Kevin Costner estaria namorando a cantora Jewel
O ator Kevin Costner estaria com uma nova namorada, após sua conturbada separação de Christine Baumgartner. Segundo a imprensa americana, o vencedor do Oscar por “Dança com Lobos” está namorando com a cantora e compositora Jewel Kilcher. O caso foi exposto pela própria Jewel em seu Instagram, quando ela compartilhou fotos de suas férias na Ilha Necker, propriedade do bilionário britânico Richard Branson nas Ilhas Virgens Britânicas, onde os dois faziam parte de uma arrecadação de fundos para a Inspiring Children Foundation. Jewel é uma das fundadoras da organização, e Kevin estava no evento como convidado. Segundo o site TMZ, Costner e Jewel voaram juntos para o Caribe e sumiram por mais de uma semana. “Definitivamente havia algo acontecendo. Eles estavam flertando e, quando estavam juntos, era como se os dois simplesmente se iluminassem”, disse uma fonte ao TMZ. Eles também voltaram juntos para os EUA depois da viagem ao Caribe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jewel (@jewel)
Eduardo Costa tem recurso negado e terá que pagar R$ 70 mil a Fernanda Lima
A Justiça do Rio de Janeiro negou recurso apresentado pelo cantor Eduardo Costa contra decisão que o condenou a pagar R$ 70 mil a Fernanda Lima. O cantor sertanejo alegava “omissões e obscuridades” na sentença original, mas os embargos foram negados pela 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro. Com isso, volta a valar a sentença original, que condenou o artista a indenizar a apresentadora por danos morais. A condenação deriva de ofensas desferidas pelo cantor nas redes sociais em 2018, após a exibição de um episódio do programa “Amor & Sexo” na Globo, apresentado por Fernanda. Na ocasião, Costa chamou a apresentadora de “imbecil” e alegou que o programa era destinado a “maconheiro, bandido, esquerdista derrotado, e para projetos de artista como ela”. Além disso, convocou seu público a boicotar a atração. Ofensas nas redes sociais As postagens ofensivas de Eduardo Costa surgiram após um episódio do “Amor & Sexo” que abordava temas como machismo, racismo e homofobia. O cantor expressou seu desagrado em sua conta no Instagram, desencadeando uma série de reações nas redes sociais. O juiz da sentença original ressaltou que as declarações do cantor “potencializaram a possibilidade de incitação do discurso de violência” contra Fernanda Lima, associando injustamente a apresentadora a contextos políticos. Na sentença, o magistrado Eric Scapim Cunha Brandão destacou a necessidade de indenização por danos morais, citando: “Trata-se de ação na qual pretende a autora ser indenizada por danos morais em razão das imputações apontadas como injuriosas, difamatórias e raivosas que teriam sido feitas pelo réu em postagem no Instagram.” Além da indenização de R$ 70 mil, Eduardo Costa foi condenado a arcar com as custas e honorários do processo, totalizando 20% do valor da condenação, o que soma mais R$ 14 mil. Consequências legais continuam Além desta condenação cível, Eduardo Costa e Fernanda Lima também se enfrentam em esfera criminal. O cantor já foi condenado por difamação a oito meses de prisão e 26 dias-multa, equivalente a um salário mínimo. Com a pena considerada leve, houve a conversão para prestação de serviços comunitários. Entretanto, Costa recorreu da decisão, mas teve derrotas em primeira e segunda instâncias. Agora, resta ao cantor a apelação ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou o cumprimento da pena estipulada.
A Fazenda | Jaque teria batido o sino para desistir do programa
Geni Grohalski, mãe de Jaquelline Grohalski, revelou nos Stories do Instagram que a filha “bateu o sino” – solicitou a desistência – em “A Fazenda 15”. A suposta cena teria acontecido após uma gravação do programa “Hora do Faro”, na tarde de sexta-feira (8/12), mas não foi transmitida para os assinantes que acompanham a atração ao vivo pelo PlayPlus. “Gente, eu tava lá na escola, na festa da Bela (filha da Jaque), e eu fiquei tão nervosa… Minha cabeça chega a tá doendo, chorei já. Jaquelline bateu o sino, queria ir embora, não sei o que aconteceu na dinâmica, eu não tava assistindo. Fiquei tão triste que eu vim embora”, ela disse num vídeo. O PlayPlus não exibe a gravação da dinâmica do Faro, mas normalmente retorna com imagens ao vivo após as gravações. Na sexta, as câmeras demoraram mais do que costume para retornar e na volta ficaram todas na cozinha, enquanto os peões comentavam que Jaque estava chorando muito no quarto. O que houve? O problema teria começado nas plaquinhas dadas por Yuri Meirelles para a peoa. Pela conversa dos peões, ela não teria recebido bem as críticas e a situação se tornou pior com intervenções de WL Guimarães. Jaquelline ficou chorando um tempão no quarto, falando em desistir do programa, sem que as cenas fossem mostradas. Alguns participantes chegaram a relatar que ela solicitou atendimento médico para a produção do reality. Apesar de tudo isso, a edição exibida pela Record TV na noite de sexta ignorou totalmente a situação. Mais tarde, Geni voltou a se manifestar. “Acho que eles desaforaram demais a cara dela [Jaquelline], pra ela ter feito isso”. A mãe da peoa ponderou que a produção pode tê-la aconselhado a permanecer na atração, visto que há atendimento psicológico para os participantes. “Aconselharam ela, e ela voltou… entendeu? Porque eles passam por psicólogos… agora ela voltou e está se arrumando pra festa”, completou Geni. Se a Record não exibir o que houve neste sábado, o público só vai ter ideia do que aconteceu durante o programa “Hora do Faro” no domingo (10/12). Jaquelline Grohalski continua como participante de “A Fazenda 15”.
“Twisted Metal” é renovada para 2ª temporada
A plataforma americana Peacock renovou a série de ação “Twisted Metal”. A revelação foi feita pelo protagonista e produtor executivo Anthony Mackie durante The Game Awards, onde “Twisted Metal” concorreu como Melhor Adaptação de Videogame. A série é baseada na franquia homônima de jogos para PlayStation e traz Anthony Mackie (“Falcão e o Soldado Invernal”) como John Doe, que precisa atravessar um deserto pós-apocalíptico e entregar um pacote misterioso para conseguir uma vida melhor. Game clássico de combate veicular, “Twisted Metal” começou no PlayStation em 1995 e já conta com oito títulos, em que o jogador enfrenta diferentes motoristas assassinos numa perseguição mirabolante. Desenvolvida como série por Michael Jonathan Smith (“Cobra Kai”), a trama acompanha John Doe por estradas e cidades devastadas, incluindo Lost Vegas – as ruínas de Las Vegas – , em luta contra diferentes veículos, incluindo um caminhão de sorvete dirigido pelo pior dos vilões: Sweet Tooth, um palhaço aterrorizante que é dublado por Will Arnett (“BoJack Horseman”) e interpretado pelo musculoso lutador de WWE Samoa Joe. “Tenho que agradecer enormemente aos nossos incríveis fãs – li todos os comentários e fiquei impressionado com o amor, apoio e entusiasmo fervoroso de todos por um saco de papel”, disse o showrunner, produtor executivo e roteirista Michael Jonathan Smith em um comunicado. “Estamos muito gratos por poder continuar a história de John Doe, Quiet e Sweet Tooth enquanto eles enfrentam rostos familiares e novos inimigos sinistros no aguardado torneio Twisted Metal. A mixtape está pronta, e mal posso esperar para voltar à estrada com nosso elenco e equipe estelares.” O elenco também inclui Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine Nine”), Neve Campbell (“Pânico”) e Thomas Haden Church (“Homem Aranha: Sem Volta para Casa”), e a produção é da dupla Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas das franquias “Deadpool” e “Zumbilândia”. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max.
“Cruel Summer” e “Good Trouble” são canceladas
O canal pago americano Freeform anunciou que não produzirá novas temporadas de “Cruel Summer” e “Good Trouble”, que chegam ao fim após, respectivamente, duas e temporadas. A série antológica “Cruel Summer” teve uma 1ª temporada de sucesso, que se tornou a mais assistida da Freeform, com média de 6,8 milhões de espectadores por episódio em várias plataformas. Entretanto, a 2ª temporada não repetiu o sucesso após seu criador, Bert V. Royal, abandonar a produção devido a diferenças criativas. Com nova história, novo elenco e nova equipe de produção, a atração terminou em julho, acompanhando a ascensão e queda de uma intensa amizade adolescente, girando em torno de um triângulo amoroso e um mistério. No Brasil, a série foi exibida pela Prime Video. “Good Trouble”, por sua vez, era um spinoff de “The Fosters”, centrado na vida adulta das personagens Callie e Mariana em Los Angeles. Criada por Joanna Johnson, Peter Paige e Bradley Bredeweg, a série foi estrelada por Maia Mitchell e Cierra Ramirez, repetindo seus papéis da série original. Apesar da temporada final já ter sido inteiramente gravada, a produção ganhou aval para cenas adicionais e criar um episódio final estendido. As duas séries eram as últimas produções originais do Freeform, canal do grupo Disney, que já se chamou Fox Family e ABC Family, e no passado lançou “Pretty Little Liars”, “The Fosters”, “Greek”, “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” (The Secret Life of the American Teenager), “Caçadores de Sombras” (Shadowhunters), “The Bold Type”, “Grown-ish” e a produção da Marvel “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger). O final de “Good Trouble” vai ao ar em 2024, junto com o final de “Grown-ish”, spin-off adolescente de “Black-ish”, cujo cancelamento na 6ª temporada foi anunciado em março passado.
“Station 19” vai acabar na 7ª temporada
A rede americana ABC anunciou que a 7ª temporada de “Station 19” será a última. A decisão foi tomada no início da produção da temporada para permitir aos produtores criar um desfecho adequado para a série, que surgiu como um spin-off de “Grey’s Anatomy”, centrado em bombeiros e primeiro-socorristas, e frequentemente tem crossovers com a atração médica. Por outro lado, temporada será menor, com 10 episódios e apenas um crossover planejado. Durante sua exibição, “Station 19” foi elogiada por abordar tópicos importantes e difíceis, recebendo recentemente um Prêmio Sentinel da Hollywood, Health & Society por sua representação do racismo sistêmico na 6ª temporada. Desde então, “Station 19” passou por mudanças significativas, com os novos showrunners Zoanne Clack e Peter Paige, que sucederam Krista Vernoff, e serão responsáveis pela produção do capítulo de número 100 e o episódio final. “Por sete temporadas, ‘Station 19’ foi um destaque na programação da ABC, graças à incrível visão de Shonda [Rhumes] e Betsy [Beers], personagens amados e narrativa envolvente”, disse o presidente do Disney Television Group, Craig Erwich, ao anunciar o final da produção. “Com Zoanne [Clack] e Peter [Paige] no comando da temporada de despedida, temos muito o que esperar, especialmente a celebração do marco do 100º episódio do programa.” Além de Zoanne Clack e Peter Paige, os produtores da série incluem a criadora Stacy McKee, a criadora de “Grey’s Anatomy” Shonda Rhimes, Betsy Beers e Paris Barclay, numa parceria entre a produtora ABC Signature, parte dos Disney TV Studios, e Shondaland. O elenco, por sua vez, inclui Jaina Lee Ortiz, Jason George, Grey Damon, Barrett Doss, Alberto Frezza, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle Savre, Miguel Sandoval, Boris Kodjoe, Stefania Spampinato, Carlos Miranda, Josh Randall, Merle Dandridge e Pat Healy. No Brasil, “Station 19” é exibido pelo canal pago Sony e disponibilizado em streaming pela plataforma Star+.
Sean Gunn será nova versão do vilão de Pedro Pascal nos filmes da DC
O ator Sean Gunn, conhecido por sua atuação na trilogia “Guardiões da Galáxia”, vai seguir o irmão James Gunn, diretor dos filmes dos “Guardiões”, rumo a DC. Segundo o site Deadline, ele vai interpretar o vilão empresarial Maxwell Lord no renovado Universo DC, sob a supervisão de James Gunn e Peter Safran. O personagem foi anteriormente interpretado por Pedro Pascal no filme “Mulher-Maravilha 1984”, lançado em 2020. Ainda não está confirmado se Sean Gunn fará uma aparição como Maxwell Lord no vindouro “Superman: Legacy”, escrito e dirigido por James Gunn, que entrará em produção no próximo ano. Há rumores de que o personagem será mencionado em “Legacy”, mas sua participação efetiva está prevista para projetos futuros da DC. Este é um padrão que se repetirá com outros personagens na primeira fase do novo Universo DC, intitulada “Gods and Monsters: Chapter One”. Quem é Maxwell Lord Maxwell Lord surgiu pela primeira vez na estreia da fase mais divertida da Liga da Justiça, lançada em 1987 por Keith Giffen, J. M. DeMatteis e Kevin Maguire. Inicialmente apresentado como um aliado e peça-chave na formação da Liga da Justiça Internacional, ele acabou se revelando um adversário da organização e da Mulher-Maravilha. Além de ser um empresário bilionário, Lord adquiriu superpoderes durante o crossover “Invasão”, quando uma bomba detonada por invasores alienígenas ativou seus metagenes latentes, concedendo-lhe a capacidade de controlar a mente de outras pessoas. Trajetória de Sean Gunn Sean Gunn trabalhou em diversos projetos com o irmão, incluindo a trilogia “Guardiões da Galáxia”, onde interpretou Kraglin. Ele também atuou em “Esquadrão Suicida” como Weasel, e no filme “Super”, dirigidos pelo irmão, bem como em “Tromeo & Juliet” e “Dia De Trabalho Mortal”, escritos por James Gunn. Entre seus créditos televisivos estão “The Good Doctor”, “A Terminal List”, “The Rookie”, “Robot Chicken” e “Gilmore Girls”.
Estreias | Indiana Jones, Trolls, Scorsese e as novidades de streaming da semana
A lista de estreias de streaming da semana reúne sete filmes e três séries novas. A relação destaca longas que estiveram recentemente nos cinemas, de blockbusters como “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” e “Trolls 3: Juntos Novamente” ao conceituado “Assassinos da Lua das Flores”. Mas também há produções inéditas, como “O Mundo Depois de Nós”, além de três obras brasileiras de cinema e TV. Confira abaixo o Top 10 das dicas. FILMES ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES | VOD* O novo épico de Martin Scorsese (“O Irlandês”) desvenda a história real dos assassinatos da Nação Osage no início do século 20, quando várias mortes ocorreram após descobertas de grandes depósitos de petróleo nas terras indígenas em Oklahoma. A narrativa segue Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), que se muda para Fairfax, Oklahoma, na década de 1920, para viver com seu tio, William Hale (Robert De Niro), conhecido como King Bill Hale, um influente pecuarista local. Sob a manipulação de seu tio, Ernest se envolve com Mollie (Lily Gladstone), uma mulher Osage, com o objetivo sombrio de herdar os direitos lucrativos de petróleo de sua família, caso os membros de sua família morram. O drama se intensifica à medida que membros da família de Mollie são assassinados um a um, destacando uma trama maior de ganância e exploração. A complexa rede de mentiras e corrupção é revelada gradualmente, com o envolvimento de vários membros da comunidade que, silenciosamente, consentem ou contribuem para os crimes. A interpretação de Gladstone como Mollie, que enfrenta a dor insuportável da perda enquanto descobre a verdade sobre seu marido e a conspiração em andamento, tem sido apontada como garantida no Oscar 2023. A colaboração entre Scorsese e seus dois atores favoritos, DiCaprio e De Niro, juntos pela primeira vez num filme do cineasta – após estrelarem separadamente suas obras mais famosas – é um atrativo à parte. E suas cenas são a base da história envolvente, roteirizada por Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) e baseado no livro homônimo de David Grann, que mistura crime verdadeiro com elementos de faroeste e consegue prender a atenção do espectador ao longo de suas quase 3 horas e meia de duração. Tão surpreendente quanto a extensão do filme só a vitalidade do diretor de 80 anos, que descobriu um novo terreno visual e dramático para se expressar, mergulhando pela primeira vez nos vastos espaços abertos e na atmosfera dos bangue-bangues clássicos para criar seu primeiro western, com indígenas, pistoleiros, fazendeiros corruptos e homens da lei. A decisão de filmar em locais autênticos em Oklahoma, proporcionando um pano de fundo realista e engajando comunidades locais no processo, aumenta a autenticidade e a riqueza visual e cultural da produção, que merecidamente arrancou elogios em sua première no Festival de Cannes e atingiu 96% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes. INDIANA JONES E A RELÍQUIA DO DESTINO | DISNEY+ A despedida de Harrison Ford do papel de Indiana Jones decepcionou nas bilheterias – como quase tudo que a Disney lançou em 2023 – , mas é uma aventura empolgante, que entrega o que os fãs esperam da franquia. A trama começa com uma impressionante sequência de flashback, ambientada em 1944, que apresenta um Indy mais jovem, graças à tecnologia de rejuvenescimento digital, enfrentando nazistas para se apossar de um artefato crucial, a Antikythera de Arquimedes – um dispositivo de cálculo celestial que no filme tem poderes extraordinários. A história então avança para 1969, onde o agora idoso Dr. Jones, perto de se aposentar e vivendo em um apartamento decadente em Nova York, se vê envolvido em uma última aventura ao lado de Helena (Phoebe Waller-Bridge), a filha de seu falecido parceiro Basil (Toby Jones), e numa corrida com o cientista nazista Jürgen Voller (Mads Mikkelsen) pela tal relíquia. Dirigido por James Mangold (“Logan”), o filme leva Indy e seus aliados a uma série de locais exóticos, incluindo as estreitas ruas de Tânger e a tumba de Arquimedes na Sicília, cheia de quebra-cabeças à la “Código Da Vinci” e um segredo que desafia a física. O elenco de apoio inclui o retorno de algumas figuras queridas da franquia e a adição de novas, como a personagem de Waller-Bridge, Helena, que desempenha um papel significativo na trama. A história também encontra uma maneira de amarrar as pontas soltas de personagens antigos que haviam desaparecido sem explicação. Mesmo que não seja um clássico como os primeiros longas, sua combinação de nostalgia e ação vibrante proporciona uma despedida digna ao herói – além de superar o capítulo anterior, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, de 2008. TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE | VOD* Em sua volta às telas, Poppy e Tronco, os personagens dublados em inglês por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Justin Timberlake (“O Preço do Amanhã”), são oficialmente um casal, apelidado de Troppy. Mas conforme ficam mais íntimos, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto: ele já fez parte da boyband favorita dela, BroZone, com seus quatro irmãos Floyd, John Dory, Spruce e Clay. Eles se separaram quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não vê seus irmãos desde então. Mas quando Floyd, é sequestrado, Tronco e Poppy embarcam em uma jornada emocionante para reunir os outros irmãos e resgatá-lo de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop. O detalhe é que essa historia é embalada por uma música do ‘N Sync, a boyband nada secreta do passado de Justin Timberlake, que voltou a gravar junta, 20 anos após sua separação, especialmente para a trilha sonora do filme. A animação também conta com a volta do diretor Walt Dohrn e com um elenco de dubladores que combina cantores e atores, como Camila Cabello (“Cinderella”), Eric André (“The Righteous Gemstones”), Amy Schumer (“Descompensada”), Andrew Rannells (“Um Pequeno Favor”), Troye Sivan (“The Idol”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Zooey Deschanel (“New Girl”), Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) e Anderson Paak (“Grown-ish”). MEU NOME É GAL | VOD* A cinebiografia aborda a vida da icônica cantora Gal Costa, focando os anos de 1966 a 1971, que marcam a transformação da tímida Gracinha, que se muda de Salvador para o Rio de Janeiro, na renomada tropicalista. Dirigido por Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), a produção abre com uma cena do show “Fa-Tal” em 12 de outubro de 1971 e, a partir daí, retrocede para mostrar a chegada de Gal ao Rio de Janeiro e seu reencontro com figuras importantes como Caetano Veloso (Rodrigo Lelis), Gilberto Gil (Dan Ferreira) e o empresário Guilherme Araújo (Luis Lobianco). Dando um show verdadeiro no papel principal, Sophie Charlotte não apenas atua, mas também canta as canções no longa. Para fãs de Gal e da geração da Tropicália, a obra oferece cenas antológicas, que recriam a fase mais rebelde da cantora. Entretanto, a apresentação desconexa de eventos prejudica a narrativa, contexto e até a compreensão da história para quem não é iniciado. A relação de Gal com sua mãe, interpretada por Chica Carelli, e com outros personagens importantes, como Caetano Veloso e Gilberto Gil, é pouquíssimo desenvolvida. Além disso, a participação de Maria Bethânia, interpretada pela codiretora Dandara Ferreira, é tão breve que nada acrescenta à trama. Na comparação com outras cinebiografias musicais brasileiras, o longa se destaca por evitar os clichês mais comuns, focando-se em um período específico e crucial na carreira de artista, em vez de passar correndo por toda a sua vida. Embora nem assim consiga aprofundar questões importantes, a luta por autonomia da cantora ganha destaque, explorando suas relações e desafios em um período turbulento da história brasileira. Além disso, o filme confirma Sophie Charlotte como uma das melhores atrizes brasileiras da atualidade. Podem esperá-la nas premiações de melhores do ano. O MUNDO DEPOIS DE NÓS | NETFLIX O thriller psicológico, que mergulha nas profundezas de um apocalipse iminente, é uma viagem tensa e sombria pelos medos contemporâneos, desde a dependência da tecnologia até a desintegração social. A narrativa segue Amanda (Julia Roberts) e Clay (Ethan Hawke), um casal do Brooklyn que busca uma pausa da rotina agitada, levando seus filhos para uma casa de campo em Long Island. A tranquilidade é interrompida pela chegada inesperada do proprietário da casa (Mahershala Ali) e sua filha, que buscam refúgio após um apagão em Nova York. O que começa como uma comédia de costumes, rapidamente se transforma em um cenário maior e mais ameaçador, onde a falta de comunicação e estranhos fenômenos naturais sugerem um desastre global. Baseada no best-seller de Rumaan Alam, a filmagem de Sam Esmail, conhecido como criador de “Mr. Robot”, utiliza técnicas visuais complexas para contar a história, oferecendo respostas concretas às ambiguidades do livro. A adaptação se aprofunda nas tensões raciais e nas divisões de classe, mas estes temas são relevados conforme as famílias enfrentam ameaças desconhecidas. Marcada por uma crescente sensação de desastre, alimentada pela incapacidade de comunicação, o filme oscila entre o suspense e uma observação aguda da malaise contemporânea, destacando-se pelas atuações de Roberts e Ali, que entregam monólogos longos e perturbadores. O PRIMEIRO NATAL DO MUNDO | AMAZON PRIME VIDEO A comédia brasileira gira em torno da família Pinheiro Lima, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando um dos filhos deseja que o Natal desapareça. Esse pedido inusitado é atendido, gerando uma série de confusões para todos. O elenco é liderado por Lázaro Ramos (“Ó Pai Ó 2”) como Pepê, um professor de história viúvo e pai de duas filhas, e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) como Tina, sua esposa, uma chef de cozinha divorciada e mãe de dois filhos. Juntos, eles embarcam em uma jornada para restaurar a data, suas tradições e o verdadeiro significado do Natal. A produção se diferencia ao focar no Natal no Brasil, um aspecto raramente explorado em produções de streaming do gênero – uma das raras exceções é “Tudo Bem no Natal que Vem”, com Leandro Hassum. Por isso, a comédia busca não só entreter, mas também colocar em destaque símbolos e valores culturais do Brasil na trama. Com direção de Susana Garcia (“Minha Mãe É uma Peça 3”) e Gigi Soares (“Novela”), o longa também destaca no elenco Fabiana Karla, Igor Jansen, Theo Matos, Valen Gaspar, Yasmin Londuik, Stella Miranda, Cézar Maracujá, Wilson Rabelo e uma participação especial de Rafael Infante. THE ARCHIES | NETFLIX Esse projeto curioso é uma versão indiana de “Riverdale”, que se passa nos anos 1960, é embalada pela música da época e vem com diversas coreografias sincronizadas para confirmar sua procedência de Bollywood. De forma surpreendente, os quadrinhos da Archie Comics são bastante populares na Índia. E, pelo visto, os desenhos animados também, já que a década escolhida para a ambientação do filme é a mesma da época em que a versão animada dos personagens estourou nas paradas de sucesso, com a gravação de “Sugar Sugar”. O teaser traz algumas referências dos quadrinhos clássicos, que também podem ser vistas em “Riverdale”, como o icônico restaurante Pop Tate’s. Outra curiosidade é que os personagens mantém os mesmos nomes americanos com que se tornaram conhecidos. O longa tem direção de Zoya Akhtar (“Gully Boy”) e foi escrito por Kagti, Akhtar e Ayesha DeVitre (“Kapoor & Sons”). E, com a exceção de Mihir Ahuja (“Candy”), intérprete de Jughead Jones, o elenco central é composto por atores iniciantes. SÉRIES AMERICAN HORROR STORIES 3 | STAR+ Criada pelos mesmos idealizadores de “American Horror Story”, Ryan Murphy e Brad Falchuck, a série derivada se diferencia da anterior por apresentar uma história de terror diferente a cada episódio – em vez de uma trama única por temporada como a atração que a originou. Na 3ª temporada são apenas quatro episódios. Em “Tapeworm”, uma modelo em ascensão não mede esforços em sua busca por sucesso, num enredo que aborda a temática da autoimagem e dos sacrifícios...
Dado Dolabella tem CNH e passaporte retidos por dívida
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a retenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do passaporte do ator Dado Dolabella. A decisão, que visa garantir a quitação de uma dívida de aluguel estimada em R$ 450 mil, foi tomada pelo juiz Alexandre de Carvalho Mesquita, da 4ª Vara Empresarial, do Rio, no último dia 5 de dezembro. Dolabella morou em uma cobertura de 320 metros quadrados até 2013, quando foi despejado por inadimplência. A cobrança se refere ao período em que o ator habitou o imóvel e deixou de efetuar os pagamentos dos aluguéis. Mesmo após a penhora de uma Dodge Ram avaliada em R$ 80 mil, pertencente a Dolabella, a quantia não foi suficiente para saldar o débito. Segundo o advogado do proprietário do imóvel, além da dívida, Dolabella teria causado danos à propriedade. Declarações e defesas Em resposta à situação, Fernanda Tripode, advogada de Dado Dolabella, criticou a decisão judicial, argumentando que não se pode utilizar meios de coação ou constrangimento moral para cobrança de dívidas. Por outro lado, o advogado do proprietário do imóvel expressou a possibilidade de declarar a falência do ator, caso a dívida não seja paga. Dado Dolabella não se pronunciou sobre o caso.
Ryan O’Neal, astro de “Love Story”, morre aos 82 anos
O ator Ryan O’Neal, que ficou marcado pela atuação em “Love Story” e se tornou uma dos maiores ídolos de Hollywood da década de 1970, morreu nesta sexta-feira (8/12) em sua casa em Los Angeles, Califórnia. Ele tinha 82 anos e lutava contra uma leucemia crônica diagnosticada em 2001 e um câncer de próstata identificado em 2012. Início de carreira Nascido em Los Angeles em 20 de abril de 1941, Ryan O’Neal começou sua carreira em 1960, com participações em episódios de séries clássicas como “Os Intocáveis”, “Laramie” e “Leave it to Beaver”. Seu primeiro papel de destaque foi como Rodney Harrington na série “Caldeira do Diabo” (Peyton Place), que teve mais de 500 episódios exibidos de 1964 a 1969. Baseada no filme de mesmo nome, a série era um melodrama novelesco e alçou O’Neal ao estrelato, ao capturar o coração dos espectadores com sua aparência jovial e carisma. Assim que a série acabou, ele fez sua transição para o cinema com o filme “Cartada para o Inferno”, de 1969, uma adaptação de uma obra de Elmore Leonard. Este filme, co-estrelado por sua então esposa Leigh Taylor-Young, marcou o início de uma carreira cinematográfica notável, que foi explodir no lançamento seguinte. Estouro de “Love Story” O maior sucesso de O’Neal veio em 1970 com “Love Story: Uma História de Amor”, que ele estrelou ao lado de Ali MacGraw. A obra foi um fenômeno cultural, gerando frases decoradas por fãs (como “Amar significa nunca ter de pedir desculpas”), que sobrevivem até hoje em memes de quem nem conhece o contexto. Considerado um dos romances de maior repercussão em todos os tempos, o filme dirigido por Arthur Hiller e baseado no best-seller de Erich Segal contava a história de Oliver Barrett IV, um estudante de Harvard que se apaixona por Jenny Cavilleri, personagem de Ali MacGraw, uma jovem de origem mais humilde. Mas não bastassem os desafios sociais, o casal também precisa enfrentar uma doença terminal que acomete Jenny. Além de uma bilheteria histórica, o longa se destacou na temporada de prêmios, sendo indicado a sete Oscars, inclusive Melhor Ator para Ryan O’Neal. Consagração nos anos 1970 Após o drama lacrimoso de “Love Story”, O’Neal variou o repertório com o western “Os Dois Indomáveis” (1971) e comédias leves – duas com Barbra Streisand, “Essa Pequena é uma Parada” (1972) e “Meu Lutador Favorito” (1979), e uma com Jacqueline Bisset, “O Ladrão que Veio Jantar” (1973). Mas sua parceira mais importante dessa fase foi sua própria filha, Tatum O’Neal, na comédia “Lua de Papel” (1973), de Peter Bogdanovich. Ryan e Tatum brilharam juntos no filme ambientado na era da Grande Depressão, que seguia as aventuras de um vigarista e sua filha em viagem pelo Kansas e Missouri. A performance de Tatum lhe rendeu um Oscar histórico, tornando-a a mais jovem vencedora na história da Academia de Artes e Ciência Cinematográficas com apenas 10 anos de idade. O filme seguinte do ator foi em “Barry Lyndon” (1975), dirigido por Stanley Kubrick, onde interpretou o personagem-título, um aventureiro irlandês que sobe na hierarquia social na Europa do século XVIII. A produção também marcou época por suas inovações e excelência técnica, ao utilizar pela primeira vez no cinema uma iluminação totalmente natural, obtida com o uso de velas em suas cenas. Kubrick e o diretor de fotografia John Alcott utilizaram lentes especiais desenvolvidas pela NASA, capazes de capturar imagens com pouquíssima luz. Essas lentes, com uma abertura extremamente ampla, permitiram que as cenas internas dispensassem iluminação artificial adicional – o que conferiu ao filme uma qualidade visual única e revolucionária, replicando a maneira como os interiores eram iluminados no século XVIII. Além disso, a obra foi composta por planos que se assemelhavam à pinturas do século XVIII, com enquadramentos cuidadosamente construídos em takes longos. O feito foi reconhecido com o Oscar de Melhor Fotografia e outros três troféus técnicos. Após esses trabalhos marcantes, Ryan voltou a trabalhar com Peter Bogdanovich em “No Mundo do Cinema” (1976), integrou o elenco gigantesco da superprodução de guerra “Uma Ponte Longe Demais” (1977), de Richard Attenborough – outro grande sucesso comercial – , e estrelou “Caçador de Morte” (The Driver, 1978), um suspensão dirigido por Walter Hill. Entretanto, o sinal de alerta foi aceso quando o ator apareceu na sequência de seu maior sucesso, “A História de Oliver”, em 1978. A ideia de continuar a trama de “Love Story” como uma história de luto provou-se um fiasco, surpreendo as expectativas do estúdio. Uma Love Story da vida real Durante seu auge profissional, Ryan O’Neal experimentou sua própria Love Story, ao conhecer e se apaixonar pela atriz Farrah Fawcett, estrela da série “As Panteras” (Charlie’s Angels) e uma dos maiores sex symbols dos anos 1970. Os dois iniciaram um relacionamento em 1979 que durou, entre idas e vindas, quase três décadas. Apesar disso, nunca se casaram, embora tivessem um filho juntos, Redmond O’Neal. O relacionamento teve seus altos e baixos, com episódios de separações e reconciliações. E após um período separado, o casal se reuniu novamente quando O’Neal foi diagnosticado com leucemia. Eles permaneceram juntos até a morte de Fawcett em 2009, devido a um câncer – como no filme famoso. Implosão nos anos 1980 Enquanto celebrava o amor, o ator teve dificuldades em replicar o sucesso que teve no começo da carreira. Nos anos 1980, ele se especializou em comédias e apareceu em diversos fracassos de bilheteria. Em “Amor na Medida Certa” (1981), interpretou um professor universitário que se envolvia no negócio de moda da família. Em “Dois Tiras Meio Suspeitos” (1982), explorou o gênero da comédia policial, interpretando um detetive heterossexual que se disfarçava como gay. Em “Diferenças Irreconciliáveis” (1984), lutou com Shelley Long pela custódia da pequena Drew Barrymore. Até que “A Marca do Passado” (1987) empurrou o que restava de sua fama ladeira abaixo. Dirigido pelo renomado escritor Norman Mailer, “A Marca do Passado” foi uma tentativa de mesclar film noir com elementos de comédia e drama, mas acabou se destacando pelo tom confuso e pela aparente falta de convicção do astro ao interpretar seu personagem, um ex-traficante de drogas metido em uma série de eventos misteriosos e violentos. Uma das falas ditas pelo ator na produção se tornou uma das mais ridicularizadas da história do cinema. A frase em questão é “Oh man! Oh God! Oh man! Oh God! Oh man! Oh God! Oh man! Oh God!”, dita repetidamente por Ryan O’Neal em uma cena dramática. Reinvenção na TV Com a repercussão negativa de “A Marca do Passado”, o astro se viu sem muitas outras opções no cinema, decidindo ir fazer TV. E para tornar a transição uma espécie de “queda para cima”, resolveu estrelar uma minissérie junto com a namorada/esposa Farrah Fawcett. A iniciativa, batizada de “O Sacrificio Final” (1989), deu resultado e, além de boa audiência e críticas positivas, rendeu três indicações ao Emmy – incluindo Melhor Atriz para Farrah. Depois disso, o casal dobrou a aposta e quis estrelar sua própria série de comédia. Entretanto, “Good Sports” (1991), onde interpretaram âncoras em uma rede esportiva, foi cancelada após 15 episódios. Ryan seguiu carreira na TV, estrelando telefilmes e fazendo aparições em séries, como “Desperate Housewives”, “Barrados no Baile” (90210) e principal “Bones”, onde interpretou o pai da personagem principal (vivida por Emily Deschanel), aparecendo em vários episódios ao longo da série. Últimos papéis Antes de se aposentar com o fim de “Bones” em 2017, ele ainda fez uma última aparição no cinema, no filme “Knight of Cups” (2015), dirigido por Terrence Malick, e emocionou os fãs ao se reencontrar com Ally MacGraw, sua parceira de “Love Story”, numa encenação de 2016 da peça “Love Letters” de A.R. Gurney. A montagem teve uma recepção calorosa e serviu como um olhar retrospectivo sobre a carreira de ambos os atores.
Claudia Leitte é acusada de plágio de Bea Duarte, que reage: “Existem, sim, semelhanças”
A recente participação de Claudia Leitte no “The Voice Brasil”, exibido na quinta (7/12) na Globo, gerou controvérsia nas redes sociais. Após o programa, onde apresentou a música nova “Liquitiqui”, a artista enfrentou acusações de plágio. Fãs de Bea Duarte, cantora independente e ex-jurada do “Canta Comigo Teen”, apontaram semelhanças entre “Liquitiqui” e a faixa “Lilith”, de Bea. A própria Bea gravou um vídeo no Instagram, dizendo que acordou nesta sexta (8/12) com um monte de gente marcando seu nome e falando da canção de Claudia. Ela então comparou as duas músicas, mostrando a forte semelhança entre elas. Mesmo se dizendo com receio de se posicionar sobre o assunto, a artista chegou a dar datas de lançamento para reforçar que acredita sim que “Liquitiqui” é parecida demais com “Lilith”. “Acalmem-se, fãs da Milk. Também não precisam me atacar só porque existem, sim, semelhanças. Eu nem sei ainda como absorver essas informações e eu só estou me pronunciando porque o assunto virou um campo de guerra”, comentou. Bea então lembrou que a música era remix de um outro artista e que já tinha gente dizendo que, na verdade, foi ela quem plagiou a faixa original. Por isso, ela explicou que a sua canção é de 2021 enquanto a gravação original de “Liki Tiki”, da banda Kes (de Trinidad e Tobago), é de 2022 – acrescentando que a banda “claramente conhece o Brasil, já que está fazendo um remix com a Claudia Leitte”. “Não sei o que pensar sobre isso ainda e estou em pane mental”, comentou. “Eu estou com medo de me posicionar e falar qualquer palavra nessa altura do campeonato”, completou, encerrando o vídeo com um “remix” caseiro juntando as duas faixas. Posicionamento de Claudia Leitte A equipe de Claudia Leitte também reagiu às polêmica. As acusações foram abordadas num comunicado emitido para a imprensa. Segundo a assessoria, “Liquitiqui” possui “construção melódica e composição absolutamente diferentes”, descartando as alegações de semelhança com a música de Bea Duarte. “A assessoria da cantora informa que a canção ‘Liquitiqui’ possui construção melódica e composição absolutamente diferentes, o que não justifica a acusação infundada de plágio”, diz a nota sucinta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bea Duarte (@beadarte)
Daddy Yankee, do hit “Despacito”, anuncia aposentadoria para se dedicar a Jesus Cristo
O cantor porto-riqueno Daddy Yankee, famoso pelo hit “Despacito”, anunciou sua aposentadoria do reggaeton durante o último show da turnê La Meta, no estádio do Coliseu, em Porto Rico. Na ocasião, ele surpreendeu os fãs ao dizer que aquela seria sua última apresentação e que, a partir de agora, devotaria sua vida a Jesus Cristo. Após a surpreendente revelação, Yankee ainda convidou os fãs a seguirem seu passos: “Uma vida de sucesso não substitui uma vida sem propósitos. É por isso que, esta noite, percebi que Jesus vive por mim. E eu viverei por ele. Todas as ferramentas que tenho em meu poder, como a música, as redes sociais, minhas plataformas, meu microfone… tudo o que Deus me deu agora servirá a ele”. Ele também postou um vídeo do discurso no Instagram, acrescentando: “Este dia para mim é o mais importante da minha vida… esta noite reconheço e não tenho vergonha de dizer ao mundo inteiro que Cristo vive em mim e que viverei por ele. Este é o fim de um capítulo e o início de um completamente novo”. Na sequência, ainda citou São Mateus. O porto-riquenho de 46 anos ainda estava no auge de seu sucesso, com seu último hit, “Legendaddy”, batendo 200 milhões de plays no Spotify. Considerado o Rei do Reggaeton, Daddy Yankee começou a sua carreira nos anos 1990, influenciado pelo hip-hop latino. Suas músicas mais conhecidas no Brasil são “Gasolina” e o fenômeno “Despacito”, que bateu recordes mundiais de execução. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daddy Yankee (@daddyyankee)
A Fazenda | Próxima Roça será dupla e formada com cinco peões
O diretor-produtor-chefão dos realities da Record TV, Rodrigo Carelli, anunciou nas redes sociais novidades para a segunda fase de “A Fazenda 15”. Agora que os confinados se resumiram a um Top 10, as eliminações começarão a acontecer em dose dupla. E isso já está valendo para a próxima Roça. “Na próxima Roça, 5 peões sentarão nos banquinhos e o poder branco será crucial para isso! Teremos uma eliminação dupla!”, escreveu Carelli no X (antigo Twitter). “Muitas novidades pela frente na reta final”, acrescentou. Normalmente, as Roças são formadas às terças-feiras com quatro peões. Um deles se salva na Prova do Fazendeiro. Carelli indica que a próxima formação colocará cinco peões na berlinda, mas a votação deve se restringir a quatro nomes, já que ainda haverá disputa pelo chapéu do Fazendeiro. Então, na próxima semana, quatro peões disputarão a preferência do público, com dois deles sendo eliminados para chegar ao Top 8. O chefão de “A Fazenda” ainda deu a dica de que o poder branco “será crucial” na formação. Ou seja, o vencedor da Prova de Fogo, que será disputada no domingo (10/12) e exibida na Record na segunda (11/12), poderá determinar o resultado da formação. A próxima Roça segue marcada para terça (12/12). PessoalNa próxima Roça, 5 peões sentarão nos banquinhos e o poder branco será crucial para isso! Teremos uma eliminação dupla! Muitas novidades pela frente na reta final!#AFazenda — Rodrigo Carelli (@rocarelli) December 8, 2023












