Esquadrão Suicida: Nova foto junta o grupo de supervilões dos quadrinhos
A Warner Bros. divulgou uma nova foto que junta os integrantes de “Esquadrão Suicida”, filme sobre os supervilões dos quadrinhos da DC Comics. Clique na imagem acima para ampliá-la As imagens destacam a Arlequina vivida por Margot Robbie (“Golpe Duplo”), Will Smith (“Golpe Duplo”) como o Pistoleiro, Jai Courteney (“Divergente”) como Capitão Bumerangue, Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Pompeia”) sob a maquiagem do Crocodilo, Joel Kinnaman (“RoboCop”) como Rick Flagg e a estreante Karen Fukuhara como Katana. Além deles, o elenco inclui Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) como Coringa, Cara Delenvigne (“Cidades de Papel”) como Magia, Adam Beach (“A Conquista da Honra”) como Amarra, Jay Hernandez (“O Albergue”) como El Diablo, Scott Eastwood (“Corações de Ferro”) em papel misterioso e Viola Davis (série “How to Get Away with Murder”), que, na pele de Amanda Waller, é a responsável por convencer os vilões a participarem de uma missão suicida em troca da redução de suas penas. Escrito e dirigido David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ronda Rousey vai malhar Tina Fey em comédia
A lutadora Ronda Rousey vai arrancar o couro de Tina Fey na vindoura comédia “Do Nothing Bitches”. Segundo a Variety, a trama vai mostrar esposas mimadas que resolvem entrar num acampamento onde Ronda Rousey é uma das instrutoras. O roteiro foi escrito por Paula Pell, com quem Tina Fey trabalhou no humorístico “Saturday Night Live” e na comédia “Irmãs”. Por sinal, este filme marcou a estreia de Pell no cinema com grande sucesso nos EUA. Ele estreia nos cinemas brasileiros na próxima quinta (21/1). Assim como “Irmãs”, “Do Nothing Bitches” terá produção da Universal Pictures, que ainda não definiu o diretor nem agendou a estreia. Enquanto planeja sua volta aos ringues, Rousey também se prepara para estrelar o remake de “Matador de Aluguel” e o thriller de ação “Mile 22”.
Connie Nielsen será a mãe da Mulher Maravilha
A atriz dinamarquesa Connie Nielsen, que viveu a mãe da “Ninfomaníaca” (2013), será agora a mãe da Mulher Maravilha no cinema. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, ela foi contratada para viver a Rainha Hipólita, líder das amazonas e mãe da heroína. O estúdio Warner Bros. chegou a negociar com Nicole Kidman, mas houve conflito da produção do filme com as gravações de “Big Little Lies”, minissérie da HBO que, além de estrelar, ela vai produzir. De acordo com a Variety, Robin Wright (série “House of Cards”) chegou a ser cogitada para o papel, mas o estúdio preferir mantê-la no papel para o qual foi originalmente contratada. Ela está no filme como outra guerreira. O elenco de “Mulher-Maravilha” também destaca Gal Gadot como Diana Prince/Mulher-Maravilha, Chris Pine (franquia “Star Trek”) como o Capitão Steve Trevor, além de Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). As filmagens já começaram na Inglaterra, com roteiro de Jason Fuchs (“Peter Pan”) e direção a cargo de Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”). A estreia está prevista para junho de 2017.
The Veil: Lily Rabe e Jessica Alba encontram o terror em trailer possuído
A Universal Pictures divulgou 26 fotos, o pôster e o primeiro trailer de “The Veil”, novo terror da produtora Blumhouse (“A Entidade”, “Atividade Paranormal”). A prévia junta duas das características mais marcantes dos filmes da companhia, o falso documentário e o elenco acima da média nas produções do gênero, desta vez juntas num mesmo produto. Mais revelante, porém, é o clima absolutamente tenso do trailer, que combina seita suicida, cabana remota e possessão diabólica. A trama gira em torno de uma seita religiosa conhecida como Véu do Céu, cujos membros cometeram suicídio coletivo. A verdade por trás do que realmente aconteceu se mantém na memória da única sobrevivente do massacre, uma menina de cinco anos. Já adulta, ela retorna ao local das mortes, acompanhada por uma equipe de filmagem, apenas para descobrir que, por trás das mortes, existiam mistérios mais aterrorizantes do que poderia ter imaginado. No elenco, estão Lily Rabe (série “American Horror Story”), Jessica Alba (do primeiro “Quarteto Fantástico”) e Thomas Jane (série “The Expanse”). O roteiro foi escrito por Robert Ben Garant, mais conhecido pela comédia “Uma Noite no Museu” (2006), mas que também escreveu “Jessebelle: O Passado Nunca Morre” (2014). Já a direção ficou a cargo do sumido Phil Joanou, que ganhou notoriedade com o documentário “U2: Rattle and Hum” (1988) e não filmava há dez anos, desde “A Gangue Está em Campo” (2006). “The Veil” estreia em 2 de fevereiro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Colonia: Emma Watson entra em seita sinistra em novo trailer de suspense
A 20th Century Fox da Alemanha divulgou 25 fotos, o pôster e o novo trailer do filme “Colonia”, estrelado por Emma Watson (“Noé”) e Daniel Brühl (“Rush: No Limite da Emoção”). A prévia mistura política, suspense e até clima de terror, ao retratar o drama dos desaparecidos no Chile e a rotina brutal de uma seita comandada por um nazista. Baseada em fatos verídicos, a trama acompanha um jovem casal separado pelo golpe militar no Chile em 1973. Brühl é preso e enviado para uma comunidade rural chamada Colonia Dignidad, isolada de tudo e de todos, no sul do país. No local, vigiado por cercas e guardas armados, também havia uma seita liderada por um nazista, que cometia abusos contra seus integrantes, além de ministrar torturas encomendadas pelo governo militar. Contra todas as advertências, a personagem de Watson decide se juntar à seita para entrar na Colonia, e passa a viver dias sombrios na esperança de achar seu marido. O elenco ainda conta com Michael Nyqvist (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Richenda Carey (“Mentiras Sinceras”) e Vicky Krieps (“O Homem Mais Procurado”) Dirigido pelo alemão Florian Gallenberger (“Sombras do Passado”), “Colonia” teve sua première mundial no Festival de Toronto e estreia em 18 de fevereiro na Alemanha. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil
Christian Bale desiste de viver Enzo Ferrari no cinema por medo de engordar
O ator Christian Bale desistiu de estrelar a cinebiografia “Enzo Ferrari”. Dirigido por Michael Mann (“Hackers”), o filme pretende contar a história do criador da mais famosa montadora de carros do planeta, a Ferrari. Segundo o site da revista Variety, a saída de Christian Bale se deu por um motivo prosaico: a dificuldade para ganhar peso. O ator chegou a começar o esforço de “engorda”, mas não se sentiu seguro para continuar, por temer não alcançar os quilos necessários antes das filmagens, marcadas para o primeiro semestre deste ano. Além disso, abusar do processo poderia ser prejudicial à sua saúde. Christian Bale é conhecido por se dedicar fisicamente a seus papeis, a ponto de ter virado quase um esqueleto em “O Operário” (2004) e aparecido balofo em “Trapaça” (2013). O emagrecimento visto em “O Vencedor”, por sinal, o ajudou a vencer o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2011. Mas, em seu último filme, “A Grande Aposta”, precisou apenas tirar os sapatos, e mesmo assim foi indicado ao Oscar 2016.
Ministério Público Federal quer acabar com excesso de cópias dubladas nos cinemas brasileiros
O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo apresentou ação civil pública contra a Agência Nacional de Cinema (Ancine) e dez distribuidoras de filmes que atuam no país para exigir obrigatoriedade de legendas nos filmes lançados no território nacional. A ação visa proibir as distribuidoras de fornecer apenas cópias dubladas, e a Ancine deverá fiscalizar o cumprimento da ordem. De acordo com o MPF, o objetivo é garantir acessibilidade das pessoas com deficiência auditiva aos filmes exibidos nos cinemas brasileiros, garantindo uma cota de cópias legendadas de cada lançamento. Em inquérito feito pelo Ministério Público, verificou-se que muitos cinemas no país disponibilizam somente cópias dubladas dos filmes, o que inviabiliza a compreensão do conteúdo pelas pessoas com deficiência auditiva, apesar de a legislação brasileira garantir a elas o direito de acesso aos meios de comunicação. Na ação, o MPF pede a adoção dos recursos técnicos necessários para a acessibilidade. Mas o Ministério Público quer mais que a simples legendagem – no que contaria com apoio incondicional de todos os cinéfilos brasileiros. A ação visa incluir a legenda de formato closed caption, que inclui os efeitos sonoros, a fim de garantir a total compreensão da obra pelos deficientes até em lançamentos nacionais. Mais controversa, porém, é a determinação de interferir na imagem da obra original, ao pedir a inclusão de uma janela na tela, trazendo um intérprete de libras (linguagem de sinais) num espaço fixo sobre a imagem projetada no cinema, durante o filme inteiro. A ação pede, em caráter liminar, que, em um prazo de 60 dias, as distribuidoras de filmes citadas insiram legendas abertas ou descritivas na forma closed caption, assim como a janela com intérprete de libras em cópias de todas as produções audiovisuais destinadas ao mercado nacional. A Ancine ainda não se manifestou sobre a ação.
Free State of Jones: Matthew McConaughey enfrenta o exército confederado em trailer e fotos
A STX Entertainment divulgou 12 fotos, o pôster e o primeiro trailer do drama escravagista “Free State of Jones”. A prévia destaca o protagonista Matthew McConaughey (“Interestelar”), que após perder o filho na Guerra Civil americana do século 19 renega o exército confederado e decide se rebelar, unindo-se a fazendeiros pobres e escravos foragidos, para proclamar sua independência da América. Escrito e dirigido por Gary Ross (“Jogos Vorazes”), o filme conta a história verídica de Newton Knight (McConaughey), líder de uma das maiores rebeliões na história da Guerra Civil, que chegou a formar o seu próprio país, conhecido como Estado Livre de Jones (Free State of Jones), em repúdio à divisão dos EUA e a situação dos escravos. Ao longo dos anos, ele também combateu a influência racista do Ku Klux Klan e formou a primeira comunidade interracial do Sul, casando-se com uma ex-escrava. O elenco também inclui Gugu Mbatha-Raw (“O Destino de Júpiter”), Mahershala Ali (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”), Keri Russell (série “The Americans”) e Jacob Lofland (“Maze Runner: Prova de Fogo”). “Free State of Jones” tem previsão de lançamento em 7 de julho no Brasil, duas semanas após a estreia nos EUA.
GloboNews vai exibir o impactante documentário India’s Daughter, proibido na Índia
O contundente documentário “India’s Daughter”, sobre o estupro coletivo e morte violenta de uma estudante de Medicina num ônibus de Deli em 2012, terá sua estreia nacional pelo canal pago GloboNews, em fevereiro. Realizado pela BBC, o filme reconstitui o crime que gerou uma onda de protestos na Índia e chamou atenção mundial para a quantidade de casos similares que acontecem no país. Escrito e dirigido pela cineasta israelense Leslee Udwin, “India’s Daughter” venceu o Festival de San Diego do ano passado e conquistou vários prêmios com sua estética chocante. Além de reconstituir a brutalidade, narrada em detalhes por um dos criminosos, a diretora entrevistou policiais, advogados, parentes dos envolvidos e registrou um dos estupradores, que, diante da câmera, culpou a jovem de 23 anos por seu próprio estupro. Ele é ecoado por outras vozes captadas pelo documentário, que afirmam que uma mulher decente não andaria nas ruas depois das 21 horas. Jyoti Singh havia ido ao cinema com um amigo. A obra é tão impactante que foi proibida na Índia e o governo do país tentou evitar que fosse disponibilizado no YouTube. Confira o trailer abaixo.
Creed dá a Stallone sua revanche no Oscar, quatro décadas após Rocky
Diz a lenda que o desconhecido Sylvester Stallone escreveu o roteiro de “Rocky” em uma semana e, ao oferecer aos estúdios, abriu mão do que poderia receber apenas vendendo sua história (o ator teria pouquíssimos dólares em sua conta bancária na época) para poder protagonizar a obra. Lançado em 1976, a produção não apenas foi um sucesso fenomenal, como venceu o Oscar de Melhor Filme e apresentou um personagem que seria imortalizado na cultura pop. Stallone, porém, não levou sua estatueta e, conforme sua carreira evoluiu, parecia que jamais voltaria a ter outra chance. 40 anos e seis filmes depois, Rocky Balboa retorna ao cinema no que deveria ser a primeira vez em que não é o centro das atenções, mas como é comum aos grandes mitos da ficção, ele rouba a cena em “Creed – Nascido para Lutar”, e de quebra dá a Stallone sua chance de revanche, com a segunda indicação ao Oscar pelo personagem criado lá no final dos anos 1970. Dirigido por Ryan Coogler, o filme é o primeiro do universo de Balboa que não conta com roteiro ou produção de seu astro. Neste sentido, “Creed” é próximo de “Star Wars – O Despertar da Força”: uma franquia “tirada” de seu criador (naquele caso, George Lucas) para ser renovada com um novo elenco usando as estrelas do filmes anteriores como coadjuvantes de luxo em uma trama que emula o original. O centro narrativo é Adonis Creed (Jordan), filho de Apollo, ex-rival e depois amigo de Rocky ao longo quatro filmes. O garoto não passa por problemas financeiros como acontecia com Balboa no original, mas também se encontra prisioneiro de uma vida que não quer, e precisa se provar para além do sobrenome famoso. Michael B. Jordan, que já havia estrelado a estreia de Coogler, “Fruitvale Station – A Última Parada” (2013), entrega uma performance enérgica e também cativante, misturando a arrogância do pai nos filmes anteriores com a insegurança de um iniciante que quer sair da sombra de Apollo (mostrada de forma quase literal na cena da luta em frente ao projetor). A direção de Coogler é inspirada, especialmente no plano-sequência que acompanha Adonis no ringue, inovando na forma como o boxe é fotografado no cinema. E apesar do roteiro ser por demais devedor ao filme de 1976, o interesse nos personagens, o bom trabalho dos atores e o gosto forte de nostalgia são mais do que suficientes para fazer de “Creed” um dos melhores filmes da franquia ao lado do primeiro e do seu anterior direto, “Rocky Balboa” (2006). Mas o coração da obra está mesmo em Stallone. A longevidade do personagem provoca uma simpatia imediata assim que entra em cena, e o ator não decepciona ao encarnar Rocky com um misto de segurança e fragilidade em uma luta inesperada, mas que faz todo o sentido com a trajetória do personagem. Ao trazer Balboa pela primeira vez fora dos ringues, “Creed” deixa mais claro do que nunca a temática insistente da franquia: o vencedor não é aquele que ganha a luta, mas sim o que nunca desiste de lutar.
Steve Jobs é um filme complexo e criativo como seu personagem
Como dar conta de uma vida em duas horas de filme? Normalmente as cinebiografias enfrentam este desafio com histórias que acabam ou sendo cansativas ao detalhar demais algum ponto específico do biografado ou rasas e sem graça na tentativa de dar conta do todo. “Steve Jobs” parte de um artifício inteligente do roteirista Aaron Sorkin para não cair nesta armadilha e, ao mesmo tempo, entregar uma obra divertida, tensa e com personagens bem desenvolvidos. A vida de Steve Jobs é contada a partir de três momentos, em três grandes cenas que ocupam todo o filme: lançamento do Macintosh em 1984, lançamento do NextCube em 1990 e do iMac em 1998. Partindo de sua biografia escrita por Walter Isaacson, o roteirista imagina os bastidores destes grandes eventos para tentar entender quem é o homem que parece ter transformado todo o mundo. Os cenários mudam, mas os personagens permanecem os mesmos se reencontrando com a distância dos anos que separam um lançamento do outro. O diretor Danny Boyle faz sua parte conduzindo o ótimo elenco e utilizando três formatos diferentes de filmagem para acompanhar a evolução tecnológica, ao mesmo tempo em que acompanha as mudanças de Steve e do mundo: 16mm, 35mm e digital. E é então que, partindo desta mistura de estrutura teatral e estética cinematográfica, “Steve Jobs” coloca uma lupa sobre o criador da Apple e seus colegas de trabalho despejando informações a uma velocidade impressionante. Sorkin escreveu “A Rede Social” (2010) e aqui mais uma vez dá mostras de seus diálogos rápidos e cortantes ditos por personagens cerebrais. Combina que é uma beleza com o estilo frenético de Boyle, principalmente nos momentos de embate repletos de tiradas engraçadinhas e frases de efeito. Mas diretor e roteirista derrapam na emoção, e na maioria das vezes – como em alguns encontros de Jobs com a filha – a coisa toda soa um pouco piegas. Além disso, a própria estrutura narrativa da divisão em três episódios acaba se tornando uma prisão para a obra, de modo que os encontros, reencontros e desabafos antes de cada lançamento soam tão forçados que até o personagem principal faz um comentário metalinguístico sobre isso. Mas por outro lado, se Michael Fassbender não possui a semelhança física que Ashton Kutcher tem com o verdadeiro Jobs, seu talento como ator e o ótimo roteiro e direção fazem com que isto deixe logo de ser um problema (a aparência de Fassbender incomoda um pouco mais no início do filme, quando não parece tão jovem quanto Steve era na época do lançamento do Macintosh, o que tira um pouco a aura de “garoto prodígio” do biografado), e rapidamente nos vemos envolvidos em um drama repleto de intrigas palacianas e pessoais. A inspiração shakespeareana torna Jobs um rei, que por vezes é tirano e por vezes bondoso, mas nunca fraco e inseguro. A forma como manipula, estimula, confronta, trai e atropela seus “súditos” ganha força pelos excelentes coadjuvantes que encaram o talento de Fassbender de igual para igual. “Seus produtos são melhores do que você”, um deles diz em momento de desabafo. Pois o difícil homem que conhecemos através da lente de Boyle e do texto de Sorkin nos deu indiretamente mais um excelente produto com “Steve Jobs”. Um filme que, em sua fragmentação, nos entrega trechos para montarmos a sinfonia da vida deste personagem que se via como um maestro.
Gregório Duvivier e Fabio Porchat dividem primeira foto do filme do Porta dos Fundos
A Dowtown e a Paris Filmes divulgaram a primeira foto do longa do grupo Porta dos Fundos, que começou a ser filmado nesta semana no Rio de Janeiro. A imagem traz o ator Gregório Duvivier, com peruca e barba, e Fabio Porchat (ambos de “Vai que dá Certo”), durante uma entrevista coletiva. Intitulado “Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”, o filme tem direção de Ian SBF (“Entre Abelhas”) e roteiro de Fabio Porchat e Gabriel Esteves (série “O Grande Gonzalez”). Inspirado na longa relação entre Ian e Porchat, o filme conta a história de um ator que, entusiasmado com a vitória de uma amigo diretor num festival internacional de cinema, assina um contrato vitalício num guardanapo para participar de todos os seus próximos filmes. Mas o diretor some naquela mesma noite, e volta dez anos depois dizendo que foi abduzido por aliens e que vai transformar a saga da sua própria vida num filme. A esta altura, o amigo ator já é famoso e percebe que, para honrar o contrato, será obrigado a fazer um filme que pode destruir não apenas sua carreira, mas sua vida. O elenco reúne outros atores do grupo, como Antonio Tabet, João Vicente de Castro, Luis Lobianco, Julia Rabello e Marcos Veras. As filmagens terão duração de cinco semanas e o lançamento, em esquema relâmpago (ou trash), deve acontecer já em 30 de junho.
Rumor promove volta de Darth Vader no próximo Star Wars
Um boato disseminado pelo site MakingStarWars diz que Darth Vader deve aparecer em “Rogue One: A Star Wars Story”, o próximo “Star Wars” a estrear nos cinemas – e primeiro filme derivado da trama central da saga. De acordo com o site, a Disney teria montado um “dream team”, liderado por Brian Muir, o criador do capacete de Vader, para recriar o uniforme do vilão, introduzido no primeiro “Guerra nas Estrelas”, de 1977. Além disso, James Earl Jones, dublador original do vilão, retornaria para marcar o tom grave e imponente da voz de Vader. Não há pistas, porém, de quem seria o ator que vestiria o uniforme negro, ou como ele aparecerá no filme. De todo modo, não é a primeira vez que o nome de Darth Vader é ligado a rumores sobre a produção de “Rogue One”. Em julho do ano passado, já se falava de uma provável participação, ainda que indireta. A trama se presta a sua presença, já que mostrará um ataque dos rebeldes à instalação que fabrica a terrível Estrela da Morte, nave destruída por Luke Skywalker no longa de 1977. Recentemente, um boato também alertou para a possibilidade da participação de Han Solo em “Rogue One”. A estreia do spin-off está marcada para o próximo dia 15 de dezembro.












