St. Vincent comemora vitórias no Grammy 2025 revelando esposa e filha
Vitória e discurso surpresa St. Vincent conquistou três Grammys neste domingo (2/2), antes da transmissão principal da cerimônia. A artista, cujo nome verdadeiro é Anne Clark, venceu nas categorias de Melhor Álbum de Música Alternativa, Melhor Performance de Música Alternativa e Melhor Canção de Rock. Ao receber o prêmio de Melhor Canção de Rock, ela surpreendeu o público ao agradecer à sua esposa, Leah, e à filha do casal. “Minha linda família — minha esposa Leah e nossa linda filha”, declarou. No discurso de Melhor Álbum, voltou a mencionar as duas. Vida pessoal mantida em sigilo Até então, a cantora não havia tornado pública sua relação ou o nascimento da filha. No backstage do Crypto.com Arena, onde equilibrava suas três estatuetas, confirmou que poucos tinham conhecimento sobre sua vida pessoal. “Mantivemos isso em segredo”, disse aos jornalistas, antes de brincar: “Só para esclarecer, a criança é pequena”. Com isso, quis indicar que o segredo não tinha muitos anos. Presença LGBTQ+ no Grammy St. Vincent também comentou sobre a representatividade queer na edição deste ano. “Sempre houve pessoas queer na história do mundo e especialmente na música”, afirmou. “Acho que há muitas pessoas queer celebradas este ano, e isso é ótimo. Claro que é ótimo. Empatia e humanidade, vamos lá.” Após sua vitória, ela revelou que passaria a noite em família. “Vou tocar no início da transmissão, o que é muito divertido. Minhas irmãs estão na cidade, vamos aproveitar a noite e, se tudo der certo, estar na cama até as 22h (horário de Los Angeles).” Tags: St. Vincent, Grammy 2025, Melhor Álbum de Música Alternativa, Melhor Performance de Música Alternativa, Melhor Canção de Rock, Anne Clark, Leah, LGBTQ+, Crypto.com Arena
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Anitta perde 100 mil seguidores após postar fotos em terreiro de candomblé
Alvo de preconceito Anitta voltou a ser alvo de ataques nas redes sociais por conta de sua religião. Após compartilhar imagens em um terreiro de candomblé na noite desta quarta-feira (29/1), ela registrou a perda de 100 mil seguidores e comentou a situação. Nas imagens “polêmicas”, a cantora aparece apenas vestindo roupas brancas, tradicionais da religião, e colares de guias. A cantora usou suas redes para destacar o padrão de rejeição que enfrenta sempre que menciona sua fé. “E lá se vão mais 100 mil seguidores. Toda vez que posto foto no terreiro é isso. Limpa, limpa, limpa”, escreveu. Posição sobre diversidade religiosa Na manhã desta quinta-feira (30/1), ela voltou ao Instagram para lamentar a intolerância religiosa. “A minha forma de pensar é que todas as religiões têm o mesmo objetivo, deveriam ter, que na sua raiz mais profunda tem o objetivo em comum que é elevar a alma, elevar o ser humano, elevar o espírito”, afirmou. A cantora também compartilhou um momento descontraído com amigos no terreiro. “A gente estava rindo lá no barracão que eu estava na macumba lendo livro de Buda. Aqui em casa eu também brinco que em cada esquina tem um negócio: uma macumba, um Buda, um Ganesha, um São Miguel, um São Rafael, uns anjos, em cada lugar da casa tem uma coisa que representa todas as crenças porque eu acredito em todas elas”, explicou. Ela ainda exibiu um trecho do livro budista que estava lendo e destacou uma frase que considera significativa: “A maior impureza de todas é a ignorância.” Caso anterior de intolerância Não é a primeira vez que Anitta sofre ataques devido à sua ligação com o candomblé. Durante o lançamento da música “Aceita”, que faz referência ao orixá Exu, a cantora também perdeu mais de 100 mil seguidores. Na ocasião, ela explicou a proposta da canção. “Tem a ver com a minha religião, mas também com a cultura funk, né? Que nada mais é também que cultura afro, que é a mistura e também a quebra de preconceitos religiosos que eu sempre gosto de fazer no meu trabalho, na minha vida”, declarou. “A gente gravou esse clipe no ano passado com essa ideia e por isso que a gente manteve essa música no álbum. Mas, na verdade, ela não tem o beat de funk como as outras. Era um experimento mesmo para ver como é que fica essa mistura de alguns elementos do funk numa música assim”, acrescentou. Anitta reforçou que seu objetivo com a música não era levantar bandeiras, mas sim trazer uma proposta sonora diferente. “Não tem muito o que militar nas letras de música para se divertir, dançar na balada”, completou.












