Sérgio Hondjakoff reata casamento após receber alta: “Um ano limpo”
Sérgio Hondjakoff reatou seu casamento com Danielle Monteiro, a mãe de seu filho Benjamin, depois que o ator recebeu alta do tratamento contra as drogas. As informações são do jornal Extra. Nas redes sociais, o terapeuta Sandro Barros celebrou o avanço do tratamento de Serginho, que conseguiu ficar mais de um ano longe das drogas. “É com muita alegria que anuncio a alta do ator”, escreveu ele no último sábado (17/6). “Serginho ultrapassou a marca de um ano limpo e mais de 40 dias 100% sóbrio na sociedade. Parabéns, combateu um bom combate na reinserção social. Foi inédito”, acrescentou o profissional de saúde. Após a alta médica, Hondjakoff reatou o casamento com Danielle e teve mais um motivo para celebrar. O ator tentava reconquistar a esposa desde que deixou a clínica de reabilitação, fato que ocorreu há dois meses. Ele ficou quase um ano internado em Itu, interior de São Paulo, e ainda seguiu tratamento no Rio de Janeiro. Luta contra o vício Em junho do ano passado, Sérgio Hondjakoff decidiu se internar numa clínica de reabilitação indicada por Rafael Ilha, após ter surtado numa live pública. Nas imagens virais, o ator chegou a ameaçar matar o próprio pai. Na época, ele ficou surtado por vários dias, fazendo uso de drogas, consumindo bebida alcoólica e sem dormir, o que assustou a família. Ele já havia sido denunciado por maus-tratos. Lembrando da situação em abril passado, Sérgio Hondjakoff reconheceu ter chego no fundo do poço. Segundo o ator, as drogas foram presentes desde a adolescência por influência de colegas da escola. Ele acrescentou que sua condição mental e as pressões da fama com “Malhação” também facilitaram o vício.
Atriz de “Euphoria” lança coleção de Havaianas
A atriz Barbie Ferreira, conhecida por seu papel na série “Euphoria”, fez uma parceria com a marca brasileira de calçados Havaianas, assinando uma coleção inspirada em suas raízes brasileiras. Para a artista, a colaboração representa muito mais do que apenas um projeto de moda. Em comunicado, ela exaltou sua conexão com a marca e o que ela representa em sua vida. “Havaianas é uma marca icônica que uso desde pequena. Para mim, significa muito da minha cultura, da minha família e do Brasil em geral. Ter a chance de criar para uma empresa que representa minha família e a mim mesma de uma forma nostálgica é incrivelmente empolgante”, afirmou a atriz. Nascida e criada em Nova York, ela nunca deixou as origens brasileiras de sua família se perderem. “Sou americana de primeira geração, então minha vida inteira foi repleta de brasileiros maravilhosos, especialmente mulheres brasileiras”, ela disse à Marie Claire. Graças a isso, já veio ao país diversas vezes, de férias e também para realizar trabalhos. “É uma grande parte da minha alma”, afirmou sobre o Brasil. Estética vintage A atriz está ansiosa para que todos vejam o que foi criado. Batizada de Havaianas x Barbie, a coleção faz uma viagem à estética sofisticada dos anos 1970, através de um olhar contemporâneo. Na criação, a atriz se inspirou na estética vintage do Rio de Janeiro dos anos 1960 e 1970, e na rica arquitetura brasileira. Com liberdade total, ela desenvolveu estampas exclusivas para os modelos de chinelos e sliders. São, ao todo, seis modelos de chinelos estampados e uma versão slider, disponível em três cores. Os produtos já estão disponíveis no e-commerce da marca e em lojas selecionadas.
Amanda Bynes volta a ser detida para avaliação de saúde mental
A atriz Amanda Bynes, que ficou famosa nos anos 2000 pelas comédias teen “Tudo Que Uma Garota Quer” (2003) e “Ela é o Cara” (2006), foi levada sob custódia pela polícia de Los Angeles, nos Estados Unidos, para uma avaliação de sua saúde mental. De acordo com o site TMZ, ela chegou a ser algemada e levada a uma delegacia na manhã de sábado (17/6). A detenção de Bynes ocorreu após a polícia receber uma ligação informando sobre uma mulher em situação de angústia, posteriormente identificada como a atriz. As autoridades não esclareceram se ela foi encontrada em casa ou se estava em um local público. Testemunhas informaram ao TMZ que a atriz estava calma durante a interação com a polícia e parecia derrotada enquanto os oficiais lidavam com ela. Não está claro se ela foi encaminhada a um hospital ou se foi liberada pela polícia. Essa é a segunda vez nos últimos meses que a polícia é acionada devido a problemas de Bynes. Em março, ela foi colocada em observação psiquiátrica após ser encontrada vagando nua pelas ruas de Los Angeles. Um mês depois, recebeu alta do hospital psiquiátrico para finalizar o tratamento em casa. Carreira de sucesso Amanda Bynes foi uma das atrizes mais famosas do começo do século. Ela comandou o programa “The Amanda Show” da Nickelodeon de 1999 a 2002, e estourou no cinema com a comédia teen “Tudo Que Uma Garota Quer” (2003). Em seguida, fez ainda mais sucesso na sitcom “Coisas que Eu Odeio em Você” (What I Like About You), exibida de 2002 a 2006. Em 2005, ela entrou numa lista da revista Forbes como uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood com menos de 21 anos. E isso foi antes de estrelar seu maior sucesso, o filme “Ela é o Cara” (2006). Na época do lançamento do longa, ela foi nomeada “uma das mulheres mais sedutoras com menos de 25”, segundo a revista People. Problemas com a polícia Seus problemas começaram em 2012, quando ela chegou a ser presa duas vezes por dirigir embriagada e bater seu carro – numa das ocasiões, colidiu com a traseira de um veículo policial. Ela protestou num tuite em que pediu ao então presidente Barack Obama a demissão do policial que a tinha detido, e continuou dirigindo mesmo após ter a carteira de motorista apreendida, até seu carro ser confiscado pelo crime. No começo de 2013, foi presa novamente após denúncia do porteiro de seu prédio, que chamou a polícia alegando que havia alguém fumando maconha no lobby do edifício. Quando os policiais chegaram, a atriz já estava no seu apartamento, mas eles encontraram um bong (tipo de purificador de ervas usado por alguns consumidores da droga). E quando foi indaga a respeito do recipiente, ela simplesmente o jogou pela janela, “atingindo a calçada cheia de pedestres”, na descrição do boletim de ocorrência. A atriz acabou detida por conduta desordeira, ocultação de evidência e posse de drogas. E teria sido levada sob custódia esperneando: “Vocês sabem quem eu sou?”. Após a detenção, ela foi levada para o hospital Roosevelt para uma avaliação psiquiátrica, mostrando-se indignada contra a humilhação. Embora tenha sido liberada pelo juiz de seu caso, foi expulsa de seu apartamento pelo síndico. Tutela de oito anos Dois meses depois, provocou um incêndio, usando gasolina para queimar roupas na rua, diante da garagem de uma vizinha. O fogo explodiu o galão de gasolina. Ao dar respostas desencontradas aos bombeiros que foram ao local, acabou internada numa clínica para avaliação psiquiátrica e um juiz colocou sua mãe como responsável por sua tutela. Ela passou oito anos tutela e, desde então, não se meteu mais em confusão. Mas também não trabalhou mais como atriz. Seu último trabalho foi em 2010, quando coadjuvou a ótima comédia “A Mentira”, estrelada por Emma Stone. Na época, já tinha escrito nas redes sociais: “Ser uma atriz não é tão divertido quanto pode parecer”. Com o fim da tutela, ela pretendia reconstruir sua vida longe da mãe e com uma nova carreira. Seu primeira tentativa de se reinventar foi como rapper, mas os dois singles que lançou, “Diamonds” e “Fairfax”, não tiveram a menor repercussão, porque ninguém levou a sério. A volta dos surtos, em março passado, coincidiu com o aniversário de um ano do fim da tutela.
Tudum: Schwarzenegger fica 1 minuto no evento da Netflix e não fala nada
Arnold Schwarzenegger veio, viu e saiu rapidamente da Bienal do Ibirapuera nesta sexta (16/6). Ele fez uma aparição veloz e silenciosa no Tudum, evento organizado pela Netflix em São Paulo. O ator, que está no Brasil para a divulgação da série “FUBAR”, surpreendeu a todos ao subir no palco antes do horário programado, mas limitou-se a acenar para os espectadores durante aproximadamente um minuto. Ao contrário das demais famosos presentes no evento, o intérprete do “Exterminador do Futuro” não concedeu entrevista à jornalista Carol Moreira, nem se dirigiu ao público por meio de microfone. Antes de se retirar definitivamente do evento, Schwarzenegger ainda cumprimentou alguns de seus fãs que estavam junto à grade. Mas decidiu que só vai falar na sábado (17/6), quando a Netflix apresentará um painel de novidades com as participações de seus astros internacionais. Passagens relâmpagos pelo Tudum Ao longo de todo o dia, o palco principal da Bienal recebeu outras “aparições relâmpago”, mas os astros se deteram um pouco mais, falaram com os fãs e com Carol. O primeiro foi Henry Cavill, que fez uma breve aparição nesta manhã ao lado do elenco de “The Witcher”, e destacou seu carinho pelo público brasileiro, que ele considera “apaixonado” e “fantástico”. Mas quem surpreendeu foi Corey Mylchreest, intérprete do rei George na série “Rainha Charlotte”, que revelou ter parentes no Brasil. BRAZIL! I was overwhelmed by the love at @netflix #TUDUM pic.twitter.com/cmihBFOBqF — Arnold (@Schwarzenegger) June 16, 2023
Spotify encerra parceria milionária com Harry e Meghan
A plataforma Spotify e o casal príncipe Harry e Meghan Markle encerraram o contrato de US$ 20 milhões, equivalente a R$ 96 milhões, para realizarem projetos para a plataforma de áudio. A informação foi divulgada por meio de um comunicado, que indica que a separação foi amistosa. “Spotify e Archewell Audio concordaram mutuamente em se separar e estão orgulhosos da série que fizeram juntos”, diz o texto. Devido a essa decisão, o podcast “Archetypes” (“Arquétipos”, em português) não vai ganhar uma nova temporada pelo streaming. O projeto dos duques de Sussex com a plataforma estreou em 2022 e alcançou sucesso entre o público. Apesar do encerramento do contrato com o Spotify, o podcast pode migrar para outra plataforma. Segundo o portal britânico Express, um porta-voz do casal disse que Meghan continuará “a desenvolver conteúdos para o público do programa em outra plataforma”. Podcast conquistou o público e ganhou prêmio “Archetypes” era apresentado pela própria Meghan e debatia sobre os estereótipos femininos. Ao longo dos 12 episódios lançados, o podcast trouxe convidados renomados como Mariah Carey e Serena Williams. Além disso, a atração também recebeu historiadoras e especialistas. Sucesso entre o público, o podcast ficou em 1º lugar no ranking da plataforma entre os mais escutados em diversos países. A produção também conquistou a categoria de melhor podcast no People’s Choice Award, premiação americana de voto popular. Vale apontar que “Archetypes” foi um dos primeiros projetos comerciais do casal realizado após a mudança para os Estados Unidos. O podcast é uma produção da Archewell, organização sem fins lucrativos fundada por Harry e Meghan, focada para produções de mídia. Netflix pode ser a próxima Com o fim da parceria com o Spotify, aumentam os boatos de que a Netflix também deve seguir o mesmo caminho. De acordo com a jornalista e comentarista real, Daniela Elser, a gigante do streaming deve cancelar a série “Harry & Meghan”, que estreou na plataforma em dezembro de 2022. “Já se passaram mais de dois anos e meio desde que assinaram seus nomes na linha pontilhada”, ela apontou ao site news.com.au. A produção mostrou os bastidores polêmicos que o casal enfrentou com a família real. Racismo, perseguição da mídia e acusações graves foram alguns dos tópicos retratados na série documental de 6 episódios. Após a estreia, “Harry & Meghan” causou um clima nada agradável na família real. Após seis meses do lançamento da 1ª temporada, a Netflix ainda não se pronunciou sobre o status da série. Considerando o silêncio prolongado, é provável que o streaming não vá renovar a produção da Archewell para novos episódios.
Começa o Tudum: Netflix traz ativações, novidades e astros internacionais a São Paulo
O Festival Tudum, um evento grandioso realizado pela Netflix, abre as portas nesta sexta (16/6) em São Paulo para a visitação dos fãs da programação da plataforma. Diretamente do Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, o evento traz experiências interativas e reproduções dos cenários de produções consagradas, como “Heartstopper”, “Wandinha”, “Sex Education”, “Eu Nunca…”, “Sintonia” e muitas outras. Alguns cenários são mais modestos, como um café de “Emily in Paris” e os armários da escola de “Eu Nunca”. Outros oferecem experiências mais completas, como o posto de gasolina e o quarto de “Sex Education”. Mas também há produções imersivas como um passeio pela escola de “Wandinha” e os pomares de “Rainha Charlotte”. Trata-se de um passeio Instagramável para bombar nos perfis dos espectadores. Quem quiser ir além das fotos pode se envolver com atividades especiais, como andar na pista de patinação de “Stranger Things”, participar de uma batalha naval inspirada na série live action “One Piece”, jogar uma partida de Pall Mall no cenário de “Bridgerton” e até enfrentar a famosa “batatinha frita 1, 2, 3” de “Round 6”. E o detalhe: além de participar das imersões, é possível levar alguma lembrancinha relacionada, seja um pin ou um pôster. Dá até mesmo encontrar o amor nas cabines de “Casamento às Cegas Brasil”. Encontros com Estrelas Além dessas experiências, o Tudum 2023 será palco para o encontro com grandes estrelas do cinema e da televisão. O ponto alto do evento acontece no sábado (17/6), com a apresentação de novidades da Netflix e participação de famosos, no Auditório do Ibirapuera a partir das 17h30. O painel será apresentado por Maisa Silva, da série “De Volta aos 15”; Chase Stokes, de “Outer Banks”; e Maitreyi Ramakrishnan, de “Eu Nunca…”. Os convidados confirmados são nomes de peso, como Arnold Schwarzenegger, da série “FUBAR”; Gal Gadot, do thriller de espionagem “Agente Stone”; e Chris Hemsworth, de “Resgate 2”. Além deles, artistas de destaque de outras produções da Netflix, como “The Witcher”, “Outer Banks”, “Bridgerton” e “Eu Nunca…” também marcarão presença no evento. Alguns, como Henry Cavill, de “The Witcher”, e Corey Mylchreest, de “Rainha Charlotte”, já fizeram “aparições relâmpago” no pavilhão da Bienal nesta sexta. Os ingressos estão esgotados, mas o evento será transmitido ao vivo pelo Youtube da Netflix Brasil. Dessa forma, os fãs de todo o mundo poderão acompanhar as novidades, teasers e trailers inéditos de filmes e séries, além de assistir aos talentos internacionais presentes. Encerramento em Grande Estilo O Tudum se encerra no domingo (18/6) com chave de ouro. O último dia do evento trará surpresas das séries “Elite”, “De Volta aos 15”, “Eu Nunca…” e da inédita “One Piece”, além de “Rebel Moon”, o novo filme de Zack Snyder.
Sérgio Marone se declara ecossexual: “Achei tão interessante”
Sergio Marone afirmou na quinta-feira (15/6) que se identifica como ecossexual, termo relacionado às pessoas que se atraem por quem possui consciência ambiental. “Eu acho tão sexy”, disse ao portal Terra. Na entrevista, o ator esclareceu que sente interesse não-sexual por pessoas ecológicas. “Quando ouvi esse termo a primeira vez achei tão interessante. São pessoas que têm uma relação de amor com o planeta e eu me reconheço total com isso”, explicou. “De primeira também achei que tinha a ver com atração física, mas não, é sobre se reconectar com a natureza. É justamente ter uma identificação com esse paraíso e tudo que ele nos proporciona.” Marone ainda destacou ter preferência por mulheres que apoiam pautas sustentáveis e praticam a humanidade. “Eu acho tão sexy quem tem consciência, quem tem responsabilidade com o nosso planeta. Não tem nada que me tire mais o tesão de que alguém que joga lixo no chão, que não recicla em casa, que é uma coisa tão básica”, apontou o artista. Empresário visionário Além de ecossexual, Sergio Marone se tornou empresário de uma linha de produtos sustentáveis. A marca Tukano pretende mudar o estilo de vida das pessoas com dermocosméticos limpos, sem impactos ambientais. O ator inaugurou seu primeiro ponto físico na Casa Cascais, localizada no Jardim Europa, bairro nobre de São Paulo. Ele pretende expandir a marca e abrir novas filiais. “A ideia é abrir mais pontos de venda, expandir nossa linha de produtos. Queremos em breve completar nossa linha de beleza facial e já estamos trabalhando nisso”, completou Marone.
Al Pacino vira pai pela quarta vez aos 83 anos
O renomado ator Al Pacino tornou-se pai pela quarta vez aos 83 anos de idade. O novo membro da família Pacino é fruto do relacionamento com a namorada, Noor Alfallah. A notícia foi confirmada ao The Hollywood Reporter por um representante do ator, que também revelou que o nome do bebê é Roman Pacino. A surpresa da gravidez O casal está “em êxtase” com a chegada do pequeno Roman, apesar do início tumultuado da gravidez. Segundo o TMZ, ele teve inicialmente dúvidas sobre a paternidade, chegando a exigir um teste de DNA. Fontes próximas ao ator relataram que ele ficou “chocado” ao descobrir que Noor estava grávida, pois acreditava ter problemas médicos que o impedissem de engravidar uma mulher. Além da idade avançada, o veterano de Hollywood tinha certeza de que não poderia engravidar sua namorada ou qualquer outra pessoa. Pai de quatro filhos Pacino tem sido visto com Alfallah desde abril de 2022, e este é o primeiro filho do casal. O astro de Hollywood também é pai de Julie Pacino, 33, fruto do relacionamento com Jan Tarrant, e dos gêmeos Olivia Pacino e Anton James Pacino, 22, com a ex-namorada Beverly D’Angelo. Em uma entrevista ao The New Yorker em 2014, Pacino abriu o coração sobre a paternidade. O ator, que perdeu o pai ainda criança, disse que ter filhos ajudou a preencher o “elo perdido” depois da ausência do pai. “Eu sabia conscientemente que não queria ser como meu pai”, declarou o astro de “O Irlandês”. “Eu queria estar presente. Tenho três filhos. Sou responsável por eles. Fazer parte da vida deles é importante para mim e para eles”, afirmou. Robert De Niro também virou na terceira idade Um dos amigos mais antigos de Pacino em Hollywood, Robert De Niro também se tornou pai recentemente. Com 79 anos, ele revelou o nascimento de sua sétima filha no início de maio. Ao saber que Pacino também seria pai novamente, De Niro comemorou o acontecimento no programa Today: “Al Pacino acabou de ter um bebê. Deus o abençoe, estou muito feliz por ele.”
Atriz Glenda Jackson, vencedora de dois Oscars, morre aos 87 anos
A atriz britânica Glenda Jackson, vencedora de duas estatuetas do Oscar, faleceu nesta quinta-feira (15/6) em Londres, aos 87 anos. Ao longo da carreira, ela também chamou a atenção por ingressar na política e atuar como membro do Parlamento do Reino Unido. A notícia da morte foi confirmada por seu agente, Lionel Larner, que revelou o falecimento decorrente de uma breve doença. Jackson era conhecida pelos seus papéis em clássicos como “Mulheres Apaixonadas” (1969) e “Um Toque de Classe” (1973), que lhe renderam as vitórias no Oscar na categoria de Melhor Atriz. Mas, ao longo da carreira, ela marcou as telas com várias outras obras famosas, incluindo “Domingo Maldito” (1971) e “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971). Sucesso nos cinemas, a atriz também conquistou a televisão como a Rainha Elizabeth I na série “Elizabeth R”, pela qual ganhou dois prêmios Emmy como Melhor Atriz. Já no teatro, foi aclamada pela sua atuação nas peças “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, “Hedda Gabler” e “Interlúdio Estranho”. Começo da carreira Nascida na cidade de Birkenhead, na Inglaterra, Glenda May Jackson ingressou nos estudos das artes cênicas na Academia Real de Arte Dramática em 1954, aos 18 anos. Ela fez sua estreia na peça “Separate Tables”, do dramaturgo britânico Terence Rattigan. E deu seus primeiros passos na carreira com pequenas aparições em filmes, como o clássico “O Pranto de um Ídolo” (1954), de Lindsay Anderson. Após mais de 10 anos nos palcos, ela se tornou membro da Royal Shakespeare Company, a mais consagrada companhia de teatro do Reino Unido. Nesse período, ela estrelou a peça “A Perseguição e o Assassinato de Jean-Paul Marat Desempenhados pelos Loucos do Asilo de Charenton sob a Direção do Marquês de Sade” (1967), abreviada para “Marat/Sade”. Aclamado pelo público, o espetáculo foi adaptado para os cinemas, sob a direção de Peter Brook, lançando a atriz em seu primeiro papel de destaque nas telas. Em seguida, ela protagonizou o romance deturpado “Negatives” (1968), de Peter Medak, e fez rápidas aparições em séries televisivas. Até que, em 1969, estabeleceu-se como um dos principais nomes no cinema – e um grande símbolo sexual da época. Símbolo sexual O longa “Mulheres Apaixonadas” (1969), adaptação de D.H. Lawrence dirigida por Ken Russel, foi importante por retratar a revolução sexual e a liberdade feminina numa Inglaterra ainda fortemente conservadora. Ela surpreendeu o público com a sua personagem, Gudrun Brangwen, uma mulher de personalidade complexa, inteligente e emocional. Antes disso, a maioria das atrizes que se tornavam símbolos sexuais eram passivas e sujeitas às vontades dos homens. No longa, era a sua personagem quem dava as ordens. Apesar do filme ter sido escrito e dirigido por homens, a produção buscava uma atriz capaz de interpretar uma mulher dos anos 1920 que estivesse a frente do seu tempo. Com sua vitória no Oscar como Melhor Atriz, ficou claro que Jackson foi a escolha certa para o papel. No ano seguinte, ela continuou sua parceria com o diretor no longa “Delírio de Amor” (1970), onde voltou a dar o que falar, como a esposa ninfomaníaca de um homossexual torturado – ninguém menos que o famoso compositor russo Tchaikovsky, interpretado por Richard Chamberlain. Coleção de prêmios O ano de 1971 foi bastante marcante em sua carreira. Ela provou seu talento na televisão com sua versão da Rainha Elizabeth I na série “Elizabeth R” (1971), produzida pela BBC, levando dois prêmios Emmy pela atuação. E ainda repetiu o papel no filme “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971). Mas foi o papel no filme “Domingo Maldito”, do diretor John Schlesinger, que novamente rendeu comentários. No filme, ela participava de um triângulo amoroso envolvendo dois homens bissexuais. A produção lhe rendeu um prêmio BAFTA e mais uma indicação ao Oscar. Pouco tempo depois, a atriz embarcou em outra grande produção, a comédia romântica “Um Toque de Classe” (1973), estrelada com o ator George Segal. Mantendo seu semblante de mulher empoderada, ela recebeu muitos elogios pela performance e conquistou sua segunda estatueta do Oscar como Melhor Atriz. Papéis marcantes A atriz passou a ser exaltada como uma das estrelas mais populares nas bilheterias britânicas. E se superou em 1975, quando estrelou três de seus filmes mais famosos. Sempre ousada, flertou com o lesbianismo na adaptação da peça “As Criadas”, de Jean Genet, transformou infidelidade em criatividade em “A Inglesa Romântica”, dirigida por Joseph Losey, e conquistou sua quarta indicação ao Oscar com outra adaptação teatral, “Hedda”, baseada na peça de Ibsen sobre uma femme fatale nórdica. Ela também deu vida à lendária Sarah Bernhardt, mais famosa atriz teatral de todos os tempos, em “A Incrível Sarah” (1976). Até que, de uma hora para outra, passou a preferir estrelar comédias, como “Um Toque de Humor” (1979), “Os Alunos da Sra. McMichael” (1979), “Política do Corpo e Saúde” (1980) e duas parcerias com o comediante americano Walter Matthau, “Um Viúvo Trapalhão” (1978) e “O Espião Trapalhão” (1980). Depois de passar boa parte dos anos 1980 no teatro, ela voltou às telas em nova comédia, “Além da Terapia” (1987), de Robert Altman, e em duas novas parcerias com Ken Russell: “A Última Dança de Salomé” (1988), adaptação da peça de Oscar Wilde no papel da vingativa Herodias, e “O Despertar de Uma Mulher Apaixonada” (1989), retomando o universo do filme de 1971 que lhe rendeu o primeiro Oscar. Carreira política No ano de 1992, a atriz surpreendeu a todos ao trocar a carreira artística por uma chance de virar política. Ao ser eleita pelo Partido Trabalhista como membro do Parlamento do Reino Unido, Jackson interrompeu de forma drástica suas atividades como atriz. Quando seu Partido assumiu o governo britânico em 1997, ela foi nomeada Ministra Júnior dos Transportes. Mas, anos depois, desgostosa por não conseguir disputar a prefeitura de Londres, declarou que não iria se candidatar novamente, encerrando sua vida política em 2015. Retorno premiado Logo que saiu do cargo, ela fez um retorno inesperado como atriz e até venceu um BAFTA e um Emmy Internacional pelo telefilme “Elizabeth Is Missing”, da BBC, no qual interpretou um mulher com demência, lutando para resolver o desaparecimento de uma amiga. Ela também estrelou drama “O Domingo das Mães”, dirigido por Eva Husson, lançado no Festival de Cannes em 2021 – e um dos poucos trabalhos em que Jackson teve a oportunidade de trabalhar com uma diretora mulher. Antes de morrer, ela finalizou o ainda inédito “The Great Escaper”, no qual voltou a se reunir com Michael Caine, seu parceiro em “A Inglesa Romântica”. Com direção de Oliver Parker (“O Retorno de Johnny English”), seu último filme não tem previsão de estreia.
Bill Cosby enfrenta 9 acusações novas de agressão sexual
Bill Cosby, ator e comediante americano, enfrenta novas acusações de agressão sexual. Ao todo, nove mulheres alegam que foram drogadas e agredidas por Cosby entre os anos de 1979 e 1992, em casas, vestiários e hotéis em Las Vegas, Reno e Lake Tahoe, nos Estados Unidos. De acordo com o site The Hollywood Reporter, os processos foram abertos em um tribunal federal de Nevada. Em uma das acusações, a vítima relata que Cosby a chamou de Nova York para Nevada, alegando que seria seu “mentor de atuação”. Ao invés disso, o ator a estuprou em um quarto de hotel após drogá-la com uma bebida que ele afirmava ser espumante sem álcool. Nova lei viabiliza acusações contra Cosby O novo processo surge algumas semanas após o governador de Nevada, Joe Lombardo, assinar uma lei que suspende o prazo de prescrição de dois anos para adultos que desejam entrar com processos por abuso sexual. Dessa forma, não há mais uma restrição de tempo para uma vítima poder denunciar o agressor, viabilizando punições por crimes cometidos há muitos anos. Uma das acusadoras de Cosby, identificada como Lise-Lotte Lublin, é natural do estado e apoiou a mudança na lei. “Durante anos, lutei pelos sobreviventes de agressão sexual, e hoje é a primeira vez que poderei lutar por mim mesma”, declarou. “Com a nova mudança na lei, agora posso levar meu agressor Bill Cosby ao tribunal. Minha jornada está apenas começando, mas sou grata por esta oportunidade de buscar justiça”. Ela afirmou que o ator a estuprou em um hotel em Las Vegas em 1989. A lista de denunciantes inclui uma ex-modelo da Playboy, que alegou ter sido drogada e agredida sexualmente por Cosby, juntamente com outra mulher, em sua residência em 1969. O responsável pelas relações públicas de Cosby, Andrew Wyatt, criticou essas leis em um comunicado, afirmando que as mulheres estão buscando atenção da mídia ao processar o ator. “A partir de hoje, não permitiremos mais que essas mulheres apresentem múltiplas alegações supostas contra o Sr. Cosby sem que sejam examinadas no tribunal de opinião pública e no tribunal em si”, declarou. #MeToo colocou o ator na prisão por 3 anos Anteriormente, o artista de 85 anos chegou a ser condenado por estupro, além de enfrentar acusações de agressão e assédio sexual por mais de 60 mulheres. Cosby foi a primeira celebridade a ser julgada e condenada na época do movimento #MeToo, movimento liderado por diversas artistas e ativistas para incentivar mulheres a denunciarem crimes de violência sexual. Ele passou quase três anos em uma prisão estadual na Filadélfia antes de ter sua condenação anulada por um tribunal superior em 2021. Mesmo assim, o ator voltou a enfrentar processos. No início deste ano, um júri de Los Angeles concedeu uma indenização de US$ 500 mil a uma mulher que afirmou ter sido abusada sexualmente por Cosby na Mansão Playboy quando ela tinha apenas 16 anos, em 1975.
Kevin Spacey planeja retorno após acusações de assédio: “Estão prontos pra me contratar”
Kevin Spacey (“House of Cards”) está otimista com um possível retorno à atuação. Após evitar processos e condenação por abuso sexual nos EUA, ele revelou que conta com apoio de pessoas da indústria para voltar a fazer filmes. Atualmente, o ator o vencedor do Oscar ainda enfrenta um processo no Reino Unido, em que é acusado de agressão sexual. Embora tenha se declarado inocente, Spacey aguarda o julgamento. Durante entrevista à revista ZEITmagazin, o ator comentou em que pé está a retomada da sua carreira. “É um momento em que muitas pessoas têm muito medo de me apoiar, com medo de serem canceladas”, disse ele. “Mas eu sei que há pessoas que estão prontas pra me contratar assim que eu for absolvido dessas acusações em Londres. No momento em que isso acontecer, eles estão prontos para seguir em frente”. Apesar do processo acumular 12 acusações, Spacey não esboçou preocupação quando a sua reputação. “Em 10 anos, isso não significará nada. Meu trabalho viverá mais do que eu, e é isso que será lembrado”, declarou. O julgamento está marcado para o dia 28 de junho. As acusações de agressão sexual contra Spacey incluem alegações de que ele abusou sexualmente de três homens enquanto era diretor artístico do teatro Old Vic de Londres, entre 2004 e 2015. Inocentado de abusar ator de “Star Trek” No mês de outubro do passado, o ator foi inocentado da acusação de agressão sexual feita pelo ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”). Segundo Rapp, Spacey agiu para gratificar seu desejo sexual durante um encontro em uma festa em Manhattan, em 1986, quando Rapp tinha apenas 14 anos e Spacey estava com 26 ou 27 anos. O caso veio à tona em 2017, quando o site BuzzFeed publicou uma entrevista com Rapp, em que ele relatou o ocorrido. Segundo o ator, Spacey estava bêbado e o agarrou no final de uma festa com o elenco de uma peça, colocou-o em cima de uma cama, subiu em cima dele e fez avanços sexuais (tocando as suas nádegas). “Quando uma investigação é realizada, essas coisas se desmoronam”, declarou Spacey na entrevista a ZEITmagazin. “Isso é o que aconteceu no caso do [Anthony] Rapp, e é isso que vai acontecer neste caso”. Escândalo e sorte Apesar de ter sido inocentado nesse caso, o ator foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que acabou com sua carreira. Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o longa não perder sua data de estreia. Spacey também já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, após o juiz do caso considerar que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Retomada da carreira Graças à falta de condenações, ele conseguiu voltar a atuar em um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero. Ele também interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight”. Além disso, Spacey foi confirmado no próximo filme independente de Gene Fallaize (“Superman: Requiem”) e recebeu uma homenagem ao ministrar uma masterclass no Museu Nacional de Cinema da Itália, em Turim.
Lily-Rose Depp, de “The Idol”, posta fotos com a namorada: “Amor da minha vida”
Lily-Rose Depp, estrela da série “The Idol”, publicou uma homenagem de aniversário para a namorada, a cantora 070 Shake, que completou 26 anos. A atriz publicou fotos espontâneas das duas nos stories do Instagram na última terça-feira (13/6), mostrando registros de momentos românticos com a namorada. A primeira imagem mostrou o reflexo das duas abraçadas na frente de um espelho. “Feliz aniversário, amor da minha vida”, escreveu a atriz. Na foto seguinte, a cantora aparece segurando os pés de Depp, que usa meias com estampas de coração. Por último, as duas aparecem se beijando em uma selfie descontraída e a atriz se declarou. “Te amo Dani”, chamando a namorada por Dani, apelido para seu nome verdadeiro Danielle Balbuena. Aniversário de namoro Apesar de tornar o relacionamento público recentemente, as duas revelaram que já estão juntas há um bom tempo. No último mês de maio, elas celebraram o aniversário de 4 meses de namoro com postagens nos stories do Instagram. “4 MESES COM A MINHA CRUSH”, escreveu a atriz. Ainda em maio, a cantora foi vista recepcionando Depp de volta a Los Angeles, após sua passagem no Festival de Cinema de Cannes, onde marcou presença para a estreia de “The Idol”. No encontro, as duas trocaram beijos e abraços registrados por paparazzis. Relacionamentos privados Embora as duas tenham assumido o relacionamento nas redes sociais, o namoro permanece bastante recluso dos holofotes. A atriz de 24 anos, filha de Johnny Depp com a francesa Vanessa Paradis, tem costume de manter sua vida amorosa o mais privada possível. “Apenas fui criada de uma maneira que me ensinou como é importante proteger a privacidade”, disse em entrevista recente a revista Elle. Antes de se envolver com a cantora, Depp namorou o ator Timothée Chalamet (“Duna”), com quem contracenou em “O Rei” (2019), durante dois anos. O relacionamento durou até 2020. No ano seguinte, ela foi fotografada aos beijos com Austin Butler (“Elvis”).
Rodrigo Constantino tem todos perfis suspensos nas redes sociais
Rodrigo Constantino teve seus perfis suspensos nas redes sociais por decisão judicial, emitida nesta quarta-feira (14/6). Além das páginas oficiais, o economista perdeu suas contas alternativas, com o título “Nada Consta”. A ordem judicial impede o acesso do ex-comentarista da Jovem Pan no Twitter, no Instagram, no Facebook e também no seu canal político do YouTube. Em maio, Rodrigo teve uma live bloqueada na plataforma do YouTube também por determinação do Poder Judiciário. “Como já há decisão judicial para bloquear a minha live que ainda nem começou?”, ele reclamou no Twitter. Na ocasião, o economista tinha planos de questionar o motivo do YouTube ter bloqueado alguns de seus vídeos. Ele acreditava ser vítima de “censura” e criticava as medidas do Supremo Tribunal Federal (STF). Rodrigo ainda tentou burlar as restrições com novos perfis nas redes sociais, sob codinome de “Nada Consta”. Em vídeo, ele fez outra reclamação: “Vai ser censurada como as outras? Provavelmente, o Brasil já vive numa ditadura.” Até o momento, Rodrigo Constantino não se pronunciou sobre a suspensão de seus perfis.












