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Filme

Trailer de “Lindas e Letais” traz bailarinas em luta pela sobrevivência

Thriller da Prime Video conta com Uma Thurman como vilã e grupo de jovens dançarinas em trama sinistra que mistura ação e comédia

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27 de fevereiro de 2026
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27 de fevereiro de 2026
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“Mortal Kombat 2” ganha novo trailer com foco em Johnny Cage

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26 de fevereiro de 2026
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    Carla Diaz compartilha filmagens de “vocês sabem o quê”

    19 de agosto de 2022 /

    A atriz Carla Diaz compartilhou em seu Instagram uma foto do começo das filmagens de seu novo longa, provocando os fãs com a legenda: “Gravando. E vocês sabem o quê?” Aparentemente, os fãs sabem. Todas as especulações apontam para o terceiro longa sobre o Caso Richthofen, que já rendeu a sessão dupla “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus pais”, ambos dirigidos por Maurício Eça e lançados em 2021. Carla interpreta a assassina Suzane von Richthofen nas produções. O post deu as dicas ao marcar a produtora Santa Rita Filmes e a Galeria Distribuidora, que foram parceiras em “A Menina” e “O Menino”. Devido à pandemia, os longas acabaram negociados com o streaming e, em vez de chegar aos cinemas, saíram direto na Amazon Prime Video em setembro do ano passado, onde se tornaram grande sucessos. O roteiro da continuação está pronto, conforme revelou o próprio autor, Raphael Montes, em seu Instagram. Além disso, no mês passado, a atriz Gabi Lopes – que interpretou Carol, namorada de Cristian Cravinhos – confirmou que todo o elenco tinha sido recontratado para o terceiro longa. “Vai ter o terceiro filme de Suzane. Vai ser um único e mais forte. Vai mostrar uma parte que os primeiros não mostraram e vai misturar as versões [de Suzane e Daniel]. Tem um novo nome, novo conceito. Nós, do elenco, fomos todos recontratados, tudo igual. Tem umas pessoas novas, a mais, vai ser um ‘bafo’. Vai ser bem forte”, disse a atriz ao podcast Poddelas. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento. Além de Carla Diaz como Suzane von Richtofen, o elenco original também destaca Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os dois filmes contaram como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento, mas os produtores ainda não fizeram um anúncio oficial. Por conta disso, não há maiores detalhes sobre o projeto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)

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    Millie Bobby Brown volta a viver Enola Holmes nas fotos da continuação

    19 de agosto de 2022 /

    A Netflix divulgou nas redes sociais as primeiras fotos de “Enola Holmes 2”, sequência do longa estrelado por Millie Bobby Brown em 2020. As imagens voltam a trazer a atriz como a irmã mais esperta de Sherlock Holmes, além de Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como seu irmão mais famoso e Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe da protagonista. Quem também volta, para alegria das fãs, é Louis Partridge (“Medici: Mestres de Florença”), que vive o jovem Visconde Tewksbury. Embora o personagem seja exclusivo do primeiro livro, “O Caso do Marquês Desaparecido”, Partridge continua na franquia. Os filmes são baseados na franquia literária “Os Mistérios de Enola Holmes” e o segundo título da coleção de seis romances de Nancy Spinger é “O Caso da Senhorita Canhota”. O problema dessa opção é que, como o filme inaugural, que girou em torno do desaparecimento da mãe da protagonista, a trama repete o enredo da busca por uma mulher desaparecida: a jovem Srta. Cecily, que sumiu sem deixar rastros. O diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”), que fez sua estreia em longas no filme anterior, e o roteirista Jack Thorne (“Extraordinário”) também retornam no filme número 2. Já as novidades incluem David Thewlis (“Landscapers” e “Harry Potter”), Sharon Duncan-Brewster (“Duna”), Hannah Dodd (“Eternos”) e Abbie Hern (“The Pact”). A data de estreia também foi revelada junto das imagens. “Enola Holmes 2” chega no dia 4 de novembro. 🔎 ⁿᵒᵛᵉᵐᵇᵉʳ ⁴ 🔍 pic.twitter.com/kQlvo0YlvV — Netflix (@netflix) August 18, 2022

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    Tatiana Maslany se inspirou em “Totalmente Loira” e “Seinfeld” pra viver Mulher-Hulk

    19 de agosto de 2022 /

    Depois que a série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi apresentada como “Law & Order” da Marvel num comercial brincalhão, surgiu um consenso entre a crítica de que a série lembra, na verdade, “Ally McBeal”, uma comédia fantasiosa de advogada que tenta lidar com os casos da semana e sua vida de solteira. Enorme sucesso dos anos 1990, a atração catapultou a carreira do criador David E. Kelley – que hoje assina “Big Sky” e “O Poder e a Lei”. Mas que nunca foi vista por Tatiana Maslany, a intérprete da Mulher-Hulk. “Eu nunca vi um episódio de ‘Ally McBeal’. Sinto muito por isso”, ela confessou em entrevista para a Variety. Mas não foi por diferença geracional. Afinal, a atriz de 37 anos cita como influência para seu desempenho outra série dos anos 1990: “Seinfeld”. E, claro, admite comparações com “Legalmente Loira”, a comédia de 2001 que transformou Reese Witherspoon em estrela do primeiro time. “Eu vi ‘Legalmente Loira’. Isso me parece mais alinhado”, explicou Maslany sobre as referências que buscou para o papel da advogada Jennifer Walter, que também é uma super-heroína esverdeada. “Elle Woods [a personagem de Withespoon] é vista de uma forma e sempre luta para ser vista por quem é, e acho que também luta para conhecer quem ela realmente é. E ela ainda é advogada. Tudo isso”, comparou. “Mas eu sinto que Elaine Benes, de Seinfeld, foi uma referência maior para mim”, acrescentou, referindo-se à personagem de Julia Louis-Dreyfus em “Seinfeld”. “Ela é obviamente uma pessoa incrivelmente capaz, mas também consegue o que quer e tem seus problemas e questões que a tornam uma bagunça. Mas eu também amo Elaine. Ela é quem eu cresci assistindo”. A comédia de tribunal da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. O primeiro episódio foi disponibilizado na quinta (18/8) na Disney+.

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    Filme de herdeira da Disney critica executivos milionários e salários baixos na Disneylândia

    19 de agosto de 2022 /

    A produtora Fork Films divulgou o primeiro trailer de “The American Dream and Other Fairy Tales”, documentário que expõe as condições miseráveis dos trabalhadores da Disneylândia, em contraste com a vida luxuosa dos altos executivos da Disney. O diferencial deste documentário é que ele foi dirigido por Kathleen Hughes (“The Armor of Light”) em parceria com a ativista social Abigail Disney, neta de Roy O. Disney, um dos fundadores da The Walt Disney Company ao lado do seu irmão Walt. O filme apresenta o olhar de Abigail Disney sobre a economia disfuncional e desigual dos Estados Unidos, questionando o motivo pelo qual o “sonho americano” funciona para os ricos, mas é um pesadelo para os pobres. Usando a história de sua família, a Abigail explora como essa injustiça sistêmica se consolidou na sociedade, ao mesmo tempo que tentar imaginar o caminho para um futuro mais justo. No trailer, é possível ver um pouco da briga comprada por Abigail Disney contra injustiça social, inclusive em sua empresa. Ela tem criticado abertamente as práticas salariais da The Walt Disney Company, clamando por mais igualdade salarial, o que a levou a ser chamada de “socialista” pelo Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos EUA. Em certo momento, Abigail exemplifica a injustiça salarial. Ela fala que um zelador da Disneylândia precisaria trabalhar por dois mil anos para ganhar o que Bob Iger (antigo presidente da Disney) ganhava em um. “Esta não é apenas a história da Disney”, diz ela. “É a história de quase metade dos trabalhadores americanos que mal conseguem sobreviver.” Recheado de elogios da crítica, que o definem como “convincente”, “poderoso” e “um estudo de caso sobre a falta de coração do corporativismo”, “The American Dream and Other Fairy Tales” teve première no Festival de Sundance e vai iniciar sua trajetória no circuito de exibição limitada nos EUA em 16 de setembro. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    “Minions 2” e as principais estreias de filmes pra ver em casa

    19 de agosto de 2022 /

    O maior sucesso atual dos cinemas no Brasil já pode ser visto em casa. Ainda em cartaz e no topo das bilheterias nacionais, “Minions 2: A Origem de Gru” é o principal lançamento nas locadoras digitais do pais nesta sexta (19/8). Com opções para todos os gostos, os destaques das plataformas de streaming e VOD incluem também títulos proibidos para crianças. Confira abaixo 10 estreias para aproveitar a queda das temperaturas debaixo das cobertas.   | MINIONS 2: A ORIGEM DE GRU | VOD*   Grande blockbuster animado do ano, a continuação de “Minions” conta o início da saga de Gru, que desde criança sonhava entrar num time de supervilões. Ao ser ridicularizado, ele decide provar que é criminoso ao roubar os próprios bandidos, o que dá início a uma perseguição e introduz a ajuda atrapalhada dos minions. A direção é Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (“Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”), que estreia no estúdio Illumination. Mas mesmo cedendo seu lugar atrás das câmeras, o diretor Pierre Coffin segue fazendo as vozes macarrônicas dos Minions. A propósito, o dublador nacional de Gru é ninguém menos que Leandro Hassum – enquanto Steve Carell (“The Office”) continua como a voz da versão original.   | SEM NORTE | VOD*   O anime adulto e sombrio segue um menino de nove anos, que é transferido à força com sua família para um campo de prisioneiros políticos na Coreia do Norte. Sua inocência é gradualmente corroída pela dura brutalidade do acampamento, enquanto o resto de sua família tenta manter a decência ao lutar para sobreviver nas piores condições de vida imagináveis. A história reflete o interesse do diretor Eiji Han Shimizu pelo destino de sua família, que estava morando no Japão após a guerra, mas foi atraída por promessas do regime norte-coreano nos anos 1960 e 1970 para voltarem ao país. Na ocasião, mais de 93 mil coreanos atenderam ao chamamento e muitos deles acabaram em campos de prisioneiros políticos, segundo o cineasta. O desenho ganhou uma Menção Especial no Festival de Varsóvia e o prêmio de Melhor Animação no Festival de Nashville.   | O HOMEM IDEAL | AMAZON PRIME VIDEO   A sci-fi dramática alemã acompanha uma cientista que, para obter fundos de pesquisa, aceita participar de uma experiência e viver durante três semanas com um androide (Dan Stevens, de “Legion”) programado para fazê-la feliz. Só que ela faz isso contrariada, recusando-se a encarar o robô como algo mais que um eletrodoméstico, mesmo que todos os seus amigos se encantem com seu charme. Com 96% de aprovação e mais de 100 críticas positivas no Rotten Tomatoes, o longa de Maria Schrader (“Nada Ortodoxa”) rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Maren Eggert (“Eu Estava em Casa, Mas…”) no Festival de Berlim, venceu o Lola (o Oscar alemão) de Melhor Filme e foi o candidato da Alemanha ao Oscar deste ano.   | AS VERDADES | VOD*   O novo suspense criminal estrelado por Lázaro Ramos (“O Silêncio da Chuva”) explora o chamado “efeito Rashômon” (de conflitos de versões). Ramos interpreta um policial que investiga o assassinato de um político (ZéCarlos Machado), candidato a prefeito de uma cidadezinha do sertão, que é encontrado atropelado numa região isolada. Mas cada suspeito tem uma versão diferente sobre quem matou, porque morreu e como aconteceu o assassinato. O elenco destaca Bianca Bin (“O Outro Lado do Paraíso”), Drica Moraes (“Sob Pressão”) e Thomás Aquino (“Curral”) como os suspeitos, além de Edvana Carvalho (“Irmãos Freitas”). O roteiro é de Pedro Furtado (“Boa Sorte”) e a direção é assinada por José Eduardo Belmonte (“Alemão 2”), um dos maiores especialistas brasileiros em filmes criminais.   | ALINE – A VOZ DO AMOR | VOD*   O drama musical francês é inspirado na vida de Céline Dion. Escrito, dirigido e estrelado pela francesa Valerie Lemercier (“50 São os Novos 30”), acompanha “Aline Dieu”, uma cantora fictícia que tem uma vida bastante parecida com a da intérprete da música-tema de “Titanic”. A trama narra a trajetória da artista desde a infância no Canadá, na região do Quebec durante a década de 1960, passa por sua transformação em cantora nos anos 1980 e segue até atingir seu estrelato mundial, enfatizando seu romance e seu casamento com o empresário idoso que a descobriu. Na vida real, Céline se casou com o homem que a descobriu e apostou tudo no seu sucesso, René Angélil, falecido em 2016. Lemercier venceu o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz por sua interpretação.   | COMO MATAR A BESTA | VOD*   O horror gótico da América do Sul, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, passa-se na fronteira entre Argentina e Brasil, e acompanha a busca de uma jovem (a estreante Tamara Rocca) pelo irmão desaparecido. Ela se hospeda na casa de sua estranha Tia Inés (Ana Brun, de “As Herdeiras”), próxima da floresta onde, de acordo com rumores, uma perigosa besta surgiu uma semana antes – que dizem ser o espírito de um homem mau capaz de tomar a forma de diferentes animais. Longa de estreia da argentina Agustina San Martín, o filme foi bastante elogiado pela narrativa atmosférica e o simbolismo presente em sua história, repleta de ideias abstratas de medo e empoderamento feminino.   | IMPETIGORE: HERANÇA MALDITA | VOD*   O diretor Joko Anwar (“Gundala: A Ascensão de um Herói”) traz um reforço indonésio à atual onda de terrores asiáticos arrepiantes e viscerais – veja-se “A Médium” e “Marcas da Maldição”. Ele se inspirou em pesadelos e no “Massacre da Serra Elétrica” original para conjurar esta trama sinistra sobre duas amigas com problemas financeiros, que acreditam ter mudado a sorte quando uma delas herda uma propriedade rural. Mas ao viajarem à aldeia distante, logo percebem o perigo que as espera, evidenciado pelo comportamento estranho dos moradores e nos vestígios de rituais na região. Apesar de muito brutal, o filme foi a submissão da Indonésia na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2021.   | ARMADILHA EXPLOSIVA | VOD*   O thriller francês de confinamento gira em torno de um carro estacionado no interior de um estacionamento coberto. Sentada no assento do motorista, a protagonista, vivida por Nora Arnezeder (“Zoo”), percebe a contagem regressiva de uma bomba no painel do veículo. Ela é uma especialista em descarte de bombas, que trabalha para uma ONG com o namorado, mas desta vez qualquer erro pode custar não apenas sua vida, mas de seu filho e a filha do namorado, sentados no banco traseiro. Com apenas 30 minutos para impedir a explosão, ela convoca a equipe com quem trabalha para desativar a armadilha. Roteiro e direção são de Vanya Peirani-Vignes, que assina seu primeiro longa após trabalhar como assistente do mestre Claude Lelouch em cinco filmes.   | BABYSITTER | MUBI   Uma análise irônica da misoginia casual, o segundo longa de Monia Chokri (“A Mulher do Meu Irmão”) acompanha Cédric, que é suspenso do trabalho depois de viralizar por beijar bêbado uma repórter. Preso em casa com sua esposa exausta e seu bebê, Cédric embarca em uma viagem terapêutica para se libertar da misoginia. Mas aí Amy entra em cena: uma babá misteriosa que virará suas vidas de cabeça para baixo. A comédia também critica o culto da maternidade moderna com uma proposta atrevida, propositalmente filmada em tons pastéis, que lhe dar um ar retrô. Para quem não conhece a diretora de Quebec, Chokri também é estrela de “Amores Imaginários” (2010) e “Lawrence Anyways” (2012), filmes de Xavier Dolan.   | 365 DIAS FINAIS | NETFLIX   O final da trilogia trash era esperado por muitos fãs, o que diz mais sobre a falta de opções eróticas nas plataformas de streaming do que a respeito das qualidades inexistentes da obra. Baseada nos best-sellers de Blanka Lipińska, a franquia acompanha um romance bastante problemático, com premissa de terror disfarçada por cenas quentes entre o casal Laura (Anna-Maria Sieklucka) e Massimo (Michele Morrone). Originalmente sequestrada pelo mafioso Massimo, ela só é solta após se apaixonar por seu carcereiro no período de um ano. O romance, entretanto, é abalado pela chegada de Nacho, vivido por Simone Susinna no segundo filme. Mas assim como aconteceu com “Cinquenta Tons de Cinza”, a trama erótica perde o ímpeto conforme avança, até virar um melodrama de novela no capítulo final, com Massimo tentando reconquistar a amada – curiosamente sem apelar para a violência que caracterizou o primeiro “encontro” – , enquanto ela fica dividida sobre qual dos dois vai escolher. Nos livros, a decisão da protagonista decepcionou os fãs. “365 Dias Finais” chega menos de quatro meses após o lançamento da segunda parte, “365 Dias: Hoje”. E seu lançamento pode realizar uma façanha histórica, transformando “365 Dias” na primeira trilogia a somar 0% (zero por cento mesmo) de aprovação crítica em todos os capítulos no Rotten Tomatoes.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Jason Momoa prepara filme sobre “pai do surfe” e campeão olímpico havaiano

    18 de agosto de 2022 /

    O ator Jason Momoa (“Aquaman”) vai produzir a biografia de Duke Kahanamoku, um lendário nadador olímpico havaiano. Kahanamoku quebrou os estereótipos raciais ao competir nos Jogos Olímpicos de 1912, 1920, 1924 e 1932, e vencer um total de cinco medalhas. Além do seu sucesso como nadador, Kahanamoku também é creditado como responsável pela popularização do surfe como um esporte, sendo considerado o “pai do surfe moderno”. Há, inclusive, quem alegue que o esporte das ondas não existiria sem ele. O roteirista Chris Kekaniokalani Bright foi contratado para escrever a biografia. Bright ainda não tem nenhum crédito como roteirista, mas chamou a atenção da indústria depois que seu roteiro “Conviction” figurou na Black List, a lista informal dos melhores roteiros não-filmados de Hollywood, em 2018. Não se sabe se o filme vai se focar apenas na carreira de Kahanamoku como nadador ou se vai mostrar os eventos da sua vida depois que ele se aposentou do esporte. Kahanamoku trabalhou como gerente de postos de gasolina no Havaí e foi xerife em Honolulu por quase 30 anos. Ele morreu em janeiro de 1968, aos 77 anos, em decorrência de um ataque cardíaco. Momoa vai produzir o filme em parceria com Peter Safran (“O Esquadrão Suicida”). Curiosamente, esse não é o único projeto sobre Kahanamoku de que Momoa participa. O ator narrou o documentário “Waterman — Duke: Ambassador of Aloha”, sobre a vida do atleta. A cinebiografia ainda não tem título, cronograma definido e data de estreia prevista. Jason Momoa tem diversos projetos pela frente, entre eles “Aquaman 2”, que chega em março de 2023 aos cinemas, e o décimo filme da franquia “Velozes & Furiosos”, com lançamento agendado para maio de 2023.

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    Atriz premiada de “Amor, Sublime Amor” vai estrelar terror culinário

    18 de agosto de 2022 /

    A atriz Ariana DeBose, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo seu trabalho em “Amor, Sublime Amor” (2021), vai estrelar o terror psicológico “House of Spoils”. A trama vai acompanhar uma chef ambiciosa (DeBose) que conseguiu abrir seu primeiro restaurante, mas começa a enfrentar o fantasma do antigo proprietário, que ameaça sabotá-la. “House of Spoils” foi escrito e será dirigido pela dupla Bridget Savage Cole e Danielle Krudy, responsáveis pela comédia “Afunde o Navio” (2019). “Estamos empolgados em ver a energia nova, ousada e espirituosa de Ariana, que lhe rendeu um Oscar, em um papel completamente diferente”, disse Chris McCumber, presidente da Blumhouse Television. “E com a talentosa equipe de cineastas de Bridget e Danielle, o talento na frente e atrás das câmeras é excepcional.” “House of Spoils” ainda não tem previsão de lançamento. Assim como o filme anteriores das diretoras, essa produção também está sendo desenvolvida pelo serviço de streaming Prime Video em parceria com a divisão televisiva da Blumhouse (produtora de “Halloween” e “Corra!”). A Blumhouse e o Prime Video já trabalharam juntos na antologia “Welcome to the Blumhouse” (que rendeu um total de oito filmes) e mais recentemente na comédia de terror “Totally Killer”, ainda inédita. Ariana DeBose tem diversos projetos encaminhados. Entre eles, destacam-se “Argylle”, novo filme de espionagem do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem data de estreia, e a adaptação dos quadrinhos do vilão do Homem-Aranha, “Kraven, o Caçador”, com lançamento agendado para janeiro de 2023.

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    Crise do cinema brasileiro tem semana emblemática com quatro estreias sufocadas

    18 de agosto de 2022 /

    Na ausência de blockbusters, a programação de cinema da semana coloca o novo desenho da franquia televisiva “Dragon Ball” em quase mil salas. Trata-se da maior distribuição de um anime no Brasil em todos os tempos. Enquanto isso, quatro estreias nacionais precisam brigar por espaço na concorrida programação. Com maior distribuição, “45 do Segundo Tempo” chega a 230 cinemas. Mas todos enfrentam a falta de proteção ao cinema brasileiro no mercado. A falta de regulamentação e critério é tanta que permite até um desenho japonês sufocar a produção nacional. O Brasil sempre teve problemas para distribuir, mas com o governo Bolsonaro acabaram-se os mecanismos de proteção e os lançamentos acontecem em circuito cada vez mais limitado, impedindo a possibilidade de sucessos comerciais. A crise está escancarada, fruto de uma política anticultural fomentada por ódio político e ideológico, que culminou em veto do presidente à lei que incentiva a abertura de novos cinemas e na cumplicidade da Câmara, que trava a lei das cotas de telas aprovada desde setembro passado na Comissão de Cultura. Pois o resultado está aí, claro como o dia, para todo mundo não ver, exatamente na falta de destaques nacionais em cartaz. Confira abaixo as 10 estreias desta quinta (18/8), que incluem ainda o novo filme do mestre Zhang Yimou e outros títulos, que disputam os cinemas de arte com as produções brasileiras que mereciam maior destaque.   | MEU ÁLBUM DE AMORES |   O diretor Rafael Gomes (“Música para Morrer de Amor”) completa uma trilogia sentimental com esta comédia sobre um jovem que descobre ser filho de um famoso cantor popular dos anos 1970 no mesmo dia em que é dispensado pela namorada. A notícia é dada por um meio-irmão que não conhecia e com quem vai compartilhar uma missão: deixar as cinzas do ídolo brega com o grande amor de sua vida. Só que, mulherengo, o cantor deixou muitos amores e não será fácil achar o maior deles. O filme destaca Gabriel Leone (“Dom”) em papel duplo, encarnando o cantor e seu filho, além de uma trilha sonora original de Odair José e Arnaldo Antunes, que acrescentam muito à trama. O elenco também inclui Felipe Frazão (“Todxs Nós”), Carla Salle (“Onisciente”), Maria Luísa Mendonça (“Verdades Secretas”), Lorena Comparato (“Rensga Hits!”) e Clarisse Abujamra (“Como Nossos Pais”), entre muitos outros.   | 45 DO SEGUNDO TEMPO |   Três amigos de colégio se reencontram após 40 anos para recriar uma foto tirada no dia da inauguração do metrô de São Paulo. A reunião é, na realidade, o pretexto de um deles, dono de um restaurante com problemas financeiros, para avisar aos demais que pretende se matar. Mas não antes de ver o Palmeiras ser campeão. A comédia sombria de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) é estrelada por Tony Ramos (“Se Eu Fosse Você”), Cassio Gabus Mendes (“Justiça”) e Ary França (“Samantha!”) e usa o expediente do reencontro para confrontar a nostalgia de um passado irreal, embelezado por lembranças distantes, e um presente de desencanto com os rumos das vidas. Os três viraram pessoas completamente diferentes de quem eram. E embora um deles tenha tomado a decisão de encerrar sua história assim, os outros dois passam a ponderar a opção da ressignificação. O resultado é um belo filme que, como o título indica, reforça a fé na esperança até o apito final.   | MAIOR QUE O MUNDO |   A adaptação do livro homônimo de Reinaldo Moraes traz Eriberto Leão (“Ilha de Ferro”) como um escritor que assinou apenas uma obra e sofre com bloqueio criativo. Ao encontrar um diário perdido, ele fica entusiasmado com a história do anão Altair e decide transcrevê-la como se fosse sua criação. Vira o maior sucesso, mas também desperta a fúria do autor original, um criminoso perigoso, criando consequências inesperadas. A comédia besteirol chama mais atenção por incluir a primeira cena de nudez de Luana Piovani (“A Mulher Invisível”) no cinema. Com visual diferente e moderno, ela vive uma bissexual amiga do protagonista e tem uma cena de sexo a três. O elenco do longa de Roberto Marquez também destaca Maria Flor (“Pequeno Segredo”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Giovanni Venturini (“Veneza”) como Altair, além de Fernanda Young (criadora de “Os Normais”) em seu último trabalho, filmado em 2018, meses antes de morrer – sim, o filme levou quatro anos para chegar às telas.   | PAIXÕES RECORRENTES |   A cineasta Ana Carolina retorna ao cinema após oito anos – estava ausente desde “A Primeira Missa” (2014) – com uma premissa de piada. Um comunista brasileiro, um capitalista português, um fascista argentino e uma trotskista francesa se encontram num bar… A alegoria se passa numa praia remota onde, de forma teatralizada, todos defendem suas ideologias no dia em que estoura a 2ª Guerra Mundial.   | A TEORIA DOS VIDROS QUEBRADOS |   A comédia uruguaia acompanha um empregado de uma companhia de seguros designado a trabalhar em uma longínqua e pequena cidade. Após sua chegada, vários carros começam a aparecer incendiados durante a noite sem motivo aparente, e ele deverá resolver o mistério para impedir que a escalada de cobertura de seguros impeça sua progressão dentro da empresa. Tudo isso, enquanto administra uma crise em seu casamento. Escrito e dirigido por Diego Fernández (“Rincón de Darwin”), foi o candidato do Uruguai a uma vaga na categoria de Filme Internacional do Oscar 2022.   | LUTA PELA LIBERDADE |   O primeiro filme de espionagem do mestre Zhang Yimou (“Herói”) se passa na década de 1930 e segue quatro agentes especiais do Partido Comunista que retornam à China depois de receber treinamento na União Soviética. Mas ao embarcarem em sua primeira missão, são traídos e se veem cercados por perigos de todos os lados. A fotografia é deslumbrante – praxe nos filmes de Yimou – e foi reconhecida com alguns dos 19 troféus conquistados pelo filme em festivais e premiações da indústria cinematográfica chinesa.   | UM PEQUENO GRANDE PLANO |   O astro Louis Garrel (“O Formidável”) dirige e estrela essa comédia francesa sobre pais de uma criança sensível, que decide vender vários objetos de valor da família para salvar o planeta. Vendo que a determinação do garoto é séria, sua mãe (Laetitia Casta, de “O Que as Mulheres Querem”) resolve acompanhá-lo em sua missão na África.   | DE VOLTA À BORGONHA |   O novo filme do francês Cédric Klapisch (de “Albergue Espanhol”) acompanha o reencontro de três irmãos na fazenda da família, após o pai adoecer de forma terminal. Um deles não voltava há 10 anos e tudo o que quer da herança é vender sua parte e desaparecer. Mas os outros querem convencê-lo a dar continuidade à vinícola da família.   | LOS CONDUCTOS |   O drama do colombiano Camilo Restrepo foi premiado como Melhor Filme de Estreia no Festival de 2020. A trama acompanha um homem com a vida despedaçada e assombrado por um único desejo: assassinar o líder da seita da qual fez parte por muitos anos.   | DRAGON BALL SUPER – SUPER HERO |   O novo filme da franquia animada coloca os Saiyajins contra androides poderosos num enredo que pode ser resumido como uma batalha de super-heróis. Mesmo com o exército Red Ribbon destruído por Son Goku, seus remanescentes decidem levar adiante sua missão e criaram os androides supremos Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan, dando início ao conflito da produção.

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    Zac Efron leva cerveja à Guerra do Vietnã em trailer da Apple TV+

    17 de agosto de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer legendado de “Operação Cerveja” (The Greatest Beer Run Ever), novo longa de Peter Farrelly, diretor de “Green Book”, filme vencedor do Oscar 2019. A prévia mostra a premissa absurda da trama, que por incrível que pareça é baseada numa história real. O filme conta a história real de John “Chickie” Donohue, um jovem conservador americano que deixou Nova York em 1967 para ir ao Vietnã levar cervejas para seus amigos de infância que serviam no Exército. A experiência acaba sendo transformadora, pois ao chegar lá ele percebe que a guerra não era nada como ele imaginava. Zac Efron (“Baywatch”) tem o papel principal e o elenco ainda destaca Bill Murray (“Os Mortos Não Morrem”), como o dono do bar em que ele tem a ideia maluca, e Russell Crowe (“Robin Hood”) no papel de um fotojornalista que ele conhece no Vietnã. O roteiro é assinado por Brian Currie, que co-escreveu “Green Book”, Pete Jones (“Passe Livre”) e o próprio Farrelly. A estreia vai acontecer em 30 de setembro em streaming.

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    Diretor revela ter impedido Taylor Swift de participar de “Crepúsculo”

    17 de agosto de 2022 /

    A cantora e atriz Taylor Swift (“Cats”) deveria ter participado da franquia “Crepúsculo”, mas o diretor Chris Weitz barrou sua presença, porque, segundo ele, seria uma “distração muito grande” do resto do filme. Diretor do segundo filme da franquia, “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” (2009), Weitz detalhou a surpreendente quase participação da cantora durante uma entrevista no podcast “The Twilight Effect”, comandado por Ashley Greene (Alice Cullen em “Crepúsculo”) e sua colega Melanie Howe. “Taylor Swift era uma grande fã de ‘Crepúsculo’. E Taylor Swift e eu tínhamos o mesmo agente na época, que me disse: ‘Taylor gostaria de estar neste filme – não por sua causa, mas ela é uma fã de ‘Crepúsculo'”, contou Weitz. Segundo o diretor, o agente de Taylor Swift disse que ela estava disposta a fazer qualquer papel no filme. Poderia ser “alguém no refeitório, ou no restaurante ou qualquer outra coisa. Ela só queria estar neste filme.” Weitz rejeitou o pedido porque acreditava que Swift era uma estrela grande demais para aparecer no filme. “A coisa mais difícil para mim foi imaginar que, no momento em que Taylor Swift entrasse na tela, por cerca de cinco minutos ninguém iria conseguir processar mais nada”, disse Weitz. “Eu me culpo por isso, porque… imagina, eu poderia ter passando um tempo com Taylor Swift. Ela deve ter ficado pensado: ‘Quem é esse idiota?’. Mas às vezes você toma decisões pensando que isso é o melhor do filme.” A falta de Taylor Swift não parece ter afetado muito o sucesso do filme. “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” rendeu mais de US$ 700 milhões nas bilheterias. Mas se Chris Weitz teve receio de trabalhar com Taylor Swift, outros diretores agarraram a oportunidade. Ela será vista a seguir no thriller “Amsterdam”, dirigido por David O. Russell (“Trapaça”), que chega aos cinemas americanos em 7 de outubro.

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    Lili Reinhart começa despedida de “Riverdale” com novo filme na Netflix

    17 de agosto de 2022 /

    A atriz Lili Reinhart, que interpreta a personagem Betty Cooper em “Riverdale”, está pronta para se despedir da série, enquanto embarca em novos projetos como o filme “Como Seria se…?”, que chegou nesta quarta (17/8) na Netflix. Em entrevista ao site da revista Variety, Reinhart definiu o momento atual como “agridoce”. “Há muitos sentimentos. Agridoce é a palavra, porque obviamente sentirei falta desse grupo de pessoas [de ‘Riverdale’] com quem passei metade dos meus 20 anos. Nós nunca estaremos todos juntos novamente trabalhando na mesma coisa, então reconheço isso e acho que todos nós reconhecemos e todos estamos tristes com isso”, contou ela. Reinhart também disse que existe, entre o elenco, uma vontade muito grande de aproveitar os últimos meses juntos, na gravação dos episódios da 7ª e última temporada. “Acho que todos nós pensamos: ‘Este é o nosso último hurra, vamos realmente tentar celebrar um ao outro e passar tempo um com o outro, porque não teremos isso novamente'”. “Será um dia muito triste quando realmente terminar, mas acho que a série fez muito por todos nós e estamos todos tão prontos para mostrar ao mundo o que mais temos. Nesse aspecto, saber o que está do outro lado é super emocionante”, acrescentou. Uma das possibilidades abertas por “Riverdale” foi a capacidade de poder escolher e produzir seus próprios filmes, como aconteceu no romance “A Química que Há Entre Nós”, lançado pela Amazon Prime Video em 2020, e novamente agora com o melodrama “Como Seria se…?”, na Netflix. “Se isso fosse há 10 anos, acho que teria sido apenas ‘Vamos dar a ela o título de produtora executiva, mas não deixá-la tomar nenhuma decisão'”, disse Reinhart sobre o trabalho como produtora. “Mas eu realmente fiz parte do filme do início ao fim, desde encontrar uma diretora até estar envolvida nas muitas reescritas e no elenco. Então, estou orgulhosa de ter participado de praticamente todos os aspectos do filme, e isso o torna mais especial para mim” Dirigido pela queniana Wanuri Kahiu (“Rafiki”), o filme acompanha Natalie (Reinhart), uma mulher ambiciosa que faz um teste de gravidez na véspera de sua formatura na faculdade. A partir daí, sua vida diverge em duas realidades paralelas: em uma ela fica no Texas e se torna uma jovem mãe, e na outra o teste dá negativo, ela não engravida e se muda para Los Angeles para perseguir seu sonho de trabalhar com animação. A atriz fez questão de destacar detalhes da trama, que fazem com que o filme não seja visto como uma escolha simplista entre ter filho ou uma carreira. “Foi muito importante para nós ter certeza de que, especialmente na vida de Natalie como uma jovem mãe, a carreira pela qual ela trabalhou tanto, o diploma que ela acabou de obter, não seja jogado fora porque ela tem um filho. Tipo, você a vê lutando para tentar manter esse caminho em sua vida, mas isso não foi algo que ela simplesmente desistiu ou deixou de lado. Ela ainda está perseguindo ativamente suas paixões como uma jovem mãe. Não é um ou outro: a carreira ou ser mãe”, apontou. Ela também considerou que ser mãe foi uma escolha consciente da personagem e não uma imposição da lei, já que estados conservadoras passaram a proibir o aborto nos EUA. “A coisa linda em nosso filme, que agora infelizmente parece um pouco distópico – tipo, em nosso mundo, não temos mais essa opção –, é que uma mulher no Texas engravida e ela é capaz de tomar a decisão sobre se quer manter o bebê ou não. Este não é um filme sobre aborto, mas é um filme sobre uma mulher que teve a oportunidade de fazer uma escolha, e a escolha foi feita por vontade própria e acabou sendo uma bela decisão para ela, porque ela pode fazê-la”. Depois dessa estreia, Reinhart tem vários outros projetos em andamento, mas todos estão em compasso de espera para que possa terminar a última temporada de “Riverdale”. “Estou incrivelmente empolgada com os projetos que venho desenvolvendo com minha produtora no último ano e meio, que estaremos prontos para filmar quando ‘Riverdale’ terminar no próximo verão”, concluiu. Veja abaixo o trailer de “Como Seria se…?”

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    Jamie Foxx culpa tempos politicamente corretos pelo cancelamento de sua estreia como diretor

    17 de agosto de 2022 /

    O ator Jamie Foxx (“Dupla Jornada”) colocou a culpa no “estado da comédia” pelo cancelamento de “All-Star Weekend”, seu primeiro trabalho como diretor. O filme foi rodado em 2016, mas até hoje não viu a luz do dia. E o motivo da falta de lançamento seria a desaprovação atual sobre certa abordagem da produção, que se tornou politicamente incorreta. A trama acompanha dois amigos que ganham ingressos para o evento anual da NBA e embarcam numa viagem para Los Angeles para participar do All-Star Game. Mas a jornada deles é interrompida por um punhado de personagens malucos. Além de dirigir, Foxx também protagonizou o filme ao lado de um elenco estrelado, formado por Jeremy Piven (“Entourage”), Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”), Benicio del Toro (“Sicário: Dia do Soldado”), Gerard Butler (“Destruição Final: O Último Refúgio”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”). Mesmo assim, é possível que o filme nunca seja lançado. “Tem sido difícil com a configuração do terreno quando se trata de comédia”, Foxx disse ao CinemaBlend. “Estamos tentando abrir os cantos sensíveis para que as pessoas voltem a rir novamente… Esperamos mantê-los rindo e levá-los direto para o ‘All-Star Weekend’, porque definitivamente estávamos indo nessa direção.” Quando fala de “configuração do terreno”, Foxx está se referindo ao fato de o ator Robert Downey Jr. interpretar um mexicano no filme, algo que pode ser visto como racismo. Vale lembrar que esse tipo de atitude costumava ser comum em Hollywood, quando atores brancos costumavam interpretar personagens de outras etnias. Um dos casos mais conhecidos foi o do ator Charlton Heston, que teve a sua pele escurecida com maquiagem para interpretar um personagem mexicano no clássico “A Marca da Maldade” (1958), de Orson Welles. A prática era comum até pouco tempo. Na década de 1990, por exemplo, um estúdio chegou a cogitar contratar a atriz Julia Roberts para interpretar a ex-escrava e abolicionista Harriet Tubman. Mas, após décadas de luta das melhor representatividade, esse tipo de escalação não é mais praticada – ou ao menos não costuma ser. O próprio Downey Jr. já se envolveu numa polêmica similar quando interpretou um personagem negro na comédia “Trovão Tropical” (2008). Aliás, esse foi o motivo de o ator ser contratado para “All-Star Weekend”. “Liguei para Robert e disse: ‘Preciso que você interprete um mexicano’. Você interpretou o cara negro e você arrasou com essa merda'”, explicou Foxx em entrevista ao podcast de Joe Rogan, em 2017. Já o ator Jeremy Piven declarou, em entrevista ao programa “Get Some with Gary Owen”, que os fãs “nunca verão” o filme porque “Jamie não quer lançá-lo”. “É uma daquelas coisas em que Foxx é provavelmente o cara mais talentoso que eu já conheci”, disse Piven. “Eu tive o melhor momento da minha vida… Foxx é muito duro consigo mesmo. Ele é um desses caras, você sabe, ele quer que seja perfeito, então ele está segurando essa coisa por cinco anos”, explicou ele. Por enquanto, não há previsão de lançamento de “All-Star Weekend”.

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    Diretor de “Homem-Aranha” fará comédia sobre casamento desastrado

    17 de agosto de 2022 /

    O cineasta Jon Watts (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) vai produzir a comédia “Disaster Wedding”, sobre uma festa de casamento que deu errado. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que a primeira versão do roteiro foi escrita por Jeff Kaplan e Ian Springer (“The Last of the Great Romantics”), e agora está sendo reescrita por Dave Holstein (“Kidding”). “Disaster Wedding” terá direção de Max Barbakow, responsável pela ótima comédia sobre looping temporal “Palm Springs” (2020), outro filme sobre um festa de casamento que deu errado. Ainda não há previsão de lançamento. Jon Watts está trabalhando atualmente na série “Skeleton Crew”, nova produção do universo de “Star Wars”, e também está envolvido em um filme que deve voltar a reunir os atores Brad Pitt e George Clooney (“Onze Homens e um Segredo”). Ambos os projetos ainda não tem data de estreia definida.

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