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  • Filme

    Angelina Jolie ilustra primeiro pôster da continuação de Malévola, que ganhou título oficial e data de estreia

    6 de março de 2019 /

    A Disney divulgou o primeiro pôster da continuação de “Malévola”, que destaca Angelina Jolie e revela o título oficial da produção. A sequência vai se chamar, em inglês, “Maleficent: Mistress of Evil”. O cartaz também revela uma nova data de estreia: 18 de outubro de 2019 nos EUA – ainda sem confirmação no Brasil. A expectativa era que o longa só chegasse aos cinemas em 2020 para evitar o acúmulo de versões live-action de animações da Disney. Com o adiantamento, o estúdio vai lançar mais fábulas que filmes da Marvel em 2019 – além do segundo filme de “Malévola”, chegam ainda este ano “Dumbo”, “O Rei Leão” e “Aladdin”, sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo” em streaming. A produção será a segunda continuação da atual leva de adaptações live-action da Disney. A primeira foi “Alice Através do Espelho”, que fracassou em 2016. O filme original, lançado em 2014, fez mais de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais, ao revisitar o famoso conto de fadas da “Bela Adormecida” sob o ponto de vista da vilã. A trama mostrava que Malévola foi vítima da ganância de um rei inescrupuloso, que cortou suas asas e a abandonou para reinar sobre o sombrio pântano mágico do reino. Além de Jolie de volta ao papel-título, o novo filme também trará Elle Fanning novamente como a princesa Aurora. Já as novidades no elenco ficam por conta de Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A sequência foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”) e a direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”).

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  • Série

    Netflix anuncia minissérie baseada no clássico literário Cem Anos de Solidão

    6 de março de 2019 /

    A Netflix anunciou nesta quarta-feira (6/3) o projeto de uma minissérie baseada no romance “Cem Anos de Solidão”, do escritor colombiano Gabriel García Márquez, uma das obras mais importantes da literatura do século 20. “Isto é real. Isto é mágico. Isto é ‘Cem Anos de Solidão’. A série chega em breve”, anunciou a plataforma nas redes sociais. O anúncio foi acompanhado por um breve vídeo com o título “Bem-vindo a Macondo”. Para quem conhece a obra, a referência é clara. “Cem Anos de Solidão” acompanha, como indica o título, um século da vida de uma família, os Buendía, cujo patriarca fundou a cidade fictícia de Macondo, na Colômbia. A produção da Netflix será a primeira adaptação do romance clássico, publicado em 1967 – há 52 anos – , que já vendeu cerca de 50 milhões de exemplares em todo o mundo, tornando-se uma das obras mais conhecidas de Garcia Márquez, prêmio Nobel de Literatura em 1982 e falecido em 2014. A série será gravada majoritariamente na Colômbia e com produção executiva dos filhos do autor, Rodrigo – que é diretor – e Gonzalo – designer gráfico. “Durante décadas, nosso pai se mostrou reticente em vender os direitos cinematográficos de ‘Cem Anos de Solidão’ porque acreditava que não podia ser feito com as limitações de tempo de um longa-metragem, ou que produzi-lo em um idioma diferente do espanhol não faria justiça a ele”, disse Rodrigo Garcia em comunicado. Ele acrescentou que “na atual era de ouro das séries, com o nível de escrita e direção de talento, a qualidade cinematográfica do conteúdo e a aceitação por parte do público mundial de programas em idiomas estrangeiros, não poderia haver um melhor momento para realizar uma adaptação para a extraordinária audiência global que a Netflix proporciona”. Contratações de roteiristas, diretores e atores ainda não foram feitas, mas o vice-presidente de originais em espanhol da Netflix, Francisco Ramos, garante que a série será feita pelos “maiores talentos da dramaturgia latino-americana”. Ele também destacou que é uma honra para a plataforma produzir a primeira adaptação do romance. “‘Cem Anos de Solidão’ é uma história atemporal e icônica da América Latina que estamos honrados em compartilhar com o mundo”, disse Ramos. “Sabemos que nossos assinantes de todo o mundo adoram ver filmes e séries em espanhol e acreditamos que esta será uma combinação perfeita do projeto com a nossa plataforma”. Netflix has acquired the rights to Gabriel García Márquez’s masterpiece “One Hundred Years of Solitude” and will adapt it into a series. This marks the first and only time in more than 50 years that his family has allowed the project to be adapted for the screen. pic.twitter.com/HUX1miRAJs — See What's Next (@seewhatsnext) March 6, 2019

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  • Filme

    Deixando Neverland registra uma das maiores audiências de documentário da HBO

    6 de março de 2019 /

    Em sua estreia na HBO americana, “Deixando Neverland” (Leaving Neverland) registrou a terceira maior audiência para documentários da emissora nos últimos dez anos. A produção dirigida por Dan Reed traz acusações de abuso sexual contra o cantor Michael Jackson, por meio dos testemunhos de Wade Robson e James Safechuck, que eram crianças na época em que os supostos incidentes aconteceram. O primeiro episódio da produção, exibido no domingo (3/3), atraiu 1,29 milhões de telespectadores ao vivo, enquanto o segundo, exibido na segunda, registrou 927 mil. Os números colocam “Leaving Neverland” atrás apenas de dois documentários da HBO: “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief” (1,7 milhões de espectadores), investigação do diretor Alex Gibney sobre a polêmica religião da Cientologia; e “Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds” (1,6 milhões de espectadores), filme sobre a relação entre a estrela de “Star Wars” e sua mãe. A HBO brasileira vai exibir “Deixando Neverland”, também em duas partes, nos dia 16 e 17 de março.

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  • Filme

    Tyrese Gibson entra no filme dos quadrinhos de Morbius

    5 de março de 2019 /

    Os atores Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 8”) e Jared Harris (séries “Mad Men” e “The Crown”) entraram no elenco de “Morbius”, vilão do universo do Homem-Aranha. Eles se juntaram a Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”) e Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”), anteriormente anunciados. Entretanto, seus personagens não foram divulgados. O único papel revelado até o momento é o de Leto, que vive o protagonista. Criado por Roy Thomas e Gil Kane nos quadrinhos do Aranha em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Após se destacar como vilão do Homem-Aranha, Morbius chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhou filme. O roteiro é da dupla Burk Sharpless e Matt Sazama (do infame “Os Deuses do Egito”) e a direção está a cargo do sueco Daniel Espinosa (“Vida”). A estreia de “Morbius” foi marcada para 31 de julho de 2020 nos Estados Unidos.

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    Hello Kitty vai ganhar seu primeiro filme de Hollywood

    5 de março de 2019 /

    O estúdio New Line, que faz parte do conglomerado WarnerMedia, adquiriu os direitos para produzir o primeiro filme americano de “Hello Kitty”, a gatinha criada por Yuko Shimizu em 1974, que deu origem ao boom do gênero kawaii, uma subcultura de personagens fofinhas japonesas, explorada em marketing e merchandising extensos. Apesar de inúmeras propostas para desenvolver produções americanas com “Hello Kitty”, a Sanrio, empresa que explora a personagem em videogames, animações, roupas, almofadas, etc vinha resistindo aos apelos de Hollywood por quatro décadas. O acordo, curiosamente, foi fechado com um estúdio mais conhecido por seus filmes de terror, como “Invocação do Mal” e seus derivados e “It – A Coisa”. Em comunicado, Shintaro Tsuji, fundador da Sanrio, se disse satisfeito pela personagem mais popular de sua grife chegar a Hollywood. E, pelo que ele deu a entender, não chegará sozinha, levando outros bichinhos da empresa a reboque. “Estou extremamente satisfeito pelo fato da Hello Kitty e outros personagens populares da Sanrio estarem fazendo sua estreia em Hollywood”, ele afirmou. “A Hello Kitty tem sido um símbolo de amizade e esperamos que este filme sirva para cultivar esse círculo de amizade em todo o mundo”. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para o filme.

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    Vida de Rock Hudson vai virar filme do diretor de Com Amor, Simon

    5 de março de 2019 /

    A Universal vai produzir uma cinebiografia do ator Rock Hudson e abriu negociações com o roteirista Richard LaGravanese (“Invencível”) para assinar o roteiro. A trama será baseada na biografia do ator escrita por Mark Griffin, “All That Heaven”, e já tem diretor. Mais conhecido como megaprodutor de séries, Greg Berlanti vai comandar as filmagens. Ele é produtor da maioria das séries de super-heróis em exibição na TV americana, mas encontra tempo para filmar longas eventuais, como “Com Amor, Simon” no ano passado. O filme vai mostrar como o galã das comédias românticas da Universal, indicado ao Oscar por “Assim Caminha a Humanidade” (1956), era forçado a se passar por um símbolo sexual heterossexual, com medo de ser exposto como gay e encerrar sua ilustre carreira de cinema. Sem nunca ter se assumido gay, Hudson foi diagnosticado com HIV em 1984, e ainda negou rumores de que tinha AIDS até a morte. De Aids, em outubro de 1985, aos 59 anos. LaGravanese já escreveu sobre outro famoso astro gay de Hollywood, em “Minha Vida com Liberace” (2013). Na ocasião, nenhum estúdio quis produzir o filme, que foi parar na HBO e venceu diversos prêmios de melhor produção de TV do ano. Desde então, o sucesso da cinebiografia de Freddie Mercury, “Bohemian Rhapsody”, mudou o humor de Hollywood sobre o tema, ao demonstrar que o público quer saber mais sobre a vida dos ídolos, inclusive o que eles tentaram esconder no armário.

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    Vilão de Lost viverá agente do Mal em piloto dos criadores de Good Wife

    5 de março de 2019 /

    O ator Michael Emerson, conhecido por seus papéis em “Lost” e “Pessoa de Interesse” (Person of Interest), entrou no piloto de “Evil”, novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off, “The Good Fight”. A série vai acompanhar um padre, que se junta a uma psicóloga cética e um trabalhador braçal para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências estranhas. Emerson desempenhará o papel de Townsend, especialista da defesa em um caso de assassinato em massa que pode ser um agente do Mal. Já o trio protagonista tem dois papéis definidos. A atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) viverá a psicóloga e Mike Colter (o “Luke Cage”) viverá o padre. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela série CBS. Ele precisará ser aprovado para “Evil” virar série.

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    Superstore é renovada para a 5ª temporada

    5 de março de 2019 /

    A rede americana NBC anunciou a renovação de “Superstore”, série de comédia estrelada por America Ferrera (série “Ugly Betty”), para sua 5ª temporada. “Semana após semana, Justin Spitzer, nossos incríveis escritores e elenco e equipe entregam com maestria uma comédia que não apenas nos faz rir, mas fala sobre as questões importantes da atualidade”, disseram os co-presidentes da NBC Lisa Katz e Tracey Pakosta no comunicado da renovação. Criada por Justin Spitzer (produtor da série “The Office”), “Superstore” é, como “The Office”, uma sitcom de ambiente de trabalho. A trama acompanha funcionários variados de uma grande loja americana, que vende de tudo e precisa lidar com um cotidiano repleto de emoções – desde raivosos caçadores de promoções, vendas que causam motins e sessões de treinamento intermináveis. O elenco inclui ainda Ben Feldman (série “Silicon Valley”), Mark McKinney (série “Man Seeking Woman”), Lauren Ash (série “Super Fun Night”), Colton Dunn (série “Key and Peele”), Nichole Bloom (série “Shameless”) e Nico Santos (“Segurança de Shopping 2”). “Superstore” está atualmente em hiato e retorna em na quinta (7/3) para a parte final de sua 4ª temporada nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Bruxas formam um exército no primeiro teaser da série Motherland: Fort Salem

    5 de março de 2019 /

    O canal pago americano Freeform divulgou o primeiro teaser de “Motherland: Fort Salem”, série sobre um exército de bruxas. A prévia destaca o aspecto militar e patriótico da organização feminina. A 1ª temporada de 10 episódios se passa em uma realidade alternativa, onde as bruxas concordaram em lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”), a série vai seguir três jovens desde seu treinamento básico em magia de combate até sua ida assustadora e emocionante para a guerra. Neste mundo, os papéis tradicionais de gênero e poder são invertidos, com as mulheres na linha de frente, enfrentando a luta iminente e as ameaças terroristas que são notavelmente familiares ao nosso mundo, mas com táticas e armas sobrenaturais”. O elenco destaca Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”), Amalia Holm (“Alena”) e Demetria McKinney (“Saints & Sinners”). A série tem produção do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do diretor Adam McKay (“Vice”) e ainda não há previsão de estreia.

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    Michael Sheen vai viver serial killer em piloto do criador de Chuck

    5 de março de 2019 /

    O ator Michael Sheen, protagonista da série “Masters of Sex”, vai viver um pai de família exemplar, que também é um serial killer, no piloto de “Prodigal Son”, uma nova série criminal em desenvolvimento para a rede americana Fox. O personagem de Sheen, Martin Whitly, era um devotado pai de família e cirurgião cardíaco bem-sucedido, que foi parar na prisão por assassinar brutalmente mais de 20 pessoas, tornando-se conhecido na mídia como O Cirurgião. A série, porém, vai girar em torno de seu filho, que ainda não teve intérprete escalado. O psicólogo forense chamado Malcolm Bright é contratado como consultor da polícia de Nova York para ajudar a prender assassinos, porque sabe como eles pensam, já que é filho do Cirurgião. Além dos casos da semana, a série vai se focar no relacionamento da família do Cirurgião. Não apenas no desconforto das visitas do filho ao pai preso, mas também acompanhará a mãe manipuladora e a irmã aparentemente normal demais. Embora o papel principal ainda não esteja definido, o elenco já conta também com Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”) e Frank Harts (“The Path”). O piloto foi desenvolvido por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception” na temporada passada. A direção está a cargo de Lee Toland Krieger, responsável pelos pilotos de “Riverdale”, “Você”, “Deadly Class” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”. E, para completar, a produção é do ubíquo Greg Berlanti, o produtor com mais séries simultâneas no ar. Para o portfólio de Berlanti aumentar ainda mais, a Fox precisa aprovar o piloto e encomendar a 1ª temporada de “Prodigal Son”.

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    Ator de Grimm vai estrelar piloto da série baseada em O Colecionador de Ossos

    5 de março de 2019 /

    A produção do piloto de “Lincoln”, que pretende adaptar o livro/filme “O Colecionador de Ossos” como série, definiu seu protagonista. O ator Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) vai interpretar o papel-título no projeto, desenvolvido para a rede americana NBC. O projeto é baseado no livro do escritor Jeffery Deaver, publicado em 1997, que já ganhou até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada no ano passado. Todas centram-se no personagem de Lincoln Rhyme, que será vivido por Hornsby na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. O personagem já foi interpretado por Denzel Washington no cinema, numa adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) e coestrelada por Angelina Jolie, no papel de Amelia. Entretanto, essa adaptação foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. Agora, os personagens de Deaver vão ganhar série com roteiro de VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos nos pilotos de “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. Bianculli também escreve e produz a série “SWAT”. O fato de Hornsby entrar no projeto reflete as baixas expectativas de sua nova série, “Proven Innocent”, que estreou no mês passado na Fox com audiência de cancelamento. O piloto de “Lincoln” ainda precisará agradar aos executivos da NBC para virar série.

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    Série animada do Ultraman ganha novo trailer legendado

    5 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado da nova série animada de “Ultraman”, que é continuação do programa clássico do “super-herói” japonês dos anos 1960. A prévia apresenta a nova versão do herói, seu principal inimigo e os coadjuvantes da trama. Fenômeno internacional, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados brigando. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. A prévia da Netflix, que apresenta personagens dizendo que Ultraman não é só um, serve de alegoria para a profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que leva a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo ao seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, com direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A estreia está marcada para 1 de abril em streaming

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    Novos – e provavelmente últimos – episódios de Arrested Development ganham trailer

    5 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer dos últimos episódios de “Arrested Development”, com um hiato escandaloso. A segunda metade da 5ª temporada da série será exibida dez meses após o lançamento da primeira parte. A palavra “escandaloso” não é fortuita. O grande espaçamento reflete uma tentativa de se distanciar dos problemas envolvendo Jeffrey Tambor, intérprete do trambiqueiro patriarca da família Bluth. O ator não só foi demitido de “Transparent”, na Amazon, como ainda foi acusado de tumultuar as gravações da série da Netflix. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica nos bastidores da nova temporada da atração. Originalmente exibida de 2003 a 2006 na rede americana Fox, “Arrested Development” consagrou-se como uma das séries de comédia mais elogiadas pela crítica na década passada. Mesmo assim – e com um elenco de primeira – nunca conquistou grande audiência. Na verdade, a Fox ensaiou cancelá-la desde o final da 1ª temporada, mas os prêmios do Emmy e Globo de Ouro a mantiveram no ar por três anos. Fora do ar, virou cult. E acabou resgatada pela Netflix para uma 4ª temporada em 2013, seis anos após a exibição de seu último episódio na TV aberta americana. O começo da 5ª temporada, por sua vez, chegou ao streaming após novo hiato de cinco anos. E agora o final se aproxima após mais um ano de “desenvolvimento arrastado”. Os novos episódios deve concluir a história de Michael Bluth (Jason Bateman), seu filho George Michael (Michael Cera), dos pais George Bluth Sr. (Jeffrey Tambor) e Lucille (Jessica Walter), dos irmãos George Oscar Bluth II (Will Arnett), Buster Bluth (Tony Hale) e Lindsay Funke (Portia de Rossi), do cunhado Tobias (David Cross) e da sobrinha Maeby (Alia Shawkat). Eles chegam ao streaming em 15 de março.

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