Johnny Depp pode estrelar thriller passado na fronteira do Brasil
O ator Johnny Depp (“Aliança do Crime”) recebeu uma oferta para estrelar o thriller “Triple Frontier”, que pode ser filmado no Brasil. A informação é do site The Hollywood Reporter. Conforme o título sugere, o filme vai se passar na Tríplice Fronteira, ponto turístico e estratégico da América do Sul, que junta as fronteiras da Argentina, Paraguai e Brasil nas imediações da Foz do Iguaçu. A trama vai envolver tráfico de drogas e deve ser contada por diversos pontos de vista. Seriam quatro protagonistas. O projeto vem sendo desenvolvido desde 2009, quando quase foi dirigido por Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”) e estrelado pro Will Smith (“Golpe Duplo”) e Tom Hanks (“Ponte de Espiões”). Quem está à frente do projeto agora é o cineasta J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”), que também se envolveu recentemente no remake do thriller austríaco “O Assaltante”. Por sinal, nenhum dos dois projetos tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. A produção de “Triple Frontier” é da Paramount Pictures.
Diretor de O Ano Mais Violento fará remake de thriller austríaco
O cineasta J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) vai dirigir o remake do filme de ação austríaco “O Assaltante” (2010), informou o site The Hollywood Reporter. O original contava a história real de Johann Rettenberger, assaltante de bancos que bateu recordes nacionais como maratonista e usou sua velocidade e destreza para enganar a polícia, numa série de roubos bem-sucedidos. “O Assaltante” teve première no Festival de Berlim de 2010 e rendeu vários prêmios ao diretor Benjamin Heisenberg, a maioria em premiações de língua alemã. O roteiro do remake ficará por conta do novato Chase Palmer, que também está envolvido com a adaptação de “It”, de Stephen King. Ainda não há cronograma de produção e previsão de estreia, pois, além destas filmagens, J.C. Chandor ainda planeja realizar o thriller “Triple Frontier”.
Festival de Berlim seleciona três filmes brasileiros para a Mostra Panorama
O festival de Berlim selecionou três filmes brasileiros para a mostra Panorama: os longa-metragens “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, “Antes o Tempo Não Acabava”, de Fábio Baldo e Sérgio Andrade, e “Curumim”, de Marcos Prado. Em 2015, o grande vencedor dessa mostra foi o brasileiro “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, que volta ao festival este ano com outra história sobre um complicado relacionamento entre mãe e filho. “Mãe Só Há Uma” acompanha um adolescente que descobre ter sido roubado na maternidade. O elenco tem Matheus Nachtergaele, Naomi Nero e Dani Nefussi. “Antes o Tempo Não Acabava” também se mantém no universo (amazonense) do primeiro filme de Sérgio Andrade, “A Floresta de Jonathas”, ao retratar um jovem indígena que vive o choque entre sua cultura tradicional e a vida na capital Manaus. Já o único documentário da lista, “Curumim”, do diretor de “Paraísos Artificiais”, conta a história de Marco Archer, brasileiro executado na Indonésia em janeiro de 2015 por tráfico de drogas. Ao todo, foram selecionadas 51 produções de 33 países diferentes, que serão exibidos entre 11 e 21 de fevereiro, paralelamente à mostra competitiva do Festival de Berlim.
Adiamento de Star Wars: Episódio VIII causa efeito dominó nas estreias de 2017
O adiamento de sete meses na estreia de “Star Wars: Episódio VIII”, anunciado na quarta-feira (20/1) pela Disney, causou um efeito dominó no calendário dos lançamentos de Hollywood. Com a saída de “O Despertar da Força” do verão americano de 2017 – seria lançado em 26 de maio de 2017, mas agora só chegará em 15 de dezembro – , vários filmes mudaram de data, buscando se beneficiar da menor concorrência. A primeira mudança foi anunciada pela própria Disney, que deslocou “Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias” para a data desocupada por “Star Wars”. O quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp, que iria chegar aos cinemas em julho, agora estreará em 26 de maio de 2017. Com isso, o novo “Homem-Aranha”, originalmente programado para 28 de julho, agarrou a data disponibilizada pelos “Piratas”, antecipando seu lançamento em duas semanas, para 7 de julho. O filme marcará a estreia da parceria entre a Sony e a Marvel, trazendo Tom Holland no papel principal. No lugar do “Homem-Aranha”, em 28 de julho, a Sony acomodou a nova versão de “Jumanji”, tirando a produção de perto de “Star Wars: Episódio VIII”. A data anterior do remake da aventura estrelada por Robbin Williams era 25 de dezembro. Com isso, a produção precisará acelerar seu ritmo e contará com menos tempo para realizar seus efeitos visuais. Por fim, “Baywatch”, o filme baseado na série “SOS Malibu”, produzido pela Paramount, foi encaixado em 19 de maio, uma semana antes de “Piratas do Caribe” – data anteriormente reservada para a continuação de “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, que saiu do calendário. Uma última mudança ainda está sendo esperada. A nova data escolhida por “Star Wars: Episódio VIII” é a mesma reservada para “Ready Player One”, a volta de Steven Spielberg à sci-fi. Ainda não houve manifestação da DreamWorks e da Warner Bros., mas enfrentar “Star Wars” não deve agradar nenhum dos envolvidos.
Convidado a participar do Oscar, Quincy Jones exige discursar contra falta de diversidade do prêmio
O lendário produtor Quincy Jones revelou que foi convidado para apresentar uma das categorias do Oscar. Mas o músico de 82 anos só aceitará participar da cerimônia se puder comentar a polêmica em torno da falta de diversidade entre os indicados ao prêmio deste ano. “Eles me chamaram para apresentar com Pharrell e Common”, disse Jones num evento de mídia realizado na noite de quarta (20/1) em Miami. “Quando voltar à Los Angeles, vou pedir para discursar por cinco minutos sobre a falta de diversidade. Se não deixarem, não vou apresentar”. Jones, que os mais novos conhecem como produtor de Michael Jackson, tem uma relação antiga com o Oscar. Ele foi diretor musical do prêmio em 1971 e foi o primeiro negro americano a receber o prêmio humanitário Jean Hersholt da Academia, em 1995. “Existem duas maneiras de abordar isso. Você pode boicotar ou consertar. É assustador saber que os indicados são 90% brancos e 80% homens”.
Will Smith anuncia que boicotará o Oscar 2016 contra a falta de diversidade
O ator Will Smith (“Golpe Duplo”) anunciou que não comparecerá à cerimônia do Oscar, em protesto contra a falta de nomeações de artistas negros na premiação. Indicado duas vezes ao prêmio (em 2002 e 2007), ele acompanha a manifestação de sua esposa, a atriz Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), que anunciou seu boicote no início da semana. Junto com o diretor Spike Lee, Jada foi uma das primeiras a protestar. A decisão foi comunicada durante uma entrevista para Robin Roberts, âncora do programa “Good Morning America”. Ele anunciou que não se sente confortável para participar da maior festa do cinema neste ano. “Minha mulher não vai participar. Seria estranho se eu aparecesse lá ao lado da Charlize Theron, por exemplo. Nós debatemos isso. Somos parte da comunidade. Mas neste exato momento não estamos confortáveis para estar lá. Vai parecer que está tudo bem”, explicou o ator. O protesto é uma reação ao segundo ano consecutivo em que apenas atores brancos foram nomeados ao Oscar. Além disso, candidatos negros também ficaram de fora dos outros prêmios, com a exceção da categoria de Melhor Canção. Will Smith tinha esperança de ser indicado por seu trabalho no drama esportivo “Um Homem Entre Gigantes”, em que ele interpreta o médico Bennet Omalu, que denunciou a NFL pelas lesões causadas aos jogadores de futebol americano. Além de Smith, vários artistas negros eram cotados para aparecer entre os indicados, entre eles Michael B. Jordan (“Creed: Nascido para Lutar”), Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), além dos cineastas Ryan Coogler (“Creed”) e F. Gary Gray (“Straight Outta Compton – A História do NWA). Para completar, a Academia, que poderia nomear até dez candidatos à disputa de Melhor Filme do ano, fez apenas oito indicações, deixando de fora “Creed”, “Beasts of No Nation” e “Straight Outta Compton”, os dramas estrelados por negros. Logo após as indicações, internautas retomaram nas redes sociais a campanha #OscarsSoWhite (#OscarMuitoBranco), criada no ano passado, quando a situação já tinha chamado atenção, com a hashtag #OscarsStillSoWhite (#OscarAindaMuitoBranco), que logo entrou nos assuntos mais comentados do Twitter. A presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Cheryl Boone Isaacs, que também é negra, se pronunciou sobre a questão e se disse “decepcionada”. Depois de Jada Pinkett-Smith e Spike Lee, outros artistas também apoiaram a causa. Tyrese Gibson, de “Velozes e Furiosos” elogiou os protestos e foi além, dizendo que Chris Rock deveria desistir de apresentar a premiação neste ano. O humorista ainda não se pronunciou.
Liga da Justiça: Intérpretes falam dos novos super-heróis do cinema
A rede americana CW exibiu na noite de terça (19/1) um especial sobre os super-heróis da DC Comics e, além de reciclar cenas de trailers anteriormente divulgados, o programa apresentou os primeiros vídeos oficiais em que os intérpretes comentam personagens ainda inéditos nos cinemas, como Aquaman (vivido por Jason Momoa, da série “Game of Thrones”), Flash (Ezra Miller, de “As Vantagens de Ser Invisível”) e Ciborgue (Ray Fisher, da série “The Astronaut Wives Club”). A propósito, a arte conceitual do filme da “Liga da Justiça”, que andou circulando em alguns sites nesta semana, foi criada especialmente para o programa do CW, como pode ser conferido abaixo. Todos estes heróis vão se encontrar pela primeira vez em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, que estreia em 24 de março, conforme explica o diretor Zack Snyder no quarto vídeo. Snyder também é o responsável pela direção do filme “Liga da Justiça”, previsto para 2017, e sua continuação, agendada para 2019.
Jennifer Lawrence vai viver amante de Fidel Castro no cinema
A atriz Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”) definiu com qual papel irá tentar disputar uma indicação ao Oscar 2018. De acordo com o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar uma amante de Fidel Castro, Marita Lorenz, no filme “Marita”, escrito por Eric Warren Singer, roteirista de uma de suas indicações anteriores ao Oscar, “Trapaça” (2013). O longa irá contar como Marita conheceu Fidel em 1959 e começou a ter um caso com ele. Depois de engravidar e abortar aos 19 anos, ela foi embora de Cuba e se juntou à luta anti-comunista nos Estados Unidos, sendo recrutada pela CIA para assassinar Castro. Mas ao voltar à Cuba em 1960, ela acabou cedendo ao amor e não conseguiu concluir a missão. A história da personagem é um misto de fatos e lendas. Ainda viva e morando nos EUA, ela escreveu duas autobiografias, em que alega também ter tido um caso com um ditador venezuelano, participado do assassinato do presidente John F. Kennedy e espionado diplomatas para o FBI nos anos 1970. A Sony adquiriu os direitos do projeto numa disputa com vários estúdios e agora procura definir o diretor, prevendo filmagens em Cuba e um lançamento para o final de 2017, de olho no Oscar. O estúdio recentemente produziu um filme estrelado por Lawrence, a sci-fi “Passengers”, que estreia em dezembro nos EUA.
Jamie Foxx vira herói da vida real ao salvar um homem de um carro em chamas
O ator Jamie Foxx (“Django Livre”) protagonizou uma cena de cinema na vida real, ao resgatar um homem de um carro em chamas, durante a madrugada de terça-feira (19/1) em Los Angeles. O motorista Brett Kyle, de 32 anos, perdeu o controle de seu Toyota Tacoma e capotou em frente à casa do ator. Em um vídeo publicado pelo canal ABC (veja abaixo), Foxx contou que ouviu o acidente e ligou para os bombeiros. Em seguida, correu para fora para ajudar o motorista. O veículo estava virado ao contrário, pegando fogo e o homem contorcia-se ao volante, sem conseguir sair. Foxx teve que cortar seu cinto de segurança para tirá-lo do carro, que, segundo seu relato, foi tomado pelas chamas cinco segundos depois. Depois de arrastar o homem para longe, o ator esperou a chegada dos bombeiros, que o levaram ao hospital para tratar das queimaduras que sofreu. Foxx não mencionou seu ato de heroísmo nas redes sociais, mas os fãs e seguidores o parabenizaram por prestar socorro, assim como o pai da vítima do acidente. “Não importa para mim quem era ou o que ele faz da vida. Apenas a ideia de que alguém faria isso é muito mais do que eu poderia compreender”, disse o pai de Kyle, emocionado.
Esquadrão Suicida: Pôster reúne o time de supervilões dos quadrinhos
A Warner Bros. divulgou um novo pôster, que junta os integrantes de “Esquadrão Suicida”, filme sobre os supervilões dos quadrinhos da DC Comics. O cartaz saiu logo após uma coleção de grafismos dedicada aos personagens, que também pode ser conferida abaixo. As imagens destacam a Arlequina vivida por Margot Robbie (“Golpe Duplo”), Will Smith (“Golpe Duplo”) como o Pistoleiro, Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) como Coringa, Cara Delenvigne (“Cidades de Papel”) como Magia, Jai Courteney (“Divergente”) como Capitão Bumerangue, Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Pompeia”) como o Crocodilo, Joel Kinnaman (“RoboCop”) como Rick Flagg, Adam Beach (“A Conquista da Honra”) como Amarra, Jay Hernandez (“O Albergue”) como El Diablo, a estreante Karen Fukuhara como Katana e Viola Davis (série “How to Get Away with Murder”), que, na pele de Amanda Waller, é a responsável por convencer os vilões a participarem de uma missão suicida em troca da redução de suas penas. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Inédita no Brasil, 4ª temporada de Homeland começa a ser exibida na Globo
A rede Globo divulgou o trailer dublado da 4ª temporada de “Homeland”, que ganhou o título “Homeland – Segurança Nacional” na TV aberta. O detalhe é que será a primeira exibição oficial desses episódios no Brasil. A 4ª temporada não chegou à TV paga e nem ao Netflix. Ela marca um renascimento da série, após a tragédia do terceiro ano. A trama vai se passar no Oriente Médio, com Carrie (Claire Danes) a liderança das operações da CIA em Cabul, no Afeganistão, precisando tomar uma decisão crítica quando sua fonte em Islamabad, no Paquistão, entrega uma informação urgente sobre um alvo de alto valor. Ao mesmo tempo, ela precisa lidar com um novo grande desafio: a maternidade. Ao longo dos episódios, ela enfrentará as maiores frustrações de sua carreira na espionagem americana, com consequências trágicas que a farão repensar sua profissão. A 4ª temporada estreia na sexta (22/1) depois do “Jornal da Globo”, por volta de 0h30 (de quinta para sexta). “Homeland” já exibiu sua 5ª temporada nos EUA. Ainda inédita no Brasil, ela foi indicada a vários prêmios, comprovando o retorno da produção à lista das melhores séries da atualidade.
Netflix vai lançar apenas duas séries de heróis da Marvel por ano
Apesar do sucesso obtido pelas séries “Demolidor” e “Jessica Jones”, que garantiram novas temporadas, o diretor de conteúdo do Netflix, Ted Sarandos, disse, em evento da TCA (Associação dos Críticos de Televisão dos EUA), que o serviço de streaming pretende não pretende lançar mais que duas produções anuais baseadas nos quadrinhos da Marvel. Segundo o executivo, “as longas filmagens e o extenso processo de pós-produção” das séries, que “têm a mesma escala de grandes filmes”, dificultaria o lançamento de três ou mais atrações por ano. Assim, a Netflix deve se limitar a lançar em 2016 a 2ª temporada de “Demolidor” e a 1ª de “Luke Cage”, personagem já apresentado em “Jessica Jones”. E em 2017, deverá escolher entre continuar “Demolidor”, exibir a 2ª temporada de “Jessica Jones” ou estrear “Punho de Ferro” e o planejado spin-off do “Justiceiro”, que será introduzido neste ano em “Demolidor”. Com isso, a minissérie dos “Defensores”, que deverá juntar todos os personagens, ficará apenas para 2018, junto de algumas das atrações anteriormente mencionadas.
Linda Perry se desculpa por criticar indicação de Lady Gaga ao Oscar 2016
A compositora Linda Perry lamentou ter usado o Twitter para reclamar da indicação de Lady Gaga ao Oscar de Melhor Canção Original pela faixa “Til It Happens to You”, trilha do documentário “The Hunting Ground”. A controvérsia começou quando a ex-vocalista da banda 4 Non Blondes usou o Twitter para parabenizar a compositora Diane Warren pela indicação, afirmando que Gaga não deveria ser considerada compositora por ter alterado apenas uma frase da letra original. Ela acabou corrigida pela própria Warren. “Minhas sinceras desculpas. Eu cometi um erro ao comentar”, disse Perry, ao voltar ao Twitter na terça (19/11). “Eu não estava na sala quando #TIHTY estava sendo composta”, resumiu. “Mais importante, eu gostaria que o foco continuasse na grande importância da música e na mensagem do filme”. O tema de “The Hunting Ground” são as vítimas de violência sexual nas universidades americanas. Os fãs de Gaga consideraram o ataque de Linda Perry a despeito, por sua música “Hands of love”, do filme “Freeheld”, não ter conseguido indicação ao Oscar 2016. A melhor canção, porém, não foi indicada: “See You Again”, cantada pelo rapper Whiz Khalifa para a trilha de “Velozes & Furiosos 7”. A música foi premiada no Critics Choice Awards 2016 da categoria, mas o Oscar jamais indicou um rap para sua premiação. Já Diane Warren está em sua oitava indicação.












