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Filme

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    Estreia de Asia Argento como diretora tinha cena inspirada em abuso de Harvey Weinstein

    11 de outubro de 2017 /

    A atriz e diretora italiana Asia Argento, que afirmou ter sido estuprada por Harvey Weinstein numa entrevista para a revista The New Yorker, reviveu a experiência em sua estreia como cineasta. A cena de abuso sexual de um produtor de Hollywood, que faz parte do autobiográfico “A Diva Escarlate” (2000), foi inspirada em Weinstein, ela revelou no Twitter. Asia confirmou ter transformado o horror que sofreu em arte. “Eu escrevi e dirigir esta cena em 1999. #Weinstein”, escreveu, incluindo um vídeo da cena no post. A cena registra um produtor de roupão, alegando cansaço e pedindo uma massagem, prometendo depois ler um roteiro da atriz, vivida pela própria Argento. Mas conforme a cena avança, ele aproveita a situação para assaltar sexualmente a jovem. Veja abaixo. A diferença para a vida real é que, na ficção, ela conseguiu fugir. Ela contou que foi levada ao quarto de hotel de Weinstein por um empregado italiano da Miramax, com a desculpa que havia uma festa. Mas, ao chegar lá, Harvey Weinstein estava sozinho de roupão. Ele lhe falou de um projeto e pediu-lhe uma massagem antes de continuar, e de repente avançou sobre ela, levantou sua saia e passou a fazer sexo oral nela, apesar de protestos para que parasse. Foi em 1997, dois anos antes dela escrever “Scarlet Diva”. Asia Argento tinha 21 anos. I wrote and directed this scene in 1999. #Weinstein pic.twitter.com/VFRJQM0O4M — Asia Argento (@AsiaArgento) October 10, 2017 Fabrizio Lombardo brought me to Weinstein's room when I was 21 in '97. He told me it was a Miramax party. Only Harvey was there. — Asia Argento (@AsiaArgento) October 11, 2017

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    Mulher de Harvey Weinstein se solidariza com as vítimas do marido e anuncia divórcio

    11 de outubro de 2017 /

    A mulher de Harvey Weinstein anunciou o divórcio, após a revelação de novos casos de abuso sexual cometidos pelo produtor, que vieram à tona na terça-feira (11/10). Em declaração à revista People, Georgina Chapman se solidarizou com as vítimas do marido. “Estou de coração partido por todas essas mulheres que passaram por uma dor enorme por causa das ações imperdoáveis dele”, ela declarou. Georgina é estilista da grife Marchesa e estava casada com Weinstein havia 10 anos. “Escolhi deixar o meu marido. Cuidar dos meus filhos é prioridade neste momento e peço privacidade à mídia”, completou. O produtor de cinema de 65 anos e a estilista de 41 têm um casal de filhos, a menina India Pearl e o menino Dashiell. Weinstein ainda tem outros três filhos do seu primeiro casamento com sua antiga assistente, Eve Chilton. Quando os primeiros casos vieram à tona, em uma reportagem do The New York Times publicada na semana passada, Harvey Weinstein declarou que contava com o apoio da esposa. “Ela está 100% comigo. Georgina e eu já conversamos sobre isso”, ele disse na ocasião, acrescentando que a esposa o estava ajudando a se tornar “um ser humano melhor” e a se desculpar com as pessoas pelo mau comportamento dele. Mas na terça uma nova reportagem do The New York Times revelou que o abuso sexual era sistemático, com declarações de Gwyneth Paltrow e Angelina Jolie sobre como foram assediadas pelo produtor no início da carreira, além de relatos de pessoas que teriam sido pressionadas para manter o silêncio. Um caso ainda mais pesado foram revelado pela revista The New Yorker, que trouxe o depoimento de Asia Argente e outras mulheres que disseram terem sido forçadas a fazer sexo com Harvey Weinstein. Pelo menos 13 mulheres denunciaram abusos que sofreram por parte do produtor. Em comunicado divulgado por seu porta-voz, Weinstein admitiu ter assediado as atrizes e pediu desculpas, mas negou as acusações de estupro. As repercussões do caso também o levaram a ser demitido da empresa que criou e que leva o seu nome, The Weinstein Company. A produtora está estudando, inclusive, uma troca de nome.

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    Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow revelam abuso e Asia Argento estupro de Harvey Weinstein

    10 de outubro de 2017 /

    A repercussão da reportagem-denúncia do jornal The New York Times contra o poderoso produtor Harvey Weinstein continua a inspirar novas revelações de casos de assédio e abuso sexual em Hollywood ao longo das últimas três décadas. E a lista inclui atrizes muito famosas, como Angelina Jolie (“Malévola”) e Gwyneth Paltrow (“Homem de Ferro”), conforme revelou novo artigo publicado nesta terça (10/10) pelo próprio Times. Outras publicações também levantaram histórias sórdidas de Weinstein. E uma das reportagens trouxe à tona o relato chocante de um estupro sofrido por Asia Argento (“Triplo X”) aos 22 anos de idade. Na reportagem original, apenas Ashley Judd (“Divergente”) deu a cara a bater, denunciando publicamente o abuso que sofreu. Mas o artigo também revelou o caso de Rose McGowan (“Conan, o Bárbaro”), que teria recebido dinheiro para ficar quieta. Agora que Weinstein foi demitido de seu próprio estúdio, The Weinstein Company (TWC), e perdeu o poder, outras atrizes encontraram coragem para falar a respeito de suas experiências com o produtor. Gwyneth Paltrow disse que foi assediada aos 22 anos, quando foi contratada para fazer o filme “Emma” (1996). Antes das filmagens, ela foi chamada à suíte do produtor em um hotel em Beverly Hills. A atriz diz que ele colocou a mão nela e sugeriu que eles fossem ao quarto para fazer massagens. Ela recusou o assédio, mas ficou com medo de ser demitida e contou ao seu namorado na época, o ator Brad Pitt, que decidiu confrontar o produtor e ameaçá-lo para que ele nunca mais tocasse nela. Brad Pitt confirmou o relato ao jornal The New York Times. Paltrow diz que Weinstein ainda ligou e brigou com ela após ser confrontado por Pitt. “Ele gritou comigo por muito tempo. Foi brutal”, ela disse, temendo perder o papel em “Emma” e pedindo para ele que mantivesse uma atitude profissional. Angelina Jolie revelou que Harvey a assediou em um quarto de hotel durante o lançamento do filme “Playing By Heart”, no final dos anos 1990. “Eu tive uma experiência ruim com Harvey Weinstein na minha juventude e, como resultado, escolhi nunca trabalhar com ele de novo e avisar a outras pessoas disso. Esse comportamento contra mulheres em qualquer área e em qualquer país é inaceitável”, ela contou. A atriz britânica Romola Garai (“Desejo e Reparação”) relatou sua experiência ao jornal The Guardian, descrevendo como se sentiu “violentada” numa reunião com o produtor. “Eu tive que comparecer ao quarto dele no hotel Savoy e ele abriu a porta de roupão. Eu tinha apenas 18 anos. Eu me senti violentada, ficou gravado na memória”, conta. Para ela, o incidente refletia a maneira com que Weinstein lidava com as mulheres da indústria do cinema, ao colocar jovens atrizes em “situações humilhantes” para provar que “tinha o poder para fazer isto”. O pior veio à tona na entrevista de Asia Argento para a revista The New Yorker, onde ela revelou para o jornalista Ronan Farrow (filho de Woody Allen) ter sido estuprada por Weinstein em 1997, quando foi para o que acreditou ser uma festa da Miramax no Hotel Du Cap-Eden-Roc. Ela afirma que chegou lá e só havia Weinstein de roupão, que lhe falou de um projeto e pediu-lhe uma massagem antes de continuar, e de repente avançou sobre ela, levantou sua saia e passou a fazer sexo oral nela, apesar de protestos para que parasse. Ela revelou ter ficado calada por medo de ser “esmagada”. “Conheço atrizes que tiveram a carreira destruída por ele”, afirmou. Pode ser os casos de Rosanna Arquette (“Pulp Fiction”) e Mira Sorvino (“Poderosa Afrodite”), que disseram terem enfrentado dificuldades para trabalhar em Hollywood após se recusarem a aceitar os abusos de Weinstein. A diferença de tratamento em relação às duas decorreu delas não terem ficado de boca fechada, tendo denunciado o comportamento do produtor aos executivos do estúdio, que nada fizeram. Ou melhor, fizeram. Elas foram dispensadas de projetos da companhia e encontraram portas fechadas em outros lugares. Arquette disse que Weinstein a ameaçou, dizendo que ela iria se arrepender. No artigo da New Yorker, funcionárias da Weinstein Company corroboraram o conhecimento na empresa dos abusos cometidos por Harvey Weinstein. Pior que isso: as empregadas eram usadas para atrair jovens atrizes para as reuniões sórdidas do produtor. Elas geralmente faziam os convites e participavam do começo do encontros, antes de dar uma desculpa para deixar as vítimas sozinhas com o predador. Para completar, uma gravação de áudio realizada durante uma operação do Departamento de Polícia de Nova York em 2015 foi tornada pública pela primeira vez. Ela registra Weinstein admitindo ter tocado as partes íntimas da modelo Ambra Battilana Gutierrez e descrevendo o fato como algo que ele “costumava” fazer normalmente.

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    Vídeo do suspense Boneco de Neve destaca Jo Nesbø, o mestre do suspense nórdico

    10 de outubro de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo de bastidores do suspense de “Boneco de Neve”, que destaca o autor do livro original, Jo Nesbø (“Headhunters”), considerado o novo mestre do suspense nórdico. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Nesbø. Trata-se da sétima publicação de uma série literária dedicada ao detetive Harry Hole, papel interpretado no filme por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). A diferença desta obra para as demais é, conforme o escritor explica no vídeo, a presença de elementos de terror. Na trama, Hole investiga o desaparecimento da mãe de um menino, que acaba revelando a atividade mórbida de um serial killer obcecado por degolar mulheres e usá-las em bonecos de neve mórbidos. O projeto esteve em desenvolvimento durante anos no estúdio Universal e quase foi dirigido por Martin Scorsese, após “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). O roteiro é o mesmo desta época, escrito por Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”) e revisado por Hossein Amini (“Drive”). Curiosamente, a Universal acabou optando por um cineasta escandinavo. A direção ficou a cargo do sueco Tomas Alfredson (de “Deixa Ela Entrar” e “O Espião que Sabia Demais”). Além dele, a principal personagem feminina também é vivida por uma atriz sueca, Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”). Sem esquecer que entre os coadjuvantes está a estrela da série nórdica “Bron/Broen”, a sueca Sofia Helin. O elenco ainda inclui Val Kilmer (“Tom Sawyer & Huckleberry Finn”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Jamie Clayton (série “Sense8”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e os ingleses James D’Arcy (série “Agent Carter”) e Toby Jones (série “Wayward Pines”). A estreia está marcada para 2 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos (em 20 de outubro).

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    Continuação da sci-fi Skyline ganha novo trailer com muitos efeitos visuais

    10 de outubro de 2017 /

    A sci-fi indie “Beyond Skyline”, que retoma a trama do filme de invasão alienígena “Skyline” (2010), ganhou um novo trailer. A prévia destaca o personagem de Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”), que começa num metrô de cidade grande americana e vai parar numa selva asiática atrás do filho abduzido por alienígenas. Os efeitos visuais chamam bastante atenção, por assumirem uma escala mais ambiciosa que o filme original, realizado com baixo orçamento. Além do protagonista, o elenco internacional inclui o indonésio Iko Uwais (“Operação Invasão”), o javanês Yayan Ruhian (também de “Operação Invasão”), a singapurense Pamelyn Chee (série “2025”), o neozelandês Callan Mulvey (série “Power”), a sérvia Bojana Novakovic (“A Maldição da Floresta”) e os americanos Jonny Weston (“A Série Divergente: Convergente”) e Antonio Fargas (série “Todo Mundo Odeia o Chris”). O roteirista e técnico de efeitos Liam O’Donnell, que escreveu o primeiro filme, volta a assinar a trama e fará sua estreia como diretor à frente da produção. Mas os diretores do longa original, os irmãos Greg e Colin Strause, também retornam, agora como produtores. “Beyond Skyline” vai estrear em 1 de novembro na Indonésia, 15 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Sylvester Stallone vai dirigir Creed 2

    10 de outubro de 2017 /

    O ator Sylvester Stallone vai assumir a direção de “Creed 2”. Ele próprio fez o anúncio nas redes sociais, confirmando um antigo rumor. Além de dirigir, Stallone é responsável pelo roteiro e a produção do longa, que deve começar as filmagens no início de 2018 e contar novamente com Michael B. Jordan no papel de Adonis Creed. Ao publicar uma foto do rascunho do roteiro, em julho, o astro também sugeriu a volta de Dolph Lundgren ao papel de Ivan Drago, visto em “Rocky IV” (1984). Vale lembrar que Stallone escreveu todos os filmes da franquia “Rocky” original, além de ter dirigido quatro dos cinco filmes – apenas o primeiro teve direção de John G. Avildsen. A previsão de estreia é para 2018, mas ainda não há uma data definida. Looking forward to directing and Producing The incredibly talented Michael B Jordan in CREED 2 next year … One more Round ! #creed2 #mgm #fighting #workout #exercise #boxing Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em Out 9, 2017 às 5:59 PDT

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    Liga da Justiça ganha comercial e vídeo de bastidores com cenas inéditas

    10 de outubro de 2017 /

    A Warner divulgou um novo comercial com cenas inéditas e um vídeo de bastidores de “Liga da Justiça”, que se focam na formação da equipe com alguns dos principais heróis da editora DC Comics. Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher) se juntam para enfrentar uma invasão alienígena – e também, como mostrou o segundo trailer, honrar o legado de Superman (Henry Cavill). Dirigido por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e refeito por Joss Whedon (“Os Vingadores”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    My Friend Dahmer: Trailer mostra juventude de um dos mais famosos serial killers americanos

    10 de outubro de 2017 /

    A Film Rise divulgou o pôster e o segundo trailer de “My Friend Dahmer”, que traz o ídolo adolescente Ross Lynch (do telefilme “Teen Beach Movie” e da série “Austin & Ally”, do Disney Channel) como o famoso serial killer Jeffrey Dahmer. A prévia mostra Dahmer em seus dias de colegial, durante os anos 1970. O filme indie é uma adaptação da graphic novel de mesmo nome, do cartunista Derf Backderf, com roteiro e direção de Marc Meyers (“How He Fell In Love”), e mostra o futuro canibal lutando com as dificuldades da adolescência, sua família problemática e seu desejo de matar. O elenco também inclui Anne Heche (série “Aftermath”) e Dallas Roberts (série “The Walking Dead”) como os pais de Dhamer, além de Vincent Kartheiser (série “Mad Men”), Alex Wolff (“O Dia do Atentado”) e Miles Robbins (“Em Busca de Uma Nova Chance”). Conhecido por estuprar, matar, desmembrar e comer 17 homens e meninos entre o final dos anos 1970 e o começo dos 1990, Dahmer foi diagnosticado como psicopata e acabou assassinado na prisão por outro presidiário em 1994. O serial killer já foi retratado no drama “Dahmer” (2002), obra responsável por impulsionar a carreira do ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”), que recebeu o troféu Indie Spirit Award pelo papel.

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    Veja a versão legendada do trailer espetacular de Star Wars: Os Últimos Jedi

    10 de outubro de 2017 /

    A Disney divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Aliás, que trailer! Após os elogios rasgados já postados sobre o vídeo original, vale a pena detalhar melhor as novidades reveladas pela prévia. A aparição do Supremo Líder Snoke (Andy Serkis), chefão da Primeira Ordem, é o elemento mais evidente. Mas a inesperada virada da narrativa é que dá o que falar. A reviravolta começa com o temor de Luke Skywalker (Mark Hamill) diante do poder de Rey (Daisy Ridley), que lhe lembra Kylo Ren (Adam Driver), seu antigo pupilo que renegou a Força e, em cenas de flashback, parece ter promovido um massacre – na antiga Academia Jedi? E Ren ressurge marcado pela tragédia, após ter matado o próprio pai (Harrison Ford), prestes a fazer o mesmo com sua mãe, a General Leia (Carrie Fisher), numa cena muito tocante, antes de estender a mão para Rey, aparentemente oferecendo-se para virar seu mestre, após Luke a rejeitar. A cena final ganha ainda mais significância quando se repara no pôster. É o nono divulgado. E todos eles enfatizam as cores vermelha e preta, como a bandeira da Primeira Ordem. Com um detalhe a mais no novo cartaz: os rastros dos caças, na parte inferior, formam literalmente a imagem da bandeira das forças leais ao Império. Com este trailer e a informação visual do pôster, não faltam questionamentos dos angustiados. Será a ida de Rey para o lado negro? E qual o resultado do confronto entre mãe e filho? Uma explosão espacial selará o destino de Leia, após a morte de sua intérprete? Sem esquecer que há muitos outros personagens ao largo desse núcleo familiar, como Finn (John Boyega), que trava um duelo com Phasma (Gwendoline Christie), e Poe (Oscar Isaac), que parece assumir uma postura de líder da Rebelião. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Will Smith e Tom Holland vão dublar a próxima animação do estúdio de Rio e A Era do Gelo

    10 de outubro de 2017 /

    Os atores Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) vão dublar a animação “Spies in Disguise”, nova produção do estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo e “Rio” – para a Fox. O estúdio fez o anúncio junto com a divulgação das primeiras imagens de seus personagens. Continua a ser impressionante como os estúdios americanos torram boa parte do orçamento de suas animações com vozes de astros famosos, que não tem importância alguma para o mercado internacional, onde os filmes são redublados por profissionais que trabalham pelo piso sindical. Desta vez, ao menos, os personagens são humanos e se parecem fisicamente com seus intérpretes, como se pode ver pelas imagens. O filme é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell. A trama acompanha um agente secreto que quase desencadeia um conflito global quando um pombo fica preso numa mala do governo com dispositivo nuclear. Confira a animação original abaixo. A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. O projeto ainda não tem previsão para chegar aos cinemas.

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    Novo trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi é de aplaudir de pé

    9 de outubro de 2017 /

    Não há dúvidas que “Star Wars” tem os melhores trailers do cinema americano. Quem não lembra o impacto dos primeiros segundos de divulgação de “O Despertar da Força”? Pois a Lucasfilm conseguiu superar-se com a nova prévia de “Os Últimos Jedi”. E também divulgou um novo pôster. Dramática, climática e cheia de cenas impactantes, a prévia confirma que a franquia é muito mais que efeitos visuais deslumbrantes, mergulhando no coração dos personagens, seus temores, dúvidas, decepções e relacionamentos. Com uma edição pontuada por narrações extraídas da trama, mesmo sem revelar grandes reviravoltas, o vídeo aponta direções surpreendentes e inesperadas. Tanto que, ao final, no segundo entre o escurecimento da tela e a primeira nota do tema clássico de John Williams, o primeiro impulso é fechar a boca (caída após o encontro entre Rey e Kylo Ren) e aplaudir de pé. A cena final também ganha mais importância quando se repara no pôster. É o nono divulgado. E todos eles enfatizam as cores vermelha e preta, como a bandeira da Primeira Ordem. Com um detalhe a mais no novo cartaz: os rastros dos caças, na parte inferior, formam literalmente a imagem da bandeira das forças leais ao Império. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Jean Rochefort (1930 – 2017)

    9 de outubro de 2017 /

    Jean Rochefort, um dos atores mais populares do cinema francês, morreu na madrugada desta segunda-feira (9/10) aos 87 anos. Ele estava hospitalizado em agosto e faleceu em um estabelecimento médico em Paris. Com uma filmografia de quase 150 filmes, Rochefort construiu sua carreira em todos os gêneros, mas principalmente comédias ligeiras, sem nunca perder o charme e a elegância… ou seu icônico bigode. O ator nasceu em Paris em 1930 e começou a trabalhar no cinema na década de 1950, primeiro como figurante, depois como coadjuvante de aventuras de capa e espada, como “Le Capitaine Fracasse” (1961), “Cartouche” (1962), “Maravilhosa Angélica” (1965) e “Angélica e o Rei” (1966). Até que a comédia o descobriu. De coadjuvante em “Fabulosas Aventuras de um Playboy” (1965), estrelado por seu colega de “Cartouche”, Jean-Paul Belmondo, passou a protagonista no filme seguinte, o cultuado “Quem é Polly Maggoo?” (1966), um dos filmes mais famosos da história da moda no cinema. Ainda contracenou com Brigitte Bardot no romance “Eu Sou o Amor” (1967) e fez alguns thrillers importantes no começo dos anos 1970: “A Estranha Herança de Bart Cordell” (1973), nova parceria com Belmondo, “O Relojoeiro” (1974), de Bertrand Tavernier, e dois longas de Claude Chabrol, “Assassinato por Amor” (1975) e “Profecia de um Delito” (1976). O período também destaca duas obras dramáticas que lhe consagraram com Césares (o Oscar francês) consecutivos: a produção de época “Que a Festa Comece” (1976), novamente dirigido por Tavernier, e a trama de guerra “Le Crabe-Tambour” (1978), de Pierre Schoendoerffer. Mas apesar da variedade de projetos, logo sua veia de comediante se tornou mais evidente. Um quarteto de filmes foi responsável por estabelecer o novo rumo de sua carreira: “Loiro Alto do Sapato Preto” (1972), em que foi dirigido pela primeira vez por Yves Robert, “O Fantasma da Liberdade” (1974), do gênio espanhol Luis Buñuel, “Pecado à Italiana” (1974), de Luigi Comencini, e principalmente “O Doce Perfume do Adultério” (1976), seu segundo filme comandado por Robert. “O Doce Perfume do Adultério” fez tanto sucesso que, oito anos depois, ganhou um remake americano ainda mais popular – “A Dama de Vermelho” (1986), no qual o papel de Rochefort foi vivido por Gene Wilder. E depois de outra parceria bem-sucedida com o mesmo diretor, “Vamos Todos para o Paraíso” (1977), Rochefort filmou sua primeira comédia em inglês, “Quem Está Matando os Grandes Chefes?” (1978), tornando-se ainda mais conhecido no mundo todo. Ele continuou a acumular sucessos em sua associação com Robert – “Vamos Fugir!” (1979), “O Castelo de Minha Mãe” (1990) e “Esse Mundo é dos Chatos” (1992) – e ao firmar uma nova parceria importante com Patrice Leconte, com quem rodou seis filmes: “Tandem” (1987), “O Marido da Cabeleireira” (1990), “A Dança dos Desejos” (1993), “Os Canastrões” (1996) e o melhor de todos, “Caindo no Ridículo” (1996), uma obra-prima do humor francês, que rendeu a Rochefort nova indicação ao César. A lista se completa com o suspense “Uma Passagem para a Vida” (2002), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Veneza. O ator francês também foi dirigido pelo gênio americano Robert Altman em “Prêt-à-Porter” (1994) – que só perde para “Quem É Polly Maggoo?” na lista dos filmes de moda obrigatórios. Très chic. E foi a primeira escolha de Terry Gilliam para estrelar “The Man Who Killed Don Quixote” em 2000, ao lado de Johnny Depp. Mas esta produção foi interrompida por inúmeros desastres e nunca saiu do papel, ao menos como planejado, já que virou um documentário premiado, “Perdido em La Mancha” (2002). Ao final do século 20, Rochefort resolveu diversificar a carreira, aparecendo em minisséries e telefilmes, além de passar a dublar longas animados. É dele a voz do cavalo Jolly Jumper no desenho “Os Daltons Contra Lucky Luke” (2004). Outras animações recentes com sua voz incluem “Titeuf: O Filme” (2011), “Jack e a Mecânica do Coração” (2013) e “Abril e o Mundo Extraordinário” (2015). Entre seus últimos trabalhos, destacam-se ainda o excelente suspense “Não Conte a Ninguém” (2006), de Guillaume Canet, a comédia inglesa “As Férias de Mr. Bean” (2007), a adaptação dos quadrinhos de “Asterix e Obelix: A Serviço de sua Majestade” (2012), e o drama “O Artista e a Modelo” (2012), do espanhol Fernando Trueba, pelo qual foi indicado ao Goya (o Oscar espanhol). Seu papel final foi o personagem do título de “A Viagem de Meu Pai” (2015), de Philippe Le Guay, outro desempenho elogiadíssimo, que encerrou sua carreira no mesmo nível notável com que sempre será lembrado.

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    Blade Runner 2049 estreia em 1º lugar no Brasil

    9 de outubro de 2017 /

    “Blade Runner 2049”, continuação do clássico da ficção científica de 1982, estreou em 1º lugar no Brasil em faturamento. O longa do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”) faturou R$ 5,7 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz. Mas não foi o filme mais assistido do fim de semana. A produção live action de “Pica-Pau – O Filme” teve mais público, vendendo 319 mil ingressos contra os 281 mil da sci-fi. Mesmo assim, fez apenas R$ 4,6 milhões, segundo dados da consultoria ComScore. A explicação para esta diferença está no preço dos ingressos e o tipo de sala que exibiu o novo “Blade Runner”. O longa estrelado por Ryan Gosling e Harrison Ford foi lançado no circuito de 3D, em que as salas tem ingressos mais caros. De todo modo, foi uma vitória financeira importante por dois motivos. Um deles é local: o fato de “Pica-Pau” ter sido lançado em mais salas. O outro é internacional: apesar de também ter aberto em 1º lugar na América do Norte, o filme não rendeu o esperado pelo estúdio e pode dar prejuízo. Embalado por críticas positivas e forte pré-venda de ingressos, a expectativa era que o filme rendesse US$ 50 milhões no primeiro fim de semana, mas fez bem menos: US$ 31,5 milhões – diante de um orçamento de US$ 150 milhões de produção. Já “Pica-Pau” só deve estrear mesmo no Brasil, por conta da participação da atriz brasileira Thaila Ayala. A produção não tem previsão de lançamento em nenhum outro país, pois deve seguir direto para o mercado de DVD ou streaming. O fenômeno tem acontecido cada vez mais no país e o sucesso da “pica-retagem” só reforça a estratégia. Afinal, é muito mais barato adquirir os direitos de uma produção de DVD do que de um filme para cinema. Outros exemplos recentes do gato por lebre foram “Amityville: O Despertar” e “Fallen”. O Top 10 também chama atenção por trazer três filmes nacionais. O besteirol “Chocante” estreou em 5º lugar, faturando R$ 1 milhão, “Polícia Federal: A Lei é para Todos” se mantém no ranking em 9º lugar, ampliando em mais R$ 661 mil seu recorde de maior bilheteria do cinema brasileiro em 2017, e outro besteirol, “Duas de Mim”, fecha a lista com R$ 638 mil. Confira abaixo a lista completa dos filmes que mais venderam ingressos entre a quinta (5/10) e o domingo (8/10) no país. TOP 10 BRASIL 1. “Blade Runner 2049” – R$ 5,7 milhões 2. “Pica-Pau – O Filme” – R$ 4,6 milhões 3. “Kingsman – O Circulo Dourado 2” – R$ 3,4 milhões 4. “It: A Coisa” – R$ 3 milhões 5. “Chocante” – R$ 1 milhão 6. “Mãe!” – R$ 1 milhão 7. “Lego Ninjago – O Filme” – R$ 815 mil 8. “My Little Pony – O Filme” – R$ 710 mil 9. “Polícia Federal: A Lei é para Todos” – R$ 661 mil 10. “Duas de Mim” – R$ 638 mil  

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