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  • Série

    Mrs. America: Série em que Cate Blanchett enfrenta o feminismo estreia no Brasil

    19 de setembro de 2020 /

    O canal pago Fox Premium estreia nesta sábado (19/9), às 22h15, a minissérie “Mrs. America”, estrelada por Cate Blanchett, que recria as lutas do feminismo dos anos 1970 nos EUA. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie tem nove episódios, foi lançada em abril nos EUA e recebeu 10 indicações ao prêmio Emmy, principal premiação da TV americana que acontece no domingo (20/9), incluindo Melhor Minissérie do ano. O detalhe é que, em vez de narrar a história pelo olhar feminista, a trama gira em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Blanchett concorre ao Emmy pelo papel, assim como suas coadjuvantes Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Margo Martindale (“The Americans”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), James Marsden (“Westworld”), Sarah Paulson (“Ratched”), John Slattery (“Madman”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Algumas dessas estrelas interpretam feministas históricas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Veja o trailer original da atração logo abaixo.

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  • Série

    Criador de Segunda Chamada desenvolve série sobre conflitos raciais no Brasil

    19 de setembro de 2020 /

    A Conspiração Filmes vai produzir uma série ficcional sobre conflitos raciais e de classe no Brasil. Segundo a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo, o projeto está sendo desenvolvido pelo dramaturgo e roteirista Jô Bilac, um dos criadores da série “Segunda Chamada”, da Globo. A produção terá seis episódios e contará a história de um grupo de jovens negros e ricos que enfrentam diversos dilemas entre as suas ancestralidades e as áreas VIPs que frequentam. Na trama, uma correspondente internacional negra vai viajar para o Brasil para escrever uma reportagem sobre esses jovens. Em diálogos francos e afetivos, a repórter vai conversar com o grupo sobre classe, raça, identidade e a busca por pertencimento.

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  • Filme,  Série

    Globo transforma minissérie Nada Será Como Antes em telefilme

    19 de setembro de 2020 /

    A Globo exibe neste sábado (19/9) no Supercine uma versão resumida da série “Nada Será Como Antes”, transformada em telefilme como parte das comemorações do aniversário de 70 anos da televisão brasileira. Escrita por Guel Arraes, Jorge Furtado e João Falcão, a série conta de forma ficcional os bastidores desse momento histórico, quando as primeiras transmissões começaram. O título “Nada Será Como Antes” alude justamente à transformação que a TV causaria no país. A minissérie tinha originalmente 12 capítulos com direção de José Luiz Villamarim (minissérie “Justiça”). A trama gira em torno do casal Saulo (Murilo Benício) e Verônica (Debora Falabella), um empreendedor que aposta que aquele veículo é o futuro do entretenimento e uma locutora de rádio, que faz a transição para estrela da tela. A personagem de Débora Falabella é Verônica Maia, locutora de uma rádio do interior, cuja voz encanta um vendedor de aparelhos radiofônicos, Saulo Ribeiro, interpretado por Murilo Benício , que se mostra um visionário das telecomunicações. Querendo tirá-la do anonimado, ele a leva ao Rio e a transforma em estrela dos comerciais da Rádio Copacabana. Mas ainda não é o bastante: Saulo acredita que chegou a hora da televisão ocupar o lugar do rádio e, para isso, procura Pompeu Azevedo Gomes (Osmar Prado) para financiar a abertura da primeira emissora de televisão brasileira, a TV Guanabara. Para cativar o público e seu patrocinador, que se mostra incrédulo, Saulo tem a ideia de transformar o clássico literário “Anna Karenina”, de Leon Tolstoi numa novela, a primeira da TV brasileira. E a sacada se prova revolucionária, alçando Verônica Maia, intérprete do papel-título, ao estrelado nacional. A história é fictícia – existiu uma TV Guanabara, mas fundada em 1977, já no início da rede Bandeirantes, e a primeira telenovela brasileira foi “Sua Vida me Pertence”, exibida na TV Tupi a partir de dezembro de 1951 – duas vezes por semana. Mas a ideia não era ser documental, apenas evocar o espírito dos pioneiros da TV nacional. O elenco também inclui Daniel de Oliveira, Fabrício Boliveira, Cássia Kis Magro, Jesuíta Barbosa e Bruna Marquezine, que, no papel de cantora e dançarina de cabaré, viveu um romance lésbico com Leticia Colin e deu muito o que falar. Na época da série, Marquezine acabou roubando todas as atenções, mostrando seu amadurecimento ao interpretar uma personagem bastante sensual e ousada. Veja abaixo uma apresentação da minissérie original com cenas e depoimentos da equipe criativa.

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  • Filme

    Versão live-action do anime Seu Nome terá diretor vencedor de Sundance

    19 de setembro de 2020 /

    A Paramount contratou o cineasta indie Lee Isaac Chung para desenvolver a versão live-action e americana do anime blockbuster “Seu Nome” (Your Name). Lançado em 2016, o longa animado original é uma das maiores bilheterias da história do cinema japonês, faturando US$ 303 milhões apenas no mercado doméstico. A trama acompanha a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Um dia, sem maiores avisos, os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. A partir desse fenômeno, Taki e Mitsuha passam a se alternar por horas no corpo alheio, deixando notas em seus celulares das experiências, enquanto vivem as vidas um do outro. Mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, a viagem à cidadezinha da garota revela uma reviravolta ainda mais fantástica, à medida que os dois descobrem viver em épocas diferentes e sob a sombra de uma tragédia que aconteceu há algum tempo. Com quatro longas de ficção, além de curtas e documentários no currículo, Lee Isaac Chung é um cineasta reconhecido internacionalmente. Nascido em Denver e criado numa fazenda de Arkhansas, numa família de imigrantes coreanos, ele coleciona prêmios e elogios da crítica desde seu primeiro longa em 2007, “Munyurangabo”. Mais recentemente, ele foi o grande vencedor do Festival de Sundance deste ano com “Minari”, considerado duplamente o Melhor Filme da competição – tanto na premiação oficial do júri quanto no voto do público. Chung, porém, não foi a primeira opção dos produtores, que em fevereiro do ano passado anunciaram Marc Webb, de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), à frente do projeto. Na época, o filme seria escrito por Eric Heisserer (“Bird Box”) e transportaria a história para os Estados Unidos, acompanhando uma adolescente indígena que mora em uma área rural e um jovem de Chicago, que descobrem que estão magicamente trocando de corpos. Com a mudança de direção, a história será refeita. Apenas os produtores permanecem os mesmos, com destaque para J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”), envolvido via sua empresa Bad Robot, e Genki Kawamura, responsável pela animação original.

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  • Filme

    Harry Styles negocia estrelar romance gay da Amazon

    18 de setembro de 2020 /

    O Amazon Studios encomendou a produção da adaptação do livro “My Policeman”, de Bethan Roberts. Segundo o site Deadline, o cantor Harry Styles (“Dunkirk”) e a atriz Lily James (“Em Ritmo de Fuga”) estariam negociando com o estúdio para protagonizar o longa. O ex-One Direction foi, inclusive, fotografado por fãs carregando o livro a tiracolo. Apesar da presença de Lily James na produção, a história foca uma relação gay. “My Policeman” explora a relação de Patrick e Tom, dois homens que se envolveram em uma época em que a homossexualidade era considerada crime e que, 40 anos depois, se reencontram e se veem relembrando seu passado. O filme é uma produção de Greg Berlanti (criador do “Arrowverse” e diretor de “Com Amor, Simon”) e será dirigido por Michael Grandage (de “O Mestre dos Gênios”). As filmagens estão marcadas para começar no meio de 2021.

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  • Série

    Estrela mirim de Annabelle 3 entra em The Handmaid’s Tale em papel polêmico

    18 de setembro de 2020 /

    A atriz McKenna Grace, estrela de “Annabelle 3 – De Volta Para Casa” e que tem apenas 14 anos, entrou no elenco da 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” num papel polêmico. Ela interpretará a Sra. Keyes, a esposa adolescente de um Comandante muito mais velho e poderoso na sociedade patriarcal de Gilead. Segundo a descrição da personagem, a Sra. Keyes é inteligente, confiante e rebelde. Embora pareça calma, a garota conviverá com intensos conflitos internos. Apesar de muito jovem, o currículo de McKenna Grace já soma mais de 50 créditos. Há dois anos, ela virou a produtora mais jovem de Hollywood, ao fechar contrato para estrelar e produzir “Rabbit Cake”, adaptação do aclamado romance homônimo de Annie Hartnett, para a Amazon Studios. Ela já estrelou as séries “Designed Survivor”, como filha do protagonista, “The Haunting of Hill House”, fez sete aparições em “Fuller House” e três em “Young Sheldon”, além de já ter sido a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, de Caroline em “The Vampire Diaries” e de Sabrina em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Mas é no cinema que a lista de participações realmente impressiona. Grace participou de “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão infantil de Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya”, a criança Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”, virou protagonista de “Annabelle 3: De Volta para Casa” como a filha do casal Warren (Vera Farmiga e Patrick Wilson), dublou o longa animado de “Scooby-Doo” e ainda estrelará o próximo “Caça-Fantasmas”, que teve a estreia adiada pela pandemia. Após a paralisação causada pelo coronavírus, o quarto ano de “The Handmaid’s Tale” teve suas gravações retomadas há duas semanas em Toronto, no Canadá. As três temporadas de “The Handmaid’s Tale” estão disponíveis no Brasil em duas plataformas de streaming, Globoplay e Paramount+.

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  • Etc

    Ray Fisher exige que Warner troque investigador dos abusos no set de Liga da Justiça

    18 de setembro de 2020 /

    O ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue no filme “Liga da Justiça”, continua sua guerra contra a Warner devido a acontecimentos dos bastidores das filmagens do longa. Ele agora entrou com um pedido junto à WarnerMedia, empresa controladora da Warner Bros. Pictures, para que um novo investigador independente seja contratado, de modo a verificar suas acusações sobre o comportamento abusivo de Joss Whedon nas filmagens, o incentivo dos produtores Jon Berg e Geoff Johns para que isso acontecesse e todas as tentativas da chefia do estúdio para abafar o caso. Fisher alega que o atual investigador não tem isenção, pois foi contratado pela Warner Bros., que, por sua vez, já emitiu comunicado dizendo não ter encontrado nada evidências de nada errado nas filmagens. Ele usou o Twitter para informar sua decisão. “Devido a uma proposital falta de transparência (e, em alguns casos, mentiras descaradas) da Warner Bros. Pictures e da agência independente contratada por eles para investigar [o que aconteceu em] ‘Liga da Justiça’, um pedido oficial pela troca do investigador foi feito à WarnerMedia. Para proteger todas as testemunhas envolvidas e as informações que elas possuem, eu aconselho que todos que forem contatados pelo atual investigador a se negarem respeitosamente a prestar depoimento até que uma agência verdadeiramente independente seja contratada”. O ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar com detalhes sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Após as manifestações de Fisher nas redes sociais, a WarnerMedia disse à imprensa que abriu uma investigação para saber o que teria realmente acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento, porque o investigador do caso foi contratado pelo estúdio. Ele avisou que, caso a WarnerMedia não troque o investigador, pretende acionar o Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA. Diante desse impasse, Jason Momoa, que interpreta o herói Aquaman nos filmes de super-heróis da DC Comics, resolveu tomar o lado de Ray Fisher na briga contra o estúdio. Em um post publicado na segunda (14/9) no Instagram, Momoa ecoou as acusações do colega e afirmou que “coisas sérias aconteceram” em “Liga da Justiça” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas”. So as to protect the witnesses involved, and the information they possess, I strongly encourage ANY and ALL that have been contacted by the current investigator to respectfully decline to interview until a truly independent 3rd-party is engaged by @WarnerMedia. A>E 2/2 — Ray Fisher (@ray8fisher) September 17, 2020

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  • Etc

    Denzel Washington revela ter chorado ao ver Pantera Negra pela primeira vez

    18 de setembro de 2020 /

    O ator Denzel Washington revelou nesta sexta (18/9), durante entrevista no Festival de Toronto, que chorou quando viu “Pantera Negra” pela primeira vez, durante a première do filme em Hollywood. “Eu fui nos bastidores e vi Chad [Boseman] e [o diretor] Ryan Coogler, e então assisti ao filme e me lembro de derramar uma lágrima, porque pensei: ‘cara, esses jovens chegaram longe.” Denzel tem uma ligação especial com o falecido intérprete de T’Challa. Quando Chadwick Boseman estudava direção, ele foi incentivado a fazer um curso de atuação em Oxford, mas não tinha como pagar. Sua professora então recrutou um amigo para ajudar com as despesas. Denzel acabou pagando para Boseman virar ator – e o futuro Pantera Negra ficou sem saber disso por algum tempo. Os dois só foram se juntar profissionalmente nos últimos dias da vida de Boseman. O último filme finalizado por Boseman, “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), foi produzido por Denzel. Refletindo sobre o pupilo, que morreu de câncer aos 43 anos no mês de julho, Washington disse que ele viveu uma vida plena. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante, que permanecerá conosco por toda a eternidade por meio de suas atuações ao longo de sua carreira”, declarou Denzel. “Ele não foi ‘trapaceado’ [por morrer tão jovem]. Nós que fomos. Eu rezo pela sua pobre esposa e família. Ele viveu uma vida plena”, concluiu.

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  • Etc

    Plataforma DC Universe passa a ter só quadrinhos

    18 de setembro de 2020 /

    O serviço de streaming DC Universe vai deixar de produzir/exibir séries e ser rebatizado como DC Universe Infinite em 2021, uma denominação cínica, já que se tornará o oposto de infinito – mais limitado. A inovadora plataforma de streaming vai virar um clube de promoções e plataforma para leitura de quadrinhos digitais. “Nossos fãs amam a robusta biblioteca de quadrinhos da plataforma e, com a transformação, não iremos decepcionar”, disse o editor e diretor de criação da DC Jim Lee em um comunicado. “Estou animado em compartilhar que os membros do DC Universe Infinite não apenas poderão ler todos os grandes quadrinhos que amam, mas novas edições vão estrear na plataforma mais rápido do que antes, com a criação dos primeiros quadrinhos exclusivos digitais e muitos eventos para membros.” Além do catálogo digital de quadrinhos com mais de 24 mil títulos, abrangendo oito décadas, o DC Universe Infinite também manterá uma comunidade (fórum) de fãs disponível para todos os assinantes. Todos os exemplares de quadrinhos da DC Comics serão disponibilizados seis meses após a data de venda – atualmente, a espera é de um ano – e os assinantes terão acesso a uma nova linha de títulos digitais exclusivos, com conteúdos criados para o serviço e apresentando personagens favoritos dos fãs. Uma versão internacional da plataforma também está planejada para 2021, a partir do verão norte-americano (entre junho e agosto). Com a nova encarnação do serviço, o conteúdo de vídeo originalmente criado para a DC Universe – e as próximas temporadas das séries “Justiça Jovem” (Young Justice), “Titãs” (Titans), “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Arlequina” (Harley Quinn) – passarão para a HBO Max. Já “Stargirl” se tornará uma série da rede The CW. O DC Universe Infinite será lançado nos Estados Unidos em 21 de janeiro de 2021, com a transferência automática das assinaturas existentes do antigo para o novo serviço.

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  • Série

    Série animada da Arlequina é renovada para 3ª temporada

    18 de setembro de 2020 /

    A Warner anunciou a renovação de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina, para sua 3ª temporada. A atriz Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) continuará dublando a anti-heroína e voltará para novos episódios com todo o elenco de vozes originais, mas num novo endereço. A série trocou a DC Universe pela HBO Max, somando-se à debandada de produções da plataforma de quadrinhos, que a Warner decidiu esvaziar. Ultraviolenta (Harley arranca o nariz do Pinguim) e sexy (Harley e Ivy se beijam), o desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. O elenco da produção inclui Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa (Poison Ivy), Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. A série é inédita no Brasil e só deve chegar por aqui quando a Warner lançar a HBO Max no país – ainda sem previsão.

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  • Filme

    Joel Kinnaman garante que O Esquadrão Suicida será para maiores

    18 de setembro de 2020 /

    O ator Joel Kinnaman, que voltará a viver Rick Flag na sequência de “Esquadrão Suicida”, afirmou que o filme será para maiores de 18 anos. Ou melhor, “extremamente indicado para maiores de 18 anos”. Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, o ator revelou que o filme será insano e que o roteiro é extremamente engraçado. Ele ainda elogiou Gunn — responsável por “Guardiões da Galáxia” no Universo Marvel. “Esse filme vai ser insano. O roteiro é tão engraçado, cada página do roteiro era engraçada e me fazia rir. James [Gunn] tem esse domínio. Ele entende o mundo tão bem e, desde que o escreveu, ele realmente reinventa não apenas os conceitos como também os personagens. Para mim, foi como se eu tivesse feito minha primeira comédia, mas é extremamente indicado para maiores de 18 anos”. “Foi um verdadeiro aprendizado para mim também, porque nunca havia feito uma comédia dessa forma antes. Então eu pedi a James para trabalhar comigo e me ensinar tudo. E sim, nós nos divertimos muito fazendo isso. Esse filme vai ser uma f*** monstruosa. Honestamente, mesmo estando nele, mal posso esperar para vê-lo como fã”, acrescentou. Além de Joel Kinnaman, o elenco também contará com a volta de Margot Robbie (Arlequina), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). Já as novidades incluem as participações de Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”),Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Steve Agee (“Superstore”), Storm Reid (“Euphoria”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” ainda não teve seu enredo revelado, mas a estreia está marcada para agosto de 2021.

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  • Filme

    Nomadland: Vencedor do Festival de Veneza ganha teaser legendado

    18 de setembro de 2020 /

    A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou a versão brasileira do teaser de “Nomadland”. O vídeo lista uma série de festivais que selecionaram o longa. Mas como foi exibido originalmente há 10 dias nos EUA, omite que o filme já venceu um deles. “Nomadland” conquistou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, no fim de semana passado. O drama também foi selecionado pelos festivais de Toronto, Telluride, Nova York e Londres e é favoritíssimo a despontar no Oscar. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” traz Frances McDormand, que já venceu o Oscar por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017), como uma viúva sem rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país. O elenco também inclui David Strathairn (“The Expanse”) e vários atores amadores que são nômades reais – alguns, inclusive, vistos no documentário “Without Bound – Perspectives on Mobile Living” (2014). Terceiro e último longa indie da diretora Chloé Zhao, vencedora do Gotham Award por “Domando o Destino” (2017), “Nomadland” encerra um ciclo na carreira da cineasta. Enteada da atriz chinesa Song Dandan (“O Clã das Adagas Voadoras”) e radicada nos EUA desde a adolescência, Zhao começa, depois deste filme, sua trajetória nos grandes estúdios de Hollywood com a superprodução da Marvel “Eternos”. O lançamento comercial está marcado para 4 de dezembro na América do Norte, mas ainda não há previsão para estreia no Brasil.

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  • Série

    Ms. Marvel terá diretores de Bad Boys, Justiceiro e vencedora do Oscar

    18 de setembro de 2020 /

    A Marvel definiu os diretores de outra série da plataforma Disney+ (Disney Plus). Depois de fechar a equipe criativa (e a estrela) de “Mulher-Hulk”, chegou a vez da produção de “Ms Marvel”, que ganhou um quarteto de diretores. A lista reúne a dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (responsável pelo blockbuster “Bad Boys Para Sempre”), a paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois prêmios Oscar de melhor curta documental) e Meera Menon (de “Farah Goes Bang” e que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). Eles vão se juntar à roteirista Bisha K. Ali, das séries “Quatro Casamentos e Um Funeral” e “Sex Education”, que será a showrunner da atração. Primeira heroína muçulmana da Marvel, Ms. Marvel é uma jovem de ascendência paquistanesa, chamada Kamala Khan, que consegue poderes e se inspira na Ms. Marvel original (hoje Capitã Marvel), Carol Danvers. A editora de quadrinhos transformou Kamala em Ms Marvel após Carol ser “promovida” a Capitã Marvel. O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, já disse que, além de aparecer na sua própria série, a heroína será incluída em futuros filmes da Marvel. O estúdio está atualmente em busca de uma atirz para interpretar a heroína, cujos quadrinhos exploraram sua identidade como uma americana paquistanesa vivendo em uma família religiosa em Nova Jersey, enquanto tenta encontrar seu próprio caminho. A expectativa é que “Ms Marvel” chegue à Disney+ (Disney Plus) em 2021.

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