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Trailer de “Lindas e Letais” traz bailarinas em luta pela sobrevivência

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26 de fevereiro de 2026
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    Ana De Armas, como Marilyn Monroe, é aplaudida de pé no Festival de Veneza

    8 de setembro de 2022 /

    O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, foi recebida com entusiasmo pela plateia do Festival de Veneza. Ao final da première do filme, ocorrida nessa quinta (8/9), a obra foi aplaudida de pé por mais de 11 minutos. Ao final da ovação, o cineasta Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”), a protagonista Ana De Armas (“Águas Profundas”) e o restante do elenco estavam em lágrimas. Imediatamente o filme entrou nas apostas garantidas do Oscar 2023, especialmente na categoria de Melhor Atriz. Embora o reconhecimento do público seja importante, o foco de Dominik e De Armas sempre foi na figura ali retratada. Eles queriam prestar uma homenagem verdadeira a Marilyn Monroe. E o envolvimento deles com a obra foi tamanho que eles disseram que podiam sentir a presença dela no set. “Nós estávamos meio que perseguindo o fantasma dela. A poeira dela está por toda parte em Los Angeles”, disse Dominik horas antes, durante a entrevista coletiva do filme no festival italiano. “Eu realmente acredito que ela estava muito perto de nós, ela estava conosco”, completou Ana De Armas. “Ela era tudo em que eu pensava, ela era tudo que eu sonhava, ela era tudo o que eu conseguia falar. Ela estava comigo e foi lindo. Acho que ela estava feliz”, continuou a atriz. “Estando nos mesmos lugares que ela esteve, filmando em sua casa, foi uma sensação muito forte de que havia algo no ar, e acho que ela estava aprovando o que estávamos fazendo.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade e ficção para contar a história da lendária estrela de cinema. O projeto já estava sendo desenvolvido há mais de 10 anos, mas Dominik encontrou muita dificuldade para tirá-lo do papel. “Algumas coisas têm um tipo de energia criativa emocional”, disse Dominik, explicando o motivo de não ter abandonado o projeto. “Alguns projetos você se envolve e eles podem prender sua atenção por um ano ou dois, mas ‘Blonde’ nunca me deixava ir embora. Mesmo quando desmoronou no passado, eu ainda ficava pensando em ‘Blonde’.” O atraso na produção causou uma mudança no elenco. O papel de Marilyn Monroe, que a princípio seria interpretado por Naomi Watts (“O Livro de Henry”), passou para De Armas depois que o diretor ficou impressionado com a atuação dela no terror “Bata Antes de Entrar” (2015). “Eu sabia que era ela. Foi um pouco como amor à primeira vista – quando a pessoa certa entra pela porta, você sabe disso. O filme ganhou vida quando a encontramos.” A escolha da atriz era essencial para o filme, visto que Dominik abordou os assuntos mais polêmicos da vida da estrela, do assédio de produtores de cinema a surtos nervosos, mas principalmente a síndrome do impostor. Falando sobre a composição da sua personagem, De Armas disse que sua abordagem foi baseada em “compreensão, empatia e em me conectar com sua dor e seu trauma. Eu sabia que tinha que me abrir e ir a lugares que seriam desconfortáveis, sombrios e vulneráveis. Foi aí que encontrei a conexão com essa pessoa.” “Senti que estava vivendo isso, senti aquele fardo, aquele peso nos ombros e aquela tristeza difícil de se livrar, mas acho que também não queria me proteger disso”, completou ela, descrevendo como se deixou levar pela personagem. Quando questionada sobre qual reação ela esperava receber da crítica, a atriz disse: “Fiz esse filme para me esforçar e porque achei que era um presente. Eu não fiz o filme para fazer outras pessoas mudarem suas opiniões sobre mim. Aconteça o que acontecer, eu levo a experiência comigo. Este filme mudou minha vida, o que será, será.” Por mais que Ana De Armas escolha ignorar as críticas, as críticas não conseguirão ignorá-la. Owen Gleiberman, do site Variety, definiu a atuação da atriz como “de tirar o fôlego”. “É uma peça deliciosa de atuação com um grito cru preso dentro de si.” Damon Wise, do site Deadline, foi ainda mais longe, dizendo que “Ana de Armas carrega o filme em seus ombros” e afirmou que a interpretação da atriz “é completa, ferozmente emocional, mas complexa em suas nuances e na maneira como explora muitos paradoxos de um símbolo sexual infantilizado.” Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn. O filme, que tem produção do astro Brad Pitt, chega à Netflix em 28 de setembro. Veja abaixo vídeos da reação de Andrew Dominik, Ana De Armas e Brad Pitt aos aplausos do público. Standing ovation for Ana de Armas at the World Premiere of BLONDE #Venezia79 pic.twitter.com/j4UQUleY1L — Ana de Armas Updates (@ArmasUpdates) September 8, 2022 Ana de Armas reacting to the 11-minute standing ovation at #VeniceFilmFestival for #Blonde pic.twitter.com/2Y4Du3vjVj — Deadline Hollywood (@DEADLINE) September 8, 2022 Brad Pitt during #Blonde’s 11-minute standing ovation #VeniceFilmFestival pic.twitter.com/6N40bl9Fu4 — Deadline Hollywood (@DEADLINE) September 8, 2022

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    Babilônia: Novo filme com Brad Pitt e Margot Robbie ganha primeiras fotos

    8 de setembro de 2022 /

    A Paramount Pictures divulgou as primeiras fotos de “Babilônia” (Babylon), novo filme de Damien Chazelle, diretor de “La La Land”, que volta a reunir Margot Robbie e Brad Pitt após “Era uma vez em Hollywood”. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, Robbie vai interpretar um papel inspirado em outra atriz famosa de Hollywood, Clara Bow, símbolo sexual da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado. A personagem, porém, terá outro nome, já que a trama tomará liberdades para acompanhar a ascensão e queda de personagens fictícios e históricos na era do jazz, no final dos anos 1920, marcada pela Lei Seca e também por decadência e excessos. Pitt também vai interpretar um personagem “fictício”, uma estrela do cinema mudo que não consegue se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização – e que é baseado no ator real John Gilbert. O elenco grandioso ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O próprio Chazelle escreveu o roteiro, e o lançamento nos EUA foi marcado para o Natal deste ano, visando abocanhar indicações ao Oscar 2023. No Brasil, porém, a estreia só vai acontecer em 19 de janeiro.

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    Continuação de “Entre Facas e Segredos” ganha primeiro teaser

    8 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser da continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019). A prévia mostra um grupo reunido numa ilha para um fim de semana de diversão, incluindo brincadeira de seguir pistas, que se transforma num mistério de assassinato real. A trama se passa na Grécia, onde o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) vai questionar esse novo grupo de suspeitos. O grandioso elenco conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”) e Madelyn Cline (“Outer Banks”). Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas pelo cineasta Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” terá première no Festival de Toronto no sábado (10/9) e também será exibido em alguns cinemas selecionados, em data a ser confirmada, antes de chegar à Netflix em 23 de dezembro.

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    Festival de Toronto começa com expectativas de Oscar

    8 de setembro de 2022 /

    O Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês) começa nesta quinta (8/9) sua edição de 2022. Como de praxe, o evento coincide parcialmente com o Festival de Veneza, mas neste ano, em vez de repetir os títulos exibidos na Itália, a mostra canadense servirá de palco exclusivo para premières mundiais de filmes cotados para o Oscar. Vários títulos se destacam entre as grandes estreias ausentes de Veneza. Os mais esperados são “The Fabelmans”, ficção inspirada em lembranças da juventude de Steven Spielberg, “Empire of Light”, uma ode ao cinema de Sam Mendes, e “Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos”, continuação de “Entre Facas e Segredos” (2018), dirigido por Rian Johnson. Além disso, Toronto ainda vai receber “Causeway”, estrelado por Jennifer Lawrence, “The Menu”, com Anya Taylor-Joy, “My Policeman”, com Harry Styles, “Weird: The Al Yankovic Story”, com Daniel Radcliffee, “A Mulher Rei”, que traz Viola Davis como guerreira do Reino de Daomé, na África. Mas a programação também traz, claro, os filmes que estão sendo aplaudidos longamente na Itália, como “The Son”, de Florian Zeller, “The Banshees Of Inisherin”, de Martin McDonagh, e “A Baleia”, de Darren Aronofsky. Já o filme que servirá de abertura para a mostra cinematográfica é “The Swimmers”, drama da diretora britânica Sally El Hosaini (“My Brother the Devil”) sobre a história real das irmãs nadadoras Yusra e Sarah Mardini, que fugiram como refugiadas da Síria devastada pela guerra para participar das Olimpíadas do Rio de 2016. Reunindo os principais críticos de cinema da América do Norte, o festival canadense é o maior “test drive” das pretensões de muitos candidatos ao Oscar. Críticas positivas – e prêmios – podem cacifar favoritos. “Green Book” e “Nomadland” venceram as edições de 2018 e 2020 antes de conquistarem o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. O Festival de Toronto acontece até 18 de setembro. Veja abaixo a lista dos filmes confirmados no evento. Abertura “The Swimmers”, de Sally El Hosaini Apresentações de Gala “Alice, Darling”, de Mary Nighy “Black Ice”, de Hubert Davis “Butcher’s Crossing”, de Gabe Polsky “The Greatest Beer Run Ever”, de Peter Farrelly “The Hummingbird”, de Francesca Archibugi “Hunt”, de Lee Jung-jae “A Jazzman’s Blues”, de Tyler Perry “Kacchey Limbu”, de Shubham Yogi “Moving On”, de Paul Weitz “Paris Memories”, de Alice Winocour “Prisoner’s Daughter”, de Catherine Hardwicke “Raymond & Ray”, de Rodrigo García “Roost”, de Amy Redford “Sidney”, de Reginald Hudlin “The Son”, de Florian Zeller “The Swimmers”, de Sally El Hosaini “What’s Love Got To Do With It?”, de Shekhar Kapur ”A Mulher Rei”, de Gina Prince-Bythewood Apresentações Especiais “Allelujah”, de Sir Richard Eyre “All Quiet on the Western Front”, de Edward Berger “The Banshees Of Inisherin”, de Martin McDonagh “Blueback”, de Robert Connolly “The Blue Caftan”, de Maryam Touzani “Broker”, de Hirokazu Kore-eda “Brother”, de Clement Virgo “Bros”, de Nicholas Stoller ”Catherine Called Birdy”, de Lena Dunham “Causeway”, de Lila Neugebauer “Chevalier”, de Stephen Williams “Corsage”, de Marie Kreutzer “Decision to Leave”, de Park Chan-wook “Devotion”, de JD Dillard “Driving Madeleine”, de Christian Carion “El Suplente”, de Diego Lerman “Empire of Light”, de Sam Mendes “The Eternal Daughter”, de Joanna Hogg ”The Fabelmans”, de Steven Spielberg ”Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos”, de Rian Johnson “Good Night Oppy”, de Ryan White “The Good Nurse”, de Tobias Lindholm “Holy Spider”, de Ali Abbasi “Joyland”, de Saim Sadiq “The King’s Horseman”, de Biyi Bandele “The Lost King”, de Stephen Frears “A Man of Reason”, de Jung Woo-sung “The Menu”, de Mark Mylod “On the Come Up”, de Sanaa Lathan “One Fine Morning”, de Mia Hansen-Løve “Other People’s Children”, de Rebecca Zlotowski “Moonage Daydream”, de Brett Morgen ”My Policeman”, de Michael Grandage “Nanny”, de Nikyatu Jusu “No Bears”, de Jafar Panahi “The Return of Tanya Tucker: Featuring Brandi Carlile”, de Kathlyn Horan “Saint Omer”, de Alice Diop “Sanctuary”, de Zachary Wigon “Stories Not to be Told”, de Cesc Gay “Triangle of Sadness”, de Ruben Östlund “Walk Up”, de Hong Sang-soo “Wendell & Wild”, de Henry Selick “The Whale”, de Darren Aronofsky “Women Talking”, de Sarah Polley “The Wonder”, de Sebastián Lelio

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    Veja o que chega aos cinemas nesta semana

    8 de setembro de 2022 /

    Sabe aquela história de que os cinemas estão cada vez mais vazios porque não têm lançamentos? Só nesta semana são 11 estreias. Há muitos lançamentos, mas eles estão sendo muito mal distribuídos. A maioria dos cinemas exibem o mesmo punhado de títulos há semanas, sobrecarregando o circuito alternativo, que é obrigado a alterar semanalmente a programação em cartaz pelo excesso de produções recebidas. Esta semana, por exemplo, é dominada por estreias limitadas, fora dos shopping centers. As exceções são o terror “Men – Faces do Medo” e as comédia românticas “Ingresso para o Paraíso”, com Julia Roberts e George Clooney, e “Minha Família Perfeita”, com Rafael Infante e Isabelle Drummond. Veja abaixo tudo o que chega aos cinemas nesta quinta (8/9).   | MEN – FACES DO MEDO |   A atriz Jessie Buckley, indicada ao Oscar 2022 por “A Filha Perdida”, é perseguida por vários homens diferentes interpretados pelo mesmo ator, Rory Kinnear (“007: Sem Tempo para Morrer”), no terceiro longa dirigido por Alex Garland, cineasta de “Ex Machina” (2014) e “Aniquilação” (2018). No filme, ela sai de férias sozinha após a morte do ex-marido e é atormentada por visões e homens que buscam despertar seu sentimento de culpa. Para sua perplexidade, todos parecem ter o mesmo rosto. Embora seja o primeiro terror dirigido por Garland, ele tem experiência no gênero, tendo conquistado projeção como roteirista de “Extermínio” (2002), filme de zumbis dirigido por Danny Boyle.   | INGRESSO PARA O PARAÍSO |   A comédia romântica é a quinta parceria da carreira dos atores Julia Roberts e George Clooney e a primeira em que vivem um casal em 18 anos – desde “Doze Homens e Outro Segredo” (2004). Nesse reencontro nas telas, eles são divorciados que se odeiam, mas fazem uma trégua em nome de um objetivo comum: sabotar o casamento da filha, que decidiu se casar impulsivamente em Bali com um rapaz que recém conheceu. Foi o que aconteceu com eles próprios, 25 anos atrás, e a experiência faz com que decidam impedir que o pior se repita. O filme tem roteiro e direção de Ol Parker (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e o elenco também inclui Kaitlyn Dever (“Fora de Série”) como a filha, além de Billie Lourd (“American Horror Story”), Lucas Bravo (“Emily em Paris”) e Maxime Bouttier (“Unknown”).   | MINHA FAMÍLIA PERFEITA |   A comédia farsesca gira em torno de um publicitário com um dilema. Com vergonha da própria família, ele namora a mulher dos seus sonhos, que só aceita virar noiva depois de conhecer os parentes dele. Mas quando ela vai visitá-lo no trabalho, acaba confundindo atores de um comercial de margarina com a família real do namorado, o que lhe dá uma ideia: contratá-los para fingirem ser seus pais. Ele só não podia esperar que a família de propaganda de margarina podia ser pior que seus parentes de verdade. Dirigido por Felipe Joffily (“Muita Calma Nessa Hora”), traz Rafael Infante (“Vai que Cola”) e Isabelle Drummond (“Turma da Mônica: Lições”) como o casal central.   | A LUTA DE UMA VIDA |   História real de um sobrevivente do Holocausto, o drama do veterano diretor Barry Levinson (“Raiman”) acompanha Harry Haft, que foi poupado das câmeras de gás por divertir nazistas vencendo lutas contra outros judeus. Ao fim da guerra, ele inicia uma carreira como pugilista nos EUA. Assombrado pelas memórias e a culpa por ter sobrevivido, ele se esforça para poder enfrentar a lenda do boxe Rocky Marciano, na esperança de chamar a atenção pública para sua história e reencontrar o seu primeiro e grande amor, de quem se separou na guerra. O elenco destaca Ben Foster (“A Qualquer Custo”) como protagonista, além de Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Vicky Krieps (“Trama Fantasma”).   | AMIRA |   A Amira do título é uma adolescente de 17 anos, que foi concebida com o esperma contrabandeado de seu pai Nawar, preso por ser um herói da causa palestina. Embora seu relacionamento com o pai tenha se restringido a visitas à prisão, ela o admira e sua ausência na vida dela é compensada com amor e carinho daqueles que a cercam. Mas quando outra tentativa de conceber um filho revela a infertilidade de Nawar, o mundo de Amira vira de cabeça para baixo. Quem é ela, senão a filha do herói? Mas e se não for? O drama é o terceiro longa dirigido por Mohamed Diab, cineasta egípcio premiado, que se tornou mais conhecido do grande público como diretor da série “Cavaleiro da Lua”, da Marvel.   | O PRÓXIMO PASSO |   O diretor francês Cédric Klapisch, de “O Albergue Espanhol” (2005) e suas continuações, filma o drama de uma promissora bailarina clássica, que se machuca em uma apresentação após flagrar a traição do namorado. Apesar dos especialistas dizerem que ela nunca mais conseguirá dançar, a jovem luta para se recuperar, buscando se reinventar como artista, no mundo da dança contemporânea.   | TROMBA TREM – O FILME |   A animação brasileira, baseada na série homônima do Cartoon Network, acompanha Gajah, um elefante sem memória que, ao ficar célebre, acaba se afastando de seus velhos companheiros de viagem no Tromba Trem. O estrelato dura pouco, pois ele logo se torna o principal suspeito de misteriosos raptos. Desvendar o mistério só será possível com a ajuda dos amigos pré-fama: um grupo de cupins obstinados e Duda, uma empolgada e inocente tamanduá vegetariana. A direção é de Zé Brandão, criador dos personagens e produtor de “O Irmão do Jorel”.   | O TERRITÓRIO |   O documentário que venceu o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri na competição internacional do Festival de Sundance deste ano é uma coprodução brasileira e americana (do cineasta Darren Aronofsky, de “Noé”), dirigida pelo americano Alex Pritz, que retrata a luta do povo Uru-Eu-Wau-Wau contra agricultores e mineradores invasores de sua terra, uma área protegida na floresta amazônica, incentivados pela retórica de Jair Bolsonaro. Elogiadíssimo pela crítica estrangeira, o filme tem 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes e está sendo considerado um dos melhores documentários da década. Adquirido pela National Geographic, é forte candidato às premiações de 2023.   | 5 CASAS |   Vencedor do Cine Ceará, o filme de Bruno Gularte Barreto conta a história de 5 casas em uma cidadezinha no extremo sul do Brasil. Cada uma delas tem seus próprios personagens, que entretanto se cruzam: uma velha professora lutando para manter seu lar e seus 36 gatos, um jovem que sofre agressões por ser gay, uma freira sendo transferida da escola que regeu com punho de ferro por décadas, um velho capataz numa fazenda mal-assombrada e um menino cujos pais morreram quando ainda era criança e que é hoje o diretor que volta para buscar as suas memórias de infância e reencontrar essas pessoas.   | AQUILO QUE EU NUNCA PERDI |   O documentário celebra a carreira da cantora sul-matogrossense Alzira Espíndola, a Alzira E, que começou a compor com seus irmãos, Geraldo e Tetê Espíndola. Nos anos 1980, emigrou para São Paulo onde construiu uma sólida carreira como instrumentista e compositora com parceiros como Itamar Assumpção e Ney Matogrosso. Ainda ativa aos 65 anos, Alzira E lidera atualmente uma banda de rock.   | O GRANDE IRMÃO – O DIA QUE DUROU 21 ANOS 2 |   Continuação de “O Dia que Durou 21 anos”, o documentário faz um registro histórico da participação do governo militar do Brasil, junto com a CIA e o Departamento de Estado dos EUA, no golpe militar que derrubou o presidente Salvador Allende no Chile. Com documentação confidencial inédita e vários depoimentos, o filme mostra os bastidores do dia 11 setembro de 1973, que iniciaram os 17 anos da ditadura sangrenta do general Pinochet.

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    Just Jaeckin, diretor de “Emmanuelle”, morre aos 82 anos

    7 de setembro de 2022 /

    O cineasta francês Just Jaeckin, que dirigiu o clássico erótico “Emmanuelle” (1974), faleceu na terça-feira (6/9) aos 82 anos na França, devido a uma longa doença. “Emmanuelle” foi o primeiro filme de sua carreira. Com filmagens realizadas na Tailândia e em Seychelles, a obra teve um orçamento de US$ 500 mil e arrecadou mais US$ 100 milhões nas bilheterias. Adaptação de um romance pseudobiográfico de 1959, escrito por Emmanuelle Arsan (pseudônimo de Marayat Rollet-Andriane), o filme transformou a modelo holandesa Sylvia Kristel no maior símbolo sexual da década de 1970 pela quantidade de aventuras que protagonizou, tanto com homens quanto com mulheres, durante férias na Tailândia. O repertório era um verdadeiro manual de sexo, começando pelo seleto “mile high club” (sexo em avião). Pouco importava que Kristel não se parecesse em nada com a eurasiana de cabelos longos descrita no livro. Para o bem e para o mal, ela jamais deixou de ser mencionada novamente sem a lembrança de “Emmanuelle”. Feito quando a atriz tinha 22 anos, o filme se tornou um fenômeno cultural. Foi visto por cerca de 650 milhões de pessoas em todo o mundo, apesar de ter sido proibido em diversos países – inclusive no Brasil – em razão de seu forte teor sexual. Mesmo sendo uma produção francesa, “Emmanuelle” chegou a ser banido por seis meses até na própria França. Mas, com a morte do presidente francês Georges Pompidou, um novo secretário de Estado da Cultura, Michel Guy, permitiu que o filme chegasse na íntegra aos cinemas, tornando-se a maior bilheteria francesa de todos os tempos, ficando em cartaz por 13 anos ininterruptos em Paris. O produtor Yves Rousset-Rouard decidiu confiar o projeto a um jovem diretor e escolheu Just Jaeckin, fotógrafo renomado, mas sem experiência como cineasta. A repercussão do filme o marcou como um especialista em filmes do gênero. Ele levou para as telas outros clássicos eróticos, como as adaptações literárias de “A História de O” (1975), com Corinne Cléry, e “O Amante de Lady Chatterley” (1981), de novo com Sylvia Kristel, entre outros filmes. Mas sua carreira foi curta, encerrada exatamente dez anos após “Emmanuelle”, com a adaptação dos quadrinhos eróticos “As Aventuras de Gwendoline no Paraíso” (1984), na época em que o cinema erótico perdeu público para os vídeos de sexo explícito. O fato de ter feito filmes adultos o impediu de se diversificar numa época bem mais intransigente que os dias atuais. Mesmo assim, ele dirigiu um clipe de Elton John, “Who Wears These Shoes?”, em 1984. Nos últimos anos, Just Jaeckin atuava como proprietário, ao lado da esposa, de uma galeria de arte em Paris onde os dois exibiam basicamente suas próprias esculturas e pinturas. Ele manteve a amizade com Kristel ao longo dos anos. E lamentou muito quando ela morreu em 2012, vítima de câncer, aos 60 anos. “Sylvia era uma mulher maravilhosa, muito pura, muito ingênua. Fazia jus a seu sobrenome, ‘Kristel’. Ela foi engolida, como eu, pelo choque que ‘Emmanuelle’ causou. Isso a marcou, foi muito difícil para ela”, ele disse na época. Veja abaixo o trailer não explícito da “Emmanuelle” original.

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    Criador de “The Boys” se une a Erin Moriarty contra trolls: “Não assistam a série”

    7 de setembro de 2022 /

    Eric Kripke, o criador de “The Boys”, se solidarizou com a atriz Erin Moriarty, intérprete da heroína Starlight na série, após ela desabafar sobre o ódio que vem sofrendo nas redes sociais. O produtor publicou uma mensagem forte contra os trolls que têm assediado Moriarty com mensagens “misóginas”. “Olá trolls! Primeiro, isso [misoginia] é literalmente o oposto da mensagem do programa”, Kripke twittou. “Dois, você está causando dor a pessoas reais com sentimentos reais. Seja amável. Se vocês não podem ser gentis, então vão comer um saco de caralh*s, vão se f*der e não assistan ‘The Boys’, nós não queremos você.” Na última terça (6/9), Moriarty compartilhou no seu Instagram uma postagem que abordava essa questão. Escrito pela usuária @butcherscanary, o post tinha o seguinte título: “#EuEstouComStarlight?: A traição de Erin Moriarty pelos ‘fãs’ de ‘The Boys'”. Em seguida, a usuária apresentou um problema comum entre fãs da cultura geek: a incapacidade de enxergar o subtexto daquele material que eles tanto amam. “Como se pode ver, você pode dedicar uma temporada inteira de uma série para explorar como a toxicidade da masculinidade esmaga e controla as mulheres, e aparentemente a maioria do público ainda não empregará as lições aprendidas – ou pior, não reconhecerá que sequer havia uma mensagem.” Na legenda do post, @butcherscanary também falou que “o tratamento de Erin Moriarty realmente me irritou. É um reflexo de como a misoginia na ‘cultura do fandom’ está sendo normalizada, o que só vai piorar se a negligenciarmos, se não protegermos ela e uns aos outros.” A postagem de @butcherscanary servia para divulgar um artigo que ela escreveu para o site Medium, no qual expôs melhor essa problemática da maneira como o público tem tratado a atriz Erin Moriarty. Segundo a autora, “o assédio é ainda pior devido ao contexto de seu papel como Starlight na série, uma mulher silenciada e sexualizada, tratada como uma tela de celebridade para os outros se projetarem, em vez de um ser humano com seus próprios pensamentos e sentimentos”, diz o artigo. “Mas Annie é fictícia e Erin não. O tormento não termina para ela após os créditos da série, porque não há desligamento.” Além de compartilhar a postagem, Moriarty também inseriu a sua própria opinião na legenda, falando de como ela já se sentiu “silenciada” e “desumanizada” por causa das muitas críticas relacionadas à sua personagem e à sua aparência. “Eu me sinto silenciada. Eu me sinto desumanizada. Eu me sinto paralisada. Eu coloquei sangue, suor e lágrimas nesse papel (repetidas e repetidas vezes)”, disse Moriarty. “Então, com isso eu digo: a) obrigada a @butcherscanary b) isso parte meu coração – eu abri uma veia para esse papel e esse tipo de trollagem é exatamente contra o que essa personagem (Annie) se posicionaria, e c) todos estão passando por suas próprias batalhas; não vamos adicionar ódio a isso. Eu nunca iria intencionalmente (e ESPECIALMENTE) adicionar ódio publicamente à sua batalha.” A postagem da atriz rendeu comentários de alguns dos seus colegas de elenco. Antony Starr, intérprete do vilão Capitão Pátria (Homelander), comentou: “Apoio você e o que você disse aqui 100%. Bem colocado. Seu trabalho na série é e sempre foi estelar e você é linda por dentro e por fora. Continue brilhando.” O protagonista Jack Quaid também postou um comentário. “Amo você Erin. Estamos todos aqui para você. Você é uma força da natureza incrível e talentosa e me considero incrivelmente sortudo por conhecê-la. Continue brilhando. Deixe os trolls conosco. Nós te protegemos”, disse ele. As três primeiras temporadas de “The Boys” estão disponíveis no serviço de streaming Prime Video, da Amazon. A 4ª está atualmente em produção. Hi trolls! One, this is literally the opposite of the show's fucking message. Two, you're causing pain to real people with real feelings. Be kind. If you can't be kind, then eat a bag of dicks, fuck off to the sun & don't watch #TheBoys, we don't want you. #TheBoysTV https://t.co/ZQmRlljyS6 — Eric Kripke (@therealKripke) September 7, 2022

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    Benedict Cumberbatch e Jodie Comer vão estrelar thriller pós-apocalíptico

    7 de setembro de 2022 /

    O ator Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura”) e a atriz Jodie Comer (“O Último Duelo”) vão estrelar e produzir o thriller pós-apocalíptico “The End We Start From”. A produção já começou a ser rodado em Londres e teve a primeira foto liberada. Veja acima. Baseado num livro de Megan Hunter, o filme vai acompanhar uma mulher dá à luz ao seu primeiro filho em meio a uma Londres submersa nas águas de uma enchente. Dias depois, ela é forçada a deixar sua casa em busca de segurança. Então, ela parte com o bebê numa jornada através de um país perigoso. O elenco ainda conta com Mark Strong (“Shazam!”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Joel Fry (“Maldição da Floresta”), Gina McKee (“Segurança em Jogo”) e Nina Sosanya (“Screw”). O roteiro da adaptação ficou a cargo de Alice Birch (“Normal People”) e a direção é de Mahalia Belo (“The Long Song”). “The End We Start From” ainda não tem previsão de estreia. Benedict Cumberbatch será visto em breve em “The Wonderful Story of Henry Sugar”, novo filme do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), sem previsão de estreia, enquanto Jodie Comer tem pela frente o filme de motociclistas “The Bikeriders”, de Jeff Nichols (“Loving: Uma História de Amor”).

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    Hugh Jackman tem recepção “de Oscar” no Festival de Veneza

    7 de setembro de 2022 /

    O ator Hugh Jackman (“O Rei do Show”) arrancou elogios da crítica na première do seu novo filme, “The Son”, no Festival de Veneza. Os comentários entusiasmados apontam que esse pode ser o “filme de Oscar” do ator. Além dele, Laura Dern (“Jurassic World: Domínio”) também foi muito reverenciada após a sessão do filme, com o elenco e o diretor Florian Zeller aplaudidos de pé por 10 minutos pelo público presente. Visivelmente emocionado, Jackman abraçou o jovem Zen McGrath (“Marcas do Passado”), que interpreta seu filho, em meio à ovação. O filme, que conta uma tragédia familiar angustiante, também gerou suspiros audíveis dos espectadores durante uma determinada cena dramática. O próprio ator parece ter percebido a possibilidade do Oscar quando leu o roteiro, afirmando que foi “uma sensação como um fogo no meu estômago, foi uma compulsão”, disse ele, durante a coletiva de imprensa nessa quarta (7/9). “Um sentimento que você raramente tem como ator: este papel é para você e você deve interpretá-lo”, completou. A trama do filme gira em torno de Peter, um sujeito que vive uma vida agitada com a nova parceira e seu bebê. Mas a rotina dele é abalada pela chegada da ex-esposa com seu filho adolescente, Nicholas. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. Segundo o crítico Clayton Davis, do site Variety, “o que torna seu desempenho ainda mais impressionante é que, para a maior parte de ‘The Son’, Jackman é meticulosamente reservado, internalizando a frustração de um homem que busca uma solução rápida para os problemas de saúde mental profundamente enraizados de seu filho”. Jackman apontou que o seu trabalho no filme foi tão profundo que mudou a maneira como ele encara a própria paternidade. “Por muitos e muitos anos como pai, meu trabalho era parecer forte e confiável, e nunca parecer preocupado, porque não queria sobrecarregar meus filhos”, disse ele. “Mas desde que estrelei este filme eu mudei minha abordagem. Compartilho mais minhas vulnerabilidades com meus filhos de 17 e 22 anos e vejo o alívio deles quando faço isso.” A relação entre pai e filho não é estranha ao diretor Florian Zeller, responsável pelo drama “Meu Pai” (2020), que rendeu o Oscar de Melhor Ator para Anthony Hopkins. “Todos nós compartilhamos o mesmo dilema”, disse Zeller. “É tão difícil tomar a decisão certa como pai. Nessa situação, eles tomam a decisão errada pensando que podem consertar tudo sozinhos. Mas há um momento em que não há problema em aceitar o fato de você ser impotente.” Segundo Jackman, “o filme realmente mostra como as pessoas ficam isoladas, principalmente em torno de problemas de saúde mental. Há uma vergonha, há uma culpa, há um desejo intenso de consertar as coisas. De entender e ter empatia com as pessoas ao seu redor, se colocar no lugar delas e ter honestidade. Espero que o filme inicie diálogos, espero que o filme nos lembre de nunca nos preocuparmos sozinhos.” O elenco ainda conta com Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”) e Anthony Hopkins, que retoma a parceria de “Meu Pai” com o diretor francês. Curiosamente, o personagem de Hopkins foi criado especialmente para ele no filme, pois não existia no roteiro teatral. É que os filmes do pai e do filho formam uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro título se chama “The Mother”, que ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. “Depois de nossa jornada em ‘Meu Pai’, eu não poderia fazer outro filme sem Anthony”, disse o diretor anteriormente, explicando a inclusão de um avô na sua história. Após passar por Veneza, “The Son” terá sua première norte-americana na segunda-feira (12/9) no Festival de Toronto, antes de ser lançado em 11 de novembro nos EUA. Ainda não há previsão de estreia no Brasil. Veja abaixo um trecho da reação do público e a emoção de Jackman na première. #TheSon receives an emotional 10 minute standing ovation at its #VeniceFilmFestival World Premiere. pic.twitter.com/pnae0HVWOr — Sony Pictures Classics (@sonyclassics) September 7, 2022

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    Terror “Tusk: A Transformação” terá sequência

    7 de setembro de 2022 /

    O bizarro filme de terror “Tusk: A Transformação” (2014), sobre um homem que é transformado numa morsa, vai ganhar uma sequência. A informação foi confirmada pelo próprio diretor Kevin Smith no seu podcast Fatman Beyond. “Desde que eu tive um ataque cardíaco, tenho vivido com tempo emprestado”, disse Smith. “E 2024 marcará o aniversário de 10 anos de ‘Tusk’. Poderíamos simplesmente deixar para lá e seguir em frente, mas você sabe, eu tenho mais histórias que gostaria de contar.” “Tusk: A Transformação” acompanhava um sujeito (Justin Long, de “Amor à Distância”) em busca de matérias sensacionalistas para narrar no seu podcast. Em certo momento, ele se depara com um velho marinheiro (Michael Parks, de “Seita Mortal”) que tem o plano de transformá-lo numa morsa humana. Ao final do filme, o personagem de Long, já devidamente transformado, é deixado num zoológico. Segundo Smith, “há uma razão pela qual o deixamos no zoológico no final. Eu sempre soube. Enquanto estávamos fazendo o filme, eu pensava ‘eu vou fazer isso de novo.’” O diretor também falou um pouco sobre a trama do novo filme. “No início eu sempre pensei que, bem, eventualmente, eles vão tirá-lo dessa pele de morsa e tentar reabilitá-lo. E assim como Harvey Dent em ‘O Retorno do Cavaleiro das Trevas’, ele só se verá de uma maneira. Então ele se torna o Howard Howe [personagem de Parks no primeiro filme]. Justin Long se torna o cara louco que está tentando transformar as pessoas em outra coisa. São coisas quimeras, metade humanas e metade o que quer que seja. Da última vez foi uma morsa, desta vez… você vai ver.” “Tusk: A Transformação” foi uma produção independente distribuída pelo então iniciante estúdio A24 e rendeu pouco mais de US$ 1,8 milhão nas bilheterias. Entretanto, desde que foi lançado, o filme ganhou um status de cult. A continuação, intitulada “Tusks”, deve chegar aos cinemas em 2024, dez anos após o lançamento do original. Assista ao podcast de Kevin Smith.

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    Anna Kendrick vai dirigir seu primeiro filme

    7 de setembro de 2022 /

    A atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) vai fazer a sua estreia como diretora. Ela vai dirigir e estrelar “The Dating Game”, baseado em uma história real. O filme vai contar a história de Cheryl Bradshaw, uma mulher solteira que participou de um programa de TV da década de 1970 chamado “The Dating Game”, cujo objetivo era formar novos casais. Na ocasião, Bradshaw escolheu como seu par um dos seus pretendentes chamado Rodney Alcala, um sujeito engraçado e bonito, que também era secretamente um serial killer. O roteiro foi escrito por Ian MacAllister McDonald (“Some Freaks”) e figurou na Black List, a lista informal dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood. “Eu amei esse roteiro desde o momento em que o li”, disse Kendrick em comunicado oficial. “E enquanto eu estava obviamente animada para interpretar a personagem de Sheryl, me senti tão conectada com a história, com o tom e com os temas em torno de gênero e intimidade, que quando surgiu a oportunidade de dirigir o filme, eu pulei. Parecia destinado a acontecer.” “The Dating Game” ainda não tem previsão de estreia. Anna Kendrick será vista em breve no drama “Alice, Darling”, sobre uma mulher presa em um relacionamento abusivo. O filme terá a sua première mundial na segunda-feira (12/9), durante o Festival de Toronto, mas ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Eddie Redmayne é serial killer no trailer de “O Enfermeiro da Noite”

    7 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Enfermeiro da Noite” (The Good Nurse), suspense estrelado por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) e Jessica Chastain (“A Grande Jogada”). O filme gira em torno da história real do assassino Charlie Cullen (personagem de Redmayne), um enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Chastain vive uma enfermeira com quem ele trabalhava e que, confrontada com a verdade pela polícia, arriscou tudo para conseguir provas e incriminá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marcará a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. O elenco ainda conta com Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Noah Emmerich (“The Americans”) e Nnamdi Asomugha (“When the Street Lights Go On”). A produção é do cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”). A estreia está marcada para 26 de outubro na Netflix.

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    Harry Styles vive triângulo bissexual no trailer de “My Policeman”

    7 de setembro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o trailer legendado de “My Policeman”, em que o cantor Harry Styles vive seu primeiro personagem gay. Além de Styles, a prévia também destaca Emma Corrin (a princesa Diana de “The Crown”) e David Dawson (o rei Alfred de “The Last Kingdom”), que formam o triângulo romântico da trama. Adaptação do romance homônimo de Bethan Roberts, o filme se passa no final dos anos 1990, quando a chegada do idoso inválido Patrick na casa do casal Marion e Tom desencadeia uma exploração de eventos de 40 anos atrás: a relação apaixonada entre Tom e Patrick em um momento em que a homossexualidade era ilegal no Reino Unido. Styles e Corrin vivem as versões jovens de Tom e Marion, enquanto Dawson interpreta Patrick. Curiosamente, o cantor é o mais experiente dos três em trabalhos de longa-metragem. “My Policeman” será o terceiro longa de Styles, após a estreia em “Dunkirk” (2017) e o ainda inédito “Não Se Preocupe, Querida”, de Olivia Wilde, enquanto Corrin só atuou num filme anterior, “Miss Revolução” (2020), e Dawson é estreante no formato. O elenco ainda inclui Linus Roache (“Homeland”) e Gina McKee (“Os Bórgias”) como as versões mais velhas de Tom e Marion, além de Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como o Patrick idoso. A adaptação foi escrita por Ron Nyswaner (“Amor Por Direito”), a direção é de Michael Grandage (“O Mestre dos Gênios”) e a equipe ainda inclui o produtor Greg Berlanti (diretor de “Com Amor, Simon” e criador do “Arrowverso” televisivo) e sua sócia Sarah Schechter. O vídeo também revela a data de estreia da produção. “My Policeman” será lançado na plataforma Prime Video, da Amazon, em 4 de novembro.

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