Elenco de “That ’70s Show” ressurge no trailer da continuação
A Netflix divulgou um trailer de “That ’90s Show”, que revela participações dos atores da série clássica “That ’70s Show” na continuação. Liberada apenas em inglês sem legendas, a prévia destaca a volta dos atores Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp, intérpretes de Red e Kitty Forman, os pais da série original, junto com o novo elenco da atração. Mas aos poucos vai mostrando os personagens clássicos, vividos por Topher Grace (Eric Forman), Laura Prepon (Donna Pinciotti), Mila Kunis (Jackie Burkhart), Ashton Kutcher (Michael Kelso), Wilmer Valderrama (Fez) e até Tommy Chong (Leo) Ambientada em 1995, a trama vai introduzir a neta de Red e Kitty – e filha de Eric e Donna, da série original. Na trama, Lea Forman vai visitar seus avós no verão e passa a se relacionar com uma nova geração de adolescentes da cidade interiorana de Point Place, no Winsconsin, sob o cuidado atento de Kitty e o olhar severo de Red. A jovem protagonista é interpretada por Callie Haverda (“Shut Eye”), enquanto Ashley Aufderheide (“Emergence”), Mace Coronel (“Colin em Preto e Branco”), Maxwell Acee Donovan (“Gabby Duran: Babá de Aliens”), Reyn Doi (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”) e a estreante Sam Morelos vivem seus novos melhores amigos. A produção está a cargo dos cocriadores da atração original, o casal Bonnie e Terry Turner, com o reforço criativo de sua filha Lindsay Turner, e Gregg Mettler, que escreveu episódios de “That ’70s Show”, completa a equipe como showrunner. A estreia está marcada para 19 de janeiro.
Saiba como designer brasileiro criou as aberturas de “The White Lotus”
Você sabia que as belas artes que estamparam as aberturas da 1ª e 2ª temporadas da série “The White Lotus” foram criadas por um brasileiro? Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o designer Lezio Lopes falou um pouco sobre como conseguiu o trabalho e sobre a sua abordagem para a abertura da série. Lezio Lopes é natural do Sergipe, mas mora há quase três anos na Austrália. Quando o país entrou em lockdown, ele começou a divulgar o seu trabalho por meio das redes sociais, o que acabou chamando atenção do estúdio criativo Plains of Yonder – que viria a fazer a abertura de “The White Lotus”. Foi assim que surgiu o convite para trabalhar na série. Segundo Lopes, apesar de o estúdio fazer apontamentos a respeito das artes, ele teve muita liberdade no seu desenvolvimento. “Na 1ª temporada, todas as ilustrações são de minha autoria, e pude usar mais a criatividade e sugerir composições, cores e elementos”, contou ele. Quando à abertura da 2ª temporada, ele se inspirou em pinturas afrescas do Renascentismo italiano. “O principal foi trabalhar em cima de imagens para adicionar ou remover personagens e objetos que pudessem ter uma ligação com o enredo”, explicou ele, que disse ter se divertido ao acompanhar as teorias dos fãs sobre o que representavam certos desenhos. “Também criamos algumas ilustrações originais, seguindo o mesmo estilo de traço.” As ilustrações de Lopes ainda passam por um processo de animação que, somados à direção de fotografia e à trilha sonora, resultam na belíssima abertura da série. Criada por Mike White (“Escola do Rock”), “The White Lotus” acompanha a rotina de funcionários e hóspedes de um hotel de luxo durante a temporada de verão. A 2ª temporada, que se passou na ilha da Sicília, na Itália, se tornou o segundo conteúdo mais assistido da HBO/HBO Max em 2022, atrás apenas de “A Cada do Dragão”. As duas temporadas da série estão disponível na plataforma de streaming HBO Max. Confira abaixo as aberturas da 1ª e 2ª temporadas.
“Wandinha” é a série mais vista da Netflix pela 4ª semana consecutiva
A série “Wandinha” se manteve pela quarta vez consecutiva no topo da lista semanal das séries mais assistidas da Netflix. A atração foi vista por um total de 174 milhões de horas durante sua quarta semana de exibição. Com isso, “Wandinha” atingiu um total de 1,2 bilhão de horas assistidas desde seu lançamento em 23 de novembro, ficando atrás apenas da 4ª temporada de “Stranger Things” entre as séries em inglês mais vistas da Netflix em todos os tempos. A diferença é de “apenas” 115 milhões de horas para “Stranger Things 4”, que soma 1,35 bilhão de horas. Só que a Netflix mede apenas a audiência dos primeiros 28 dias de exibição de cada lançamento, o que tende a impedir a mudança no topo do ranking. “Wandinha” tem apenas mais três dias para contabilizar seu público e encerrar seu crescimento no Top 10 de todos os tempos. Entre as atrações internacionais, o maior sucesso ainda é da série sul-coreana “Round 6”, que totalizou incríveis 1,65 bilhão de horas. Ao contrário das semanas anteriores, em que “Wandinha” dominou a audiência, dessa vez o 2º lugar não ficou tão distante. A série documental “Harry & Meghan” totalizou 97 milhões de horas assistidas. O 3º lugar ficou com “Recruta”, que teve uma audiência de 52 milhões de horas, seguida pela 4ª temporada do reality show “Brincando com Fogo”, com 37 milhões de horas, e a animação “Sonic Prime”, com 27 milhões. Entre as séries internacionais, ou seja, aquelas não faladas em inglês, o destaque ficou mais uma vez com o drama colombiano “Canto para Não Chorar: Arelys Henao”, que acumulou 22 milhões de horas assistidas. Os números dessa semana também revelam uma curiosidade em relação à popularidade do catálogo da Netflix. Desde que estreou, “Wandinha” tem dominado a audiência da plataforma – com 341 milhões de horas assistidas na primeira semana, 411 milhões de horas na segunda, 269 milhões na terceira e agora 174 milhões de horas. Porém, ao longo dessas quatro semanas, a audiência das demais atrações (principalmente entre a 3ª e a 10ª posição) pouco se alterou. Os títulos variaram, mas os números se mantiveram basicamente os mesmos (principalmente entre as três últimas colocadas, que nunca tiveram mais do que 15 milhões de horas assistidas). Uma explicação inicial para o pior desempenho das outras séries seria o fato de “Wandinha” estar dominando a audiência, ao ponto de as pessoas não assistiam mais nada dentro da plataforma. Porém, à medida que os números de “Wandinha” baixaram, a audiência do resto do Top 10 se manteve relativamente inalterada, em vez de crescer proporcionalmente. Isso pode indicar que, quando termina de assistir à série do momento, o público estaria migrando para o conteúdo de outra plataforma – e não para outra atração da própria Netflix. Confira abaixo o Top 10 semanal das séries faladas em inglês na Netflix. 1. “Wandinha” 2. “Harry & Meghan” 3. “Recruta” 4. “Brincando com Fogo 4” 5. “Sonic Prime” 6. “Amigas para Sempre 2” 7. “1899” 8. “The Crown 5” 9. “Não Atenda o Telefone!” 10. “Amigas para Sempre 1”
Shantaram: Série do astro de “Sons of Anarchy” é cancelada na 1ª temporada
A Apple TV+ cancelou a série “Shantaram”, estrelada por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”). Apesar de ser uma das produções mais caras da plataforma, filmada em vários países, a série não gerou o tipo de burburinho causado pelos principais lançamentos da plataforma. O final da 1ª e única temporada foi disponibilizado na sexta passada (16/12). “Shantaram” era para ser um filme estrelado e produzido por Johnny Depp, mas essa encarnação nunca saiu do papel. Após virar série, muitos especularam que talvez a duração de um filme tornasse a adaptação do best-seller de Gregory David Roberts mais ágil. A trama complexa, cheia de reviravoltas e que demora a ganhar ritmo acompanha a jornada de um homem chamado Lin, que ao fugir de uma prisão australiana se reinventa como médico nas favelas de Bombaim, na Índia, nos anos 1980. Ele acaba se envolvendo com um chefe da máfia local (Alexander Siddig, de “Gotham”) e, eventualmente, usa suas habilidades de tráfico de armas e falsificação para lutar contra as tropas russas invasoras no Afeganistão. Paralelamente, ele se apaixona por uma mulher enigmática e intrigante chamada Karla (Antonia Desplat, de “Carta ao Rei”) e deve escolher entre liberdade ou amor e as complicações que vêm com essa escolha. A produção ambiciosa tinha roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça!”), direção do cineasta Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) e ainda contava com o produtor-roteirista Steve Lightfoot (“O Justiceiro”) como showrunner.
Criador de “Colony” e “Jack Ryan” fará nova série sci-fi para Amazon
O produtor Carlton Cuse (criador de “Colony”, “Locke & Key” e “Jack Ryan”) vai produzir uma nova série sci-fi para a plataforma Prime Vídeo, da Amazon. Trata-se de “The Deep”, desenvolvida pelo roteirista C. Henry Chaisson (do terror “Espíritos Obscuros”), que se passa num futuro próximo, quando uma estação de pesquisa no fundo do Oceano Pacífico faz uma descoberta milagrosa que sinaliza uma nova esperança para a humanidade. Porém, os segredos desenterrados no fundo do oceano também podem ter consequências devastadoras para o mundo acima. “The Deep” tem com base o livro homônimo de Nick Cutter, que será adaptado por Chaisson. O roteirista também será coprodutor da série, ao lado de Cuse e da dupla Henrik Bastin e Melissa Aouate (ambos de “Bosch”). A atração ainda não tem previsão de estreia. Carlton Cuse tem uma carreira longeva na TV, porém foi a partir da sua passagem por “Lost” que se tornou um dos principais nomes da produção televisiva. Desde então, ele criou atrações de sucesso como “Bates Motel”, “Colony”, “Locke & Key”, “Cinco Dias no Hospital Memorial” e “Jack Ryan”. Atualmente, Cuse também está envolvido em uma série baseada na franquia de livros “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams, em desenvolvimento para a plataforma de streaming Hulu.
Última temporada de “Riverdale” vai começar nos anos 1950. Veja a abertura
O criador e showrunner de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, revelou em seu Instagram a primeira cena oficial da 7ª e última temporada da série. E a prévia, com direito a jukebox e rock’n’roll, mostra que a despedida de Archie e companhia terá cenas passadas nos anos 1950. Na narração, Jughead Jones (Cole Sprouse) informa que o ano é 1955, combinando com a fase de sucesso da música ouvida na trilha, “Rock Around the Clock”, de Bill Hailey & His Comets. Mas o mais interessante no vídeo é que ele referencia em diversos detalhes a abertura da série clássica “Happy Days” (1974–1984), passada no período anunciado. Lançada em 2017, “Riverdale” reintroduziu o universo dos quadrinhos da Archie Comics na TV. Além da turma do próprio Archie, a série apresentou Josie e as Gatinhas e originou o spin-off “Katy Keene”, além de encorajar Roberto Aguirre-Sacasa a relançar Sabrina, a aprendiz de feiticeira, como uma série de terror adolescente na Netflix, em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Todas essas séries, porém, foram canceladas e “Riverdale” se despede junto da programação original do canal CW nos EUA. Após sua venda, o canal está passando por uma reformulação completa, visando trocar seu perfil característico de produções juvenis por atrações com apelo genérico. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Roberto Aguirre-Sacasa (@writerras)
Disney+ revela primeiras cenas de “Ahsoka” e “Loki 2”
A Disney+ divulgou um vídeo com cenas de seus principais lançamentos para 2023. A prévia é narrada por Tom Hiddleston e apresenta os primeiros trechos da 2ª temporada de “Loki”, estrelada pelo ator, além de “Invasão Secreta”, da Marvel, “Ahsoka” e a 3ª temporada de “The Mandalorian”, do universo “Star Wars”, sem esquecer de “Win or Lose”, nova animação da Pixar, e os filmes da companhia que serão disponibilizados com exclusividade na plataforma. Embora todas essas séries cheguem em 2023, apenas “The Mandalorian” e “Ahsoka” possuem data de lançamento confirmado. Ambas estreiam em março, respectivamente nos dias 1 e 12.
Nova série documental do príncipe Harry e Meghan Markle ganha trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer da série documental “Live to Lead”, novo projeto desenvolvido pelo príncipe Harry e Meghan Markle como parte do seu acordo de produção com a plataforma de streaming. A prévia explica o conceito do projeto de apresentar entrevistas sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. A principal inspiração por trás do projeto é a figura do político sul-africano Nelson Mandela. Porém, a série documental vai apresentar entrevistas com personalidades contemporâneas, como a ativista ambiental Greta Thunberg, a primeira-ministra da Nova Zelândia Jacinda Ardern, além da falecida juíza Ruth Bader Ginsburg, entre outros. A fundação Nelson Mandela tuítou o trailer da série, acompanhado da legenda: “Líderes extraordinários refletem sobre seus legados e compartilham mensagens de coragem, compaixão, humildade, esperança e generosidade.” Este será o primeiro projeto do príncipe Harry e Meghan Markle após o lançamento da polêmica série documental “Harry & Meghan”, na qual expuseram várias polêmicas envolvendo a família real britânica e o tratamento que eles receberam da imprensa. “Live to Lead” estreia em 31 de janeiro na Netflix.
Filme “O Auto da Boa Mentira” vai virar série com novo título
A Globo vai transformar o filme “O Auto da Boa Mentira” (2021) numa série. O detalhe é que, mesmo usando cenas exibidas no cinema, a emissora vai dar outro título para a produção. De acordo com a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, a adaptação será chamada de “Histórias Quase Verdadeiras” na televisão. Apesar da mudança, a série vai exibir a maioria das cenas do filme do diretor José Eduardo Belmonte em seus capítulos. O lançamento original era uma antologia de “causos” do escritor Ariano Suassuna (“O Auto da Compadecida”) e a série vai aproveitar três dos quatro causos exibidos nos cinemas, trocando um deles por uma história inédita, estrelada por Giulia Gam, Cristina Mutarelli e Zezé Polessa. A estreia está marcada para o dia 2 de janeiro, após “Travessia”, com exibição completa ao longo da semana – na segunda, terça, quinta e sexta-feira. A série de quatro capítulos é uma produção da Cine Group com coprodução da Globo Filmes.
“Doctor Who” apresenta primeiras fotos oficiais do novo protagonista da série
A produção de “Doctor Who” divulgou nas redes sociais as primeiras imagens oficiais de Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) como novo protagonista da série. Ele aparece nas fotos com o visual que irá adotar na produção e ao lado da atriz que vai acompanhá-lo na 14ª temporada, a atriz Millie Gibson (conhecida no Reino Unido por participar da novela britânica “Coronation Street”). Enquanto Gatwa viverá o Doutor, Gibson será Ruby Sunday, uma personagem que ainda não teve muitos detalhes revelados. Gatwa foi escalado como o 15º Doutor em maio, tornando-o o primeiro ator negro a protagonizar a longeva série. Ele entra na produção como substituto de Jodie Whittaker, a primeira mulher a viver o personagem-título, que se despediu num episódio especial lançado em outubro. Mas antes de Gatwa e Gibson assumirem, “Doctor Who” ainda trará de volta os atores David Tennant e Catherine Tate para reprisarem os papéis do Doutor e sua companheira Donna. Tennant estrelou a série do final da 1ª à 4ª temporada completa, passando a ter a companhia de Donna Noble a partir do terceiro ano da produção. Eles retornam provisoriamente para marcar outro retorno na produção. O produtor-roteirista Russell T. Davis, responsável pelo relançamento da série clássica em 2005, está retomando o comando da atração e convenceu o par a ressurgir na série para marcar sua chegada. Assim, Tennant aparecerá como o protagonista do próximo especial, que será lançado em novembro de 2023 em comemoração aos 60 anos de “Doctor Who”, antes do primeiro episódio oficial da 14ª temporada. Além de Gatwa e Gibson, a próxima temporada também contará com participações de Yasmin Finney (Elle Argent na série “Heartstopper”) e Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), que interpretará um novo vilão. Vale lembrar que em outubro passado a Disney fechou acordo com a BBC para exibir “Doctor Who” em seu serviço de streaming em todo o mundo. Com isso, a atração deve sair da Globoplay no Brasil e migrar para a Disney+. Introducing the Doctor and Ruby Sunday, played by Ncuti Gatwa and Millie Gibson ❤️❤️➕🟦 #DoctorWho pic.twitter.com/x1pUBGAPPN — Doctor Who (@bbcdoctorwho) December 17, 2022
Netflix cancela “Blockbuster” após críticas negativas
A Netflix cancelou “Blockbuster”, série de comédia estrelada por Randall Park (“WandaVision”), que se passava na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. O cancelamento da série na 1ª temporada não foi totalmente inesperado. “Blockbuster” não conseguiu entrar no ranking dos 10 programas mais vistos da Netflix nos Estados Unidos. De acordo com dados da plataforma, a atração só apareceu no ranking de dois países, Austrália e Canadá. E para piorar foi destruída pela crítica, conseguindo um índice de aprovação de apenas 23% no Rotten Tomatoes. A série foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”, que também eram sitcoms de ambientes de trabalho. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usaram toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. Com o cancelamento, foi a segunda vez que a Netflix acabou com Blockbuster. Vale lembrar que a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, mas o negócio teve muitos percalços e seus co-fundadores, Marc Randolph e Reed Hastings, tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000. Após serem rejeitados, eles prometeram superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade, foi o tema de um documentário de 2020 e inspirou a série agora cancelada. A única temporada com 10 episódios também trazia em seu elenco Madeleine Arthur (“O Diabo em Ohio”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B. Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”) e Kamaia Fairburn (“Aaliyah: Princesa do R&B”). Veja o trailer da atração abaixo.
Estreias: “Harry & Megan”, terror de Lars Von Trier e as melhores séries da semana
A produção documental do Príncipe Harry e Meghan Markle é a estreia mais midiática entre as séries da semana. Mas a lista também faz a festa dos cinéfilos com a retomada de “The Kingdom”, série cult dos anos 1990, do cineasta Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”), além de divertir com o bom thriller de ação “O Recruta” e oferecer as temporadas completas de três séries consagradas: “Downton Abbey”, “Game Face” e “Me Chama de Bruna”. Confira abaixo os 10 destaques da semana entre os lançamentos para maratonar no streaming. | HARRY & MEGAN | NETFLIX A série que está abalando a monarquia britânica é uma coleção de revelações bombásticas do príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle sobre os motivos que os fizeram romper com a família real, com direito a várias acusações. Além de centrar sua narrativa em depoimentos dos dois protagonistas, o trabalho da diretora Liz Garbus (“What Happened, Miss Simone?”) conta com depoimentos de amigos e familiares do casal, bem como imagens de arquivos pessoais. Dividida em duas partes, a atração teve três episódios lançados na semana passada e, antes mesmo de ser finalizada com os capítulos desta semana, quebrou recorde de audiência como o conteúdo documental mais visto da Netflix em todos os tempos. A Parte 2 é ainda mais polêmica por abordar detalhes das brigas entre Harry e seu irmão William, o aborto sofrido por Meghan, as calúnias de tabloide, manipulações da realeza e o afastamento forçado por terceiros entre Harry e sua avó, a rainha Elizabeth. | THE KINGDOM: EXODUS | MUBI A 3ª temporada retoma a série clássica de terror, iniciada na década de 1990 pelo cineasta Lars von Trier (“Ninfomaníaca”) e ambientada em um hospital construído em cima das antigas lagoas de branqueamento (cheias de químicas da indústria têxtil) em Copenhague, onde o mal se enraizou. As primeiras temporadas foram exibidas em 1994 e 1997, e acompanharam os médicos se convencendo, por meio de eventos estranhos e inexplicáveis, de que o lugar era assombrado. Os novos episódios prometem respostas para as questões não resolvidas da série, que costuma ser comparada a “Twin Peaks”. Para isso, acompanha uma sonâmbula (interpretada por Bodil Jørgensen, de “Tempos de Escuridão”) que com sua obsessão representa um esforço final para impedir o hospital de se transformar em ruínas. O elenco ainda conta com Lars Mikkelsen (“House of Cards”), Nikolaj Lie Kaas (“Britannia”), Mikael Persbrandt (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”), Ghita Nørby (“Toscana”), Nicolas Bro (“Loucos Por Justiça”), Søren Pilmark (“Atlantic Crossing”), Peter Mygind (“Borgen”), Udo Kier (“Bacurau”), Tuva Novotny (“O Último Destino”) e uma participação especial de Alexander Skarsgård (“O Homem do Norte”). Lars von Trier dirigiu todos os episódios e continuou a trabalhar na pós-produção mesmo depois de ser diagnosticado com Mal de Parkinson. | RECRUTA | NETFLIX A série de espionagem traz Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que já Amei”) como um jovem advogado da CIA, que tem a função de vasculhar cartas antigas de pessoas que ameaçam divulgar informações secretas sobre a agência. O trabalho burocrático se torna perigoso quando Hendricks decide visitar a autora de uma dessas cartas e, ao encontrar a espiã presa (Laura Haddock, de “Da Vinci’s Demons”), passa a ser perseguido por inimigos desconhecidos, envolvendo-se numa conspiração internacional. “Recruta” foi criada por Alexi Hawley (“The Rookie”) e tem seu primeiro episódio dirigido pelo cineasta Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). | A LENDA DO TESOURO PERDIDO | DISNEY+ A série inspirada no filme “A Lenda do Tesouro Perdido” traz Lisette Olivera (“Total Eclipse”) como nova protagonista e a volta de Harvey Keitel e Justin Bartha à franquia, retomando os papéis do agente do FBI Peter Sausky e Riley Poole, melhor amigo do aventureiro Benjamin Gates (Nicolas Cage). A participação dos dois serve como elo entre os filmes e a nova atração, já que Cage não participa do projeto. A trama gira em torno de Jess Morales (Olivera), uma jovem latina brilhante e engenhosa, que embarca na maior aventura de sua vida para descobrir a verdade sobre o passado misterioso de sua família e salvar um tesouro pan-americano perdido. Nessa jornada, ela é acompanhada por seus melhores amigos, vividos por Zuri Reed (“The Get Down”), Antonio Cipriano (“A Vida Sexual das Universitárias”), Jordan Rodrigues (“Os Fosters”), Jake Austin Walker (“Stargirl”), uma agente do FBI interpretada por Lyndon Smith (“Crazy Ex-Girlfriend”) e a misteriosa personagem de Catherine Zeta-Jones (“Wandinha”). A atriz veterana vive Billie, uma bilionária caçadora de tesouros, que ajuda a transformar a órfã Jess sem um tostão em um aventureira e mulher de negócios bem-sucedida. Só que esse perfil benevolente esconde a antagonista da história. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas dos filmes, o casal Marianne e Cormac Wibberley, e conta com produção de Jerry Bruckheimer, produtor da franquia cinematográfica. Para completar, a cineasta indiana Mira Nair (“O Relutante Fundamentalista”) assina a direção dos primeiros capítulos. | POR QUE ESQUECEMOS DE TUDO? | STAR+ O suspense japonês acompanha um escritor de mistério que acaba tendo que desvendar um mistério real, após sua namorada desaparecer na noite de Halloween. Mas conforme segue as pistas, as pessoas que ele encontra descrevem uma mulher muito diferente da que conhecia. A produção reúne uma equipe de peso do cinema japonês. A série foi concebida por Takamasa Ôe, roteirista do premiado drama japonês “Drive My Car” (Oscar de Melhor Filme Internacional deste ano), em parceria com os cineastas Shûichi Okita (“Eu Devo Viver Sozinha”) e Yukiko Sode (“Aristocratas”), e é estrelada por Hiroshi Abe, um dos atores favoritos do mestre Hirokazu Koreeda, com quem trabalhou em “Andando” (2008), “O Que Eu Mais Desejo” (2011), “Depois da Tempestade” (2016) e na série “Going My Home” (2012). | DO JEITO DELAS | NETFLIX A série adulta polonesa acompanha três mulheres de diferentes idades e fases de vida, que decidem viver em seus próprios termos durante os anos 1970, embaladas por muita disco music e ganhando dinheiro com sexo. Enquanto a mais velha pondera até quanto poderá prosseguir, a mais jovem ainda sonha com tudo que pode conquistar, ambas contrastando com a única que preferia seguir outro caminho. Suas histórias paralelas acabam se entrelaçando numa trama de chantagem pornográfica, envolvendo o serviço secreto comunista. Os papéis principais são vividos por Magdalena Poplawska (“Interior”), Wiktoria Filus (“Prazer, Kalinda”) e Matylda Giegzno (“Klangor”), mas o destaque da produção é a boa reconstrução dos anos 1970, com figurino, cenografia e atmosfera perfeitos. As roteiristas são Aleksandra Chmielewska (“Monstros da Krakóvia”) e Alicja Arominska (“Lombard”) e a direção do piloto foi realizada por Anna Kazejak, do premiado filme “A Promessa” (2014). | GAMEFACE | HBO MAX A comédia britânica é criada e estrelada por Roisin Conaty (“After Life”), especialista em humor maluco. Ela interpreta Marcella, uma aspirante a atriz, sem dinheiro ou ambição, que tenta se recuperar do rompimento de um relacionamento. Mas apesar de suas tentativas e ajuda de seus amigos, terapeuta e instrutor de direção, ela não consegue colocar sua vida de volta nos trilhos. Bastante elogiada pela crítica (89% de aprovação no Rotten Tomatoes), a série durou duas temporadas no Channel 4 inglês, entre 2017 e 2019, e está chegando pela primeira vez ao Brasil, com todos os episódios de uma vez. | DOWNTON ABBEY | GLOBOPLAY A premiadíssima série britânica, que venceu 15 prêmios Emmy, além de ter caído nas graças da crítica americana, chega completa na Globoplay, com suas seis temporadas e episódios especiais produzidos entre 2010 e 2015. Criado por Julian Fellowes (vencedor do Oscar por “Assassinato em Gostford Park”), o drama de época acompanha os diversos integrantes da família aristocrata Crawley, que tenta manter a pompa e evitar a decadência em sua mansão de campo com um batalhão de funcionários no inicio do século 20. Com um elenco encabeçado por Hugh Bonneville (“As Aventuras de Paddington”), Elizabeth McGovern (“A Dama Dourada”) e a veterana Maggie Smith (“O Exótico Hotel Marigold”), o sucesso da atração acabou projetando vários atores menos conhecidos ao estrelato, incluindo os hoje famosos Lily James (“Pam & Tommy”), Michelle Dockery (“Magnatas do Crime”), Dan Stevens (“Legion”), Jessica Brown Findlay (“Victor Frankenstein”) e Rose Leslie (“Game of Thrones”), além de levar a história para além da TV. A história dos Crawley continua a ser contada até hoje, agora no cinema, e já rendeu dois filmes – em 2019 e neste ano. | ME CHAMA DE BRUNA | STAR+ Originalmente produzidas para o antigo canal Fox, as quatro temporadas muito quentes da série sobre Bruna Surfistinha chegam ao Star+ juntas. A trama aborda a vida de Raquel Pacheco, que já tinha virado um filme estrelado por Deborah Secco em 2011, agora com muito mais liberdade artística e maior desenvolvimento de coadjuvantes. A jovem Maria Bopp tem o papel da prostituta mais famosa do Brasil, em sua estreia como protagonista – após coadjuvar em “Oscar Freire 279”, exibida no Multishow em 2011. A direção de Márcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”), Pedro Amorim (“Dissonantes”) e Roberto Berliner (“Nise: O Coração da Loucura”) conferem um toque de classe à produção, que contou com participações de vários famosos, incluindo Jonas Bloch (“Eike, Tudo ou Nada”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Ravel Andrade (“Aruanas”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Martha Nowill (“Hard”), Maitê Proença (“Liberdade, Liberdade”), Thelmo Fernandes (“Sob Pressão”), Paloma Duarte (“Além da Ilusão”), Giselle Itié (“Os Dez Mandamentos”) e o rapper MV Bill (“As Seguidoras”). | PARADISE POLICE 4 | NETFLIX A comédia para adultos acompanha o departamento de polícia de uma cidade do interior dos EUA, que é repleto de maus policiais. Mas não no sentido de malvados ou corruptos. Eles são ruins mesmo, péssimos em seus afazeres diários. Criação de Roger Black e Waco O’Guin (responsáveis por “Brickleberry”), a série chega a sua 4ª temporada reunindo alguns dubladores célebres dos Estados Unidos, como Tom Kenny (a voz de Bob Esponja), Sarah Chalke (“Roseanne” e voz de Beth em “Ricky & Morty”), Dana Snyder (dubladora da vovó em “Squidbillies”), Cedric Yarbrough (“Speechless”), Dave Herman (voz de Steve em “Brickleberry”) e Kyle Kinane (“A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança”).
Fim de uma era! Ash e Pikachu não serão mais protagonistas de “Pokémon”
O personagem Ash Ketchum e seu companheiro Pikachu, protagonistas do anime “Pokémon” por 25 anos, não vão estrelar a próxima série baseada nos seres superpoderosos. O anúncio foi feito pela The Pokémon Company, que divulgou um trailer da nova temporada de “Jornadas Supremas Pokémon” (Pokémon Ultimate Journeys: The Series) e apresentou seus novos protagonistas. Os novos protagonistas vão se chamar Liko e Roy, e embora a prévia não apresente muitos detalhes sobre eles, a dupla deve estrelar uma série nova, que também vai mostrar os pokémons Sprigatito, Fuecoco e Quaxly, vistos nos games “Pokémon Scarlet” e “Pokémon Violet”. Liko será a primeira protagonista feminina dos desenhos de “Pokémon”. A saída de Ash coincide com a sua recente conquista, após ele ter vencido o campeonato mundial e ter se tornado um mestre Pokémon. Diante disso, os realizadores resolveram explorar novos personagens que também desejam realizar suas próprias conquistas. “A determinação e perseverança de Ash Ketchum para alcançar seu objetivo de se tornar o melhor treinador de Pokémon do mundo ao longo de 25 temporadas representa o melhor do que significa ser um treinador”, disse Taito Okiura, vice-presidente de marketing da The Pokémon Company International, em comunicado. “Mal podemos esperar para celebrar este momento com os fãs de Pokémon quando a nova temporada de ‘Pokémon Ultimate Journeys: The Series’ e este definidor episódio de aventura forem ao ar em todo o mundo no próximo ano. Esta é uma temporada que os fãs não vão querer perder!”, completou ele. A série “Jornadas Supremas Pokémon” vai exibir a sua última temporada com Ash a partir de 13 de janeiro. A nova série ainda não tem data de estreia.












