Melissa Barrera é demitida de “Pânico 7” por apoiar Palestina
A atriz Melissa Barrera foi demitida de “Pânico 7”, continuação da franquia de terror, atualmente em desenvolvimento. A produtora Spyglass teria tomado a decisão após postagens de apoio à Palestina no Instagram pessoal da atriz. Os fundadores da Spyglass, Gary Barber e Roger Birnbaum, são judeus – como boa parte dos executivos de Hollywood. Em seu Instagram, ela publicou mensagens oficiais das Nações Unidas e argumentou que nem todo palestino era do Hamas, assim como nem todo israelense era favorável às ações do governo de direita do país. Ela postou vídeos de políticos europeus, apelos de judeus famosos e até um sobrevivente do Holocausto comparando os ataques de Israel na Faixa de Gaza a genocídio. Persistente, publicou dezenas de Stories sobre o tema, sempre pedindo o fim do massacre e paz na região. Em seus posts, ela se esforçava para não generalizar, entretanto, segundo o site Deadline, sua posição foi considerada antissemita pelos responsáveis por sua demissão. A gota d’água teria sido uma insinuação de que judeus controlam a mídia. “Eu tenho procurado vídeos e informações sobre os palestinos há duas semanas ou mais, seguindo relatos etcs. Por quê? Porque a mídia ocidental só mostra o outro lado. Por que eles fazem isso, deixarei que vocês deduzam por conta própria”, ela escreveu. Próximo filme O sétimo “Pânico” será dirigido por Christopher Landon, conhecido por “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020). Ele será o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. A data de “Pânico 7” ainda não foi divulgada.
Novo filme de Superman define intérprete de Jimmy Olsen
O diretor James Gunn definiu o intérprete de Jimmy Olsen, fotógrafo do Planeta Diário e melhor amigo de Clark Kent em “Superman: Legacy”. O escolhido foi o ator Skyler Gisondo, conhecido pelas séries “Santa Clarita Diet” e “The Righteous Gemstones”. O ator já tem experiência em filmes de super-heróis, tendo vivido o irmão de Gwen Stacy (Emma Stone) nos filmes de “O Espetacular Homem-Aranha”. A produção também definiu a atriz e modelo portuguesa Sara Sampaio (“A Sombra”) como Eve Teschmacher, a assistente letal do vilão Lex Luthor. Recomeço da DC nos cinemas “Superman: Legacy” será o primeiro filme do reboot cinematográfico da DC, e também marcará o primeiro projeto de James Gunn como diretor de cinema e co-diretor da DC Studios. Escrito e dirigido por Gunn, o filme tem seu elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião, Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível e Anthony Carrigan (“Barry”) como o Metamorfo. Além destes, a atriz venezuelana María Gabriela De Faría (da série “Deadly Class”) foi anunciada na quarta-feira passada (15/11) como intérprete da vilã Angela Spica, a Engenheira, e Nicholas Hoult estaria em negociação final para viver Lex Luthor. Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A trama seria inspirada em “Superman: Grandes Astros”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. Recentemente, James Gunn também sugeriu influência de “Superman: As Quatro Estações”, que conta a adolescência de Clark Kent na cidade de Smallville. Essa minissérie escrita por Jeph Loeb e desenhada por Tim Sale também é considerada a maior influência na série “Smallville”. A estreia de “Superman: Legacy” está marcada para julho de 2025.
Ralph Macchio e Jackie Chan vão estrelar novo “Karatê Kid”
Jackie Chan e Ralph Macchio, que estrelaram filmes de “Karatê Kid” com décadas de diferença, vão reprisar seus personagens populares num novo filme da icônica franquia de artes marciais. O diretor Jonathan Entwistle, conhecido por séries adolescentes como “I’m Not Okay with This” e “The End of the F***ing World”, está à frente do filme, que vai fundir a trilogia original dos anos 1980 com o reboot de 2010. O roteiro é de Rob Lieber, da franquia “Pedro Coelho”, mas detalhes do enredo, especialmente como os dois atores se juntam, estão sendo mantidos em sigilo. Macchio, o Karatê Kid original, e Chan, o mentor do segundo, se juntaram num vídeo para divulgar a produção e anunciar o início de uma busca pelo próximo Karatê Kid. Aparentemente, a trama vai acompanhar um novo adolescente que encontra força e direção por meio das artes marciais e de um mentor duro, mas sábio. A Sony agendou a estreia para 13 de dezembro de 2024 nos EUA.
“Creed 4” é confirmado com direção de Michael B. Jordan
O produtor Irwin Winkler anunciou a produção de “Creed IV”, que voltará a ser estrelado e dirigido por Michael B. Jordan. Windler deu a notícia em participação no evento Contenders Film, realizado em Los Angeles, quando revelou também que o longa já tem história definida e deve começar a ser rodado no fim de 2024. “Agora estamos planejando fazer Creed 4. Temos uma trama muito boa. Nos atrasamos por conta da greve [de Hollywood], assim como todo mundo, mas devemos entrar em pré-produção em cerca de um ano”, Winkler revelou no evento do site americano Deadline. Michael B. Jordan fez sua estreia na direção em “Creed III” (2023), primeiro filme derivado de “Rocky” sem a participação de Sylvester Stallone como Rocky Balboa. Stallone se afastou do spinoff justamente por conta das tensões entre ele e Winkler, detentor dos direitos da franquia. Nos dois primeiros “Creed”, lançados em 2015 e 2018, Rocky chegou a aparecer como mentor e treinador do jovem boxeador Adonis Creed, vivido por Jordan. Em fevereiro passado, Jordan já havia expressado seu desejo de fazer um novo filme, enfatizando sua intenção de criar seu próprio universo Creed. “Eu tenho o desejo de expandir o CreedVerso de maneira razoável, mas definitivamente espero explorar outras histórias dentro do universo de Creed, com certeza”, falou à imprensa na época.
Jason Bourne vai ganhar mais um filme
A Universal Pictures está desenvolvendo um novo filme da franquia “Jason Bourne” e já contratou o diretor alemão Edward Berger, de “Nada de Novo no Front”, para comandar a produção. Ainda em estágios iniciais de desenvolvimento, o projeto não possui um roteiro definido e nem confirmou volta de Matt Damon, astro da franquia dos anos 2000. Damon interpretou Bourne em uma trilogia de filmes de 2002 a 2007, e depois reprisou o papel no filme homônimo de 2016. Baseados nos romances do falecido autor Robert Ludlum, os filmes acompanham um agente secreto que perde a memória e é caçado pelo governo pelos segredos comprometedores que pode revelar. Além dos filmes de Damon, Jeremy Renner estrelou um spinoff, “O Legado Bourne”, em 2012. Berger foi indicado ao Oscar pelo roteiro de “Nada de Novo no Front”. O longa alemão venceu quatro troféus, incluindo o de Melhor Filme Internacional, no Oscar 2023
Ator de X-Men negocia viver Lex Luthor no novo filme de Superman
Plot twist no Universo Cinematográfico da DC (DCU). O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), que foi cotado para viver Superman no novo filme da DC, abriu negociações para estrelar a produção como seu vilão principal, Lex Luthor. Segundo o site The Hollywood Reporter, as conversas começaram antes mesmo da greve dos atores em Hollywood. Já na época em que disputava o papel do herói, muitos apontavam que o ator também era considerado para o papel de Luthor. Procurado, o estúdio Warner Bros. não quis comentar a notícia. Recomeço da DC nos cinemas “Superman: Legacy” será o primeiro filme do reboot cinematográfico da DC, e também marcará o primeiro projeto de James Gunn como diretor de cinema e co-diretor da DC Studios. Escrito e dirigido por Gunn, o filme tem seu elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião, Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível e Anthony Carrigan (“Barry”) como o Metamorfo. Além destes, a atriz venezuelana María Gabriela De Faría (da série “Deadly Class”) foi anunciada na quarta-feira passada (15/11) como intérprete da vilã Angela Spica, a Engenheira, Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A trama seria inspirada em “Superman: Grandes Astros”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. Recentemente, James Gunn também sugeriu influência de “Superman: As Quatro Estações”, que conta a adolescência de Clark Kent na cidade de Smallville. Essa minissérie escrita por Jeph Loeb e desenhada por Tim Sale também é considerada a maior influência na série “Smallville”. A estreia de “Superman: Legacy” está marcada para julho de 2025.
Novo “Jogos Vorazes” supera “As Marvels” no Brasil
“Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” foi o filme mais visto no Brasil durante o fim de semana. O prólogo da franquia “Jogos Vorazes” estreou em 1º lugar nas bilheterias com uma arrecadação de R$ 9,9 milhões. Mas como teve uma estreia antecipada na quarta-feira, o longa já acumula um total de R$ 15,2 no mercado nacional. Com isso, “As Marvels” caiu para o 2º lugar, arrecadando R$ 3,6 milhões. Em dois fins de semana, a nova produção do Marvel Studios soma um total de R$ 17,3 no país. O Top 5 se completou com o terror “Five Nights at Freddy’s”, a animação “Trolls 3 – Juntos Novamente” e o documentário “Taylor Swift: The Eras Tour”, que arrecadaram, respectivamente, R$ 2 milhões, R$ 1,1 milhão e R$ 535 mil.
Guel Arraes é premiado na Europa como Melhor Diretor por “Grande Sertão”
O Festival Tallinn Black Nights, realizado na capital da Estônia, premiou o brasileiro Guel Arraes (“O Auto da Compadecida”) como Melhor Diretor de sua seção Critic’s Pick, pelo filme “Grande Sertão”. Inédito no Brasil, o longa é uma adaptação livre da obra clássica de Guimarães Rosa, passada num período indeterminado, mas próximo dos dias atuais. “Prêmio de direção significa prêmio para os artistas e produtores do filme também, porque ele só é possível se tudo isso funciona junto. É interessante também que um filme tão ancorado na realidade brasileira e na recriação do português que faz Guimarães Rosa tenha se destacado num festival internacional”, ressaltou Arraes em declaração sobre a conquista. Um dos festivais de médio porte mais importantes da Europa, o evento estoniano é acompanhado pela imprensa de todo o mundo e a premiação rendeu artigos nos principais veículos dedicados à indústria cinematográfica dos EUA. No filme, o universo da violência dos jagunços do sertão, da obra de Guimarães Rosa, é transferido para um território de criminosos da periferia urbana, num clima meio de “Cidade de Deus” do pós-apocalipse. Segundo a sinopse, a trama se passa “numa grande comunidade da periferia brasileira chamada ‘Grande Sertão'”, onde a luta entre policiais e criminosos assume ares de guerra e traz à tona questões como lealdade, vida e morte, amor e coragem, Deus e o diabo. A história, narrada por o Riobaldo, é marcada pela presença de um personagem enigmático, Diadorim, que se torna seu grande amigo e desperta sentimentos complexos, atraindo-o para o mundo do crime. A identidade sexual de Diadorim é um mistério constante para Riobaldo, que lida com escolhas morais e dilemas éticos, enquanto busca entender seu lugar no mundo e sua própria natureza, diante da falta de coragem de confessar sua paixão. Nesse percurso transcorrem as batalhas e escaramuças da grande guerra do Sertão. Além dirigir, Guel Arraes também assina o roteiro ao lado de Jorge Furtado (“Vai dar Nada”), e o elenco destaca Caio Blat (“O Mar do Sertão”) como Riobaldo e Luisa Arraes (“Duetto”) como Diadorim. A estreia no Brasil vai acontecer apenas em maio de 2024.
Bilheteria | “As Marvels” sofre queda histórica e novo “Jogos Vorazes” lidera nos EUA
“Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” estreou no topo das bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana, mas com um resultado bastante inferior ao desempenho anterior da franquia. O filme, que marca o retorno ao universo distópico de Panem após oito anos, arrecadou US$ 44 milhões no mercado doméstico. O desempenho foi mais forte no exterior, onde somou US$ 54,5 milhões, para atingir um total global de US$ 98,5 milhões. A aprovação da crítica ficou em 60% no Rotten Tomatoes, enquanto os espectadores deram uma nota B+ no CinemaScore, a mais baixa da franquia até o momento. Esses indicadores sugerem que a nova direção da trama não ressoou de forma tão forte como os blockbusters originais. Com novo elenco e diferente configuração, o prólogo de “Jogos Vorazes” deixou de ser a sensação de outrora. Vale lembrar que todos os quatro filmes estrelados por Jennifer Lawrence entre 2012 e 2015 abriram com arrecadação superior a US$ 100 milhões na América do Norte. O novo não chegou nesse valor em todo o mundo. Finalmente exibida nos EUA, a animação “Trolls 3: Juntos Novamente” emplacou o 2º lugar nas bilheterias, com US$ 30,6 milhões em seu lançamento doméstico. Um aspecto notável do filme foi sua estratégia de distribuição, com estreia antecipada em até um mês em vários países, inclusive no Brasil, antes de chegar aos cinemas dos Estados Unidos. Graças a isso, “Trolls 3” já tinha acumulado US$ 76,3 milhões em receita internacional, contribuindo para um total global de US$ 108,1 milhões. O novo recorde negativo de “As Marvels” Em 3º lugar, “As Marvels” enfrentou um revés notável em sua segunda semana nas bilheterias, registrando uma queda surpreendente de 78% em relação à sua estreia. Este declínio resultou em uma arrecadação de apenas US$ 10,2 milhões, um número que se destaca negativamente no contexto do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), conhecido por seus sucessos consecutivos e consistentes. O resultado também marca o pior desempenho de segunda semana para um filme não só da Marvel, mas de super-heróis em geral na história recente de Hollywood. Antes deste fim de semana, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” detinha o recorde de maior queda de segunda semana dentro do MCU, com 69,9%. Os recordes negativos de “As Marvels”, que já tinha registrado a pior estreia do MCU, indicam que a crise do Marvel Studios não pode mais ser subestimada. “As Marvels” também teve desempenho fraco nos demais países. O longa arrecadou US$ 19,5 milhões em 52 mercados estrangeiros, totalizando um montante global de US$ 161,3 milhões após dois fins de semana em cartaz – diante de um orçamento de US$ 200 milhões, sem as despesas de P&A (cópias e publicidade). Top 5 sangrento Dois filmes de terror completam o Top 5. A estreia de “Feriado Sangrento” faturou US$ 10,2 milhões em 4º lugar, recebendo uma classificação B- no CinemaScore, mas uma avaliação surpreendentemente positiva de 83% no Rotten Tomatoes. O filme, que marca a volta de Eli Roth (“O Albergue”) ao terror, foi inspirado por um trailer falso do diretor no projeto “grindhouse” de 2007 de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez – que rendeu os filmes “À Prova de Morte” e “Planeta Terror”, respectivamente. O 5º lugar ficou com “Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo sem Fim”, que gerou US$ 3,3 milhões em seu quarto fim de semana. Com um orçamento modesto de apenas US$ 20 milhões, “Five Nights at Freddy’s” tem apresentado um desempenho notável, acumulando um total de US$ 132 milhões na América do Norte e US$ 271 milhões mundiais até o momento. Outros filmes A pior estreia da semana ficou por conta do novo filme de Taika Waititi (diretor de “Thor: Amor e Trovão”). “Quem Fizer Ganha” abriu em 6º, arrecadando US$ 2,7 milhões de 2.240 cinemas. Esta performance abaixo do esperado pode ser atribuída a uma combinação de fatores, incluindo críticas negativas. Baseado na história real da equipe de futebol de Samoa Americana e seu esforço para sair de uma série de derrotas devastadoras, a comédia de enredo inspirador foi considerada pobre pela crítica, com apenas 41% de aprovação no Rotten Tomatoes, e recebeu nota B+ do público no CinemaScore. Para completar, “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, desceu ao último degrau do Top 10 após cinco fins de semana em cartaz. O filme estrelado por Leonardo DiCaprio e Robert De Niro gerou US$ 1,9 milhões de 1.714 locais de exibição. O total acumulado na América do Norte é de US$ 63,5 milhões, com uma arrecadação mundial de US$ 145,7 milhões. Embora esses números possam parecer modestos em comparação com outras grandes produções, o objetivo da Apple ao produzir o filme foi aproveitar o prestígio do nome de Scorsese para atrair atenção durante a temporada de premiações de cinema nos EUA e ganhar mais assinantes com seu lançamento posterior em streaming. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES 2 | TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE 3 | AS MARVELS 4 | FERIADO SANGRENTO 5 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM
Boicote de bolsonaristas tem efeito contrário e filme de Lázaro Ramos esgota ingressos
Bolsonaristas não desistiram de boicotar o filme “Ó Pai, ó 2”, estrelado por Lázaro Ramos. A hashtag #BoicoteLazaroRamos voltou a ganhar destaque neste sábado (18/11) no X (antigo Twitter), após surgir pela primeira vez há duas semanas. A justificativa da perseguição é singela: porque o ator apoiou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência. Com pouca adesão (eram 5 mil menções às 16h30), a campanha bolsonarista acabou tendo efeito contrário, ajudando a divulgar o filme. Antes da iniciativa, pouco se falava sobre o lançamento nas redes sociais. Graças aos radicais, o filme acabou virando causa e, segundo informa o próprio Lázaro Ramos, teve circuito ampliado em Salvador, onde já teria esgotado todos os ingressos para sua pré-estreia. “Em Salvador, a princípio, seriam 5 salas reservadas para os convidados da pré-estreia de ‘Ó Paí, ó 2’. A pedidos do público, abriu-se uma sessão paga às 18:30. Ingressos esgotados em meia hora. Abriu-se mais uma sessão às 14h da tarde, ingressos esgotados em 15 minutos”, contou o ator no X. . “No final das contas, uma linda pré-estreia de ‘Ó paí, ó 2’. Ao invés de estrear 23 de novembro, neste sábado já estará em cartaz no cinema Glauber Rocha”, continuou o ator. “Obrigado Salvador, esse filme só surgiu por causa de vocês, pelos pedidos de vocês e tá entregue. Divirtam-se com o Bando de teatro Olodum e grande elenco nessa história dirigida por Viviane Ferreira”. O perfil Africanize também testemunhou o “sucesso em Salvador”, com nove salas lotadas antes da estreia no resto do país. Tentativas anteriores de boicote Esta não é a primeira vez que perfis bolsonaristas se lançam contra um filme. Eles se empenharam com muito afinco num boicote contra “Marighella”, de Wagner Moura, que acabou se tornando a maior bilheteria brasileira de 2021. Também se manifestaram contra “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos, que virou outro sucesso de público – a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. Lázaro Ramos e Wagner Moura foram “escolhidos para Cristo” entre um universo de dezenas de milhares de artistas que fizeram o mesmo que eles. À exceção de um punhado de atores, a imensa maioria da classe artística se manifestou favorável ao petista antes e durante as últimas eleições. “Ó Pai, Ó 2” – O Filme “Ó Pai, Ó 2” é sequência da comédia de sucesso de 2007, que rendeu uma série derivada indicada ao Emmy Internacional em 2009. O filme se passa 15 anos após o original e encontra Roque, personagem de Lázaro Ramos, prestes a lançar sua primeira música, confiante de que irá alcançar a fama como cantor. Mas quando Neuzão (Tania Toko) perde seu bar, causando uma comoção geral, ele se junta à turma do Pelourinho num plano para salvar o local com as preparações para a Festa de Iemanjá, uma das mais populares do calendário baiano, que concentra uma multidão em Salvador. O elenco também traz de volta Dira Paes, Luciana Souza, Érico Brás e Valdineia Soriano, mas a direção mudou. Saiu Monique Gardenberg e entrou Viviane Ferreira (“O Dia de Jerusa”), que também assina o roteiro ao lado de vários colaboradores. Em Salvador, a princípio, seriam 5 salas reservadas para os convidados da pré-estreia de Ó Paí, ó 2. A pedidos do público, abriu-se uma sessão paga às 18:30. Ingressos esgotados em meia hora. Abriram-se mais duas sessões para às 16h da tarde. Ingressos esgotados em meia hora.… pic.twitter.com/BQ8o00PhGD — Lázaro Ramos (@olazaroramos) November 16, 2023 VIVA O CINEMA BRASILEIRO! 🇧🇷📹A pré-estreia de ‘Ó Paí, Ó 2’ foi um sucesso em Salvador. No cronograma, seriam apenas 5 salas disponíveis, mas acabaram abrindo mais 4 salas e, advinha? LOTADAS. Não esqueça que o filme estreia somente no dia 23 de novembro, mas em Salvador, o… pic.twitter.com/zOLniqB9n3 — Africanize (@africanize_) November 17, 2023
Leonardo DiCaprio diz que Sharon Stone foi a primeira a reconhecer seu talento: “Não canso de agradecer”
Leonardo DiCaprio revelou ao E! News que não se cansa de agradecer a Sharon Stone “muitas vezes” por ajudá-lo no começo de sua carreira, pagando do próprio bolso seu salário para incluído no filme “Rápida e Mortal” (1995), de Sam Raimi, após o estúdio recusar-se a contratar um menino desconhecido. Ela foi a primeira a reconhecer seu talento em Hollywood. DiCaprio tinha acabado de finalizar seu primeiro papel de destaque, no filme indicado ao Oscar “Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador” (1994), e Stone queria trabalhar com o então jovem ator e também com outro desconhecido, Russel Crowe, brigando com o estúdio pela escalação dos dois. “Ela disse: ‘Esses são os dois atores com quem quero trabalhar’”, lembrou DiCaprio. “É incrível. Ela tem sido uma grande defensora do cinema e de dar oportunidades a outros atores, então estou muito grato”, lembrou DiCaprio. “Já agradeci a ela muitas vezes”, acrescentou. “Não sei se enviei a ela um presente físico de agradecimento, mas não canso de agradecê-la o suficiente.” Briga por DiCaprio foi parar em livro Em “Rápida e Mortal”, Stone vive uma pistoleira que entra numa competição de duelos numa cidadezinha do Velho Oeste para acertar contas com seu líder (Gene Hackman). Em suas memórias de 2021, “The Beauty of Living Twice”, ela revelou que teve que pagar o salário de DiCaprio depois que o estúdio TriStar Pictures se recusar a incluí-lo no elenco. “Esse garoto chamado Leonardo DiCaprio foi o único que acertou em cheio no teste”, escreveu Stone, acrescentando que fez o teste com vários atores adolescentes para o papel de The Kid. “Na minha opinião, ele foi o único que entrou e chorou, implorando ao pai que o amasse enquanto ele morria no local.” Stone se lembra dos executivos do estúdio dizendo a ela: “Por que um desconhecido, Sharon, por que você está sempre atirando no próprio pé?’” “O estúdio disse que se eu o quisesse tanto, poderia pagá-lo com meu próprio salário. Foi o que fiz”, explicou Stone. Esta briga acabou motivando Stone a se tornar produtora, para brigar pelo elenco que acreditava merecer o trabalho. Russell Crowe também agradece Além de DiCaprio, Russell Crowe também se lembra com carinho da defesa de Sharon Stone a sua escalação, dizendo que devia a sua carreira a ela. Em entrevista de 2020 no talk show de Seth Meyers, ele disse que talvez não estivesse mais no cinema se a atriz não tivesse lutado por ele naquele filme. “Demorei 18 meses ou mais e literalmente centenas e centenas de reuniões antes de conseguir um trabalho americano. E só consegui porque Sharon Stone viu um filme que eu estrelei [na Austrália]”, ele contou. “E ela estava em uma guerra de espadas com os produtores masculinos do filme e bateu o pé para dizer: ‘Vou contratar a pessoa que quiser contratar como interesse amoroso’”, Crowe contou. No filme, Crowe interpretou Cort, um ex-pistoleiro e fora-da-lei que se tornou pregador. Foi sua estreia no cinema americano. Dois anos depois, ele estrelou “Los Angeles: Cidade Proibida”, filme indicado a 9 Oscars, e nunca mais parou, vencendo seu próprio Oscar por “O Gladiador” (2000). No mesmo ano em que “Rápida e Mortal” estreou, DiCaprio estrelou “Diário de um Adolescente” e “Eclipse de uma Paixão”. No ano seguinte, a carreira do ator explodiu com o sucesso de “Titanic”, de James Cameron. Com isso, o estúdio Tri-Star assumiu seu erro. Quando “Rápida e Mortal” saiu em vídeo em 1996, o nome do “desconhecido” foi realçado à condição de coprotagonista no trailer do lançamento. Veja abaixo a divulgação do VHS.
Estreias | 10 novidades do streaming para assistir no fim de semana
Os 10 principais destaques da programação de streaming da semana contabilizam sete séries e três filmes. A novidade mais esperada é “Monarch: Legado de Monstros”, continuação do blockbuster “Godzilla vs. Kong” em forma de série. “The Crown” também retorna para contar os últimos dias da Princesa Diana. E ainda há a nova criação das mentes responsáveis por “The OA”, o mistério “Um Assassinato no Fim do Mundo”, que merece especial atenção. A lista também traz nada menos que três produções brasileiras e a versão anime de “Scott Pilgrim”. Já entre os filmes, o destaque fica por conta de “Besouro Azul”, estreia de Bruna Marquezine em Hollywood, que chega à HBO Max. Confira abaixo as dicas em detalhes. SÉRIES MONARCH: LEGADO DE MONSTROS | APPLE TV+ A superprodução do estúdio Legendary leva a franquia dos monstros gigantes para a televisão, apresentando um desafio único ao adaptar as espetaculares batalhas de titãs para uma tela menor. Ambientada um ano após o “Dia G” – o confronto entre Godzilla, King Kong e os kaijus, que destruiu grande parte de São Francisco no filme “Godzilla vs. Kong” (2021) – a história segue Cate (Anna Sawai), uma professora da área da baía de São Francisco, que vai a Tóquio em busca de respostas sobre seu falecido pai, Hiroshi (Takehiro Hira). Lá, ela descobre que Hiroshi tinha uma segunda família, conhece um meio-irmão e investiga a conexão da família com a Monarch, uma organização secreta comparada à CIA, mas focada em monstros. Apesar de se relacionar também à trama de “Kong: Ilha da Caveira” (2017), a produção não exige conhecimento prévio sobre os filmes do Monstroverso, embora isso possa enriquecer a experiência. A série funciona como uma história de origem da Monarch, alternando-se entre o presente e eventos que se seguiram à 2ª Guerra Mundial. A dinâmica entre as diferentes eras é facilitada pelo uso de um mesmo personagem, com Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”) retratando um soldado americano na época da guerra e seu pai da vida real, Kurt Russell (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), aparecendo como sua versão mais velha. Visualmente, a produção é impressionante, com cenas de ação que evocam o Monstroverso, enquanto a trama se expande para locais tão distantes quanto o Alasca e a Argélia. Mas há um inevitável diferencial de escala – obviamente, Godzilla não aparece na maioria dos capítulos – , o que os escritores sabem usar a seu favor, ao manter um foco maior nos personagens humanos da história, que sempre ficam em segundo plano nos filmes. Criada por Chris Black (“Outcast”) e Matt Fraction (“Gavião Arqueiro”), a atração também é estrelada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Joe Tippett (“Mare of Easttown”), Elisa Lasowski (“Versailles”) e o cantor japonês Ren Watabe (“461 Lunch Boxes”), além de trazer participação especial de John Goodman revivendo seu papel de “Kong: A Ilha da Caveira” (2017). UM ASSASSINATO NO FIM DO MUNDO | STAR+ A nova série de mistério de Brit Marling e Zal Batmanglij (a dupla criativa de “The OA”) mescla serial killer, mudança climática e avanços tecnológicos. O elenco é encabeçado por Emma Corrin (“The Crown”), que interpreta Darby Hart, uma detetive amadora e escritora, que se desdobra na narrativa em duas linhas temporais. Em flashbacks, Darby une forças a outro detetive amador, vivido por Harris Dickinson (“Um Lugar Bem Longe Daqui”), para investigar um serial killer. Anos depois, os dois parceiros se reencontram no “fim do mundo”, um retiro organizado por um bilionário da tecnologia (Clive Owen, de “Lisey’s Story”) num local distante em meio ao gelo. Contudo, quando um dos convidados é encontrado morto, ela precisa utilizar todas as suas habilidades para provar que se trata de um assassinato e impedir que o assassino tire mais vidas. Alterando-se entre o presente (ou futuro, pela evolução da Inteligência Artificial na trama) no retiro e flashbacks da investigação inicial, a trama busca explorar as relações e a evolução dos personagens, enquanto a cinematografia contrasta as duas linhas do tempo, realçando o calor dos flashbacks e o ambiente frio e isolado do presente. Apesar dos desafios na balancear a narrativa e em dar profundidade aos temas, a série mantém um bom nível de engajamento nas duas linhas temporais, em grande parte devido à presença magnética de Corrin na tela. O restante do elenco é formado pela própria Brit Marling (“The OA”), Joan Chen (“Ovelhas sem Pastor”), Raúl Esparza (“Candy”), Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”), Ryan J. Haddad (“The Politician”), Pegah Ferydoni (“Almania”), Javed Khan (“Lapwing”), Louis Cancelmi (Billions”), Edoardo Ballerini (“7 Splinters in Time”), Britian Seibert (“The Knick”), Christopher Gurr (“A Idade Dourada”), Kellan Tetlow (“This Is Us”), Daniel Olson (“Nossa Bandeira É a Morte”), Neal Huff (“Radium Girls”) e a brasileira Alice Braga (“O Esquadrão Suicida”). THE CROWN 6 – PARTE 1 | NETFLIX A primeira parte da 6ª e última temporada de “The Crown” é toda focada na Princesa Diana, mostrando sua melancolia, o cerco dos paparazzi e os instantes que antecederam sua morte trágica. Os episódios giram em torno o final da vida da princesa interpretada por Elizabeth Debicki e seu relacionamento com os filhos, William e Harry, e com seu namorado Dodi Al Fayed, papel de Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”), até o acidente em Paris, durante uma fuga de paparazzi que matou os dois. O elenco também inclui Imelda Staunton (“Harry Potter”) como rainha Elizabeth II, Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como Príncipe Philip, Lesley Manville (“Trama Fantasma”) como Princesa Margaret, Dominic West (“Tomb Raider”) como Príncipe Charles e Olivia Williams (“Meu Pai”) como Camilla Parker-Bowles. Criada por Peter Morgan (“A Rainha”), a série dramática acompanha a vida de Elizabeth II desde os anos 1950, quando assumiu o trono, até dias mais recentes, em seus últimos anos como Rainha do Reino Unido. Após os quatro episódios disponibilizados nesta quinta (16/11), a segunda parte, composta pelos seis episódios derradeiros, chegará ao streaming em 14 de dezembro. DNA DO CRIME | NETFLIX Série brasileira mais cara da Netflix, o thriller criminal se destaca por integrar ação intensa com uma investigação detalhada. A trama é baseada em uma história real que ocorreu na América do Sul entre 2013 e 2020, e começa com um assalto bem planejado em Ciudad del Este, no Paraguai. Mais de 50 assaltantes fortemente armados usam explosivos para entrar e fugir com US$ 44 milhões da sede de uma empresa de private equity. À medida que as investigações se desdobram, com o envolvimento de agentes federais brasileiros, sediados em Foz do Iguaçu, a história se aprofunda em uma complexa rede de crimes que cruza fronteiras. Os protagonistas são os agentes Benicio, interpretado por Romulo Braga (“O Rio do Desejo”), e Suellen, interpretada por Maeve Jinkings (“Os Outros”), ambos apoiados por seu chefe Rossi, vivido por Pedro Caetano ( de “O Escolhido”). Eles enfrentam o líder dos assaltantes, Sem Alma, interpretado por Thomas Aquino (também de “Os Outros”), num momento em que a polícia brasileira começa a usar amostras de DNA para encontrar criminosos. A descoberta de uma pista liga o roubo a outros crimes recentes e leva à revelação de um esquema ainda maior, misturando criminosos do Paraguai e do Brasil. Embora “DNA do Crime” não inove na narrativa das séries criminais, entrega ação intensa, com cenas de perseguição de carros e tiroteios reminiscentes do estilo visual de Denis Villeneuve em “Sicario”. Há também uma obsessão compartilhada com cidades de fronteira e a atmosfera especial que envolve as operações ilegais que ocorrem ali. A direção é dos cineastas Pedro Morelli (do filme “Zoom” e da série “Irmandade”) e Heitor Dhalia (do filme “Tungstênio” e da série “Arcanjo Renegado”), este último também listado como um dos criadores, ao lado do também cineasta Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e dos roteiristas Bernardo Barcellos (“Quero Ter 1 Milhão de Amigos”) e Leonardo Levis (“Irmandade”). AMAR É PARA OS FORTES | PRIME VIDEO A série criada pelo músico Marcelo D2 lembra a estética do filme “Cidade de Deus”, e não é por acaso. Uma das diretoras é Katia Lund, codiretora do clássico de 2002. A produção conta a saga de duas mulheres negras cariocas que veem seus destinos entrelaçadosdurante uma operação policial no Dia das Mães. Rita (Tatiana Tiburcio) perde seu filho de 11 anos, Sushi (João Tiburcio), para a violência policial, e Edna (Mariana Nunes) é mãe de Digão (Maicon Rodrigues), o policial que matou a criança. Buscando justiça e redenção, ambas irão enfrentar a corrupção policial e a morosidade do sistema judiciário. Rita terá o apoio de seu filho mais velho, o artista plástico Sinistro (Breno Ferreira), que, junto com a comunidade da Maré, lutará por justiça para Sushi. Além de D2, a série tem criação de Antonia Pellegrino (“Tim Maia”) e Camila Agustini (“As Seguidoras”). Rica Amabis (“Manhãs de Setembro”) é responsável pela trilha sonora original. ANDERSON SPIDER SILVA | PARAMOUNT+ a minissérie biográfica acompanha a vida do campeão de UFC Anderson Silva da infância à consagração. A produção mostra o bullying sofrido pelo futuro astro das lutas, Seu Jorge (“Marighella”) como o adulto responsável por sua criação e muitas lutas no ringue. O lutador é vivido por Caetano Vieira e Bruno Vinícius na infância e juventude, quando aprendeu a lutar para sobreviver na periferia de Curitiba, enquanto sua versão adulta é interpretada por William Nascimento (“Genesis”), que passou três meses treinando em academias no Rio de Janeiro para encarnar o auge de um dos maiores campões de MMA do UFC. Parte dos roteiristas da série veio do projeto Narrativas Negras, que desenvolve conteúdo exclusivo para a ViacomCBS, conglomerado dono da Paramount+. Marton Olympio (“Alemão 2”) é o roteirista principal e Caito Ortiz (“Papai é Pop”) dirige a produção, que ainda destaca no elenco Tatiana Tiburcio (“Malhação: Viva a Diferença”), Douglas Silva (“Fuzuê”), Jean Paulo Campos (“Carrossel: O Filme”), Jeniffer Dias (“Rensga Hits!”), Larissa Nunes (“Coisa Mais Linda”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Vaneza Oliveira (“3%”). SCOTT PILGRIM: A SÉRIE | NETFLIX A animação é inspirada nos quadrinhos de Bryan Lee O’Malley e no filme cult de Edgar Wright. Com estilo anime fofinho, seus episódios narram o romance entre o personagem-título e Ramona Flowers, a garota de seus sonhos, mas quando o crush está prestes a virar date, a situação vira uma luta interminável. É que, para namorar Ramona, Scott precisará enfrentar sete ex-namorados dela. O detalhe mais interessante da produção é que os atores que participaram da adaptação cinematográfica de 2010, “Scott Pilgrim contra o Mundo”, voltam a dar voz aos seus personagens. O elenco grandioso traz Michael Cera (“Arrested Development”) como a voz do personagem-título e Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) como Ramona, sem esquecer de Kieran Culkin (“Succession”), Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”), Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alison Pill (“The Newsroom”), Aubrey Plaza (“The White Lotus”), Brandon Routh (“Legends of Tomorrow”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Satya Bhabha (“Sense8”), Johnny Simmons (“The Late Bloomer”), Mark Webber (“Sala Verde”), Mae Whitman (“Intimidade Forçada”) e Ellen Wong (“GLOW”). Até o diretor Edgar Wright retorna como produtor do desenho, juntando-se ao autor dos quadrinhos originais nos bastidores da produção. A adaptação é assinada pelo roteirista BenDavid Grabinski (“A Felicidade é de Matar”), a direção é de Abel Gongora (“Star Wars: Visions”) e a animação está a cargo do estúdio japonês Science SARU (“Devilman: Crybaby”). FILMES BESOURO AZUL | HBO MAX O primeiro filme de super-herói latino da DC – e estreia de Bruna Marquezine em Hollywood – conquistou a crítica internacional graças a um elenco carismático e ao uso extensivo da família do herói, que alimenta cenas de humor bem alinhadas com as sequências de ação. Mesmo assim, não escapa dos clichês dos filmes de origem e dos problemas crônicos das produções da DC, como vilões genéricos e efeitos visuais fracos. Em seu primeiro papel em inglês, Marquezine vive Jenny Kord, personagem que não existe na DC Comics, mas que no filme é apresentada como...
Prólogo do terror clássico “A Profecia” ganha primeira foto
O 20th Century Studios divulgou a primeira imagem do prólogo de “A Profecia” (The Omen, 1976). Intitulado em inglês “The First Omen”, o longa deve contar a história do nascimento de Damien, e conta com a brasileira Sônia Braga no elenco. Além da imagem, que volta a mostrar uma freira num contexto de terror, a produção ganhou data de estreia para 5 abril de 2024 nos EUA. A imagem traz a atriz Nell Tiger Free (“Servant”) como uma noviça, no interior de uma igreja escura. Mas ainda não há maiores detalhes da trama. Sabe-se apenas que o filme será dirigido por Arkasha Stevenson, que também assina o roteiro ao lado de Tim Smith, com quem já tinha trabalhado antes nas séries “Channel Zero” (2018) e “Vingança Sabor Cereja” (2021). Dirigido por Richard Donner, o primeiro “A Profecia” acompanhava um complô satânico, envolvendo troca de bebês numa maternidade em Roma, para colocar o Anticristo na família de um embaixador americano (interpretado por Gregory Peck), preparando sua ascensão política ao poder nos EUA. O filme foi um sucesso na época, faturando mais de US$ 60 milhões nas bilheterias, e rendeu duas continuações (lançadas em 1978 e 1981), um remake (de 2006) e uma série, “Damien” (2016). Here is your first look at #TheFirstOmen, the prequel to the classic horror film franchise, exclusively in theaters April 5, 2024. pic.twitter.com/4qF8Cux1jn — 20th Century Studios (@20thcentury) November 16, 2023












