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    Queen Sono: Foto da primeira série africana da Netflix destaca atriz de Quantico

    28 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou a primeira foto oficial de “Queen Sono”, que também é a primeira série original da plataforma de streaming produzida na África. A produção é, especificamente, da África do Sul. Criação do cineasta Kagiso Lediga (“Mais uma Página”), “Queen Sono” é estrelada por Pearl Thusi (a Dayana Mampasi de “Quantico”), que vive o papel-título e é o destaque da imagem divulgada. A trama traz a atriz como uma espiã altamente treinada de uma agência governamental da África do Sul. Quando assume sua missão mais perigosa, ela também deve enfrentar mudanças de relacionamentos em sua vida pessoal. Pearl Thusi já tinha trabalhado com o diretor e a produtora da série no romance “Mais uma Página” (Catching Feelings), distribuído em 2018 pela Netflix. “Estamos muito satisfeitos em criar esta série original com a Netflix e estamos super animados com sua inegável capacidade de levar essa história sul-africana para uma audiência global. Acreditamos que ‘Queen Sono’ vai abrir a porta para mais histórias incríveis desta parte do mundo”, disse Kagiso Lediga em comunicado. A série ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Remake de Cemitério Maldito ganha nova foto

    28 de dezembro de 2018 /

    A Paramount divulgou uma nova foto do remake de “Cemitério Maldito”, que traz John Lithgow (“The Crown”) adentrando a mata, em direção ao local do título. “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Esta é a segunda história mais famosa a usar um cemitério indígena como fonte de terror sobrenatural. A mais famosa é, claro, “Poltergeist”, escrita por Steven Spielberg, que chegou aos cinemas um ano antes de Stephen King publicar a sua. O livro de 1983 teve sua primeira adaptação cinematográfica em 1989. Dirigido por Mary Lambert, também originou uma famosa música-tema da banda Ramones. O projeto de refilmagem era antigo, mas foi preciso o sucesso de outra adaptação de Stephen King, “It: A Coisa”, para sair do fim da fila de produções em desenvolvimento no estúdio. A nova adaptação foi escrita por David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção ficou a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco também inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e o menino estreante Hugo Lavoie. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Diretor compartilha vários vídeos e fotos dos bastidores da série do Monstro Pântano

    28 de dezembro de 2018 /

    O diretor Len Weiseman (“Anjos da Noite”) compartilhou em seu Instagram vários vídeos e fotos dos bastidores das filmagens da série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano. Ele chegou a postar até a explosão que origina a criatura do título. Vídeos e imagens destacam também a participação da atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham” e ficou com o papel principal na nova série da DC Comics. Ela viverá a protagonista Abby Arcane. A série pretende mudar ligeiramente a trama criada em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Alec Holland, por sua vez, será vivido por Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo e aparece numa das fotos e num vídeo abaixo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A produção também confirmou três mudanças raciais em relação aos quadrinhos. A atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) será Liz Tremayne, mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), por sua vez, incorporará Madame Xanadu, que tem suas próprias aventuras na DC Comics desde 1978. A mudança racial joga por terra sua cronologia dos quadrinhos, onde é retratada como a encarnação moderna da feiticeira Nimue da lenda medieval do Rei Arthur. Já Henderson Wade (“Extant”) viverá Matt Cable, que não mudou só de etnia em relação aos quadrinhos. Introduzido na primeira edição do Monstro do Pântano em 1972 como um agente federal encarregado de proteger o cientista Alec Holland, ele passa boa parte do arco original da história perseguindo o Monstro, a quem culpa pela morte de Holland, sem saber que os dois são a mesma pessoa. Nos quadrinhos, ele ainda acaba se envolvendo e casando com Abby Arcane, num triângulo bizarro com a criatura de Louisiana, antes de ter um final terrível. Tudo isso foi abandonado na série, em que Matt Cabble surgirá como filho da xerife Lucilla Cable (criada para a atração) e como ex-namorado de Abby na adolescência. Já a xerife Cable, descrita como durona, tem interpretação de ninguém menos que Jennifer Beals (das séries “Taken”, “The L Word” e do musical clássico “Flashdance”). Além destes, três vilões foram anunciados. Virginia Madsen (“Designed Survivor”) viverá Maria Sunderland, que trocou sua educação privilegiada pelos pântanos quando se casou com o magnata do comércio local Avery Sunderland, mas a obsessão da vida de Avery pelo pântano causou uma ruptura entre eles. Sua vida equilibrada é abalada ainda mais quando o retorno de Abby Arcane desperta uma tristeza profunda pela perda de sua filha, Shawna, atraindo-a para os sombrios mistérios sobrenaturais que emergem do pântano. A personagem não aparece nos quadrinhos, mas Avery Sunderland tem presença importante na trama, como um general que comanda uma grande corporação científica, interessado em caçar e estudar o Monstro do Pântano, de forma similar ao que acontece no filme vencedor do Oscar “A Forma da Água” (2017). A versão de carne e osso do personagem será vivida por Will Patton (“Falling Skies”). Um dos cientistas encarregados por Sunderland para fazer testes na criatura é Jason Woodrue, cujo nome é bem conhecido dos leitores dos quadrinhos, por se tornar o Homem Florônico. Supervilão deformado por experiências, ele costumava enfrentar super-heróis até o escritor Alan Moore recriá-lo nas páginas do Monstro do Pântano. Seu intérprete na série é Kevin Durand (da série “The Strain”). Com esta relação de personagens, é possível deduzir a trama de grande parte da temporada, num mix da origem do personagem e do começo do arco de Moore na publicação. Mas, curiosamente, o principal antagonista dos quadrinhos não foi escalado: Anton Arcane. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal” e “Aquaman”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman, mas não há mais informações sobre quem fará os demais capítulos. A série “Swamp Thing” será disponibilizada na plataforma de streaming DC Universe em maio nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. @pedroluque always adding a spot of romance to the occasion Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 9:35 PST Visualizar esta foto no Instagram. Actors Are Traveling @crystalmreed @andybeanofficial #SwampThing #ShootDay??? Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 11:31 PST Visualizar esta foto no Instagram. Saw this on local news – had no idea they were hiding in the bushes – could have used the fifth camera #Overboard #SwampThing Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 8:08 PST Visualizar esta foto no Instagram. Anatomy Class with @andybeanofficial and @crystalmreed Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 11:38 PST Visualizar esta foto no Instagram. Swamp Photo Booth Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 15 de Dez, 2018 às 11:44 PST

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  • Filme

    Capitã Marvel: Jude Law tem papel confirmado e desconfirmado em minutos

    28 de dezembro de 2018 /

    O site oficial do filme “Capitã Marvel” incluiu por alguns minutos a confirmação de que Jude Law está mesmo interpretando a versão cinematográfica de Mar-Vell, o Capitão Marvel original da Marvel. Tanta redundância no nome do personagem deveria significar uma confirmação categórica. Mas, minutos depois de a publicação ter ido ao ar, veio o efeito “Ops” e a tecla Del entrou em ação. Veja uma cópia da confirmação abaixo, que aconteceu por meio da identificação do ator e do personagem na legenda de uma foto. Desde que foi anunciado no elenco, Jude Law vem sendo mencionado como Mar-Vell, mas, recentemente, a linha de bonecos Funko POP! dedicada ao filme sugeriu que o papel do ator seria na verdade Yon-Rogg, grande inimigo de Mar-Vell nos quadrinhos. Após cometer essa revelação, a embalagem do brinquedo teve seu nome mudado para “Star Commander”. E, logo em seguida, a Lego lançou sua própria linha de bonecos, batizando o personagem de Jude Law como Mar-Vell. Ou seja, ele será Yon-Rogg, porque isso é tática diversionista. Vale uma aposta? Confira toda essa novela abaixo. Vale lembrar que quem Jude Law interpreta não fará a menor diferença para a maioria do público que for assistir à produção, já que o Capitão Marvel está morto desde 1982 e o público-alvo do filme nem tinha nascido nesta época.

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  • Etc

    Suposto canal de games de Jack Black supera 1 milhão de inscritos no YouTube com apenas um vídeo

    28 de dezembro de 2018 /

    O comediante Jack Black, conhecido por filmes de sucesso como “A Escola do Rock” (2003), “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” (2018) e a franquia animada “Kung Fu Panda”, lançou um canal no Youtube dedicado a games. E em uma semana superou 1 milhão de inscritos. O detalhe é que o canal, chamado “Jablinski Games”, tem apenas um vídeo de introdução, em que Jack Black aparece rodando numa cadeira. A maior curiosidade nessa prévia é sua barba, que aparece crescida e desgrenhada desde que ele a introduziu nos cinemas em “O Mistério do Relógio na Parede”, lançado em setembro. O astro prometeu novos vídeos todas as sexta-feiras, afirmando que prende superar YouTubers concorrentes, como Ninja e PewDiePie. Péraí… era uma piada? Ele esclareceu nos comentários de seu único vídeo que se trata de uma iniciativa desenvolvida em parceria com seu filho de 12 anos, Samuel. E não há nenhuma produtora envolvida.

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  • Série

    Shadowhunters: Primeiro comercial do final da série explora morte da protagonista

    28 de dezembro de 2018 /

    O canal americano Freeform divulgou o primeiro comercial da metade final da 3ª temporada de “Shadowhunters”. A prévia dramática reforça o sentimento de culpa de Jace (Dominic Sherwood) pela morte de Clary (Katherine McNamara). Claro que os fãs não precisam se preocupar, pois até Jace já “morreu” na série. Foi no final da temporada anterior, quando os papéis estavam invertidos e quem chorava era Clary. Mas ele melhorou de saúde logo em seguida. Com essa criatividade toda, a série acabou cancelada. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os 10 episódios originalmente produzidos para a midseason e mais dois capítulos “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes sejam apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptam o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare. O final de “Shadowhunters” começa a ser exibido em 25 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Brooklyn Nine-Nine parodia Law & Order em novo comercial

    28 de dezembro de 2018 /

    A rede NBC divulgou um novo comercial da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que, desta vez, parodia “Law & Order”, mostrando as trapalhadas do esquadrão da delegacia 99 com a narração solene que marcava a abertura da clássica série criminal. Compare abaixo. A série vai estrear na NBC após ter sido cancelada pela Fox durante os upfronts de maio. O resgate aconteceu em tempo recorde, menos de 24 horas, porque “Brooklyn Nine-Nine” é uma produção da NBCUniversal, estúdio que faz parte do mesmo conglomerado da NBC (Comcast), e o presidente da rede é fã da produção. “Desde que vendemos este programa para a Fox, eu me arrependi de deixá-lo escapar, e já era hora de voltar para sua legítima casa”, disse o presidente Robert Greenblatt, no comunicado do resgate/renovação. A 6ª temporada da série, porém, terá uma baixa. A atriz Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti, revelou que vai sair da atração. Ela fez parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios já exibidos. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A estreia da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” está marcada para 10 de janeiro.

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  • Série

    The Walking Dead foi a série mais pirateada por torrent em 2018

    28 de dezembro de 2018 /

    O site Torrent Freak publicou seu ranking anual das séries mais pirateadas via torrent. E como em 2018 não teve “Game of Thrones” o campeão foi “The Walking Dead”, quebrando uma sequência de seis anos seguidos da série da HBO. Não chega a ser surpresa, já que “The Walking Dead” foi a segunda série mais baixada durante o reinado de “Game of Thrones”. Curiosamente, logo depois da produção do canal pago AMC aparecem duas séries da TV aberta americana, “The Flash” e “The Big Bang Theory”, em 2º e 3º lugares. As séries de super-heróis da DC, por sinal, dominam o ranking, com a inclusão ainda de “Titãs” (Titans), “Arrow” e “Legends of Tomorrow” no Top 10. Outro detalhe que chama atenção é a ausência de produções originais da Netflix. O ranking se refere apenas à séries pirateadas via torrent. Vale lembrar que, atualmente, piratas oferecem até streaming. Confira o Top 10 abaixo. 1. “The Walking Dead” 2. “The Flash” 3. “The Big Bang Theory” 4. “Vikings” 5. “Titans” 6. “Arrow” 7. “Supernatural” 8. “Westworld” 9. “Legends of Tomorrow” 10. “Suits”

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  • Filme

    Produtor de Transformers planeja filme de Optimus Prime e animação passada em Cybertron

    28 de dezembro de 2018 /

    O produtor Lorenzo Di Bonaventura está determinado a ampliar o universo de “Transformers” após o lançamento de “Bumblebee”. Em entrevista ao jornal nova-iorquino Metro, ele confirmou os projetos de um longa animado passado no planeta dos Transformers, explorando a mitologia de Cybertron, e um filme live-action sobre Optimus Prime, que deveriam ser lançados antes de “Bumblebee 2”. “Será difícil com o Optimus, porque ele sempre está certo e é um personagem de poucas palavras… é como dizer que vão fazer um filme do Obi-Wan Kenobi. Mas o quanto há para se dizer sobre o Obi-Wan? Não é tão fácil”, disse o produtor, que não viu “Star Wars: A Ameaça Fantasma” (1999). Ou viu e confirmou que foi uma decepção. Atualmente em cartaz, “Bumblebee” é o primeiro spin-off dos filmes dos robôs gigantes que viram carros pequenos. E também o primeiro lançamento da franquia a conquistar a crítica, obtendo 93% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Em termos de comparação, o “Transformers” mais bem-avaliado foi o primeiro, com 55% em 2007. O lançamento mais recente, “Transformers: O Último Cavaleiro”, amargou 15% em 2017. O parâmetro das críticas positivas deixa claro que “Bumblebee” representa realmente um grande avanço para a franquia. O problema é que chega após muitos “Transformers” ruins, que eliminaram o interesse do público nos robôs que são carros e também alienígenas. Assim, o filme mais bem-avaliado está se tornando a pior bilheteria da franquia. Orçado em US$ 135M (milhões), fez US$ 70M mundiais em sua primeira semana em cartaz. E tende a dar prejuízo. O que deve fazer com o que os planos de Bonaventura não saiam do papel.

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  • Série

    Estreia de Black Mirror: Bandersnatch revela primeira série live-action interativa da Netflix

    28 de dezembro de 2018 /

    A Netflix finalmente divulgou as primeiras informações sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, disponibilizado nesta sexta (28/12). Mas a esta altura nem precisava, pois o público já deve ter descoberto por conta própria. Conforme apontavam rumores, trata-se da primeira experiência interativa para adultos do serviço de streaming. Ao longo do filme, o espectador é convidado a fazer escolhas para o protagonista da história. As decisões acontecem de forma simples, pela seleção de uma entre duas alternativas que lhe são oferecidas durante várias cenas. Usando toque na tela, mouse ou controle remoto, cada opção leva a trama para um determinado rumo. Elas começam com opções simples, como o que comer no café da manhã, e acabam conduzindo a escolhas éticas, potencializando conflitos aflitivos de quem precisa decidir o destino do personagem. O espectador tem um determinado tempo para decidir. Se optar por não fazê-lo, a história segue um rumo pré-determinado, apresentando sua versão mais simplificada. É possível conduzir o filme à sua conclusão em até 90 minutos. Mas também assisti-lo por 2h30. O recomendado é não recomeçar a vê-lo após o final e sim continuar assistindo mesmo depois dos créditos aparecerem, pois a inteligência artificial do mecanismo interativo oferecerá de novo o longa levando em conta as opções anteriores, para que a história não se repita. Ao todo são cinco finais possíveis e múltiplas variações da história. O resultado é impressionante e deixa para trás as experiências anteriores na criação de uma narrativa interativa. Vale lembrar que a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais, mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Tudo isso se dá no contexto propício de uma trama sobre games interativos dos anos 1980, época em que os jogos de computador de aventuras (choose your own adventure) tinham se tornado muito populares – uma fase que durou até a chegada dos jogos de tiros. No filme, o protagonista vivido por Fionn Whitehead (“Dunkirk”) começa a desenvolver um game chamado “Bandersnatch”, mas o trabalho o leva ao limite de sua capacidade, após ele decidir explorar realidade virtual, tecnologia inexistente na época em que a história se passa. “Bandersnatch” é o nome de uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mas também foi o título de um jogo anunciado em 1984, ano em que se passa o filme. E ele nunca foi lançado. A direção é do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”), que já havia comandando um episódio de “Black Mirror”: “Metalhead” na temporada passada. E há um easter egg do cão-robô daquele capítulo no filme interativo. O elenco ainda destaca Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). Assista abaixo ao trailer disponibilizado na quinta (27/12) do filme de “Black Mirror”, que em nenhum momento avisa se tratar de uma experiência interativo. Segundo Carla Engelbrecht, diretora de inovação de produtos da Netflix, a ideia era realmente fazer segredo. “Percebemos que agir um pouco mais silenciosamente significaria que mais pessoas poderiam tentar dar uma chance à experiência, em vez de ficarem refletindo sobre isso por um tempo”, ela disse à revista The Hollywood Reporter. A tecnologia pode ser inovadora – e será usada em novos projetos interativos da Netflix -, mas a ideia de que segredo é publicidade reprova em qualquer teste científico.

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    Filme de Cavaleiros do Zodíaco com atores reais ganha primeiro pôster

    28 de dezembro de 2018 /

    A empresa japonesa Toei Animation divulgou o primeiro pôster do filme live-action de “Cavaleiros do Zodíaco”. A arte traz apenas a silhueta do protagonista Seiya, sem revelar maiores detalhes. A adaptação da famosa série animada tem direção do polonês Tomasz Baginski, que venceu o Oscar de Melhor Curta Animada por “Katedra” (2002) e se tornou conhecido por criar as introduções do game “The Witcher”. Ele também está envolvido com a adaptação de “The Witcher” na Netflix. Intitulado em inglês “Saint Seiya: Knights of the Zodiac”, a produção será estrelada por atores reais, mas o elenco ainda não foi divulgado. Tampouco há detalhes sobre qual trama será filmada. O mangá original dos “Cavaleiros do Zodíaco” foi criado por Masami Kurumada em 1986, mas a febre mundial se deve à série animada, adaptada de forma bastante fiel pela Toei Animation, e com produção quase simultânea à publicação dos quadrinhos, entre 1986 e 1989. Inspirada na mitologia grega, a trama acompanhava a evolução de um jovem órfão chamado Seiya, que obtém a Armadura de Bronze de Pégaso, uma veste usada pelos guerreiros da deusa grega Atena, conhecidos como Cavaleiros, e a partir daí enfrenta lutas intermináveis. A trama original já inspirou um recente longa animado, “Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário” (2014), que recriou a história de Kurumada por meio de computação gráfica, com direção de Keiichi Sato (diretor do anime de terror “Ashura”). Além disso, a Netflix vai lançar um remake da animação clássica, desta vez produzido com computação gráfica – e algumas mudanças polêmicas – , que estreia 2019, em data a ser definida.

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  • Série

    PEN15: Série adolescente estrelada por mulheres adultas ganha primeiro teaser bizarro

    28 de dezembro de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser de “PEN15”, uma nova série de comédia sobre as dificuldades da adolescência, produzida pela trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone). A série se passa no ano 2000 e traz Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”) como duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que as duas atrizes tem bem mais de 20 anos de idade – mais de 30 no caso de Maya Erskine – , e isto é aparente nas cenas adiantadas, o que resulta em cenas bizarras, já que elas contracenam com crianças de 13 anos de verdade. Além de estrelar, as duas criaram a série, baseando-se em suas próprias experiências juvenis. E, sim, “PEN15” é uma forma juvenil de escrever “penis”. A série estreia em 8 de fevereiro nos Estados Unidos.

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    Miracle Workers: Série de anjos estrelada por Daniel Radcliffe ganha primeiro trailer

    27 de dezembro de 2018 /

    O canal pago TBS divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Miracle Workers”, série passada no Céu, que traz Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) como um anjo idealista determinado a salvar o mundo, a partir do negligenciado departamento das Preces Atendidas. O problema é que só um milagre pode salvar o mundo. Mas o patrão de Daniel, também chamado de Deus, está mais inclinado a abrir um novo restaurante. Ou acabar com a vida na Terra. Não necessariamente nesta ordem. Sem saber o que fazer, caberá ao anjo lutar pela humanidade. O elenco destaca Steve Buscemi (“Boardwalk Empire”) como Deus, além de Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”), Karan Soni (“Deadpool”), Sasha Compere (“he Dead Girls Detective Agency”), Jon Bass (“A Grande Jogada”), além de participações de Angela Kinsey (“The Office”), Tituss Burgess (“The Unbreakable Kimmy Schmidt”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”), Tim Meadows (“Os Goldbergs”) e Chris Parnell (“Goosebumps 2: Halloween Assombrado”). A série é uma criação de Simon Rich, ex-roteirista do humorístico “Saturday Night Live”, que também criou a série de comédia romântica “Man Seeking Woman”. A estreia está marcada para 12 de fevereiro nos Estados Unidos.

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