Critics Choice | “The Morning Show” lidera indicações televisivas da premiação da crítica dos EUA
A associação responsável pelos prêmios Critics Choice, que reúne os críticos de mídia audiovisual dos EUA, anunciou nesta terça-feira (5/12) as séries indicadas para sua próxima cerimônia, marcada para 14 de janeiro. A relação é encabeçada por “The Morning Show”, com 6 indicações, e “Succession”, com 5. Em seguida, seis séries aparecem com 4 indicações cada: “A Small Light”, “Abbott Elementary”, “Treta”, “Lições em Química”, “Loki”, “Reservation Dogs” e “O Urso”. Entre as plataformas/emissoras, a HBO liderou a lista, atingindo 23 indicações, seguida pela Netflix com 21. A relação de filmes será anunciada em 13 de dezembro. Confira abaixo todos os indicados nas categorias televisivas do Critics Choice Awards 2024. Melhor Série de Drama The Crown A Diplomata The Last of Us Loki The Morning Show Star Trek: Strange New Worlds Succession Lakers: Hora de Vencer Melhor Ator em Série de Drama Kieran Culkin – Succession Tom Hiddleston – Loki Timothy Olyphant – Justified: Cidade Primitiva Pedro Pascal – The Last of Us Ramón Rodríguez – Will Trent Jeremy Strong – Succession Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston – The Morning Show Aunjanue Ellis – Justified: Cidade Primitiva Bella Ramsey – The Last of Us Keri Russell – A Diplomata Sarah Snook – Succession Reese Witherspoon – The Morning Show Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Khalid Abdalla – The Crown Billy Crudup – The Morning Show Ron Cephas Jones – Truth Be Told Matthew MacFadyen – Succession Ke Huy Quan – Loki Rufus Sewell – A Diplomata Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Nicole Beharie – The Morning Show Elizabeth Debicki – The Crown Sophia Di Martino – Loki Celia Rose Gooding – Star Trek: Strange New Worlds Karen Pittman – The Morning Show Christina Ricci – Yellowjackets Melhor Série de Comédia Abbott Elementary Barry O Urso The Marvelous Mrs. Maisel Poker Face Reservation Dogs Shrinking What We Do in the Shadows Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader – Barry Steve Martin – Only Murders in the Building Kayvan Novak – What We Do in the Shadows Drew Tarver – The Other Two Jeremy Allen White – O Urso D’Pharaoh Woon-A-Tai – Reservation Dogs Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan – The Marvelous Mrs. Maisel Quinta Brunson – Abbott Elementary Ayo Edebiri – O Urso Bridget Everett – Somebody Somewhere Devery Jacobs – Reservation Dogs Natasha Lyonne – Poker Face Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Phil Dunster – Ted Lasso Harrison Ford – Shrinking Harvey Guillén – What We Do in the Shadows James Marsden – Jury Duty Ebon Moss-Bachrach – O Urso Henry Winkler – Barry Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Paulina Alexis – Reservation Dogs Alex Borstein – The Marvelous Mrs. Maisel Janelle James – Abbott Elementary Sheryl Lee Ralph – Abbott Elementary Meryl Streep – Only Murders in the Building Jessica Williams – Shrinking Melhor Série Limitada ou Antologia Treta Daisy Jones & the Six Fargo Fellow Travelers Uma Questão de Química Amor e Morte Assassinato no Fim do Mundo A Small Light Melhor Telefilme The Caine Mutiny Court-Martial Finestkind Mr. Monk’s Last Case: A Monk Movie Ninguém vai te Salvar Quiz Lady Reality Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Matt Bomer – Fellow Travelers Tom Holland – Entre Estranhos David Oyelowo – Lawmen: Bass Reeves Tony Shalhoub – Mr. Monk’s Last Case: A Monk Movie Kiefer Sutherland – The Caine Mutiny Court-Martial Steven Yeun – Treta Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Kaitlyn Dever – Ninguém vai te Salvar Brie Larson – Uma Questão de Química Bel Powley – A Small Light Sydney Sweeney – Reality Juno Temple – Fargo Ali Wong – Treta Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Jonathan Bailey – Fellow Travelers Taylor Kitsch – Painkiller Jesse Plemons – Amor e Morte Lewis Pullman – Uma Questão de Química Liev Schreiber – A Small Light Justin Theroux – Os Encanadores da Casa Branca Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Maria Bello – Treta Billie Boullet – A Small Light Willa Fitzgerald – A Queda da Casa de Usher Aja Naomi King – Uma Questão de Química Mary McDonnell – A Queda da Casa de Usher Camila Morrone – Daisy Jones & the Six Melhor Série em Lingua Estrangeira Bargain A Lição Mães da Máfia The Interpreter of Silence Lupin Mask Girl Em Movimento
Trailer do filme de Bob Marley destaca hits e atentado à vida do cantor
A Paramount divulgou um novo trailer de “Bob Marley: One Love”, cinebiografia do cantor Bob Marley. A prévia foca nas ameaças à vida do cantor e sua mensagem de resistência, enquanto passeia por suas músicas e mostra sua ascensão, das ruas da Jamaica à fama mundial. Entre as cenas, estão gravações lendárias, apresentações lotadas e alguns dos conflitos por trás dos bastidores, incluindo um violento atentado à sua vida. O longa traz Kingsley Ben-Adir (“Invasão Secreta”) no papel do cantor ao lado de Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo para Morrer”), que vive sua esposa Rita Marley. A direção é de Reinaldo Marcus Green, responsável por outra cinebiografia recente, “King Richard – Criando Campeãs”, sobre o pai das tenistas Venus e Serena Williams. Ele também assina o roteiro ao lado de Zach Baylin (também de “King Richard”). Família de Marley está envolvida na produção A esposa Rita e os filhos Ziggy e Cedella Marley estão entre os produtores do filme, dando sua benção aos atores principais para retratá-los na cinebiografia. Vale mencionar que Lashana Lynch nasceu na Inglaterra, mas tem descendência jamaicana, enquanto Kingsley Ben-Adir também é inglês com descendência caribenha. Responsável pela popularização do reggae em todo o mundo, Bob Marley morreu em 1981, aos 36 anos, vítima de câncer. Mas apesar da morte precoce, deixou dezenas de clássicos como “Get Up, Stand Up”, “One Love”, “No Woman, No Cry” e “Could You Be Loved”, que ficaram eternizados na história da música pop mundial. “Bob Marley: One Love” estreia nos cinemas brasileiros em 15 de fevereiro de 2024, um dia antes do lançamento nos EUA.
Primavera Sound São Paulo já começa a vender ingressos para a edição de 2024
O festival Primavera Sound São Paulo, que se despediu do Autódromo de Interlagos no domingo (3/12), já começa a vender seus ingressos para a próxima edição. O evento, que só vai acontecer daqui a um ano, em 30 de novembro e 1 de dezembro de 2024, abre a pré-venda de ingressos nesta quarta-feira (6/12), às 12h, no site da Tickets for Fun. Os valores são: R$ 500 a meia entrada e R$ 1.000 a inteira. A organização do festival sediado em Barcelona fechou no mês passado um contrato com a Time for Fun (T4F) para a realização do Primavera Sound durante os próximos dez anos em São Paulo. Em sua segunda edição, que aconteceu no fim de semana passado, o festival trouxe shows de artistas como The Cure, The Killers, Pet Shop Boys, Beck, Slowdive e Bad Religion, junto com nomes menos expressivos e diversos artistas nacionais. O line-up de 2024 ainda está longe de ser planejado.
Último show de Paul McCartney no Brasil será transmitido em streaming
O último show da turnê brasileira de Paul McCartney será transmitido em duas plataformas de streaming: Disney+ e Star+, ambas do grupo Disney. O anúncio foi feito nos perfis oficiais das plataformas. A turnê “Got Back” se encerra no próximo dia 16 no Rio de Janeiro, com apresentação no palco do Maracanã a partir das 21h15. Nos últimos tempos, a Disney vem investindo na transmissão de apresentações musicais ao vivo. Eles transmitiram o último show de Elton John nos Estados Unidos, em novembro do ano passado. Paul McCartney ainda se apresenta no Alliaz Parque em São Paulo na quinta (7/12), sábado (9/12) e domingo (10/12). Depois, segue para Curitiba, onde toca na outra quinta (13/12) no Estádio Couto Pereira, antes de encerrar sua passagem pelo Brasil no sábado (16/12) no Rio de Janeiro. Prepare o coração para ver ao vivo da sua casa o último show da turnê do Paul McCartney no Brasil. ❤️ Paul McCartney: Got Back, ao vivo do Maracanã, em 16 de dezembro, às 21h15, no #DisneyPlus e no #StarPlus. #PaulNoDisneyPlus pic.twitter.com/acSKsBrLcb — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) December 5, 2023
Denny Laine, que fundou a banda Wings com Paul McCartney, morre aos 79 anos
O músico Denny Laine, que fundou a banda Wings nos anos 1970 junto de Linda e Paul McCartney, morreu nesta terça-feira (5/12) aos 79 anos. O guitarrista sofria com uma doença de pulmão. Nascido em Birmingham, na Inglaterra, Denny fez sucesso pela primeira vez em 1964 como integrante da banda Moody Blues, ao lado de Ray Thomas e Mike Ponder. Ele cantou o primeiro hit do grupo, “Go Now”, que alcançou o 1º lugar nas paradas do Reino Unido, mas deixou a banda em 1966, antes do lançamento de seus maiores sucessos – como “Nights of White Satin” (1967) e “Tuesday Afternoon” (1968). Mesmo assim, foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 2018 como membro do grupo. Ele ficou menos tempo ainda em sua segunda banda, Electric String Band, um supergrupo que também contava com Trevor Burton (do Move) na guitarra, Viv Prince (do Pretty Things) na bateria e Binky McKenzie (da banda de Alexis Korner) no baixo. Mesmo dividindo o palco com Jimi Hendrix, a banda implodiu rapidamente pela falta de sucesso, deixando Denny como freelancer pelo resto dos anos 1960, juntando-se à banda Balls e tocando na Air Force, do baterista Ginger Baker (ex-Cream) e do tecladista Steve Winwood (ex-Spencer Davis Group). Parceria com Paul McCartney Em 1971, o guitarrista juntou forças com Paul McCartney e sua esposa Linda para formar os Wings, permanecendo no grupo por 10 anos, até que eles se separaram em 1981. Além das guitarras, ele também cantou, tocou teclados e sopros e foi parceiro de McCartney na composição de boa parte do repertório. O álbum mais conhecido dos Wings, “Band on the Run”, teve seu 50º aniversário comemorado na segunda-feira por Paul McCartney, com uma postagem nas redes sociais. O disco não foi um grande sucesso inicial, mas assim que seus singles começaram a tocar no rádio, ele disparou e passou a liderar os rankings dos mais vendidos durante três vezes distintas em seu primeiro ano de lançamento. Ao final, vendeu 6 milhões de cópias em todo o mundo. Celebradíssimo, o disco foi concebido como um trio, assim como “London Town”, outro clássico da banda lançada em 1978 (único álbum a trazer apenas os três integrantes originais na capa). “Eu e Paul tínhamos as mesmas influências musicalmente e nos conhecíamos desde os anos 1960”, disse Denny à revista Billboard no início do ano sobre o cinquentenário de “Band on the Run”. “Foi muito fácil. Foi fácil conseguir um bom ritmo nas músicas um do outro, e acho que foi isso que tornou o álbum popular. Denny gravou sete álbuns com os Wings. E entre estúdios de gravação e turnês mundiais, ele ainda deu início à sua carreira solo, lançando três discos de composições próprias, enquanto trabalhava com Paul McCartney. Ao fim dos Wings em 1981, ele passou a se dedicar mais à sério o trabalho individual. Foram ao todo 12 álbuns solo – o último em 2008. Mas nenhum deles rendeu hits. Em seu Instagram, Paul McCartney comentou a morte do ex-parceiro. “Havíamos nos distanciado, mas nos últimos anos conseguimos restabelecer nossa amizade e compartilhar lembranças de nossos tempos juntos. Denny era um grande talento, com um ótimo senso de humor e estava sempre pronto para ajudar outras pessoas. Ele deixará saudades para todos os seus fãs e será lembrado com muito carinho por seus amigos. Envio minhas condolências e votos de felicidades à sua esposa, Elizabeth e família”, escreveu McCartney, que listou feitos da parceira, destacando o hit “Mull of Kintyre”. “Paz e amor, Denny, foi um prazer te conhecer. Todos vamos sentir sua falta”. O ex-Beatle deve homenagear Denny nos próximos shows no Brasil, uma vez que parte das músicas que formam seu repertório foram criadas com o guitarrista. McCartney se apresenta no Alliaz Parque em São Paulo na quinta (7/12), sábado (9/12) e domingo (10/12). Depois, segue para Curitiba, onde toca na outra quinta (13/12) no Estádio Couto Pereira, e encerra sua passagem pelo Brasil no sábado (16/12) no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paul McCartney (@paulmccartney)
Globo encerra contrato com Regina Casé após 40 anos
Regina Casé teve seu contrato encerrado com a Globo após 40 anos de parcerias ininterruptas. “Estou na Globo há mais de 40 anos, nunca deixei de trabalhar, tanto dentro e fora da emissora, quando em cinema e teatro. De lá para cá, vivi diversos momentos, diversas mudanças de gestão, formas de trabalhar e fazer”, ela comentou para o jornal O Globo. “Houve uma mudança no modelo de contrato da Globo, mas é como se não houvesse, porque continuo trabalhando aqui, e fora”, acrescentou. Ela lembrou que fechou o ano “com um sucesso estrondoso da Zoé em ‘Todas as Flores’ e com a volta de Dona Lurdes, que, de tão querida, seguiu a vida, de uma novela para um filme, que será lançado ano que vem no cinema e em todas plataformas da Globo”. A produção derivada da novela “Amor de Mãe” se chama “Dona Lurdes, o Filme” e é baseado no livro “Diário da Dona Lurdes”, escrito pela autora da novela, Manuela Dias. A atriz também revelou novos projetos. “Começo 2024 com dois novos projetos já programados na própria TV Globo. Continuo também com projetos fora, agora até com mais flexibilidade, dentre eles três filmes, todos já com data marcada para rodar. É a vida sendo vida. E que a vida, vida seja”, concluiu. Com a carreira já consolidada no teatro e no cinema, Regina estreou na Globo em 1983, na novela “Guerra dos Sexos”, mas não se limitou ao formato dos folhetins. Ela também fez sucesso no programa humorístico “TV Pirata” e como apresentadora do “Programa legal”, “Muvuca” e “Esquenta!”.
Filme sobre a cantora Amy Winehouse ganha foto e data de estreia
O Studiocanal divulgou uma nova foto e a data de lançamento de “Back to Black”, cinebiografia de Amy Winehouse. A imagem traz a atriz Marisa Abela (da série “Industry”) transformada na cantora britânica. Considerada uma das maiores artistas da história, Amy Winehouse vendeu mais de 30 milhões de discos em todo o mundo e até hoje gera mais de 80 milhões de streams por mês. Seu álbum “Back to Black” (2006), que dá nome ao filme, a levou ao estrelato, rendendo-lhe cinco Grammys. O filme vai se focar na genialidade, criatividade e fragilidade de Amy. A trama deve abordar a vida da cantora desde os pequenos palcos de Londres na década de 1990 até o seu sucesso global, com hits como “Rehab” e “Back to Black”, incluindo seus vícios fatais em álcool e drogas, que a levaram a morrer sozinha em sua casa, aos 27 anos, no dia 23 de julho de 2011. O roteiro foi escrito por Matt Greenhalgh e a direção é de Sam Taylor-Johnson, que já trabalharam juntos em outra cinebiografia musical, “O Garoto de Liverpool” (2009), sobre a juventude de John Lennon. O lançamento no Reino Unido e na Irlanda ficou marcado para o dia 24 de abril de 2024.
2023 marca fracasso histórico da Disney nas bilheterias
Após passar os últimos anos muito à frente da concorrência, batendo recordes de bilheterias com lançamentos bilionários nos cinemas, a Disney chega ao fim de 2023 sem ter conseguido emplacar nenhum filme com mais de US$ 1 bilhão em ingressos vendidos. Descontados os anos da pandemia (2020 e 2021), quando a indústria cinematográfica inteira sofreu, isso não acontecia com o estúdio desde 2014. O último lançamento de 2023 fechou o ano da Disney de forma trágica. A animação “Wish: O Poder dos Desejos” fez apenas US$ 82 milhões mundiais em dois fins de semana em cartaz – o filme só estreia no Brasil em 4 de janeiro. Além desse fracasso, o estúdio amargou prejuízos com “As Marvels”, “Indiana Jones e o Chamado do Destino” e “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”. Nem a aguardada versão live-action de “A Pequena Sereia” teve o desempenho esperado. Embora não tenha sido um fracasso, fez US$ 569 milhões em todo o mundo, muito longe do desempenho bilionário de remakes anteriores, como “O Rei Leão” e “A Bela e a Fera”. O filme da Disney com melhor bilheteria do ano foi “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que faturou US$ 845 milhões mundialmente. E mesmo esse sucesso é acompanhado por uma má notícia: seu diretor, James Gunn, é agora o chefe do estúdio concorrente da Marvel, o DC Studios. O mau desempenho em todas as áreas, dos super-heróis da Marvel aos desenhos animados tradicionais, passando pelo catálogo da Lucasfilm, que costumavam render blockbusters, acendeu um alerta vermelho no estúdio, que deve rever todos os seus projetos atualmente em desenvolvimento.
“Fundação” é renovada para a 3ª temporada
A Apple TV+ renovou “Fundação”, ambiciosa série sci-fi baseada na franquia literária de Isaac Asimov, para a 3ª temporada. A notícia foi comemorada pelo showrunner e produtor executivo David S. Goyer. “Estou emocionado que a Apple nos deu a oportunidade de continuar narrando a saga galáctica pioneira de Asimov. Desta vez, as apostas para a Fundação e o Império são ainda maiores à medida que o Mule assume o centro do palco, junto com os favoritos dos fãs, Bayta, Toran, Ebling e Magnífico Giganticus”, ele disse, em comunicado, apontando os rumos da trama. Segundo o chefe de programação para Apple TV+, Matt Cherniss, todos ficaram impressionados com a adaptação da ficção científica. “Assistir ‘Fundação’ se tornar um sucesso global foi muito emocionante. Mal podemos esperar para que todos experimentem o que está reservado para os personagens antigos e novos na 3ª temporada”, afirmou. Saiba mais sobre a série Repleta de efeitos visuais, a série apresenta uma guerra nas estrelas entre o Império Galáctico e a Fundação do título. A trama é baseada nos livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953), considerada a mais importante trilogia literária da sci-fi. Inspirados pela queda do Império Romano, têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Na trama, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do Império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. A descoberta o transforma em inimigo do Império e também origina um grupo conhecido como A Fundação, criado para preservar o conhecimento humano do inevitável apocalipse. A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (de “Avatar: O Caminho da Água”) e destaca Jared Harris (“Chernobyl”) como Hari Seldon, Lee Pace (“Capitã Marvel”) como o imperador Brother Day e Lou Llobell (“Voyagers”) no papel da pioneira da Fundação Gaal Dornick – além de Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). A trilogia literária teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e o póstumo “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015 com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento fez o canal desistir da tentativa. Aparentemente, o custo vale a pena para a Apple.
“DNA do Crime” é renovada para 2ª temporada
A Netflix renovou a série brasileira “DNA do Crime” para sua 2ª temporada. Além do anúncio nas redes sociais, a plataforma informou, em comunicado à imprensa, que Benício (Rômulo Braga), Suellen (Maeve Jinkings) e Rossi (Pedro Caetano) não vão se contentar apenas com a prisão do Sem Alma (Thomás Aquino), sugerindo que os personagens policiais retornarão para colocar toda a quadrilha de assaltantes atrás das grades. Considerada a série brasileira mais cara já feita para a plataforma de streaming, o thriller criminal se destaca por integrar ação intensa com uma investigação detalhada. A trama é baseada em uma história real que ocorreu na América do Sul entre 2013 e 2020, e começa com um assalto bem planejado em Ciudad del Este, no Paraguai. Mais de 50 assaltantes fortemente armados usam explosivos para entrar e fugir com US$ 44 milhões da sede de uma empresa de private equity. À medida que as investigações se desdobram, com o envolvimento de agentes federais brasileiros, sediados em Foz do Iguaçu, a história se aprofunda em uma complexa rede de crimes que cruza fronteiras. Os protagonistas são os agentes Benicio, interpretado por Romulo Braga (“O Rio do Desejo”), e Suellen, interpretada por Maeve Jinkings (“Os Outros”), ambos apoiados por seu chefe Rossi, vivido por Pedro Caetano (“O Escolhido”). Eles enfrentam o líder dos assaltantes, Sem Alma, interpretado por Thomas Aquino (também de “Os Outros”), num momento em que a polícia brasileira começa a usar amostras de DNA para encontrar criminosos. A descoberta de uma pista liga o roubo a outros crimes recentes e leva à revelação de um esquema ainda maior, misturando criminosos do Paraguai e do Brasil. Embora “DNA do Crime” não inove na narrativa das séries criminais, entrega ação intensa, com cenas de perseguição de carros e tiroteios reminiscentes do estilo visual de Denis Villeneuve em “Sicario”. Há também uma obsessão compartilhada com cidades de fronteira e a atmosfera especial que envolve as operações ilegais que ocorrem ali. A direção é dos cineastas Pedro Morelli (do filme “Zoom” e da série “Irmandade”) e Heitor Dhalia (do filme “Tungstênio” e da série “Arcanjo Renegado”), este último também listado como um dos criadores, ao lado do também cineasta Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e dos roteiristas Bernardo Barcellos (“Quero Ter 1 Milhão de Amigos”) e Leonardo Levis (“Irmandade”). Que orgulho da minha primeira série brasileira de ação policial. DNA do Crime está renovada para uma 2ª temporada. 🧬 pic.twitter.com/XwrFosuVyL — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 5, 2023
A Fazenda | Lucas terá canal no Kwai para comentar realities
Lucas Souza revelou nas redes sociais que recusou convite para a Farofa da Gkay por estar namorando (com Jaquelline Grohalski) e sua namorada estar confinada – “eu tenho que me portar como uma pessoa que namora”, disse ele. Mas o ex-peão também tem outro motivo para não ficar três dias em Fortaleza. Lucas fechou um projeto com a plataforma Kwai, patrocinadora de “A Fazenda 15”, repetindo os passos de Rachel Sheherazade e Alessandra Cariúcha. Ele está se preparando para lançar o canal QG do Lucas, que estreia já nesta quinta-feira (7/12), às 17h. No canal, o ex-marido de Jojo Todynho tratará sobre o mundo dos realities, conversando com convidados no novo projeto. Ele atualizará o conteúdo duas vezes por semana, com lives realizadas às terças e quintas-feiras. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lucas Souza (@lucassouza_ofl)
A Fazenda | Assunto mais comentado, autismo de Nadja é censurado pela Record
A Record TV decidiu censurar o compartilhamento do diagnóstico de autismo de Nadja Pessoa na edição da noite de segunda (4/12) em “A Fazenda 15”. O desabafo da peoa foi cortado da dinâmica da discórdia. Após Nadja revelar ter autismo leve, diagnosticado há oito meses, o assunto dominou as conversas dos peões e do público nas redes sociais, a ponto de o perfil oficial da influenciadora precisar divulgar nota contra ataques capacitistas. Para completar, Cezar Black chamou autismo de doença de forma categórica, passando informação errada para o público do reality e perpetuando preconceito contra a condição, na transmissão ao vivo do PlayPlus. O que aconteceu Nadja tomou a palavra durante a discórdia da noite de domingo (3/12) para contextualizar porque os ataques que sofreu de Jaquelline Grohalski e outros peões lhe fizeram tão mal. Jaque ensinou os Crias a zoar da rival cantando músicas das Gêmeas Lacração, devido à derrota de Nadja numa votação contra Mirella Santos (uma das gêmeas) no reality “Ilha Record”. “É uma coisa que me massacra muito, porque liga a uma perda de cachorro que era meu apoio psicológico”, ela começou, lembrando de seu cachorro, que morreu enquanto ela estava no reality show. “Para quem não sabe, eu tenho um grau de autismo e descobri há 8 meses. Para onde eu viajava, ele [o cachorro] ia comigo. Foi uma perda que sinto até hoje e até hoje luto contra a depressão por conta dele”, ela explicou para Cezar Black, para quem deu um Galinho Enjoado (a indicação negativa do jogo). “Teve coisas de fora que trouxeram pra dentro [de ‘A Fazenda 15’]… Tiveram tantos ataques que eu poderia ter ido e batido o sino. Eu não fiz isso porque aqui é um jogo psicológico e tem que ser forte psicologicamente”, comentou, acrescentando que aceitava o pedido dele de desculpas por tê-la perseguido nas primeiras semanas do programa. Nadja só tinha contado para Lucas Até então, Nadja só tinha revelado que era autista para Lucas Souza, que não está mais no confinamento e também não deu muita importância ao saber do diagnóstico. A conversa aconteceu no começo de outubro e também não foi transmitida pela Record. Na ocasião, ela se abriu sobre depressão e o relacionamento abusivo que viveu. “Eu tenho um grau de autismo. Bem pequeno, mas tenho. Eu tenho ansiedade e tive depressão”, confessou Nadja urante a conversa. Mas ela não se limitou a falar sobre o autismo e também compartilhou experiências pessoais relacionadas à sua saúde mental. Ao ser questionada por Lucas sobre a gravidade da depressão, Nadja foi enfática: “Muito, muito mesmo. Por relacionamento. Antes de entrar no programa, ser conhecida, eu fui diagnosticada com depressão. E era por causa do meu casamento. Eu sentia que era dependente emocionalmente”. Ela prosseguiu, detalhando a dinâmica do relacionamento abusivo que viveu: “E o que acontece quando você se torna dependente emocionalmente de alguém: a pessoa é controladora e ela faz de tudo pra você depender dela. Eu tinha que trabalhar pra ele [ex-marido], ser dona de casa. Eu era muito nova e me perdi de mim mesma”. Repercussão depois da discórdia Após a revelação na discórdia, Tonzão Chagas comentou com os Crias e Radamés Furlan que finalmente começou a entender Nadja. “É por isso que, às vezes, ela vira do nada e faz uns bagulhos que não fazem sentido. Eu já tinha reparado uma parada assim. Faz sentido, mano”, disse o funkeiro. “Mas é um bagulho que ela não se abre”, comentou Lily Nobre. “Eu não sabia. Ninguém sabia”, completou WL Guimarães, um dos que mais tretou com a influenciadora. Cezar Black passando desinformação Enfermeiro profissional, Cezar Black virou referência nas discussões sobre a condição de Nadja e, nesta segunda, minimizou o diagnóstico, ignorando que autistas podem ter “vidas normais”, e completou chamando autismo de doença. “Autismo é uma doença muito importante, tem graus, ela pode ter um grau. Porém, faz sentido para situações de ela gostar de ficar isolada”, começou. “Ela tem uma vida normal, não dá para culpar o autismo, tem coisas que ela é muito desconfiada e chega a ser maldosa, coloca você como se fosse o agente causador daquilo, só que não é”, continuou. Curioso, Tonzão Chagas questionou: “Será que isso não faz parte da doença não? Nem sei se autismo é doença…” E Cezar rotulou: “Autismo é doença. Não é crime falar sobre isso, não é errado.” Parentes de autistas, portadores do espectro e profissionais de saúde ficaram indignados e protestaram nas redes sociais. Autismo não é doença Diferente do que Cezar Black “ensinou” para os confinados e, por extensão, o Brasil, o Transtorno de Espectro Autista (TEA) não é uma doença. De forma geral, o Autismo é uma condição que compromete a capacidade de comunicação e a linguagem. Por isso, pessoas dentro do espectro têm dificuldade em perceber acontecimentos compartilhados e expressar o que sentem ou pensam, uma vez que podem apresentar déficit na interação social. Além disso, outra característica são os padrões restritos e repetitivos de comportamento. Nadja, por exemplo, fica repetindo palavras quando entra numa discussão. Mas cada paciente é afetado de uma maneira diferente, tanto que muitas pessoas nunca chegam a saber sobre o transtorno e levam uma vida “normal” e independente. Isto acontece porque há vários subtipos do transtorno, devido aos diferentes níveis de comprometimento, por isso se usa o termo “espectro” para abranger todos eles. Um erro de informação desse tamanho, num programa com a audiência de “A Fazenda”, mesmo se tratando de uma transmissão restrita ao streaming, precisaria ser tratado pela produção com uma correção pontual ao vivo. Mas a Record optou por não assumir a responsabilidade e considerar que, se não passou na TV, não existiu. Nota oficial A equipe de Nadja emitiu um comunicado oficial, após a peoa virar alvo de ataques capacitistas nas redes sociais. A nota também reforça que autismo não é doença. “Recentemente, Nadja compartilhou corajosamente seu diagnóstico de autismo no reality ‘A Fazenda’, com o propósito de promover compreensão e aceitação, excluindo qualquer intenção de obter vantagens indevidas, apesar de algumas sugestões infundadas”, inicia o texto. “É essencial esclarecer que o autismo não é uma doença, como erroneamente afirmado por um participante do programa [Cézar Black] que é profissional de saúde, prejudicando a causa da neurodiversidade. O autismo é, na verdade, uma manifestação única da diversidade neurocognitiva”, acrescenta o texto. A nota finaliza: “Agradecemos pela compreensão e apoio contínuo dos fãs e público em geral, destacando que não toleramos qualquer forma de descriminação. Quaisquer manifestações de preconceito psíquico serão encaminhadas ao jurídico para as devidas providências.” 🔥 Nadja revela para os peões que foi diagnosticada com autismo e que seu cachorro era seu apoio psicológico. Ela pontua que vence o jogo que tem o psicológico mais forte. "É uma coisa que me massacra muito, porque liga a uma perda de cachorro que era meu apoio psicológico.… pic.twitter.com/mB4p0kQr6p — Antenados (@canalantenados) December 3, 2023 Tonzão começou a compreender algumas ações de Nadja após ela revelar o diagnóstico de autismo. Tonzão: "O bagulho que Nadja falou hoje faz sentido." Radamés: "Ela me falou hoje que tem um grau baixo de autismo, mas tem." Lily: "Mas é um bagulho que ela não se abre." Tonzão:… pic.twitter.com/HRqlcnz7mi — Antenados (@canalantenados) December 4, 2023 Para vcs verem que até os profissionais da área da saúde não são preparados para lidar com o assunto serio como esse. Por isso muitos autistas sofrem na sociedade, pela falta de informação, é triste ver um enfermeiro falar assim sobre autismo. — Vilã Wolfgang 𓆙 (@wolfgang_coment) December 4, 2023 🚨 | NOTA OFICIAL pic.twitter.com/afL5dR1LxJ — Nadja Pessoa 💋 (@nadjapessoa_) December 4, 2023
Ivete Sangalo vai cantar no Rock in Rio pela 18ª vez
A organização do Rock in Rio anunciou quatro novos nomes de artistas nacionais em sua edição de 2024. O anúncio destaca a participação de Ivete Sangalo, que vai cantar no festival pela 18º vez. Além de participar de 5 edições do evento nacional, ela também cantou em todos os países em que o Rock in Rio foi realizado, incluindo 9 apresentações em Lisboa, 2 em Madrid e 1 em Las Vegas. Em sua última participação no Rock in Rio Lisboa, no ano passado, ela chegou a se auto-intitular “Garota Rock in Rio” Quem também volta ao Rock in Rio são os Paralamas do Sucesso. Eles eram iniciantes quando se apresentaram pela primeira vez no evento em 1985, quando o Rock in Rio surgiu como um marco para a nova geração do rock brasileiro. Depois disso, se apresentaram outras vezes, tocando com os Titãs em 2011 e mais recentemente em 2019. Juntos com Ivete e os Paralamas também foram confirmados Jão e Gloria Groove, da cota do The Town no Rock in Rio 2024. Até o momento, a organização não revelou nenhum nome inédito e bombástico para o evento. Os artistas revelados nesta segunda (4/12) se juntam a outros anteriormente anunciados pela organização, incluindo Joss Stone, Lulu Santos, Ne-Yo e Ludmilla, que se apresentaram no The Town neste ano, além de Ed Sheeran e Imagine Dragons. Detalhes do evento O festival vai acontecer em dois fins de semana, nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. A edição vai marcar os 40 anos do festival e terá um novo palco Mundo, um Sunset maior, uma nova área chamada Global Village e mais novidades. O início das vendas do passaporte Rock in Rio Card está marcado para 7 de dezembro, à partir das 19h.












