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Série

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  • Série

    Netflix anuncia que 3ª temporada será a última da série Love

    15 de dezembro de 2017 /

    O relacionamento da Netflix com a série “Love” chegou ao fim. O serviço de streaming anunciou que a 3ª temporada da produção do cineasta Judd Apatow (“Descompensada”) será a última. “Love” acompanha o romance entre os personagens de Paul Rust (série “Super Fun Night”) e Gillian Jacobs (série “Community”), um nerd fracassado e uma alucinada sem noção, e mostra como esse casal improvável se apaixona e lida com suas diferenças. “Estou muito animado pela 3ª temporada. Acredito que seja a mais fofa e engraçada, e encerra a história uma forma muito bonita”, disse Apatow, em comunicado. Cindy Holland, executiva da Netflix, também se pronunciou, afirmando que “os espectadores choraram, riram e pagaram mico com o casal, e nós estamos animados em dividir a conclusão desta jornada com os fãs”. A série foi criada por Apatow, o ator Paul Rust e a roteirista Lesley Arfin (série “Girls”), e seus últimos episódios serão disponibilizados em 9 de março.

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  • Etc,  Série

    Wil Wheaton revive cena de Big Bang Theory e vai ver Star Wars com uniforme de Star Trek

    15 de dezembro de 2017 /

    O ator Wil Wheaton decidiu verificar na vida real como seria encarnar uma cena que ele interpretou na série “The Big Bang Theory”. No episódio “The Opening Night Excitation”, da 9ª temporada do sitcom, Wheaton foi assistir à estreia de “Star Wars: O Despertar da Força” vestido como o Spock de “Star Trek”. Fãs das duas franquias travam uma longa disputa para definir qual é a mais popular da ficção científica. E Wheaton, que interpreta a si mesmo em “The Big Bang Theory”, participou do elenco original de “Star Trek: A Nova Geração”, quando era adolescente nos anos 1980. Pois ele decidiu ir às primeiras sessões do novo filme da franquia “Star Wars”, “Os Últimos Jedi”, vestindo um traje da série original de “Star Trek” – exibida no Brasil como “Jornada nas Estrelas”. Desta vez, o uniforme escolhido foi o do Capitão Kirk. Ele justificou a iniciativa de forma sucinta: “Eu fui fantasiado pela primeira vez, porque já sou um adulto e eu que decido o que isso significa”. Se ele gostou do filme? “Amei ‘Os Últimos Jedi’. Ele acertou em tudo, pra mim, e vê-lo no Chinese Theater, cercado por outros colegas nerds, foi maravilhoso. A Força estava conosco.” Aparentemente, ele não foi vaiado como aconteceu em “The Big Bang Theory”. Confira o post e reveja a cena da série logo abaixo. I loved #TheLastJedi! It hit all the right notes for me, and seeing it in the Chinese Theater, surrounded by my fellow nerds was glorious. The Force was with us. Oh, and I went in costume for the first time ever, because I am a damn adult and I get to decide what that means. pic.twitter.com/mTqB0LP4hV — Wil 'Kick the Nazis off the tweeters' Wheaton (@wilw) December 15, 2017

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  • Série

    Última temporada de The Originals termina gravações e elenco se despede no Instagram

    15 de dezembro de 2017 /

    A série “The Originals” encerrou as gravações de sua 5ª e última temporada. A última cena foi concluída na noite de quinta-feira (14/12), em Nova Orleans, e o elenco da atração registrou o clima de despedida, mas também a amizade forjada pela família televisiva formada na produção, fazendo juras com o slogan dos Mikaelson, vampiros imortais, de estar “sempre e para sempre” (always and forever) em contato. As fotos dos bastidores incluem revelações, já que mostram quem estará presente no último capítulo, intitulado “When the Saints Go Marching In”, nome de um clássico gospel do século 19, gravado como jazz por Louis Armstrong nos anos 1930. Vale observar que um dos atores presentes nas imagens interpreta um Mikaelson morto, que não se dá exatamente bem com o resto da família, tendo jurado matar a todos. Confira abaixo as despedidas de Joseph Morgan (Klaus Mikaelson), Daniel Gillies (Elijah Mikaelson), Claire Holt (Rebekah Mikaelson), Phoebe Tonkin (Hayley Marshall), Riley Voelkel (Freya Mikaelson), Christina Moses (Keelin), Sebastian Roché (Mikael Mikaelson) e da criadora da série, Julie Plec. A última temporada de “The Originals” terá 13 episódios e será exibida no começo de 2018 na rede americana CW, mas a data de estreia ainda não foi anunciada. Final scene #theoriginals #rehearsalsup Uma publicação compartilhada por Joseph Morgan (@therealjosephmorgan) em Dez 14, 2017 às 10:43 PST last scene. Uma publicação compartilhada por daniel gillies (@mr.danielgillies) em Dez 14, 2017 às 10:46 PST The last shooting day of the Originals ever. Here are some of my favorite photos I’ve taken over the past 5 (!!!) seasons. Sending love to my friends in Nola and good luck shooting the very last scenes ever. ✨ Uma publicação compartilhada por Phoe?e Tonkin (@phoebejtonkin) em Dez 14, 2017 às 10:16 PST Always and forever #lastday Uma publicação compartilhada por Claire Holt (@claireholt) em Dez 14, 2017 às 5:13 PST Brother and sister #TheOriginals #thankyoufortheadventure #alwaysandforever Uma publicação compartilhada por Riley Voelkel (@lifeofrileyv) em Dez 14, 2017 às 7:11 PST last elijah. Uma publicação compartilhada por daniel gillies (@mr.danielgillies) em Dez 14, 2017 às 6:18 PST Sistas ❤️ Uma publicação compartilhada por Claire Holt (@claireholt) em Dez 12, 2017 às 3:33 PST Thank you @julieplec and our brilliant leading men and women @cwtheoriginals it’s been a blast!! #alwaysandforever #theoriginals #Mikael #mikaelsons Uma publicação compartilhada por Sebastian Roché (@realsebroche) em Dez 14, 2017 às 11:05 PST ?#freelin #thecw #theoriginals #setlife #actorslife #season5 #alwaysandforever Uma publicação compartilhada por Christina Moses (@christinasmoses) em Dez 12, 2017 às 5:58 PST ❤️ thanks for the laughs the tears the silly the weird and for welcoming me into your world… it’s been fun…peace. ??✈️? #theoriginals #thecw #freelin #keelin #thatsawrap #alwaysandforever Uma publicação compartilhada por Christina Moses (@christinasmoses) em Dez 13, 2017 às 1:52 PST Set selfie with @craccola and @lpetzke. Uma publicação compartilhada por julieplec (@julieplec) em Dez 14, 2017 às 2:22 PST We are a family! Best wishes from the Mikaelsons! #theoriginals #klausmikaelson #elijahmikaelson #rebekahmikaelson #kolmikaelson #mikaelmikaelson #freyamikaelson #hopemikaelson #marcelgerard #keelin Uma publicação compartilhada por Sebastian Roché (@realsebroche) em Dez 9, 2017 às 2:51 PST News bulletin: @therealjosephmorgan is a gift. Uma publicação compartilhada por julieplec (@julieplec) em Dez 14, 2017 às 2:51 PST That’s a wrap. #theoriginals Uma publicação compartilhada por julieplec (@julieplec) em Dez 15, 2017 às 2:49 PST

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  • Série

    Alan Ritchson e Minka Kelly são Rapina e Columba em foto da série dos Novos Titãs

    15 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a segunda foto oficial da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. Depois de mostrar o ator australiano Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vestido como Robin, é a vez de Alan Ritchson (série “Blood Drive”) e Minka Kelly (série “Friday Night Lights”) aparecerem como os heróis Rapina e Columba. Assim como nos quadrinhos dos Titãs, os personagens serão recorrentes na trama da série, com a possibilidade de se tornarem regulares na 2ª temporada ou mesmo estrelarem um possível spin-off no futuro. Criados por Steve Ditko (que também criou o Homem-Aranha) e Steve Skeates, Rapina e Columba foram introduzidos em 1968 como os irmãos adolescentes Hank e Don Hall. Eles tinham opiniões conflitantes sobre tudo, evocando o país dividido entre reacionários e hippies do final dos anos 1960, até decidirem deixar as divergências de lado para tentar salvar seu pai, um juiz, de uma quadrilha de criminosos. A decisão chama atenção dos Lordes da Ordem e do Caos, que resolvem lhes dar poderes para salvar o pai, e que eles passam a usar para combater o crime, desde que consigam ficar sem brigar entre si. Entretanto, o pacifista Don foi morto tragicamente no final da década de 1980. Em seu lugar, Dawn Granger foi introduzida como a nova Columba. Enquanto Rapina tem superforça, velocidade e resistência, Columba tem poderes luminosos, agilidade, sexto sentido e capacidade de se curar rapidamente. A escalação de Alan Ritchson e Minka Kelly para viver os personagens realça o equívoco etário da produção. Se os personagens dos quadrinhos são adolescentes, a atriz tem 37 anos e o ator completa 33 anos em novembro. Ele até já foi Aquaman em “Smallville”… há 12 anos. À exceção de Ravena, os produtores escalaram intérpretes na faixa etária dos integrantes da Liga da Justiça cinematográfica. Mas, como os fãs dos quadrinhos sabem, os Titãs são um grupo de heróis adolescentes, originalmente formado pelos parceiros dos super-heróis principais. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos, ou 16 na revisão do último reboot) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo que ficou conhecido como “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. Segundo o a sinopse oficial, a produção vai girar em torno de Dick Grayson (Thwaites), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman.

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  • Série

    Frontier: Série de Jason Momoa na Neflix é renovada para a 3ª temporada

    14 de dezembro de 2017 /

    A Netflix e a Discovery do Canadá confirmaram a produção da 3ª temporada de “Frontier”, série passada na América colonial e estrelada por Jason Momoa (“Liga da Justiça”). A notícia tinha sido antecipada em julho por um blog americano, mas só agora se tornou oficial. A 2ª temporada já tinha sido anunciada antes que qualquer capítulo da produção fosse ao ar, o que servia de precedente para a confirmação de forma antecipada. A trama de “Frontier” acontece em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que a atração foi filmada no norte do Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. Além de Momoa, o elenco inclui Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Katie McGrath (série “Supergirl”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”), Allan Hawko (série “Republic of Doyle”) e Jessica Matten (série “Blackstone”). Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), “Frontier” é uma coprodução com o canal pago Discovery Canada. A atração teve seis episódios em sua 1ª temporada, que foram disponibilizados na plataforma de streaming no final de 2016. Também com seis episódios, a 2ª temporada estreou em outubro na TV canadense e chegou na Netflix em 24 de novembro. O terceiro ano consistirá de mais seis episódios, com previsão de lançamento para o final de 2018.

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  • Série

    HBO renova Curb Your Enthusiasm para a 10ª temporada

    14 de dezembro de 2017 /

    A HBO anunciou que “Curb Your Enthusiasm” (Segura a Onda) vai voltar para sua 10ª temporada no ano que vem. A produção dos novos episódios começará “em poucos meses”, segundo o comunicado, deixando claro que não haverá um novo hiato no programa. “Curb Your Enthusiasm” ficou cinco anos fora do ar, após seu criador e protagonista Larry David decidir que iria fazer outras coisas. Mas as outras coisas foram poucas e não chamaram atenção. Por isso, o programa foi retomado, sem maiores explicações, com a exibição da 9ª temporada a partir de outubro passado. O último dos dez novos episódios foi ao ar em 4 de dezembro. Cultuadíssima, a série foi premiada com o Globo de Ouro em 2003 e acompanha Larry David no papel de si mesmo, vivendo as misérias e fatos sem sentido de sua vida cotidiana. Co-criador da série “Seinfeld”, David também conseguiu reunir o elenco original da atração estrelada por Jerry Seinfeld na 7ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”, que serviu como um reencontro e matou as saudades dos fãs da comédia clássica. Ao comentar a renovação, Larry David resumiu da seguinte forma a decisão: “Como eu já disse muitas vezes, se alguém tem uma oportunidade para irritar outras pessoas, deve fazer isso”.

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  • Série

    iZombie vai manter Robert Knepper no elenco, apesar das acusações de assédio sexual

    14 de dezembro de 2017 /

    A rede CW decidiu manter Robert Knepper no elenco da série “iZombie”, apesar de várias alegações de má conduta sexual contra o ator. Após cinco mulheres acusarem Knepper de assédio e tentativa de estupro ao longo das últimos décadas, a Warner Bros. Television (WBTV) iniciou um processo investigativo. Entretanto, pelo teor do comunicado, a investigação foi focada apenas na conduta do ator durante a produção da série atual. “Estávamos profundamente preocupados com recentes alegações sobre Robert Knepper. Como resultado, realizamos um inquérito interno com parte do elenco e da equipe da ‘iZombie'”, afirmou o estúdio em comunicado. “Não encontramos nenhuma evidência de irregularidades no conjunto da série. Tomamos e continuaremos a tomar as medidas adequadas para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos, que é a nossa principal prioridade”, concluiu a nota. Entre as inúmeras acusações publicadas nas últimas semanas, nenhuma foi relacionada ao comportamento de Knepper em “iZombie”. Na série, ele interpreta Angus DeBeers, o pai de Blaine DeBeers (personagem de David Anders), que terá maior importância na 4ª temporada. A decisão possivelmente levou em conta que a temporada já está inteiramente gravada e seria caótico cortar o ator na pós-produção. Mas Knepper deve sumir do material de divulgação dos novos episódios, que começam a ser exibidos no início de 2018, ainda sem data definida. Não está descartada, também, a morte de seu personagem ao final da temporada – ou, até mesmo, o cancelamento da série no quarto ano. Knepper não se desculpou com as mulheres que o denunciaram, acusando-as de mentirem. Após a publicação da reportagem em que detalhes de seu passado foram revelados, ele emitiu o seguinte comunicado: “Nós chegamos a um momento em que carreiras construídas com trabalho duro estão sendo perdidas com base em acusações. Preciso reiterar que essas acusações contra mim são falsas. Perdemos a presunção de inocência, perdemos o ‘processo devido’ e perdemos a capacidade de requisitar evidências, permitindo que a mídia se torne ‘juiz e júri’. Até que eu possa me sentar e dialogar com os meus acusadores, não por meio da imprensa, mas por um mediador imparcial, não tenho mais nada a dizer sobre este assunto. Minha esposa, família e amigos íntimos me conhecem e a minha verdadeira natureza e seu grato por seu amor e apoio”.

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  • Etc,  Série

    Os Simpsons previram compra da Fox pela Disney em episódio exibido há 19 anos

    14 de dezembro de 2017 /

    Depois de Donald Trump presidente dos Estados Unidos, a derrota do Brasil na Copa do Mundo e Lady Gaga sobrevoando o Superbowl, os Simpsons acertaram mais uma previsão do futuro. Em episódio exibido em novembro de 1998, a série animada antecipou a compra da Fox pela Disney, firmada 19 anos depois, nesta quinta-feira (14/12). No episódio intitulado “When You Dish Upon a Star”, da 10ª temporada da atração, Homer Simpson começa a trabalhar como assistente do então casal Alec Baldwin e Kim Basinger, em Hollywood. Quando o episódio mostrava o estúdio Fox, um banner na entrada anunciava que a empresa era uma divisão da Walt Disney Company. Veja abaixo. A aquisição da Disney contempla o estúdio 20th Century Fox e diversas outras propriedades da empresa 21st Century Fox, como a produtora Fox Television Studios, que produz a série dos Simpsons.

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    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

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    Disney oferece US$ 52,4 bilhões pela Fox

    14 de dezembro de 2017 /

    A Walt Disney Company fez uma oferta oficial de US$ 52,4 bilhões pelas divisões de entretenimento da 21st Century Fox. O negócio, que marca a união de dois gigantes de Hollywood, foi aceito preliminarmente nesta quinta-feira (14/12). O valor total da transação é, na verdade, mais alto: US$ 66,1 bilhões, uma vez que a Disney também assumiu US$ 13,7 bilhões de dívidas da Fox. Com a compra, a Disney vai se tornar o maior conglomerado de entretenimento do mundo, adicionando a seus negócios o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora indie Fox Searchlight Pictures, a produtora Fox 2000, mais um estúdio de animação, o Blue Sky (de “Rio” e “A Era do Gelo”), o grupo de canais pagos FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu e a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar realities como “Big Brother” e “MasterChef”), além das ações da Fox na rede europeia de canais pagos Sky e na rede indiana Star. E, como se não fosse suficiente, participação em mais uma editora de quadrinhos, a Boom! Studios. Em declaração oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que a aquisição “reflete a demanda crescente dos consumidores por uma maior diversidade de experiências de entretenimento, que sejam mais atraentes, acessíveis e convenientes”. “Estamos honrados e gratos por Rupert Murdoch [diretor da 21st Century Fox] ter confiado a nós o futuro do negócio que ele passou a vida construindo, e estamos felizes com essa oportunidade de aumentar significativamente o nosso portfólio de franquias amadas e conteúdos de marca para aprimorar nossas ofertas aos consumidores. O acordo também irá expandir substancialmente o nosso alcance internacional, permitindo a nós oferecer conteúdo de primeira qualidade e plataformas de distribuição inovadoras a mais consumidores em mercados estratégicos ao redor do mundo”, acrescentou. Murdoch também se pronunciou em comunicado: “Nós estamos extremamente orgulhosos de tudo o que construímos na 21st Century Fox, e eu acredito muito que essa junção com a Disney irá trazer ainda mais valores aos acionistas, conforme a nova Disney continue a ditar os rumos do que é uma indústria empolgante e dinâmica. Além disso, estou convencido de que essa combinação, sob a liderança de Bob Iger, será uma das maiores empresas do mundo. Sou grato a Bob por ter decidido prosseguir e estar comprometido a ser bem-sucedido com um time que não fica atrás de ninguém”. A empolgação de Murdoch se deve ao fato de parte do pagamento pela 21st Centory Fox ser com ações da Disney. Na prática, ele virou sócio de seu comprador, e tem interesse em que Iger seja bem-sucedido no comando dos negócios. Bob Iger, por sinal, estendeu seu contrato como CEO da Disney por mais dois anos, para liderar a transição do novo gigante, pois a expectativa é que o negócio só seja concluído em 18 meses, por precisar ser aprovado pelos órgãos regulatórios do governo americano. Além disso, a Disney tem planos de completar a aquisição da rede Sky e isso enfrentará outra etapa burocrática no Reino Unido. Haverá ainda um período longo de ajustes, com definições de quem comandará cada setor da nova empresa. São esperadas demissões, pois alguns cargos serão duplicados na junção das duas companhias. A Disney espera economizar US$ 2 bilhões só na unificação das operações, fechando escritórios internacionais, divisões de distribuição e marketing da Fox, já que passaria a administrar o estúdio no modelo em que trabalha com a Pixar, a Marvel e a Lucasfilm, suas aquisições anteriores, todas incorporadas numa única operação de distribuição, marketing, etc. Alguns desdobramentos são mais fáceis de alinhavar que outros, como a absorção dos personagens da Marvel que estavam na Fox. Heróis como X-Men, Deadpool, Novos Mutantes e Quarteto Fantástico passarão para o Marvel Studios, algo que o produtor Kevin Feige estava “ansioso” para que acontecesse. Mesmo assim, as consequências disso para a continuação da franquia “Deadpool” e filmes de super-heróis para maiores – “R-rated” – como “Logan” ainda são uma incógnita. A Disney, que já era líder em franquias de animação e de super-heróis, também vai virar a maior produtora de filmes de ficção científica de Hollywood, passando a explorar os mundos de “Avatar”, “Alien”, “Predador” e “Planeta dos Macacos”. Ao mesmo tempo, a companhia terá que aprender a trabalhar com filmes menores: as produções da Fox Searchlight, que costumam ser fortes candidatos ao Oscar. Para se ter ideia, o estúdio “indie” da Fox é responsável por “Três Anúncios de um Crime”, “A Forma da Água” e “A Guerra dos Sexos”, que devem aparecer no Oscar 2018. O conteúdo televisivo também é promissor. A Disney domina o mercado de séries infanto-juvenis por meio de três canais: Disney Channel, Disney XD e Freeform. Mas não tinha acesso ao mercado adulto, que o FX e seu spin-off FXX lhe abre. Além disso, o Fox Studios é responsável por diversos hits em exibição na TV aberta, como “This Is Us”, “Modern Family” e, claro, “The Simpsons”. Sem esquecer das séries clássicas da 20th Century Fox Television que podem ganhar novas versões. Uma delas, por sinal, já estava sendo desenvolvida na Netflix: “Perdidos no Espaço”. E, sim, há planos ambiciosos para o lançamento de um serviço de streaming capaz de rivalizar com a própria Netflix. A marca Fox, porém, continuará com o magnata Rupert Murdoch e seus filhos, James e Lachlan. Segundo rumores, o CEO da 21st Century Fox, James Murdoch, tende a ir para a Disney com a venda, enquanto seu irmão, diretor executivo, deve passar a comandar a nova Fox. James Murdoch é considerado um executivo visionário, por ter ampliado sensivelmente a participação da Fox no mercado internacional, o que, no final das contas, foi a cereja no bolo negociado. Com o acordo, a Disney se tornará a maior provedora de conteúdo da rede Fox. O conglomerado não poderia ter duas redes de TV aberta nos Estados Unidos e já é dono da ABC. Mas pode produzir o que o outro canal exibe, já que Murdoch pretende se focar em desenvolver apenas notícias e coberturas esportivas, explorando os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. Por conta destes canais, a Fox também manterá a parte física dos estúdios e escritórios da companhia nos Estados Unidos. Especula-se ainda que os bens da Fox sejam recombinados com os da News Corp., a empresa de Murdoch dedicada a conteúdo impresso – jornais e revistas. As duas companhias haviam sido separadas em 2013, para evitar que a Fox fosse atingida pelo escândalo de espionagem de celebridades que acabou levando ao fechamento do jornal News of the World no Reino Unido. Este escândalo, por sinal, foi o que levou os reguladores britânicos a barrarem o crescimento do controle da Fox sobre a Sky. A Disney não enfrentará o mesmo problema para adquirir a maior companhia de TV paga da Europa. Mas as repercussões do negócio ainda não foram totalmente exploradas. Muitas novidades serão anunciadas nos próximos dias.

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  • Série

    Mr. Robot é renovada para a 4ª temporada

    13 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano USA Network anunciou a renovação da série “Mr. Robot” para sua 4ª temporada. O anúncio foi feito na véspera da exibição do último episódio da 3ª temporada, que vai ao ar na noite desta quarta-feira (13/12) nos Estados Unidos. O programa sofreu uma queda de audiência, atingindo 531 mil telespectadores e 0,2 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), vindo de 742 mil e 0,3 na temporada passada. Mas ganhou muitos elogios da crítica, mantendo uma das melhores avaliações do site Rotten Tomatoes – 92% de aprovação, a mesma do ano anterior. A 2ª temporada da produção foi indicada a 6 Emmys e rendeu ao protagonista Rami Malek o troféu de Melhor Ator em Série de Drama. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Space com poucas horas de diferença em relação aos Estados Unidos.

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  • Série

    Sophie Turner releva que elenco chorou muito com leitura do final de Game of Thrones

    13 de dezembro de 2017 /

    O elenco da série “Game of Thrones” já sabe como a série termina. A atriz Sophie Turner, que vive Sansa Stark, contou à revista Entertainment Weekly que todos fizeram uma leitura coletiva dos roteiros da temporada, e o encontro foi uma mistura de alegria com depressão. “Tivemos a leitura dos episódios um tempo atrás e, no final disso, estávamos todos de pé, aplaudindo e chorando”, disse. “Estávamos todos lá, todos que tiveram alguma parte disso. Foi fantástico.” Segundo ela, a equipe se trancou para fazer um imersão completa. “Nós fechamos as persianas e nos afastamos do resto do mundo para passar seis horas naquela sala apenas lendo e chorando e rindo”. Os risos e as lágrimas jorraram aos borbotões. “Ficamos todos emocionados e depois pensamos: ‘Bem, agora temos oito meses, ainda temos um tempo para passar juntos.’” Há uma semana, em entrevista à Variety, a atriz deixou escapar que a 8ª e última temporada só irá ao ar em 2019, apesar de o canal pago HBO ainda não ter estabelecido uma data oficial.

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  • Filme,  Série

    Três Anúncios para Um Crime lidera indicações ao prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA

    13 de dezembro de 2017 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (13/12) os indicados a sua tradicional premiação anual, conhecida como o SAG Awards. Um dos principais termômetros para o Oscar, a lista destacou “Três Anúncios para Um Crime”, do inglês Martin McDonagh, com quatro indicações, incluindo Melhor Elenco, Atriz (Frances McDormand) e dois Atores Coadjuvantes (Woody Harrelson e Sam Rockwell). O segundo filme mais citado foi “Lady Bird: É Hora de Voar”, primeiro longa dirigido individualmente pela atriz Greta Gerwig, que concorre a Melhor Elenco, Atriz (Saoirse Ronan) e Atriz Coadjuvante (Laurie Metcalf). A disputa dos melhores intérpretes privilegiou o cinema independente, deixando de lado as grandes produções de Hollywood, como os novos filmes de Steven Spielberg (“The Post”) e Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), que impressionaram o Globo de Ouro. Mas “Dunkirk”, de Christopher Nolan, e “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, contrariam a tendência ao aparecer na seleção de Melhor Elenco. A lista de atores inclui James Franco (por “O Artista do Desastre”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) e Denzel Washington (“Roman J. Israel, Esq.”). Entre as atrizes, a disputa acontece entre Judi Dench (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Margot Robbie (“Eu, Tonya”) e as citadas Frances McDormand e Saoirse Ronan. Nos últimos anos, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tem repetido integralmente a lista dos concorrentes do SAG. Os prêmios do Sindicato também celebram os melhores desempenhos televisivos. “Big Little Lies” lidera a lista de Séries Limitadas, “Stranger Things” desponta entre as Séries Dramáticas e “Glow” é o destaque das Séries de Comédia. As três atrações conseguiram a mesma quantidade de indicações: quatro cada. “Big Little Lies”, por sinal, domina a categoria de Melhor Atriz de Telefilmes ou Séries Limitadas, com indicações para suas poderosas intérpretes: Nicole Kidman, Reese Whiterspoon e Laura Dern. Pela primeira vez, a lista registra um domínio da Netflix nas categorias televisivas, com 19 nomeações. A HBO aparece em seguida, com 12 indicações para suas produções, com a rede NBC num longínquo 3º lugar, com três. Além deste fato histórico, a Netflix também concorre a um prêmio cinematográfico, com a indicação de “Mudbound” como Melhor Elenco. A 24ª edição do Screen Actors Guild Awards vai acontecer em 21 de janeiro em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista completa dos candidatos aos prêmios. INDICADOS AO SAG AWARDS 2018 CINEMA Melhor Ator Timothee Chalamet, “Me Chame Pelo Seu Nome” James Franco, “Artista do Desastre” Daniel Kaluuya, “Corra!” Gary Oldman, “Darkest Hour” Denzel Washington, “Roman J. Israel, Esq.” Melhor Atriz Judi Dench, “Victoria & Abdul” Sally Hawkins, “A Forma da Água” Frances McDormand, “Três Anúncios Para Um Crime” Margot Robbie, “I, Tonya” Saoirse Ronan, “Lady Bird” Melhor Ator Coadjuvante Steve Carell, “A Guerra dos Sexos” Willem Dafoe, “The Florida Project” Woody Harrelson,”Três Anúncios Para Um Crime” Richard Jenkins, “A Forma da Água” Sam Rockwell, “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Atriz Coadjuvante Mary J. Blige, “Mudbound” Hong Chau, “Downsizing” Holly Hunter, “The Big Sick” Allison Janney, “I, Tonya” Laurie Metcalf, “Lady Bird” Melhor Elenco “The Big Sick” “Corra!” “Lady Bird” “Mudbound” “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Performance de Dublês “Baby Driver” “Dunkirk” “Logan” “Planeta dos Macacos” “Mulher Maravilha” TELEVISÃO Melhor Ator em Série Dramática Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Peter Dinklage, “Game of Thrones” David Harbour, “Stranger Things” Bob Odenkirk, “Better Call Saul” Melhor Atriz em Série Dramática Millie Bobby Brown, “Stranger Things” Claire Foy, “The Crown” Elisabeth Moss, “The Handmaid’s Tale” Robin Wright, “House of Cards” Laura Linney, “Ozark” Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson, “Black-ish” Aziz Ansari, “Master of None” Larry David, “Curb Your Enthusiasm” Sean Hayes, “Will & Grace” William H. Macy, “Shameless” Marc Maron, “GLOW” Melhor Atriz em Série de Comédia Uzo Aduba, “Orange Is the New Black” Alison Brie, “GLOW” Jane Fonda, “Grace and Frankie” Julia Louis-Dreyfus, “Veep” Lily Tomlin, “Grace and Frankie” Melhor Ator em Telefilme ou Série Limitada Benedict Cumberbatch, “Sherlock” Jeff Daniels, “Godless” Robert De Niro, “The Wizard of Lies” Geoffrey Rush, “Genius” Alexander Skarsgard, “Big Little Lies” Melhor Atriz em Telefilme ou Série Limitada Nicole Kidman, “Big Little Lies” Jessica Lange, “Feud: Bette & Joan” Susan Sarandon, “Feud: Bette & Joan” Reese Witherspoon, “Big Little Lies” Laura Dern, “Big Little Lies” Melhor Elenco em Série Dramática “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” Melhor Elenco em Série de Comédia “Black-ish” “Curb Your Enthusiasm” “GLOW” “Orange is the New Black” “Veep” Melhor Performance de Dublês em Série “Game of Thrones” “GLOW” “Homeland” “Stranger Things” “The Walking Dead”

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