Trailer mostra Tom Hanks como “O Pior Vizinho do Mundo”
A Sony divulgou o pôster e o trailer nacionais de “O Pior Vizinho do Mundo”, remake do longa sueco “Um Homem Chamado Ove”, que se tornou uma comédia estrelada por Tom Hanks. O filme original, escrito e dirigido por Hannes Holm, baseava-se no romance homônimo de Fredrik Backman e foi premiado como Melhor Comédia Europeia de 2016 pela Academia Europeia de Cinema, e ainda teve a maior bilheteria entre os lançamentos estrangeiros nos Estados Unidos naquele ano. No remake, Hanks interpreta um viúvo mal-humorado (vivido por Rolf Lassgård no original), que não vê nenhum prazer na vida e odeia a humanidade. Além de perder seu grande amor, sua infelicidade é exacerbada por estar aposentado e não ter alegria em fazer nada, a não ser criticar os vizinhos. Quando seus pensamentos se tornam mais sombrios, sua existência sobre uma abalo com a chegada de novos vizinhos, uma família disposta a inclui-lo em suas vidas. Ignorando sua vontade de ser deixado em paz, eles começam a tirá-lo da letargia, até conseguir fazê-lo rir. O elenco também destaca Mariana Treviño (“A Casa das Flores”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Rachel Keller (“Legião”). Com roteiro de David Magee (“A Escola do Bem e do Mal”) e direção de Marc Foster (“Guerra Mundial Z”), o filme estreia em 25 de dezembro nos EUA, mas apenas em 2 de fevereiro no Brasil.
The Crown: Trailer da 5ª temporada destaca crise na monarquia
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “The Crown”, que acompanha a saga da família real britânica durante a crise causada pelo fim do casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana. Os próximos episódios trazem Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, como última intérprete da rainha Elizabeth II. O papel já foi vivido anteriormente por Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas) e agora será de Stauton por mais duas temporadas, até o encerramento da série. O resto do elenco também foi alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip, Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles e Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana, além de Claudia Harrison (“Humans”) como a Princesa Anne, Jonny Lee Miller (“Elementary”) como o primeiro ministro John Major e Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”) como Dodi Al-Fayed. A 5ª temporada vai estrear em 9 de novembro.
Ator mirim de “Pantanal” passa por nova cirurgia
O ator mirim Gustavo Corasini, que interpretou Tadeu na primeira fase de “Pantanal” e foi atropelado em agosto dentro do condomínio onde mora, passou por uma nova cirurgia nesta quinta (20/10) para retirar os fios das mãos e da perna. Emocionada, a mãe do menino de 12 anos contou que deu tudo certo e garantiu que o jovem deve voltar à vida normal muito em breve. “Acabou… Por honra e glória do Senhor, ele começou a obra e foi até o final. Gustavo acabou a cirurgia, retirou os fios das mãos e graças a Deus da perna também. Logo o meu menino estará na ativa fazendo tudo o que ama”, disse ela no Instagram. Fernanda compartilhou algumas fotos do filho esperando para ser operado e, depois, já acordando da anestesia. E refletiu sobre tudo o que aconteceu. “Já se passaram quase dois meses e hoje mais uma vitória conquistada”, ela escreveu, lembrando do acidente e o que passou desde então. “Me lembro de cada dificuldade que passamos, os primeiros banhos ainda no leito, o medo de fazer curativos. Tive que virar enfermeira do dia para a noite, mas quem disse que mãe não consegue?”, continuou. “Hoje tenho certeza de que sou uma mãe forte e guerreira, e que pelos meus meninos aprendo o que for. Fácil não foi, mas nunca me vi no direito de reclamar a bênção que Deus me deu de ter meu filho nos braços”, completou, agradecendo as mensagens de carinho que a família recebeu. Gustavo Corasini foi atropelado em agosto passado. Ele estava na rua com um amigo chamado Eduardo, quando os dois ouviram sirenes e correram para a casa do vizinho para checar um acidente com um pedreiro. Nisto, acabaram atropelados por uma moradora que retirava o carro para abrir passagem para a ambulância. Enquanto seu amigo Eduardo sofreu o maior impacto e faleceu, Gustavo quebrou braço, perna e fraturou a bacia, precisando passar por uma cirurgia de emergência.
Mostra de São Paulo começa com seleção de filmes premiados
A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta quinta-feira (20/10) com filmes que foram premiados pelos principais festivais do mundo. Depois de uma edição totalmente online em 2020 e de uma híbrida no ano passado, a 46ª edição volta a ocupar os cinemas e espaços culturais da capital paulista até o dia 2 de novembro com a exibição de 206 títulos – e mais 17 obras em plataformas de streaming parceiras do evento. A seleção traz 13 filmes que disputam vaga no Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional, 61 títulos brasileiros e títulos consagrados nos festivais de Cannes, Veneza, Berlim, San Sebastián e Locarno. Entre os vários destaques é possível citar os vencedores do Festival de Cannes, “Triângulo da Tristeza”, de Ruben Ostlund, e do Festival de Berlim, a aventura espanhola “Alcarràs”, de Carla Simón, além de “Sem Ursos”, que garantiu ao iraniano Jafar Panahi o prêmio especial do júri em Veneza, mesmo sendo um preso político em seu país. A lista também inclui “Armageddon Time”, o novo filme de James Gray estrelado por Anne Hathaway, Jeremy Strong e Anthony Hopkins, o mexicano “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, do multivencedor do Oscar Alejandro González Iñárritu, o russo “A Esposa de Tchaikóvski”, de Kirill Serebrennikov, que causou polêmica com seu Tchaikóvski abertamente gay, e o paquistanês “Joyland”, de Saim Sadiq, vencedor da Palma Queer e do prêmio do júri da mostra Um Certo Olhar em Cannes. Há desde opções cinéfilas radicais, como “As Oito Montanhas”, de Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch, “Os Irmãos de Leila”, de Saeed Roustaee, e “Pacifiction”, de Albert Serra, até os novos capítulos da série de terror “O Reino”, do polêmico dinamarquês Lars Von Trier, que teve duas temporadas nos anos 1990 e foi uma das atrações recentes no Festival de Veneza. O cinema brasileiro está igualmente bem representado com o vencedor do Festival de Locarno, “Regra 34”, de Julia Murat, e o vencedor do Festival de Gramado, “Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho, assim como “Carvão”, que Carolina Markowicz exibiu no Festival de Toronto, “Fogaréu”, que Flávia Neves levou a Berlim, “A Porta ao Lado”, de Julia Rezende, “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Eduardo Belmonte, “A Cozinha”, estreia do ator Johnny Massaro na direção de um longa, “Perlimps”, nova animação do indicado ao Oscar Alê Abreu – entre outros. Ainda haverá exibição de clássicos brasileiros, como as versões restauradas de “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), de Glauber Rocha, revelada em Cannes em maio, e de “Agulha no Palheiro” (1953), de Alex Vianny, com homenagem à atriz e cantora Doris Monteiro, que receberá o Prêmio Leon Cakoff. Para completar, a diretora Ana Carolina, que será homenageada com o Prêmio Humanidade, ganha uma retrospectiva com a exibição de “Mar de Rosas” (1978), “Das Tripas Coração” (1982), “Sonho de Valsa” (1987) e o recente “Paixões Recorrentes” (2022). Outros cineastas homenageados da edição são Jean-Luc Godard e Arnaldo Jabor, recentemente falecidos. Para celebrá-los, a mostra exibe o documentário “Até Sexta, Robinson”, de Mitra Farahani, que condensa um diálogo de 29 semanas do diretor franco-suíço com o escritor italiano italiano Ebrahim Golestam, e o clássico nacional “Eu Te Amo” (1981), do jornalista, escritor e diretor carioca. A Mostra vai acontecer por toda a cidade de São Paulo, com exibições na Cinemateca Brasileira, Espaço Itaú de Cinema, CineSesc, MIS, Circuito SPCine e outros cinemas da cidade. Os horários, programação completa e local podem ser vistos no site oficial (https://46.mostra.org/). Mas enquanto os paulistas respiram cinema, sempre é bom lembrar que, além da pandemia, a Mostra também enfrentou o flagelo do governo Bolsonaro. Dois anos depois de perder os patrocínios da Petrobras e do BNDES, o evento deixou de receber verba via Lei Rouanet, e só está sendo realizada graças à muita luta e resistência.
“Adão Negro” é principal estreia da semana
Maior lançamento da semana, “Adão Negro” encerra o jejum de superproduções – e produções de super-heróis – no circuito cinematográfico. O filme reúne dois chamarizes de público: heróis de quadrinhos e The Rock. E sua distribuição ampla, em mais de mil salas, praticamente garante sua estreia em 1º lugar no fim de semana. Outros cinco títulos chegam em circuito limitado, completando a programação da semana. Confira abaixo todos os filmes que entram em cartaz nesta quinta (20/10). | ADÃO NEGRO | Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”) vive o anti-herói do título, cuja dualidade já foi bastante explorada nos quadrinhos. Vilão clássico de Shazam (desde a época do Capitão Marvel), ele passou a ser admitido entre os “mocinhos” apenas recentemente. E este dilema é explorado durante seu confronto com os heróis da trama, a Sociedade da Justiça da América, que estreia no cinema formada por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. Este também é o problema do filme. The Rock é o ponto alto da produção, mas seu confronto com outros heróis – metade deles tão obscuros quanto inexpressivos – segue o padrão de várias títulos do gênero, inclusive “Batman vs. Superman”. E quando a poeira baixa e todos ficam amiguinhos (spoiler?), a falta de um vilão proeminente só aponta que a Warner não aprendeu nada, após o mesmo equívoco em “Liga de Justiça” e “Esquadrão Suicida”. Por tudo isso, “Adão Negro” é um filme para fãs de Zack Snyder, o diretor que estabeleceu o tom sombrio e os vilões genéricos de efeitos computadorizados nas adaptações da DC Comics. Atrás das câmeras, Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) se comporta quase como um clone do cineasta de “Liga da Justiça”, entregando um longo primeiro ato de uma história que só deve ficar boa no próximo filme – caso a cena pós-créditos seja realmente um indício do desenvolvimento da trama. Ao contrário de “Batman” e “Coringa”, “Adão Negro” faz parte do DCEU (Universo Expandido da DC) e inclui participações especiais de intérpretes de outros filmes, entre eles Viola Davis, que retoma seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. | PETER VON KANT | O mais recente filme do francês François Ozon é uma adaptação de “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”, peça de Rainer Werner Fassbinder que o próprio diretor alemão filmou em 1972. O filme original trazia Margit Carstensen no papel de uma proeminente estilista lésbica com tendências narcisistas, que se apaixona por uma aspirante a modelo. Na versão de Ozon, Peter Von Kant é um proeminente cineasta gay, vivido por Denis Menochet (que trabalhou com o diretor em “Dentro de Casa”), que mora com seu assistente (Stefan Crepon), a quem gosta de maltratar e humilhar. A diva francesa Isabelle Adjani (“A Rainha Margot”) vive uma grande atriz que foi musa do diretor por muitos anos e o apresenta a Amir (Khalil Ben Gharbia), um belo e modesto aspirante a ator por quem Peter se apaixona e se oferece a ajudá-lo a entrar na indústria cinematográfica. Escanteado, o assistente observa tudo e vê Peter ser usado. A produção também homenageia a diva alemã Hanna Schygulla, que foi a sedutora original dos anos 1970, escalando-a como a mãe de Peter Van Kant. | NOITES DE PARIS | Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) vive a mãe de dois adolescentes que, com o fim do casamento, percebe que terá que sustentar sua família. Mesmo sem experiência, arranja trabalho em um programa de rádio noturna, onde encontra uma adolescente perdida, que ela decide levar para sua casa. Mesmo aumentando as despesas, a jovem é bem-recebida e experimenta uma família pela primeira vez, enquanto seu espírito contagia os demais com a coragem para correr riscos, mudando a trajetória de suas vidas. A direção é de Mikhaël Hers (“Amanda”). | RIR PARA NÃO CHORAR | Rafael Cortez é um humorista que perdeu a graça. Não é um documentário, mas uma dramatização levada tão a sério que, mesmo se dizendo comédia, não faz rir. Na história, o comediante perde a vontade de fazer piadas quando descobre que a mãe vai morrer. A direção é de Cibele Amaral (“Por que Você Não Chora?”) e o elenco destaca Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”), Serjão Loroza (“Barba, Cabelo e Bigode”) e humoristas como Marcelo Mansfield, Oscar Filho e outros. | PURGATÓRIO – SEGREDOS REVELADOS | O híbrido de documentário e drama de conversão religiosa explora o tema da vida após a morte sob a ótica católica, combinando encenação de terror, depoimentos e histórias de santos que teriam sido agraciados pelas visitas de almas do Purgatório. | SOCIEDADE DO MEDO | Um documentário sobre o medo. A diretora Adriana L. Dutra (“Quero Botar Meu Bloco Na Rua”) investiga a construção da sociedade pela ótica do medo, a sua presença ao redor do mundo, discutindo o tema com personalidades e especialistas.
“Heartbreak High” é renovada para 2ª temporada
A Netflix renovou a atração teen australiana “Heartbreak High: Onde Tudo Acontece” para sua 2ª temporada. A 1ª temporada foi lançada em 14 de setembro e passou três semanas no Top 10 global da plataforma, atingindo sucesso em mais de 43 países, inclusive no Brasil e EUA. A série é reboot de uma produção que foi sucesso na Austrália nos anos 1990 e passa uma vibe de “Sex Education”, a partir de um elemento de tensão entre professores e alunos, causado por um mural do sexo que conta quem fez o quê com quem. Para lidar com a exposição, a escola decide obrigar os alunos a participarem de um programa educacional sobre sexualidade. Mas a responsável pela obra (Ayesha Madon, de “The Moth Effect”) ainda tem que encarar as consequências e o ódio dos colegas. Para sorte dela, a jovem rebelde também ganhou fãs com a iniciativa. Criada por Hannah Carroll Chapman (“The Heights”), Ben Gannon (produtor da série original) e Michael Jenkins (da comédia clássica “Loucuras de uma Paixão”), a série reúne em seu elenco vários atores jovens estreantes, com destaque para Ayesha Madon. Veja abaixo o trailer da temporada inaugural.
“O Protetor 3” começa a ser filmado e revela primeiras fotos
A Sony Pictures anunciou o início da produção de “O Protetor 3” na Costa Amalfitana, na Itália, junto com as primeiras fotos do elenco da produção. O filme vai voltar a juntar Dakota Fanning com Denzel Washington, 18 anos depois da primeira parceria da dupla, em “Chamas da Vingança” (2004). Naquela época, Fanning tinha apenas 10 anos de idade e era uma criança que precisava ser protegida pelo guarda-costas vivido pelo ator. Já na franquia “O Produtor” – inspirada por uma série de TV dos anos 1980, “The Equalizer” – , Washington interpreta o ex-agente da CIA Robert McCall, que se torna uma espécie de vigilante após a aposentadoria, sempre buscando fazer justiça para os fracos e oprimidos da sociedade. Além da dupla, a produção destaca em seu elenco a atriz italiana Gaia Scodellaro (“Você, Eu e o Apocalipse”), que também pode ser vista nas imagens abaixo. “O Protetor 3” ainda não tem sinopse conhecida, mas contará novamente com roteiro de Richard Wenk e direção de Antoine Fuqua, dupla responsável pelos dois longas anteriores, lançados em 2014 e 2018. A previsão de estreia é para setembro de 2023. Denzel Washington and Director Antoine Fuqua are back for #TheEqualizer3, joined by Dakota Fanning and Gaia Scodellaro. Now in production on the Amalfi Coast, Italy. @TheEqualizer pic.twitter.com/tOX2mdrNuA — Sony Pictures (@SonyPictures) October 19, 2022
Trailer da 4ª temporada de “Titãs” é repleto de vilões
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Titãs”, que mostra alterações significativas em relação à adaptação dos quadrinhos. Embora o arco do Irmão Sangue indique uma inspiração nos quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez – que ancoraram a 1ª temporada da série – , a prévia revela uma ligação do personagem com Lex Luthor, que é exclusiva da série. Na produção, o líder religioso carismático é vivido por Joseph Morgan, intérprete de Klaus Mikaelson em “The Originals”, enquanto Titus Welliver (“Bosch”) aparece como Luthor. A participação de um dos maiores vilões da DC gira em torno da dualidade de Superboy/Conner, que foi criado a partir de uma combinação do DNA do Superman com o de Luthor. Nesta temporada, o herói vai precisar avaliar o que isso significa. Mas há mais vilões na trama. Franka Potente (“Identidade Bourne”) foi escalada como May Bennett, a Matriarca do Caos, braço direito e consorte de Sangue, e Lisa Ambalavanar (“The A List”) interpreta Jinx, uma poderosa feiticeira capaz de manipular os elementos da Terra. A aparição de Jinx, porém, sugere uma ambivalência. Vilã assumida nos quadrinhos, ela é introduzida quase como uma versão de Lilith Clay, heroína dos Titãs nos anos 1970 – que posteriormente assumiu o codinome de Sina (Omen). Desenvolvida por Greg Berlanti (criador do “Arrowverse”), Akiva Goldsman (criador de “Star Trek: Picard”) e Geoff Johns (criador de “Stargirl”), a série reúne os heróis Asa Noturna (Brenton Thwaites), Ravena (Teagan Croft), Estelar (Anna Diop), Mutano (Ryan Potter), Superboy (Joshua Orpin) e Robin/Tim Drake (Jay Lycurgo). Os novos episódios estreiam em 3 de novembro nos EUA. Já no Brasil, a série chega pela Netflix, mas apenas após encerrar sua exibição completa nos EUA.
2ª temporada de “A Vida Sexual das Universitárias” ganha trailer
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada da série de comédia “A Vida Sexual das Universitárias” (The Sex Lives of College Girls). Criada por Mindy Kaling (“Projeto Mindy” e “Eu Nunca…”) em parceria com o roteirista Justin Noble (“Brooklyn Nine-Nine”), a série gira em torno de quatro colegas de quarto, que passam a conviver em meio à tensão sexual e situações constrangedoras na faculdade. A prévia dos novos episódios mostra as garotas cada vez mais amigas e animadas em meio a festas, vizinhos descamisados e até strippers masculinos. O elenco central destaca as atrizes Pauline Chalamet (a irmã de Timothée Chalamet), Amrit Kaur, Renée Rapp e Alyah Chanelle Scott. Sem experiências prévias, elas se tornaram rapidamente conhecidas com a atração, que atingiu 96% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada estreia em 17 de novembro.
Mundo Estranho: Animação da Disney ganha novo trailer nacional
A Disney divulgou novos pôster e trailer nacionais de “Mundo Estranho”, sua próxima animação, que tem temática de ficção científica. A prévia apresenta a aventura, que se passa em outro planeta, onde há muitos anos o pai do protagonista se perdeu. A trama acompanha a nova missão da família de exploradores espaciais, que após o sumiço do patriarca retorna ao mundo estranho do título, um lugar desconhecido e traiçoeiro, cheio de criaturas fantásticas e prontas para engolir qualquer um. E onde o velho aventureiro vem vivendo nos últimos anos. Lá, eles descobrem que a maior ameaça que podem enfrentar são as diferenças entre eles. O filme tem roteiro de Qui Nguyen e direção de Don Hall, dupla responsável por “Raya e o Último Dragão” (2021), e o elenco de dubladores originais é encabeçado por Jake Gyllenhaal e Dennis Quaid, que voltam a viver pai e filho 18 anos depois de “O Dia Depois do Amanhã”. Outras vozes que podem ser conferidas na versão legendada do trailer (abaixo) são Lucy Liu (“Elementary”), Gabrielle Union (“Doze é Demais”), Jaboukie Young-White (“Only Murders in the Building”) e Alan Tudyk (“Resident Alien”). A estreia está marcada para 24 de novembro nos cinemas brasileiros, um dia depois do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo nas versões legendada e dublada em português.
Slow Horses: Gary Oldman tenta impedir conspiração no trailer da 2ª temporada
A Apple TV+ divulgou o trailer da 2ª temporada da série de espionagem “Slow Horses”, estrelada pelo vencedor do Oscar Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”). Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron acompanha os “pangarés”, uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Oldman vive Jackson Lamb, o líder dos espiões fracassados – 11 anos depois de encabeçar “O Espião que Sabia Demais” – , lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que se vê precisando defendê-los, quando são envolvidos num complô inesperado e têm que mostrar a competência que nunca tiveram para não virar danos colaterais de seus superiores. Com o sucesso de sua primeira missão, os pangarés retornam para investigar segredos antigos da Guerra Fria, precisando superar novamente suas limitações para impedir uma conspiração que pode ocasionar um massacre nas ruas de Londres. Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série já se encontra renovada até a 4ª temporada. A estreia dos novos episódios está marcada para 2 de dezembro.
Netflix anuncia documentário dos Racionais pra novembro
A Netflix anunciou o lançamento de um documentário sobre o grupo de rap Racionais MC’s. Intitulado “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo”, o documentário será lançado em 16 de novembro. Dirigida por Juliana Vicente (“Cidade Correria”), a obra mostrará a origem e a ascensão do grupo formado por Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edi Rock, com entrevistas exclusivas e imagens de arquivo de toda a trajetória do grupo. Com cenas inéditas gravadas ao longo demais de 30 anos, a produção também abordará o impacto e o legado dos músicos desde os primeiros shows nas ruas de São Paulo até os dias de hoje. Antes de chegar ao streaming, “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo” terá exibição na 46ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com sessão de gala marcada para 31 de outubro, na Cinemateca. 30 anos fazendo história. O documentário Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo chega dia 16 de novembro. pic.twitter.com/5MQAUxFTqU — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 19, 2022 QUEM NÃO TÁ EMPOLGADO PODE DAR UNFOLLOW AÍ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 19, 2022
Jovem Pan protesta pelo direito de ser parcial
O canal Jovem Pan News decidiu protestar contra a exigência de imparcialidade e eliminação de fake news de seus noticiários, ordenada pelo TSE durante o período eleitoral. Alegando estar sob censura, os contratados da empresa protestam com nariz de palhaço e leem receitas culinárias durante suas análises políticas. Ironicamente, a publicação de receitas marcou o auge da censura durante a ditadura militar, que alguns comentaristas da emissora dizem que não foi tão dura assim – apenas matava e torturava. Na segunda (17/10), os ministros do TSE concederam três direitos de resposta a Lula na Jovem Pan. Assim, o petista pôde rebater afirmações veiculadas no canal de que ele seria um mentiroso, que não foi “inocentado” pela Justiça e que perseguiria cristãos caso fosse eleito. Na decisão, o órgão determinou que os comentaristas não reproduzam essas afirmações sobre o político, sob pena de R$ 25 mil. Na edição de terça (18/10) do programa “Os Pingos nos Is”, o âncora Vitor Brown leu um posicionamento da emissora sobre a decisão do TSE: “No dia de ontem, ao julgar uma ação de direito de resposta promovida pela aliança liderada pelo PT, o TSE, atendendo a um pedido desse partido, resolveu promover verdadeira censura aos meios de comunicação, impedindo que a Jovem Pan abordasse alguns assuntos, mesmo que de forma crítica ou informativa”. “Embora não concordemos, cumpriremos a decisão do TSE em respeito ao Estado Democrático de Direito. Esperamos que os valores de liberdade de imprensa e de expressão sejam rapidamente reestabelecidos, eis que são próprios e inerentes a todas as democracias”, cobrou Brown. Na prática, no entanto, não houve censura. A Jovem Pan pode continuar sendo parcial e propagar fake news contra Lula. Como não oferece o outro lado, uma exigência de qualquer redação para repórteres iniciantes, poderá tão somente ter que conceder novos direitos de resposta. E se não for capaz de distinguir entre fatos e mentiras, reservar verba para pagar as multas estabelecidas. Há quem possa considerar até uma melhora na programação da emissora, já que a semana revelou o talento culinário de Ana Paula Henkel, que ensinou a fazer fubá em vez de propagar fake news já desmentidas sobre um suposto atentado contra Tarcísio de Freitas na favela da Rocinha. A dificuldade de manter uma programação equilibrada é tão grande que a comentarista Zoe Martinez precisou ser afastada do Morning Show e o Boletim Coppolla saiu do ar. Estas decisões reforçam uma estratégia da emissora para dizer que foi censurada e que tal atitude do TSE é um atentado contra toda a imprensa brasileira. Outros canais de notícia, como CNN, Globo News, Band News e Record News seguem com suas programações normais, mantendo a tradição jornalística de buscar o equilíbrio e propagar apenas news – nunca fake news. Para manifestar sua indignação contra a decisão do TSE, a Jovem Pan emitiu um comunicado, que pode ser lido abaixo na íntegra. “A Jovem Pan, com 80 anos de história na vida e no jornalismo brasileiro, sempre se pautou em defesa das liberdades de expressão e de imprensa, promovendo o livre debate de ideias entre seus contratados e convidados em todos os programas da emissora no rádio, na TV e em suas plataformas da Internet. Os princípios básicos do estado democrático de direito sempre nos nortearam na nossa luta e na contribuição, como veículo de comunicação, para a construção e a manutenção da sagrada democracia brasileira, sobre a qual não tergiversamos, não abrimos mão e nos manteremos na pronta defesa – incluindo a obediência às decisões das cortes de Justiça. O que causa espanto, preocupação e é motivo de grande indignação é que justamente aqueles que deveriam ser um dos pilares mais sólidos da defesa da democracia estão hoje atuando para enfraquecê-la e fazem isso por meio da relativização dos conceitos de liberdade de imprensa e de expressão, promovendo o cerceamento da livre circulação de conteúdos jornalísticos, ideias e opiniões, como enfatizou a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão. O Tribunal Superior Eleitoral, ao arrepio do princípio democrático de liberdade de imprensa, da previsão expressa na Constituição de impossibilidade de censura e da livre atividade de imprensa, bem como da decisão do STF no julgamento da ADPF 130, que, igualmente proíbe qualquer forma de censura e obstáculo para a atividade jornalística, determinou que alguns fatos não sejam tratados pela Jovem Pan e seus profissionais, seja de modo informativo ou crítico. Não há outra forma de encarar a questão: a Jovem Pan está, desde a última segunda-feira, sob censura instituída pelo Tribunal Superior Eleitoral. Não podemos, em nossa programação – no rádio, na TV e nas plataformas digitais -, falar sobre os fatos envolvendo a condenação do candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva. Não importa o contexto, a determinação do Tribunal é para que esses assuntos não sejam tratados na programação jornalística da emissora. Censura. É preciso lembrar que a atuação do TSE afeta não só a Jovem Pan e seus profissionais, mas todos os veículos de imprensa, em qualquer meio, que estão intimidados. Justo agora, no momento em que a imprensa livre é mais necessária do que nunca. Enquanto as ameaças às liberdades de expressão e de imprensa estão se concretizando como forma de tolher as nossas liberdades como cidadãos deste país, reforçamos e enfatizamos nosso compromisso inalienável com o Brasil. Acreditamos no Judiciário e nos demais Poderes da República e nos termos da Constituição Federal de 1988, a constituição cidadã, defendemos os princípios democráticos da liberdade de expressão e de imprensa e fazemos o mais veemente repúdio à censura”.












