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    Ator de Empire é indiciado pela polícia de Chicago por comunicação falsa de crime

    20 de fevereiro de 2019 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, foi oficialmente indiciado pela polícia de Chicago na quarta-feira (20/2) por conduta desordeira. O enquadramento aconteceu poucas horas após o porta-voz da Polícia de Chicago, Anthony Guglielmi, ter tuitado que os investigadores estavam apresentando provas do caso. Smollett é suspeito de ter forjado uma agressão contra si mesmo e pode pegar de dois a três anos de prisão por comunicação falsa de crime. Em resposta, os advogados do ator emitiram um comunicado. “Como qualquer outro cidadão, Smollett conta com a presunção de inocência, particularmente quando houve uma investigação como essa em que informações, tanto verdadeiras quanto falsas, foram repetidamente vazadas. Dadas estas circunstâncias, pretendemos conduzir uma investigação completa e montar uma defesa agressiva”, diz o texto. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. O caso começou a ficar estranho quando, apesar do ator ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. No final de semana, a polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Por conta disso, a polícia resolveu indiciá-lo. Em meio a esta polêmica, a Fox diminuiu a participação do ator em “Empire”. Suas aparições estariam sendo cortadas e seu papel diminuído para limitar suas vindas ao set de gravação. Ao mesmo, emitiu um comunicado reforçando que não pretende tirar Smollett da série. “Jussie Smollett continua sendo um profissional consumado no set e, como dissemos anteriormente, ele não está sendo cortado do programa”, afirmou a nota. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Camille Paglia chama o novo Nasce uma Estrela de “desgraça misógina”. Mas é pior

    20 de fevereiro de 2019 /

    Em ensaio escrito para a revista The Hollywood Reporter nesta quarta (20/2), a escritora, acadêmica e crítica de arte feminista Camille Paglia comparou as quatro versões já filmadas de “Nasce uma Estrela”, concluindo que a nova produção, estrelada por Lady Gaga, dirigida por Bradley Cooper e indicada ao Oscar 2019, é a pior de todas. A expressão usada pela autora de “Sexo, Arte e Cultura Americana” foi “uma desgraça misógina”. Após destacar o pioneirismo de Janet Gaynor ao escolher sua carreira em vez do papel de esposa no filme original de 1937, a androginia ousada de Judy Garland na versão de 1954 e o empoderamento de Barbra Streisand, estrela e produtora em 1976, a escritora ponderou que o novo longa transforma a personagem feminina, vivida por Lady Gaga, em coadjuvante, diminuindo sua importância como mero suporte para o ego de Bradley Cooper, verdadeiro protagonista e diretor do filme. “No filme de Cooper, a história épica de Hollywood foi sequestrada pela vaidade masculina, restringindo o magnífico papel clássico da estrela ascendente, que eclipsa dolorosamente seu marido autodestrutivo e alcoólatra. O que o roteiro deixou para Gaga interpretar não é material de protagonista. Sua performance nunca pertenceu à categoria de Melhor Atriz, porque Cooper a rebaixou a Atriz Coadjuvante desde o início”, escreveu Paglia. O ponto mais baixo, segundo a escritora, é a cena de humilhação do personagem masculino. Nos filmes anteriores, elas ocorreram em momentos de embriaguez que despertavam raiva na plateia contra o homem. No novo filme, a humilhação também se estende à mulher, quando ela tenta esconder o vexame diante de todos, reduzindo-a à mera esposa de astro decadente, no momento que deveria representar a consagração de sua carreira individual. “Esta cena feia, que reduz uma mulher de carreira triunfante a alguém que desajeitadamente tenta esconder um esguicho de urina de seu homem com a aba de seu vestido, é uma desgraça misógina”. Apesar de dura em sua análise, Camille Paglia não reparou no detalhe que representa a maior diferença – e a mais machista de todas – entre o filme de Cooper e os anteriores. Há uma reprovação implícita do sucesso individual da personagem de Gaga, que, supostamente, só faz músicas boas ao lado de seu homem. Quando decide gravar por conta própria, o resultado são bobagens de pop feminino descartável. Como se, sozinha, ela não pudesse fazer rock como qualquer homem – ou mulher, convenhamos – e precisasse se conformar em imitar Madonna nos anos 1980 – pop essencialmente feminino – , obedecendo feito “mulherzinha” a um produtor mandão. Talvez por não ponderar as idiossincrasias da música, Paglia não deu atenção a este subtexto. A personagem de Lady Gaga tem seu talento questionado mesmo quando ganha um Grammy na trama, enquanto as protagonistas anteriores foram todas celebradas pela qualidade artística de suas realizações. Como as estrelas em ascensão do título. Não como artistas sem identidade ou luz própria.

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  • Etc,  Série

    Fox afirma que não pretende cortar Jussie Smollett da série Empire

    20 de fevereiro de 2019 /

    A rede Fox emitiu um comunicado reforçando que não pretende tirar Jussie Smollett da série “Empire”. O texto foi divulgado após rumores sobre a diminuição da participação do ator na série. Suas aparições estariam sendo cortadas e seu papel diminuído para limitar suas vindas ao set de gravação. Na nota, a rede e o estúdio Fox afirmam: “Jussie Smollett continua sendo um profissional consumado no set e, como dissemos anteriormente, ele não está sendo cortado do programa”. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas desde então tudo mudou. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. A polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Pantera Negra e A Favorita vencem prêmios do Sindicato dos Figurinistas dos EUA

    20 de fevereiro de 2019 /

    O Sindicato dos Figurinistas dos Estados Unidos (conhecido pela sigla GDG, em inglês) realizou sua premiação anual, revelando os vencedores na noite de terça-feira (19/2) em Los Angeles. Os CDG Awards classifica os trabalhos dos figuristas de cinema e TV em três categorias diferentes, premiando os melhores em produções de época, contemporâneas e de ficção científica e fantasia. O filme “A Favorita” venceu o prêmio na categoria de época, em mais uma vitória da veterana Sandy Powell. “Podres de Rico” rendou o troféu a Mary E. Vogt na categoria contemporânea. E “Pantera Negra” consagrou Ruth E. Carter na categoria de ficção científica e fantasia. Tanto “A Favorita” quanto “Pantera Negra” estão na disputa do Oscar 2019 de Melhor Figurino, que será entregue no próximo domingo (24/2). A figurista de “Pantera Negra”, Ruth E. Carter, recebeu ainda outro prêmio, numa homenagem especial por sua carreira. Ela trabalhou como figurinista em vários filmes de Spike Lee desde os anos 1980, incluindo “Malcolm X” (1992), pelo qual foi indicada ao Oscar. Também criou as roupas de “Amistad” (1997), de Steven Spielberg, e “Selma” (2014), de Ava DuVernay. “Pantera Negra” foi seu primeiro filme no gênero da fantasia. Na seção televisiva da cerimônia, Donna Zakowska venceu o prêmio da categoria de época por “A Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), Lou Eyrich e Allison Leach levaram a categoria contemporânea por “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” e Sharen Davis ganhou o prêmio de ficção científica e fantasia por “Westworld”. A premiação também reconheceu o trabalho de Natasha Newman-Thomas, pelo clipe “This is America”, de Childish Gambino, e da figurinista Zaldy Goco na competição de drag queens “RuPaul’s Drag Race”.

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  • Etc,  Filme

    Estrela de Roma indicada ao Oscar sofre preconceito de atrizes e celebridades mexicanas

    20 de fevereiro de 2019 /

    Yalitza Aparicio, que concorre ao Oscar 2019 de Melhor Atriz como protagonista do filme “Roma”, está sendo alvo de uma campanha de ódio e preconceito no México. E não é de trolls da internet, mas de celebridades da televisão do país – diretores, atrizes e apresentadores inconformados com seu sucesso. Na semana passada, veio à tona que um grupo de atores tentou evitar que Yalitza fosse indicada como Melhor Atriz no prêmio Ariel, entregue pela Academia Mexicana de Artes e Ciências Cinematográficas – troféu equivalente ao Oscar no país. A tentativa de boicotar a nomeação da atriz de origem indígena foi divulgada no Twitter por Rossana Barro, coordenadora do Festival Internacional de Cinema Morelia. “Soube que há um grupo de atrizes mexicanas que está se organizado para pedir à Academia de Cinema que Yalitza Aparicio não seja considerada para a categoria de Melhor Atriz”, escreveu Rossana Barro, em 11 de fevereiro. “É a coisa mais medíocre, patética e vil que já escutei. Não direi mais nada”, acrescentou. Não se sabe quem fazia parte do grupo e há quem questione a sua existência. Mas a cineasta María José Cuevas, autora do documentário “Bellas de Noche”, disse que a tentativa de boicote, de fato, existiu. “Sim. Confirmado por vários lados”, disse a cineasta pelo Twitter, ao ser perguntada sobre se o “rumor” tinha bases na realidade. O ator mexicano Diego Luna foi um dos que aproveitou a polêmica para dizer que não precisava ver “Roma” para saber do “racismo e a estratificação social” do México. O boicote feito longe dos holofotes reflete a rejeição a Yalitza Aparicio em seu próprio país, especialmente após sua indicação ao Oscar na categoria de Melhor Atriz. Ela é a segunda atriz mexicana a conseguir esse feito, depois de Salma Hayek em 2003, pela participação no filme “Frida”. Os críticos à sua indicação ao Oscar questionam o fato de Yalitza não ter carreira. Um dos comentários mais frequentes é o de que ela ficou famosa “por sorte” e que nunca se preparou para se tornar atriz. Por isso, enquanto a maioria dos atores mexicanos parabenizou Yalitza – muitos com entusiasmo – , alguns chegaram a protestar contra sua projeção internacional. A apresentadora de televisão Elsa Burgos manifestou sua indignação pelo Facebook. “Não estou desmerecendo o trabalho de ninguém. Cada um sabe como e quando vai chegar aonde quer. Mas, sinceramente, me digam: A atuação de Yalitza é espetacular para que seja nomeada ao Oscar?”, questionou. “Ela não atuou. Ela é assim. Fala assim, se comporta assim, como a Cleo [nome da personagem de Yalitza no filme]. O Oscar se dá a uma atuação que não tenha nada a ver com você.” A atriz e produtora de televisão mexicana Patricia Reyes também minimizou o talento de Yalitza. “Ela fez bem o seu papel, mas não acho que vá fazer uma carreira disso”, disse em entrevista à TV Azteca. “Não é a sua vocação, não é o que ela quer. Mas se [Alfonso] Cuarón [diretor de ‘Roma’] continuar a chamá-la para trabalhar, provavelmente será. Mas não sinto que seja sua vocação, é um momento, um flash”, acrescentou. A atriz Laura Zapata também criticou a aparência de Yalitza quando os jornalistas perguntaram sua opinião sobre o sucesso da jovem. “Que sorte, né? É a sorte das feias”, respondeu. Outra declaração que gerou polêmica foi da cantora Yuri (Yuridia Valenzuela Canseco), que durante uma entrevista se disse contente por ver que alguém “com aquele tipo físico” esteja concorrendo ao Oscar. “Acho muito bom. Como que uma pessoa com esse tipo (físico foi indicada)? Não importa o físico, é o talento”, disse. “Muita gente diz que se você está em Hollywood tem que ser muito mexicana, muito bonita e ter um corpaço. E ela é o contrário disso”, acrescentou. A polêmica mais recente foi do ator Sergio Goyri, num vídeo que viralizou, em que ele aparece reclamando que tinham “nomeado uma índia” ao Oscar. Ao saber dessas declarações, Yalitza disse: “Estou orgulhosa de ser uma indígena oaxaqueña e só lamento que haja pessoas que não sabem o significado correto das palavras.” Antes de participar de “Roma”, Yalitza era professora de uma pré-escola em Tlaxiaco, no estado de Oaxaca. A mudança foi drástica, ainda mais que ela nunca tinha visto uma mulher “desse tipo” ter alguma projeção no cinema mexicano, graças ao “azar” das minorias. “Eu não conhecia muito sobre cinema. Eu me afastei totalmente do cinema porque considerava que não me pertencia, que era um mundo de sonhos a que eu não podia aspirar, porque nenhuma mulher que eu via nas telas se parecia comigo”, afirmou a atriz em entrevista à imprensa. “Agora que comecei a pesquisar mais, já sei que há muitos atores incríveis que, sem ter estudado atuação, chegaram a ser grandes”, concluiu.

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  • Etc,  Série

    Marta vira a número 10 da família de super-heróis da Umbrella Academy

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um comercial criativo de “The Umbrella Academy”, que inclui a jogadora de futebol Marta entre cenas da série. Ela aparece na mansão da família Hargreeves como, claro, a número 10. E seus poderes incluem chute perigosíssimo. O vídeo segue ao ​”anúncio” de que a jogadora iria se dedicar à família neste ano. Os fãs da melhor jogadora de futebol do mundo chegaram a especular que ela iria se aposentar, mas tudo não passou de ação promocional da Netflix, que colocou a jogadora na família de super-heróis da série, identificados desde a infância por números ao invés de nomes. Recebida de forma fria pelos “irmãos” ao chegar em casa, Marta logo se vê em meio a um tiroteio promovido pelos assassinos Hazel (Cameron Britton) e Cha-Cha (Mary J. Blige) na mansão onde todos moram. Ao final do vídeo, ela ainda faz uma dancinha com a número 7 (Ellen Page). A Netflix tem se especializado em usar celebridades brasileiras para promover suas séries, como a apresentadora Xuxa em “Stranger Things” e Valesca Popozuda em “Orange Is the New Black”. “The Umbrella Academy” é uma das séries recentes que mais tem sido promovida pela Netflix. Baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (My Chemical Romance) ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá, a série acompanha uma família disfuncional superpoderosa que tem que impedir o fim do mundo em poucos dias, sem saber que um deles próprios será o responsável pelo apocalipse.

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  • Etc

    FBI investiga se ator de Empire forjou cartas com ameaças de morte

    19 de fevereiro de 2019 /

    O caso “Empire”, como a polícia de Chicago batizou o suposto ataque violento ao ator Jussie Smollett, ganhou mais um desdobramento. Segundo o canal ABC News, o FBI e o serviço dos correios dos Estados Unidos estão investigando se uma carta com ameaças contra o ator da série da Fox, enviada dias antes do ataque, teria sido enviada por ele mesmo. A ABC News afirma ter confirmado a investigação com dois agentes federais. Como mostrou o site TMZ, o ator recebeu uma carta na semana anterior ao ataque, contendo ameaças de morte e o termo “MAGA” (abreviatura de “Make America Great Again”, slogan da campanha de Donald Trump) escrito com letras vermelhas. Smollett afirmou que seus agressores gritaram o termo. A ABC News ainda noticiou que os dois irmãos suspeitos, que foram investigados na semana passada, disseram que Smollett ficou chateado por a carta não ter recebido a atenção necessária. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens em meio a insultos racistas e homofóbicos, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Só que tudo mudou desde então. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. A polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos, mas os produtores resolveram diminuir as aparições do ator, cortando suas cenas. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Emma Thompson abandona animação após chegada de produtor acusado de assédio sexual

    19 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Emma Thompson (“Johnny English 3.0”) abandonou a animação “Luck”, primeiro lançamento da Skydance Animation, após a contratação de John Lasseter como novo chefe do estúdio de animação. O diretor de “Toy Story” e “Carros”, que mandava no departamento animado da Disney, assumiu o posto após ter sido dispensado por seu antigo estúdio, em decorrência de denúncias de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho. Emma Thompson já tinha começado a dublar sua personagem quando soube da notícia de Lasseter e decidiu deixar o projeto. A animação contará a história entre a batalha entre a Sorte e o Azar, e Emma faria a voz de uma personagem que trabalha na equipe da Sorte. Ela já tinha trabalhado com Lasseter na animação “Valente” (2012), que ele produziu para a Pixar. Mas, na época, as acusações de assédio costumavam ser abafadas em Hollywood. Lasseter é um dos fundadores da Pixar, que começou como departamento da animação computadorizada da Lucasfilm, antes de se tornar empreendimento de Steve Jobs. Ele revolucionou a história da animação no cinema ao dirigir “Toy Story” (1995), que marcou uma ruptura com os desenhos animados tradicionais, criando um novo padrão para o gênero. Quando a Disney comprou a Pixar em 2006, Lasseter foi promovido a diretor criativo dos dois estúdios – Pixar e Walt Disney Animation – , ajudando a Disney a adotar a “estética Pixar” de animação computadorizada no lançamento de sucessos como “Enrolados” (2010), “Frozen” (2013) e “Moana” (2016). Mas, na esteira das revelações feitas pelo movimento #MeToo, funcionários da Disney/Pixar relataram que se sentiam constantemente “desrespeitados e desconfortáveis” com a postura do chefe, descrito como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. Sua contratação para o novo estúdio da Skydance, empresa parceira da Paramount em vários blockbusters, surpreendeu o mercado e rendeu manifestações de protesto. John Lasseter começou a trabalhar na Skydance Animation no final de janeiro. Além de “Luck”, do diretor Alessandro Carloni (“Kung Fu Panda 3”), os primeiros projetos animados da produtora são “Split”, escrito por Linda Woolverton (“Alice no País das Maravilhas”) e dirigido por Vicky Jenson (“Shrek”), e “Powerless”, de Nathan Greno (“Enrolados”), todos já em fase de produção.

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  • Etc,  Série

    Após suspeita policial, Jussie Smollett tem cenas cortadas de Empire

    19 de fevereiro de 2019 /

    A reviravolta na investigação do suposto ataque violento cometido contra o ator Jussie Smollett teve repercussão na produção da série “Empire”. Fontes dos sites TMZ e Deadline revelaram que cenas com participação do ator estão sendo cortadas, visando diminuir suas aparições nos próximos episódios. Segundo o site, algumas cenas que envolveriam Jamal Lyon, o personagem de Smollett, também foram reescritas para tirar o ator do set de “Empire” em Chicago, mesma cidade em que aconteceu o suposto ataque. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas desde então tudo mudou. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. A polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Filme da Capitã Marvel já irrita machistas antes de estrear

    19 de fevereiro de 2019 /

    As crianças da direita encontraram novo alvo. O filme da “Capitã Marvel” está sendo atacado nas redes sociais, em fóruns e no espaço dos usuários do Rotten Tomatoes por comentários de homens incomodados por a produção ser estrelada por uma atriz empoderada. A maioria das mensagens negativas mira Brie Larson, a intérprete da heroína do título, após ela pedir que as entrevistas sobre o filme levasse em conta uma divisão igualitária entre jornalistas homens e mulheres. “De repente, eu sinto que os Skrulls não são os inimigos do filme, mas eu sou”, escreveu um dos usuários, referindo-se à raça alienígena que a Capitã Marvel enfrentar no filme e o fato de ser um homem. “Eu nunca vou entender porque a Marvel decidiu escalar uma sexista e racista que direciona seu ódio a homens brancos. Se Robert Downey Jr. começasse a dizer que não se importa com a opinião de mulheres bancas, ou que não queria ser entrevistado por uma, as pessoas surtariam”, comparou outro, repetindo uma comparação reducionista que caracteriza a mentalidade opressora. “Eu não veria esse pedaço de m**da de filme nem se me pagassem”, ofendeu outro. “Estou farto da política de gênero tomando conta da cultura pop. Brie Larson poderia ser atropelada por um ônibus, e eu não derramaria uma lágrima”. Cuspindo clichês machistas, outro escreveu: “Não tenho interesse nenhum em assistir a um filme estrelado por uma ‘feminazi’ que odeia homens”. Mas nem todas as reações são negativas. Uma minoria tenta argumentar em meio às ameaças e ofensas gratuitas. “Já dá para perceber que a Capitã Marvel será a heroína que não esperávamos, mas precisávamos”, resumiu uma das mulheres usuárias do Rotten Tomatoes. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Queen vai tocar ao vivo no Oscar 2019

    18 de fevereiro de 2019 /

    A banda Queen vai se apresentar ao vivo na cerimônia do Oscar 2019, que acontecerá no próximo domingo (24/2) em Los Angeles. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas confirmou a participação dos músicos que inspiraram a cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, indicada a cinco troféus no evento, incluindo o de Melhor Filme. A banda será formada pelo guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e um baixista convidado – pois John Deacon está aposentado – e terá vocais de Adam Lambert, ex-vencedor do programa de calouros “American Idol”, que já se apresenta como cantor nos shows mais recentes do grupo. A página oficial do Queen no YouTube divulgou um pequeno teaser para confirmar a performance. Confira abaixo. Além do show de rock, são esperadas interpretações das músicas indicadas ao Oscar de Melhor Canção Original, com participações de Lady Gaga e Bradley Cooper (cantando “Shallow”, do filme “Nasce Uma Estrela”), do rapper Kendrick Lamar em dueto com a cantora SZA (“All the Stars”, do filme “Pantera Negra”), de Jennifer Hudson (“I’ll Fight”, do documentário “RBG”), da dupla Gillian Welch e David Rawling (“When a Cowboy Trades His Spurs for Wings”, do faroeste “The Ballas of Buster Scruggs”), e Bette Midler (que assumirá os vocais de “The Place Where Lost Things Go”, cantada pela atriz Emily Blunt no filme “O Retorno de Mary Poppins”). O Oscar 2019 será exibido no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Sindicato dos Roteiristas premia filme indie esnobado pelo Oscar 2019

    18 de fevereiro de 2019 /

    Realizada na noite de domingo (17/2), simultaneamente em Los Angeles e Nova York, a premiação do Sindicato do Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) resolver fugir do… roteiro e premiar um filme que não está na disputa do Oscar 2019. Trata-se de “Oitava Série”, drama indie de Bo Burnham, que venceu a categoria de Melhor Roteiro Original. “Oitava Série” concorria com “Roma”, “Vice”, “Um Lugar Silencioso” e “Green Book: O Guia”, e deixou surpreso até seu vencedor, que não tinha discurso preparado. “Para os outros indicados na categoria, divirtam-se no Oscar, perdedores!”, brincou Burnham. “Não, eu não preparei nada… Este prêmio vai para Elsie Fisher, ninguém ligaria para o roteiro se não fosse ela”, disse, referindo-se à jovem protagonista do filme. A trama de “Oitava Série” é bastante simples, girando em torno de uma introvertida adolescente, que tenta sobreviver à semana final de seu último ano escolar antes de entrar no ensino médio. O filme premiado pelo WGA foi um dos muitos lançamentos indies de 2018 esnobados pelo Oscar 2018, que este ano privilegiou títulos mais populares. Ele disputa quatro prêmios no Spirit Awards, a premiação de cinema independente que acontece no sábado (23/2), um dia antes do Oscar, e que este ano reúne os verdadeiros melhores filmes dos Estados Unidos, enquanto a Academia organiza um concurso de popularidade. O WGA também surpreendeu ao dar o troféu de Melhor Roteiro Adaptado para Nicole Holofcener e Jeff Whitty por “Poderia Me Perdoar?”, em uma categoria que tinha “Infiltrado na Klan”, “Nasce uma Estrela” e “Pantera Negra” na disputa. Já as categorias televisivas renderam consagrações esperadas para roteiristas de “A Maravilhosa Sra. Maisel” (Melhor Roteiro de Comédia) e “The Americans” (Melhor Roteiro de Drama). Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Roteiro Original “Oitava Série” Melhor Roteiro Adaptado “Poderia me Perdoar?” Melhor Roteiro de Documentário “Bathtubs Over Broadway” TELEVISÃO Melhor Roteiro de Série de Comédia “A Maravilhosa Sra. Maisel” Melhor Roteiro de Série de Drama “The Americans” Melhor Série Nova “Barry” Melhor Episódio de Drama “Homeland: Paean To The People” Melhor Episódio de Comédia “Barry: Chapter One – Make Your Mark” Melhor Minissérie Adaptada “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Minissérie Original “Castle Rock” Melhor Episódio Animado “Os Simpsons: Bart’s Not Dead” Melhor Episódio Infantil “Desventuras em Série: The Ersatz Elevator: – Part One”

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    Reviravolta: Vítima de crime de ódio, ator de Empire vira suspeito de encenação

    17 de fevereiro de 2019 /

    A polícia de Chicago estaria investigando o ator Jussie Smollett por suspeita de encenação do ataque racista e homofóbico que ele sofreu em janeiro. A informação teria vazado de fontes próximas às autoridades policiais da cidade para diversos veículos de imprensa. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens ao sair de um restaurante, em 29 de janeiro, que gritaram palavras racistas e homofóbicas, inclusive um slogan da eleição do presidente Trump, enrolaram uma corda em seu pescoço para simular um enforcamento, jogaram água sanitária para “clarear” sua pele e chutaram suas costelas quando ele caiu no chão. O ator da série “Empire” foi hospitalizado após a agressão e o caso ganhou grande repercussão. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas, que serão analisadas por peritos. Após interrogatório, eles foram liberados pelas autoridades, que divulgaram um comunicado pelas redes sociais. “Graças à novas evidências, resultantes dos interrogatórios de hoje, os indivíduos questionados pela polícia no caso ‘Empire’ foram soltos sem acusações e os detetives tem trabalho investigativo adicional para completar”, diz o texto, publicado no Twitter. A partir desse momento, o próprio Jussie Smollett teria se tornado suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. Ainda de acordo com o canal americano, os irmãos disseram a policiais que compraram a corda usada no pescoço de Smollett. Eles entregaram o recibo da compra como evidência. A polícia de Chicago afirmou que já entrou em contato com a equipe jurídica do ator para que ele possa dar depoimento. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, os advogados do ator, Todd S. Pugh e Victor P. Henderson, disseram que Smollett está “irritado e abalado” após se tornar suspeito de ter orquestrado seu próprio ataque. Na noite de sábado (16/2), os advogados emitiram uma declaração, em nome de Smollett, minimizando a amizade do ator com os irmãos e insistindo que seu cliente é uma vítima de crime de ódio. “Jussie Smollett está furioso e abalado com relatos recentes de que os perpetradores são pessoas com quem ele está familiarizado.” Eles também afirmaram que um dos homens era personal trainer de Smollett. A teoria que justificaria a simulação foi inicialmente rechaçada pela Fox. O ator teria encenado o ataque para evitar ser dispensado de “Empire”, após saber que seu personagem sairia da série. Os roteiristas de “Empire” negaram que havia planos para isso e a Fox emitiu um protesto. “A ideia de que Jussie Smollett foi, ou seria, excluído de ‘Empire’ é completamente ridícula”, manifestou-se a produção da série. “Ele continua sendo um participante fundamental nesta série de muito sucesso e continuamos a apoiá-lo.”

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