Pequeno Segredo: Veja o trailer e 22 fotos do candidato brasileiro à vaga no Oscar 2017
A Diamond Filmes divulgou o trailer, o pôster oficial e as fotos de “Pequeno Segredo”, que vai representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira do Oscar 2017. A prévia chama atenção pela plasticidade da direção de fotografia do peruano Inti Briones, que já foi premiado no Festival de Veneza por seu trabalho em “Las Niñas Quispe” (2013), e também aponta um cuidado na apresentação da trama, evitando a manipulação habitual dos melodramas de doença. O filme é um projeto bastante pessoal do diretor David Schurmann, pois se baseia numa história verídica de sua família, conhecida por navegar o mundo. A trama gira em torno da garotinha Kat, filha adotiva de Heloisa e Vilfredo Schurmann. Ao adotá-la, o casal convive com a delicada escolha de manter ou não um segredo que vai além da adoção. A história inspirou também o livro best-seller “Pequeno Segredo: A Lição de Vida de Kat para a Família Schurmann” (2012), escrito por Heloisa, a mãe do diretor. O diretor catarinense já tinha registrado as aventuras mundiais de sua família em dois documentários e numa série do “Fantástico”. Seu novo filme, porém, é um drama de ficção e possui um elenco internacional, formado por Julia Lemmertz (“Meu Nome não é Johnny”), Marcello Antony (“A Partilha”), Maria Flor (“360”), a irlandesa Fionnula Flanagan (“Divinos Segredos”) e o neozelandês Erroll Shand (“Meu Monstro de Estimação”), além de marcar a estreia da menina Mariana Goulart, no papel de Kat Schurmann. Já a equipe de produção traz, além de Briones, os premiados Antonio Pinto (que assinou a trilha do documentário vencedor do Oscar em 2016, “Amy”) na trilha sonora e Brigitte Broch (vencedora do Oscar por “Moulin Rouge”) na direção de arte. O roteiro é assinado por Victor Atherino (“Faroeste Caboclo”), Marcos Bernstein (“Central do Brasil”) e pelo próprio diretor. A estreia está marcada para 10 de novembro, mas terá que ser adiantada para no máximo 23 de setembro, visando cumprir as regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, sob o risco de o filme ser desqualificado.
Diretor de Pequeno Segredo defende a escolha de seu filme para representar o Brasil no Oscar 2017
O diretor David Schurmann não sabe se comemora a escolha de “Pequeno Segredo” como representante do Brasil para tentar uma vaga na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira no Oscar 2017, ou se lamenta os ataques que seu filme passou a receber por conta disso, de gente que não o viu. “Fico muito feliz e honrado com a escolha. Tínhamos esperança, afinal, a esperança é a última que morre, apesar de não ser um dos filmes mais falados”, ele disse ao jornal O Globo. “Sabemos que tem muita gente falando que não foi a melhor escolha da equipe, mas quero dizer que, quando essas pessoas assistirem ao filme, vão entender por que ele foi escolhido”, defendeu. Schurmann acredita que a escolha de seu filme foi consequência do perfil de produções que costumam ser premiadas pela Academia. Ele lembrou que raramente filmes de “arte”, como o defendido “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, são premiados pela Academia. “É uma história muito forte, sobre adoção e HIV, que fala de encontros de pessoas diferentes pelo mundo. A Academia busca este tipo de filme. Uma história que quebra tabus, que abre a mente das pessoas para dramas universais, como a doença. É diferente do perfil dos filmes que vão para Cannes. São perfis diferentes de filmes: por isso, não é certo que um filme que vá bem em Cannes seja indicado ao Oscar”, comparou. Em relação às críticas que vem sofrendo nas redes sociais, o cineasta desabafou a O Globo que lamenta as distorções, e cita o boato de “metade da equipe ser estrangeira”. Segundo ele, as mentiras se propagam sem que ninguém tenha o cuidado de verificar. “As pessoas estão muito inflamadas, é uma característica do nosso tempo, acho natural, mas eu sou só um cineasta defendendo seu filme, que levou seis anos para ficar pronto. Ao contrário do que estão dizendo, o meu filme não tem ‘metade da equipe estrangeira’: temos uma diretora de arte que não é brasileira, porque o nosso diretor de arte, que era brasileiro, foi chamado para fazer ‘Narcos’ em cima da hora e ficamos na mão, e todos os grandes diretores de arte brasileiros já estavam trabalhando. Recebi uma indicação da Bridget Broch, que logo comprou a ideia do filme. O diretor de fotografia Inti Briones é peruano, chileno e brasileiro, e disso pouca gente sabe. Mesma coisa, o nosso diretor foi para ‘Nise’ e todos os grandes diretores de fotografia brasileiros já estavam trabalhando. E era meu primeiro longa, eu queria um grande diretor de fotografia. Além deles, dois atores são de fora, porque fazia sentido à história. Cansado de ser atacado, ele contra-ataca, dizendo que sua equipe é até mais brasileira que a dos filmes da “panelinha”, que só filmam com gente do mesmo estado, porque emprega profissionais de dez estados diferentes do pais. “Considero meu filme mais brasileiro do que muitos filmes que só fazem com a sua panelinha”, arrematou. Para completar, ele explica porque porque “ninguém viu o filme”. “A estreia estava marcada para junho, mas estávamos aperfeiçoando a mixagem de som e os efeitos especiais. Tem uma cena com uma baleia que eu não sosseguei enquanto não ficou perfeita. Não queria que ninguém achasse que não era uma baleia de verdade. É um filme de padrão internacional”. Por isso, “Pequeno Segredo” só ficou pronto agora, sem tempo de entrar no circuito dos festivais. Vale lembrar que isso é muito comum entre os filmes do Oscar, com estreias no último fim de semana do ano para se qualificar à disputa de indicações, sem passar pelos festivais que precedem o período – casos, por exemplo, de “O Regresso”, um dos filmes mais premiados pela Academia em 2016.
Anna Muylaert chama de “golpe” e ridiculariza seleção de Pequeno Segredo para o Oscar 2017
A cineasta Anna Muylaert, que decidiu não disputar a candidatura brasileira à vaga de Melhor Filme de Língua Estrangeira do Oscar 2017, resolveu atacar abertamente a escolha de “Pequeno Segredo”, de David Schurmann. Além de usar seu Facebook para chamar a vitória de “golpe”, ela publicou em sua timeline um cartaz manipulado do filme, que substitui seu título por “Pequeno Golpe”. A respeitada e premiada cineasta, que
Produtor da trilogia Senhor dos Anéis elogia filme escolhido pelo Brasil para o Oscar 2017
A produtora Diamond Filmes divulgou uma nota em comemoração à escolha de “Pequeno Segredo” como representante do Brasil à disputa de uma vaga na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira no Oscar 2017, que destaca alguns elogios internacionais. O produtor Barrie M. Osborn, vencedor do Oscar por “O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei” (2003), enviou uma mensagem a David Schurmann após assistir ao filme: “Não é nenhum segredo que eu amo a beleza, a paixão e as performances que você trouxe para ‘Pequeno Segredo’. É de uma execução impressionante. Parabéns. Já não é mais um pequeno segredo, mas um filme que todos nós podemos comemorar”. Além dele, a diretora de arte do filme, Brigitte Broch, que também tem um Oscar no currículo, por seu trabalho em “Moulin Rouge” (2002), manifestou-se sobre a indicação. “‘Pequeno Segredo’ é um filme extraordinário, não só por toda a qualidade técnica e artística de um grande filme, mas também porque tem alma. É um filme sobre uma história incrível e que explora, de forma muito especial, criativa e delicada temas fortes como dor, racismo, coragem e amor puro e incondicional. Como em filmes anteriores nos quais trabalhei, eu sei quando eu faço parte de algo muito especial e com excelência, que vai tocar as pessoas e se tornar memorável. ‘Pequeno Segredo’ é um desses trabalhos. Estou certa que vai atravessar fronteiras para se tornar um sucesso internacional, com grandes chances de ganhar um Oscar.” Para completar, o diretor David Schurmann comemorou a indicação como já sendo uma vitória. “A indicação para representar o Brasil já é em si uma vitória, de uma equipe que batalhou muito por esse filme. Nosso trabalho agora é concretizar essa indicação, mostrando que esse filme conta uma história delicada e universal sem abrir mão de valor de produção”, disse o diretor. “Pequeno Segredo” é baseado na história real de Kat Schurmann, irmã do diretor, e que também inspirou o best-seller homônimo de Heloísa Schurmann, sua mãe. Ao adotar Kat, o casal Schurmann, conhecido por viajar com sua família de barco ao redor do mundo, convive com a delicada escolha de manter ou não um segredo que vai além da adoção. O elenco é formado por Julia Lemmertz (“Meu Nome não é Johnny”), Marcello Antony (“A Partilha”), Maria Flor (“360”) como Jeanne, a irlandesa Fionnula Flanagan (“Divinos Segredos”) e o neozelandês Erroll Shand (“Meu Monstro de Estimação”), além de marcar a estreia da menina Mariana Goulart, no papel de Kat Schurmann. Já a equipe de produção traz os premiados Antonio Pinto (que assinou a trilha do documentário vencedor do Oscar em 2016, “Amy”), na trilha sonora, a mencionada Brigitte Broch na direção de arte e Inti Briones (vencedor do Festival de Veneza por “Las Niñas Quispe”) na direção de fotografia. Ainda inédito no Brasil, “Pequeno Segredo” precisa completar uma importante etapa da qualificação para poder representar o país na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas: estrear até 22 de setembro. Caso perca a data, não poderá concorrer, pelas regras do Oscar. A comissão que o escolheu teria sido informada que a estreia será antecipada para a data limite. Mas o material da Diamond Films mantém o lançamento com data de novembro, o que o desqualificaria a produção.
Pequeno Segredo será o representante do Brasil na disputa por vaga no Oscar 2017
O filme “Pequeno Segredo”, de David Schurmann, será o representante do Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O anúncio foi feito nesta segunda (12/9) pela comissão do Ministério da Cultura, em evento na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Ao anunciar a escolha, Luiz Alberto Rodrigues, sócio-diretor da produtora Panda Filmes, disse que a comissão analisou não apenas as qualidades artísticas do filme, mas também tentou considerar o que a Academia de Hollywood poderia levar em conta. “Não foi uma decisão fácil. Não foi uma decisão unânime. Foi uma decisão pelo consenso”, completou Silvia Maria Sachs Rabello, presidente da Abeica (Associação Brasileira de Empresas de Infra-estrutura de Indústria Cinematográfica e Audiovisual) e membro do comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual. “Pequeno Segredo” é baseado numa história verídica da família Schurmann, conhecida por navegar o mundo. A trama gira em torno da garotinha Kat, filha adotiva de Heloisa e Vilfredo Schurmann, e irmã do diretor. A menina morreu em 2006 e a história inspirou também o livro best-seller “Pequeno Segredo: A Lição de Vida de Kat para a Família Schurmann” (2012), escrito por Heloisa, a mãe de David Schurmann. O diretor catarinense já tinha registrado as aventuras mundiais de sua família em dois documentários e numa série do “Fantástico”. Seu novo filme, porém, é um drama de ficção e possui um elenco internacional, que combina atores brasileiros, como Julia Lemmertz, Maria Flor, Marcello Antony e Mariana Goulart, com os estrangeiros Fionnula Flanagan, Erroll Shand e outros. A escolha de “Pequeno Segredo” pode ser considerada polêmica. Não porque tenha impedido que o diretor Kleber Mendonça Filho sofresse o embaraço de ter seu filme “Aquarius” eleito por uma comissão que ele questionou e pressionou ostensivamente, por meio de carta aberta e de diversas entrevistas. Mas porque ainda é inédito no país. É que, pelas regras da Academia, os filmes inscritos na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira no Oscar 2017 devem ser lançados e exibidos publicamente com fins comerciais por pelo menos sete dias consecutivos entre os dias 1º de outubro de 2015 e 30 de setembro de 2016. E a estreia prevista para “Pequeno Segredo” supera esse prazo, já que está marcada apenas para novembro. É necessária a comprovação da exibição do filme em salas de cinema comercial, com o risco da desqualificação do candidato. E uma vez desqualificado, ele não pode ser substituído por outro. Neste caso, o Brasil simplesmente perderia sua vaga. A comissão do Ministério da Cultura justificou a escolha dizendo ter sido informada que o longa terá sua estreia adiantada, para 22 de setembro, visando a qualificação. Os integrantes da comissão que elegeu o representante brasileiro foi formada por Adriana Scorzelli Rattes, Bruno Barreto, Carla Camurati, George Torquato Firmeza, Luiz Alberto Rodrigues, Marcos Petrucelli, Paulo de Tarso Basto Menelau, Silvia Maria Sachs Rabello e Sylvia Regina Bahiense Naves. Ao todo, foram inscritos 16 filmes e 3 alardearam que não participariam do processo. Por sinal, o filme de Schurmann pode ter sido fortalecido pelos cineastas que se solidarizaram contra uma suposta perseguição ao filme “Aquarius” e não incluíram suas produções na disputa, entre elas “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, que tinha grandes chances de ser o representante brasileiro.
Inferno: Tom Hanks tenta impedir o apocalipse em comercial legendado da continuação de O Código Da Vinci
A Sony Pictures divulgou um novo comercial legendado de “Inferno”, terceiro filme da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006), que volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon. A prévia tem 30 segundos de ritmo intenso, com tiros, ameaças e correrias, prometendo uma ameaça de nível apocalíptico para Langdon desvendar, enquanto sua assistente fica de boca aberta. Desta vez, Langdon contará com a ajuda da personagem vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). Seguindo pistas extraídas do poema épico “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, eles descobrem planos apocalípticos, que envolvem um milionário (Ben Foster, de “Programado para Vencer”) e uma ameaça biológica. O elenco inclui coadjuvantes de várias nacionalidades, como o francês Omar Sy (“Intocáveis”), o indiano Irrfan Khan (“O Espetacular Homem-Aranha”) e a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (estrela da série “Borgen”). Assim como os dois filmes anteriores baseados na obra do escritor Dan Brown, a direção é de Ron Howard. Já o roteiro foi escrito por David Koepp, responsável pela segunda adaptação, “Anjos e Demônios” (2009). A estreia está prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Detalhe: no Brasil, o filme ganhou um apêndice exclusivo: o subtitulo “O Filme”, o que é importante para que ninguém se confunda, ao entrar no cinema, e achar que vai ler um livro.
The Flash: Ator de Watchmen será o pai de Barry Allen no filme do super-herói
O ator Billy Crudup foi escalado como o pai de Barry Allen no longa-metragem do super-herói Flash. Será a segunda vez que ele interpretará um personagem da DC Comics, já tendo vivido o Dr. Manhattan em “Watchmen” (2009). Além de Ezra Miller como Flash, o elenco também tem confirmada a participação de Kiersey Clemons como Iris West, interesse amoroso do herói. A direção é de Rick Famuyiwa, que trabalhou com Clemons em seu filme anterior, “Um Deslize Perigoso” (Dope, 2015). As filmagens de “The Flash” devem começar em janeiro, em Londres, para um lançamento em 3 de março de 2018.
Robert Redford e Jane Fonda voltarão a viver casal após quase 40 anos
Robert Redford e Jane Fonda vão voltar a namorar no cinema, quase 40 após viverem seu último romance nas telas. A dupla retomará a parceria em “Our Souls at Night”, do diretor indiano Ritesh Batra, responsável pelo romance “The Lunchbox”, fenômeno mundial de bilheterias em 2013. “Estava mesmo desejando me reunir com Jane e trabalhar com o talentoso Ritesh Batra”, disse Redford no comunicado da Netflix, que produzirá o filme, no qual ele ainda afirma estar feliz em compartilhar a história “adorável” com o público do serviço de streaming. “Our Souls at Night” é baseado no romance homônimo de Kent Haruf (“Histórias Divididas”), publicado postumamente no ano passado, e tem roteiro da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”). A trama começa com uma visita inesperada de Addie Moore (Jane Fonda) a seu vizinho, Louis Waters (Robert Redford), duas pessoas cujos respectivos conjuges morreram anos atrás, mas que nunca tiveram muito contato, apesar de viverem em um pequeno povoado. Pois a situação começa a mudar a partir da iniciativa da viúva, que faz ao vizinho uma proposta indecente. Redford e Fonda trabalharam juntos em três filmes, “Caçada Humana” (1966), “Descalços no Parque” (1967) e “O Cavaleiro Elétrico” (1979), mas embora seus personagens tivessem relacionamentos em todos, eles só tiveram vida de casados no segundo. “Our Souls at Night” estreará em 2017, 50 anos após a primeira lua de mel cinematográfica do casal.
Jadotville: Jamie Dornan combate mercenários em trailer e fotos de filme do Netflix
O serviço de streaming Netflix divulgou sete fotos e o trailer legendado do filme “Jadotville”, estrelado por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). A prévia tem uma ligeira aparência de telefilme, que reflete um orçamento modesto, mas uma boa história. Baseado em fatos reais, o filme encena o cerco de Jadotville em 1961, quando um batalhão irlandês da ONU, de apenas 150 soldados, foi atacado por 3 mil soldados congoleses, liderados por mercenários franceses e belgas que trabalhavam para empresas de mineração. Jamie Dornan interpreta o comandante irlandês, enquanto o francês Guillaume Canet (“Na Próxima, Acerto o Coração”) assume o papel do líder dos mercenários. O elenco também inclui Mark Strong (“Kingsman: Serviço Secreto”) e Jason O’Mara (série “Terra Nova”). Com direção do estreante Richie Smyth, “Jadotville” estreia em 7 de outubro no Netflix, inclusive no Brasil.
Arq: Robbie Amell vive loop temporal em trailer de sci-fi do Netflix
O Netflix americano divulgou o pôster e o trailer sem legendas de “Arq”, filme de ficção científica estrelado por Robbie Amell (série “The Flash”). A prévia revela uma trama de loop temporal. O dia reinicia, como no clássico “Feitiço do Tempo” (1993), quando mascarados invadem o quarto em que dormem Amell e sua namorada (Rachael Taylor, da série “Jessica Jones”), culminando na morte do protagonista, repetidamente. Retendo a memória dos acontecimentos, ele tenta evitar que a situação continue em moto perpetuo, tomando decisões diferentes a cada reset. A ficção científica usou esse formato em dois filmes recentes, “Contra o Tempo” (2011) e “No Limite do Amanhã” (2014). “Arq” é menos ambicioso, devido ao pequeno orçamento de produção independente, mas, como revela a prévia, tem robôs! Primeiro longa escrito e dirigido por Tony Elliott (roteirista da série “Orphan Black”), a trama se passa num futuro onde corporações lutam contra nações soberanas pelas últimas fontes de energia do mundo. O casal Renton e Hannah tenta salvar uma tecnologia experimental de energia que poderia acabar com as guerras, mas uma invasão de domicílio faz com que ela entre em curto, criando o loop temporal. A estreia acontece em 16 de setembro no Netflix americano.
Drama estrelado por Tom Hanks estreia em 1º lugar nos EUA
Considerado um dos atores mais populares dos EUA, Tom Hanks ajudou a pousar o drama “Sully – O Herói do Rio Hudson”, dirigido por Clint Eastwood, na liderança das bilheterias americanas com uma sólida estreia de US$ 35,5 milhões no fim de semana. O resultado surpreendeu o próprio estúdio Warner, por contabilizar 10 milhões acima do que as projeções apontavam. O desempenho superou com folga os últimos lançamentos de grande estúdio de Hanks no cinema americano: “Capitão Phillips” abriu com US$ 25,7 milhões em 2012 e “Ponte de Espiões” estreou com US$ 15,4 milhões no ano passado. Seus outros dois filmes recentes, “Ithaca” e “Negócio das Arábias”, tiveram estreias limitadas. “Sully” reencena o milagre do capitão Chesley “Sully” Sullenberger, que em 2009 conseguiu pousar um avião de grande porte sobre o Rio Hudson, em Nova York, depois que suas duas turbinas foram destruídas por um bando de pássaros, salvando as vidas de centenas de passageiros. O filme enfatiza o estresse pós-traumático que vitimou Sully no momento em que o mundo o louvava como herói e uma comissão interna de investigação buscava incriminá-lo por algum erro, levando-o a acreditar que sua manobra poderia ter resultado num acidente similar à colisão dos aviões que derrubaram as torres gêmeas em 11 de setembro de 2001. A imprensa americana adorou, da interpretação de Hanks à direção de Eastwood, contribuindo para seu impulso nas bilheterias com aprovação de 84% das críticas compiladas no site Rotten Tomatoes. Mas, como se trata de um drama, a Warner não tem a menor pressa de exibi-lo no Brasil, marcando sua estreia por aqui apenas para 1 de dezembro, época estimada do lançamento do Blu-ray nos EUA. As bilheterias do fim de semana registraram outra surpresa em 2º lugar, mas, segundo a crítica, bastante negativa. O suspense “When the Bough Breaks” faz parte de uma estratégia de diversificação de filmes que visam o público negro. Após sucessos com dramas criminais, romances e comédias, uma nova leva de filmes de suspense estrelados por astros negros tem demonstrado alcance maior que o nicho visado. Mas o fato de serem fabricados com viés descaradamente comercial acaba resultando num amontado de clichês. Tanto que, no mercado internacional, estes filmes saem direto em DVD. “When the Bough Breaks” abriu com inesperados US$ 15 milhões, mas conseguiu a façanha de somar 0% na média do Rotten Tomatoes. Caso raro de desaprovação unânime, o longa tem direção do televisivo Jon Cassar (diretor da série “24 Horas”) e não deve ter lançamento no Brasil. Após liderar a arrecadação por duas semanas, o terror “O Homem nas Trevas” caiu para o 3º lugar, somando US$ 66,8 milhões desde seu lançamento. O valor já supera “Quando as Luzes se Apagam” (US$ 66,4 milhões) como a segunda maior bilheteria doméstica do gênero em 2016. Em 4º lugar, “Esquadrão Suicida” chegou a US$ 307,4 milhões após seis semanas, o que o posiciona como a oitava maior bilheteria doméstica do ano. Mas com um detalhe: entre os filmes de super-herói, só tem desempenho melhor que o de “X-Men: Apocalipse”, que decepcionou com US$ 155,4 milhões. No mundo inteiro, o filme dos supervilões está prestes a superar a marca de US$ 700 milhões, ocupando a sétima posição geral entre os lançamentos de 2016. O Top 5 conclui com outra estreia, a animação franco-belga “As Aventuras de Robinson Crusoé”, da mesma equipe do sub-Nemo “As Aventuras de Sammy” (2010), com modestos US$ 3,4 milhões e humilhantes 15% de aprovação da crítica americana. Estreia no Brasil em 24 de novembro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 35,5 milhões Total EUA: US$ 35,5 milhões Total Mundo: US$ 45 milhões 2. When the Bough Breaks Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 15 milhões 3. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 66,8 milhões Total Mundo: US$ 87,1 milhões 4. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 307,4 milhões Total Mundo: US$ 699,4 milhões 5. As Aventuras de Robinson Crusoé Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 3,4 milhões Total Mundo: US$ 24,2 milhões 6. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 40,8 milhões Total Mundo: US$ 49,2 milhões 7. Meu Amigo, O Dragão Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 70 milhões Total Mundo: US$ 102,2 milhões 8. Perfeita É a Mãe! Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 107,5 milhões Total Mundo: US$ 151,9 milhões 9. Hell or High Water Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 19,8 milhões Total Mundo: US$ 19,8 milhões 10. Festa da Salsicha Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 93,1 milhões Total Mundo: US$ 113,5 milhões
Jack Reacher: Tom Cruise vence lutas sem superpoderes em novo comercial
A Paramount Pictures divulgou o terceiro pôster e mais um comercial de “Jack Reacher: Sem Retorno”, continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro”, de 2012. A prévia ironiza os filmes de super-heróis para mostrar como o personagem de Tom Cruise enfrenta seus inimigos sem calças colantes, capa ou identidade secreta, mas de forma igualmente efetiva – leia-se violenta. Curiosamente, a atriz Cobie Smulders, que vive a protagonista feminina, tem experiência em filmes de super-heróis, tendo estrelado “Os Vingadores” (2012). Na trama, ela vive a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Gold: Matthew McConaughey encontra ouro em trailer de drama baseado em fatos reais
A Weinstein Company divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Gold”, drama que destaca nova transformação física de Matthew McConaughey (“Clube de Compras Dallas”). Ele aparece careca e fora de forma na prévia, vivendo um caçador de ouro que sonha com fortunas na Indonésia, e aposta tudo o que tem para materializar sua fortuna. A montagem do trailer, porém, empolga-se e conta todos os pontos de virada que se seguem na história, acompanhando o protagonista da pobreza para a riqueza e novamente para a pobreza. Baseado numa história real, o filme mudou os nomes dos personagens e alguns detalhes para contar o escândalo da Bre-X Minerals Ltd, companhia mineradora que anunciou a descoberta um grande depósito de ouro na Indonésia nos anos 1990, fazendo com que suas ações disparassem, mas tudo não passou de uma grande fraude. “Gold” tem roteiro e direção de Stephen Gaghan (“Syriana – A Indústria do Petróleo”), e o elenco também inclui Édgar Ramirez (“Livrai-Nos do Mal”), Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Rachael Taylor (série “Jessica Jones”), Bruce Greenwood (“Star Trek”) e Stacy Keach (“O Legado Bourne”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA, de olho na temporada de premiações, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.












