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Série

Netflix pode transformar “Os Crentes” em série de várias temporadas

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Série

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7 de agosto de 2026
  • Série

    Final Fantasy XIV vai virar série com atores e já tem até trailer

    1 de abril de 2017 /

    O game “Final Fantasy XIV”, da Square-Enix, vai virar uma série com atores reais e já tem trailer. Intitulada “Final Fantasy XIV: Daddy of Light”, a produção já vai estrear no Japão em 20 de abril e será lançada no Ocidente entre os meses de setembro e dezembro, pela Netflix. Na trama de “Daddy of Light”, um pai e seu filho jogam “Final Fantasy XIV” juntos. O seriado acompanha o dia a dia da família e também as aventuras dos dois dentro do jogo. A série traz uma combinação de cenas com atores reais e passagens gravadas dentro do jogo online. A trama é baseada no relato de um blogueiro sobre como o jogo fortaleceu o relacionamento entre ele e seu pai. Ren Osugi (“Hana-Bi – Fogos de Artifício”) vive o pai e Yudai Chiba (série “Heavenly Armament Squadron Goseiger”) o filho. O resultado é… estranho. Veja abaixo.

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  • Série

    Ellen Pompeo revela que Grey’s Anatomy acaba quando ela sair da série

    31 de março de 2017 /

    A atriz Ellen Pompeo, que interpreta a protagonista de “Grey’s Anatomy”, disse que fez um acordo com a criadora da atração para a série acabar quando ela cansar de viver sua personagem, Meredith Grey. Em entrevista à Variety, a atriz ressaltou que ainda não pretende abandonar o programa, que está no ar desde 2005, mas que, quando isso acontecer, a série não irá continuar com os demais personagens. “Shonda Rhimes e eu já decidimos que quando eu estiver pronta para parar, encerraremos a série também. A história é sobre a jornada da Meredith Grey e, quando eu sair, ela acaba.” A série foi renovada para sua 14ª temporada e a atriz falou um pouco sobre até quando imagina que a trama irá. “Estou realmente aberta a tudo o que a série vem apresentando. Eu não sei quanto tempo o programa vai continuar. Eu sei que o estúdio gostaria de dizer que não enxerga um fim à vista, mas é o público quem vai nos dizer quando deixará de ser um dos favoritos dos fãs. Eu acho que é bastante arrogante assumir que a série pode durar para sempre, eu não gosto dessa abordagem. Neste momento, temos muita sorte de ter fãs ainda debruçados sobre a série e eu acho que os fãs vão nos informar quando chegar hora de parar.”

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  • Série

    Doctor Who terá uma companheira lésbica em sua 10ª temporada

    31 de março de 2017 /

    A 10ª temporada do revival de “Doctor Who”, que será a última de Peter Capaldi no papel-título, terá uma grande novidade a bordo da Tardis. Pela primeira vez, o Doutor terá como companheira de aventuras uma lésbica assumida. A revelação foi feita por Pearl Mackie, atriz escolhida para interpretar Bill Potts, a nova parceira. Em entrevista à rede britânica BBC, Mackie disse que sua personagem tem grande carga simbólica. A atriz contou que, quando era criança, via poucas pessoas negras na televisão, por exemplo. Por outro lado, ressaltou que a identidade sexual da sua personagem “não deveria ser grande coisa no século 21”. “Não é o principal fator que define seu caráter, é algo que faz parte dela (a personagem) e uma coisa com o que ela está muito feliz e confortável”, explicou. O Doctor, como é conhecido o protagonista da série, tem sempre algum companheiro em suas viagens no tempo e no espaço, geralmente mulheres. A série já teve outros personagens gays ou bissexuais, mas não entre os protagonistas. Atualmente, há uma campanha entre fãs para que o substituto de Capaldi como protagonista da série seja uma mulher, o que geraria uma situação interessante na dinâmica dos dois personagens. Será que a escolha da sexualidade de Bill já não seria um prenúncio disso? Vale observar que, até recentemente, a personagem de Mackie estava sendo chamada de Billy. Por coincidência, com a revelação de sua sexualidade, seu nome se tornou mais masculino. Além de Bill, a 10ª temporada de “Doctor Who” também contará com participações do simpático Nardole, vivido por Matt Lucas, que apareceu nos dois últimos especiais de Natal de “Doctor Who”. Ele deverá se tornar o terceiro “tripulante” da Tardis. A série retorna com episódios inéditos no dia 15 de abril no Reino Unido e nos EUA.

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  • Série

    Negan aparece em cena inédita e fotos do final da temporada de The Walking Dead

    31 de março de 2017 /

    O final da 7ª temporada de “The Walking Dead” ganhou uma nova cena completa e sete fotos. A cena registra o título do episódio, “The First Day of the Rest of Your Life”, numa frase dita por Negan (Jeffrey Dean Morgan) para Sasha (Sonequa Martin-Green), que permanece viva e cativa. Vale ressaltar que nenhum material promocional, até agora, mostrou as cenas da luta que os telespectadores estão aguardando, entre as comunidades reunidas por Rick (Andrew Lincoln) e os autodenominados salvadores, a turma de Negan. O trailer e outra cena podem ser conferidos aqui. O último episódios da temporada vai ao ar no domingo (2/4), com transmissão no Brasil pelo canal pago Fox. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las em tela inteira.

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  • The Mindy Project
    Série

    The Mindy Project é renovada para sua 6ª e última temporada

    31 de março de 2017 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou a renovação da série “The Mindy Project” para sua 6ª e última temporada. Com isso, a comédia completará três temporadas no Hulu, após três temporadas na Fox, seu canal original. A série encerrou esta semana o seu 5º ano, que teve 14 episódios, com Mindy (Mindy Kaling) fazendo uma proposta de casamento para Ben (Bryan Greenberg). Criada e estrelada pela atriz Mindy Kaling, a atração gira em torno de sua personagem, uma médica que ainda está aprendendo a se comportar como adulta. O elenco de apoio inclui Chris Messina (“Ruby Sparks”), Ike Barinholtz (“Vizinhos”), Ed Weeks (série “Olivia Lee: Dirty, Sexy, Funny”) Beth Grant (“O Artista”), Adam Pally (“Tirando o Atraso”) e Xosha Roquemore (“G.B.F.”), entre outros.

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  • Série

    4ª temporada de Silicon Valley ganha novo trailer e pôster ilustrado por Daniel Clowes

    31 de março de 2017 /

    A HBO divulgou o pôster e um novo trailer da 4ª temporada da série “Silicon Valley”, que mostra como vão os negócios dos jovens empreendedores tecnológicos. E sem querer desanimar os próximos desenvolvedores de apps, a prévia não é um bom presságio. Em resumo, Richard (Thomas Middleditch) decide pedir para sair da sociedade antes de ser saído, e parte para inventar o que chama de “nova internet”. O pôster, por sua vez, tem a curiosidade de ser desenhado pelo genial Daniel Clowes, artista de quadrinhos cujos trabalhos já renderam os filmes “Ghost World – Aprendendo a Viver” (2001), “Uma Escola de Arte Muito Louca” (2006) e o recente “Wilson” (2017). Criada por Mike Judge (o pai de “Beavis and Butt-head”), a série retorna no dia 23 de abril, tanto nos EUA quanto no Brasil.

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  • Série

    Veja o primeiro minuto e 25 fotos do episódio de retorno da série Pretty Little Liars

    31 de março de 2017 /

    O canal pago americano Freeform divulgou o primeiro minuto e 25 fotos de “Playtime”, episódio que marca o começo da reta final de “Pretty Little Liars”. A prévia mostra Spencer (Troian Bellisario) entre a vida e a morte, após ser baleada no cliffhanger da midseason. Mas nem é preciso se preocupar muito com a heroína, já que as fotos e a sinopse do capítulo confirmam sua sobrevivência. Segundo a sinopse, Spencer vai se concentrar em descobrir mais sobre sua conexão com Mary Drake, enquanto Aria e Ezra desvendam o que o futuro reserva, agora que Nicole está de volta. Mona vai ajudar Hanna a colocar sua carreira de moda de volta no rumo certo, e Emily lutará para equilibrar as coisas entre Ali e Paige, agora que as três estão trabalhando em Rosewood High. Enquanto isso, A.D. tem uma entrega especial para as Liars, que revela o final do jogo. As Liars perceberão que este último presente levará as coisas para um novo nível. A série voltará para seus 10 episódios finais em 18 de abril nos EUA.

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  • Série

    Primeiro anime produzido por Stan Lee ganha prévia

    31 de março de 2017 /

    Stan Lee está envolvido com a produção de um anime. O projeto se chama “The Reflection”, e está sendo desenvolvido desde 2015 pelo Studio DEEN, responsável por séries animadas clássicas, como “Patlabor”, “Ranma ½”, “DNA²”, “You’re Under Arrest” e “Rurouni Kenshin”. Agora o anime ganhou um pôster e uma primeira prévia, que tem narração do próprio Stan Lee e visual ocidentalizado, que lembra produções antigas da Marvel. Confira abaixo. “O que aconteceria se um grupo de humanos ao redor do planeta ganhasse super poderes? Como isso aconteceu? Por que aconteceu? Como isso afetará a humanidade? E o que acontecerá quando este exército de super-humanos atacar o resto da humanidade?”, descreve Stan Lee, em seu estilo conhecido. A direção está a cargo de Hiroshi Nagahama, diretor das séries “Mushishi” (2005) e “As Flores do Mal” (Aku no Hana, 2013). Embora o vídeo mostre figuras praticamente estáticas, a expectativa é de que tudo esteja pronto para um lançamento em julho no Japão.

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  • Série

    Claws: Série de manicures e gângsteres mostra suas garras em três comerciais

    30 de março de 2017 /

    O canal pago americano TNT divulgou três comerciais de sua nova série “Claws”, produzida pela atriz Rashida Jones (séries “Parks and Recreation” e “Angie Tribecca”). As prévias mostram muitas unhas coloridas, já que gira em torno de um salão de manicures, mas também cenas de prisão e armas em punho. Niecy Nash (série “Scream Queens”) lidera o elenco como Desna Simms, proprietária do salão, localizado no sul da Flórida, onde trabalham outras cinco mulheres: Polly (Carrie Preston, da série “True Blood”), que recentemente cumpriu pena por roubo de identidade, Jennifer (Jenn Lyon, da série “Justified”), uma garota tentando se livrar dos vícios, Quiet Ann (Judy Reyes, da série “Devious Maids”), a segurança do salão, e Virginia (Karrueche Tran, da série “The Bay”), sempre entediada com o próprio trabalho. O problema é que, sob esse esmalte de normalidade, o salão é uma fachada para lavagem de dinheiro de uma clínica ilegal comandada pelo mafioso Roller (Jack Kesy, da série “The Strain”). O elenco ainda conta com Dean Norris (série “Breaking Bad”), Harold Perrineau (série “Lost”) e Kevin Rankin (também de “Breaking Bad”). Criada por Eliot Laurence (roteirista da dramédia indie “Bem-Vindos ao Mundo”), a série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Primeiro teaser da 7ª temporada de Game of Thrones encaminha disputa pelo trono de ferro

    30 de março de 2017 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser da 7ª temporada de “Game of Thrones”, mostrando os três principais postulantes ao trono de ferro caminhando e refletindo sobre seus próximos passos na disputa pelo poder Westeros, ao som de um clássico do britpop – “Sit Down”, da banda James, em versão mais sombria. Mas enquanto Jon Snow (Kit Harington) e Daenerys (Emilia Clark) ainda planejam, Cersei (Lena Headey) é quem está atualmente sentada no trono. Entretanto, como demonstra seu último suspiro, o inverno chegou. E com ele vem o Rei da Noite, quarto postulante, cujo avanço inexorável ainda não foi notado por todas as peças do tabuleiro. A 7ª temporada da série estreia em 16 de julho no canal pago HBO.

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  • Série

    Haters não impedem Punho de Ferro de ser ótima e aprovada pelo público da Netflix

    30 de março de 2017 /

    Quarta produção de super-heróis Marvel produzida pela Netflix, a série “Punho de Ferro” é um grande sucesso, segundo a empresa Parrot Analytics, que mede a popularidade de programas de streaming com base nas interações dos usuários nas redes sociais. A Parrot determinou que o público adorou a produção com base em manifestações positivas encontradas na internet. Entre todas as atrações da Marvel/Netflix, só teria gerado menos repercussão que “Luke Cage”. Os haters não devem se conformar, pois imaginavam uma rejeição maciça após as pedradas de críticos precipitados, que determinaram que “Punho de Ferro” eram ruim com base nos seis primeiros episódios – o número de capítulos antecipados pela Netflix para a confecção de resenhas. Diversas críticas lamentaram um suposto ritmo lento, as lutas mal coreografadas de artes marciais e, por incrível que pareça para os fãs dos quadrinhos, o fato de o protagonista não ser asiático. Mas a verdade é que “Punho de Ferro” não é, nem de longe, a pior série de super-herói produzida pela Netflix. Muito antes pelo contrário. Tendo como comparação a fraca “Luke Cage”, a mediana “Jessica Jones” e os altos e baixos de “Demolidor”, é a série mais coesa, que nunca se desvia de sua história central, num crescendo constante. Seu principal defeito é ser vítima de um formato estabelecido e repetido pela Marvel desde a 1ª temporada de “Demolidor”. As quatro atrações que o estúdio criou para a Netflix têm praticamente a mesma estrutura. Todas usam flashbacks para contar a origem de seus protagonistas, deixando muitos “buracos” na história, que os fãs dos quadrinhos precisam completar com as recordações de suas leituras. No caso do “Punho de Ferro”, a situação se complica pela falta de orçamento para dar aos flashbacks a grandiosidade do filme do “Doutor Estranho”. Afinal, Danny Rand, o herói do Punho de Ferro, tem uma origem mística não muito diversa da jornada de Stephen Strange. Criado nos anos 1970 por Roy Thomas, o roteirista que substitui Stan Lee como editor da Marvel, os quadrinhos do herói combinavam dois grandes sucessos televisivos da época, as séries “Kung Fu” (que estabeleceu a estrutura da origem em flashback) e “Dallas”. A adaptação, porém, preferiu passar por cima de todo o aprendizado do “gafanhoto” Danny Rand para se concentrar na história do empresário Danny Rand, lutando para retomar o controle da empresa criada por seu pai. Mas mesmo limando o aprendizado do protagonista e sem jamais mostrar a tão citada cidade mística de K’un-Lun, a produção consegue ser bem-sucedida em sua proposta de juntar “Dallas” com lutas de kung fu. E, sim, as lutas melhoram muito, conforme os episódios avançam, chegando a superar as de outras séries da companhia nos últimos episódios. É importante destacar ainda que “Punho de Ferro” lançou a melhor personagem feminina da Marvel (sorry, Jessica Jones). Collen Wing rouba as cenas com uma jornada repleta de reviravoltas e um desempenho encantador de Jessica Henwick (série “Game of Thrones”) – de dar vergonha na forma como Elektra foi utilizada na 2ª temporada de “Demolidor”. Na verdade, não há nada de ritmo lento em sua trama, que aproveita cada minuto disponível para desenvolver muito bem seus personagens, que são os mais matizados de todas as produções da Marvel. Não há ninguém mau demais nem bom demais. Todos tem falhas, inclusive o herói. E há grandes atuações, como a de um surpreendente Tom Pelphrey (série “Banshee”), capaz de evocar as dualidades rival/aliado, vilão/herói e fazer o espectador mudar várias vezes de ideia a respeito de seu personagem, o empresário Ward Meachum. Faltou um grande supervilão? Talvez por a trama visar maior realismo que as outras séries. Até os ninjas do Tentáculo entram em cena com trajes de tropa de elite. Por outro lado, a tentativa de fincar a produção num plano mais factível é responsável pelo único equívoco realmente notável. Não há wire fu, o kung fu voador dos filmes chineses de wuxia, embora tudo na história pedisse por isso, desde as menções à cidade mística ao mundo mágico do Tentáculo. E embora Finn Jones (série “Game of Thrones”) seja o elo mais fraco, a sugestão de escalar um ator asiático para viver o protagonista – um jovem herdeiro americano – não foi evocada na adaptação de “Doutor Estranho” – cuja origem também envolve monges, filosofia oriental e encenação nas mesmas cordilheiras. Bruce Wayne (Batman), Oliver Queen (Arqueiro Verde) e Tony Stark (Homem de Ferro) também são herdeiros bilionários que desenvolveram suas habilidades no oriente. Se a história de Danny Rand não traz novidade nesse sentido, dizer que Punho de Ferro deveria ter uma etnia mais “politicamente correta”, apenas com base no kung fu, ecoa o oposto de um pensamento progressista. Apenas reforça o estereótipo do tipo de papel que um asiático pode interpretar em Hollywood.

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    Série Time After Time é cancelada após cinco episódios

    29 de março de 2017 /

    Cinco episódios foram o suficiente para a ABC cancelar “Time After Time”, série baseada no filme “Um Século em 43 Minutos” (1979). A atração foi a primeira das quatro novas séries de viagem no tempo da temporada a ser cancelada, num gênero que ainda conta com outras produções no ar. O tema saturou tanto que o desempenho de “Time After Time” foi uma catástrofe. Apenas 2,5 milhões telespectadores sintonizaram a estreia e, desde então, a audiência caiu para 1,8 milhão. Além de pouco vista, a adaptação realizada por Kevin Williamson, criador das séries “The Vampire Diaries” e “The Following”, resumiu todo o filme de Nicholas Meyer (por sua vez, baseado num romance de Karl Alexander) no piloto e não soube muito bem para onde ir a partir daí. A premissa também bebia na fonte do romance clássico da sci-fi “A Máquina do Tempo”, escrito e “estrelado” por H.G. Wells em 1895. Na trama, o escritor (vivido por Freddie Stroma, da série “UnReal”) viaja em sua famosa Máquina do Tempo para o futuro (ou 2017), após Jack, o Estripador (Josh Bowman, da série “Revenge”) usá-la para escapar da polícia, desaparecendo da Londres vitoriana sem deixar pistas. No elenco, também estavam Genesis Rodriguez (“Noite sem Fim”), Will Chase (série “Nashville”), Jennifer Ferrin (série “Hell on Wheels”) e Nicole Ari Parker (série “Revolution”) e a cantora Jordin Sparks (“Sparkle: O Brilho de uma Estrela”). Ao todo, foram produzidos 12 episódios, mas, segundo o TVLine, não há planos para a exibição dos que ainda estão inéditos. A série está sendo simplesmente tirada do ar, sem concluir sua história.

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    Daniel Radcliffe se perde na floresta amazônica em trailer de suspense

    29 de março de 2017 /

    O suspense australiano “Jungle”, estrelado por Daniel Radcliffe (“Truque de Mestre: O 2º Ato”), ganhou seu primeiro trailer. A prévia mostra como o ator e alguns amigos são convencidos a realizar uma expedição pela floresta amazônica por um guia fajuto, que transforma o passeio numa luta pela sobrevivência. Curiosamente, Thomas Kretschmann, intérprete do guia, conhece bem os rios amazônicos, pelo menos na ficção. Ele estrelou a série de terror “The River”, passada na região. Por mais mirabolante que possa parecer, a trama é verídica. Trata-se da adaptação do livro de memórias do israelense Yossi Ghinsberg, que inclusive rendeu um episódio da série “I Shouldn’t Be Alive”, do Discovery Channel. A direção é do australiano Greg Mclean (“Wolf Creek”) e o elenco também inclui Alex Russell (“Poder sem Limites”), Joel Jackson (série “Deadline Gallipoli”) e Luis Jose Lopez (série “The Inbetweeners”). Ainda não há previsão de estreia. Jungle por teasertrailer

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