encontra Wolverine escondido, casado e envelhecido. Ou melhor, Wolverine, não. Em seu lugar há um velho chamado Logan, um homem preocupado somente com o bem estar de sua família, e que é forçado a fazer decisões desesperadas. Para quitar suas dívidas, ele aceita participar de uma última missão perigosa, ajudando o Gavião Arqueiro, agora cego, a atravessar todo o país para salvar a filha dele (que é neta do Homem-Aranha!) do Rei do Crime. Mas a jornada não tem o desfecho feliz que os leitores esperavam, resultando num banho de sangue brutal e um relato desolador. Esta história é uma porrada, para dizer o mínimo, e realmente pede uma censura elevada. Entretanto, ela é impossível de ser filmada com a atual divisão de personagens entre a Fox e a Marvel. Importantíssimo na história, o Gavião pertence ao Marvel Studios, assim como o Rei do Crime, o Homem-Aranha e o Hulk, cujos filhos canibais são vilões da trama. Caso seja mesmo a trama escolhida, vários personagens precisarão ser alterados. Mark Millar, escritor de “O Velho Logan”, entusiasmou-se com a possibilidade da história virar filme e já sugeriu algumas alterações para adaptar a trama ao universo mutante da Fox. Mas suas sugestões, que são ótimas, chegaram após o roteiro já estar pronto. Considerada uma espécie de “Cavaleiro das Trevas” do Wolverine, “O Velho Logan” também é, em termos cronológicos, a última aventura do herói. Em entrevista anterior, Hugh Jackman chegou a mencionar que a trama lhe parecia “o jeito perfeito de encerrar” a história do personagem – ou, pelo menos, seu ciclo no papel. O ator também confirmou na Comic-Con que vai interpretar Wolverine pela última vez no terceiro filme do mutante. A direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). Além disso, Patrick Stewart já mencionou que deve voltar a viver o Professor Xavier neste filme. Como as filmagens devem começar em breve, mais novidades devem vir à tona nas próximas semanas. A estreia está marcada para 3 de março de 2017.
Após sucesso de Deadpool, boatos indicam que os filmes de X-Force e Wolverine 3 também serão para maiores
O sucesso de “Deadpool” disparou diversos rumores na internet. A se acreditar neles, a 20th Century Fox agora só vai fazer filmes de super-heróis para adultos. O boato começou após o produtor-roteirista Simon Kinberg (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) dizer que conseguia “imaginar” o filme do “X-Force”, novo grupo mutante vindo dos quadrinhos da Marvel, como uma produção de classificação indicativa “R” (para maiores de 17 anos) nos EUA. “Eu acredito que algumas histórias podem ter essa censura. Acho que os filmes principais dos ‘X-Men’ têm seu próprio tom, mais lírico. Mais dramático. Já ‘X-Force’ eu consigo imaginar com uma censura adulta. Quem sabe?”, ele disse, em entrevista ao site Collider. A Fox planeja a criação de um longa do “X-Force” há alguns anos e Jeff Wadlow (diretor de “Kick-Ass 2”) chegou a ser contratado pelo estúdio para criar o roteiro. O sucesso de “Deadpool” pode tirar esse projeto do papel, mas não garante, necessariamente, que a produção seja para maiores. Outro rumor, que surgiu no Reddit, considera que até “Wolverine 3” pode ser voltado para o público adulto. A classificação do filme ainda não foi confirmada e, como os detalhes sobre a trama ainda são desconhecidos, é difícil prever se seria o caso. Durante a Comic-Con de San Diego, o ator Hugh Jackman deu entender que o longa adaptaria a trama pós-apocalíptica de “O Velho Logan”, cuja violência caberia na classificação “R”. “Não posso falar muito, mas digo que, em sua essência, o longa é algo que Hugh e James estão empolgados há algum tempo”, disse Kinberg, referindo-se também ao diretor James Mangold, que retomará a parceria com Hugh Jackman após filmar “Wolverine – Imortal” (2013). Em sua estreia, “Deadpool” bateu o recorde de bilheteria de filmes com classificação “R” nos EUA, arrecadando US$ 132 milhões. Até então, todas as adaptações da Marvel chegavam no máximo à classificação “PG-13”, liberadas para maiores de 13 anos. No Brasil, “Deadpool” foi exibido com indicação para maiores de 16 anos.
Deadpool supreende, quebra recordes e lidera bilheteria nos EUA
A estreia de “Deadpool” antecipou o verão nos EUA. Com números de blockbuster, o primeiro filme de super-herói de 2016 faturou US$ 132 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte. O valor chega a US$ 152 milhões nas projeções que incluem o feriado de segunda-feira (15/2), em que se comemora o Dia do Presidente nos EUA. O valor é recorde entre todos os lançamentos de fevereiro nos EUA, superando com folga os US$ 85 milhões conquistados por “Cinquenta Tons de Cinza” no mesmo período do ano passado. Mas, principalmente, é a maior estreia de todos os tempos para um filme classificado com censura “R” (impróprio para menores de 17 anos). O sucesso pegou de surpresa a própria 20th Century Fox, que, após relutar muito com a ideia de lançar um filme de super-heróis para maiores, foi convencida de que o público aceitaria o projeto e deu liberdade para o time criativo da produção, encabeçado pelo ator-produtor Ryan Reynolds e o diretor estreante Tim Miller. Reynolds vestiu não só a camisa, mas o uniforme completo, fazendo uma verdadeira blitz de marketing (provavelmente passou mais tempo gravando vídeos de divulgação do que propriamente filmando o longa). Só na reta final o estúdio passou a considerar que a loucura daria certo, estimando uma abertura na casa dos US$ 65 milhões. Ninguém esperava que rendesse o dobro. Ou que seu êxito repercutisse no mercado internacional – foram mais US$ 120 milhões no exterior. Vale observar que o estúdio não quis investir muito na produção. Mas graças ao “baixo” orçamento de US$ 58 milhões, também considerou que não perderia muito com seu humor insano, repleto de palavrões, sexo e ultraviolência, deixando Reynolds à vontade, numa atitude bem diferente dos relatos associados aos bastidores de “Quarteto Fantástico”, que teria sofrido intervenção. A lição, aparentemente, foi aprendida. Agora, é ver qual o legado “Deadpool” deixará, além da encomenda confirmada de sua continuação. Afinal, até então, todos os filmes de super-heróis da Marvel foram lançados com censura “PG-13”, para maiores de 13 anos. “Deadpool” inaugura uma nova era. O mais importante é que o público adorou. A nota da pesquisa do CinemaScore foi A, a máxima. Até a crítica aplaudiu, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Bem ao contrário do que aconteceu com as outras duas estreias amplas da semana norte-americana. Os lançamentos das comédias “Como Ser Solteira” e “Zoolander 2” ficaram muito abaixo das pretensões de seus estúdios. O besteirol que junta Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) fez US$ 18,7 milhões, abrindo em 3º lugar, abaixo da animação “Kung Fu Panda 3”. Mas a grande decepção ficou por conta de “Zoolander 2”, que contou com quase tanto marketing quanto “Deadpool”. Com US$ 15,6 milhões, o filme de Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) não passou do 4º lugar, além de acumular as piores avaliações de público (C+) e crítica (23%) da semana. Em relação à semana passada, o que mais chama atenção é a queda de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”, que após dez dias nem aparece mais no Top 10, desabando para o 13º lugar. Segurando-se em 8º lugar, “A Escolha” também não tem muito a comemorar, demonstrando o pior desempenho de uma adaptação dos livros melosos de Nicholas Sparks. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Deadpool Fim de semana: US$ 132 milhões Total EUA: US$ 152 milhões Total Mundo: US$ 284 milhões 2. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 19,6 milhões Total EUA: US$ 93,9 milhões Total Mundo: US$ 225,3 milhões 3. Como Ser Solteira Fim de semana: US$ 18,7 milhões Total EUA: US$ 18,7 milhões Total Mundo: US$ 26,8 milhões 4. Zoolander 2 Fim de semana: US$ 15,6 milhões Total EUA: US$ 15,6 milhões Total Mundo: US$ 24,1 bilhões 5. O Regresso Fim de semana: US$ 6,9 milhões Total EUA: US$ 159,1 milhões Total Mundo: US$ 340,1 milhões 6. Ave, César Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 21,3 milhão Total Mundo: US$ 21,3 milhão 7. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 914,8 milhões Total Mundo: US$ 2 bilhões 8. A Escolha Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 13,2 milhões Total Mundo: US$ 13,2 milhões 9. Policial em Apuros 2 Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 82,6 milhões Total Mundo: US$ 108,2 milhões 10. Boneco do Mal Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 30,7 milhões Total Mundo: US$ 30,7 milhões
Hilário e irresponsável, Deadpool é o filme de super-herói que a Disney jamais faria
Lá nos idos de 2008, a Marvel apresentou, com “Homem de Ferro”, uma fórmula de muita cor e humor em contraposição ao sombrio mundo do Batman e X-Men, e que acabou se tornando a regra do sucesso em termos de filmes de super-herói. E se “Guardiões da Galáxia” (2014) elevou o humor despretensioso à categoria da zoeira sem limites, “Deadpool” leva a fórmula audaciosamente onde a Disney jamais esteve (e dificilmente estará algum dia). A adaptação do herói criado em 1991 por Fabian Nicieza e Rob Liefeld é a evolução natural da fórmula Marvel (apesar da produção ser da Fox, o personagem nos quadrinhos é da Marvel e seu filme só existe como resposta às produções da Marvel): muita ação, muito humor, personagens principais que não se machucam de verdade e… sangue, decapitação, nudez, palavrões, sexo, piadas de humor duvidoso, drogas e rock’n’roll – e um pouco de Wham!. A estreia em longas do diretor Tim Miller capta muito bem as origens do anti-herói criado numa época em que o que parecia importar mais nos quadrinhos era o estilo acima do conteúdo: a história de Wade Wilson e como ele se torna Deadpool está lá apenas como base para o filme abusar da metalinguagem com muito bom humor. Ryan Reynolds se redime de “Lanterna Verde” (2013), “Blade 3” (2004), “X-Men Origens: Wolverine” (2009) e todas aquelas suas comédias românticas (acredite, há referências a tudo isso) carregando o filme com carisma e sabendo rir de si mesmo e de sua situação enquanto astro de um filme de quadrinhos. A Fox parece ter colocado dois X-Men na história apenas para garantir uma marca conhecida em uma produção de um personagem pouco conhecido. Não era necessário: Deadpool é o dono da cena e o filme só perde com a entrada dos outros mutantes. O personagem é tão alucinado – uma espécie de Pernalonga para maiores – que causa um estranhamento quando vemos a “Escola Xavier para Jovens” e lembramos que ele deve estar no mesmo universo sombrio dos X-Men. Sua presença neste mundo só funciona porque Wade Wilson tem consciência de estar em um filme e, desta forma, assume a fantasia de que nada precisa fazer muito sentido nesta trama ficcional. É uma estratégia que vem dos quadrinhos do personagem e funciona muito bem na tela do cinema. Embora o clímax decepcione ao se entregar a tudo aquilo que o filme parecia criticar (muitos personagens poderosos, explosões grandiosas) e perca um pouco do ritmo que vinha sendo mantido até então, “Deadpool” se destaca pela originalidade, como uma alternativa bem-vinda ao padronizado universo da Marvel no cinema. É a produção certa no momento certo: um filme de quadrinhos que é como se fosse um meme sobre filmes de quadrinhos. É a zoeira das redes sociais com milhões de dólares de orçamento. Com a boca suja de comentaristas de internet, atitude de youtuber e irresponsabilidade de alguns provedores de conteúdo online, Deadpool é o herói que a atual geração tanto aguardava para idolatrar. E também é divertido pra caramba.
Roteiristas já começam a trabalhar na sequência de Deadpool
A 20th Century Fox levou em conta as projeções do mercado para a estreia de “Deadpool” e já deu sinal verde para a continuação do filme. Os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick, que assinam o longa, receberam a missão de escrever a sequência, informaram fontes do estúdio ao site The Hollywood Reporter. “Deadpool”, que estreia nesta semana, alimenta uma expectativa de arrecadação entre US$ 65 e US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA. Com orçamento estimado em US$ 50 milhões, o filme é considerado uma produção barata para os moldes de Hollywood, mas provavelmente dobrou seus custos com um investimento maciço em publicidade. Poucas vezes se viu um marketing tão agressivo e com tanto engajamento de um ator – Ryan Reynolds parece ter gasto mais tempo com publicidade do que nas filmagens do longa. Tim Miller, diretor de “Deadpool”, ainda não está confirmado no novo filme, mas a intenção da Fox é manter o mesmo time criativo. Claro, tudo isso pode mudar se as projeções não se confirmarem e “Deadpool” fracassar nas bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para esta quinta (11/2).
X-Men: Novo comercial enfatiza destruição apocalíptica
A 20th Century Fox divulgou um novo comercial de “X-Men: Apocalipse” durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano e maior audiência do ano). A curta prévia mostra cenas de destruição literalmente apocalíptica, com mísseis nucleares abandonando seus silos, e envolve praticamente todos os personagens da trama num confronto generalizado. Como a Fox do Brasil preferiu emendar o feriado do Carnaval, não há versão legendada. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta uma equipe, incluindo Magneto (Michael Fassbender), para acabar com a humanidade e criar um novo mundo para os mutantes, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy), deve liderar os X-Men, incluindo novos recrutas, para impedir o fim do mundo. “X-Men: Apocalipse” vai reunir a maior quantidade de mutantes já vistos na franquia, juntando os intérpretes introduzidos em “X-Men: Primeira Classe” (2011), Michael Fassbender (Magneto), James Mcavoy (Professor X), Jennifer Lawrence (Mística), Nicholas Hoult (Fera), Lucas Till (Destructor) e Rose Byrne (Moira MacTaggert), além de Evan Peters (Mercúrio) e possivelmente Hugh Jackman (Wolverine), remanescentes da linha temporal de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), com uma nova geração formada por Sophie Turner (série “Game of Thrones”) como Jean Grey, Tye Sheridan (“Amor Bandido”) como Cíclope, Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como Noturno, Alexandra Shipp (“Mistério de Anubis”) como Tempestade, Ben Hardy (novela britânica “EastEnders”) como Anjo/Arcanjo, Olivia Munn (“Livrai-Nos do Mal”) como Psylocke e a estreante Lana Condor como Jubileu, além do vilão do título, vivido por Oscar Isaac (“Inside Llewyn Davis”). A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Jennifer Lawrence será responsável pela formação dos X-Men do cinema
O diretor Bryan Singer revelou como o status de estrela de Jennifer Lawrence fará sua personagem, Mística, ganhar destaque na história de origem dos X-Men do cinema. Segundo o cineasta, “X-Men: Apocalipse” será o primeiro filme a mostrar como os X-Men clássicos dos quadrinhos se juntaram pela primeira vez. E a responsável por isso não será o Professor X, como a Marvel ensinou desde os anos 1960, mas Mística. “Encontramos a Mística – que ficou conhecida como heroína ao evitar a guerra no filme anterior – vivendo de forma isolada. Ela não tem interesse em fama e notoriedade e, por ter a capacidade de se transformar, ela consegue ajudar vários mutantes que vivem marginalizados ao redor do mundo de forma anônima. É durante essa missão que introduzimos o Noturno, que está vivendo um momento difícil em Berlim até a intervenção dela”, contou Singer ao site Digital Spy. Ela também deve ajudar a reunir os demais personagens, após a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”) se materializar, aliciando aliados poderosos como seus cavaleiros. Em cenas do trailer, Mística aparece liderando os personagens mais jovens. O longa se passará em 1983 e terá o retorno de Xavier (James McAvoy), Magneto (Michael Fassbender), Fera (Nicholas Hoult), Mercúrio (Evan Peters), Destructor (Lucas Till) e Moira MacTaggert (Rose Byrne), e introduzirá as versões jovens de Ciclope (Tye Sheridan), Jean Grey (Sophie Turner), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Anjo (Ben Hardy), além de Psylocke (Olivia Munn) e Jubileu (Lana Condor). A estreia está prevista para 19 de maio no Brasil, oito dias antes do lançamento nos EUA.
Deadpool: Cena do filme mostra grosseria até em romance
A 20th Century Fox divulgou uma nova foto e uma cena de “Deadpool”, que mostram o personagem antes de sua transformação física. Com clima romântico, a imagem traz Ryan Reynolds (“Lanterna Verde”) pedindo Morena Baccarin (série “Gotham”) em casamento. Mas, como a cena revela, ambos estão na cama e o ator não tem onde esconder o anel do pedido em nenhum lugar, a não ser onde a própria Baccarin parece imaginar. Irk! Sob direção do estreante Tim Miller, o filme vai mostrar a origem do anti-herói, com estreia marcada para 11 de fevereiro.
Adiada novamente, sequência de Avatar segue sem previsão de lançamento
Surpresa? A sequência de “Avatar” (2009) não deve mais estrear no final de 2017, como o diretor James Cameron afirmou há apenas um mês. “Estamos mirando no Natal de 2017″, ele disse, em 23 de dezembro. Entretanto, segundo o site The Wrap, o filme não vai estrear nesta data, porque o cineasta ainda não marcou o início das filmagens. Vale lembrar que Cameron prometeu originalmente a sequência do sucesso de 2009 para o ano de 2013. Mas logo que viu o trabalho que teria, revisou seus planos e reservou o lançamento para o final de 2014. Conforme o prazo se aproximava sem a produção começar, o diretor fez novo anúncio, garantindo a estreia em 2015. Na data prevista, porém, apenas os roteiros ficaram prontos. O que fez o longa ganhar uma nova data “definitiva”: dezembro de 2016 – que já caiu, assim como a previsão de dezembro de 2017. De adiamento em adiamento, Cameron aumenta seu orçamento sem iniciar a produção. Dizendo que pretende filmar três longas simultaneamente – “Avatar 2” a “4” – ele teria entregue uma conta de mais de US$ 1 bilhão para a 20th Century Fox, segundo fontes diversas da imprensa. A aposta é ambiciosa, pois “Avatar” detém o recorde de maior bilheteria de cinema de todos os tempos, com US$ 2,7 bilhão de arrecadação mundial. Mas se os planos de sua continuação derem errado, o risco para a Fox é altíssimo. Um desastre nas bilheterias poderia, inclusive, quebrar o estúdio. Cameron vai dirigir todos os três filmes, mas cada um foi escrito por um time diferente. A história de “Avatar 2” foi desenvolvida por Rick Jaffa e Amanda Silver (a dupla de “Planeta dos Macacos 2: O Confronto”), “Avatar 3” ficou a cargo de Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, também baseado em personagens de Cameron) e “Avatar 4” acabou nas mãos de Shane Salerno (do pavoroso “Aliens vs. Predador 2”). Mas enquanto o diretor faz planos, a atriz Zöe Saldana entrou em duas outras franquias sci-fi, “Star Trek” e “Guardiões da Galáxia”, e se quiser contar com ela em seus filmes vai precisar contornar o complexo cronograma das sequências dessas duas superproduções. Além dela, o diretor também confirmou interesse em trazer de volta o protagonista Sam Worthington e os intérpretes de dois personagens que morreram em “Avatar”, Sigourney Weaver e Stephen Lang.










