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Filme

Chuck Norris morre aos 86 anos após internação no Havaí

O mestre das artes marciais construiu uma trajetória marcante no cinema de ação nas décadas de 1980 e 1990

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20 de março de 2026
Filme

Trailer de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” quebra recorde histórico

A prévia do quarto longa estrelado por Tom Holland acumulou impressionantes 718,6 milhões de visualizações em apenas 24 horas no ar

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19 de março de 2026
Filme, Música

Netflix planeja turnê musical das Guerreiras do K-Pop

O sucesso estrondoso da animação vencedora do Oscar motivou a plataforma a negociar shows para grandes arenas ao redor do mundo

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19 de março de 2026
  • Filme

    Trailer de “A Pequena Sereia” recria desenho clássico com atores reais

    13 de março de 2023 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o trailer completo de “A Pequena Sereia”, versão live-action da animação dos anos 1990. A prévia resume toda a premissa, ao mostrar a protagonista salvando o Príncipe Eric durante uma tempestade, sua curiosidade sobre os humanos e a aparição da vilã Úrsula, que promete ajudar Ariel a ir para a superfície – e ela logo aparece na praia, com pernas de verdade. Trata-se, claro, da história conhecida do desenho clássico de 1989, que é recriada até na parte musical – com destaque para a versão de “Part of Your World”, entoada com todo o talento vocal de Halle Bailey (da série “Grown-ish”), intérprete da personagem-título. O elenco também inclui Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) como Ursula, Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC) como Eric, Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como o Rei Tritão, além de Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Noma Dumezweni (“Bem-Vindos à Vizinhança”). A direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) e a versão final do roteiro foi escrita por David Magee. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. A estreia vai acontecer em 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Selton Melo e Matheus Nachtergaele confirmam “O Auto da Compadecida 2”

    13 de março de 2023 /

    Selton Melo e Matheus Nachtergaele confirmaram o retorno da parceria na sequência de “O Auto da Compadecida”. O anúncio foi feito pelos atores nas redes sociais. “João Grilo & Chicó, vinte e cinco anos depois, juntos mais uma vez”, escreveram no Instagram, junto da divulgação do projeto. Uma das séries mais populares da TV brasileira, “O Auto da Compadecida” vai ganhar primeiro uma produção de cinema, mas também deve se transformar em uma série da Globo. As filmagens estão previstas para julho. Mas tudo ainda está muito incerto por conta das agendas dos atores, principalmente de Selton Mello. A produção, direção e roteiro são assinados por Guel Arraes (“Lisbela e o Prisioneiro”) que também assinou a primeira versão há 25 anos atrás. A movimentação sobre a continuação da trama vem desde 2020. Porém, as conversas com o elenco só se intensificaram em 2022. Além de Selton Mello como Chicó e Matheus Nachtergaele (“Amarelo Manga”) como João Grilo, participaram do longa Marco Nanini (“O Bem Amado”), Denise Fraga (“De Onde Eu Te Vejo”), Diogo Vilela (“O Coronel e o Lobisomem”), Lima Duarte (“2 Filhos de Francisco”), Fernanda Montenegro (“A Vida Invisível”), Luis Melo (“Encarnação do Demônio”) e Virginia Cavendish (“Califórnia”), entre outros. Filmada em Cabaceiras, no sertão da Paraíba, “O Auto da Compadecida” conta a história de João Grilo, um nordestino que dribla com sagacidade as dificuldades para garantir o pão de cada dia. A versão das telas é uma adaptação do espetáculo teatral homônimo escrito em 1955, encenado pela primeira vez um ano depois. Em 1999, a Globo negociou com Ariano Suassuna a adaptação para o formato de minissérie. No ano seguinte, editada em filme, a produção chegou às telonas repetindo o sucesso da televisão. Com 100 minutos a menos que o tempo total da minissérie, o longa-metragem também teve uma trajetória bem-sucedida. Enquanto a versão da TV foi campeã de audiência, à frente até da então novela das oito “Suave Veneno” (1999), o filme foi o título brasileiro mais visto em 2000, levando 2,1 milhões de pessoas aos cinemas. A história também figura entre as mais reprisadas pela Globo. A primeira apresentação do filme foi no Festival Nacional, em 2002. Nos anos seguintes, tornou-se clássico da Sessão da Tarde, com reapresentações constantes. A minissérie também passou no Viva, em 2012, e voltou à grade da Globo em comemoração a seus 20 anos, em janeiro de 2020, com imagem remasterizada. Além disso, encontra-se disponível na Globoplay. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selton Mello (@seltonmello) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selton Mello (@seltonmello)

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  • Filme

    Estreia de “Pânico VI” lidera bilheterias do Brasil

    13 de março de 2023 /

    “Pânico VI” liderou as bilheterias do Brasil em seu fim de semana de estreia, levando cerca de 390 mil pessoas aos cinemas para um faturamento de R$ 8,45 milhões. A nova continuação de terror também ficou em 1º lugar nos EUA, onde teve a maior estreia de toda a franquia iniciada nos anos 1990. Em 2º lugar, ficou “Creed III”, protagonizado e dirigido por Michael B. Jordan, que rendeu R$ 4,06 milhões. Líder até a semana passada, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” caiu para o 3º lugar com R$ 3,14 milhões. Outro estreante, “65 – Ameaça Pré-Histórica” fez R$ 2,46 milhões em 4º lugar. E, para completar o Top 5, “A Baleia” foi o drama indicado – e premiado – no Oscar 2023 mais prestigiado pelo público no fim de semana da premiação, com US$ 1,62 milhões. Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil.   1 | PÂNICO VI |   2 | CREED III |   3 | HOMEM-FORMIGA E A VESPA: QUANTUMANIA |   4 | 65 – AMEAÇA PRÉ-HISTÓRICA |   5 | A BALEIA |

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    Slash, do Guns N’ Roses, cria produtora de filmes de terror

    13 de março de 2023 /

    O guitarrista Slash, da banda Guns N’ Roses, lançou uma produtora de terror. Intitulada BerserkerGang, a produtora foi criada com o objetivo de atender a um desejo criativo do músico. “Eu sempre fui um grande fã de terror, especialmente voltando aos dias em que os filmes de terror realmente te assustavam”, disse Slash em comunicado. “Quero entrar no coração do negócio de produção para tentar fazer filmes que eu gostaria de ver”. A BerserkerGang foi criada por Slash (cujo verdadeiro nome é Saul Hudson) em parceria com Michael Paszt (“V/H/S/94”), James Fler (“Sorry About the Demon”), Andrew T. Hunt (“The Infernal Machine”), Rodrigo Gudiño (“The Last Will and Testament of Rosalind Leigh”) e Pasha Patriki (“Brooklyn 45”). Slash, Fler e Hunt trabalharam juntos recentemente no filme “The Breach” (2022). Essa parceria levou à formação da BerserkerGang como veículo para a equipe continuar sua colaboração. “O objetivo da BerserkerGang será a qualidade em vez da quantidade”, disse Hunt ao site Variety. “Escolheremos seletivamente projetos que coletivamente acreditamos representar melhor a marca”. “Nosso objetivo é desenvolver projetos com cineastas e roteiristas que sejam tão apaixonados por filmes de gênero quanto nós”, completou Paszt. E Gudiño afirmou que: “o slogan da empresa é ‘Filmes forjados na fúria’, se isso é alguma indicação de onde planejamos nos aventurar”. Por enquanto, nenhum filme foi anunciado pela produtora.

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    Ke Huy Quan diz que ainda mantém contato com colegas de “Os Goonies”

    13 de março de 2023 /

    O ator Ke Huy Quan, vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, contou que o ator Corey Feldman, que trabalhou com ele no filme clássico “Os Goonies” (1985), entrou em contato antes do início da cerimônia, para parabenizá-lo. A revelação foi feita logo após a vitória de Quan, durante uma entrevista coletiva nos bastidores da premiação. “Meu eu mais jovem não saberia todas as lutas que passei para estar aqui”, disse Quan. “Porque ele estava apenas aproveitando a vida sendo uma criança, estando no set, em um navio pirata, descendo um escorregador de água”. “Logo antes desta noite começar, Corey Feldman, um dos meus irmãos dos ‘Goonies’, me ligou”, continuou ele. “Eu estava conversando com Kerri Green e, é claro, esta noite Jeff Cohen, que é meu advogado de entretenimento, está aqui comigo. Sean [Astin] retornou, Josh [Brolin], Martha [Plimpton]. Estamos sempre unidos. Somos uma família para sempre. Goonies nunca dizem morrer!” Quan também se reencontrou com Harrison Ford, com quem ele trabalhou em “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984), e com o diretor Steven Spielberg. “Durante um dos intervalos comerciais, corri até Steven Spielberg e ele me deu um grande abraço”, continuou Quan. “Ele me abraçou e disse: ‘Ke, você agora é um ator vencedor do Oscar’. Ouvir ele dizer isso significou o mundo para mim”. Ele também deu um grande abraço em Harrison Ford no palco do evento, quando o veterano anunciou a vitória de “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” como Melhor Filme. Ke Huy Quan também falou sobre o significado de vencer o Oscar usando seu verdadeiro nome. “Quando comecei como criança, [usei] meu nome de nascimento Ke Huy Quan. Lembro que quando ficou muito difícil, meu empresário me disse que talvez fosse mais fácil se tivesse um nome com som americano. E eu estava tão desesperado por um emprego que faria qualquer coisa”, disse ele. “Quando decidi voltar a atuar, a primeira coisa que quis fazer foi voltar ao meu nome de nascimento. Esta noite, ver Ariana abrir aquele envelope e dizer ‘Ke Huy Quan’ foi um momento muito, muito especial para mim. A primeira imagem que tive em minha mente foi minha mãe”. Confira a entrevista coletiva abaixo.

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    BBB 23: Alface flagra plano maléfico do quarto Deserto

    13 de março de 2023 /

    O biomédico Ricardo “Alface” descobriu um plano maléfico no “BBB 23” nesta madrugada de segunda-feira (13/3). Acontece que ele notou que era o assunto do quarto Deserto após formação do Paredão e se escondeu atrás da porta para escutar “tim-tim por tim-tim” Na conversa, os rivais planejavam queimar Alface no programa ao vivo desta noite, durante o Jogo da Discórdia. O brother ficou abalado com a tramoia e relatou os detalhes para Sarah Aline e Marvvila. “Eles estavam tipo ensaiando como iriam me chamar no Jogo da Discórdia. O Guimê ficou falando: ‘fala do fio dental, porque quando você fala do Facinho, você começa a falar do Fio Dental’”, contou o biomédico, surpreso com a fala do seu melhor amigo no jogo. No entanto, Alface entendeu tudo errado como sempre: o funkeiro dizia exatamente o contrário para o lutador Cara de Sapato. Além da suposta exposição de Alface na dinâmica, o grupo Deserto teria decidido “queimar” os brothers Domitila Barros e Cézar Black, que também estão no Paredão contra a sister Larissa Santos. De acordo com Fred Desimpedidos, as tretas da modelo no quarto Branco serão expostas durante o Jogo da Discórdia. Após detalhar as discussões sobre sua amada, ele deixou claro que pretende tachar Domitila Barros de “agressiva”, enquanto ele seria a vítima da dinâmica. Domitila tem sido extremamente machista com Larissa no programa, e, se for feito, o ataque pode ser um fio de esperança para impedir que a personal trainer saia do “BBB 23” com alta rejeição. Alface ouvindo o quarto deserto por trás da porta quem quer eliminar ele é totalmente contra o Entretenimento kkkkkkkkkkkkkkkkkk pic.twitter.com/P7nXx5AeYO — 🇧🇷. 🥬(🍞🍺🎱) (@CaioFreduzeski) March 13, 2023 KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK #BBB23 pic.twitter.com/0253yBCCvT — Central Reality #BBB23 (@centralreality) March 13, 2023 Guimê pediu pro Sapato não usar a treta do fio dental contra o Alface no jogo da discórdia porque já faz muito tempo. #BBB23 pic.twitter.com/XNJS1L4I0T — Central Reality #BBB23 (@centralreality) March 13, 2023 Fred pediu pra ninguém usar as coisas que ele falou da Domitila no jogo da discórdia, pois ele planeja usar isso contra ela. #BBB23 pic.twitter.com/i2MY6FZwPt — Central Reality #BBB23 (@centralreality) March 13, 2023 Fred contou tudo o que a Domitila falou no quarto branco. Só faltou ele contar que tentou fazer um acordo pra Domitila desistir da prova. #BBB23 pic.twitter.com/p77IetA5q0 — Central Reality #BBB23 (@centralreality) March 13, 2023 Fred falou que amanhã vai falar tudo sobre a Domitila no quarto branco no jogo da discórdia porque ele precisa atacar alguém que está no paredão com a Larissa. Ele agora está contando tudo pro pessoal do Deserto. #BBB23 pic.twitter.com/JzFnJML5Bs — Dantas (@Dantinhas) March 13, 2023 Fred disse que Domitila estava cheia de ódio e que ele só retribuiu com amor 🫶🏼 #BBB23 pic.twitter.com/TBAiZawUEX — Dantas (@Dantinhas) March 13, 2023

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    “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” tem vitória histórica no Oscar

    13 de março de 2023 /

    O Oscar 2023 consagrou “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e principalmente o estúdio A24 com uma vitória histórica. Nunca antes na História um único estúdio tinha ganho todas as categorias principais, as chamadas categorias nobres da premiação. Além de Melhor Filme do ano, o filme escrito e dirigido pelos Daniels (Daniel Kwan e Daniel Scheinert) venceu os troféus de Melhor Direção, Roteiro Original, Edição e três de atuação, com Michelle Yeoh, Jamie Lee Curtis e Ke Huy Quan. E, para completar a limpa, Brendan Fraser levou a estatueta de Melhor Ator por “A Baleia”, outra produção da A24. A vitória de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” também representou o primeiro reconhecimento da Academia a um filme sobre o multiverso e com elenco majoritariamente asiático. A premiação entrou para a História de Hollywood num momento carregado de simbolismo, quando a malaia Michelle Yeoh, primeira asiática e segunda mulher não branca a vencer o Oscar de Melhor Atriz, recebeu seu troféu das mãos da primeira atriz negra premiada na categoria, Halle Berry. Ke Huy Quan, por sua vez, colocou seu retrato no Museu da Academia como primeiro asiático – e primeiro ator vietnamita – premiado como Melhor Ator Coadjuvante. Depois dos sete Oscars de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, o segundo filme mais premiado foi a produção alemã da Netflix “Nada de Novo no Front”, que conquistou quatro vitórias, inclusive a de Melhor Filme Internacional. Este último troféu também foi uma vitória brasileira, já que um dos produtores do longa é o mineiro Daniel Dreifuss, de 44 anos. Por sinal, a abertura globalizante do Oscar ainda rendeu troféus para duas produções indianas: Melhor Canção para “Naatu Naatu”, da trilha do longa “RRR” (primeira vitória indiana na categoria), e Melhor Curta Documental por “Como Cuidar de um Bebê Elefante”, outra obra da Netflix. A Netflix também faturou o Oscar de Melhor Animação com “Pinóquio de Guillermo Del Toro”. Mas as vitórias do streaming se estenderam para outras plataformas, como a HBO Max, representada por “Navalny” com o Oscar de Melhor Documentário, e a Apple TV+ com “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo”, Melhor Curta Animado. Ao final, os blockbusters “Avatar: O Caminho da Água”, “Top Gun: Maverick” e “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” venceram apenas um prêmio cada: nas categorias de Efeitos Visuais, Som e Figurino, respectivamente. Aliás, a figurinista Ruth Carter foi uma das artistas que fez história no Oscar, ao se tornar a primeira mulher negra a receber duas estatuetas na premiação – ela já tinha vencido em 2019 pelo figurino do primeiro “Pantera Negra”. Entre as produções “de arte”, ainda houve o reconhecimento à cineasta canadense Sara Polley, que venceu Melhor Roteiro Adaptado por “Entre Mulheres”, mas filmes prestigiados e premiados pela crítica e em festivais, como “Os Fabelmans”, “Tár”, “Elvis”, “Triângulo da Tristeza” e “Os Banshees de Ineshirim”, passaram em branco na distribuição de troféus da Academia. Além de prêmios, o Oscar 2023 apresentou alguns momentos genuinamente emocionantes. Os destaques foram a apresentação crua de Lady Gaga, de cara lavada, sem cenário e iluminação especial, e o choro contido de John Travolta ao apresentar o segmento in memoriam, quando a lembrança das amigas que se foram embargou sua voz – Travolta perdeu recentemente Olivia Newton-John, com quem fez “Grease”, e Kristy Allen, sua parceira em três “Olha Quem Está Falando”. Já os discursos que encheram a tela de ternura ficaram por conta de Ke Huy Quan, que antes de mais nada mostrou para sua mãe que tinha um Oscar, e Brendan Fraser, que não conteve as próprias lágrimas. Ambos representam histórias de superação e voltas por cima, bem ao gosto dos dramas hollywoodianos. Após filmar grandes sucessos no começo das carreiras, eles estavam esquecidos por Hollywood, até serem escalados em “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e “A Baleia”. E o mais curioso, como o apresentador Jimmy Kimmel lembrou no começo da cerimônia, é que eles já tinham trabalho juntos, na comédia trash “O Homem da Califórnia”. O filme era tão ruim que praticamente acabou com a carreira de Quan há 31 anos. Mas os dois agora podem comemorar o reencontro no ponto mais alto de suas trajetórias artísticas. Quan também marcou o fim da transmissão, quando deu um abraço caloroso em Harrison Ford, lembrando a época em que trabalharam juntos em “Indiana Jones e o Templo da Perdição”. O astro veterano tinha acabado de anunciar a vitória de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” como Melhor Filme e o elenco do longa se encaminhava para o palco do Dolby Theatre, quando Quan deu uma acelerada e foi correndo para os braços de Ford, pulando de alegria, enquanto o diretor de “Indiana Jones”, Steven Spielberg, observava, sorrindo, da plateia. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do Oscar 2023. Melhor Filme “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Direção Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Atriz Michelle Yeoh, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Brendan Fraser, por “A Baleia” Melhor Atriz Coadjuvante Jamie Lee Curtis, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Coadjuvante Ke Huy Quan, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Adaptado Sarah Polley, por “Entre Mulheres” Melhor Roteiro Original Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Fotografia James Friend, por “Nada de Novo no Front” Melhor Edição Paul Rogers, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Design de Produção Christian M. Goldbeck e Ernestine Hipper, por “Nada de Novo no Front” Melhor Figurino Ruth Carter, por “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” Maquiagem e Penteado Adrien Morot, Judy Chin e Anne Marie Bradley, por “A Baleia” Efeitos Visuais “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Som “Top Gun: Maverick” Melhor Trilha Sonora Volker Bertelmann, por “Nada de Novo no Front” Canção Original M.M. Keeravaani e Chandrabose – “Naatu Naatu” (de “RRR”) Melhor Filme Internacional “Nada de Novo no Front” (Alemanha) Melhor Animação “Pinóquio de Guillermo Del Toro” Melhor Documentário “Navalny” Melhor Curta-Metragem “An Irish Goodbye” Melhor Curta de Animação “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” Melhor Documentário de Curta-Metragem “The Elephant Whisperers”

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    Oscar 2023: Premiação busca atrair grande público com streaming e blockbusters

    12 de março de 2023 /

    O Oscar passa por um dos momentos mais decisivos de toda a sua história. Em um cenário de pós-pandemia, que prejudicou a maioria dos cinemas ao redor do mundo e fortaleceu a transição dos filmes para o streaming, os eleitores da Academia parecem estar tentando encontrar um equilíbrio entre abraçar as novas plataformas de exibição e premiar os grandes sucessos de bilheteria, que tem sido os grandes pilares de uma indústria que precisa se reerguer. Se as previsões se concretizarem, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” sairá da cerimônia com a cobiçada estatueta de Melhor Filme. E esta parece ser uma das vitórias mais óbvias da noite porque, além de ter acumulado 11 indicações ao Oscar, o longa já venceu prêmios importantíssimos no sindicato dos diretores, produtores, roteiristas, atores e editores. É o grande favorito da noite sem sobra de dúvidas. Qualquer um que derrubá-lo será considerado uma grande zebra. Caso a vitória aconteça, os eleitores do Oscar estarão escolhendo um filme que realmente prosperou em termos de bilheteria. Afinal de contas, a obra conseguiu arrecadar uma inesperada quantia de US$ 100 milhões em todo o mundo e bateu o recorde de faturamento da A24, seu pequeno estúdio independente. Por outro lado, as continuações de “Top Gun” e “Avatar” marcaram o retorno do grande público às salas de cinema. No almoço dos indicados ao Oscar deste ano, no Beverly Hilton Hotel, de Los Angeles, Steven Spielberg rasgou elogios a Tom Cruise e afirmou que o astro “salvou Hollywood”. E este sentimento parece ser compartilhado pela Academia, que colocou o filme na disputa do Oscar de Melhor Filme. E não é pra menos: “Top Gun: Maverick” arrecadou quase US$ 1,5 bilhão em todo o mundo. Os mesmos elogios também poderiam ser ditos sobre “Avatar: O Caminho da Água”, de James Cameron, que, assim como seu antecessor, ultrapassou o patamar global de US$ 2 bilhões e se tornou a 3ª maior bilheteria de todos os tempos no cinema. Apesar de seu relativo sucesso comercial, “Tudo em Todo o Lugar” se inclina para uma nova tendência da Academia, que – nos últimos anos – decidiu premiar um cinema independente que celebra o trabalho de seus autores. Algo que aconteceu com “Nomadland” (2020) e “Moonlight” (2015). Embora os blockbusters possam ganhar um convite para a festa do Oscar, isso dificilmente é traduzido em prêmios. É comum que a Academia ignore os grandes sucessos de bilheteria, principalmente quando se trata de filmes de terror, super-heróis ou ficção científica. Filmes que priorizam o espetáculo em detrimento do enredo e da história costumam serem ofuscados na premiação. Mas a consagração de “O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei” (2003) com 11 Oscars prova que a regra não é à prova de exceções. Indicar filmes populares ajuda a trazer o grande público para a cerimônia e, consequentemente, melhora a audiência de sua transmissão televisiva. Com uma receita bruta mundial de US$ 2,3 bilhões, o total da arrecadação de “Avatar” é quatro vezes maior que a de oito candidatos a melhor filme juntos – excluindo “Top Gun”. Hollywood também adotou o streaming como uma opção viável para a premiação e a pandemia ajudou muito a corroer essa antiga resistência da Academia. Tanto que “No Ritmo do Coração”, produção adquirida pela Apple TV+, conseguiram sair com o principal prêmio no ano passado. Mesmo com uma presença reduzida no Oscar deste ano, os serviços de streaming provavelmente não sairão de mãos abanando. Dois filmes da Netflix, o alemão “Nada de Novo no Front” e “Pinóquio de Guillermo del Toro”, são os principais candidatos a Melhor Longa Internacional e Melhor Filme de Animação, respectivamente. Vale notar que a prevalência de blockbusters escapistas tirou da pauta do Oscar as produções politizadas. Até os super-heróis foram lembrados em importantes categorias desse ano (“Batman” e “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”). Mas os filmes de temática racial (“Till – A Busca por Justiça”, “A Mulher Rei”) foram totalmente relevados, assim como questões de abuso sexual na própria Hollywood (“Ela Disse”) e denúncias em geral – com a única exceção da denúncia da guerra em “Nada de Novo no Front”. A grande participação do filme alemão de Edward Berger, com 9 indicações, também reflete a abertura internacional da premiação, que não foi revertida após a vitória de “Parasita” (2019). Este impulso ainda inclui “Triângulo da Tristeza”, do sueco Ruben Östlund, que disputa três Oscars após vencer o Festival de Cannes. No fundo, o Oscar é reflexo de uma indústria que quer estar em “tudo e todo lugar ao mesmo tempo”, e nada atinge mais pessoas que um grande sucesso de bilheterias.

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    Oscar 2023: Descubra que recordes podem ser quebrados na premiação

    12 de março de 2023 /

    A 95ª edição do Oscar, que acontece neste domingo (12/3), em Los Angeles, pode quebrar vários recordes históricos para atores e estúdios de Hollywood. Há mais de uma dezena de possíveis feitos capazes de marcar a transmissão do evento, desde o ator mais novo até o artista mais velho premiado pela Academia, sem falar na representatividade asiática, conquistas de estúdio e vitórias pessoais. O Oscar de 2023 pode transformar Michelle Yeoh na primeira asiática a conquistar o Oscar de Melhor Atriz. Indicada por seu trabalho em “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, a intérprete é nascida na Malásia e também pode se tornar a segunda atriz não-branca a vencer a principal categoria de atuação feminina. A conquista viria 22 anos após Halle Berry vencer o Oscar por “A Última Ceia”, em 2021. Naquela ocasião, ela se tornou a primeira (e única) mulher negra a vencer na categoria. Astro mirim dos anos 1980, Ke Huy Quan pode consagrar seu retorno triunfal aos cinemas, após sumir nos anos 1990, com “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Após varrer a maioria das principais premiações da indústria, sua vitória já é dada como certa na categoria de Melhor Coadjuvante e pode torná-lo o primeiro ator nascido no Vietnã a ganhar um Oscar. Caso ele e Michelle saiam premiados, os dois entrarão para a história do Oscar como os dois únicos atores asiáticos que venceram o Oscar no mesmo ano. Mesmo se Quan não vencer, outo recorde pode ser quebrado na categoria. Judd Hirsch, de 87 anos, está concorrendo por seu papel em “Os Fabelmans” e pode se tornar o vencedor mais velho do Oscar em uma categoria de atuação. A indicação de Hirsch ocorre 42 anos após sua primeira disputa na categoria de Melhor Ator Coadjuvante pelo filme “Pessoas Comuns” (1980). Sendo assim, Hirsch supera o recorde que anteriormente era de Henry Fonda (“Era Uma Vez no Oeste”), que esperou 41 anos para ser novamente indicada ao Oscar. Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) ainda detém o título de homem mais jovem a vencer o Oscar de Melhor Ator por sua atuação em “O Pianista”. Em 2002, ele tinha 29 anos. Se Paul Mescal, indicado por “Aftersun”, vencer neste domingo, ele estabelecerá um novo recorde com 27 anos de idade. Com sua indicação de Melhor Atriz Coadjuvante por “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, Angela Bassett conquistou sua segunda indicação ao Oscar e fez história como a primeira atriz a concorrer por um filme da Marvel. Até então, apenas dois homens, Joaquim Phoenix (“Coringa”) e Heath Ledger (“Batman: O cavaleiro das trevas”), conquistaram o Oscar por filmes de super-heróis, mas ambos do universo da DC. O A24, responsável por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e “A Baleia”, tem a chance de fazer história como o primeiro estúdio a vencer Melhor Filme, Melhor Diretor e todas as quatro categorias de atuação. Para que isso aconteça, porém, seria necessário haver uma grande reviravolta nas apostas. Enquanto a maioria prevê que o “Tudo em Todo o Lugar” ganhe os principais prêmios da noite e Brendan Fraser vença seu primeiro Oscar por “A Baleia”, a favorita a Atriz Coadjuvante era Angela Bassett. Entretanto, suas chances diminuírem quando Jamie Lee Curtis venceu o SAG por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Se Curtis conseguir o prêmio, o recorde ficará nas mãos da A24. Entre as demais categorias, o prêmio de Melhor Fotografia continua sendo o único nunca conquistado por uma mulher. Mas neste ano, Mandy Walker, que está indicada por “Elvis”, tem tudo para quebrar esse recorde. Ela é apenas a terceira mulher a ser indicada ao Oscar como cinematógrafa. Recentemente, Mandy se tornou a primeira mulher a ganhar o prestigiado prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC). No entanto, a maioria das previsões apontam uma suposta vitória de Daniel Kwan e Daniel Scheinert por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”. Nesse caso, eles se tornariam a terceira dupla a vencer o prêmio. Antes deles, Jerome Robbins e Robert Wise venceram por “Amor, Sublime Amor” (1961) e Joel e Ethan Coen conquistaram a estatueta por “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007). John Williams, que disputa Melhor Trilha Sonora por “Os Fabelmans” aos 90 anos, já é o candidato mais velho de todos os tempos da premiação. Se ele ganhar seu sexto Oscar, estabelecerá novo recorde como o vencedor mais velho de um Oscar, tirando o feito de James Ivory – que tinha 89 anos quando ganhou o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado por “Me Chame pelo Seu Nome” (2018). Parceiro de longa data de John Williams, Steven Spielberg, de 76 anos, também disputa como diretor mais velho a vencer o Oscar. Se for consagrado por “Os Fablemans”, ele superará Clint Eastwood, que tinha 74 quando levou a estatueta por “Menina de ouro” (2004). Indicado nove vezes na categoria, Spielberg já saiu vitorioso em duas ocasiões – por “O Resgate do Soldado Ryan” (1999) e “A Lista de Schindler” (1994) Por fim, a compositora Diane Warren detém um recorde pouco lisonjeiro. Ela disputou Melhor Canção Original 14 vezes e nunca venceu. Nenhuma mulher na história do Oscar recebeu tantas indicações em qualquer categoria sem vencer. Compositora de sucesso, ela é responsável por melodias e canções icônicas, que fizeram sucesso nas vozes de artistas como Céline Dion (“Because You Loved Me”), Lady Gaga (“Til It Happens To You”), Faith Hill (“There You’ll Be”) e Aerosmith (“I Don’t Want to Miss a Thing”), entre outros. Em 2023, ela está indicada pela música “Applause”, do longa “Tell It Like a Woman”, que não é a favorita da competição. Caso volte a perder, Diane deve incrementar seu recorde negativo de maior perdedora da história do Oscar.

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    Saiba porque “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” é o grande favorito do Oscar 2023

    12 de março de 2023 /

    Embora ainda possa ter suas surpresas, o Oscar 2023 parece ter um favorito consolidado: “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Depois de conquistar críticos e espectadores, a improvável comédia de ficção científica dominou a temporada de premiações. Recordista em indicações, concorrendo em 11 categorias do Oscar, o longa conquistou os principais prêmios da crítica da temporada, como o Critics Choice Awards e o Globo de Ouro de Melhor Filme. E também levou para casa os principais prêmios dos sindicatos de Hollywood, incluindo dos atores (SAG), diretores (DGA), roteiristas (WGA) e produtores (PGA), considerados os principais termômetros para o Oscar. Nunca um filme com tamanha unanimidade entre as entidades sindicais do cinema americano perdeu o Oscar. Há um ano, seria impossível imaginar que um filme com mãos de salsichas, pedras pensantes, plug anal e um guaxinim cantor poderia ganhar o prêmio de Melhor Filme, mas prevê-se que o longa fará exatamente isso no Oscar de domingo (12/3). “Tudo em Todo o Lugar” é uma viagem insana pelo multiverso que não se parece em nada com o tipo de filme que geralmente ganha o Oscar principal. A trama acompanha a história de Evelyn Wong (Michelle Yeoh, de “Podres de Ricos”), dona de uma lavanderia falida e imigrante chinesa que se sente insatisfeita com sua vida. Ela luta para se comunicar com seu ex-marido, Waymond (Ke Huy Quan, de “Os Goonies”) e sua filha lésbica Joy (Stephanie Hsu, de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), até que um dia é transportada para outro universo e incumbida de derrotar uma força do mal. Caso saia vitorioso, esse pode ser o quarto ano consecutivo que a categoria de Melhor Filme premia uma obra que “não parece uma vencedora do Oscar de Melhor Filme”, depois de “No Ritmo do Coração” (2021), “Nomadland” (2020) e “Parasita” (2019) saírem vitoriosos na mesma categoria. E isso reforça o quanto a Academia vem mudando nos últimos anos. “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” começou a chamar atenção ao se destacar nas bilheterias norte-americanas. O filme, que custou U$ 25 milhões, rendeu ao todo US$ 108 milhões mundiais (quase tudo nos EUA). O boca-a-boca positivo fez com que o filme começasse a pipocar nas principais premiações da indústria e vencesse o Globo de Ouro de Melhor Comédia no início do ano. Com o passar do tempo, o longa deixou “Os Fabelmans” e “Os Banshees de Inisherin”, inicialmente apontados como favoritos da temporada, comendo poeira nas premiações. “Os Fabelmans”, por sinal, chegou a ser apontado como favorito ao prêmio de Melhor Direção, que iria para Steven Spielberg. Mas a premiação no DGA jogou um balde de água fria nos fãs do renomado diretor. Na véspera da premiação, tudo leva a crer que Daniel Kwan e Daniel Scheinert são os favoritos na categoria pelo trabalho em “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Saindo vitorioso nas premiações dos produtores, diretores, roteiristas e atores, o filme entrou para a história e tornou-se a apenas a quinta produção a ganhar todos os quatro principais prêmios dos sindicatos. O feito só foi atingido anteriormente pelos filmes “Beleza Americana” (1999), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007), “Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008) e “Argo” (2012). Todos vencedores do Oscar de Melhor Filme. Por mais que “Tudo em Todo o Lugar” tenha grandes chances de vencer o prêmio principal da noite, alguns precedentes podem surgir no caminho da produção: o filme compete com obras que agradam mais ao gosto “conservador” de alguns votantes. Estatísticas sugerem que alguns membros da Academia, especialmente os mais velhos que ainda compõem grande parte da organização, tendem a achar o filme “louco e confuso” demais. Nesse caso, uma escolha “universalmente aceitável” favoreceria o longa “Top Gun: Maverick”. A produção estrelada por Tom Cruise ganhou o público, a crítica e representa o melhor que o cinema hollywoodiano pode oferecer. Além de ter feito uma bilheteria astronômica, que bateu de frente com os heróis da Marvel. O filme fez tanto sucesso que até Spielberg admitiu que o longa

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    Confira todos os filmes e artistas que concorrem ao Oscar 2023

    12 de março de 2023 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA entrega neste domingo (12/3) as estatuetas do Oscar 2023 para os melhores artistas e filmes da temporada. O evento, que vai acontecer no Dolby Theatre em Los Angeles, a partir das 21h, pode consagrar a sci-fi indie “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, grande campeã de nomeações, que disputa prêmios em 11 categorias, incluindo Melhor Filme. O filme do estúdio A24 também foi nomeado na categoria de Melhor Direção, Melhor Roteiro (ambos para Daniel Kwan & Daniel Scheinert), Melhor Atriz (para Michelle Yeoh), Melhor Ator Coadjuvante (para Ke Huy Quan, grande favorito da premiação) e duas vezes em Melhor Atriz Coadjuvante (para Jamie Lee Curtis e Stephanie Hsu). A produção alemã “Nada de Novo no Front” e a comédia irlandesa “Os Banshees de Inisherin”, também se destacaram com nove indicações, seguidas pela cinebiografia “Elvis”, com oito, e o drama autobiográfico “Os Fabelmans”, de Steven Spielberg, mencionado em sete categorias. Além destes, a disputa pelo prêmio de Melhor Filme ainda conta com “Avatar: O Caminho da Água”, “Tár”, “Top Gun: Maverick”, “Triângulo da Tristeza” e “Entre Mulheres”. Nas categorias de atuação, Austin Butler (“Elvis”), Colin Farrell (“Os Banshees de Inisherin”), Brendan Fraser (“A Baleia”), Paul Mescal (“Aftersun”) e Bill Nighy (“Living”) disputam o prêmio de Melhor Ator. E Cate Blanchett (“Tár”), Ana de Armas (“Blonde”), Andrea Riseborough (“To Leslie”) e Michelle Williams (“Os Fabelmans”) concorrem ao lado de Michelle Yeoh pelo troféu de Melhor Atriz. Confira abaixo a lista completa dos indicados, para acompanhar os premiados e ver quem leva mais troféus no evento, que será transmitido pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming HBO Max no Brasil. Melhor Filme “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Tár” “Top Gun: Maverick” “Triângulo da Tristeza” “Entre Mulheres” Melhor Direção Martin McDonagh, por “Os Banshees de Inisherin” Daniel Kwan & Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Steven Spielberg, por “Os Fabelmans” Todd Field, por “Tár” Rubem Östlund, por “Triângulo da Tristeza” Melhor Atriz Cate Blanchett, por “Tár” Ana de Armas, por “Blonde” Andrea Riseborough, por “To Leslie” Michelle Williams, por “Os Fabelmans” Michelle Yeoh, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Austin Butler, por “Elvis” Colin Farrell, por “Os Banshees de Inisherin” Brendan Fraser, por “A Baleia” Paul Mescal, por “Aftersun” Bill Nighy, por “Living” Melhor Atriz Coadjuvante Angela Bassett, por “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” Hong Chau, por “A Baleia” Kerry Condon, por “Os Banshees of Inisherin” Jamie Lee Curtis, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Stephanie Hsu, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Coadjuvante Brendan Gleeson, por “Os Banshees de Inishering” Brian Tyree Henry, em “Passagem” Judd Hirsch, em “Os Fabelmans” Berry Keoghan, por “Os Banshees de Inisherin” Ke Huy Quan, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Adaptado “Nada de Novo no Front” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “Living” “Top Gun: Maverick” “Entre Mulheres” Melhor Roteiro Original “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Tár” “Triângulo da Tristeza” Melhor Fotografia “Nada de Novo no Front” “Bardo: Falsa Crônica de Algumas Verdades” “Elvis” “Império da Luz” “Tár” Melhor Edição “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Tár” “Top Gun: Maverick” Melhor Design de Produção “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Babilônia” “Elvis” “Os Fabelmans” Melhor Figurino “Babilônia” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Sra. Harris Vai a Paris” Maquiagem e Penteado “Nada de Novo no Front” “Batman” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Elvis” “A Baleia” Efeitos Visuais “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Batman” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Top Gun: Maverick” Melhor Som “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Batman” “Elvis” “Top Gun: Maverick” Melhor Trilha Sonora “Nada de Novo no Front” “Babilônia” “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” Canção Original Sofia Carson – “Applause” (de “Tell it Like a Woman”) Lady Gaga – “Hold My Hand” (de “Top Gun: Maverick”) Rihanna – “Lift Me Up” (de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”) M.M. Keeravaani – “Naatu Naatu” (de “RRR”) Son Lux – “This is a Life” (de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) Melhor Filme Internacional “Nada de Novo no Front” (Alemanha) “Argentina, 1985” (Argentina) “Close” (Bélgica) “EO” (Polônia) “The Quiet Girl” (Irlanda) Melhor Animação “Pinóquio de Guillermo Del Toro” “Marcel the Shell with Shoes On” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “A Fera do Mar” “Red – Crescer é uma Fera” Melhor Documentário “All That Breathes” “All The Beauty and the Bloodshed” “Fire of Love” “A House Made of Splinters” “Navalny” Melhor Curta-Metragem “An Irish Goodbye” “Ivalu” “Le Pupille” “Night Ride” “The Red Suitcase” Melhor Curta de Animação “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “The Flying Sailor” “Ice Merchants” “My Year of Dicks” “An Ostrich Told Me the World is Fake and I Think I Believe It” Melhor Documentário de Curta-Metragem “The Elephant Whisperers” “Haulout” “How do You Measure a Year?” “The Martha Mitchell Effect” “Stranger at the Gate”

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    “Pânico VI” tem maior estreia da franquia de terror nos EUA

    12 de março de 2023 /

    O terror “Pânico VI” assustou a concorrência com uma estreia de US$ 44,5 milhões nas bilheterias dos EUA e Canadá. Trata-se da maior abertura de toda a franquia, superando com folga o lançamento anterior, que fez US$ 30 milhões no mercado interno durante o ano passado. A produção da Paramount também impressionou os críticos, atingindo 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, que agrega as principais críticas de filmes escritas em inglês. Com isso, “Creed III” perdeu a luta pelas bilheterias e caiu para o 2º lugar, uma semana após estrear no topo, com US$ 27,2 milhões de arrecadação. Em dez dias em cartaz, o filme de boxe estrelado por Michael B. Jordan atingiu US$ 101,4 milhões na América do Norte e US$ 179,4 milhões em todo o mundo. Já os dinossauros de “65 – Ameaça Pré-Histórica” tiveram uma estreia pouco ameaçadora, faturando US$ 12,3 milhões em 3º lugar. O lançamento da Sony custou US$ 45 milhões, mas foi tratado como lixo pela crítica, com apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes. A sci-fi, que acompanha um astronauta vivido por Adam Driver (“Ruído Branco”) caindo na Terra pré-histórica, foi dirigida pelos roteiristas de “Um Lugar Silencioso”, Scott Beck e Bryan Woods. Em 4º lugar, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” continua diminuindo de tamanho, com uma das piores bilheterias do Marvel Studios. Ao somar mais US$ 7 milhões no fim de semana, chegou a US$ 249,6 milhões no mercado doméstico e US$ 447,6 milhões mundiais. O Top 5 se completa com “O Urso do Pó Branco” (Cocaine Bear), que arrecadou US$ 6,2 milhões em seu terceiro fim de semana para uma contagem doméstica de US$ 51,7 milhões e US$ 65,7 milhões globais. Ainda inédita no Brasil, a comédia dirigida por Elizabeth Banks (“As Panteras”) é baseada em uma bizarra história real que aconteceu em 1985, quando o avião de um traficante caiu no meio da floresta e um urso acabou devorando um quantidade enorme de cocaína. No filme, após se fartar com a cocaína que caiu do céu, o urso drogado cruza o caminho da polícia, dos criminosos e de diversos turistas, causando uma chacina sangrenta. Só que tudo isso é contado em tom de piada. A estreia no Brasil vai acontecer em 30 de janeiro. O fim de semana ainda registrou um terceiro lançamento nos EUA, a comédia esportiva “Campeões” (Champions), em que Woody Harrelson (“Triângulo da Tristeza”) vive um técnico de basquete que recebe ordem judicial para comandar um time de jogadores deficientes. Remake do espanhol “Campeones”, de 2018, o filme da Universal foi considerado medíocre pela crítica americana (56% no Rotten Tomatoes) e abriu em 6º lugar com US$ 5,2 milhões. A estreia no Brasil está marcada apenas para 25 de maio. Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá.   1 | PÂNICO VI |   2 | CREED III |   3 | 65 – AMEAÇA PRÉ-HISTÓRICA |   4 | HOMEM-FORMIGA E A VESPA: QUANTUMANIA |   5 | O URSO DO PÓ BRANCO |

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    Antônio Pedro, da “Escolinha do Professor Raimundo”, morre aos 82 anos

    12 de março de 2023 /

    O ator Antônio Pedro, conhecido por uma série de personagens humorísticos da Globo, morreu na madrugada deste domingo (12/3) no Rio de Janeiro, aos 82 anos. Ele estava internado desde janeiro com um quadro de insuficiência renal e cardíaca. Antônio Pedro Borges de Oliveira teve uma carreira longa, de mais de meio século, e embora seja mais lembrado por tipos cômicos da TV, participou de dezenas de filmes, peças e produções televisivas. Ele foi um dos atores agredidos por militantes da extrema direita em 1968, durante a montagem de “Roda Vida”, de Chico Buarque, em São Paulo. E o cancelamento da peça, diante do recrudescimento da ditadura militar, foi responsável por levá-lo às telas. Sua carreira televisiva começou em 1969, na novela “Super Plá”, da rede Tupi, e três anos depois o levou à Globo, onde estreou em outra novela, “O Bofé”. Mas depois de “Supermanoela” (1974), sua segunda novela na emissora, Antônio Pedro se jogou no cinema, atuando em vários clássicos como “Os Condenados” (1975), de Zelito Viana, “O Casal” (1975), de Daniel Filho, “Se Segura, Malandro!” (1978), de Hugo Carvana, “A Lira do Delírio” (1978), de Walter Lima Jr., “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade”, e “Bar Esperança” (1983), novamente trabalhando com Hugo Carvana. Neste período, chegou até a estrear na direção com “O Grande Desbum…” (1978), sua única incursão na função, em parceria com Braz Chediak. A volta à Globo se deu pelo humorístico “Chico Anysio Show” em 1982, que inaugurou sua veia humorística na TV. Ele voltou a trabalhar com Chico Anysio em “Estados Anysios de Chico City” e na “Escolinha do Professor Raimundo”, nos anos 1990, vivendo os personagens Bicalho, Nelson Piquete e João Abrealas, e mais recentemente esteve também na versão da “Zorra” de 2015. Durante sua passagem pela emissora, o ator fez participações em muitas novelas, como “Sassaricando” (1987), “Bebê a Bordo” (1988), “Que Rei Sou Eu?” (1989), “Caça Talentos” (1996) e “Explode Coração” (1996), além de minisséries e infantis como “Sítio do Picapau Amarelo” (2002) e “Acampamento de Férias” (2009), com Renato Aragão. Paralelamente, ele ainda foi um dos responsáveis pela explosão do besteirol no teatro brasileiro, com o lançamento de “Cabra Marcado para Correr” em 1985, que ele dirigiu e estrelou, com direito a nudez gratuita do elenco. Entretanto, o cinema continuou representando a maior atividade artística de sua trajetória. Ele firmou uma colaboração bem-sucedida com Bruno Barreto a partir da versão de cinema de “Gabriela” em 1983, que rendeu ainda “Romance da Empregada” (1988) e “O Que é Isso, Companheiro?” (1997), indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Seguiu firme na parceria com Hugo Carvana, filmando “O Homem Nu” (1997), “Apolônio Brasil, Campeão da Alegria” (2003), “Casa da Mãe Joana” (2008), “Não Se Preocupe, Nada Vai Dar Certo” (2011) e “Casa da Mãe Joana 2” (2013). E também trabalhou nos clássicos “Dias Melhores Virão” (1989), de Cacá Diegues, “O Grande Mentecapto” (1989), de Oswaldo Candeira, e “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), de Paulo Thiago. A partir dos anos 2000, Antônio Pedro passou a ser visto em diversos sucessos de bilheteria, integrando-se ao novo cinema de comédia do Brasil. A lista inclui, entre outros, “O Xangô de Baker Street” (2001), de Miguel Faria Jr., “Divã” (2009), de José Alvarenga Jr., “De Pernas pro Ar” (2010) e “O Candidato Honesto” (2014), de Roberto Santucci, “Meu Passado Me Condena 2: O Filme” (2015), de Julia Rezende, “Ninguém Entra, Ninguém Sai” (2017), de Hsu Chien, e “Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano” (2018), de Vivianne Jundi. Suas última aparições nas telas aconteceram em três minisséries do grupo Globo: “Shippados” (2019), “Bom Sucesso” (2019) e “Filhas de Eva” (2021). Antônio Pedro também teve atuação na política. Filiado ao PDT, foi nomeado em 1986 primeiro Secretário Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, mesmo cargo que ocuparia no município de Volta Redonda três anos depois. Em 1990, foi candidato a deputado estadual pelo partido, mas não conseguiu se eleger. O artista deixa três filhos, incluindo as atrizes Ana Baird e Alice Borges.

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