Zoe Saldaña faz história com quatro filmes de mais de US$ 2 bilhões de bilheteria
A atriz Zoe Saldaña se tornou a primeira artista da história a estrelar quatro filmes que ultrapassaram a barreira dos US$ 2 bilhões nas bilheterias. O feito aconteceu recentemente, quando o rendimento de “Avatar: O Caminho da Água” foi atualizado. Além de “O Caminho da Água”, os demais filmes de Saldaña que renderam mais de US$ 2 bilhões foram “Avatar” (2009), “Vingadores: Guerra Infinita” (2019) e “Vingadores: Ultimato” (2019). O curioso é que esse sucesso não parece agradá-la. Numa entrevista ao site Women’s Wear Daily no ano passado, a atriz disse que se sentia presa a essas franquias. “Sinto que, nos últimos 10 anos da minha vida, estive presa. Senti-me presa fazendo essas franquias”, disse Saldaña. “Sou muita grata pelas oportunidades que elas me proporcionaram, desde colaborar com diretores incríveis e conhecer membros do elenco que considero amigos e interpretar um papel que os fãs, especialmente as crianças, adoram. Mas também significava que me sentia artisticamente presa em meu ofício por não ser capaz de expandir, crescer ou me desafiar interpretando diferentes tipos de gêneros e papéis diferentes.” No mês passado, ela esclareceu melhor a sua fala, reiterando que era “agradecida” pelos grandes projetos cinematográficos. “Sinto-me grata e como a garota mais sortuda desta cidade por saber que fui convidada para participar de filmes com diretores especiais em um elenco especial”, disse ela ao site Deadline. “E eles ressoaram tanto com as pessoas que temos a chance de voltar novamente e voltar outra vez. Se posso dizer alguma coisa, é que colhi todos os benefícios disso, ganhei amigos. Ainda tenho mentores com quem eu falo e em quem eu me apoio”. Ela acrescentou: “Acho que depois que comecei minha família, ficou muito difícil para mim sustentar os dois mundos e também atender a essa curiosidade de interpretar outros personagens diferentes ou interpretar terráqueos, sabe? Mas estou feliz no espaço. Sempre fui feliz no espaço. Também me relaciono com pessoas que amam o espaço”. Além do recorde de Saldaña, a bilheteria de “Avatar: O Caminho da Água” também fez de James Cameron o único cineasta a ter feito três filmes que renderam mais de US$ 2 bilhões. Os outros dois filmes foram “Titanic” (1997) e “Avatar” (2009). Zoe Saldaña será vista em breve em outra franquia espacial, “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, com estreia marcada para maio. Ela também está envolvida nos próximos três filmes de “Avatar”, além de ser sempre ligada a um novo quarto “Star Trek”, embora o projeto pareça mais desejo da Paramount que uma possibilidade concreta, após vários adiamentos.
Ben Affleck faz filme sobre parceria entre Michael Jordan e Nike
O ator e cineasta Ben Affleck (“Argo”) vai estrelar, produzir e dirigir um filme sobre a famosa parceria comercial entre o jogador de basquete Michael Jordan e a Nike. Intitulado “Air”, o filme vai narrar a criação da marca de tênis de basquete e roupas esportivas Air Jordan. De acordo com a sinopse oficial, “Air” vai mostrar a aposta que definiu o sucesso de um time não convencional, passando pela visão intransigente de uma mãe que sabia o valor do imenso talento de seu filho e o atleta do basquete que se tornaria o maior de todos os tempos. “Air” é o primeiro projeto de Affleck e da sua produtora Artists Equity, que ele criou ao lado do amigo Matt Damon (“Perdido em Marte”), que também vai estrelar o filme como Sonny Vaccaro, executivo dissidente da Nike. Já Affleck interpretará o co-fundador da Nike, Phil Knight. O elenco ainda conta com Jason Bateman (“Ozark”), Chris Messina (“Eu Me Importo”), Matthew Maher (“Nossa Bandeira É a Morte”), Marlon Wayans (“A Maldição de Bridge Hollow”), Chris Tucker (“A Hora do Rush 3”), Viola Davis (“A Mulher Rei”), Gustaf Skarsgård (“Vikings”) e Julius Tennon (“A Mulher Rei”). O filme é uma produção do Amazon Studios, que entrou no negócio com o intuito de lançá-lo exclusivamente na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Porém, após resultados positivos em sessões de teste, “Air” será lançado nos cinemas em 5 de abril, numa parceria de distribuição entre a Amazon, a Warner Bros. e a MGM. “Ben, Matt e este elenco de estrelas entregaram um filme fantástico que vai emocionar, inspirar e entreter o público em todo o mundo”, disse Jennifer Salke, diretora da Amazon e MGM Studios, em comunicado. “Com a direção incrível de Ben, o filme oferece uma visão nostálgica de um momento que definiu uma cultura e que se presta absolutamente a um evento cinematográfico global.” “Matt e eu estamos muito empolgados para que o público veja ‘Air’ e orgulhosos por ser o primeiro lançamento da Artists Equity”, acrescentou Affleck. “O filme foi uma experiência extraordinária em que tivemos a honra de trabalhar com alguns dos melhores atores e equipe do ramo, que trouxeram paixão, persistência e criatividade a um esforço coletivo para recriar uma história notável e ambiciosa”.
Netflix compra drama indie por US$ 20 milhões no Festival de Sundance
A Netflix comprou os direitos de distribuição do filme “Fair Play”, estrelado por Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e Phoebe Dynevor (“Bridgerton”), por US$ 20 milhões no Festival de Sundance. A informação é do site Deadline. O filme conta a história de Luke (Ehrenreich) e Emily (Dynevor), um casal que trabalha numa empresa financeira e está prestes a ficar noivos. Mas o relacionamento desmorona quando Emily consegue uma promoção na empresa, levando a uma mudança na dinâmica de poder que envenena suas vidas pessoais e eventualmente leva à violência. O elenco ainda conta com Eddie Marsan (“Escolha ou Morra”) e Rich Sommer (“Verão de 84”), e a direção é de Chloe Domont (“Ballers”). Desde que foi exibido no Festival de Sundance, “Fair Play” vem arrancando elogios da crítica (com 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e gerou uma guerra entre possíveis distribuidores, incluindo os estúdios de cinema Serachlight e Neon. O valor pago por “Fair Play” representa uma das maiores vendas já feitas no Festival de Sundance e em qualquer outro festival. Para se ter uma ideia, o valor se equivale ao que foi pago por “Animais Noturnos”, de Tom Ford, e “A Chegada”, de Denis Villeneuve, no Festival de Cannes. Além da oferta generosa, um fator ajudou a Netflix a superar a concorrência dos estúdios de cinema: a produção estar a cargo do cineasta Rian Johnson, que lançou seu filme mais recente pela plataforma de streaming, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”. “Fair Play” ainda não tem trailer, pôster ou previsão de estreia na Netflix.
Festival de Berlim destaca seleção de filmes sobre conflitos na Ucrânia e no Irã
A organização do Festival de Berlim divulgou a lista dos títulos selecionados para sua edição de 2023, que contará com diversos filmes de temática política. O destaque fica por conta de “Superpower”, documentário dirigido por Sean Penn e Aaron Kaufmann sobre a invasão russa à Ucrânia. Selecionado para a Première Mundial no Festival, o documentário também teve a sua primeira imagem divulgada, em que Sean Penn aparece conversando com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. A todo, foram selecionados cinco documentários sobre a Ucrânia. Os outros são: “Iron Butterflies”, “Eastern Front”, “We Will Not Fade Away” e “In Ukraine”. Para completar, a relação ainda inclui o filme dramático “Do You Love Me?”, de Tonia Noyabrova, uma obra de ficção que aborda a temática da guerra e de questões políticas envolvendo o país europeu. O posicionamento político do festival será visível até no tradicional broche de lapela da Berlinale, que este ano mudou suas cores para o amarelo e azul. Segundo a organização do evento, a mudança nas cores é uma forma de “fornecer ampla visibilidade para a causa entre os participantes da Berlinale, convidados credenciados da indústria e convidados de filmes”. Além da invasão da Ucrânia, a programação do festival também dá bastante destaque para os protestos e conflitos políticos no Irã. Há igualmente vários documentários selecionados sobre essa temática, como “My Worst Enemy”, que conta com a atriz Zar Amir Ebrahimi (“Holy Spider”), e “And, Towards Happy Alleys”, que inclui entrevistas com o diretor dissidente Jafar Panahi (“Taxi Teerã”). E em uma demonstração de que a escolha foi proposital, o Festival de Berlim proibiu todas as empresas, jornalistas ou delegações cinematográficas com vínculos diretos com os governos iraniano ou russo de participarem do evento. A politização de Berlim acabou fazendo com que Hollywood tivesse pouco espaço na programação. Para se ter noção, os títulos mais “comerciais” do evento são o francês “The Plough”, novo filme de Philippe Garrel, o canadense “Infinity Pool”, de Brandon Cronenberg, e o alemão “Afire”, novo trabalho de Christian Petzold. Já o Brasil será representando, por enquanto, por dois longas: “Propriedade”, dirigido por Daniel Bandeira e selecionado para a mostra Panorama, e “O Estranho”, de Flora Dias e Juruna Mallon, que vai compor a seleção Fórum. A lista também inclui os curtas “As Miçangas”, de Emanuel Lavor e Rafaela Camelo, na mostra Berlin Shots, “A Árvore”, de Ana Vaz, na mostra Forum Expanded, e “Infantaria”, de Laís Santos Araújo, na mostra Generation, além da exibição do clássico “A Rainha Diaba” (1974), de Antônio Carlos Fontoura. O Festival de Berlim vai acontecer entre 16 e 26 de fevereiro, com a atriz americana Kristen Stewart à frente do júri internacional. Confira abaixo a lista completa dos selecionados. Noite de Abertura “She Came to Me”, direção: Rebecca Miller– Fora de competição Competição “20,000 Species of Bees”, direção: Estibaliz Urresola Solaguren (Espanhaaaa) “Afire”, direção: Christian Petzold “Bad Living”, direção: João Canijo “BlackBerry”, direção: Matt Johnson “Disco Boy, direção: Giacomo Abbruzzese “Ingeborg Bachmann – Journey into the Desert”, direção: Margarethe von Trotta “Limbo”, direção: Ivan Sen “Manodrome”, direção: John Trengove “Music”, direção: Angela Schanelec “On the Adamant”, direção: Nicolas Philibert “Past Lives”, direção: Celine Song “Someday We’ll Tell Each Other Everything”, direção: Emily Atef “Suzume”, direção: Makoto Shinkai “The Plough”, direção: Philippe Garrel “The Shadowless Tower”, direção: Zhang Lu “The Survival of Kindness”, direção: Rolf de Heer “Till the End of the Night”, direção: Christoph Hochhäusler “Tótem”, direção: Lila Avilés Especial Berlinale “Golda”, direção: Guy Nattiv “Infinity Pool”, direção: Brandon Cronenberg “Kill Boksoon”, direção: Byun Sung-hyun “Kiss the Future”, direção: Nenad Cicin-Sain “Loriot’s Great Cartoon Revue”, direção: Peter Geyer “Last Night of Amore”, direção: Andrea Di Stefano “#Manhole”, direção: Kazuyoshi Kumakiri “Massimo Troisi: Somebody Down There Likes Me”, direção: Mario Martone “Ming On Mad Fate”, direção: Soi Cheang “Seneca – On the Creation of Earthquakes”, direção: Robert Schwentke Première Mundial “Sun and Concrete”, direção: David Wnendt “Superpower”, direção: Sean Penn e Aaron Kaufman “Talk to Me”,direção: Danny Philippou e Michael Philippou “TÁR”, direção: Todd Field “Untitled Boris Becker Documentary”, direção: Alex Gibney Encontros “Absence”, direção: Wu Lang “Eastern Front”, direção: Vitaly Mansky e Yevhen Titarenko “Family Time”, direção: Tia Kouvo Finland “Here”, direção: Bas Devos “In the Blind Spot”, direção: Ayşe Polat “In Water”, direção: Hong Sangsoo “Living Bad”, direção: João Canijo “My Worst Enemy”, direção: Mehran Tamadon “Orlando, My Political Biography”, direção: Paul B. Preciado “Samsara”, direção: Lois Patiño “The Cage is Looking for a Bird”, direção: Malika Musaeva “The Echo”, direção: Tatiana Huezo “The Klezmer Project, direção: Leandro Koch e Paloma Schachmann “The Adults”, direção: Dustin Guy Defa “The Walls of Bergamo”, direção: Stefano Savona “White Plastic Sky”, direção: Tibor Bánóczki e Sarolta Szabó Panorama “After”, direção: Anthony Lapia “All the Colours of the World Are Between Black and White”, direção: Babatunde Apalowo “Ambush”, direção: Chhatrapal Ninawe “And, Towards Happy Alleys”, direção: Sreemoyee Singh “Do You Love Me?”, direção: Tonia Noyabrova “Drifter”, direção: Hannes Hirsch “Femme”, direção: Sam H. Freeman e Ng Choon Ping “Green Night”, direção: Han Shuai “Heroic”, direção: David Zonana “Joan Baez I Am A Noise”, direção: Karen O’Connor, Miri Navasky e Maeve O’Boyle “Kokomo City”, direção: D. Smith “Matria”, direção: Álvaro Gago “Midwives”, direção: Léa Fehner “Opponent”, direção: Milad Alami “Propriedade”, direção: Daniel Bandeira “Sira”, direção: Apolline Traoré “Sisi & I”, direção: Frauke Finsterwalder “Stams”, direção: Bernhard Braunstein “Transfariana”, direção: Joris Lachaise “The Beast in the Jungle”, direção: Patric Chiha “The Eternal Memory”, direção: Maite Alberdi “The Teachers’ Lounge”, direção: İlker Çatak “Under the Sky of Damascus”, direção: Heba Khaled, Talal Derki e Ali Wajeeh Geração “A Greyhound of a Girl”, direção: Enzo d’Alò “Almamula”, direção: Juan Sebastian Torales “And the King Said, What a Fantastic Machine”, direção: Axel Danielson e Maximilien Van Aertryck “Autobio-Pamphlet”, direção: Ashish Avinash Bende “Dancing Queen”, direção: Aurora Gossé “Deep Sea”, direção: Tian Xiaopeng “Delegation”, direção: Asaf Saban “Hummingbirds”, direção: Silvia Del Carmen Castaños e Estefanía “Beba” Contreras “I Woke Up With a Dream”, direção: Pablo Solarz “Kiddo”, direção: Zara Dwinger “Mimi (She – Hero)”, direção: Mira Fornay “Mutt”, direção: Vuk Lungulov-Klotz “Ramona”, direção: Victoria Linares Villegas “Sweet As”, direção: Jub Clerc “We Will Not Fade Away”, direção: Alisa Kovalenko “When Will It Be Again Like It Never Was Before”, direção: Sonja Heiss Fórum “About Thirty”, direção: Martín Shanly “A Golden Life”, direção: Boubacar Sangaré “Allensworth”, direção: James Benning “Anqa”, direção: Helin Çelik “Being in a Place – A Portrait of Margaret Tait”, direção: Luke Fowler “Between Revolutions”, direção: Vlad Petri “Calls from Moscow”, direção: Luís Alejandro Yero “Cidade Rabat”, direção: Susana Nobre “De Facto”, direção: Selma Doborac “Forms of Forgetting”, direção: Burak Çevik “In Ukraine”, direção: Piotr Pawlus e Tomasz Wolski “Leaving and Staying”, direção: Volker Koepp “Our Body”, direção: Claire Simon “Regardless of Us”, direção: Yoo Heong-jun “Remembering Every Night”, direção: Yui Kiyohara “O Estranho”, direção: Flora Dias e Juruna Mallon “The Bride”, direção: Myriam U. Birara “The Face of the Jellyfish”, direção: Melisa Liebenthal “The Temple Woods Gang”, direção: Rabah Ameur-Zaïmeche “There Is a Stone”, direção: Tatsunari Ota “The Trial”, direção: Ulises de la Orden “Where God Is Not”, direção: Mehran Tamadon Berlinale Séries “The Swarm” – Fora de competição “Agent Denmark” “Bad Behaviour” “Roar” “Spy/Master” “The Architect Norway” “The Good Mothers” “Why Try to Change Me Now”
Framboesa de Ouro: Tom Hanks, “Blonde” e Jared Leto disputam prêmio dos piores do ano
Um dos troféus mais aguardados da temporada de premiação, o Framboesa de Ouro, revelou seus indicados a piores filmes e artistas do ano. E “Blonde”, a polêmica cinebiografia de Marilyn Monroe estrelada por Ana de Armas, foi o grande destaque, com oito indicações. Ao anunciar os indicados, a organização do prêmio brincou que “Blonde” é um filme que “‘explora’ a exploração de Marilyn Monroe… ao continuar explorando-a depois da sua morte”, numa referência às cenas mais fortes do filme, envolvendo estupro e abortos forçados. “Blonde” foi indicado a Pior Filme, Pior Diretor e Pior Roteiro (ambos para Andrew Dominik), além de ter sido lembrado em outras categorias. Porém, Ana de Armas não recebeu nenhuma indicação, porque até os Razzies (apelido do prêmios) concordam que ela o que se salva do filme. A atuação da atriz tem sido elogiada há meses e ela é uma forte candidata ao Oscar. Outros destaques negativos foram o filme “Tenha um Bom Luto”, dirigido e estrelado pelo músico Machine Gun Kelly, mencionado em sete categorias, a versão live action de “Pinóquio”, que disputa seis “razzies”, e a adaptação de quadrinhos “Morbius”, com cinco indicações. Além disso, a lista chama atenção por conter alguns astros famosos, como Tom Hanks (por “Pinóquio” e “Elvis”), Jared Leto (por “Morbius”) e Sylvester Stallone (por “Samaritano”) na disputa do troféu de pior ator, e estrelas como Penelope Cruz (por “As Agentes 355”), Bryce Dallas Howard (por “Jurassic World: Domínio”), Kaya Scodelario (por “A Filha do Rei”), Diane Keaton (por “Mack & Rita”) e muitas outras nas categorias de interpretação. Por outro lado, a atriz Ryan Kiera Armstrong, selecionada pelo remake de “Chamas da Vingança”, tem apenas 12 anos de idade, e sua indicação virou polêmica nas redes sociais. Como já é tradição, a cerimônia do Framboesa de Ouro 2022 acontecerá em Los Angeles um dia antes do Oscar, em 11 de março. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Pior Filme “Blonde” “Pinóquio” “Tenha um Bom Luto” “A Filha do Rei” “Morbius” Pior Ator Colson Baker (Machine Gun Kelly), por “Tenha um Bom Luto” Pete Davidson, por “Marmaduke” Tom Hanks, por “Pinóquio” Jared Leto, por “Morbius” Sylvester Stallone, por “Samaritano” Pior Atriz Ryan Kiera Armstrong, por “Chamas da Vingança” Bryce Dallas Howard, por “Jurassic World: Domínio” Diane Keaton, por “Mack & Rita” Kaya Scodelario, por “A Filha do Rei” Alicia Silverstone, por “The Requin – À Deriva” Pior Atriz Coadjuvante Adria Arjona, por “Morbius” Lorraine Bracco, por “Pinóquio” Penelope Cruz, por “As Agentes 355” Bingbing Fan, por “As Agentes 355” e “A Filha do Rei” Mira Sorvino, por “Lamborghini: The Man Behind the Legend” Pior Ator Coadjuvante Pete Davidson, por “Tenha um Bom Luto” Tom Hanks, por “Elvis” Xavier Samuel, por “Blonde” Mod Sun, por “Tenha um Bom Luto” Evan Williams, por “Blonde” Pior Casal, Dupla ou Combinação Machine Gun Kelly e Mod Sun, em “Tenha um Bom Luto Os dois personagens reais da cena na Casa Branca, em “Blonde” Tom Hanks e sua cara cheia de látex (e seu sotaque ridículo), em “Elvis” Andrew Dominik e seus problemas com mulheres, em “Blonde” As duas sequências de “365 Dias” Pior Remake, Plágio ou Sequência “Blonde” “365 Dias: Hoje” e “365 Dias Finais” “Pinóquio” “Chamas da Vingança” “Jurassic World: Domínio” Pior Direção Judd Apatow, por “A Bolha” Machine Gun Kelly e Mod Sun, por “Tenha um Bom Luto” Andrew Dominik, por “Blonde” Daniel Espinosa, por “Morbius” Robert Zemeckis, por “Pinóquio” Pior Roteiro Andrew Dominik, por “Blonde” Robert Remeckis e Chris Weitz, por “Pinóquio” Machine Gun Kelly e Mod Sun, por “Tenha um Bom Luto” Emily Carmichael e Colin Trevorrow, por “Jurassic World: Domínio” Matt Sazama e Buck Sharpless, por “Morbius”
“Avatar 2” ultrapassa US$ 2 bilhões de bilheteria mundial
“Avatar: O Caminho da Água” ultrapassou a marca de US$ 2 bilhões de bilheteria mundial neste fim de semana, tornando-se a 6ª maior bilheteria da história do cinema. O desempenho do filme é uma grande vitória para o diretor James Cameron, que é o único cineasta a ter dirigido três filmes com tamanho faturamento. Não só isso: com três filmes bilionários, ele é responsável por metade da lista dos seis únicos filmes que arrecadaram mais de US$ 2 bilhões. Um feito impressionante. A continuação de “Avatar” (2009) atingiu exatamente US$ 2,024 bilhões, e com isso também superou “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que faturou US$ 1,9 bilhão, como a maior bilheteria da era pandêmica. Filme mais visto no mundo há seis fins de semana seguidos, a produção da 20th Century/Disney fez US$ 20 milhões só nos últimos três dias nos EUA e Canadá, e deve superar até o próximo fim de semana as marcas de “Vingadores: Guerra infinita” (US$ 2,05 bilhões), “Star Wars: Episódio VII – O despertar da força” (US$ 2,07 bilhões) e “Titanic” (2,19 bilhões) para se tornar a 3ª maior bilheteria mundial de todos os tempos. Da arrecadação total, US$ 598 milhões foram conquistados no mercado interno e US$ 1,426 bilhão no exterior, incluindo US$ 230 milhões na China. O primeiro “Avatar”, lançado há 13 anos, continua sendo o filme de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,9 bilhões em vendas globais de ingressos, incluindo nessa soma arrecadações de diversos relançamentos. O pódio da bilheteria destacou ainda “Gato de Botas 2: O Último Pedido”, que chegou a US$ 300 milhões globais, e “M3GAN”, lançado na quinta-feira (18/1) no Brasil e já com US$ 124 milhões em todo o mundo. A única novidade importante da semana foi a estreia de “Desaparecida”, que faturou US$ 9,5 milhões em 4º lugar no mercado norte-americano. Na linha de “Buscando…” (2018), o filme se passa todo em tela de computador e foi realizado por apenas US$ 7 milhões. A estreia no Brasil vai acontecer em 2 de março. Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. 1 | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA | 2 | GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO PEDIDO | 3 | M3GAN | 4 | DESAPARECIDA | 5 | O PIOR VIZINHO DO MUNDO |
Autor de “Pantanal” e “O Rei do Gado” vai ganhar documentário
O escritor Benedito Ruy Barbosa, responsável por algumas das novelas mais bem-sucedidas da Globo – e de rivais como Manchete e Band – vai ganhar um documentário de sua trajetória na Globoplay. O autor de 91 anos assinou clássicos como “Cabocla” (1979), “Os Imigrantes” (1981), “Sinhá Moça” (1986), “Pantanal” (1990), “Renascer” (1993), “O Rei do Gado” (1996), “Terra Nostra” (1999) e “Velho Chico” (2016), além de filmes e séries. O projeto conta com a direção de Davi Lacerda e Rogério Gomes, o Papinha, que comandou os primeiros capítulos do remake de “Pantanal”. Além do documentário, a obra de Benedito Ruy Barbosa será revista em um novo remake da Globo. A emissora atualmente desenvolve uma nova versão de “Renascer” (1993), que bateu recorde de audiência, superando os 60 pontos de sintonia média em sua exibição original há 30 anos. Será o quarto remake do escritor no canal, após “Cabocla” (em 2004), “Sinhá Moça” (2006) e “Pantanal” (2022) Atualmente, a Globo ainda exibe com sucesso a terceira reprise da novela “O Rei do Gado”, durante os finais das tardes.
Estrela de “A Lagoa Azul”, Brooke Shields revela ter sido estuprada em Hollywood
A atriz Brooke Shields, que até hoje é lembrada pelo filme “A Lagoa Azul” (1980), relatou que foi estuprada por um produtor de Hollywood nos anos 1980. Ela deu detalhes do ocorrido no documentário “Pretty Baby: Brooke Shields”, que foi exibido em première mundial no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, na sexta-feira (20/1). Brooke não revelou a identidade do abusador, mas contou que o crime aconteceu em 1987, quando estava tentando voltar para Hollywood, após enfrentar dificuldades para encontrar papéis devido ao fracasso de “Sahara” (1984). Ela tinha 22 anos na época. Brooke teria sido convidada pelo homem para falar sobre projetos e foram juntos para o hotel em que ele estava hospedado. No quarto, Brooke diz que o homem desapareceu por um período, reaparecendo pelado, e avançou em sua direção. “Eu estava com medo de ser estrangulada ou algo do tipo”, disse. “Não lutei tanto. Não lutei. Eu congelei totalmente, pensei que um ‘não’ deveria ter sido suficiente”, relatou. “E eu apenas pensei: ‘fique viva e vá embora’. E eu apenas desliguei. Deus sabe como eu sabia como me desassociar do meu corpo. Eu tinha treinado isso”, explicou a atriz. No documentário, Brooke ainda reforça que não processou o ocorrido como violência sexual durante muito tempo. “Foram necessários anos de terapia para eu conseguir conversar sobre o que aconteceu”, ela disse à revista The Hollywood Reporter sobre o trauma sofrido. Dirigido por Lana Wilson (“Taylor Swift: Miss Americana”), o filme será lançado exclusivamente em streaming – na Hulu nos EUA e provavelmente na Star+ no Brasil – em data ainda não anunciada. Veja o pôster da produção abaixo.
Jason Momoa diz que pode interpretar “diferentes personagens” da DC
Quando James Gunn e Peter Safran assumiram a parte criativa da DC nos cinemas, uma grande onda de mudanças e cancelamentos foram anunciadas, mas parece que isso não afetou a franquia de Aquaman. Em entrevista feita no Festival de Sundance, Jason Momoa, falou um pouco sobre o seu personagem e o seu provável futuro no universo da DC. O ator reforçou que “ama James Gunn” e que “muitas coisas legais” estão sendo feitas. E revelou que estará incluso em mais de um projeto da DC. “Existe espaço para que eu interprete diferentes personagens. Já vi outros atores fazerem isso e eu também quero!”, disse o ator, que brincou com o fato de Ryan Reynolds ser intérprete de Lanterna Verde e Deadpool. Especulações indicam que Momoa poderia assumir o papel do Lobo, abraçando uma nova fase como ator dentro da DC em um novo papel. Mas ele também disse que “vou ser sempre Aquaman”. “Muita coisa boa está sendo feita na DC, mas, infelizmente não posso dizer nada”, lamentou o ator. O primeiro “Aquaman”, de 2018, é até hoje a maior bilheteria de um filme da DC, superando US$ 1 bilhão arrecadados. A continuação, “Aquaman e o Reino Perdido”, está prevista para chegar nos cinemas em dezembro deste ano.
Filmes: “O Menu” e as novidades de streaming pro fim de semana
O menu de filmes digitais da semana está sortido, começando pelo próprio terrir “O Menu”, que chega com exclusividade no streaming da Star+ após passar pelos cinemas. Tem ainda o escolhido para representar o Brasil na busca frustrada por indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional de 2023 e o finalista nacional na disputa de Melhor Documentário da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. E, claro, não faltam opções de ação, comédia e drama. Confira abaixo o cardápio da semana, com 10 recomendações da casa para diferentes paladares. | O MENU | STAR+ A comédia de terror culinário segue convidados ricos (entre eles Anya Taylor-Joy, de “Os Novos Mutantes”, e Nicholas Hoult, de “X-Men: Fênix Negra”) que embarcam para uma ilha privada para participar de um banquete luxuoso preparado pelo prestigioso Chef Slowik (Ralph Fiennes, o Voldemort de “Harry Potter”). Mas ao chegarem no local, eles se deparam com um clima sinistro e descobrem que os pratos principais são eles mesmos. Com direção de Mark Mylod (“Game of Thrones”), o filme atingiu 89% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. | MARTE UM | VOD* O filme escolhido para representar o Brasil no Oscar não conseguiu indicação. Mas encantou a crítica dos EUA, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes ao ser exibido no Festival de Sundance. Também foi consagrado no Festival de Gramado deste ano, onde venceu os prêmios do Público, Especial do Júri, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora. Dirigido por Gabriel Martins (“Temporada”), acompanha uma família de periferia que tenta viver seus sonhos. Enquanto a mãe comemora mais trabalhos de faxina, o filho mais novo revela seu desejo de deixar de jogar futebol para virar astrofísico e ir à Marte. Rejane Faria (“Segunda Chamada”) e Carlos Francisco (“Bacurau”) vivem os pais. | IRMÃOS DE HONRA | VOD* O filme de aviação passado durante a Guerra da Coreia chega no vácuo do blockbuster “Top Gun: Maverick”, que é evocado não apenas pelas cenas de caças em voos rasantes, mas também pela presença do ator Glen Powell, um dos “irmãos de honra” do título, ao lado de Jonathan Majors (“Loki”). Com direção de J.D. Dillard (“O Mistério da Ilha”), a trama retrata o racismo sofrido pelo primeiro afro-americano a voar em combate pela Marinha dos Estados Unidos e sua parceria com um colega que o acompanha até o limite, enquanto os dois se tornam os melhores pilotos e os maiores amigos sob fogo. | JUNG_E | NETFLIX A nova ficção científica sul-coreana dirigida por Yeon Sang-ho, que ficou mundialmente conhecido pelo sucesso de “Invasão Zumbi” (2016), é a segunda produção do cineasta para a Netflix, após a criação da série “Profecia do Inferno”. A trama se passa no século 22, após as mudanças climáticas tornarem o planeta inabitável e forçarem os seres humanos a viverem em abrigos espaciais. Porém, a situação piora quando se inicia uma guerra, envolvendo robôs de combate. A protagonista é Jung-yi (Kim Hyun-joo, de “Profecia do Inferno”), a melhor soldado humana, que acaba levando a pior num combate mortal. Com o corpo preservado, ela é submetida a pesquisas científicas e militares para explorar o que a tornava superior. Depois de muitos anos, sua filha assume o comando da experiência, como a cientista que consegue transformar Jung-yi em Jung_E, uma combinação de clone da falecida e robô com Inteligência Artificial – uma combinação de “RoboCop” com “Soldado Universal”. Jung_E tem muitas cópias, mas uma delas manifesta sofrimento, o que faz sua filha adulta (interpretada por Kang Soo-youn, de “Hanbando”) lhe transmitir uma ordem para se libertar, dando início a um novo conflito entre homens e máquinas. | REFÉM DA VERDADE | NETFLIX Um jornalista desesperado pela notícia capaz de fazer seu site bombar resolve ajudar a fuga de um assassino famoso em troca de uma entrevista exclusiva. Reconhecendo a possibilidade de limpar seu nome, o criminoso, que é um atleta popular, fecha um acordo para o jornalista cobrir e ajudar sua busca pela verdade. E isto geral uma espiral de acontecimentos inesperados, que arrastam o jornalista numa jornada muito além da ética. O thriller taiwanês destaca Chang Hsiao-chuan (“O Jogo da Vítima”) e Edward Chen (“Seu Nome Gravado em Mim”) nos papéis principais. | KOMPROMAT – O DOSSIÊ RUSSO | VOD* Baseado numa história real, o suspense de Jérôme Salle (“A Odisséia de Jacques”) acompanha um diplomata francês que se vê incriminado num complô do FSB, o serviço secreto russo. Acusado de pedofilia com provas plantadas, ele recebe a informação de que passará décadas na prisão e decide arriscar uma fuga espetacular, perseguido pelas autoridades russas. O filme ficou por duas semanas consecutivas em 1ª lugar nas bilheterias da França e tem 88% de aprovação no Rotten Tomatoes. | AJUSTANDO O AMOR | AMAZON PRIME VIDEO A comédia estrelada por Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) e Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”) transforma uma fórmula romântica numa relação tóxica, com ajuda da sci-fi. Na trama, os dois interpretam Sheila e Gary, um casal que se apaixona à primeira vista e passa uma noite perfeita juntos. Mas nem tudo é o que parece. Na verdade, Sheila tem uma máquina do tempo e a usa para reviver aquela noite várias vezes, com o intuito de transformar Gary no homem perfeito. A direção é de Alex Lehmann (“Paddleton”). | NOVE DIAS | HBO MAX Uma das boas surpresas de 2020 (89% no Rotten Tomatoes), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Sundance, é trabalho de um cineasta brasileiro. Estreia do paulista Edson Oda, “Nove Dias” conta com produção do americano Spike Jonze (“Ela”) e um elenco hollywoodiano, encabeçado por Winston Duke (“Pantera Negra”), Zazie Beetz (“Coringa”), Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Benedict Wong (“Doutor Estranho”) e Tony Hale (“Veep”). Eles interpretam uma trama metafísica, em que o personagem de Duke entrevista almas candidatas a nascer na Terra. | DIÁRIO DE VIAGEM | VOD* Manoela Aliperti (de “As Five”) vive uma adolescente dos anos 1990, que volta de uma viagem de intercâmbio na Irlanda com transtorno alimentar e precisa encarar os desafios da idade e do corpo. Roteiro e direção são de Paula Un Mi Kim (“Família Perfeita”). | THE TERRITORY | DISNEY+ O documentário finalista ao Oscar é coproduzido pela National Geographic, o diretor Darren Aronofsky (“Noé”) e cineastas indígenas brasileiros. A produção acompanha a luta do povo Uru-Eu-Wau-Wau contra agricultores e mineradores que invadiram sua área protegida na floresta tropical. A obra foi duplamente premiada no Festival de Sundance deste ano, com o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri na competição internacional do evento. E o diretor Alex Pritz foi consagrado com o prêmio Cinema Eye de Melhor Estreia do ano em documentário. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
Bicho-Papão de Stephen King vai assombrar cinemas em julho
O terror “The Boogeyman”, adaptação de um conto de Stephen King, impressionou nas exibições-teste com o público e fez os executivos da 20th Century Studios mudarem seu destino. Originalmente planejado para o streaming, o filme dirigido por Rob Savage (“Cuidado Com Quem Chama”) agora será lançado nos cinemas – em 2 de junho nos EUA. Com isso, o estúdio busca reproduzir a iniciativa que deu certo com “Sorria” (2022), terror originalmente produzido para a Paramount+, que também teve boas sessões de teste e acabou sendo lançado nos cinemas, onde rendeu mais de US$ 200 milhões nas bilheterias. Baseado no conto “O Bicho-Papão”, publicado na antologia “Sombras da Noite” (Night Shift), o filme conta a história de uma jovem de 16 anos e sua irmã mais nova, que ainda estão se recuperando da morte de sua mãe. Elas passam a ser ameaçadas pelo bicho-papão depois que seu pai, um psicólogo, tem um encontro com um paciente desesperado em sua casa. O roteiro da adaptação foi escrito por Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas de “Um Lugar Silencioso”), em parceria com Mark Heyman (“Cisne Negro”), e o elenco é formado por Chris Messina (“Eu Me Importo”), Sophie Thatcher (“Yellowjackets”), Vivien Lyra Blair (“Obi-Wan Kenobi”), David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Madison Hu (“Bizaardvark”). Vale lembrar que a história já rendeu um curta de 28 minutos em 1982, que também foi lançado num vídeo de 1994 como parte de uma antologia de adaptações dos contos de “Sombras da Noite”. Só que nesta versão não existem adolescentes na trama, apenas um homem calvo de meia-idade, que busca auxílio com um psiquiatra ao se sentir assombrado em sua própria casa.
Diretor de “Malévola 2” fará novo filme da franquia “Tron”
O cineasta norueguês Joachim Rønning (“Malévola 2: Dona do Mal”) está em negociações avançadas para dirigir “Tron: Ares”, novo filme da franquia sci-fi “Tron” que será estrelado por Jared Leto (“Morbius”). As negociações indicam que a Disney deu sinal verde para a produção, que estava em desenvolvimento há cerca de uma décadas. O diretor escolhido tem ótima relação com o estúdio, com quem já trabalhou em “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” (2017), “Malévola 2: Dona do Mal” (2019) e o ainda inédito “Young Woman and the Sea” O primeiro filme, chamado “Tron: Uma Odisseia Eletrônica” (1982), foi estrelado por Jeff Bridges e ambientado dentro do programa de computador chamado Grid, onde um hacker é sequestrado e forçado a participar dos jogos. Com efeitos especiais considerados revolucionários para a época, o longa de 1982 deu início à era da computação gráfica nos cinemas e se tornou cult. A continuação, “Tron: O Legado”, só foi lançada em 2010, trazendo Bridges de volta, além de introduzir os atores Garret Hedlund e Olivia Wilde à franquia. Foi o primeiro filme dirigido por Joseph Kosinski (hoje incensado por “Top Gun: Maverick”) e arrecadou US$ 400 milhões nas bilheterias, finalizando com um gancho para um terceiro filme. Desde então, a Disney discute a possibilidade de completar a trilogia. Detalhes sobre a trama de “Tron: Ares” ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que o roteiro foi escrito por Jesse Wigutow (“Acontece nas Melhores Famílias”) e que será uma continuação direta de “Tron: O Legado”. O que inevitavelmente passa pela escalação de Hedlund e Wilde de volta à seus papéis. O filme deve começar a ser rodado em agosto, mas a previsão de estreia é somente para dezembro de 2025. Confira abaixo os trailers de “Tron: Uma Odisseia Eletrônica” e “Tron: O Legado”.
Pânico VI: Trailer e fotos mostram Ghostface mais ousado que nunca
A Paramount Pictures divulgou novos pôster, fotos e trailer de “Pânico VI”, sexto filme da franquia de terror dos anos 1990. A prévia mostra os personagens sobreviventes do filme anterior perseguidos por um novo psicopata com a máscara de Ghosface, que se mostra muito mais violento e ousado, atacando no metrô e em lojas de conveniência, em plena cidade de Nova York. Os sobreviventes são Jenna Ortega (“Wandinha”), Melissa Barrera (“Vida”), Jasmin Savoy Brown (“Yellowjackets”), Mason Gooding (“Com Amor, Victor”), Courteney Cox (vista em todos os filmes da franquia) e Hayden Panettiere (“Nashville”), que retonra após aparecer em “Pânico 4”. O elenco também foi reforçado com as adições de Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Dermot Mulroney (“Sobrenatural: A Origem”), Tony Revolori (“Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”), Liana Liberato (“Banana Split”), Henry Czerny (“Casamento Sangrento”), Josh Segarra (“Arrow”) e Devyn Nekoda (“Os Tênis Encantados”). “Pânico VI” foi escrito por Guy Busick (“Casamento Sangrento”) e James Vanderbilt (“Mistério no Mediterrâneo”) e conta mais uma vez com a direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt (também de “Casamento Sangrento”), que assumiram o comando da franquia após a morte do diretor original, Wes Craven. Confira abaixo o trailer oficial em duas versões: legendado e dublado em português.











