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TV

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3 de abril de 2026
  • Etc

    Piqué teria traído Shakira com mais de 50 mulheres, diz paparazzo

    13 de dezembro de 2022 /

    O paparazzo Jordi Martí abriu o jogo, no último fim de semana, sobre o conturbado processo de divórcio entre o ex-jogador Gerard Piqué e a cantora Shakira. Ele declarou que podem haver mais de 50 traições ao longo dos anos. Numa entrevista ao programa “Lo Sé Todo”, o fotógrafo espanhol relatou que a “Shakira está descobrindo tudo agora” após a separação ter se concretizado. “Desde que terminou com Gerard, ela está descobrindo várias traições. Com [a supermodelo] Bar Refaeli em 2012 e com [a atriz] Nuria Tomás em 2016. Há uns dois anos, com uma menina em uma balada em Barcelona”, contou Martí. “Posso afirmar que podem ter mais de 50 [mulheres]. Não foi somente a [traição] de [a estudante] Clara Chía, mas sim uma infinidade de vezes”, completou o paparazzo que teria flagrado Piqué. Os rumores sobre o fim do casamento do casal começaram a surgir na imprensa espanhola em maio de 2020, quando diferentes veículos publicaram que a cantora havia descoberto que o zagueiro estava tendo “um” caso extraconjugal. Na época, o programa de televisão “El Gordo y la Flaca” contou que Shakira chegou a contratar uma equipe de detetives particulares para seguir os passos do jogador para confirmar a infidelidade. Shakira e Gerard Piqué estavam juntos desde a Copa do Mundo de 2010, mas a relação chegou ao fim em junho deste ano. Nos últimos tempos, o ex-atleta foi flagrado acompanhado por Clara Chía dentro da própria residência do casal. Eles mantinham um “romance escondido” desde 2019, mas oficializaram o namoro somente em agosto de 2022.

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  • Etc

    Stuart Margolin, ator de “Arquivo Confidencial”, morre aos 82 anos

    13 de dezembro de 2022 /

    O ator Stuart Margolin, conhecido pelo seu papel de Evelyn “Angel” Martin na série clássica “Arquivo Confidencial”, morreu na segunda (12/12) aos 82 anos. A notícia da sua morte foi divulgada por seu enteado, o ator Max Martini (“Bosch: Legacy”), numa publicação no Instagram, mas a causa da morte não foi divulgada. Além do papel na série clássica, Stuart Margolin teve uma carreira longeva que durou mais de 60 anos e superou os 120 créditos como ator, incluindo participações em filmes como “Os Guerreiros Pilantras” (1970) e “Desejo de Matar” (1974), e em séries conceituadas como “Terra de Gigantes”, “M*A*S*H*”, “Magnum”, “30 Rock” e “Arquivo X”. Nascido em 31 de janeiro de 1940, em Davenport, no estado americano de Iowa, Margolin começou sua carreira no início dos anos 1960 fazendo participações especiais em séries populares como “O Fugitivo” e “The Alfred Hitchcock Hour”. Ao longo da década, ele continuou a aparecer na TV em produções duradouras, incluindo “Têmpera de Aço” (Ironside), “O Homem de Virgínia”, “Os Monkees”, “A Feiticeira” e “The F.B.I.”. Ao mesmo tempo em que viu a carreira decolar no cinema, em filmes como “Por um Corpo de Mulher” (1968), “Os Guerreiros Pilantras” (1970) e “Acorrentadas ao Passado” (1972), ganhou seus primeiros papeis recorrentes, aparecendo em 29 episódios da série “O Jogo Perigoso do Amor” (exibidos entre 1969 e 1973) e em 24 episódios de “Nichols” (1971-1972). 1974 foi o ano da virada, quando participou do clássico “Desejo de Matar”, estrelado por Charles Bronson, e estreou na série “Arquivo Confidencial”, seu trabalho mais conhecido. A série trazia James Garner como o investigador particular Jim Rockford, que a cada episódio resolvia um caso diferente na cidade de Los Angeles. Margolin interpretava Evelyn “Angel” Martin, que Rockford conheceu quanto passou um tempo na prisão. O personagem era um vigarista pouco confiável e patologicamente mentiroso, cujos esquemas constantemente colocam o detetive em apuros, mas mesmo assim os dois continuavam amigos. Margolin venceu dois Emmys seguidos, em 1979 e 1980, por conta do seu trabalho na 5ª e 6ª temporadas da atração. Ele apareceu em mais de 30 de episódios, incluindo o primeiro e o último da série, exibido em 1980, além de ter participado de todos os oitos telefilmes derivados da série nos anos 1990. Para completar, ainda dirigiu dois episódios da produção. Curiosamente, “Arquivo Confidencial” não foi a primeira e nem a última parceria de Margolin com James Garner. Os dois já haviam trabalhado juntos na série de western “Nichols” (1971–1972) e voltaram a se encontrar novamente em “Bret Maverick” (1981-1982), continuação do western clássico “Maverick” (1957–1962). Nas décadas seguintes, o ator fez participações em diversas séries como “O Toque de um Anjo” (1997-2000), Beggars and Choosers” (1999-2000) e “Tom Stone”, na qual apareceu em 26 episódios, exibidos entre 2002 e 2004, além do revival de “Arquivo X” (em 2018). Ele também participou dos filmes “O Vigarista do Ano” (2006) e “A Negociação” (2012), ambos estrelados por Richard Gere, e continuava em atividade, tendo escrito e estrelado “What the Night Can Do”, que foi dirigido por seu filho Christopher Martini em 2020, e participado do curta “Home” neste ano, com direção do neto Sean Carlo Martini. Em sua postagem anunciando a morte de Margolin, Max Martini (o pai de Sean Carlo) o definiu como “um padrasto profundamente talentoso que sempre esteve presente com amor e apoio para sua família”. Confira a postagem abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Max Martini (@maxmartinila)

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  • TV

    Deolane acusa “A Fazenda” de manipular a eliminação de André

    13 de dezembro de 2022 /

    Fora de “A Fazenda 14”, a desistente Deolane Bezerra segue detonando o reality rural. Agora, acusa a Record TV de manipular os números da eliminação de André Marinho. Na noite de segunda-feira (12/12), a influenciadora alegou nos Stories que a emissora fraudou a porcentagem das duas últimas roças que o participante enfrentou. O cantor recebeu apenas 3,49% dos votos em sua eliminação, numa berlinda contra os peões Bárbara Borges, Bia Miranda e Iran Malfitano. “Meu Deus, o roubo é escrachado”, escreveu no Instagram. “Pegaram essa falcatrua aí da ‘Fazenda’? O André voltou na semana passada com 50% [dos votos], agora saiu com 3%. E as porcentagens dos que voltaram? Ai meu Deus do céu, até quando vocês serão enganados? Está difícil, Brasil!”. No entanto, a afirmação acabou virando motivo de chacota nas redes sociais devido ao ponto de vista confuso e acusações sem embasamento da ex-peoa. “Nem precisa ser muito esperto para saber que a torcida da Babi, Iran e Pelé, e dos eliminados foi para ele”, escreveu uma internauta sobre a roça anterior. “Se ela tem dificuldade com o português, imagina com a matemática”, acrescentou outra. Após as críticas, a advogada prometeu “tomar umas” para espairecer em sua viagem à Dubai. Em seguida, Deolane esbanjou itens de luxo em uma foto publicada no Instagram. Deolane diz que é falcatrua porque o André voltou da última roça com 50% e hoje saiu com 3%. Alguém explica pra ela o que é divisão de votos? Por favor. #RoçaSurpresa pic.twitter.com/FboFQfDvyg — Dantas (@Dantinhas) December 13, 2022

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  • Filme

    Timothée Chalamet anuncia final das filmagens de “Duna: Parte 2”

    13 de dezembro de 2022 /

    O ator Timothée Chalamet anunciou em seu Instagram que a produção de “Duna: Parte 2” foi encerrada. O ator, que interpreta o protagonista Paul Atreides na continuação de ficção científica, compartilhou uma foto no deserto ao lado de seu pai, Marc Chalamet, comemorando o fim das filmagens “Duna 2 encerrado (com o pai do deserto!!)”, ele legendou. As filmagens aconteceram no deserto de Abu Dhabi, que mais uma vez servirá como cenário do planeta árido Arrakis, com direção de Denis Villeneuve. O filme também voltará a trazer Zendaya, Rebecca Ferguson, Javier Bardem, Stellan Skarsgård, Josh Brolin e Charlotte Rampling. Mas incluiu novidades em seu elenco, com destaque para Florence Pugh (“Viúva Negra”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Léa Seydoux (“007 – Sem Tempo Para Morrer”) e Austin Butler (o “Elvis”). A estreia está agendada para outubro de 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Timothée Chalamet (@tchalamet)

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  • Série

    HBO Max reverte renovações e tira séries da plataforma

    13 de dezembro de 2022 /

    A HBO Max reverteu anúncios de renovações e cancelou três séries durante a segunda-feira (12/12). As atingidas foram “Minx”, “The Nevers” e “Love Life”. Elas não foram apenas canceladas. Foram banidas. Além da reversão surpresa, os episódios produzidos das atrações serão retirados em breve do serviço de streaming, deixando de ficar disponíveis para assinantes. A decisão extrema também será estendida a outras séries canceladas da plataforma, incluindo “As Crônicas de Cucu” (The Gordita Chronicles) e, por incrível que pareça, as quatro temporadas de “Westworld”. A Lionsgate TV, responsável por “Minx”, planeja comprar os direitos da 1ª temporada para colocar a série em outra plataforma. “Desfrutamos de uma boa parceria com a HBO Max e estamos trabalhando juntos para encontrar uma nova oportunidade para ‘Minx’, para que os atuais e novos espectadores possam continuar esta jornada conosco”, disse o estúdio em um comunicado. “Minx”, que se passa na Los Angeles dos anos 1970, acompanha uma jovem feminista (Ophelia Lovibond) que une forças com um editor de revistas masculinas (Jake Johnson) para criar a primeira revista erótica para mulheres. A produção da 2ª temporada estava a todo vapor e a Lionsgate também pretende comprar os episódios inéditos e já gravados. Já “The Nevers” sai do ar sem nem ter completado sua temporada original. A HBO chegou a se comprometer em continuar a produção após o afastamento do criador Joss Whedon, envolvido em denúncias de abuso feitas por integrantes do filme “Liga da Justiça” e da série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros”. O canal pago contratou uma nova showrunner para finalizar o primeiro ano de produção, marcando a continuidade da série para meados de 2022. Os novos capítulos nunca foram ao ar e a série deixará a HBO Max com apenas os seis episódios de sua midseason. Vale lembrar que, em sua estreia, a atração sci-fi vitoriana atraiu mais de 1,4 milhões de espectadores entre sua exibição televisiva e digital nos EUA, marcando o melhor começo até então para um nova atração da HBO na plataforma HBO Max – superando os números de “Lovecraft Country” e “The Undoing”. Passada em Londres no último ano do século 19, a série acompanhava mulheres que, de repente, desenvolviam superpoderes e passavam a ser marginalizadas pela sociedade conservadora. “Love Life” foi a atração mais longeva. Lançada junto com a HBO Max, a comédia romântica produzida pela atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) durou duas temporadas, com os últimos episódios exibidos em novembro do ano passado. Com formato de antologia, a série destacou Kendrick em seu primeiro arco, mas passou a acompanhar as dificuldades da vida amorosa de um novo personagem, vivido por William Jackson Harper (o Chidi de “The Good Place”) no segundo ano de produção, que não teve a mesma repercussão. Criada por Sam Boyd, roteirista do similar “Em um Relacionamento Sério” (2018), a série também tinha produção do cineasta Paul Feig, com quem Kendrick trabalhou em “Um Pequeno Favor” (2018). Feig também era produtor de “Minx” e sentiu os dois baques de uma vez. Veja abaixo os trailers das séries canceladas. | MINX | | THE NEVERS | | LOVE LIFE |

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  • Série

    Reboot de “A Rocha Encantada” é renovado pela Apple TV+

    13 de dezembro de 2022 /

    A Apple TV+ renovou a série infantil “A Rocha Encantada: De Volta à Caverna” (Fraggle Rock: Back To The Rock) para sua 2ª temporada, prometendo grandes mudanças para Fraggles, Doozers e Gorgs, que serão forçados a confrontar seu passado e celebrar sua interdependência com novas canções. Lançada em janeiro, a atração é reboot de uma série famosa de fantoches dos anos 1980. Para quem não lembra, “Fraggle Rock: A Rocha Encantada” trazia criaturas de diferentes “raças” numa alegoria ao mundo humano, onde cada grupo aparentemente não sabia do quanto interconectado e importante era um para outro. As criaturas chamadas Fraggles estavam sempre em competição com outros “seres”, como os cavernosos Doozers e os gigantes Gorgs. O programa infantil foi uma criação de Jim Henson, que também criou os bonecos de “Vila Sésamo” e “Os Muppets”. A nova versão é produzida por Ritamarie Peruggi (“Yo Gabba Gabba!”) em parceria com a The Jim Henson Company, e conta com John Tartaglia (a voz de Enio/Ernie em “Vila Sésamo”) como roteirista, produtor, dublador e titereiro do protagonista Gobo Fraggle, além de trazer dois artistas originais, Dave Goelz e Karen Prell, de volta aos papéis de Boober e Red Fraggle. A 2ª temporada trará de volta Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), que dublou o personagem Jamdolin em dois episódios da série, além de incluir Ariana DeBose (“Amor, Sublime Amor”), Brett Goldstein (“Ted Lasso”) e Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) em participações especiais. A produção da 2ª temporada já está em andamento em Calgary, no Canadá, mas ainda não há previsão para sua estreia. Veja abaixo o trailer do primeiro ano da produção.

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  • Série

    “Quantum Leap” é renovada para 2ª temporada

    13 de dezembro de 2022 /

    A rede NBC anunciou sua primeira renovação da temporada. E é de uma série estreante: a sci-fi “Quantum Leap”. A série é continuação de uma produção dos anos 1990, também conhecida no Brasil como “Contratempos”, e parte da investigação do que aconteceu com o antigo protagonista da trama, o Dr. Sam Beckett (Scott Bakula), que há 30 entrou no acelerador Quantum Leap e desapareceu. Com a retomada do projeto, na esperança de desvendar os mistérios da máquina de viagem no tempo, um novo cientista é enviado pelo tempo em corpos de diferentes pessoas nas mais variadas épocas: o Dr. Benjamin “Ben” Song, vivido por Raymond Lee (“Here and Now”). “Estamos entrando em uma 2ª temporada graças ao incrível trabalho de nosso elenco, produtores, roteiristas e todos que desempenharam um papel em dar uma nova vida a esta icônica série da NBC”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da NBCUniversal Television. “Enquanto continuamos a trazer o público para nossos dramas imperdíveis, é gratificante saber que ‘Quantum Leap’ terá um lugar de destaque na próxima temporada, tanto em nossa programação da NBC quanto no dia seguinte na [plataforma] Peacock.” Em seus primeiros oito episódios, “Quantum Leap” teve uma média de 4,34 milhões de espectadores e uma classificação de 0,6 entre adultos de 18 a 49 anos após uma semana de exibição na medição da Nielsen. Esses números não incluem streaming, e a NBCU geralmente não fornece dados de sua plataforma Peacock. A rede diz, no entanto, que desde a estreia a série acumulou 10,8 milhões de espectadores e uma classificação de 2,0 na faixa demográfica de 18 a 49 anos em todas as plataformas, triplicando sua audiência total e quadruplicando sua classificação demo desde a exibição inicial. O reboot tem produção de Steven Lilien (criador de “Deus Me Adicionou”), Bryan Wynbrandt (showrunner de “La Brea”) e Martin Gero (criador de “Blindspot”). O criador do “Quantum Leap” original, Don Bellisario, também está a bordo como produtor. E além de Lee, o elenco ainda inclui Anastasia Antonia (“Este Jogo Se Chama Assassinato”), Ernie Hudson (“Os Caça-Fantasmas”), Mason Alexander Park (“Sandman”), Jewel Staite (“Family Law”) e Georgina Reilly (“Murdoch Mysteries”). Atualmente em hiato de midseason, a série, que ainda é inédita no Brasil, retorna com novos capítulos em 2 de janeiro nos EUA. Veja abaixo uma apresentação da série.

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  • Série

    Criador de “The White Lotus” revela detalhes da 3ª temporada

    13 de dezembro de 2022 /

    O criador de “The White Lotus”, Mike White, deu as primeiras pistas sobre o que o público pode esperar da 3ª temporada da série e como a trama será relacionada com as histórias anteriores. As revelações incluem spoilers sobre quem morreu no último capítulo. Em uma entrevista feita para a HBO, após a exibição do final da 2ª temporada, White explicou que os próximos capítulos terão conexão com o desfecho exibido no domingo (11/12) e podem preencher lacunas deixadas pelo final, como a investigação da morte de Tanya (Jennifer Coolidge), que foi encomendada por seu marido Greg (Jon Gries) para ficar com todo o dinheiro da ricaça. “Talvez você tenha que esperar para descobrir o que acontece”, ele brincou. Ele também defendeu sua decisão de centrar a temporada na morte de Tanya, personagem que rendeu o Emmy para Jennifer Coolidge e foi o elo de ligação entre as duas temporadas. O criador disse que a ideia surgiu no final da 1ª temporada, quando Tanya disse a Greg: “Eu fiz todo tipo de tratamento ao longo dos anos. A morte é a última experiência imersiva que não experimentei”. “Não que eu realmente quisesse matar Tanya, porque eu a amo como personagem e obviamente amo Jennifer, mas eu apenas senti que, como nós estávamos indo para a Itália, ela é uma espécie de diva, arquétipo feminino maior que a vida. Parecia que deveríamos criar nossa própria conclusão operística para a vida de Tanya e sua história”, explicou. White também adiantou que, depois de levar o público para o Havaí e a Sicília, a produção deve migrar para a Ásia nos próximos capítulos. “A 1ª temporada destacou o dinheiro, a 2ª temporada, o sexo. Acho que a 3ª seria talvez um olhar satírico e engraçado sobre a morte, a religião e a espiritualidade orientais. Acredito que isso poderia ser uma tapeçaria rica para fazer outra rodada de ‘White Lotus'”, disse White. Embora tenha sido oficialmente renovada para seu terceiro ano de produção, a série ainda não tem previsão para voltar a ser exibida.

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  • Série

    “The White Lotus” bate recorde de audiência com final da temporada

    13 de dezembro de 2022 /

    O final da 2ª temporada de “The White Lotus” teve a maior audiência já registrada pela série nos EUA, atraindo 4,1 milhões de espectadores no domingo (11/12) em todas as plataformas – incluindo as reprises no final da noite e o streaming na HBO Max. Isso representa um salto de 46% em relação à sintonia da semana anterior (2,8 milhões), que tinha sido o recorde da série até então. O episódio final, que revelou quem era o cadáver da cena de abertura da temporada, também atraiu mais do que o dobro da audiência do final da 1ª temporada (1,9 milhão de espectadores em 15 de agosto de 2021). Desde a estreia do segundo ano em 30 de outubro, “The White Lotus” teve uma média de 10,1 milhões de espectadores por episódio ao longo de uma semana, uma melhoria de 50% em relação à temporada inaugural. A 1ª temporada foi a grande vencedora do Emmy em setembro, levando para casa 10 prêmios, incluindo o troféu de Melhor Série Limitada ou Antológica e prêmios de Roteiro e Direção para o criador Mike White. O interesse nos novos episódios também resultou na procura pelos primeiros capítulos, levando a um aumento geral na visualização da série nas plataformas da HBO. A HBO já renovou a atração para sua 3ª temporada.

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  • Série

    Netflix revela erros de gravação de “Wandinha”

    13 de dezembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um vídeo com os erros de gravação da série “Wandinha” (Wednesday). E os “erros” que mais chamam atenção não foram cometidos por ninguém da produção. São os barulhos de aviões que interrompem as gravações. Em determinado ponto, Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), que interpreta Gomez Addams, chega a imitar Tattoo, de “A Ilha da Fantasia” (1977–1984), apontando para o céu e repetindo a famosa fala de toda abertura da série clássica: “O avião, o avião…” Terceira série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos, “Wandinha” também destaca Jenna Ortega (“Pânico 5”) no papel-título, Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) como sua mãe Morticia, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Percy Hynes White (“The Gifted”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. A série foi criada por Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”, e dirigida por um especialista em fantasia gótica juvenil: Tim Burton, responsável por “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), entre muitas outras produções sombrias.

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    Festa do final de “A Fazenda” é confirmada e ex-peões encerram rebelião

    13 de dezembro de 2022 /

    Deborah Albuquerque revelou em seus stories que, após a rebelião dos eliminados do grupo B, vai ter festa no final de “A Fazenda 14”. Ela, Kerline Cardoso e Alex Gallete chegaram a fazer as malas e avisar que não gravariam a lavação de roupa suja do reality, prevista para ir ao ar na noite de terça (13/12) na Record TV. O protesto foi motivado por mudanças de última hora que teriam sido informadas pela produção, como o fato de o encontro não ser ao vivo, abrindo possibilidade de edição, e o cancelamento da festa de confraternização na véspera da grande final. Tati Zaqui e Thomaz Costa também se juntaram aos protestos postando imagens de palhaços. Muitos investiram em roupas para a festa e cancelaram trabalhos para participar do evento. Em vídeo postado no Instagram, Deborah revelou que ela e os outros peões eliminados conversaram com a produção, e que eles receberam a notícia de que a festa está mantida.  “Estávamos em conversa, houve alguns desencontros de informação. Mas a notícia boa é que sim, vai ter a festa e vai ser muito legal como todas as festas de ‘A Fazenda’ foram. A gente estava muito ansioso para essa festa. Que bom, vai ter a festa. A gente automaticamente ficou muito feliz, vamos lavar roupa suja e vamos estar na ‘Fazenda’ até o fim”, resumiu a peoa. Kerline também confirmou a reunião. “A gente teve uma conversação, tudo bacana, tudo legal. Vamos ter sim a nossa celebração, nossa festa, que a gente queria, que será o encerramento de um ciclo que foi tão difícil”, disse ela num stories. Deborah apareceu em outro vídeo revelando que segurou Kerline na porta do hotel, de mala na mão e pronta para sair, para chamar para a reunião. “Conversamos e tá tudo resolvido”, conclui Kerline. A confusão foi mais uma consequência da falta de transparência da atual edição do reality. A festa chegou a ser chamada duas vezes por Adrianne Galisteu nos últimos dias. Mas a quando a notícia do cancelamento veio à tona, com reações iradas dos peões nas redes sociais, a assessoria de comunicação não confirmou nem negou nada, informando apenas que o caso “será explicado no programa de hoje à noite”. Pois não houve explicação nenhuma. A apresentadora Adriane Galisteu nem mencionou a festa, confirmando apenas a lavação de roupa de suja. Apaziguados com a manutenção da festa, todos os revoltados se animaram e foram se maquiar para a gravação das farpas oficiais. Segundo Deborah, a festa voltou ao calendário do programa em sua data original, marcada para quarta (14/12), com a presença de todos os eliminados do programa – menos os expulsos e as desistentes. No dia seguinte, quinta (14/12), acontece a grande final de “A Fazenda 14” entre os três últimos participantes. André Marinho foi o mais recente eliminado. Sua saída na noite de segunda (12/12) deixou um Top 4 formado por Bia Miranda, Pelé Milflows, Iran Malfitano e Bárbara Borges, a Babi. O trio final será definido na noite desta terça (13/12). 🚨MUDANÇAS: Deborah informa em seus stories que TERÁ A FESTA. #AFazenda pic.twitter.com/rzxXYaX1zJ — Dantas (@Dantinhas) December 13, 2022 🚨 ATENÇÃO| Em seus stories Kerline disse que houve uma conversa entre eles e a equipe do reality, e decidiram que haverá festa sim! Veja#AFazenda #AFazenda14 pic.twitter.com/lQufDS32ZK — Falando de REALITY (@Falandoreality2) December 13, 2022

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  • Filme

    Documentário da Amazônia disputa prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA

    12 de dezembro de 2022 /

    O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA) divulgou a sua lista dos filmes indicados para o prêmio de Melhor Documentário. A lista contém algumas produções que ja vinham chamando atenção, além de guardar algumas surpresas. Ao todo, sete filmes foram indicados, incluindo “Nothing Compares” sobre a cantora irlandesa Sinéad O’Connor, primeiro longa-metragem da documentarista Kathryn Ferguson, e a co-produção brasileira “The Territory”, dirigido por Alex Pritz (“My Dear Kyrgyzstan”), sobre uma tribo amazônica. “The Territory” é coproduzido pela National Geographic, o diretor Darren Aronofsky (“Noé”) e cineastas indígenas brasileiros, e acompanha a luta do povo Uru-Eu-Wau-Wau contra agricultores e mineradores que invadiram sua área protegida na floresta tropical. A obra foi duplamente premiada no Festival de Sundance deste ano, com o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri na competição internacional do evento. A lista também destaca “All That Breathes”, documentário de Shaunak Sen (“Cities of Sleep”) sobre dois irmãos em Delhi, na Índia, que dedicaram suas vidas a reabilitar aves de rapina que foram vítimas dos céus poluídos da cidade. O filme já venceu o prêmio de Melhor Longa-Metragem no IDA Documentary Awards. Outro indicado forte é o novo filme do veterano Matthew Heineman (“A Primeira Onda”), “Afeganistão: A Retirada”, que lança um olhar visceral sobre os últimos meses da guerra dos EUA no Afeganistão e o que aconteceu com o Exército Nacional Afegão após a retirada dos EUA. As nomeações se completam com “Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft”, da diretora Sara Dosa (“The Seer and the Unseen”), sobre um casal francês cuja dedicação ao estudo dos vulcões lhes custou a vida; “O Último Navio Negreiro”, de Margaret Brown (“The Great Invisible”), filme muito falado a respeito dos descendentes de africanos escravizados que chegaram ao Alabama em 1860; e “Navalny”, dirigido por Daniel Roher (“Once Were Brothers: Robbie Robertson and The Band”), sobre o líder da oposição russa, Alexei Navalny, que quase foi morto em uma tentativa de envenenamento do Kremlin. A maior surpresa nessa lista foi a ausência de “All the Beauty and the Bloodshed”, documentário de Laura Poitras (“Cidadãoquatro”) sobre o artista Nan Goldin. O filme é um forte candidato ao Oscar e vem figurando em diversas listas de Melhores Ano. A inclusão do filme de Sinéad O’Connor também causou estranheza pela ausência notável de “Moonage Daydream”, filme de Brett Morgen sobre David Bowie, que é o documentário de maior bilheteria do ano e uma das produções mais elogiadas do gênero dos docs musicais em todos os tempos. Vale lembrar que os vencedores do PGA Awards normalmente se refletem no Oscar, como aconteceu com o vencedor mais recente, “Summer Of Soul (… Ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada” (2021).

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  • Música

    Angelo Badalamenti, compositor de “Twin Peaks”, morre aos 85 anos

    12 de dezembro de 2022 /

    O compositor Angelo Badalamenti, que fez parcerias marcantes com o cineasta David Lynch em obras como “Veludo Azul” (1986), “Twin Peaks” (1990-91) e “Cidade dos Sonhos” (2001), morreu no último domingo (11/12) em sua casa em Nova Jersey, EUA, de causas naturais aos 85 anos. Compositor de formação clássica, Badalamenti também colaborou com diversos cantores em praticamente todos os gêneros musicais ao longo da sua carreira. Algumas das suas principais parcerias foram com Julee Cruise, Nina Simone, David Bowie, Paul McCartney, Liza Minnelli, Anthrax, Tim Booth e LL Cool J. Nascido em 22 de março de 1937 no Brooklyn, em Nova York, Badalamenti estudou música na Eastman School of Music e na Manhattan School of Music, onde fez mestrado, antes de iniciar sua carreira profissional como professor de música, pianista e compositor. Seus primeiros trabalhos no cinema foram as trilhas de “A Guerra de um Homem” (1973) e “Law and Disorder” (1974). A colaboração com Lynch começou em 1986, quando o diretor o contratou como treinador vocal da estrela do “Veludo Azul”, Isabella Rossellini, que deveria cantar no filme. A parceria funcionou e Badalamenti acabou fazendo a trilha sonora do longa e escreveu a música “Mysteries of Love” com o diretor. Isso abriu muitas portas na sua carreira, levando Badalamenti a compor temas para obras tão distintas quanto “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Férias Frustradas de Natal” (1989), “Nu em Nova York” (1993), “Secretária” (2002) e “Cabana do Inferno” (2002) Ele também compôs a música de abertura das Olimpíadas de 1992, em Barcelona. Mesmo com a carreira prolífica, Badalamenti nunca abandonou a parceria com Lynch. Eles trabalharam juntos em “Coração Selvagem” (1990), “Estrada Perdida” (1997), “Uma História Real” (1999), “Cidade dos Sonhos” (2001) e até no curta “Rabbits” (2002). Mas o marco dessa colaboração aconteceu na série “Twin Peaks” (1990-1991), que rendeu um Grammy ao compositor, além de sucesso nas paradas musicais com o hit “Falling”, cantado por Julee Cruise em cena da atração televisiva. “Eu sento com Angelo e converso com ele sobre uma cena e ele começa a tocar essas palavras no piano”, Lynch disse ao The New York Times em 2005, explicando a parceria criativa dos dois. “Às vezes, até nos reuníamos e inventávamos coisas no piano, e antes que você percebesse, isso nos levava à ideia de uma cena ou um personagem.” “Quando começamos a trabalhar juntos, tivemos uma espécie de afinidade instantânea – eu não sabendo nada sobre música, mas muito interessado em clima e efeitos sonoros”, contou o diretor. “Percebi muitas coisas sobre efeitos sonoros e música trabalhando com Angelo, como eles são próximos um do outro.” Badalamenti acrescentou que “os visuais de David são muito influenciados pela música. O andamento da música o ajuda a definir o andamento dos atores e seus diálogos e como eles se movem. Ele se sentava ao meu lado em um teclado, descrevendo o que estava pensando enquanto eu improvisava a partitura. Quase todo ‘Twin Peaks’ foi escrito sem que eu visse um único frame, pelo menos no episódio piloto.” O compositor esteve envolvido tanto na série original, quanto nos seus derivados: o filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e o revival “Twin Peaks: O Retorno” (2017). Ele também firmou relações fortes com outros diretores consagrados, em especial Paul Schrader, com quem trabalhou em quatro filmes (em “Uma Estranha Passagem em Veneza”, “Marcas da Vingança”, “Auto Focus” e “Domínio”), além de Jean-Pierre Jeunet (“Ladrão de Sonhos” e “Eterno Amor”), Jane Campion (“Fogo Sagrado!”), Danny Boyle (“A Praia”) e o brasileiro Walter Salles (“Água Negra”). Em uma entrevista de 2018, Badalamenti explicou como criou o célebre “tema de Laura Palmer” para “Twin Peaks”. “David veio ao meu pequeno escritório em frente ao Carnegie Hall e disse: ‘Tive uma ideia para uma série. Ele se sentou ao meu lado no teclado [do piano] e disse: ‘Eu não gravei nada, mas é como se você estivesse em uma floresta escura com uma coruja ao fundo e uma nuvem sobre a lua e os sicômoros soprando muito suavemente.” “Comecei a pressionar as teclas para o acorde de abertura de ‘Twin Peaks Love Theme’, porque era o som daquela escuridão. Ele disse: ‘Uma linda garota problemática está saindo da floresta, caminhando em direção à câmera…’ Toquei os sons que ele inspirou. ‘E ela se aproxima e chega ao clímax e…’ Continuei com a música enquanto ele continuava a história. ‘E a partir disso, nós a deixamos voltar para a floresta escura.’ “As notas simplesmente saíram. David ficou atordoado, assim como eu. Os cabelos de seus braços estavam arrepiados e ele tinha lágrimas nos olhos: ‘Eu vejo ‘Twin Peaks’. Eu consegui.’ Eu disse: ‘Vou para casa trabalhar nisso.’ ‘Trabalhar nisso?! Não mude uma nota’. E é claro que nunca mudei.” Confira abaixo o tema de Laura Palmer, a música de abertura de “Twin Peaks” e a gravação com vocais de Julee Cruise, cantora que morreu em junho passado. Para completar, o último vídeo traz o arranjo de Badalamenti para a versão de “Blue Velvet” cantada por Isabella Rossellini no filme “Veludo Azul”.

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