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Etc, Filme

Chuck Norris é internado às pressas após emergência no Havaí

O astro de ação de 86 anos deu entrada em uma unidade de saúde na ilha de Kauai

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19 de março de 2026
Etc, TV

Juca de Oliveira é internado às pressas na UTI aos 91 anos

O ator recebe cuidados intensivos após um diagnóstico de pneumonia associado a problemas no coração

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19 de março de 2026
Etc

Alanis Guillen termina relacionamento após posts racistas da namorada

Atriz confirmou a separação da produtora Giovanna Reis depois que declarações antigas e polêmicas virem à tona nas redes sociais

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18 de março de 2026
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    Rita Ora e Taika Waititi se casam em Londres

    9 de agosto de 2022 /

    A cantora Rita Ora e o diretor Taika Waititi teriam se casado numa cerimônia íntima em Londres, informou o jornal britânico The Sun. “Foi uma cerimônia muito íntima e super especial para todos lá”, disse uma fonte ao veículo. “Seus amigos e parentes mais próximos e queridos puderam ver o quão loucamente apaixonados eles estão.” A fonte afirmou ainda que a cantora queria um casamento pequeno para “manter seu relacionamento o mais privado possível”. Mas o casal ainda está planejando uma grande festa para celebrar a união. Os rumores sobre o casamento começaram durante o fim de semana, quando surgiram fotos de Taika com uma aliança. Agora, Rita exibiu em seu dedo outra aliança de ouro. As notícias extraoficiais indicam, inclusive, que ela mudou seu sobrenome e passou a ser Rita Waititi-Ora. O diretor de “Thor: Amor e Trovão” e a cantora tornaram seu relacionamento público há um ano, em agosto de 2021, e ficaram noivos há apenas dois meses. Waititi já foi casado com a produtora Chelsea Winstanley, com que tem duas filhas: Te Hinekahu, de dez anos, Matewa Kiritapu, de seis. Embora o casamento tenha ocupado todas os jornais britânicos e sites de celebridades pelo mundo, os representantes do casal ainda não se manifestaram – nem para negar nem para confirmar a notícia.

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    Rafa Kalimann e José Loreto assumem namoro

    9 de agosto de 2022 /

    Oficializou. Depois de irem juntos no domingo (7/8) ao show em comemoração aos 80 anos de Caetano Veloso no Rio de Janeiro, Rafa Kalimann e José Loreto assumiram o relacionamento. Um dia depois de desfilarem de mãos dadas pelo evento, José Loreto compartilhou uma imagem ao lado de Rafa Kalimann em uma rede social. A publicação nos stories do Instagram teve direito até à trilha sonora – “O Sopro do Fole”, de Zeca Veloso, filho de Caetano e Paula Lavigne. Perguntados pela imprensa, Kalimann e Loreto confirmaram que estão namorando, encerrando boatos que apontavam um relacionamento há um tempo. Quando foram clicados numa praia carioca, ao final de julho, disseram que era apenas uma amizade. O namoro foi ajudado pelo fato de os dois morarem no mesmo condomínio, no Rio. Mas eles só foram conversar melhor nos bastidores do “Domingão com Huck” em junho, quando formaram o júri do “Dança dos Famosos” e descobriram ter muitas afinidades.

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    Anne Heche está em coma: “Estado extremamente crítico”

    9 de agosto de 2022 /

    A atriz Anne Heche está em coma desde que sofreu um acidente de carro na sexta-feira passada (5/8) em Los Angeles. Em comunicado, um representante da atriz deu mais detalhes, afirmando que seu estado de saúde é “extremamente crítico”. “Neste momento, Anne está em estado extremamente crítico. Ela tem uma lesão pulmonar significativa com necessidade de ventilação mecânica e queimaduras que requerem intervenção cirúrgica. Ela está em coma e não recuperou a consciência desde o acidente”, diz o texto. O mesmo representante disse no sábado que a família pedia pensamentos positivos e orações pela atriz. Heche foi hospitalizada na sexta-feira depois de avançar com seu carro sobre uma casa, destruindo a parede e entrando na sala da residência. Seu carro pegou fogo na colisão. O site TMZ apurou que Heche estava em alta velocidade após se envolver em outro acidente, na garagem de um prédio, pouco antes de colidir com a casa. Tudo teria começado quando ela bateu em uma garagem e, quando pessoas se aproximaram, a atriz acelerou e fugiu do local. A atriz de 53 anos tem uma longa carreira em filmes e séries, iniciada nos anos 1980 na novela “Outro Mundo”. Ela estrelou filmes como “Donnie Brasco” (1997), “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997), o remake de “Psicose” (1998) e “Seis Dias, Sete Noites” (1998), no qual foi par romântico de Harrison Ford. Mas a partir daí sua carreira cinematográfica foi afetada, de forma preconceituosa, quando ela assumiu seu namoro com Ellen DeGeneres. Anos depois, ela se revelou bissexual, ao se envolver com um assistente de câmera e, mais tarde, James Tupper, seu par romântico na série “Men in Trees”, com quem teve um filho. A série de 2006, por sinal, foi seu maior sucesso e antecipou um modelo de trama reprisado até hoje com sucesso, veja-se “Virgin River” na Netflix. Na TV, ela também fez “Ally McBeal”, “Hung”, “Dig”, “Aftermath”, “The Brave” e “Chicago PD”, entre muitas outras atrações.

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    Ezra Miller é acusado de roubo pela polícia dos EUA

    8 de agosto de 2022 /

    Ezra Miller está de volta ao noticiário policial. O intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” voltou a cometer um crime na vida real. Ele foi acusado de furto de garrafas de álcool de uma casa em Vermont. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da County Road, em Stamford, relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar Miller. Ele foi “finalmente localizado” às 23h23 de domingo (7/8) e recebeu uma intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont para uma audiência de acusação em 26 de setembro. Não está claro se Miller conhece os moradores da casa que foi assaltada. O B.O. cita um local de residência de Miller na mesma região – Stamford, Vermont. O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. A Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. “Estamos muito animados com eles. Nós os vimos”, disse o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, em referência a “The Flash”, “Adão Negro” e “Shazam! Fúria dos Deuses”. “Achamos que eles são incríveis e achamos que podemos torná-los ainda melhores”, afirmou, durante uma teleconferência com representantes do mercado na quinta passada (4/8). A declaração mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista – que incluem comportamento abusivo e agressão a mulheres. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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    Lars von Trier é diagnosticado com Mal de Parkinson

    8 de agosto de 2022 /

    O polêmico cineasta dinamarquês Lars von Trier (“Ninfomaníaca”) foi diagnosticado com Mal de Parkinson. A informação foi divulgada pela empresa de von Trier, a Zentropa, por meio de um comunicado oficial. O Mal de Parkinson é uma doença crônica que causa a diminuição de dopamina no corpo, o que compromete o sistema nervoso central. Entre os sintomas mais comuns da doença estão tremedeiras nos braços, diminuição na velocidade dos reflexos, dores musculares e confusão mental. Apesar do diagnóstico, o cineasta deve continuar trabalhando na pós-produção do revival da série “O Reino”, iniciada na década de 1990. Entretanto, suas aparições públicas devem diminuir. A première da nova temporada de “O Reino”, intitulada “The Kingdom Exodus”, vai acontecer durante o Festival de Veneza. Mas não se sabe se von Trier vai comparecer ao evento. Lars von Trier já ficou afastados de eventos públicos, mas por outro motivo. Em 2011, ele causou polêmica no Festival de Cannes ao fazer declarações ambíguas sobre o nazismo – disse que era capaz de entender Hitler. Isso o levou a ser banido do festival até o ano de 2018, quando foi convidado de volta para o lançamento de “A Casa que Jack Construiu”. Ele também foi acusado de abuso sexual pela cantora Björk, que teria acontecido durante as filmagens de “Dançando no Escuro” (2001), e investigado pela polícia dinamarquesa em 2017, após denúncias de ambiente tóxico na Zentropa.

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    Jessica Chastain se encontra com presidente Zelensky na Ucrânia

    8 de agosto de 2022 /

    A atriz Jessica Chastain, vencedora do Oscar 2022 por seu papel em “Os Olhos de Tammy Faye”, esteve em Kiev, capital da Ucrânia, no final de semana. Durante sua estadia no país, visitou um hospital infantil e se reuniu com o presidente Volodymyr Zelensky. Registros do encontro mostram Chastain sentada à mesa conversando com o presidente e com outros membros do seu gabinete. Entretanto, o conteúdo dessas conversas não foi divulgado. “A atriz americana Jessica Chastain está na Ucrânia hoje. Para nós, essas visitas de pessoas famosas são extremamente valiosas. Graças a isso, o mundo ouvirá, conhecerá e entenderá ainda mais a verdade sobre o que está acontecendo em nosso país. Obrigado pelo apoio!”, disse Zelensky, que também postou uma foto do encontro no seu Telegram. Chastain se junta a crescente lista de artistas que viajou até a Ucrânia em apoio ao país em meio à guerra com a Rússia. A relação inclui nomes como Ben Stiller (“Severance”), Sean Penn (“Caça aos Gângsteres”), Liev Schreiber (“Ray Donovan”) e Angelina Jolie (“Eternos”), além da banda U2, que fez um show acústico no metrô de Kiev.

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    Roger E. Mosley: Ator da série “Magnum” morre aos 83 anos

    7 de agosto de 2022 /

    O ator Roger E. Mosley, que viveu o piloto de helicóptero Theodore “TC” Calvin na série de televisão clássica “Magnum”, morreu na manhã deste domingo (7/8) aos 83 anos. A causa da morte não foi revelada. Mosley participou de todos os 158 episódios, da estreia ao capítulo final das oito temporadas de “Magnum”, entre 1980 e 1988. Sua forte ligação com a atração clássica lhe rendeu um convite para aparecer na 1ª temporada do reboot atual, numa participação especial de 2019 como um personagem diferente. Fez tanto sucesso que ainda voltou mais uma vez em 2021, numa nova participação que acabou se tornando sua última aparição nas telas. Depois da “Magnum” original, Mosley foi escalado como protagonista da sitcom “You Take the Kids”, que só durou uma temporada em 1990. Ele também teve papéis recorrentes em “Hangin’ with Mr. Cooper” e “Rude Awakening” durante os anos 1990. Mas com uma carreira iniciada duas décadas antes, sua lista de aparições em episódios eventuais é enorme e variada, incluindo “Barco do Amor”, “Galeria do Terror”, “Kung Fu”, “Kojak”, “San Francisco Urgente”, “Arquivo Confidencial”, “Justiça em Dobro” e “Las Vegas”, entre outras atrações. Já seus créditos cinematográficos datam da era da Blaxploitation – filmes de ação dos anos 1970 estrelados por atores negros e acompanhados por trilha funk – e destacam o cultuadíssimo “The Mack” (1973), além dos dramas biográficos “Leadbelly” (1976), em que viveu o lendário cantor de blues/folk Huddie Ledbetter, e “O Maior de Todos” (1977), cinebiografia de Muhammad Ali, na qual interpretou o pugilista Sonny Liston. Sua filmografia ainda conta com policiais clássicos como “Os Novos Centuriões” (1972) e “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974), e as comédias “O Guarda-Costas” (1976), do recém-falecido Bob Rafelson, “A Disputa dos Sexos” (1977), com Burt Reynolds, e “Entre Tapas e Beijos” (1996), com Martin Lawrence.

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    Linn da Quebrada mostra resultado da cirurgia de feminização facial

    6 de agosto de 2022 /

    A cantora e atriz Linn da Quebrada publicou neste sábado (6/8) fotos de seu momento pós-cirúrgico, mostrando a diferença de seu rosto após a cirurgia de feminização facial feita no mês passado. Ainda com o nariz enfaixado e os olhos um pouco roxos por causa do procedimento, a ex-BBB escreveu ao lado das fotos que continua “biologicamente travesti”. “18 dias desde a cirurgia”, acrescentou nos Stories, dando mais informações sobre o progresso. O procedimento ao qual Linn se submeteu é de afirmação de gênero, realizado em homens e mulheres transgêneros para alterar os traços do rosto, reforçando sua identidade sexual. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Linn da Quebrada (@linndaquebrada)

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    Revelações da íntegra de processo fazem Johnny Depp ser “descurtido” por famosos

    6 de agosto de 2022 /

    A revelação de fatos que a equipe de Johnny Depp conseguiu evitar que fossem trazidos à tona durante seu processo por difamação contra Amber Heard está causando uma reviravolta na imagem pública do ator. Desde segunda-feira (1/8), quando o conteúdo das mais de 6 mil páginas do processo começou a ser publicado na imprensa americana, várias celebridades tiraram likes da publicação em que o ator celebrou sua vitória no julgamento. A “debandada” de curtidas inclui joinhas de Orlando Bloom, Rita Ora, Elle Fanning, Natalie Imbruglia, Robert Downey Jr., Bella Hadid, Zoey Deutch, Sophie Turner e Joey King, entre outras personalidades que teriam “descurtido” Depp nesta semana. O “êxodo” do apoio foi notado por usuários da plataforma Reddit, que haviam compilado todas as contas que curtiram e/ou comentaram na publicação. O texto descurtido diz: “A todos os meus apoiadores mais preciosos, leais e inabaláveis. Estivemos juntos em todos os lugares, vimos tudo juntos. Percorremos o mesmo caminho juntos. Fizemos a coisa certa juntos, tudo porque você se importava. E agora, vamos todos avançar juntos. Vocês são, como sempre, meus patrões e, mais uma vez, não tenho como dizer obrigado, a não ser apenas dizer obrigado. Então, obrigado. Meu amor e respeito, JD”. Nenhuma das celebridades mencionadas se manifestou publicamente sobre o motivo para a retirada de suas curtidas no post de Depp. Mesmo assim, a revista Newsweek apontou três descobertas que desagradaram de forma ampla os fãs do ator: o comportamento de Depp no set do quinto filme da franquia “Piratas do Caribe” (que, segundo os documentos, teria incomodado inclusive executivos da Disney), mensagens do ator para Marilyn Manson contra mulheres em geral e a tentativa de revelar que Heard foi stripper, para atacá-la no tribunal. No início de junho, Amber foi considerada culpada por escrever um artigo no The Washington Post em que se declarava sobrevivente de abuso doméstico. Na decisão, o júri determinou que a atriz teria que indenizar o ex-marido em US$ 10,35 milhões (US$ 10 milhões em danos compensatórios e US$ 350 mil em danos punitivos), mas considerou que o ator também difamou sua ex-esposa ao lutar contra suas acusações, concedendo a Heard US$ 2 milhões em danos compensatórios – na prática, apenas diminuiu um pouco o débito da atriz, que caiu para US$ 8,35 milhões. Heard entrou com um recurso de apelação da sentença em julho.

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    Clu Gulager, de “A Volta dos Mortos Vivos”, morre aos 93 anos

    6 de agosto de 2022 /

    O ator Clu Gulager, que estrelou a série clássica “O Homem de Virgínia” e o terrir cult “A Volta dos Mortos Vivos”, morreu na sexta-feira (5/8) em sua casa em Los Angeles, de causas naturais aos 93 anos. William Martin Gulager nasceu em 16 de novembro de 1928, em Holdenville, uma cidade arborizada a cerca de 120 quilômetros de Oklahoma City, e era descendente de indígenas da nação Cherokee. Seu pai, John, era um ator da Broadway que se tornou juiz do condado, e seu primo em segundo grau era ninguém menos que o cowboy cantor Will Rogers. O nome artístico “Clu” foi um apelido carinhoso de seu pai, imitando o piado de pássaros que faziam ninhos ao redor da casa da família. Após o ensino médio e serviço no Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Gulager recebeu uma bolsa para estudar em Paris com o famoso ator e mímico Jean Louis Barrault. E ao voltar começou a trabalhar em teleteatros transmitidos ao vivo de Nova York, antes de se mudar para Los Angeles em 1959. Ele pegou o começo da febre dos westerns televisivos, trabalhando em atrações que marcaram época, como “Procurado Vivo ou Morto”, “Paladino do Oeste”, “Caravana” e “Laramie”, até ser contratado para seu primeiro papel fixo, passando a viver o famoso pistoleiro Billy the Kid em “The Tall Man”. “Eu era um cowboy de Oklahoma. Eu andava pelas cercas [ao redor do gado] no inverno e, no verão, adentrava o campo atrás de cascavéis”, disse Gulager em uma entrevista de 2019. “Um dia imaginei que poderia interpretar um cowboy, e vi que era fácil pra mim montar a cavalo e usar um chapéu.” “The Tall Man” durou duas temporadas muito longas – de 75 episódios – exibidas entre 1960 e 1962. E só foi cancelada porque o Congresso dos EUA se opôs à forma como o fora-da-lei Billy the Kid era “incorretamente” retratado como um herói para os jovens telespectadores do programa. Mas o cancelamento acabou sendo a melhor providência do destino para a vida de Gulager. “Eu estava falido quando entrei [naquela série]”, disse ele em 2014. Por isso, com o fim dos trabalhos, procurou o produtor da atração, Frank Price (futuro presidente da Universal e da Columbia Pictures), para pedir um novo emprego. “Ele demitiu um ator em pleno set e me contratou”, contou. Gulager foi encaixado num episódio da 1ª temporada de “O Homem de Virgínia” (The Virginian), em 1963, e depois voltou em outro capítulo do segundo ano como um personagem diferente. Nesse meio tempo, fez outras séries e estreou no cinema, chamando atenção como um gângster raivoso no clássico neo-noir “Os Assassinos” (1964), de Don Siegel. Embalado pelo filme, recebeu o convite para voltar a “O Homem de Virgínia” na 3ª temporada, agora como integrante do elenco, no papel do pistoleiro Emmett Ryker, que, numa reviravolta, vira um homem da lei na cidadezinha de Medicine Bow. Ele apareceu em mais de 100 episódios até 1968. Uma das séries de maior audiência dos anos 1960, “O Homem de Virgínia” tornou Gulager bastante popular. E ele aproveitou para se lançar de vez ao cinema, coadjuvando em “500 Milhas” (1969), como o mecânico do piloto vivido por Paul Newman, e em “A Última Sessão de Cinema” (1971), na pele do capataz do campo petrolífero que se envolve com Ellen Burstyn e seduz a adolescente Cybill Shepherd em um salão de bilhar. Ele também atuou ao lado de John Wayne no policial “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974), de John Sturges, e juntou-se a Chuck Norris em “Força Destruidora” (1979). Mas sua carreira de tipos viris deu uma reviravolta após ser assassinado no slasher “Iniciação” (1984). De repente, Gulager enveredou pelo terror e encontrou novo público com alguns clássicos do gênero, especialmente “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985), a primeira comédia de zumbis, onde viveu o dono do armazém em que os mortos-vivos “reais” estavam guardados desde a contaminação original dos anos 1960 – aquela registrada no filme “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968), que supostamente seria um documentário e não uma ficção. Com cenas antológicas de punks num cemitério, o longa de Dan O’Bannon (criador da franquia “Alien”) marcou época, ganhou continuações e popularizou o subgênero terrir. “Eu particularmente não queria fazer aquele filme”, ele lembrou em 2017. “Eu pensei que estava um pouco acima daquilo. E acabou que, se eu for lembrado, se é que serei lembrado… será por este filme!” Depois disso, ele se tornou figurinha fácil em produções fantásticas. Entre outras produções do gênero, apareceu em “A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy” (1985), contracenou com Vincent Price em “Do Sussurro ao Grito” (1987) e entrou em outro cult, vivendo um oficial da lei na sci-fi “O Escondido” (1987), de Jack Sholder. Ele ainda voltou a se destacar em 2005 em “Banquete do Inferno”, trabalho especial em sua filmografia porque marcou a estreia de seu filho, John Gulager, como diretor de cinema. Com produção de Wes Craven (diretor de “A Hora do Pesadelo” e “Pânico”) e dos astros Matt Damon e Ben Affleck, o filme foi outro que virou culto e ganhou sequências (lançadas direto em vídeo). Nas duas continuações, ele ainda contracenou com seu outro filho, o caçula Tom Gulager. O filho cineasta comandou o pai mais uma vez em “Piranha 2”, de 2012, mesmo ano em que o veterano lançou sua única incursão como diretor de longa-metragem, “Memories”, exibido apenas em festivais. Clu Galager ainda colheu elogios por sua performance em “Tangerina” (2015), filme de estreia de Sean Baker (“Projeto Flórida”), antes de se despedir das telas em 2019, com uma pequena participação em “Era uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino.

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    Anne Heche sofre acidente grave de carro em Los Angeles

    6 de agosto de 2022 /

    A atriz Anne Heche foi hospitalizada na sexta (5/8), após colidir seu carro em uma residência de Los Angeles, incendiando a casa e o veículo. O Corpo de Bombeiros de Los Angeles confirmou em um relatório público que um carro dirigido por uma mulher avançou contra uma casa de dois andares no bairro de Mar Vista, em Los Angeles, causando “comprometimento estrutural e explodindo em fogo pesado”. A motorista foi resgatada do carro e levada para um hospital local em estado crítico, enquanto bombeiros trabalharam para apagar o fogo, que durou cerca de uma hora. A rede de notícias CNN confirmou que Heche estava atrás do volante. O Departamento de Polícia de Los Angeles disse ao canal americano que o carro saiu da estrada e atingiu a casa em alta velocidade, e que a motorista sofreu queimaduras. A atriz de 53 anos tem uma longa carreira em filmes e séries, iniciada nos anos 1980 na novela “Outro Mundo”. Ela estrelou filmes como “Donnie Brasco” (1997), “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997), o remake de “Psicose” (1998) e “Seis Dias, Sete Noites” (1998), no qual foi par romântico de Harrison Ford. Mas a partir daí sua carreira cinematográfica foi afetada, de forma preconceituosa, quando ela assumiu seu namoro com a Ellen DeGeneres. Anos depois, ela se revelou bissexual, ao se envolver com um assistente de câmera e, mais tarde, James Tupper, seu par romântico na série “Men in Trees”, com quem teve um filho. A série de 2006, por sinal, foi seu maior sucesso e antecipou um modelo de trama reprisado até hoje com sucesso, veja-se “Virgin River” na Netflx. Na TV, ela também fez “Hung”, “Dig”, “Aftermath”, “The Brave” e “Chicago PD”, entre muitas outras atrações.

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    Artistas celebram Jô Soares e seu impacto no Brasil

    5 de agosto de 2022 /

    A morte de Jô Soares, na madrugada desta sexta-feira (5/7), fez o Brasil acordar mais triste e mobilizou as redes sociais. Vários amigos, colegas, jornalistas, celebridades, apresentadores, humoristas, cantores, ídolos nacionais e até políticos se manifestaram em homenagem ao artista genial. Foi uma das maiores manifestações coletivas de amor e tristeza no país desde que Twitter e Instagram começaram a publicar textos e imagens. “Eu tive a honra de conhecer e conviver com esse jornalista e humorista tão talentoso e querido por todos nós. Hoje o dia amanheceu sem graça”, escreveu Ana Maria Braga. Eu tive a honra de conhecer e conviver com esse jornalista e humorista tão talentoso e querido de todos nós. Hoje o dia amanheceu mais sem graça. Vá em paz meu amigo! #ripjôsoares #josoares pic.twitter.com/N7s31M6k3E — Ana Maria Braga (@ANAMARIABRAGA) August 5, 2022 “Jô era um grande amigo, inteligente, perspicaz, bem humorado e que adorava uma boa conversa. Acordo muito triste com a notícia de que essa grande estrela nos deixou. Apesar daquela famosa fala do filme, não, eu não sou Jô Soares. Mas como profundo admirador, eu adoraria ter sido”, disse Pelé, lembrando uma cena do filme “”Os Trombadinhas”. Jô era um grande amigo, inteligente, perspicaz, bem humorado e que adorava uma boa conversa. Acordo muito triste com a notícia de que essa grande estrela nos deixou. Apesar daquela famosa fala do filme, não, eu não sou Jô Soares. Mas como profundo admirador, eu adoraria ter sido. pic.twitter.com/A4Y8EoMATv — Pelé (@Pele) August 5, 2022 “Difícil de acreditar… Admirava demais o Jô. Ele fazia parte das nossas vidas… Seu talento atravessou gerações… Obrigada pelas risadas Jô… Descanse em paz”, manifestou-se Patricia Poeta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patrícia Poeta (@patriciapoeta) Tata Werneck, que seguiu os passos do mestre e lançou seu próprio talk show, publicou um vídeo com um trecho de sua participação no “Programa do Jô” e escreveu no Twitter: “Jô! Amado Jô! Tão importante pra gente! Que bom que consegui te dizer o quanto você é uma referência. Você mudou muitas vidas. Te amo”. Além disso, publicou uma declaração no Instagram: “Eu desmarquei 6 vezes a ida ao seu programa pq tinha pânico de ir e não ser bom. Porque “Ir ao Jô ” pra mim, era sentir que tinha dado certo. Aí você me ligou e disse ‘Você não gosta de mim? Por favor, venha. Quero te conhecer’. E você foi o que você é: um GÊNIO , generoso. Gentil. Engraçado. Brilhante. Jô o que eu quero ser hoje só existe pq eu vi você sendo. Eu te amo muito. Te agradeço”. Jô! Amado Jô! Tão importante pra gente! Que bom que consegui te dizer o quanto você é uma referência. Você mudou muitas vidas. Te amo — Tata werneck (@Tatawerneck) August 5, 2022 Ele era um líder pra gente https://t.co/hzUQ33CShi — Tata werneck (@Tatawerneck) August 5, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Xuxa reuniu uma série de fotos de suas participações no Programa do Jô e disse ter tentado se despedir, sem saber que era uma despedida. “Esses dias, eu pensei muito em você… vi que seu celular não era o mesmo… mandei mensagem por direct (mas era uma página de fã). Acho que era meu anjo da guarda pedindo pra te dizer que eu adoro você, e que estava aqui se precisasse de algo… não consegui, mas agora fica uma saudade grande e a vontade enorme de um abraço que eu não te dei.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa Meneghel (@xuxameneghel) Fábio Porchat, que foi revelado no “Programa do Jô”, também prestou homenagens ao apresentador. “O Brasil sem Jô Soares é um Brasil em preto e branco. Sem alegria, sem força, sem bom humor… A comédia no país é uma antes e outra depois. Por tudo o que foi feito por Jô e por todos aqueles que ele lançou pro mundo por conta de sua generosidade. Obrigado por ter me dado a chance pra perceber que fazer rir é a melhor coisa do mundo. Mas hoje vai ser difícil… Um beijo do gordo”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Porchat (@fabioporchat) Bruno Mazzeo, filho de Chico Anysio, que conviveu com Jô desde criança, fez uma postagem emocionada. “Ah, meu amado Jô. Depois de me fazer rir desde que me entendo por gente, hoje me fez chorar logo ao acordar e receber a noticia de sua passagem. Fico aqui tentando buscar palavras para caprichar nesse textão, mas elas não chegam. Meus olhos se encharcam e eu nem enxergar consigo direito. Meu coração aperta e manda dizer que agradeço por todos os momentos que passamos juntos desde minha infância, por todo o carinho que sempre me foi dedicado, pelas tantas vezes em que me tratou como filho e, brincando, provocava meu pai dizendo que eu era mais fã seu do que dele. Essa primeira foto, comigo criança vestido de Carlos Suely ao lado seu icônico Capitão Gay no camarim do Teatro Fênix, ficou na parede do meu quarto por muitos anos. Olhando agora, é visível o afeto que transborda a cada foto, um sentimento mútuo que sempre tivemos prazer de nutrir um pelo outro. Como eu sempre te dizia, o filho do maior humorista do Brasil é completamente apaixonado pelo outro maior humorista do Brasil. Muito obrigado por tudo e por tanto. O Brasil agradece. Viva esse gênio da raça. Viva o Gordo!”, escreveu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Mazzeo (@eumazzeo) A atriz Lilia Cabral disse que estava triste desde que o “Programa do Jô” acabou. “Como eu gostava do Jô! Sempre inteligente, divertido, inesperado e criativo. Eu fiquei triste quando o programa acabou, mas tinha certeza que iria continuar vendo o Jô de outras maneiras na TV. Isso não aconteceu, somente as referências e cada vez mais a certeza do grande artista que tivemos e sempre teremos. Minha alegria desde a infância, a minha alegria de tantos anos, com personagens inesquecíveis, seu talento absoluto, sua história emocionante. Acordei cedo, vou para SP, abro as notícias e vejo sua foto. Chorei, fiquei muito triste. Acho que ele sempre soube o quanto eu gostava dele, queria que soubesse mais. Obrigada querido por ser tão parceiro e querido em todas as entrevistas, obrigada pelo respeito e por me ensinar tanto”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lilia Cabral (@lilia_cabral) Serginho Groisman lembrou as décadas em que conviveram. “Fomos vizinhos no SBT e Globo por mais de 20 anos. Tive o privilégio de conviver com Jô um ser humano único dedicado à arte e sempre atento aos que o rodeavam. O céu tem agora mais humor. E nós saudades. Descansa amigo.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Serginho Groisman (@serginhogroisman) A cantora Sandy também celebrou o humorista. “Existem pessoas que são inesquecíveis, e, por isso, imortais. Tô impactada aqui com essa partida tão precoce…”, escreveu. “Jô fez parte da vida de todos os brasileiros. E parte muito importante da minha vida artística também. Tenho lembranças incríveis de muitos momentos com ele, como esse aqui, aos 7 meses de gravidez. Obrigada, Jô, pela sua presença linda nesse mundo, pela arte, pelo amor, pelo humor, diversão, cultura e por tudo que você construiu e deixou aqui. Paz pra vc, amor pra todos os familiares e amigos que ficam”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sandy (@sandyoficial) Monica Iozzi destacou a importância de Jô em sua vida: “Acredito que a maioria das pessoas que me acompanham não fazem ideia da sua importância em minha vida. Nos próximos dias vou tentar compartilhar minha história com você por aqui. Pra te homenagear. Pra mostrar pras pessoas que, além de uma artista genial, você também era uma cara excepcional, doce, carinhoso. Como sentirei sua falta! Sentirei falta dos conselhos, das risadas, dos abraços, dos papos sobre política, sobre a história da TV, sobre a vida. Te amo, gordoto! Pra sempre”. Ela incluiu um vídeo de sua entrevista no “Programa do Jô”, dizendo que teve “a honra de ser a sua penúltima convidada”. “Me lembro que após o fim da gravação, já na sua sala, você me abraçou forte e disse: “Precisava me fazer passar essa vergonha, menina zóiuda? A sua sorte é que eu te amo.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Monica Iozzi (@monica.iozzi) Vizinha de Jô, Adriana Galisteu também lamentou a perda: “Meu Deus o mundo sem você… Meu amado amigo, diretor, conselheiro, vizinho que tristeza… Você sempre foi cercado de amor e sempre será assim! Vou seguir te aplaudindo e através de suas obras aprendendo com você! Obrigada por tantas risadas, tantas conversas por todos os ensinamentos.” Meu amado amigo, diretor, conselheiro e vizinho, que tristeza… Você sempre foi cercado de amor e sempre será assim! Vou seguir te aplaudindo e através das suas obras, aprendendo com você. Obrigada por tantas risadas, tantas conversas e por todos ensinamentos, te amo eternamente pic.twitter.com/HD37UunVNs — Adriane Galisteu (@GalisteuOficial) August 5, 2022 Tadeu Schmidt encontrou palavras para descrever o que muitos famosos sentiram ao conhecer Jô. “Quantas vezes eu não ensaiei, sozinho, o que eu ia dizer quando fosse entrevistado pelo Jô… Sentar naquele sofá e conversar com aquele monstro sagrado era sonho obrigatório de todo mundo que buscava sucesso na carreira! Era ali que rolavam as entrevistas antológicas, aquelas que a gente comentaria por anos: ‘lembra quando Fulano foi ao Jô e disse que…'”, apontou. “Cresci dando risada com esse gênio fazendo graça na TV com seus programas de humor. Quantas vezes repeti seus bordões… Bom, e quando finalmente chegou a hora de falar com o Jô, foi diferente de tudo que eu pudesse ter ensaiado por tantos anos. Foi uma farra só! Foi risada do começo ao fim! Foi surpreendente e sensacional! Mas uma coisa foi exatamente como imaginei: foi inesquecível”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tadeu Schmidt (@tadeuschmidt) Toquinho relembrou momentos com o apresentador. “Jô Soares, meu querido amigo, o Brasil chora sua falta. Morre muito de nós quando um amigo se vai. Conheci Jô quando ele trabalhava na produção do mítico Silveira Sampaio. Eu com 16 pra 17 anos e ele em torno de 24. Andei muito na garupa de sua Harley branca. Ele amava história em quadrinhos. Fiz um curso com ele. Muitas andanças, muitas histórias. Adeus, Jô. Fica em paz, meu amigo.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Toquinho (@toquinho) A cantora Zélia Duncan, que hoje está em um relacionamento com Flavia Pedras, ex-mulher de Jô, lamentou: “O Brasil perdeu hoje um artista único, um comediante que amava seu ofício acima de tudo, um ator fora de série. Um entrevistador brilhante. Um cidadão que amava seu país e seus amigos. Jô Soares, obrigada por tanto!” O Brasil perdeu hoje um artista único, um comediante que amava seu ofício acima de tudo, um ator fora de série. Um entrevistador brilhante. Um cidadão que amava seu país e seus amigos. Jô Soares, obrigada por tanto!🥲💔 — Zélia Duncan 🏳️‍🌈 (@zeliaduncan) August 5, 2022 A ex-presidente Dilma Rousseff lembrou com carinho do apoio que recebeu de Jô na véspera do Impeachment, quando o humorista foi o único a abrir espaço para sua defesa na Globo. “Lamento profundamente sua morte. O Brasil perde um grande artista e eu, atrevo-me a dizer, perdi um amigo. Meus sentimentos aos familiares, admiradores e fãs deste artista brasileiro de rara sensibilidade”, ela escreveu. “Quando eu estava sob intenso ataque da mídia e dos adversários políticos, pouco antes do processo de impeachment, em abril de 2016, ele abriu seu programa para me entrevistar. Foi uma conversa respeitosa e muito importante. Jô foi a única voz dentro da Globo disposta a me ouvir naquele momento. E disso eu não me esqueço. Ele foi um democrata e era um artista de princípios”, completou. É com tristeza que recebo a notícia da passagem de Jô Soares. Escritor notável, humorista brilhante e um entrevistador...

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    Jô Soares morre em São Paulo aos 84 anos

    5 de agosto de 2022 /

    O ator, humorista, escritor e diretor Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5/8), aos 84 anos. A notícia foi dada por sua ex-esposa, Flavia Pedras, no Instagram. “Aqueles que através dos seus mais de 60 anos de carreira tenham se divertido com seus personagens, repetido seus bordões, sorrido com a inteligência afiada desse vocacionado comediante, celebrem, façam um brinde à sua vida. A vida de um cara apaixonado pelo país aonde nasceu e escolheu viver, para tentar transformar, através do riso, num lugar melhor”, ela escreveu, ao comunicar o falecimento. A causa da morte não foi divulgada, mas Jô estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês passado, revelou sua assessoria. José Eugênio Soares nasceu em 1 de janeiro de 1938 no Rio de Janeiro. Queria ser diplomata, mas o senso de humor e a criatividade o levaram para outra direção. Em 1954, iniciou sua carreira nas telas com a chanchada “Rei do Movimento”, primeiro de quatro filmes estrelados por Ankito de que participou. Também trabalhou com Oscarito na famosa comédia “O Homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga, além de Ronald Golias em “Tudo Legal” (1960), de Victor Lima. Paralelamente, Jô começou a aparecer numa esquete semanal do humorístico “A Praça É Nossa”. E depois de dez anos sentando ao lado de Manuel de Nóbrega, voltou a contracenar com Golias na revolucionária sitcom “Família Trapo”, que em 1967 já fazia o que “Sai de Baixo” repetiria décadas mais tarde. O sucesso do programa da Record e sua transformação em protagonista, no clássico do cinema marginal “A Mulher de Todos” (1969), de Rogério Sganzerla, chamou a atenção da Globo. E em 1970, a emissora fisgou Jô para o lançamento de “Faça Humor, Não Faça a Guerra”, a primeira produção moderna de humor do canal carioca – na verdade, bastante avançada para a época – , que ainda contava com o talento de Renato Côrte Real. Jô voltou a dividir a tela com outros humoristas famosos em “Satiricom” (lançado em 1973) e no popular “Planeta dos Homens” (de 1976), onde escreveu roteiros e apresentou personagens que marcaram época. No mesmo ano, assinou seu único filme como diretor, “O Pai do Povo” (1976), que também escreveu e estrelou como o último homem fértil da Terra, convocado a dar continuidade à espécie humana. A versatilidade o levou a conquistar seu primeiro programa “solo”: “Viva o Gordo”, em 1981. Mas com a audiência nas alturas, decidiu trocar a Globo pelo SBT, onde lançou uma versão extremamente parecida, chamada “Veja o Gordo”, em 1988. Essa encarnação não teve vida longa, mas o interesse de Jô ao fazer a mudança de canal era outro. Ele conseguiu de Sílvio Santos a promessa de comandar um programa noturno de entrevistas, que estreou no mesmo ano do humorístico. “Jô Soares Onze e Meia” acabou virando o primeiro talk show da TV brasileira, abrindo caminho para outros humoristas seguirem sua deixa. Realizado como entrevistador, Jô nunca mais quis encabeçar programas de humor. Mas não largou completamente a atuação, fazendo pequenas e pontuais participações em filmes como “Cidade Oculta” (1986), de Chico Botelho, “Sábado” (1995), de Ugo Giorgetti, “O Xangô de Baker Street” (2001), de Miguel Faria Jr., e “Giovanni Improtta” (2013), de José Wilker. “O Xangô de Baker Street”, por sinal, foi uma adaptação de um best-seller escrito pelo próprio Jô, que imaginava a vinda de Sherlock Holmes ao Brasil colonial para investigar um caso na corte de D. Pedro II. Virou um enorme sucesso de bilheteria. Ele acabou voltando para a Globo no ano 2000, 12 anos depois de largar “Viva o Gordo”, para continuar a fazer entrevistas e alegrar as noites da TV brasileira com “O Programa do Jô”, que conduziu até se aposentar das telas em 2016.

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