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Música, TV

Anitta é anunciada como atração musical no “Saturday Night Live”

A cantora fará sua estreia no tradicional programa de humor da TV americana em abril

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26 de março de 2026
Música

Morre Dash Crofts, da dupla de soft rock Seals & Crofts, aos 85 anos

O cantor e compositor alcançou o sucesso nos anos 1970 com hits como "Summer Breeze" e "Diamond Girl" em parceria com Jim Seals

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26 de março de 2026
Música

João Gordo é detido em aeroporto por posse de drogas

O vocalista do Ratos de Porão foi barrado na segurança após o raio-X identificar um isqueiro na bagagem

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22 de março de 2026
  • Música

    O que esperar do Grammy 2024 neste domingo

    4 de fevereiro de 2024 /

    A premiação do Grammy 2024 vai acontecer na noite deste domingo (4/2) com transmissão ao vivo desde o tapete vermelho a partir das 21h30 no canal pago TNT e na plataforma HBO Max. A cerimônia deste ano se destaca não apenas pela celebração dos feitos musicais de 2023, mas também pelo potencial de marcar a História, especialmente para as artistas femininas, com SZA à frente. Com nove indicações, SZA se posiciona como a artista de maior destaque, refletindo o sucesso extraordinário de seu álbum “SOS”. As nomeações de SZA abrangem categorias de prestígio como Álbum do Ano, Gravação do Ano e Música do Ano para “Kill Bill”, além de categorias como pop, rap melódico, R&B progressivo e tradicional, ilustrando sua versatilidade e impacto no cenário musical atual. Caso SZA vença a categoria de Álbum do Ano, será a primeira vez que uma artista negra receberá esse troféu no século 21. A última vez que uma cantora negra levou o Grammy de Álbum do Ano foi com Lauryn Hill, em 1999. A controvérsia em torno do Grammy e a representatividade racial é tão grande que a vitória de Harry Styles sobre Beyoncé no ano passado gerou discussões acaloradas nas redes sociais sobre as escolhas da Academia de Gravação e o reconhecimento de artistas negros. Taylor Swift também pode fazer história se vencer a categoria Álbum do Ano. Com um triunfo do disco “Midnights”, ela passaria a acumular quatro troféus na categoria principal, superando ícones como Frank Sinatra, Paul Simon e Stevie Wonder, que possuem três vitórias cada.   Grammy das mulheres Outros artistas que se destacam entre as nomeações incluem a cantora-compositora indie rock Phoebe Bridgers, o engenheiro de som Serban Ghenea e a cantora R&B Victoria Monét, que disputam sete categorias cada. Eles são seguidos por uma multidão: o produtor e músico Jack Antonoff (da banda Bleachers, que concorre principalmente por seu trabalho com Taylor Swift), o músico e cantor de jazz Jon Batiste, o grupo de indie rock boygenius, a cantora country Brandy Clark e as cantoras pop Miley Cyrus, Billie Eilish, Olivia Rodrigo e Taylor Swift, todos com seis indicações. A lista deixa claro como a presença feminina é notavelmente forte. Este ano, mulheres ou indivíduos de gênero fluido compõem sete dos oito indicados nas categorias de Álbum e Gravação do Ano, dominada por estrelas como Taylor Swift, SZA e Olivia Rodrigo. Esta mudança representa um avanço na forma como as artistas femininas são vistas pela Academia, com maior destaque para seu talento do que em sua aparência. Para dar a dimensão do domínio feminino, Jon Batiste foi o único homem que conseguiu indicações dupla nas categorias principais, de Álbum e Gravação do Ano. A mudança é significativa em relação aos anos anteriores. De 2012 a 2022, apenas 13,9% dos indicados nas principais categorias eram mulheres. O sucesso das mulheres no pop, tanto nas paradas musicais quanto em performances em estádios e cinemas, contribuiu para essa mudança radical no Grammy. A turnê “The Eras Tour” de Taylor Swift, por exemplo, quebrou recordes de vendas de ingressos, e o filme “Barbie”, como uma trilha de pop feminino, tornou-se um fenômeno, evidenciando o impacto das mulheres na cultura pop. Fora isso, ainda houve uma transição demográfica na própria Academia, com um aumento de membros femininos para 30% desde 2019 – ainda longe do ideal, que seria a igualdade dos gêneros. O predomínio masculino entre os votantes ainda mantém áreas, como rock, dance e hip-hop, como feudos masculinos, em contraste com as premiações principais. Artistas brasileiros também concorrem à premiação, destacando-se na categoria de melhor álbum de jazz latino, disputada por Ivan Lins com a Tblisi Symphony Orchestra, a pianista Eliane Elias e a cantora Luciana Souza & Trio Corrente.   Shows ao vivo Para o público, porém, a entrega de prêmios não será a principal atração da cerimônia, que também terá shows ao vivo. Entre os destaques esperados, Stevie Wonder, Fantasia Barrino, Annie Lennox e Jon Batiste farão tributos In Memoriam, homenageando artistas que morreram no último ano. A lista de artistas confirmados inclui também nomes como Burna Boy, Billy Joel, Dua Lipa, Luke Combs, Olivia Rodrigo, Travis Scott e Miley Cyrus, além de Joni Mitchell, lenda da música folk que se apresentará pela primeira vez no Grammy.

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    Darius Rucker, cantor do Hootie & The Blowfish, é preso por porte de drogas

    3 de fevereiro de 2024 /

    O músico Darius Rucker, cantor da banda Hootie & The Blowfish, foi preso e acusado de porte de drogas em Williamson, no Tennessee (EUA). De acordo com o site da revista americana Rolling Stone, ele deixou a prisão após pagar uma fiança de US$ 10,5 mil. “Darius Rucker está cooperando totalmente com as autoridades”, disse o advogado do artista, em comunicado. A banda de rock Hootie & The Blowfish fez muito sucesso nos anos 1990 como “Only Wanna Be With You” e “Let Her Cry”. Após sair da banda, o cantor seguiu carreira na música country. A banda planejava seu retorno com uma turnê a partir de maio.

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  • Música

    Wayne Kramer, da banda revolucionária MC5, morre aos 75 anos

    3 de fevereiro de 2024 /

    O guitarrista Wayne Kramer, cofundador da barulhenta garage band MC5, maior influência no punk rock politizado, morreu aos 75 anos na sexta-feira (2/2) no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles, de câncer pancreático.   O impacto do MC5 Entre o final dos anos 1960 e início dos 1970, nenhuma banda esteve tão próxima do espírito revolucionário da época quanto o MC5, que contava com Kramer e Fred “Sonic” Smith nas guitarras, Rob Tyner nos vocais, Michael Davis no baixo e Dennis “Machine Gun” Thompson na bateria. Gerenciados por um tempo por John Sinclair, cofundador dos Panteras Brancas (os aliados brancos dos Panteras Negras), eram conhecidos por suas músicas afrontosas e barulhentas, vistas como trilha sonora para uma revolta iminente. Kramer e Smith se conheceram na adolescência e tocaram com vários outros músicos em Detroit antes de criarem a banda, na metade dos anos 1960. Sob sugestão de Tyner, adotaram o nome MC5, abreviação de Motor City Five, sendo Detroit a “motor city”, por conta da indústria automobilística, e 5 porque a banda era um quinteto. Musicalmente, eles seguiam o hard rock da época, exemplificado pelos Rolling Stones e The Who. Mas seu rock soava muito mais barulhentos e rápido. Descobertos por Danny Fields, executivo da Elektra Records, durante a Convenção Nacional Democrata em Chicago, o MC5 gravou seu álbum de estreia “Kick Out the Jams” ao vivo no Grande Ballroom em 30 e 31 de outubro de 1968. Embora a reação inicial tenha sido entusiasmada, o grito de Tyner “Kick out the jams, motherfuckers!” manteve o álbum de 1969 fora das grandes lojas de departamento até que a Elektra lançasse uma versão censurada, contra a vontade da banda. A frase “Kick out the jams, motherfuckers!” tornou-se emblemática do estilo direto e desafiador da banda. O som do MC5 era alto, cru e direto, caracterizado por guitarras distorcidas, ritmos frenéticos e vocais agressivos. Além disso, a banda frequentemente incorporava mensagens políticas em suas músicas e performances, o que, em alguns casos, levou a controvérsias, como na famosa “Batalha de Chicago”, narrada no filme “Os 7 de Chicago” (2020), da Netflix. MC5 foi a única banda a tocar para os manifestantes contra a Guerra do Vietnã durante a Convenção Nacional Democrata de 1968 em Chicago. A resposta da política culminou em confrontos violentos e a banda passou a ser questionada por sua aliança aos jovens revolucionários. Entretanto, também foi o que lhes rendeu um contrato musical.   Legado e influência Embora o MC5 tenha se desfeito no início dos anos 1970 sem nunca alcançar grande sucesso comercial, sua influência na música e na cultura foi imensa. Eles são considerados precursores do punk rock, do hard rock e do grunge, e sua abordagem crua e energética inspirou inúmeras bandas nas décadas seguintes – como The Stooges, de Iggy Pop, Ramones, Sex Pistols, The Clash, Mudhoney e Rage Against the Machine, que tiveram em MC5 uma influência chave. Além da música inovadora, o MC5 também é lembrado por sua abordagem DIY (“faça você mesmo”), criando seus próprios materiais de divulgação, o que também influenciou a ética punk que emergiu na segunda metade dos anos 1970.   Prisão, drogas e punk rock Após o fim do grupo, Kramer tornou-se, nas suas próprias palavras, “um criminoso de pequeno porte de Detroit”. Em 1975, foi condenado por vender drogas para agentes federais disfarçados e sentenciado a quatro anos de prisão. Na época, a banda The Clash o homenageou na música “Jail Guitar Doors”, que faz referência às suas lutas: “Deixe-me contar sobre Wayne e seus acordos de cocaína”. Após ser libertado da prisão em 1979, Kramer começou a fazer trabalhos como guitarrista de estúdio em Detroit, juntando-se ao grupo Was (Not Was) em seu primeiro álbum e turnê homônimos. Também colaborou com o guitarrista do New York Dolls, Johnny Thunders, na banda Gang War em 1979, e produziu vários grupos punks durante sua estadia em Nova York – Marc Johnson and the Wild Alligators, The Cooties, The Rousers, The Terrorists, The Boyfriends, Fats Deacon and the Dumbwaiters, Mark Truth and the Liars, Viva LaRu, além do infame GG Allin.   Carreira solo Kramer teve uma carreira solo de destaque a partir de 1991, com álbuns como “The Hard Stuff” (1995), “Dangerous Madness” (1996), “Citizen Wayne” (1997) e o álbum ao vivo “LLMF” (1998). Ele e sua esposa empresária Margaret Saadi Kramer também fundaram o selo MuscleTone em 2001, por onde o músico lançou seu álbum solo de 2002, “Adult World”. Ele ainda produziu o álbum “The Lucky Ones”, da banda Mudhoney, lançado em 2008 como uma conexão significativa entre duas gerações de músicos de rock, ligando a energia e a atitude do protopunk do MC5 com o som grunge de Seattle, conhecido pela mesma abordagem crua e distorcida ao rock. No final dos anos 2000, ele também se destacou na composição de trilhas sonoras para cinema e televisão, com créditos em comédias de Adam McKay como “Ricky Bobby: A Toda Velocidade” (2006) e “Quase Irmãos” (2008), a música-tema da Fox Sports Network “5-4-3-2-1, Spotlight”, e a série da HBO “Eastbound & Down” (2009-2013), de Danny McBride. Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine, prestou homenagem a Kramer no Instagram: “Irmão Wayne Kramer foi o melhor homem que já conheci. Ele possuía uma mistura única de profunda sabedoria e compaixão profunda, bela empatia e convicção tenaz. Sua banda, o MC5, basicamente inventou o punk rock.”

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    Globoplay prepara série documental sobre a vida de Belo

    2 de fevereiro de 2024 /

    O Globoplay está produzindo uma série documental sobre a trajetória do cantor Belo. O projeto foi criado pelo produtor José Junior (“Arcanjo Renegado”) e promete retratar todos os pontos importantes da vida do artista. A obra terá quatro episódios que serão produzidos pela AfroReggae Audiovisual com roteiro de Gustavo Gomes (“Predestinado”), que também assume a direção ao lado de Jorge Espírito Santo (“Isso Tem Nome”). Ainda não há uma previsão de estreia. “O Belo é o Roberto Carlos da favela, um fenômeno desde os anos 1990 até os dias de hoje. No documentário, teremos várias facetas dele, muitas desconhecidas, como o Belo avô. Ele topou falar sobre tudo”, antecipou José Junior, em entrevista ao jornal O Globo.   Carreira de sucesso e problemas judiciais O cantor Belo começou a carreira artística no início dos anos 1990, quando ele apenas tocava cavaquinho e teve uma guinada na vida ao entrar para o Soweto. Em 1997, o grupo conquistou uma legião de fãs depois de lançar “Refém do Coração”, seu segundo álbum e o primeiro por uma grande gravadora. Contudo, o pagodeiro arriscou carreira solo e chegou a vender mais de um milhão de discos em 2000. Mas o sucesso veio junto com problemas judiciais por quebra de contrato com o ex-jogador Denílson, que havia comprado os direitos sobre o grupo Soweto. Eles travaram uma batalha pela dívida milionária por mais de 20 anos, mas chegaram num acordo de parcelamento em 2023. Além disso, Belo também chegou a ser condenado por tráfico de drogas e associação ao tráfico em 2003, quando teve que cumprir quatro anos de prisão. Dez anos depois, ele foi acusado de estelionato e formação de quadrilha por suspeita de ter dado um golpe em uma empresa de táxi aéreo. Em 2017, foi acusado de ter dívidas de aluguel que chegavam a R$ 500 mil.

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    BBB | Xanddy Harmonia fala de termo “calabreso”: “É humor”

    1 de fevereiro de 2024 /

    Xanddy Harmonia entrou na onda do “calabreso” após o termo usado por Davi virar polêmica no “BBB 24”. Pouco antes de subir no palco, o cantor brincou com a palavra nas redes sociais. “Se eu falar: ‘Boa noite, seus calabresos’, será que o Boninho me coloca no Paredão? Kkkkkk brincadeeeeeira”, escreveu o artista no X (antigo Twitter). O comentário caiu na graça dos fãs, que pediram pela autorização do diretor: “Por favor, o Brasil implora”, declarou um dos perfis. Depois de realizar sua primeira apresentação no reality, Xanddy aproveitou para falar ao Gshow sobre o significado do termo polêmico. O cantor reforçou que se trata de uma frase tipicamente utilizada para descontrair, assim como já explicou o criador do termo, o comediante Toninho Tornado. “Aqui nos bastidores, eu estava explicando que, na Bahia, é uma expressão muito usada no humor, na ironia, para brincar. ‘Tá certo, calabreso. Tá certo, Ludmilo’. É mais ou menos por aí. O Davi não soube ainda explicar, espero que ele saiba se explicar”, disse Xanddy. Se eu falar: “Boa noite seus Calabresos” será que o @boninho me coloca no paredão? KKKKK brincadeeeeeira 😅 — XANDDY HARMONIA (@xanddyharmonia) February 1, 2024

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  • Música

    Luísa Sonza teme nova desilusão amorosa: “Não quero ser corna”

    1 de fevereiro de 2024 /

    Luísa Sonza parece receosa com as chances de viver outra desilusão amorosa, mas não descartaria a possibilidade de entrar em um relacionamento aberto para evitar novas frustrações. No ano passado, a cantora veio à público para expor uma traição feita por seu então namorado, Chico “Moedas” Veiga. Em entrevista à Marie Claire, a artista explicou que não tem certeza se conseguiria se envolver com mais de um parceiro, embora não descarte totalmente a possibilidade: “Acredito no combinado monogâmico, até porque foi só o que eu vivi. Mas se teria um relacionamento não-monogâmico eu não sei. Estou trabalhando nisso porque não quero ser corna de novo, é muito ruim!” Luísa reforçou que sua última experiência amorosa foi traumatizante. “Eu não perdoo [traição] e, na hora que puder, vou de novo na Ana Maria Braga falar mais umas coisas, ler outra carta. Mas acho que não tenho saúde e nem maturidade para isso [relacionamento aberto], tem coisa que a gente tem que assumir que não somos capazes de fazer”, afirmou a artista, que também refletiu sobre pessoas que não são fieis durante um namoro. “É não cumprir o combinado, e nisso sou bem pragmática, gosto que seja cumprido. É ser falso com alguém e depois manipular, insistir no erro, fazer mais de uma vez sabendo o que causou”, alegou a ex-esposa de Whindersson Nunes. “Diz muito sobre a índole da pessoa, sobre ter a mente fraca.” “É falta de autoestima de quem trai, porque precisa se reafirmar, é bem medíocre. O ato da traição não é a maior questão, porque depende da sua conduta antes e, principalmente, depois, que é a pior parte. Trair é se sentir pequeno, gostar daquela coisa suja mesmo, é falha de caráter”, completou Luísa Sonza.

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    Slipknot anuncia dois shows épicos no Knotfest Brasil 2024

    31 de janeiro de 2024 /

    O Knotfest Brasil confirmou nesta quarta-feira (31/1) as datas da 2ª edição do festival. Neste ano, o evento será realizado no estádio Allianz Parque, em São Paulo, com direito a duas apresentações inéditas da banda Slipknot. O festival está agendado para os dias 19 e 20 de outubro e promete celebrar os 25 anos de Slipknot nos dois dias de evento. No ano passado, a banda anunciou uma turnê especial para comemorar a estreia do primeiro álbum, lançado em 1999, considerado pelos críticos como fundamental para o Metal Moderno. “Em 2022, realizamos a estreia do Knotfest no Brasil com ingressos esgotados, 45.000 pessoas participaram do evento naquela ocasião. Poder dar continuidade à essa parceria, que está só no começo, com uma edição que celebra os 25 anos de Slipknot, nos deixa ainda mais animados pelo que vamos fazer em 2024. Além de algumas novidades, como a mudança de venue [local do show], vamos ter outras surpresas para este ano”, comentou Pepeu Correa, CEO da produtora 30e. Headliner do festival, o Slipknot ainda promete um repertório diversificado, onde trará shows diferentes para cada uma das datas. No primeiro dia, a banda cumpre agenda com um setlist comemorativo de 25 anos de história e, no dia seguinte, tocará seu disco de estreia na íntegra. As bandas convidadas ainda serão anunciadas. A pré-venda dos ingressos do Knotfest Brasil tem início no dia 1 de fevereiro, enquanto as vendas gerais começam no dia 2 de fevereiro, diretamente no site oficial da Eventim. Os pacotes VIP trazem vantagens extras para os clientes, como acesso em área exclusiva com open bar (água, cerveja e refrigerante), filas exclusivas nos pontos de venda de merchandise, itens especiais para levar de lembrança, além de entrada antecipada com acesso prioritário ao Knotfest Museum, onde será exibido um acervo épico do Slipknot.   Valores dos ingressos PISTA: R$ 790 (inteira) | R$ 395 (meia) | R$ 474 (social) CADEIRA INFERIOR: R$ 690 (inteira) | R$ 345 (meia) | R$ 414 (social) CADEIRA SUPERIOR: R$ 490 (inteira) | R$ 245 (meia) | R$ 294 (social) VIP I – UNSAINTED*: R$ 4.990 (inteira) | R$ 4.595 (meia) | R$ 4.674 (social) VIP II – MAGGOT*: R$ 1.990 (inteira) | R$ 1.595 (meia) | R$ 1.674 (social) *Cada ingresso possui uma taxa de R$ 4.200 do pacote VIP já incluso no valor final.

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    BBB | Wanessa fala sobre se sentir inferior a Sandy: “Sempre em segundo”

    31 de janeiro de 2024 /

    Wanessa Camargo confessou na madrugada desta quarta-feira (31/1) que se sentia inferior a Sandy no começo da carreira. A cantora disse à Yasmin Brunet que sempre ficava em segundo plano e era vista apenas como a filha de Zezé Di Camargo. Na área externa do “BBB 24”, Wanessa comentou que sente dificuldade para reconhecer seu próprio talento por se sentir uma sombra da filha de Xororó. “Como você se torna alguém diferente do que você é? Uma coisa que preciso aprender na minha vida é olhar para mim e ver que eu tenho capacidade de acreditar em mim, acreditar que eu tenho algo para dar”, ela começou. “Seja qual for o ponto. [Eu preciso] entender que sou merecedora de algumas coisas na minha vida, que eu tenho brilho e luz. Assim como vejo brilho e luz nos outros, é importante ver em mim”, seguiu Wanessa, que também passou a contar sua história no mundo da fama. “A minha história veio assim. Quando eu comecei a minha carreira, eu era só filha [do Zezé], depois, eu estava sempre atrás da Sandy. Sempre atrás de alguma coisa, estava sempre em segundo… Uma vez, a própria Sandy falou isso para mim: ‘A Wanessa não sabe o tamanho que tem, se ela soubesse’. O Dado [Dolabella] fala para mim isso direto, meu pai fala isso para mim direto”. Yasmin Brunet, por sua vez, compartilhou o sentimento com Wanessa Camargo e confessou que também sente muita dificuldade de entender essa situações: “Eu me sinto o resto de cabelo do ralo”, afirmou a filha de Luiza Brunet. Wanessa: “quando eu comecei a minha carreira eu era só a filha, tava sempre atrás da Sandy, sempre em segundo” Hoje o Brasil entende ainda mais o porquê, né? 🗣️ #bbb24 pic.twitter.com/t0eDmnZ5Zg — Ka (@kacomentx) January 31, 2024 WC: “a Sandy uma vez falou isso ‘a Wanessa não sabe o tamanho que tem’, o Dado fala isso direto pra mim… e eu me sinto meio 🥴”Yasmin: “eu me sinto o resto de cabelo do ralo” #bbb24 pic.twitter.com/AmPukRfMGG — Ka (@kacomentx) January 31, 2024

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    Ludmilla lança parceria com Mari Fernandez

    31 de janeiro de 2024 /

    Ludmilla lançou na terça-feira (30/1) o clipe de “Falta de Mim”, uma parceria com a cantora Mari Fernandez que estará no álbum “Numanice #3”. A faixa foi composta por Lud, ao lado de Vinicius Poeta, Allefy e Kayky, e marca a união do pagode com o pop e o piseiro, algo comum na discografia de Mari. A prévia foi divulgada como um presente para os fãs, que se empenharam para o sucesso de “Maliciosa”. O novo álbum de pagode será lançado em 20 de fevereiro, dias antes de Ludmilla levar o ritmo para alto mar com seu cruzeiro “Navio Numanice”, que acontecerá entre os dias 4 e 8 de março.

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    Bon Jovi ganha série documental, grava novo álbum e pode vir ao Brasil

    30 de janeiro de 2024 /

    A banda Bon Jovi vai comemorar seus 40 anos de rock com uma turnê mundial, que vai passar pelo Brasil, o lançamento de um novo álbum e com uma série documental. A série chega em 26 de abril com imagens de arquivo inéditas, shows, gravações e também deve abordar a conturbada saída do guitarrista Richie Sambora em 2013. Chamada “Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story”, a produção relembrará a história da banda formada em 1983, ao longo de quatro episódios disponibilizados pelo serviço de streaming Star+. Bon Jovi também gravou recentemente um novo disco em Nashville. “Ficamos lá por cinco semanas. Estou super animado com isso”, revelou o guitarrista Phil X durante uma aparição no podcast Kenny Aronoff Sessions, na semana passada, sem revelar previsão de lançamento. Já a turnê mundial ainda não teve datas reveladas. Mas segundo o jornalista José Norberto Flesch, os shows brasileiros vão acontecer entre setembro e outubro.

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    Britney Spears pede desculpas a Justin Timberlake por exposição em seu livro

    30 de janeiro de 2024 /

    Britney Spears usou as redes sociais para pedir desculpas ao ex-namorado Justin Timberlake pelas declarações feitas em seu livro de memórias, “A Mulher Em Mim”. O casal, que namorou entre 1999 e 2002, voltou às manchetes após a publicação do livro em 2023, onde Britney abordou aspectos íntimos de seu relacionamento com Timberlake, incluindo um aborto realizado em 2000. Numa postagem de Instagram, Britney expressou seu arrependimento: “Quero pedir desculpas por algumas coisas que escrevi no meu livro, se ofendi algumas das pessoas com as quais verdadeiramente me importo, peço desculpas sinceras”. A cantora também aproveitou para elogiar a nova música de Timberlake, “Selfish”, e compartilhou seu apreço pela dinâmica entre Justin e Jimmy Fallon numa participação recente no “The Tonight Show”. Lance Bass, colega de Timberlake no ‘N Sync e amigo próximo de ambos, revelou ao jornal The Sun que o cantor também pediu desculpas a Britney, indicando uma reconciliação entre os dois. “Eles estão bem. Eles se apoiam”, afirmou Lance, destacando que as desavenças passadas não refletem o relacionamento atual entre Spears e Timberlake. Lance ressaltou a importância de focar no presente, onde ambos os artistas demonstram apoio mútuo, em vez de reavivar controvérsias antigas.

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    Ludmilla compra igreja evangélica no Rio

    30 de janeiro de 2024 /

    Ludmilla virou proprietária de uma igreja evangélica no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. A revelação foi feita pela esposa da cantora, Brunna Gonçalves. Num post compartilhado nos Stories nesta terça (30/1), Brunna registrou o momento em que Ludmilla contou a novidade à pastora Adriana Pereira, durante um culto, deixando-a visivelmente surpresa. Na legenda, a dançarina escreveu: “Além de equipar toda igreja com o som de alta tecnologia, ontem ela comprou a igreja por completo! Vocês tem noção do que é isso? É amar ao próximo mais do que a si mesmo e fazer com a mensagem de Deus nunca deixe de ser alcançada por todos. Cada dia mais me orgulho de você”. A cantora compartilhou o post de Brunna e confirmou a compra ao compartilhar a notícia entre seus seguidores. “Estou tão feliz que consegui comprar uma igreja pro meu Deus!”, escreveu.

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    AC/DC vai tocar no Rock in Rio e em São Paulo

    29 de janeiro de 2024 /

    A banda australiana de rock AC/DC fará quatro shows no Brasil em setembro. Dois deles serão no Rock in Rio, onde o grupo já tocou anteriormente – na primeira edição do festival. O grupo do guitarrista Angus Young e do cantor Brian Johnson também tocou em dois dias naquela oportunidade, em janeiro de 1985, e sua participação seria uma forma de homenagear a história dos quase 40 anos do evento, resgatando uma das principais atrações da antiga Cidade do Rock. Além disso, a banda fará duas apresentações em São Paulo, no estádio Morumbis. A notícia foi antecipada pela coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, mas até o momento nenhum dos shows foi confirmado oficialmente.

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