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Série

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  • Série

    Riverdale: Série live action da Turma do Archie ganha trailer em clima de suspense criminal

    19 de dezembro de 2016 /

    Após um curto teaser, a rede americana CW divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Riverdale”, série anunciada em fevereiro, que mostrará os personagens dos quadrinhos da “Turma do Archie” em carne e osso. A prévia confirma comentários de bastidores sobre a natureza da produção, que não é leve e engraçadinha como a famosa série animada dos anos 1960. Ao contrário, a adaptação chegou a ser recusada em outra emissora por ser bem diferente do que se espera, pendendo para o suspense criminal e uma abordagem sombria. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série vai se passar nos dias atuais, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de um típico subúrbio americano. O tema sombrio se deve aos roteiros de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é o criador da atração e também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. O título se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem ao universo juvenil dos gibis. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os quadrinhos originais são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Josie e as Gatinhas também estarão na trama, interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Zsa Zsa Gabor (1917 – 2016)

    19 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Zsa Zsa Gabor, uma das primeiras estrelas a se tornar mais conhecida como celebridade do que por seus papéis. Ela faleceu no domingo (18/12) em sua casa em Los Angeles, aos 99 anos, de uma parada cardíaca, após quase uma década de luta contra diversas doenças. Gabor tinha piorado muito nos últimos dias e seu marido – o nono – convidou seus parentes para que comemorassem com ela seu centenário antecipadamente. A atriz sofreu um infarto e foi levada ao hospital onde os médicos não puderam fazer nada para salvar sua vida. Ela estava com um delicado estado de saúde desde que sofreu um acidente de trânsito em 2002, situação agravada por uma embolia e um derrame em 2005, além de uma fratura de quadril em 2011. A atriz, que ia completar 100 anos em fevereiro, nasceu em 1917 na Hungria e chegou a Hollywood seguindo os passos de sua irmã Eva. Ela começou a carreira com 35 anos, o que não era comum na indústria cinematográfica dos anos 1950. Mas depois de figurar em “O Amor Nasceu em Paris” (1952) conseguiu coadjuvar em mais dois musicais, “Moulin Rouge” (1952), de John Huston, no qual interpretou uma modelo do pintor Toulouse Lautrec, e “Lili” (1953), de Charles Walters. O sucesso destes filmes a levou ironicamente de volta à Europa, rendendo convites para estrelar filmes franceses num grande upgrade em sua carreira: como protagonista. Ela virou a cabeça de um bandido em “O Inimigo Público Nº 1” (1953) e de um toureador em “Luz e Sangue” (1954). Mas o nome nos cartazes franceses não saciaram seu desejo por fama e Zsa Zsa preferiu voltar a coadjuvar em Hollywood, aparecendo em “O Rei do Circo” (1954), ao lado de Jerry Lewis e Dean Martin, e “Destruí Minha Própria Vida”(1956), um drama noir em que disputou com Yvonne de Carlo (a futura Lili Monstro da série “Os Monstros”) quem era a mulher mais fatal. Por esta época, Zsa Zsa começou a aparecer em programas de variedade na TV, arrancando risos do público com seu sotaque, personalidade e carisma marcantes. Daí para fazer rir em sitcoms foi um pulo. Ela foi convidada a participar de um episódio de “The Red Skelton Show” para representar uma “estrela de cinema” e, um ano depois, contratada para interpretar, pela primeira vez, a si mesma num programa de ficção. Não só isso, o título do episódio da série de comédia “The Bob Cummings Show” tinha seu nome: “Vovô encontra Zsa Zsa Gabor”. A exposição fez bem para sua carreira, rendendo-lhe o papel de dona de um clube de strip-tease no clássico “A Marca da Maldade” (1958), de Orson Welles, mas principalmente transformando-a em chamariz de bilheterias de filmes de baixo orçamento. Ela virou a rainha dos filmes B, estrelando produções sensacionalistas como “A Prisioneira do Kremlin” (1957) e principalmente “Rebelião dos Planetas” (1958). Este filme ruim se tornou cultuadíssimo pela trama fetichista, que acompanhava o pouso da primeira espaçonave americana em Vênus, um planeta habitado apenas por mulheres belíssimas e governado por uma rainha despótica (Zsa Zsa). Ela voltou a viver Zsa Zsa Gabor em “Pepe” (1960), comédia estrelada por Cantinflas, e basicamente seguiu sendo um clichê de si mesma, aparecendo também como Zsa Zsa, a “rainha de Vênus”, em “Dois Errados no Espaço” (1962), e Zsa Zsa, a celebridade que sua diamantes, no filme de assalto “Valete de Ouros” (1967). Nos anos 1960, ainda participou de diversas séries de impacto popular, como “Mister Ed”, “A Ilha dos Birutas”, “Bonanza” e até “Batman”, na qual viveu a vilã Minerva. “Famosa por ser famosa”, como chegou a se definir, fazia de tudo para aparecer, investindo na excentricidade. Sua origem estrangeira ajudou a popularizar seu bordão: “querido” com um forte sotaque – porque, como ela dizia, “não lembrava do nome de ninguém”. Mas a personagem Zsa Zsa tinha frases inteiras prontas para o close-up. Sempre com colar de diamantes, ela fazia questão de avisar para quem elogiasse: “Querido, estes são só meus diamantes de trabalho”. Ou: “Nunca odiei um homem o suficiente como para devolver-lhe suas joias”. Suas frases espirituosas eram mais engraçadas e sua vida privada mais cheia de ação que seus filmes e isso a ajudou a permanecer na mídia. Não por acaso, seus romances também tiveram mais astros que suas produções, envolvendo de Frank Sinatra a Howard Hughes. Ela jamais escondeu sua preferência por ricos e famosos. Foram nove maridos ao todo, entre eles Conrad Hilton, dono dos hotéis Hilton, com quem teve sua única filha, Francesca. Hilton nunca acreditou que a menina fosse sua e a deixou fora de sua herança. Graças à voracidade sexual e a ostentação que os tabloides transformaram em lenda, a atriz acabou quebrando barreiras em Hollywood ao continuar vivendo personagens glamourosas com 60 anos de idade – como na comédia “O Que Toda Mulher Tem” (1978). Zsa Zsa transcendeu a idade e qualquer papel para se dedicar a viver Zsa Zsa Gabor em tempo integral a partir dos anos 1980. Interpretou variações dela mesma em séries tão diferentes quanto “O Barco do Amor”, “Knots Landing”, “Pee Wee’s Playhouse”, “Um Maluco no Pedaço” e “Cybill”, além de aparecer em filmes de sucesso como “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Corra Que a Polícia Vem Aí 2 1/2” (1991), “A Família Buscapé” (1993) e “A Volta da Família Sol Lá Si Dó” (1996), seu último trabalho, aos 79 anos. Sua vida pessoal continuou rendendo notícias por anos, principalmente por conta de seu último casamento em 1986, com Frederick von Anhalt, 30 anos mais novo, que se apresentava como príncipe alemão, mas que tinha uma ficha corrida de pelo menos 15 problemas judiciais. Ainda assim, ficaram juntos até a morte dela. A atriz manteve o mesmo temperamento e atitude inabalável até o fim. Mas os tempos mudaram enquanto ela permaneceu Zsa Zsa. E, infelizmente, isso acabou levando-a para a cadeia. Detida por dirigir embriagada em alta velocidade, ela esbofeteou o policial que teve a audácia de pará-la em 1989. Afinal, ela era uma estrela, como sua carteira de motorista vencida poderia facilmente comprovar. Ou o simples fato de estar dirigindo um Rolls-Royce – com um porta-bebidas cheio de whisky. Passou três dias presa e prestou 120 horas de trabalho comunitário. Mas adorou a atenção da mídia durante todo o período e pôde até estrelar um novo filme – um documentário sobre o incidente. Em 1992, publicou suas memórias, “Uma Vida Não É Suficiente”, com revelações sobre seus maridos e amantes. Sobre sua preferência por maridos bem-sucedidos, afirmou: “Eu quero um homem que seja bondoso e compreensivo. É demais pedir um milionário?”. Outra: “Um homem apaixonado está incompleto até que esteja casado. Então, está acabado”. No livro, ela também se definiu como uma ótima dona de casa. “Toda vez que me divorcio, eu fico com a casa”.

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  • Série

    Série clássica The Honeymooners deve ganhar remake

    18 de dezembro de 2016 /

    De olho no sucesso das produções de apelo nostálgico, a rede CBS está planejando o remake da série “The Honeymooners”, grande sucesso da década de 1950. Criada e estrelada pelo genial Jackie Gleason, a série de 1955 acompanhava dois melhores amigos da classe trabalhadora, um motorista de ônibus e um limpador de fossas, que tentavam encontrar uma forma de ganhar dinheiro enquanto testavam a paciência de suas esposas. A série só teve oficialmente uma temporada de 39 episódios, mas acabou retomada com outro nome, “The Jackie Gleason Show”, que durou até os anos 1970. Sua trama clássica inspirou até a premissa de “Os Flintstones” (1960). Segundo o site The Hollywood Reporter, a versão modernizada deve girar em torno de dois casais, vizinhos e melhores amigos, assim como na original. Mas a amizade adquire uma nova dinâmica quando um dos casais casa-se outra vez e um novo cônjuge é introduzidos na amizade. O remake está sendo desenvolvido por Bob Kushell, responsável por outro recente reboot, “Os Muppets”, que por sinal fracassou. Seu roteiro precisará ser aprovado para ser transformado em piloto, segunda etapa na busca por agradar aos executivos da TV e virar série.

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  • Série

    Suspense dos anos 1990, Mulher Solteira Procura pode virar série

    18 de dezembro de 2016 /

    O suspense “Mulher Solteira Procura”, grande sucesso dos anos 1990, deve virar série. A rede americana NBC autorizou a produção de um roteiro de série baseado no filme de 1992. Segundo o site The Hollywood Reporter, a versão televisiva será uma versão moderna da história roteirizada por Don Roos e dirigida por Barbet Schroeder – por sua vez, baseada no romance de John Lutz. No filme, Bridget Fonda procura outra mulher para dividir as despesas de seu apartamento, após romper com o noivo. Jennifer Jason Leigh parece a escolha perfeita, mas logo ela se mostra obcecada pela nova amiga, vestindo as mesmas roupas e até cortando o cabelo do mesmo jeito. Até se revelar completamente desequilibrada. Como isso pode se estender por uma série? Ainda não se sabe, mas a produção será financiada pela Sony, estúdio do filme, que pretende realizar algumas mudanças. Por enquanto, só o que se sabe é que a trama trocará Nova York por São Francisco. Por sinal, o longa original teve uma continuação pouco vista – porque é péssima – , que foi lançada direto em DVD em 2005. Para virar série, o roteiro tem que agradar para ter encomenda de piloto, e ainda o piloto ser aprovado.

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    Haters Back Off é renovada para sua 2ª temporada

    18 de dezembro de 2016 /

    A Netflix renovou a série de comédia “Haters Back Off” para sua 2ª temporada. A atração acompanha a vida de Miranda Sings, uma jovem que não tem talento algum, mas é cheia de vontade de conquistar a fama com vídeos no YouTube. A personagem foi criada pela atriz e cantora Colleen Ballinger em 2008 para um canal no YouTube – com 7 milhões de inscritos. Ela canta (mal), dança (pior ainda), dá opiniões sobre os mais diversos assuntos (sem entender nada) e “encanta” a todos com seu inconfundível batom vermelho, usado de forma exagerada. A série mostra a vida em família de Sings, com participações de sua mãe hipocondríaca (Angela Kinsey, da série “The Office”), seu tio (Steve Little, da série “Eastbound and Down”), que está decidido a fazer da sobrinha uma estrela da internet, e a irmã mais nova (Francesca Reale, vista em “Blue Bloods”), que tenta sobreviver à insanidade dos parentes. Para completar, Miranda tem um vizinho (Erik Stocklin, da série “Stalker”) que a ama de verdade e a quem ela usa sem piedade. Uma curiosidade é que Colleen só aparece na mídia como Miranda Sings. Além de viver a personagem na internet e agora na série, ela já visitou os programas de Jimmy Fallon e Jerry Senfield à caráter. Isso aconteceu porque, ao contrário da trama de “Hater Back Off”, Miranda já se tornou uma celebridade, com alguns de seus vídeos vistos mais de 3 milhões de vezes. A sátira de humor negro detona a obsessão por atenção que gerou a cultura das celebridades da internet. E chega no momento perfeito, quando vários youtubers começam a materializar os planos traçados pelo tio de Miranda Sings para virarem atrizes e cantoras.

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    Naruto vai ganhar nova série animada centrada em seu filho

    18 de dezembro de 2016 /

    Além de confirmar a produção de um filme com atores, o painel de Naruto durante o evento Jump Festa no Japão anunciou a estreia de uma nova série derivada da franquia, centrada em Boruto, o filho do herói original. O criador de Naruto, Masashi Kishimoto, esteve no palco durante o anúncio do novo projeto, e disse: “Eu pretendo torná-lo ainda melhor do que Naruto.” No fim de semana, a TV Tokyo complementou a divulgação com um vídeo promocional e um pôster, que destaca que a série animada terá o mesmo nome do mangá dedicado ao personagem, “Boruto: Naruto Next Generations”. Boruto já foi protagonista do filme “Boruto – Naruto the Movie” (2015), que até então era a única adaptação do mangá. A série vai estrear em abril no Japão.

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  • Série

    Criador de Mr. Robot desenvolve série baseada na clássica sci-fi Metrópólis

    18 de dezembro de 2016 /

    O criador de “Mr. Robot”, Sam Esmail, está desenvolvendo uma série baseada na cultuada sci-fi “Metrópolis”, grande clássico do cinema mudo, dirigido por Fritz Lang em 1927. Segundo o site The Hollywood Reporter, a série será produzida pela Universal Cable Productions, mas a função de Esmail na produção ainda está sendo definida. Isso porque não se sabe como ele vai conseguir se focar tanto no projeto se decidir manter o atual ritmo com “Mr. Robot” – Esmail escreveu e dirigiu sozinho todos os episódios da 2ª temporada. “Metropolis” foi o filme mais caro do cinema mudo e seu tema distópico é considerado muito à frente de seu tempo. A trama escrita por Thea von Harbou imaginava o futuro da humanidade em 2026 (100 anos após sua produção), onde o mundo passa a ser dividido rigorosamente em duas partes: a Superfície, onde os ricos usufruem dos avanços da tecnologia, e o Mundo dos Trabalhadores, no subterrâneo, onde os pobres trabalham 10 horas por dia em péssimas condições, sustentando as máquinas que fornecem conforto à população da superfície. Qualquer coincidência com a trama de “Elysium” (2013), “Jogos Vorazes” e tantos outras distopias totalitárias não é qualquer coincidência. O plano da UCP é reunir uma equipe forte, conceber a premissa e oferecer para o mercado. Por conta disso, a série só deve chegar à TV ou ao streaming na próxima década.

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  • Série

    The Good Fight: Carrie Preston vai reprisar papel de The Good Wife no spin-off da série

    18 de dezembro de 2016 /

    A atriz Carrie Preston vai reprisar seu papel como a advogada Elsbeth Tascioni no spin-off da série “The Good Wife”, que está sendo produzido para o novo serviço de streaming americano CBS All Access. A atração foi batizada de “The Good Fight” e vai girar em torno da personagem Diane Lockhart (Christine Baranski). Além dela, Cush Jumbo, que entrou no elenco da última temporada de “The Good Wife” como Lucca Quinn, e Sarah Steele, que interpretou a filha de Eli Gold na série original, também retornam. Já as novidades incluem as participações de Rose Leslie (série “Game of Thrones”), Justin Bartha (franquia “Se Beber, Não Case”) e Delroy Lindo (série “Blood & Oil”). As gravações já estão acontecendo para a estreia em 19 de fevereiro. Ainda não há definição sobre a exibição da série fora dos EUA.

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    Comercial da última temporada de Girls tem clima emotivo

    18 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano HBO divulgou o segundo comercial da 6ª e última temporada de “Girls”, que mostra Hannah (Lena Dunham), Marnie (Allison Williams), Jessa (Jemima Kirke) e Shoshanna (Zosia Mamet) em clima emotivo, apesar de algumas disfarçarem com evidente sarcasmo. Além delas, a prévia registra o retorno de Adam Driver, cada vez mais famoso que as próprias girls. “Girls” foi criada em 2012 acompanhando o alter-ego de Lena, a jovem Hanna Horvath, em suas crises de 20 e poucos anos de idade, ao lado de suas três maiores amigas e os namorados. Mas, após um começo em que recebeu diversas indicações ao Emmy, sumiu das premiações e vem perdendo audiência a cada nova temporada. A última temporada estreia em 12 de fevereiro nos EUA.

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    Demolidor e Jessica Jones se encontram em fotos dos bastidores de Os Defensores

    17 de dezembro de 2016 /

    Os paparazzi registraram o primeiro encontro de Jessica Jones (Krysten Ritter) e Matt Murdock/Demolidor (Charlie Cox) no set da minissérie “Os Defensores”, que está sendo gravada nas ruas de Nova York. Os dois protagonizaram as primeiras séries da Marvel na Netflix, mas ainda não tinham se cruzado em nenhuma cena. Vale observar, ainda, a participação de Stan Lee numa imagem. Além dos personagens de Demolidor” e Jessica Jones, a atração também juntar o elenco de “Luke Cage” e da vindoura “Punho de Ferro”, num crossover do universo Marvel na Netflix. “Os Defensores” ainda não teve sua data de estreia definida, mas a Neflix já divulgou o primeiro teaser da atração, que pode ser conferido aqui. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.

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  • Série

    Última temporada de Grimm ganha novo comercial

    17 de dezembro de 2016 /

    A rede americana NBC divulgou o segundo comercial da 6ª e infelizmente última temporada da série sobrenatural “Grimm”. A prévia mostra Nick (David Giuntoli) e seus aliados sendo perseguidos pelo Capitão Sean Renard (Sasha Roiz), que agora comanda as forças da organização secreta Garra Negra, e também reforça o quanto a pequena Diana (Hannah R. Loyd) é poderosa. Criada por dois veteranos do buffyverso, David Greenwalt (que além de escrever “Buffy” foi cocriador do spin-off “Angel”) e Jim Kouf (roteirista de “Angel”), em parceria com o cineasta Stephen Carpenter (do cult “Criação Monstruosa”), a série resgatou as tramas de mitologia, conspiração e personagens sobrenaturais que marcaram a trajetória de “Buffy” e “Angel” na televisão, partindo da premissa que as fábulas encantadas eram baseadas em criaturas reais, e que um submundo habitado por monstros coexiste, desde a antiguidade, com a humanidade. Na temporada anterior, “Grimm” manteve média 4 milhões de telespectadores nas noites de sexta-feira, que historicamente registram o pior público da semana televisiva. Esses números chegam a crescer até 90% quando consideradas gravações digitais e outras plataformas nos 7 dias seguintes à exibição original. São os maiores números que a NBC atingiu nas noites de sexta nesta década, período em que viu fracassar todas as tentativas de emplacar uma nova atração para acompanhar o sucesso de “Grimm”, entre elas as séries “Dracula”, “Constantine” e “Hannibal”. Mesmo assim, o canal resolveu cancelar a atração, mas avisou com bastante antecedência, visando dar tempo para seus criadores preparem um desfecho para a trama. A 6ª temporada estreia em 6 de janeiro e terá apenas 13 episódios. O último, apropriadamente batizado de “The End”, será exibido em 31 de março nos EUA. No Brasil, a série passa no canal pago Universal, que ainda não definiu a data dos episódios finais.

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  • Série

    Ex-Doctor Who vai dublar o Tio Patinhas no novo desenho de DuckTales

    16 de dezembro de 2016 /

    A nova versão de “DuckTales – Os Caçadores de Aventuras”, a clássica série animada da Disney dos anos 1980, ganhou um elenco de dubladores de peso. Ninguém menos que David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”, dará voz ao Tio Patinhas na versão original em inglês da atração. Já o trio de sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luizinho terá as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco traz ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como Patrícia. Um vídeo foi divulgado pela Disney em que os atores cantaram o tema clássico da abertura do desenho animado, que foi originalmente ao ar entre 1987 e 1990. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como o Pato Donald, a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. Vale lembrar que “DuckTales” foi inspirado nos quadrinhos clássicos de Carl Barks, o criador de Patópolis. Nos gibis, os sobrinhos, incluindo Donald, acompanhavam aventuras do Tio Patinhas ao redor do mundo, entre os anos 1940 e 1960. As publicações marcaram época e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O reboot de “DuckTales” vai passar no canal pago americano Disney XD, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Definida última intérprete do remake da série Perdidos no Espaço

    16 de dezembro de 2016 /

    O elenco do reboot de “Perdidos no Espaço”, desenvolvido para a Netflix, definiu seu último intérprete humano. A atriz Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) será a nova Penny Robinson, a filha do meio da família Robinson, vivida originalmente pela atriz Angela Cartwright. Ela vai se juntar a Toby Stephens (série “Black Sails”), escalado como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell como Judy, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Falta agora definir apenas a participação do robô – por exemplo, se será um intérprete atuando por meio de captura de movimentos ou apenas um dublador. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A série original foi concebida como uma versão espacial do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na premissa criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. A previsão é que o remake estreie apenas em 2018 na Netflix.

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