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Filme

Brenda Fricker, vencedora do Oscar por “Meu Pé Esquerdo”, morre aos 81 anos

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Filme

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Filme

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16 de julho de 2026
  • Filme

    Jack Reacher: Duas cenas mostram que Tom Cruise não gosta de ser seguido

    16 de outubro de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou duas cenas de “Jack Reacher: Sem Retorno”. Na primeira prévia, Tom Cruise demonstra que não gosta de ser segundo. Na segunda prévia, ele ensina aos mesmos azarados que também não gosta que matem seus amigos. Continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro” (2012), o filme também destaca a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”), que vive a protagonista feminina, a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Kevin Hart e Ice Cube vão voltar a se reunir em Policial em Apuros 3

    16 de outubro de 2016 /

    Enquanto as distribuidoras brasileiras de cinema seguem ignorando os filmes estrelados por Kevin Hart – os filmes estrelados por atores negros, na verdade – , ele segue arrebentando as bilheterias dos EUA. Depois de surpreender com o filme de seu show de stand up, “Kevin Hart: What Now?”, que estreou em 2º lugar no fim de semana norte-americano, foi confirmado uma nova sequência de seu sucesso “Policial em Apuros”. No Brasil, “Policial em Apuros 2” saiu direto em DVD. Nos EUA, fez US$ 34 milhões em seu primeiro final de semana e desbancou “Star Wars: O Despertar da Força”. Por isso, o terceiro filme da franquia está a caminho. Em entrevista ao site The Wrap, o diretor Tim Story revelou que já se reuniu com os astros Kevin Hart e Ice Cube para começar a trabalhar no terceiro longa. “Kevin Hart e Ice Cube vão voltar, e eles são a dupla mais estranha e divertida do cinema. Estamos finalizando o roteiro e temos ideia grandiosas”, afirmou Story. Ainda não há previsão para o lançamento nos EUA. No Brasil, a gente já sabe que não vai chegar nos cinemas. Kevin Hart só tem filme lançado no Brasil quando trabalha como coadjuvante de algum comediante branco.

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  • Filme

    Max Steel: Filme do brinquedo consegue 0% de aprovação e dá vexame nas bilheterias nos EUA

    16 de outubro de 2016 /

    Um desastre desta magnitude merece ser exaltado. Diante dos números das bilheterias do fim de semana na América do Norte (EUA e Canadá), a estreia da fantasia infantil “Max Steel” foi um dos maiores vexames do ano. A adaptação do brinquedo e da série animada nem entrou no Top 10. Faturando só US$ 2,1 milhões em 2.034 salas de cinema, o filme ficou em 11º lugar. Mas ainda mais impressionante foi seu desempenho diante da crítica. Unanimidade completa, com 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Algumas frases pinçadas das críticas explicam a implosão: “Banalidade sem fim” (The Wrap), “O mais deprimente é que atores como Maria Bello e Andy Garcia foram arrastados para isso” (The Hollywood Reporter), “Primeiro filme de uma franquia que nunca, jamais terá continuação” (Variety), “Parece um piloto rejeitado de série de TV” (Los Angeles Times), etc. Vale observar que a adaptação de “Max Steel” está pronta desde 2014, quando as primeiras fotos foram divulgadas, e ficou guardada por dois anos. Produzido em parceria com a Mattel, empresa que lançou o personagem como “action figure” (boneca de meninos) em 1999, o filme abandona o conceito original do herói, como esportista radical que vira agente secreto, em parte porque já existe a franquia “Triplo X”, mas principalmente para evocar sua versão mais recente, desenvolvido numa série animada de 2013. A premissa é a mesma da versão do novo desenho do canal Disney XD, acompanhando o adolescente Maxwell (Ben Winchell, da série “Finding Carter”) e seu companheiro alienígena robótico Steel, que combinam poderes turbo-energia para gerar o super-herói Max Steel. A direção está a cargo de Stewart Hendler (“Pacto Secreto”) e o roteiro é assinado por Christopher Yost (“Thor: O Mundo Sombrio”). Como o filme só tem estreia marcada para janeiro no Brasil, dá tempo para a distribuidora repensar sua estratégica e lançar logo o DVD – nem Blu-ray parece merecer.

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  • O Contador - The Accountant
    Filme

    O Contador repete bilheteria e desempenho mediano de A Garota no Trem nos EUA

    16 de outubro de 2016 /

    Uma semana após Emily Blunt, é a vez de Ben Affleck estrelar um suspense que assume o 1º lugar sem convencer. “O Contador” foi o filme mais visto do fim de semana na América do Norte (EUA e Canadá) com a arrecadação mediana de US$ 24,7 milhões em 3.222 salas de cinema. Estrelada por Blunt, “A Garota no Trem” teve praticamente o mesmo desempenho na semana passada, abrindo com US$ 24,6 milhões. De todo modo, a Warner projetava uma bilheteria mais modesta, em torno dos US$ 20 milhões, em parte também pela recepção morna da crítica – 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O filme estreia na quinta (20/10) no Brasil. Quem surpreendeu, na verdade, foi Kevin Hart, que emplacou seu filme de stand up em 2º lugar. A comédia “Kevin Hart: What Now?” custou apenas US$ 9 milhões, e traz basicamente Hart dizendo piadas num estádio lotado, diante de milhares de fãs. Há uma introdução ao estilo 007, mas é pequena. E o filme já rendeu 12 milhões, com distribuição bem menor que o suspense de Affleck – em 2.568 salas de cinema. Não há previsão de lançamento no mercado nacional. Com isso, “A Garota no Trem” caiu para 3º lugar e definitivamente não virará uma nova “Garota Exemplar”. Em dez dias, o filme estrelado por Emily Blunt fez US$ 46,5 milhões nos EUA e US$ 79,6 milhões em todo o mundo. A estreia está marcada para 27 de outubro no Brasil. O pior desempenho da semana, por sua vez, coube à mal-fadada estreia da fantasia infantil “Max Steel”. A adaptação do brinquedo e da série animada nem entrou no Top 10. Faturando só US$ 2,1 milhões em 2.034 salas de cinema, o filme ficou em 11º lugar. Mais impressionante foi seu desempenho diante da crítica. Acreditem: 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. Leia trechos das críticas aqui. No Brasil, o pavio da bomba é longo e só chega aos cinemas em janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. O Contador Fim de semana: US$ 24,7 milhões Total EUA: US$ 24,7 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 2. Kevin Hart: What Now? Fim de semana: US$ 11,9 milhões Total EUA: US$ 11,9 milhões Total Mundo: US$ 11,9 milhões 3. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 11,9 milhões Total EUA: US$ 46,5 milhões Total Mundo: US$ 79,6 milhões 4. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 8,9 milhões Total EUA: US$ 65,8 milhões Total Mundo: US$ 196,7 milhões 5. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 49,3 milhões Total Mundo: US$ 77 milhões 6. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 59,1 milhões Total Mundo: US$ 130,7 milhões 7. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 84,8 milhões Total Mundo: US$ 148,7 milhões 8. Middle School: The Worst Years of My Life Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 13,7 milhões Total Mundo: US$ 13,8 milhões 9. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 118,3 milhões Total Mundo: US$ 175,5 milhões 10. The Birth of a Nation Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 12,2 milhões Total Mundo: US$ 12,2 milhões

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  • Filme

    Tranformers: John Turturro e John Goodman voltarão à franquia no quinto filme

    16 de outubro de 2016 /

    Os atores John Turturro e John Goodman voltarão à franquia “Tranformers” no quinto e próximo filme. A novidade foi compartilhada pelo diretor Michael Bay em seu Facebook. Turturro interpretou o atrapalhado Agente Simmons nos três primeiros longas, enquanto Goodman dublou Hound no quarto. Em “Transformers: O Último Cavaleiro“, eles se juntarão a outros remanescentes da franquia: Josh Duhamel e Tyrese Gibson, que coestrelaram os três primeiros “Transformers” com Turturro, e Stanley Tucci e Mark Wahlberg, que estrelaram o quarto filme. Mas não faltarão novidades, como a pequena Isabela Moner (série “100 Things to Do Before High School”), Anthony Hopkins (“Thor”), Jerrod Carmichael (“Vizinhos”), Laura Haddock (série “Da Vinci’s Demons”), Mitch Pileggi (série “Arquivo X”), Allen Phoenix (“The Birth of a Nation”) e o chileno Santiago Cabrera (das séries “Heroes” e “The Musketeers”), que vai interpretar um militar brasileiro na trama. Sem esquecer, claro, da cadela Freya. “Transformers: O Último Cavaleiro” estreia no dia 22 de junho de 2017.

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    Meg: Primeira foto oficial do filme de tubarão pré-histórico junta Jason Statham e Li Bingbing

    16 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou a primeira foto oficial de “Meg”, filme de tubarão pré-histórico, que começou a ser filmado na semana passada. A imagem reúne o ator britânico Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) e a chinesa Li Bingbing (“Resident Evil 5: Retribuição”). “Meg” adapta o primeiro volume de uma franquia literária, iniciada em 1997 por Steve Alten e que já dura sete livros. Mas apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor é vivido por Statham. A produção da Warner Bros. vai mudar a localização da primeira aparição de Meg. Nos livros, ela surgiu na costa da Califórnia, mas aparecerá nos cinemas próxima da China, uma alteração que visou fechar uma parceria financeira (com a Gravity Pictures). O projeto da adaptação existe desde a época do lançamento do primeiro livro, quando a Disney chegou a encomendar um roteiro a Belle Avery e Dean Georgaris (ambos do remake de “Sob o Domínio do Mal”). Na ocasião, a produção não foi adiante porque, ironicamente, a Warner lançou um filme similar, “Do Fundo do Mar” (1999). A nova versão foi escrita por James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e está sendo dirigida por Jon Turteltaub (“A Lenda do Tesouro Perdido”). O elenco também inclui Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”), Robert Taylor (série “Longmire”), Rainn Wilson (série “The Office”), Masi Oka (série “Heroes”) e Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), que vai aparecer em mais três filmes de ação em 2017: “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, “xXx: Reativado” e “John Wick – Um Novo Dia para Matar”. “Meg”, porém, só estreia em março de 2018.

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    Homem-Aranha: Primeira foto “oficial” do novo filme é um selfie

    16 de outubro de 2016 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto “oficial” do novo filme do Homem-Aranha. A imagem traz o herói tirando um selfie de si mesmo. E é frustrante, pois o ator Tom Holland teve a mesma ideia quatro meses antes, quando divulgou em seu Instagram um selfie de uniforme, pendurado no alto, com toda a equipe de produção abaixo. O selfie do Instagram é, por sinal, melhor que o da revista. Nem que seja por evitar o indefectível logotipo da publicação sobre sua imagem. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 27 de julho de 2017 no Brasil, 20 dias depois de seu lançamento nos EUA.

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    Logan: Terceiro filme de Wolverine ganha novas fotos enigmáticas

    16 de outubro de 2016 /

    A divulgação fragmentada de “Logan”, terceiro longa-metragem solo de Wolverine, continua firme na conta wponx (uma referência ao programa militar secreto “Arma X”) do Instagram. Seis novas imagens de road movie, aparentemente irrelevantes, somaram-se à coleção de fotos em preto e branco da produção, que continuam pingando, feito cota-gotas, sem maiores informações. Além da revelação do personagem do ator Boyd Holbrook (série “Narcos”), como Donald Pierce, o vilão do filme, feita anteriormente, as imagens não trouxeram nada mais que possa ser considerado importante. E a nova leva é igualmente frustrante, como a campanha de 6ª temporada de “American Horror Story”. Uma das imagens tem uma mensagem rabiscada num banheiro que questiona “Onde estão todos os mutantes”, o que deve inspirar muitas teorias na internet. O roteiro de “Logan” é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Através da Sombra: Veja trailer de terror brasileiro com Domingos Montagner

    16 de outubro de 2016 /

    A Europa Filmes divulgou o pôster, as fotos e o trailer do terror nacional “Através da Sombra”, que surpreende por fugir do padrão de filme B que marca o gênero no Brasil. O bom acabamento e o apuro na recriação de época se deve à assinatura do veterano cineasta Walter Lima Jr., que ao longo da carreira se aventurou com coragem pelo cinema fantástico, por meio de filmes como “Ele, o Boto” (1987), “O Monge e a Filha do Carrasco” (1996) e “A Ostra e o Vento” (1997). O filme também registra um dos últimos papéis da carreira de Domingos Montagner, falecido em setembro. Sua participação, porém, é pequena. A prévia tem cenas do “jogo do copo” (antepassado do tabuleiro de ouija), mansão mal-assombrada, aparições de fantasmas e crianças sinistras. Curiosamente, a ambientação gótica do começo lembra o clássico “Jane Eyre”, de Charlotte Brontë, mas a adaptação é, na verdade, de “A Volta do Parafuso”, clássico fantástico de Henry James, já filmado várias vezes – a mais recente, em 2009, com Michelle Dockery (série “Downton Abbey”) no papel da professora. A trama gira em torno de Laura (Virginia Cavendish, de “Califórnia”), contratada como professora de duas crianças órfãs por Afonso (Montagner), tio delas. As crianças vivem numa fazenda de café e é para lá que Laura se muda. Elisa (Mel Maia, de “Qualquer Gato Vira-Lata 2”), a sobrinha mais nova e doce, se apega rapidamente a Laura, enquanto seu irmão vem de um internato. Porém, nem tudo é tranquilo na vida no campo. Laura sente que as crianças estão sob a influência maligna de espíritos hostis que ali viveram, e se empenha em descobrir o que está por trás de todo esse mistério, sem perceber que ela mesma poderá estar envolvida numa trama diabólica. O longa foi exibido no Festival do Rio, na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, na Mostra de Cinema de Tiradentes e no Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre. A estreia comercial está marcada para o dia 10 de Novembro.

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    Animais Fantásticos e Onde Habitam: Vídeo legendado de bastidores reforça conexões com Harry Potter

    16 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um novo vídeo legendado de bastidores do filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Repleto de cenas inéditas, a prévia reforça as conexões do filme com o universo mágico da saga “Harry Potter”. Há desde flashbacks até uma citação nominal a Alvo Dumbledore, tudo reforçado por uma entrevista com a escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que estreia como roteirista de cinema com este lançamento. A apresentação também resume a trama e demonstra os ótimos efeitos visuais da produção, o que ajuda a explicar a confiança dos envolvidos no material – Rowling já fala em franquia de cinco filmes, enquanto o diretor David Yates (responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”) adiantou detalhes do próximo. A trama se passa na Nova York dos anos 1920, mais de sete décadas antes de “Harry Potter”, para onde o jovem bruxo Newt Scamander (Eddie Redmayne, de “A Garota Dinamarquesa”) se dirige com uma mala cheia de criaturas fantásticas, que, claro, escapam, aprontando uma grande confusão típica de Sessão da Tarde. O elenco também destaca Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”). “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Mulher Maravilha: Trailer russo traz várias cenas inéditas de guerra e feminismo

    16 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer internacional dublado em russo – e sem legendas – do filme da “Mulher-Maravilha”, repleto de cenas inéditas. Além de mostrar a força da personagem interpretada pela atriz Gal Gadot, a prévia inclui diversas cenas de luta da princesa amazona, que enfrenta as tropas do Keiser de minissaia, escudo, espada e laço em punho, exibindo sua superforça em câmera superlenta. Também há destaque para cenas passadas na ilha das amazonas, a recriação de sua origem e até a introdução de Etta Candy (Lucy Davis, de “Todo Mundo Quase Morto”), que rende comentários feministas para quem souber russo achar graça. A prévia é bastante fiel à origem clássica dos quadrinhos, exceto por um detalhe. O encontro inicial entre Diana e o aviador Steve Trevor (papel de Chris Pine, de “Star Trek”) aconteceu no começo da 2ª Guerra Mundial e não na 1ª Guerra, época em que se passa o filme. De fato, a estreia da Mulher Maravilha em 1941 coincidiu com o ataque japonês à Pearl Harbor, que levou os EUA a entrarem no conflito. Com roteiro de dois autores da DC Comics, Allan Heinberg e Geoff Johns, e direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), o filme também traz em seu elenco Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Ewen Bremner (“Êxodo: Deuses e Reis”). “Mulher-Maravilha” estreia em 1 de junho no Brasil.

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  • É Fada
    Filme

    É Fada! faz sucesso com pouco esforço, preconceito e superficialidade

    15 de outubro de 2016 /

    Há alguma coisa muito errada nas comédias feitas para cinema no Brasil. A busca pelo riso certamente não é determinada por uma cartilha com regras definidas, portanto cada um é livre para buscar a sua maneira de fazer rir. Infelizmente, essa liberdade de escolha em vez de estimular os nossos comediantes a buscar o novo, parece dizer pra eles que a comédia é a manifestação artística do menor esforço, a que se conecta com o público com mais facilidade, e por isso não é necessário pesquisar, estudar, investigar nada, uma vez que o “jeito” engraçado basta para fazer rir. Mas não estou dizendo nada de novo. Quem acompanha as comédias produzidas pelo cinema brasileiro nos últimos anos sabe do que estou falando, e relatar isso aqui muda quase nada. “É Fada!” é um dos líderes de bilheteria no Brasil (assim como outras comédias nacionais foram em anos anteriores). No final do ano, o longa vai inchar o número de espectadores que os filmes brasileiros alcançaram em 2016, vai arrecadar um bom dinheiro, e agora eu vou ser o antipático aqui de novo. A roda gira. A trama preguiçosa e banal nos apresenta a Geraldine (Kéfera Buchmann), uma fada que perde as suas asas após levar um peteleco do ex-técnico da seleção brasileira de futebol, Luís Felipe Scolari, durante a semifinal da Copa do Mundo, por dar um conselho mal recebido pelo treinador – sim, é sério, é assim que o filme começa. Para ter as suas asas de volta, ela precisa ajudar Júlia (Klara Castanho), uma adolescente que, recém-chegada numa escola de classe alta, não possui um bom relacionamento com os colegas e ainda convive com os desentendimentos do pai operário com a mãe socialite. Não podemos nos esquecer de que “É Fada!” é dirigido por Cris D’Amato, diretora de outra atrocidade, “S.O.S Mulheres Ao Mar” (2014). A cineasta apresenta um olhar aguçado para realizar obras equivocadas, além, é claro, de um cinema de péssima qualidade. Enquanto o seu filme anterior é um absurdo manifesto machista (disfarçado de empoderamento feminino), este seu novo trabalho possui tantos preconceitos que fica difícil saber por onde começar. O conceito de fada aqui é modificado, e agora este ser mágico é a garota diferentona, danada, que quer zoar, provocar, safada, safadinha e safadona (como ouvimos incessantemente na música dos créditos finais), cheia de falas e gírias da moda, antenada com os memes e gifs mais tops do momento, e que sempre retira do seu ânus os objetos necessários para ajudar a sua cliente. Até aí “tudo bem”, mas o que a diretora e os seus roteiristas não perceberam é o tom terrivelmente preconceituoso, ignorante e equivocado que a personagem Geraldine traz para o filme! A extreme makeover que ela traz para a vida de Júlia é “arrumar” (esse é o verbo utilizado pela personagem) o cabelo da garota através de uma chapinha; encher o seu Instagram e Facebook de fotos em lugares que ela não foi; mentir para impressionar o boy e assim conseguir ficar com ele; fazer ela negar o pai e o amigo pobres para parecer rica e assim impressionar as típicas meninas populares/metidas/arrogantes, ou seja, transformar a garota num ser genérico e superficial cheia de boniteza. Tudo isso tendo como álibi uma frase curta dita no final do filme: “É errando que se encontra o caminho certo”. Sério? Passamos por 80 longos minutos de um filme muito mal realizado, com nada de engraçado, acompanhando uma série de absurdos que a fada induz a garota a fazer, tudo para aprendermos junto com ela que é errando que se aprende? O máximo que podemos aprender é que é errando muito que se faz uma comédia de sucesso de público no Brasil. Esse álibi também não cola pela série de comentários absurdos que a personagem comete quando, por exemplo, diz de maneira pejorativa que o cabelo de um rapaz parece uma samambaia, ou quando diz que é contra falsificação por isso parou de ir à China. E sendo preconceituoso se aprende o quê? Mas quem me dera que os defeitos do filme estivessem “apenas” aí. D’Amato tem a sutileza da pata de um elefante para estabelecer os conflitos do filme, que por sinal abusam de clichês. A escola na qual a garota estuda foi tirada de algum filme do John Hughes nos anos 1980, em que apenas o estereótipo norte-americano foi pinçado, sendo (mal) encaixado de maneira grosseira no contexto brasileiro. Os conceitos mais batidos de bullying e das diferenças entre as classes sociais dos alunos são repetidos a exaustão pra fixar bem na nossa cabeça. Os personagens, todos, são absolutamente rasos na sua criação e desenvolvimento. A fada é diferentona, safadinha; a garota é infeliz e tímida e vislumbra a chance de ser bonita e popular; o pai é honesto, trabalhador humilde que se decepciona com a perda de valores da filha; a mãe é rica, indiferente, e se preocupa apenas se a filha está bem vestida e tem amigos ricos; e as vilãs são vilãs porque o mal é legal de fazer. Os supostos arcos dramáticos envolvendo estas figuras são previsíveis, e demonstram como o roteiro desde sempre se contentou em trabalhar com arquétipos pra facilitar a compreensão da geração do Youtube – o público alvo do filme por contar com Kéfera no elenco – que, acostumada com vídeos de curtíssima duração, poderia ficar desestimulada a assistir ao filme se os personagens propusessem uma discussão minimamente complexa. Sei. Isso sem contar as situações mal planejadas e desenvolvidas, como a levitação fora de hora em um momento específico, porque “deu erro” na chamada pro mundo das fadas, numa festa vendida como bombante, mas que foi filmada de maneira esvaziada e desanimada; a sequência risível (talvez o único momento que dei uma risada) em que o filme tenta assumir um tom dramático ao propor um conflito pela guarda de Julia por conta dos desentendimentos dos pais; além da sequência em que a vilã aparece e fala todo o seu plano e o que o levou a realizar tamanha maldade. A pegada publicitária da fotografia e montagem denota a total falta de criatividade e capacidade de D’Amato como diretora. Deve ter sido difícil e caro o aluguel do drone para fazer as imagens de apoio e transição, pois fica claro que cada segundo em que é possível inserir uma imagem aérea ela é inserida, mesmo quando o recurso já cansou há tempos. Parece que a diretora considera sofisticado o efeito, e se apaixonou pela ideia, quando no fundo temos apenas uma sensação artificial trazida por um efeito criativamente pobre. Outro ponto que deve ser um desafio e tanto para a diretora é a decupagem nas cenas de dança. Pra quê tantos cortes, meu Deus? Pra dar ritmo à cena? Tal característica demonstra uma notável incapacidade de D’Amato, pois não causa o efeito esperado, apenas nos deixa perdidos, com uma leve dor de cabeça, sem saber onde está cada coisa. As duas sequências de dança mais importantes do filme são verdadeiramente constrangedoras. Os efeitos digitais chamam a atenção negativamente nos tirando do filme. O desenho de produção da “floresta” onde vive Geraldine parece ter sido feito por um aluno de primeiro período de design utilizando um Windows 95, enquanto que a inserção digital de um copo de Rei do Mate na cena do clube explicita o quanto este filme não é levado a sério nem mesmo pelos seus realizadores. Mas como já disse lá no início da crítica, esse texto não muda muita coisa. Vida que segue.

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  • O Shaolin do Sertão
    Filme

    O Shaolin do Sertão vai de Tarantino a Didi Mocó em busca do riso fácil

    15 de outubro de 2016 /

    O sucesso popular e o caráter de novidade de “Cine Holliúdy” (2012) fizeram com que Halder Gomes se tornasse um nome quente. Não que o filme tenha sido a estreia dele na direção. Mas é como se fosse: era o seu projeto mais autoral, reunindo duas coisas que muito lhe agradavam: as artes marciais e o humor tipicamente cearense, com intenção, inclusive, de apresentar para os quatro ventos o “cearês”, o linguajar típico regional. “O Shaolin do Sertão” dá seguimento a esse projeto de comédia regional com ambição de ganhar o Brasil, e talvez até mesmo de ser vista com curiosidade por algum espectador estrangeiro. Mas talvez um dos erros de Halder tenha sido entregar o trabalho de roteirização para outra pessoa, em vez de ele mesmo cuidar disso, como fez com “Cine Holliúdy”. Ou talvez o filme tenha partido de apenas uma ideia, um esqueleto, e não tenha conseguido desenvolver tão bem o seu miolo, com as piadas, que são de fundamental importância para que o filme seja bem aceito pela plateia. Não quer dizer que “Shaolin do Sertão” não arranque algumas boa gargalhadas e que funcione melhor do que muitas outras comédias brasileiras, mas é um filme cujo humor vai ficando cansativo pela repetição e por problemas de timing e montagem. Uma das coisas que chama logo a atenção na parte técnica do filme são os créditos de abertura, que emulam uma transmissão de televisão dos anos 1980 de um filme de kung fu de Hong Kong, como aqueles que passavam com imagem espichada no Faixa Preta, programa dedicado a filmes do gênero que fez grande sucesso naquela década. A brincadeira com o fato de os atores aparecerem magos e altos se dava ao fato de a janela original em scope ser esticada para caber na telinha quadrada dos antigos televisores. Daí o personagem de Aluísio Li (Edmilson Filho, também protagonista de “Cine Holliúdy”) acreditar que os chineses eram um povo alto e magro, enquanto que os cearenses eram baixinhos e de cabeça chata. Essa é uma das boas sacadas do filme, aliás. A dicção ruim dos atores mirins em “Cine Holliúdy”, e que acabou por exigir que os filmes fossem apresentados em cópias legendadas, deixou de ser um problema em “O Shaolin do Sertão”. Até porque o garotinho Piolho, interpretado por Igor Jansen, está muito bem, no papel do melhor amigo de Aluísio. Ele é o único que entende a vontade do protagonista de se tornar uma pessoa parecida com aqueles que ele tanto admira nos filmes de artes marciais, muito embora ele só consiga apanhar e ser alvo de chacota de todos os moradores de Quixadá, cidade onde vive. A sua motivação ganha ímpeto na forma de uma disputa que acontecerá em sua cidade, que o leva a se voluntariar para lutar contra o terrível Tony Tora Pleura (Fabio Goulart), campeão de luta livre que vem vencendo e mandando para o hospital seus adversários em cada cidade do interior por onde tem passado. E daí entra em cena o personagem do Chinês, vivido por Falcão, que será, por assim dizer, o treinador de Aluísio. Os momentos de treinamento lembram tanto “Karatê Kid” (1984) quanto “Kill Bill: Vol. 1”, mas com sotaque e piadas cearenses (algumas propositalmente datadas). Pena que boa parte delas não funcione, e algumas parecem apenas grosseiras. Esse traço irregular do humor acaba por fazer de “O Shaolin do Sertão” um filme um pouco cansativo, justamente pela intenção de fazer rir a quase todo instante. Ninguém tem a obrigação de rir de piadas que não funcionam, mas percebe-se o esforço do realizador e daí vem o incômodo. Fazer comédia não é fácil. Pensando nos aspectos positivos, o filme conta com alguns ótimos momentos, e o jeitão meio Chaplin e meio Didi Mocó de Edmilson Filho faz com que ganhe a nossa simpatia. Mas não dá pra negar que se esperava muito mais, após “Cine Holliúdy”.

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