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Série

Série “Firefly” ganhará continuação em formato de animação

O ator Nathan Fillion anunciou a novidade durante painel com o elenco original e confirmou apoio do criador Joss Whedon

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15 de março de 2026
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Guia do Streaming: Os 10 destaques da terceira semana de março

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15 de março de 2026
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Compositor ataca série “Euphoria” e anuncia que “está fora”

Responsável pela trilha sonora do programa, Labirinth detonou a produção da HBO e a gravadora Columbia Records

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14 de março de 2026
  • Série

    Ator de “This Is Us” vai estrelar nova série de ação

    16 de dezembro de 2022 /

    O ator Justin Hartley, o Kevin de “This Is Us”, vai estrelar a nova série de ação “The Never Game”. Desenvolvida para o canal americano CBS, a atração foi oficializada com a divulgação de sua primeira imagem, que destaca o galã (acima). “The Never Game” é baseada no livro homônimo de Jeffery Deaver e acompanha Colter Shaw (Hartley), um sujeito solitário que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos e policiais a resolver todos os tipos de mistérios enquanto luta contra seus próprios problemas familiares. O elenco ainda conta com Robin Weigert (“Big Little Lies”), Abby McEnany (“Work in Progress”), Eric Graise (“Ela Dança, Eu Danço”), Fiona Rene (“Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado”) e Mary McDonnell (“Battlestar Galactica”). O episódio piloto, que passou pela aprovação da CBS, foi escrito por Ben Winters (“Legião”) e dirigido por Ken Olin (também de “This Is Us”). Ambos vão dividir as funções de produtores executivos da série. “Estou muito feliz em fazer o primeiro pedido de uma nova série para a próxima temporada com esta emocionante nova série liderada pelo incrivelmente talentoso Justin Hartley”, disse Amy Reisenbach, presidente da CBS Entertainment, em comunicado. “’The Never Game’ é uma excelente adição à nossa já bem-sucedida linha de dramas e, como nossos espectadores adoram programas com ação, intriga, mistério e personagens complexos, eles vão adorar ‘The Never Game’ – ela oferece isso em todas as frentes”, completou ela. “The Never Game” ainda não tem previsão de estreia. O projeto marcará o retorno de Hartley à TV após o fim de “This Is Us”. Ele é o segundo membro do elenco a conseguir papel principal em uma nova série. O primeiro foi Milo Ventimiglia, que vai estrelar a série de espionagem “The Company You Keep”. Já a atriz Mandy Moore está produzindo as suas próprias séries, que ainda estão em fase de desenvolvimento.

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  • Série

    Ator de “All American” será Martin Luther King jovem na série “Genius”

    16 de dezembro de 2022 /

    A Disney+ definiu o elenco central da 4ª temporada da série de antologia “Genius”. Intitulada “Genius: MLK/X”, a nova temporada será focada na relação entre Martin Luther King Jr. e Malcolm X, duas figuras históricas que lutaram pelos direitos humanos nos EUA. O elenco vai contar com o jovem ator Jalyn Hall (“All American”) e Kelvin Harrison Jr. (“Os 7 de Chicago”) interpretando as versões jovem e adulta de Martin Luther King, além de Aaron Pierre (“Tempo”) como Malcolm X, Weruche Opia (“I May Destroy You”) no papel de Coretta Scott King, Jayme Lawson (“A Mulher Rei”) como Betty Shabazz e Ron Cephas Jones (“This is Us”) interpretando Elijah Muhammad. O piloto será dirigido por Channing Godfrey Peoples (“Miss Juneteenth”), que atuará como produtora executiva da série. Originalmente produzida e exibida no canal pago National Geographic, “Genius” passará a ser uma atração exclusiva da plataforma de streaming Disney+ a partir do novo ano de produção A série de antologia biográfica é uma produção da Imagine TV, do cineasta Ron Howard e seu sócio Brian Grazer, em parceria com a 20th Television. A 1ª temporada abordou a biografia de Albert Einstein, a 2ª contou a história Pablo Picasso e 3ª narrou a vida e a carreira da cantora Aretha Franklin. “Genius: MLK/X” ainda não tem previsão de estreia. Jalyn Hall será visto a seguir no drama biográfico “Till – A Busca por Justiça”, sobre uma mãe que busca justiça para o filho assassinado em um linchamento brutal ocorrido década de 1950, nos EUA. O filme chegará aos cinemas brasileiros em 9 de fevereiro, mas já é um dos destaques da temporada de premiações dos EUA.

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  • Série

    Henry Cavill vai estrelar série baseada no jogo “Warhammer 40.000”

    16 de dezembro de 2022 /

    O ator Henry Cavill (“The Witcher”) já definiu seu novo projeto grandioso após o anúncio de que ele será mais Superman no cinema. O ator vai estrelar e produzir uma série baseada no famoso jogo de miniaturas “Warhammer 40.000”. O jogo se passa 40 mil anos no futuro, quando a civilização humana parou de progredir e está envolvida numa guerra sem fim contra alienígenas e seres mágicos – enquanto deuses e demônios figuram em um sistema teológico de classes. O mundo é dividido em diferentes classes, como o Imperium of Man (que são os humanos militaristas), os Necron (uma raça de androides semelhantes a esqueletos), os Aeldari (raça élfica), os Tyranids (alienígenas inimigos), os T’au (alienígenas de pele azul que podem ser aliados) e os Orks. Produzido pela Games Workshop, o jogo foi criado na década de 1980 e se tornou o jogo de miniaturas mais popular do mundo. Ele se difere de outros jogos de tabuleiro porque usa de miniaturas que podem ser movidas pela mesa. O próprio Cavill é fã do jogo. A série de “Warhammer 40.000” será desenvolvida pela plataforma de streaming Amazon Prime Video (que acaba de finalizar a compra dos direitos do jogo), que oficilizou o projeto nesta sexta (16/12). “’Warhammer 40.000′ capturou a imaginação de fãs de todas as idades, de todas as esferas da vida e de todo o mundo”, disse Jennifer Salke, diretora da Amazon e MGM Studios. “Estamos entusiasmados em trabalhar com Henry, Vertigo Entertainment e Games Workshop em nossos negócios de entretenimento da Amazon nesta franquia brilhante e imersiva para nossos clientes globais experimentarem nos próximos anos”, completou. Apesar disso, a produção ainda está em seus estágios iniciais. Não há nenhum roteirista e showrunner atrelado à série, que também não tem previsão de estreia. Após se afastar de “The Witcher”, Henry Cavill envolveu-se em diversos projetos, entre eles o thriller de ação “Argylle”, novo trabalho do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem previsão de lançamento.

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  • Série

    “Mythic Quest” vai ganhar spin-off na Apple TV+

    16 de dezembro de 2022 /

    A Apple TV+ anunciou que vai lançar um spin-off de “Mythic Quest”, série elogiada de comédia ambientada nos bastidores de uma empresa de videogames. Chamada de “Mere Mortals”, a nova atração mostrará a vida de funcionários, jogadores e fãs que são impactados pelo jogo “Mythic Quest”. “Mere Mortals” foi desenvolvia por Ashly Burch (estrela da série), John Howell Harris e Katie McElhenney (roteiristas de “Mythic Quest”), e tem como ponto de partida episódios memoráveis da série original, incluindo “Sarian”, que estreia nesta sexta-feira (16/12), e “Everlight”, especial de 2021 que rendeu uma indicação ao Prêmio Emmy de Melhor Narrador para Anthony Hopkins. Atualmente em sua 3ª temporada, “Mythic Quest” é uma das sitcoms mais elogiadas da atualidade, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Seu estilo é de comédia de local de trabalho, como “The Office”, só que passada numa empresa bem-sucedida de videogame, acompanhando o proprietário e sua equipe problemática enquanto lutam para manter o sucesso de seu jogo principal. O criador da série, Rob McElhnney (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), vive o proprietário em eterno embate com a personagem de Charlotte Nicdao (“Content”), e o ótimo elenco também inclui F. Murray Abraham (“The White Lotus”), Danny Pudi (“Community”), Imani Hakim (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Jessie Ennis (“Alma da Festa”), David Hornsby (“Good Girls”), Naomi Ekperigin (“De Férias da Família”), Caitlin McGee (“Home Economics”) e a atriz de videogames Ashly Burch (“Critical Role”), além do fortão Joe Manganiello (“Magic Mike”), que entrou na 3ª temporada. Além de McElhenney, “Mythic Quest” também foi criada pelo ator Charlie Day (também de “It’s Always Sunny in Philadelphia”) e a produtora-roteirista Megan Ganz (“Modern Family”)

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  • Série

    Sem papel de Superman, Henry Cavill não voltará a “The Witcher”

    16 de dezembro de 2022 /

    Com o fim do reinado de Henry Cavill como Superman, muitos fãs foram às redes sociais pedir sua volta à série “The Witcher”. Entretanto, a produção da 4ª temporada já começou, com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”) gravando sua estreia como Geralt de Rivia, papel que Cavill desempenhou por três temporadas. Cavill anunciou sua saída da série da Netflix em outubro, logo após revelar seu retorno como Superman no Universo Cinematográfico da DC, com uma aparição no final de “Adão Negro”. Só que desde então a Warner Bros. Discovery mudou tudo, contratando o diretor James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) para comandar o recém-lançado DC Studios. E a dupla revelou ter outros planos para Superman. Com isso, os fãs de “The Witcher” passaram a torcer por uma volta de Cavill como Geralt de Rivia. Eles não ficaram muito entusiasmados quando a Netflix anunciou a troca de intérpretes. Mas, em entrevista à revista Variety, o chefe de séries da Netflix dos EUA e Canadá, Peter Friedlander, defendeu que Hemsworth era a escolha certa. “Henry é um Geralt extraordinário e acho que Liam continuará e também será um Geralt extraordinário”, disse Friedlander. “Há um legado de personagens incríveis e icônicos onde os atores mudaram, e estamos extremamente otimistas sobre isso. Continuaremos a honrar a propriedade, os fãs e a narrativa, o tempo todo.”

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  • Série

    “Yellowjackets” é renovada para 3ª temporada com grande antecipação

    15 de dezembro de 2022 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “Yellowjackets” para sua 3ª temporada. O detalhe é que ainda faltam três meses para a estreia do segundo ano da produção, que tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A série estrelada por Christina Ricci (“Wandinha”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”) voltará em 24 de março nos EUA. A série chamou atenção do público e da crítica por ter como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de um avião com um time uruguaio de rúgbi que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio da neve das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que sobrevivem a uma queda de avião apenas para se verem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a trama se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, quando são interpretadas pelas atrizes famosas, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. “Com o grande sucesso da 1ª temporada de ‘Yellowjackets’ e a expectativa para a 2ª temporada, queríamos maximizar o momento ao encaminahr rapidamente a 3ª temporada agora”, disse Chris McCarthy, presidente e CEO da Showtime e Paramount Media Networks. “A ambição da série só é superada por sua execução, e agradeço à incrível equipe criativa por trás dele, incluindo Ashley, Bart, Jonathan [Lisco], eOne e a equipe Showtime, por transformá-la em um sucesso.” Para a 2ª temporada, já foram confirmados alguns reforços importantes no elenco, com as entradas de Elijah Wood (o Frodo de “O Senhor dos Anéis”) no papel de um detetive amador, Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”) como a versão adulta de Lottie – personagem de Courtney Eaton nos flashbacks da trama – e Lauren Ambrose (“Servent”) como a versão adulta de Van – que é vivida por Liv Hewson em sua fase adolescente. Com a renovação antecipada, a expectativa é que o terceiro ano comece mais cedo e mais próximo do final da 2ª temporada. “Yellowjackets” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+. Lembre o trailer da 1ª temporada da série.

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    Globo vai exibir “Onde Está Meu Coração” em janeiro

    15 de dezembro de 2022 /

    A Globo decidiu exibir a elogiada série “Onde Está Meu Coração” em janeiro, um ano depois de seu lançamento no Globoplay. A produção, que rendeu indicação ao Emmy Internacional à atriz Leticia Colin, irá ao ar às terças, logo após a eliminação do vindouro “BBB 23”. O reality estreia no dia 16 e manterá seu esquema com famosos e anônimos. A série começará por volta das 23h45, o que permitirá ser exibida sem cortes, apesar de conter cenas pesadas. Vale lembrar que a Globo chegou a exibir o episódio de estreia da série neste mesmo horário, em maio do ano passado, como chamariz para o lançamento em streaming. Gravada em 2019, a produção teve a estreia adiada para 2021 devido à pandemia de coronavírus. Com 10 episódios, a série tem roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). A trama gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. A produção também traz Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Completam o elenco Camila Márdilla, Ana Flávia Cavalcanti, Michel Melamed, Cacá Carvalho, Rodrigo Garcia, Rodrigo dos Santos e Bárbara Colen, entre outros. Com a exibição semanal, o último episódio tem previsão de ir ao ar em 4 de abril. Veja abaixo o trailer da série.

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    HBO Max vai tirar “Raised By Wolves”, “Westworld” e outras séries de seu catálogo

    15 de dezembro de 2022 /

    A Warner Bros Discovery anunciou que vai tirar diversas séries do catálogo da plataforma de streaming HBO Max. Entre as séries que serão excluídas está a superprodução “Raised By Wolves”, do cineasta Ridley Scott (“O Último Duelo”), e “Westworld”, que teve quatro temporadas premiadas pelo casal Jonathan Nolan e Lisa Joy (“Periféricos”). Outras séries que também vão sair do catálogo são “Uma Turma Genial” e “A Mulher do Viajante do Tempo”, bem como os reality shows “FBoy Island”, “Legendary” e “Em Busca de Magic Mike”. Todos os títulos que desaparecerão foram cancelados e alguns deles não possuem final. Entretanto, as séries não desaparecerão da face da Terra. A ideia da WBD é transformá-las em dinheiro, montando um pacote para licenciá-las para serviços de streaming gratuitos, também chamados de FAST – sigla de Free Ad-supported Streaming Television, streaming televisivo grátis com anúncios. O serviço mais conhecido do gênero é a Pluto TV, disponível no Brasil. Os criadores de “Westworld”, Jonathan Nolan e Lisa Joy, aprovaram a ideia. “Somos incrivelmente orgulhosos de ‘Westworld’ e do notável trabalho de nosso elenco e equipe. Estamos entusiasmados por ter a oportunidade de dar as boas-vindas a um público totalmente novo para nossa série” com a mudança de plataforma. O pacote vendido para WBD também vai contar com “The Nevers”, cujo cancelamento e exclusão do catálogo da HBO Max já haviam sido anunciados antes. Mas não terá atrações como “As Crônicas de Cucu”, “Love Life”, “Made For Love”, “The Garcias” e “Minx”, que também foram canceladas e serão excluídas da plataforma. Por não serem produções próprias da WBD, estes títulos foram devolvidos aos estúdios que os produziram. A Lionsgate, inclusive, pretende continuar “Minx” em uma nova plataforma. A WBD, porém, disse que está conversando com os parceiros sobre esse projeto, para convencê-los sobre as oportunidades de “expandir ainda mais o alcance das séries, incluindo, entre outros, o licenciamento da série para plataformas FAST de terceiros”. Segundo apurou o site Deadline, a WBD também estaria desenvolvendo uma plataforma FAST própria, que pretende anunciar em breve. Tudo isso ocorre enquanto a empresa sofre com seu balanço financeiro. Com as reestruturações e encargos relacionados à fusão WarnerMedia-Discovery, o prejuízo da companhia só tem aumentado. Estima-se que já esteja em US$ 5,3 bilhões. “É mais confuso do que pensávamos, é muito pior do que pensávamos”, disse recentemente o CEO da WBD, David Zaslav. “Você abriu o armário, as coisas caíram. Estamos arrumando-as. Alguns ativos são melhores do que pensávamos no início – o talento é melhor do que pensávamos. Mas muitas coisas foram inesperadamente piores do que pensávamos.” Especificamente sobre a decisão de retirar séries do catálogo da HBO Max, Zaslav afirmou: “Não tiramos nenhuma série da plataforma que fosse nos ajudar de alguma forma”. Outros títulos removidos da HBO Max este ano incluem séries como “Camping”, “Mrs. Fletcher”, “Run” e “Vinyl” e reality shows como “Ellen’s Next Great Designer” e “Generation Hustle”, bem como diversas séries animadas. Zaslav também cancelou a produção do filme “Batgirl” e desistiu da série “Demimonde”, de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), entre muitos outros cortes.

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  • Série

    Reese Witherspoon vai estrelar série de comédia de cheerleaders

    15 de dezembro de 2022 /

    A atriz Reese Witherspoon (“Pequenos Incêndios Por Toda Parte”) vai estrelar e produzir a série de comédia “All Stars”. Desenvolvida para a plataforma de streaming Amazon Prime Video, a atração ganhou encomenda de duas temporadas de uma vez. A série vai acompanhar uma ex-cheerleader (Witherspoon) que usa de trapaças e mentiras para conseguir um emprego ensinando novas líderes de torcida em uma escola na costa da Inglaterra, país sem tradição de cheerleaders. Lá, ela precisa mostrar a um grupo desorganizado de alunas – e a ela mesma – o que significar ser uma All Star (algo como atleta de seleção) das torcidas. O conceito da série parece tentar emular o sucesso “Ted Lasso”. Mas, ao contrário da atração da Apple TV+, “All Stars” é inspirada na história real de Andrea Kulberg, uma americana dos sul dos EUA que foi ao Reino Unido para ensinar adolescentes britânicas a serem líderes de torcida. “All Stars” foi criada por Aline Brosh McKenna (“Crazy Ex-Girlfriend”), que também vai servir como showrunner da atração e dirigir o episódio piloto. Witherspoon vai produzir a série por meio da sua produtora Hello Sunshine. Essa não será a primeira vez que as duas trabalham juntas. A atriz terminou recentemente de filmar a comédia romântica “Your Place or Mine”, dirigida por Brosh McKenna, que estreia em fevereiro. “Há muito tempo venho procurando um projeto que trouxesse nossa missão Hello Sunshine de tornar as mulheres as heroínas de suas próprias histórias para uma geração mais jovem. Quando vi essa história, soube imediatamente que essa ideia faria exatamente isso”, disse Witherspoon, em comunicado. “A ideia de ver uma mulher americana vindo para compartilhar o esporte americano de animação de torcida para um grupo de jovens no Reino Unido me deixou tão animada! Eu amo que essa série seja cheia de um verdadeiro coração, alegria profunda e do poder do trabalho em equipe. Mal posso esperar para fazer parceria com a brilhante, hilária e talentosa Aline McKenna mais uma vez para criar uma personagem cômica e verdadeiramente original, e com a equipe da Amazon, cuja paixão por este projeto é incomparável.” “Reese é minha heroína de longa data e estou muito emocionada por termos feito um filme juntas e por esta fantástica oportunidade na TV”, disse Brosh McKenna. “Estou tão animada por trazer este mundo e esses personagens à vida! O pessoal da Amazon já se mostrou tão entusiasmado e solidário que estou muito animada para me juntar a sua lista de talentos.” “All Stars” ainda não tem previsão de estreia. Reese Witherspoon será vista a seguir na 3ª temporada da série “The Morning Show”, que ainda não tem data de lançamento. Porém, seu comprometimento com uma nova atração, de outra plataforma de streaming, pode colocar em risco o seu futuro na série da Apple TV+. Segundo apurou o site Deadline, o contrato de Witherspoon previa que ela estrelasse três temporadas de “The Morning Show”, abrindo possibilidade de renovação. Já seu novo contrato com a Amazon a permite que ela estrele mais de uma série ao mesmo tempo. Aparentemente, tudo vai depender do interesse dela.

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  • Série

    Harry & Meghan: Parte 2 da série traz acusações graves contra família real. Saiba tudo

    15 de dezembro de 2022 /

    A segunda parte da série documental “Harry & Meghan” estreou nessa quinta (15/12) com o intuito de expor ainda mais problemas envolvendo a família real. E foi exatamente isso que aconteceu. Em um dos momentos mais marcantes da série, o príncipe Harry afirma que seu irmão, o príncipe William, gritou com ele em uma reunião de crise familiar em Sandringham, em 2020. “Foi assustador ver meu irmão gritando e berrando comigo e meu pai dizendo coisas que simplesmente não eram verdade, e minha avó sentada em silêncio e absorvendo tudo”, contou Harry. “Mas você tem que entender que, do ponto de vista da família, especialmente dela, existem maneiras de fazer as coisas e sua responsabilidade final é a instituição.” O intuito era discutir os planos de Harry e Meghan de se afastarem dos deveres reais. O encontro foi realizado apenas horas antes de a Família Real emitir uma declaração conjunta, que Harry afirma ter sido emitida sem a sua aprovação. A reunião foi convocada depois que uma reportagem de jornal afirmou que Harry e Meghan, a duquesa de Sussex, estavam planejando deixar o Reino Unido e abandonar muitos de seus deveres reais por causa da maneira como eram tratados por William. Harry disse que, em seguida, foi publicada uma nota do Palácio negando a notícia, que ele definiu como “falsa, ofensiva e potencialmente prejudicial”. “Assim que entrei no carro após a reunião, fui informado sobre uma declaração conjunta que havia sido feita, em meu nome e no nome de meu irmão, macetando a história dele nos intimidar para sairmos da família.” “Eu não podia acreditar”, continua ele. “Ninguém me pediu permissão para colocar meu nome em uma declaração como essa. Liguei para Meghan e contei a ela, e ela começou a chorar porque, em apenas quatro horas, eles ficarem felizes em mentir para proteger meu irmão e, ainda assim, por três anos, eles nunca estiveram dispostos a dizer a verdade para nos proteger.” “De repente, o que clicou na minha cabeça foi que isso nunca iria parar”, completou Meghan. Harry conta que a então Rainha Elizabeth II foi mantida afastada dos dois. Em certo momento, ela os convidou para passarem a noite com ela. Mas então surgiram as notícias de que eles estariam dispostos a renunciar ao título e se mudar para os EUA. A partir daí, eles dizem que “esta mensagem urgente chega dizendo: ‘Você não tem permissão para ir ver Sua Majestade … ela está ocupada, ela tem planos a semana toda’”, conta Meghan. O neto da Rainha ainda disse que ligou para a avó. “Ela disse: ‘Sim, eu não sabia que estava ocupada, me disseram que estou ocupado a semana toda’”, revelou. “A parte mais triste disso tudo foi a divisão criada entre mim e meu irmão… agora do lado da instituição, e parte de mim entende isso”, afirmou ele. “Essa é a herança dele, então, até certo ponto, já está arraigado nele que parte de sua responsabilidade é a sobrevivência e a continuação desta instituição.” Assim como os três primeiros episódios, lançados na semana passada na Netflix, a segunda parte também aborda a maneira como o casal decidiu lutar contra a invasão da mídia. Harry falou que a Família Real trabalha muito perto dos principais meios de comunicação (descrevendo-os como “parceiros”) e disse que foi encorajado a trabalhar dentro desse sistema. “Meu pai [o então príncipe Charles] me disse: ‘Querido garoto, você não pode enfrentar a mídia’. Eu disse que discordo fundamentalmente. Tenho 30 anos de experiência em olhar por trás da cortina e ver como esse sistema funciona e como ele roda. Pautas constantes sobre outros membros da família, sobre favores, convidando a imprensa a participar. É um jogo sujo.” Harry revelou que o escritório de seu irmão oferecia histórias sobre o casal para a imprensa britânica a fim de desviar a atenção negativa que os então Cambridges estavam recebendo. “Tem vazamento, mas também tem plantio de histórias”, disse ele. “Se a equipe de comunicação quiser remover uma história negativa sobre seu protegido, eles negociarão e fornecerão a você algo mais sobre o protegido de outra pessoa.” Não só isso, mas o Príncipe Harry também traçou uma ligação direta entre as reportagens do tabloide Daily Mail sobre sua esposa, Meghan Markle, e o aborto espontâneo que ela sofreu em 2020. Em determinado momento, o casal fala sobre o fato de o jornal ter publicado uma carta particular que Meghan havia escrito para seu pai distante, Thomas Markle, e a subsequente batalha legal contra o tabloide por ter publicado a correspondência. Meghan havia escrito a carta para Thomas Markle depois que o relacionamento deles entrou em colapso, logo antes de seu casamento com o príncipe Harry em maio de 2018 – que seu pai não pôde participar devido a problemas de saúde. Ela conta que foi encorajada por membros da família real a enviar a carta. O jornal recebeu a carta do próprio Thomas Markle, que disse que queria abordar o que considerava relatos injustos por parte da mídia. O Daily Mail publicou trechos da carta na edição especial Mail On Sunday em fevereiro de 2019. O príncipe Harry acrescentou mais tarde que o tabloide só publicou a carta porque acreditou que a família real diria ao casal para não tomar medidas legais. “Como o Mail teria a estupidez de publicar uma carta entre um pai e uma filha? Bem, a resposta é simples: eles sabiam que a família nos encorajaria a não processar”, disse ele. A dupla contou que os advogados reais até concordaram em iniciar um processo legal contra o jornal, mas depois decidiram não agir. Por fim, o casal seguiu outros conselhos jurídicos e iniciou seu próprio processo. “Tudo mudou depois disso. Esse litígio foi o catalisador, provavelmente, para todo o desenrolar”, disse Meghan. Por fim, ela processou a Associated Newspapers, editora do The Mail e Mail On Sunday, e ganhou. Mas, na ocasião, Meghan estava grávida. E Harry afirma que o estresse teve um efeito claro na sua saúde física. “Acredito que minha esposa sofreu um aborto espontâneo por causa do que o The Mail fez. Eu assisti a coisa toda”, disse ele. “Agora, sabemos absolutamente que o aborto foi causado por isso? É claro que não. Mas tendo em mente o estresse que isso causou, a falta de sono e o momento da gravidez, com quantas semanas ela estava. Posso dizer pelo que vi que o aborto espontâneo foi criado pelo que eles estavam tentando fazer com ela”, explicou ele. Meghan também falou sobre a importância de compartilhar sua experiência do aborto espontâneo em um artigo, intitulado “As Perdas que Compartilhamos”, publicado no jornal The New York Times em 2020. “Eu poderia optar por nunca falar sobre essas coisas, mas optei por dizer: ‘Com todo o mal que vem com isso, o bom é poder ajudar outras pessoas.’ Esse é o sentido da vida, certo? Conexão e comunidade.” Em relação à sua entrada na Família Real, Markle descreveu que se sentiu como “um organismo estranho” dentro do aquário que é família real. “Um dia, esse pequeno organismo aparece”, ela contou. “E a coisa toda é: ‘O que é isso?’, ‘O que ele está fazendo aqui? Não se parece conosco, não se move como nós, não gostamos. Tire isso de perto de nós.’” Ela relatou que chegou a ter pensamentos suicidas, mas que o Palácio de Buckingham não a deixava procurar ajuda. “Eu não tinha permissão. Eles estavam preocupados sobre como isso se refletiria sobre a instituição.” Meghan também abordou a tempestade de ódio que ela enfrentou nas redes sociais. Ela se lembra de um tuíte que dizia: “Meghan precisa morrer, alguém só precisa matá-la”. “Sou mãe, essa é a minha vida real…. E quando você vê isso, pensa: ‘Vocês estão fazendo as pessoas quererem me matar’. Não é apenas um tabloide, não é apenas uma história. Vocês está me deixando com medo’”, contou ela, em meio às lágrimas. A série “Harry & Meghan” faz parte de um contrato de desenvolvimento que o casal fechou com a Netflix para produzir conteúdos por meio do braço de mídia da sua organização sem fins lucrativos, Archewell. Os episódios estão disponíveis na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.

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  • Série

    Revival de “Party Down” ganha primeiro teaser

    14 de dezembro de 2022 /

    A plataforma Lionsgate+ divulgou o primeiro teaser legendado do revival de “Party Down”. Criada por Rob Thomas logo após a decepção do cancelamento de “Veronica Mars”, “Party Down” acompanha os empregados de um buffet itinerante de festas de Los Angeles, que sonha emplacar carreiras em Hollywood. Cada episódio se desenrola em um evento diferente, enquanto os funcionários do buffet inevitavelmente se envolvem demais na vida dos convidados – enquanto tentam convencer produtores a escalá-los em seus filmes ou lerem seus roteiros. Engraçadíssima, “Party Down” não sobreviveu ao costume inicial do Starz de encomendar apenas duas temporadas de cada série, logo que começou a produzir conteúdo próprio. Mas se tornou cultuada em reprises. Originalmente exibida de 2009 a 2010, a série cult de comédia retorna com a maioria de seus integrantes originais: Adam Scott (mais conhecido por “Parks and Recreation”), Jane Lynch (“Glee”), Ken Marino (“Childrens Hospital”), Martin Starr (“Silicon Valley”), Ryan Hansen (“Veronica Mars”) e Megan Mullally (“Will & Grace”). Faltou só Lizzy Caplan (“Masters of Sex”), que não conseguiu encaixar a série em sua agenda. Já as novidades destacam Jennifer Garner (“Dia do Sim”), que terá papel fixo como uma produtora de blockbusters e namorada de Henry Pollard, o personagem de Adam Scott. Além dela, também foram confirmados Zoë Chao (“Love Life”) como nova chef do buffet Party Down, Tyrel Jackson Williams (“Brockmire”) no papel de um influencer desconectado com a realidade e James Marsden (“Sonic – O filme”) como um astro famoso de uma franquia de super-heróis. O revival conta os mesmos produtores executivos: além de Thomas, John Enbom (que atuará como showrunner), o ator Paul Rudd (o “Homem-Formiga”) e Dan Etheridge (que também trabalhou com Thomas em “Veronica Mars” e “iZombie”). A 3ª temporada curta de seis episódios tem estreia marcada para 24 de fevereiro.

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  • Série

    “Young Royals” vai acabar na 3ª temporada

    14 de dezembro de 2022 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação de “Young Royals” para sua 3ª e última temporada. Junto do anúncio, liberou as primeiras imagens do final feliz, com direito a uma foto do casal central do drama LGBTQIAP+ adolescente saindo para a rua de mãos dadas. O romance sueco conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. Mas mesmo após Willhem se tornar o próximo na linha de sucessão ao trono, a pressão pelo rompimento é confrontada pelas imagens antecipadas do desfecho, especialmente aquela em que o casal parece assumir tudo, pronto para sair juntos, de mãos dadas, para a luz. Assim como as duas temporadas anteriores, a série chegará ao final após mais seis episódios dos roteiristas-produtores Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Young Royals está renovada para a 3ª e última temporada. 👑👑👑 pic.twitter.com/7PWfqKlBQe — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 14, 2022

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    Trailer da 2ª temporada mostra jornada dos heróis de “Vikings: Valhalla”

    14 de dezembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Vikings: Valhalla”, em que os vikings foragidos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Freydis Eiríksdottir (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”) embarcam numa jornada para reconstruir seu legado A 2ª temporada encontra esses heróis logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encarando a vida de fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. A série é uma espécie de continuação de “Vikings”, desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos. Com um papel menos ativo em “Valhalla” – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , Hirst deixou o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart, que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). Os novos episódios chegarão ao streaming em 12 de janeiro, com direito a novos personagens. As principais novidades são Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”).

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