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    “Minha Irmã e Eu” chega a 2 milhões de espectadores

    5 de fevereiro de 2024 /

    A comédia “Minha Irmã e Eu”, estrelada por Tatá Werneck e Ingrid Guimarães, atingiu 2 milhões de espectadores nesta segunda-feira (5/2), aumentando seu sucesso como a maior bilheteria do cinema brasileiro desde a pandemia. Mesmo lançado no último fim de semana de 2023, o novo filme da diretora Susana Garcia também quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia do ano passado. Fez mais que o dobro do filme que, até a véspera, detinha o título de maior abertura nacional do ano: “Mussum, O Filmis”, com cerca de R$ 2 milhões de faturamento. O longa ainda foi a primeira produção nacional a levar mais de 1 milhão de pessoas ao cinema desde “Minha Mãe é uma Peça 3”, lançado em 2019. No mesmo ano, Jair Bolsonaro assumiu o governo e criou diversos entraves para a produção e distribuição de filmes nacionais, incluindo omissão na renovação da “lei de cotas”, que tornava sucessos com mais de 1 milhão de ingressos vendidos comuns no período anterior.   “Boicote” Vale lembrar que “Minha Irmã e Eu” foi alvo de “boicote” nos cinemas. Bolsonaristas miraram principalmente em Tatá Werneck para “tirar o sono dessa lulista”, conforme descrição de Samantha Cavalca num post sobre a atriz no X. Ela é a grande incentivadora nas redes sociais de todos os boicotes que fracassaram no ano passado. Os alvos são sempre artistas que apoiaram a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. O filme visado anteriormente, “Ó Pai, Ó 2”, com o “lulista” Lázaro Ramos, tornou-se a maior bilheteria de cinema do Nordeste em todos os tempos. Como Lázaro também faz participação na nova comédia, o boicote tinha “que ser forte”.   Nosso Lar 2 No momento em que “Minha Irmã e Eu” atinge 2 milhões, “Nosso Lar 2 — Os Mensageiros” chega à marca 1 milhão de espectadores, atingida no final de semana com apenas 14 dias em cartaz. O filme espírita dirigido por Wagner de Assis liderou as bilheterias em sua estreia na semana passada, e em seus primeiros quatro dias superou o total de espectadores do filme brasileiro mais visto no ano passado, “Nosso Sonho”. Por coincidência, isso aconteceu logo após a notícia da promulgação da nova lei de cotas para filmes nacionais nos cinemas, pelo governo Lula. “Nosso Lar 2” também teve a 6ª maior abertura nacional desde 2002 – quando começou a contabilização da Comscore no Brasil. Entre os lançamentos nacionais, só foi superado por grandes sucessos como “Minha Mãe é uma Peça 3”, “Nada a Perder” e “Os Dez Mandamentos”, que lideram o ranking de maiores aberturas do país. O sucesso da nova adaptação da obra de Chico Xavier ecoa o legado de seu antecessor, que em 2010 levou 4 milhões de pessoas aos cinemas, ficando atrás apenas de “Tropa de Elite 2” em termos de audiência. A continuação agora se destaca não apenas pela sua recepção pelo público, mas também pelo seu impacto significativo no cenário cinematográfico nacional, marcando com “Minha Irmã e Eu” uma retomada expressiva para o cinema brasileiro. Neste final de semana, “Nosso Lar 2” ficou em 2º lugar, desbancado do topo do ranking pela comédia americana “Todos Menos Você”. O filme brasileiro teve renda de R$ 5,19 milhões e público de 231 mil espectadores. Mas “Minha Irmã e Eu” também segue no Top 5, ocupando a 5ª colocação entre os títulos mais assistidos do país.

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  • Música

    Aston Barrett, baixista de Bob Marley, morre aos 77 anos

    5 de fevereiro de 2024 /

    Aston Barrett, lenda do reggae conhecido como “Family Man”, morreu no sábado passado (3/2) em Miami, na Flórida (EUA), aos 77 anos. Seu filho, Aston Barrett Jr., compartilhou a notícia, revelando que o músico enfrentava uma longa batalha de saúde. Nascido em 1946, em Kingston, Jamaica, Barrett ficou conhecido por sua habilidade autodidata e por construir seu primeiro baixo do zero, de forma caseira. Um inovador no instrumento, ele criou um novo conceito de tocar baixo. “Era o meu destino”, afirmou no documentário “Bass Player” de 2007. A lenda começou nos Upsetters, a banda liderada por Lee “Scratch” Perry, uma das figuras mais inovadoras da música jamaicana. Ele se juntou a Perry com o irmão baterista Carlton Barret no final dos anos 1960, período que se tornou crucial para o reggae, pois sob a tutela de Perry, os Upsetters foram fundamentais no desenvolvimento do dub e em outras experimentações sonoras que definiram o gênero – baseadas principalmente no som do baixo.   Ascensão com os Wailers Após sua experiência com os Upsetters, os irmãos Barrett juntaram-se a Bob Marley e os Wailers em 1974, tornando-se peças centrais na banda. A habilidade e encaixe sonoro dos irmãos contribuiu para o som distinto dos Wailers e ajudou a elevar o reggae a uma audiência global. O cantor do UB40, Ali Campbell, chegou a dizer que antes havia o ska e o rocksteady, até que os irmãos Barrett inventaram o reggae nos Wailers. O estilo distinto de Barrett ao tocar baixo, descrito como a “espinha dorsal” das músicas de Marley, foi fundamental para clássicos como “No Woman, No Cry” e “Jamming”. Mas Barrett não só tocou, ele também atuou como co-produtor em vários álbuns da banda, permanecendo um membro vital até a morte do cantor, em 1981. Além de seu trabalho com Bob Marley, o baixista contribuiu para álbuns de outras ícones do reggae como Peter Tosh, Burning Spear, King Tubby e Bunny Wailer, e foi bastante reconhecido por sua contribuição à história da música, recebendo prêmios da Bass Player Magazine e sendo homenageado como um dos “20 baixistas lendários que formaram o som do baixo elétrico”. Ele também foi mentor de Robbie Shakespeare e outros músicos, influenciando gerações com sua técnica. Seu legado continua até hoje a ser um ponto de referência no reggae e além.   O homem de família A vida pessoal de Barrett foi igualmente marcante. Ele começou a se chamar “Family Man” devido ao papel de paizão e líder da banda de Bob Marley, mas o nome acabou pegando mesmo pela quantidade de filhos que produziu. Aston Barrett foi pai de mais de 40 crianças. Sua morte aconteceu a menos de duas semanas da estreia da cinebiografia “Bob Marley: One Love”, onde seu papel como baixista e líder da banda de Bob Marley é destacado. No filme, o artista é interpretado por seu filho, Aston Barrett Jr, que tocou baixo na banda de Julian Marley e hoje é baterista da atual formação dos Wailers. A estreia acontece em 15 de fevereiro no Brasil.

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  • Música

    Taylor Swift faz história no Grammy das mulheres

    5 de fevereiro de 2024 /

    Taylor Swift alcançou um marco histórico no Grammy 2024, tornando-se a artista com o maior número de vitórias na categoria Álbum do Ano. Com o triunfo de “Midnights”, ela passou a acumular quatro troféus na categoria principal, superando ícones como Frank Sinatra, Paul Simon e Stevie Wonder, que detinham três vitórias cada. “Midnights” também rendeu a Swift o prêmio de Melhor Álbum Vocal Pop, durante o qual ela aproveitou para anunciar seu próximo projeto. Em seu discurso de aceitação, Swift revelou o título e a data de lançamento de seu 11º álbum de estúdio, “The Tortured Poets Department”, que chega em 19 de abril. A artista expressou sua gratidão, destacando o papel crucial dos fãs e parceiros musicais na conquista dos prêmios – que já somam 14 estatuetas do Grammy, ao todo. A conquista de Taylor Swift coroou um Grammy 2024 marcado pela predominância feminina, com diversas artistas levando troféus importantes para casa. Além da grande vencedora, os principais destaques foram Miley Cyrus, Billie Eilish, SZA, boygenius e Victoria Monét.   A premiação feminina Miley conquistou o reconhecimento da Academia da Gravação com “Flowers” nas categorias de Melhor Performance Solo Pop e Gravação do Ano, considerada o segundo troféu principal da noite. Antes disso, apesar de ter recebido diversas indicações ao longo de sua carreira, ela nunca havia vencido um troféu do Grammy. Billie Eilish venceu outra categoria importante, Canção do Ano, além de Melhor Música em Obra Audiovisual, ambos conquistados por “What Was I Made For?”, da trilha sonora do filme “Barbie” – que ainda concorre ao Oscar 2024. SZA, que liderou as indicações do Grammy 2024 com nove nomeações, conquistou três prêmios: Melhor Canção de R&B com “Snooze”, Melhor Performance de Duo/Grupo Pop com “Ghost In The Machine” em colaboração com Phoebe Bridgers, e Melhor Álbum de R&B Progressivo com “SOS”. O trio feminino boygenius também recebeu seus primeiros prêmios Grammy, e três de uma vez: Melhor Performance de Rock e Melhor Música de Rock com “Not Strong Enough”, além de Melhor Álbum de Música Alternativa com seu disco “The Record” . Victoria Monét foi eleita Revelação do Ano e ainda venceu Melhor Álbum de R&B e Melhor Engenharia de Som pelo disco “Jaguar II”. Mulheres ainda se destacaram em categorias normalmente reservadas a homens. Karol G foi premiada com o Melhor Álbum de Música Urbana com “Mañana Será Bonito”, Kylie Minogue levou Melhor Gravação Pop de Dance, “Padam Padam”, Coco Jones faturou Melhor Performance de R&B por “ICU”, Meshell Ndegeocello ganhou Melhor Álbum de Jazz Alternativo por “The Omnichord Real Book”, Samara Joy venceu Melhor Performance de Jazz com “Tight”, Lainey Wilson com Melhor Álbum Country por “Bell Bottom Country”, Gabi Moreno com o Melhor Álbum de Pop Latino por “X Mí (Vol. 1)”, Laufey com o Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional por “Bewitched”, etc Para completar, o disco do filme “Barbie”, com faixas gravadas por mulheres, foi a Melhor Trilha Sonora, e a banda Paramore, liderada pela vocalista Hayley Williams, foi reconhecida com os troféus de Melhor Álbum de Rock e Melhor Performance de Música Alternativa pelo disco “This is Why”. Entre os artistas masculinas, o maior destaque ficou com os Beatles, que levaram para casa seu primeiro Grammy em quase 30 anos: Melhor Clipe por “I’m Only Sleeping”. O grupo tinha vencido pela última vez na 39ª cerimônia de premiação em 1997, com outro lançamento feito após a morte de John Lennon. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do Grammy 2024. ÁLBUM DO ANO “Midnights”, Taylor Swift GRAVAÇÃO DO ANO “Flowers”, Miley Cyrus CANÇÃO DO ANO “What Was I Made For?”, Billie Eilish REVELAÇÃO DO ANO Victoria Monét COMPOSITOR DO ANO Theron Thomas PRODUTOR DO ANO Jack Antonoff MELHOR PERFORMANCE POP SOLO “Flowers”, Miley Cyrus MELHOR PERFORMANCE POP EM DUPLA OU GRUPO “Ghost in the Machine”, SZA e Phoebe Bridgers MELHOR ÁLBUM POP VOCAL “Midnights”, Taylor Swift MELHOR ÁLBUM POP VOCAL TRADICIONAL “Bewitched”, Laufey MELHOR GRAVAÇÃO DE POP DANCE “Padam Padam”, Kylie Minogue MELHOR GRAVAÇÃO DANCE/ELETRÔNICA “Rumble”, Skrillex, Fred again.. e Flowdan MELHOR ÁLBUM DANCE/ELETRÔNICA “Actual Life 3 (January 1 – September 9 2022)”, Fred again.. MELHOR PERFORMANCE DE ROCK “Not Strong Enough”, boygenius MELHOR ÁLBUM DE ROCK “This is Why”, Paramore MELHOR MÚSICA DE ROCK “Not Strong Enough”, boygenius MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA ALTERNATIVA “This Is Why”, Paramore MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ALTERNATIVA “The Record”, boygenius MELHOR PERFORMANCE DE METAL “72 Seasons,” Metallica MELHOR PERFORMANCE DE R&B “ICU”, Coco Jones MELHOR PERFORMANCE DE R&B TRADICIONAL “Good Morning”, PJ Morton feat Susan Carol MELHOR MÚSICA DE R&B “Snooze”, SZA MELHOR ÁLBUM DE R&B PROGRESSIVO “SOS”, SZA MELHOR ÁLBUM DE R&B “Jaguar II”, Victoria Monét MELHOR PERFORMANCE DE RAP “Scientists & Engineers”, Killer Mike featuring André 3000, Future and Eryn Allen Kane MELHOR PERFORMANCE DE RAP MELÓDICO “All My Life”, Lil Durk e J. Cole MELHOR MÚSICA DE RAP “Scientists & Engineers,” Killer Mike feat André 3000, Future e Eryn Allen Kane MELHOR ÁLBUM DE RAP “Michael”, Killer Mike MELHOR ÁLBUM DE REGGAE “Colors of Royal”, Julian Marley and Antaeus MELHOR ÁLBUM DE POP LATINO “X Mí (Vol. 1)”, Gaby Moreno MELHOR ÁLBUM LATINO DE ROCK OU ALTERNATIVO “Vida Cotidiana”, Juanes “De Todas Las Flores”, Natalia Lafourcade MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA URBANA “Mañana Será Bonito”, Karol G MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA MEXICANA (INCLUINDO TEJANO) “Génesis”, Peso Pluma MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA TROPICAL LATINA “Siembra: 45º Aniversario (En Vivo en el Coliseo de Puerto Rico, 14 de Maio 2022)”, Rubén Blades Con Roberto Delgado & Orquesta MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA GLOBAL “Pashto”, Béla Fleck, Edgar Meyer & Zakir Hussain Featuring Rakesh Chaurasia MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA GLOBAL “This Moment”, Shakti MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA AFRICANA “Water”, Tyla MELHOR PERFORMANCE COUNTRY SOLO “White Horse”, Chris Stapleton MELHOR PERFORMANCE COUNTRY EM DUPLA OU GRUPO “I Remember Everything”, Zach Bryan feat Kacey Musgraves MELHOR MÚSICA DE COUNTRY “White Horse”, Chris Stapleton MELHOR ÁLBUM DE COUNTRY “Bell Bottom Country”, Lainey Wilson MELHOR ÁLBUM FOLK “Joni Mitchell at Newport (Live)”, Joni Mitchell MELHOR MÚSICA REGIONAL ROOTS “New Beginnings”, Buckwheat Zydeco Jr. & The Legendary Ils Sont Partis Band “Live: Orpheum Theater Nola”, Lost Bayou Ramblers & Louisiana Philharmonic Orchestra MELHOR PERFORMANCE DE AMERICANA “Eve Was Black”, Allison Russell MELHOR CANÇÃO DE AMERICAN ROOTS “Cast Iron Skillet”, Jason Isbell and the 400 Unit MELHOR ÁLBUM DE AMERICANA “Weathervanes”, Jason Isbell and the 400 Unit MELHOR ÁLBUM DE BLUEGRASS “City of Gold”, Molly Tuttle & Golden Highway MELHOR ÁLBUM DE BLUES “All My Love For You”, Bobby Rush MELHOR PERFORMANCE DE JAZZ “Tight”, Samara Joy MELHOR ÁLBUM DE JAZZ VOCAL “How Love Begins”, Nicole Zuraitis MELHOR ÁLBUM DE JAZZ INSTRUMENTAL “The Winds Of Change”, Billy Childs MELHOR ÁLBUM DE GRANDE ENSEMBLE DE JAZZ “Basie Swings The Blues”, The Count Basie Orchestra Directed By Scotty Barnhart MELHOR ÁLBUM DE JAZZ ALTERNATIVO “The Omnichord Real Book”, Meshell Ndegeocello MELHOR ÁLBUM DE JAZZ LATINO “El Arte Del Bolero Vol. 2”, Miguel Zenón e Luis Perdomo MELHOR PERFORMANCE DE JAZZ LATINO “El Arte Del Bolero Vol. 2”, Miguel Zenón & Luis Perdomo MELHOR ÁLBUM DE PALAVRA FALADA EM POESIA “The Light Inside”, J. Ivy MELHOR ÁLBUM INSTRUMENTAL CONTEMPORÂNEO “As We Speak”, Béla Fleck, Zakir Hussain, Edgar Meyer, Featuring Rakesh Chaurasia MELHOR ÁLBUM DE TEATRO MUSICAL “Some Like It Hot” MELHOR PERFORMANCE/CANÇÃO DE GOSPEL “All Things”, Kirk Franklin MELHOR PERFORMANCE/CANÇÃO DE MÚSICA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA “Your Power”, Lecrae & Tasha Cobbs Leonard MELHOR ÁLBUM DE GOSPEL “All Things New: Live In Orlando”, Tye Tribbett MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA CRISTÃ CONTEMPORÂNEA “Church Clothes 4”, Lecrae MELHOR ÁLBUM DE GOSPEL ROOTS “Echoes Of The South”, Blind Boys Of Alabama MELHOR CLIPE “I’m Only Sleeping”, The Beatles MELHOR FILME MUSICAL “Moonage Daydream”, David Bowie MELHOR CANÇÃO PARA OBRA AUDIOVISUAL “What Was I Made For?”, Billie Eilish, da trilha de “Barbie” MELHOR TRILHA SONORA COMPILADA PARA MÍDIA VISUAL “Barbie: The Album” (Vários Artistas) MELHOR TRILHA SONORA PARA MÍDIA VISUAL (INCLUI FILME E TELEVISÃO) “Oppenheimer”, Ludwig Göransson MELHOR TRILHA SONORA PARA VIDEOGAMES E OUTRAS MÍDIAS INTERATIVAS “Star Wars Jedi: Survivor”, Stephen Barton & Gordy Haab, compositores MELHOR ÁLBUM DE COMÉDIA “What’s in a Name?”, Dave Chappelle MELHOR ÁLBUM DE ÁUDIOBOOK, NARRAÇÃO E GRAVAÇÃO DE STORYTELLING “The Light We Carry: Overcoming In Uncertain Times”, Michelle Obama MELHOR ÁLBUM HISTÓRICO “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHOR EMBALAGEM DE GRAVAÇÃO “Stumpwork”, Dry Cleaning MELHOR EMBALAGEM DE EDIÇÃO LIMITADA OU ESPECIAL “For The Birds: The Birdsong Project”, Vários Artistas MELHOR BOX OU LANÇAMENTO EM EMBALAGEM ESPECIAL “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHORES NOTAS EM ÁLBUM “Written In Their Soul: The Stax Songwriter Demos”, Vários Artistas MELHOR ENGENHARIA DE SOM, ÁLBUM NÃO CLÁSSICO “JAGUAR II”, Victoria Monét MELHOR ENGENHARIA DE SOM, ÁLBUM CLÁSSICO “Contemporary American Composers”, Riccardo Muti & Chicago Symphony Orchestra PRODUTOR DO ANO, CLÁSSICO Elaine Martone MELHOR GRAVAÇÃO REMIXADA “Wagging Tongue (Wet Leg Remix)”, Depeche Mode MELHOR ÁLBUM DE ÁUDIO IMERSIVO “The Diary Of Alicia Keys”, Alicia Keys MELHOR COMPOSIÇÃO INSTRUMENTAL “Helena’s Theme”, John Williams MELHOR ARRANJO INSTRUMENTAL OU A CAPELLA “Folsom Prison Blues”, The String Revolution Featuring Tommy Emmanuel MELHOR ARRANJO, INSTRUMENTOS E VOCAIS In The Wee Small Hours Of The Morning”, säje Featuring Jacob Collier MELHOR PERFORMANCE ORQUESTRAL “Adès: Dante”, Los Angeles Philharmonic MELHOR GRAVAÇÃO DE ÓPERA “Blanchard: Champion”, The Metropolitan Opera Orchestra; The Metropolitan Opera Chorus MELHOR PERFORMANCE CORAL “Saariaho: Reconnaissance”, Uusinta Ensemble; Helsinki Chamber Choir MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA DE CÂMARA/PEQUENO ENSEMBLE “Rough Magic”, Roomful Of Teeth MELHOR SOLO INSTRUMENTAL CLÁSSICO “The American Project”, Yuja Wang; Teddy Abrams, regente (Louisville Orchestra) MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA CLÁSSICA COM SOLO VOCAL Walking In The Dark, Julia Bullock, solista; Christian Reif, regente (Philharmonia Orchestra) MELHOR COMPILAÇÃO DE MÚSICA CLÁSSICA “Passion For Bach and Coltrane” MELHOR COMPOSIÇÃO CLÁSSICA CONTEMPORÂNEA “Montgomery: Rounds” MELHOR ÁLBUM NEW AGE, AMBIENTAL OU DE CANTO “So She Howls”, Carla Patullo com Tonality e The Scorchio Quartet MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA INFANTIL “We Grow Together Preschool Songs”, 123 Andrés

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  • Filme

    Bilheteria | “Argylle – O Superespião” é fracasso de público e crítica

    4 de fevereiro de 2024 /

    A comédia de ação “Argylle – O Superespião” implodiu nas bilheterias norte-americanas. A produção de alto orçamento dirigida por Matthew Vaughn (da franquia “Kingsman”) arrecadou apenas US$ 18 milhões em sua estreia em 3.605 cinemas. O filme, que teve um custo de produção entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões, também fracassou no mercado internacional, onde arrecadou US$ 17,3 milhões em 78 países, totalizando uma abertura global de US$ 35,3 milhões. Apesar dos números baixos, a superprodução conseguiu liderar as bilheterias no fim de semana devido à falta de concorrência significativa. Entretanto, foi massacrado por público e crítica, com 35% de aprovação pela imprensa, segundo o Rotten Tomatoes, e nota C+ na avaliação do CinemaScore, pesquisa feita com os espectadores na saída dos cinemas dos EUA. “Argylle” foi o terceiro lançamento cinematográfico convencional da Apple nos últimos meses, seguindo os passos de “Assassinos da Lua das Flores” de Martin Scorsese e “Napoleão” de Ridley Scott, todos com orçamentos superiores a US$ 200 milhões e todos fracassos de bilheteria. Apenas “Assassinos da Lua das Flores” agradou a crítica, obtendo 10 indicações ao Oscar – mas arrecadou apenas US$ 157,6 milhões globalmente.   O resto do Top 5 Além de “Argylle”, os cinemas dos Estados Unidos registraram a estreia de uma edição especial da série “The Chosen”, que exibiu os três primeiros episódios da 4ª temporada no circuito cinematográfico. A iniciativa surpreendeu ao ocupar o 2º lugar nas bilheterias, com US$ 6,1 milhões de 2.260 telas. Em 3º lugar ficou “Beekeeper – Rede de Vingança”, que continua a apresentar um bom desempenho em sua quarta semana de projeção. O thriller de ação estrelado por Jason Statham arrecadou US$ 5,3 milhões, elevando seu total doméstico para US$ 49,4 milhões. Mas é internacionalmente que tem se saído melhor, com uma arrecadação de US$ 73,1 milhões, que totaliza US$ 122,5 milhões mundiais. “Wonka” ficou em 4º lugar, mesmo estando em sua oitava semana de exibição. O filme adicionou US$ 4,7 milhões e superou os US$ 200 milhões domésticos. Globalmente, o musical estrelado por Thimotée Chalamet já acumula impressionantes US$ 571,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da temporada de final de ano. Fechando o Top 5, “Patos!” arrecadou US$ 4,2 milhões em sua sétima semana em cartaz. A animação tem apresentado um desempenho consistente nas bilheterias norte-americanas, totalizando US$ 106,2 milhões. No cenário global, alcançou US$ 210 milhões, um resultado respeitável considerando seu orçamento de produção de US$ 70 milhões. O filme tem se beneficiado de uma estadia prolongada nos cinemas, garantindo rentabilidade em sua exibição teatral.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | ARGYLLE – O SUPERESPIÃO   2 | THE CHOSEN 4   3 | BEEKEEPER – REDE DE VINGANÇA   4 | WONKA   5 | PATOS!

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  • Música

    O que esperar do Grammy 2024 neste domingo

    4 de fevereiro de 2024 /

    A premiação do Grammy 2024 vai acontecer na noite deste domingo (4/2) com transmissão ao vivo desde o tapete vermelho a partir das 21h30 no canal pago TNT e na plataforma HBO Max. A cerimônia deste ano se destaca não apenas pela celebração dos feitos musicais de 2023, mas também pelo potencial de marcar a História, especialmente para as artistas femininas, com SZA à frente. Com nove indicações, SZA se posiciona como a artista de maior destaque, refletindo o sucesso extraordinário de seu álbum “SOS”. As nomeações de SZA abrangem categorias de prestígio como Álbum do Ano, Gravação do Ano e Música do Ano para “Kill Bill”, além de categorias como pop, rap melódico, R&B progressivo e tradicional, ilustrando sua versatilidade e impacto no cenário musical atual. Caso SZA vença a categoria de Álbum do Ano, será a primeira vez que uma artista negra receberá esse troféu no século 21. A última vez que uma cantora negra levou o Grammy de Álbum do Ano foi com Lauryn Hill, em 1999. A controvérsia em torno do Grammy e a representatividade racial é tão grande que a vitória de Harry Styles sobre Beyoncé no ano passado gerou discussões acaloradas nas redes sociais sobre as escolhas da Academia de Gravação e o reconhecimento de artistas negros. Taylor Swift também pode fazer história se vencer a categoria Álbum do Ano. Com um triunfo do disco “Midnights”, ela passaria a acumular quatro troféus na categoria principal, superando ícones como Frank Sinatra, Paul Simon e Stevie Wonder, que possuem três vitórias cada.   Grammy das mulheres Outros artistas que se destacam entre as nomeações incluem a cantora-compositora indie rock Phoebe Bridgers, o engenheiro de som Serban Ghenea e a cantora R&B Victoria Monét, que disputam sete categorias cada. Eles são seguidos por uma multidão: o produtor e músico Jack Antonoff (da banda Bleachers, que concorre principalmente por seu trabalho com Taylor Swift), o músico e cantor de jazz Jon Batiste, o grupo de indie rock boygenius, a cantora country Brandy Clark e as cantoras pop Miley Cyrus, Billie Eilish, Olivia Rodrigo e Taylor Swift, todos com seis indicações. A lista deixa claro como a presença feminina é notavelmente forte. Este ano, mulheres ou indivíduos de gênero fluido compõem sete dos oito indicados nas categorias de Álbum e Gravação do Ano, dominada por estrelas como Taylor Swift, SZA e Olivia Rodrigo. Esta mudança representa um avanço na forma como as artistas femininas são vistas pela Academia, com maior destaque para seu talento do que em sua aparência. Para dar a dimensão do domínio feminino, Jon Batiste foi o único homem que conseguiu indicações dupla nas categorias principais, de Álbum e Gravação do Ano. A mudança é significativa em relação aos anos anteriores. De 2012 a 2022, apenas 13,9% dos indicados nas principais categorias eram mulheres. O sucesso das mulheres no pop, tanto nas paradas musicais quanto em performances em estádios e cinemas, contribuiu para essa mudança radical no Grammy. A turnê “The Eras Tour” de Taylor Swift, por exemplo, quebrou recordes de vendas de ingressos, e o filme “Barbie”, como uma trilha de pop feminino, tornou-se um fenômeno, evidenciando o impacto das mulheres na cultura pop. Fora isso, ainda houve uma transição demográfica na própria Academia, com um aumento de membros femininos para 30% desde 2019 – ainda longe do ideal, que seria a igualdade dos gêneros. O predomínio masculino entre os votantes ainda mantém áreas, como rock, dance e hip-hop, como feudos masculinos, em contraste com as premiações principais. Artistas brasileiros também concorrem à premiação, destacando-se na categoria de melhor álbum de jazz latino, disputada por Ivan Lins com a Tblisi Symphony Orchestra, a pianista Eliane Elias e a cantora Luciana Souza & Trio Corrente.   Shows ao vivo Para o público, porém, a entrega de prêmios não será a principal atração da cerimônia, que também terá shows ao vivo. Entre os destaques esperados, Stevie Wonder, Fantasia Barrino, Annie Lennox e Jon Batiste farão tributos In Memoriam, homenageando artistas que morreram no último ano. A lista de artistas confirmados inclui também nomes como Burna Boy, Billy Joel, Dua Lipa, Luke Combs, Olivia Rodrigo, Travis Scott e Miley Cyrus, além de Joni Mitchell, lenda da música folk que se apresentará pela primeira vez no Grammy.

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  • Filme

    Don Murray, astro de “Nunca Fui Santa” e “Twin Peaks”, morre aos 94 anos

    3 de fevereiro de 2024 /

    Don Murray, que estreou em Hollywood em “Nunca Fui Santa” (1956) ao lado de Marilyn Monroe, faleceu aos 94 anos na sexta-feira (2/2). Seu filho, Christopher, confirmou a notícia ao New York Times, embora detalhes sobre a causa e o local da morte não tenham sido imediatamente divulgados.   Uma estreia santa Nascido em Hollywood, Califórnia, Murray começou sua carreira no teatro, onde chamou a atenção do diretor Joshua Logan. Sua estreia no cinema em “Nunca Fui Santa” foi logo como par romântico de Marilyn Monroe, interpretando Bo Decker, um ingênuo cowboy cuja paixão pela loira cativou o público. Nos bastidores, a dedicação de Murray impressionou Monroe que, apesar de suas conhecidas inseguranças, ajudou-o a enfrentar o nervosismo de seu primeiro grande filme, o que rendeu uma parceria memorável na tela. A performance não só estabeleceu Murray como um talento emergente em Hollywood, mas também demonstrou sua capacidade de trazer profundidade e vulnerabilidade a seus personagens, que seria explorada ao longo de sua carreira. Os bastidores da produção também aproximaram Murray da coadjuvante Hope Lange, com que ele se casou no mesmo ano. O casal teve dois filhos, Christopher e Patricia, mas se separou em 1961.   Versatilidade em Hollywood Em seu segundo filme, “Despedida de Solteiro” (1957), ele demonstrou sua capacidade de mergulhar em personagens emocionalmente complexos, interpretando um jovem noivo que enfrenta uma série de dilemas pessoais e sociais na véspera de seu casamento. A comédia de Delbert Mann destacou a habilidade do ator em retratar vulnerabilidades masculinas, uma capacidade rara em Hollywood na época. Murray não se limitou a papéis de jovem galã. Ele rapidamente expandiu seu repertório com personagens desafiadores em filmes como “Cárcere Sem Grades” (1957), de Fred Zinnemann, onde interpretou um veterano da Guerra da Coreia lutando contra o vício em drogas. Em “Almas Redimidas” (1961), de Irvin Kershner, viveu um padre às voltas com gangues de rua. E em “Tempestade Sobre Washington” (1962), de Otto Preminger, explorou o drama político, retratando um senador idealista confrontado com a corrupção e os dilemas morais na capital dos Estados Unidos. Murray não se restringiu a dramas intensos. Seu talento também brilhou em westerns como “Caçada Humana” (1958), de Henry Hathaway, vivendo um cowboy fugitivo, em thrillers de ação como “Fuga de Berlim Oriental” (1962), de Robert Siodmak, em que tentou escapar do regime comunista por um túnel sob o Muro de Berlim, e “O Gênio do Mal” (1964), de Robert Mulligan, no papel de um delegado, em aventuras de época, como “A Rainha dos Vikings” (1967) e até na sci-fi, como “A Conquista do Planeta dos Macacos” (1972), onde interpretou o antagonista. Esses filmes destacaram sua capacidade de adaptar-se e brilhar em diferentes estilos narrativos.   Carreira televisiva Depois de trabalhar com alguns dos maiores diretores de sua época, Murray sentiu uma queda na qualidade dos projetos e no destaque de seus papéis e decidiu apostar em filmes feitos para a TV, um formato que ganhava popularidade nos anos 1970. Ele estrelou diversos desses filmes, assumindo papéis principais que lhe permitiram explorar temas complexos e personagens profundos, muitas vezes com um pano de fundo social, como “The Intruders” (1970), na pele de um veterano da Guerra do Vietnã que retorna à sua cidade natal no Texas, apenas para se deparar com conflitos de terra e tensões raciais. Ele também participou da minissérie “A Conquista do Oeste” (1976), premiada com dois Emmys, e fez parte do elenco de “Knots Landing”, spin-off da popular série “Dallas” lançada em 1979. Seu personagem em “Knots Landing”, Sid Fairgate, era o patriarca amável e sensato da família Fairgate nas primeiras temporadas da série, que se passava numa comunidade suburbana fictícia na Califórnia. Marido e pai dedicado, Sid oferecia um contraponto estável às várias intrigas e dramas que permeavam a série. Entretanto, teve uma morte trágica na 3ª temporada, em um acidente de carro que teve um impacto profundo tanto nos personagens da atração quanto nos espectadores. O ator voltou ao cinema em 1986 a convite de Francis Ford Coppola, para interpretar o pai de Kathleen Turner, protagonista de “Peggy Sue – Seu Passado a Espera”. Mas a participação no filme foi uma rara exceção, já que Don Murray se dedicou principalmente à televisão nos últimos anos, onde atuou sem parar até 2001.   O retorno em Twin Peaks Ele já estava aposentado quando ressurgiu 16 anos depois no revival de “Twin Peaks”, onde interpretou Bushnell Mullins, o chefe e mentor de Dougie Jones, uma das personas de Dale Cooper (Kyle MacLachlan). O personagem se tornou um favorito dos fãs e demonstrou que o talento do ator não havia diminuído com o tempo. A decisão de abandonar a aposentadoria em 2017 foi motivada pela oportunidade única de trabalhar com David Lynch, retomando sua trajetória inicial de trabalhar com grandes mestres. Murray foi atraído pela chance de mergulhar no universo único de Lynch, aos 88 anos. E as últimas palavras do protagonista Dale Cooper para o personagem de Murray na série serviriam perfeitamente de despedida para o ator: “Você é um bom homem, Bushnell Mullins. Não esquecerei tão cedo sua gentileza e decência.”

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  • Música

    Wayne Kramer, da banda revolucionária MC5, morre aos 75 anos

    3 de fevereiro de 2024 /

    O guitarrista Wayne Kramer, cofundador da barulhenta garage band MC5, maior influência no punk rock politizado, morreu aos 75 anos na sexta-feira (2/2) no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles, de câncer pancreático.   O impacto do MC5 Entre o final dos anos 1960 e início dos 1970, nenhuma banda esteve tão próxima do espírito revolucionário da época quanto o MC5, que contava com Kramer e Fred “Sonic” Smith nas guitarras, Rob Tyner nos vocais, Michael Davis no baixo e Dennis “Machine Gun” Thompson na bateria. Gerenciados por um tempo por John Sinclair, cofundador dos Panteras Brancas (os aliados brancos dos Panteras Negras), eram conhecidos por suas músicas afrontosas e barulhentas, vistas como trilha sonora para uma revolta iminente. Kramer e Smith se conheceram na adolescência e tocaram com vários outros músicos em Detroit antes de criarem a banda, na metade dos anos 1960. Sob sugestão de Tyner, adotaram o nome MC5, abreviação de Motor City Five, sendo Detroit a “motor city”, por conta da indústria automobilística, e 5 porque a banda era um quinteto. Musicalmente, eles seguiam o hard rock da época, exemplificado pelos Rolling Stones e The Who. Mas seu rock soava muito mais barulhentos e rápido. Descobertos por Danny Fields, executivo da Elektra Records, durante a Convenção Nacional Democrata em Chicago, o MC5 gravou seu álbum de estreia “Kick Out the Jams” ao vivo no Grande Ballroom em 30 e 31 de outubro de 1968. Embora a reação inicial tenha sido entusiasmada, o grito de Tyner “Kick out the jams, motherfuckers!” manteve o álbum de 1969 fora das grandes lojas de departamento até que a Elektra lançasse uma versão censurada, contra a vontade da banda. A frase “Kick out the jams, motherfuckers!” tornou-se emblemática do estilo direto e desafiador da banda. O som do MC5 era alto, cru e direto, caracterizado por guitarras distorcidas, ritmos frenéticos e vocais agressivos. Além disso, a banda frequentemente incorporava mensagens políticas em suas músicas e performances, o que, em alguns casos, levou a controvérsias, como na famosa “Batalha de Chicago”, narrada no filme “Os 7 de Chicago” (2020), da Netflix. MC5 foi a única banda a tocar para os manifestantes contra a Guerra do Vietnã durante a Convenção Nacional Democrata de 1968 em Chicago. A resposta da política culminou em confrontos violentos e a banda passou a ser questionada por sua aliança aos jovens revolucionários. Entretanto, também foi o que lhes rendeu um contrato musical.   Legado e influência Embora o MC5 tenha se desfeito no início dos anos 1970 sem nunca alcançar grande sucesso comercial, sua influência na música e na cultura foi imensa. Eles são considerados precursores do punk rock, do hard rock e do grunge, e sua abordagem crua e energética inspirou inúmeras bandas nas décadas seguintes – como The Stooges, de Iggy Pop, Ramones, Sex Pistols, The Clash, Mudhoney e Rage Against the Machine, que tiveram em MC5 uma influência chave. Além da música inovadora, o MC5 também é lembrado por sua abordagem DIY (“faça você mesmo”), criando seus próprios materiais de divulgação, o que também influenciou a ética punk que emergiu na segunda metade dos anos 1970.   Prisão, drogas e punk rock Após o fim do grupo, Kramer tornou-se, nas suas próprias palavras, “um criminoso de pequeno porte de Detroit”. Em 1975, foi condenado por vender drogas para agentes federais disfarçados e sentenciado a quatro anos de prisão. Na época, a banda The Clash o homenageou na música “Jail Guitar Doors”, que faz referência às suas lutas: “Deixe-me contar sobre Wayne e seus acordos de cocaína”. Após ser libertado da prisão em 1979, Kramer começou a fazer trabalhos como guitarrista de estúdio em Detroit, juntando-se ao grupo Was (Not Was) em seu primeiro álbum e turnê homônimos. Também colaborou com o guitarrista do New York Dolls, Johnny Thunders, na banda Gang War em 1979, e produziu vários grupos punks durante sua estadia em Nova York – Marc Johnson and the Wild Alligators, The Cooties, The Rousers, The Terrorists, The Boyfriends, Fats Deacon and the Dumbwaiters, Mark Truth and the Liars, Viva LaRu, além do infame GG Allin.   Carreira solo Kramer teve uma carreira solo de destaque a partir de 1991, com álbuns como “The Hard Stuff” (1995), “Dangerous Madness” (1996), “Citizen Wayne” (1997) e o álbum ao vivo “LLMF” (1998). Ele e sua esposa empresária Margaret Saadi Kramer também fundaram o selo MuscleTone em 2001, por onde o músico lançou seu álbum solo de 2002, “Adult World”. Ele ainda produziu o álbum “The Lucky Ones”, da banda Mudhoney, lançado em 2008 como uma conexão significativa entre duas gerações de músicos de rock, ligando a energia e a atitude do protopunk do MC5 com o som grunge de Seattle, conhecido pela mesma abordagem crua e distorcida ao rock. No final dos anos 2000, ele também se destacou na composição de trilhas sonoras para cinema e televisão, com créditos em comédias de Adam McKay como “Ricky Bobby: A Toda Velocidade” (2006) e “Quase Irmãos” (2008), a música-tema da Fox Sports Network “5-4-3-2-1, Spotlight”, e a série da HBO “Eastbound & Down” (2009-2013), de Danny McBride. Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine, prestou homenagem a Kramer no Instagram: “Irmão Wayne Kramer foi o melhor homem que já conheci. Ele possuía uma mistura única de profunda sabedoria e compaixão profunda, bela empatia e convicção tenaz. Sua banda, o MC5, basicamente inventou o punk rock.”

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    Estreias | “Aquaman 2” e série de “Sr. e Sra. Smith” chegam ao streaming

    2 de fevereiro de 2024 /

    A programação de streaming da semana destaca a estreia da série baseada no filme “Sr. e Sra. Smith” e a chegada de “Aquaman 2: O Reino Perdido” em VOD para locação digital. A lista de séries também destaca dois suspenses sul-coreanos e a última temporada de “Segure a Onda” (mais conhecida pelo título em inglês “Curb Your Enthusiasm”), enquanto os filmes incluem a nova comédia de Larissa Manoela. Com cinco séries e cinco filmes, o Top 10 da semana pode ser conferido abaixo.   SÉRIES   SR. E SRA. SMITH | PRIME VIDEO   Apesar do título, a única coisa em comum entre a série e o filme homônimo de 2005 é que a trama gira em torno de John e Jane Smith, um casal aparentemente comum que esconde um segredo. Todo o resto é diferente. Enquanto no filme Brad Pitt e Angelina Jolie eram um casal de espiões experientes que não sabia do segredo um do outro, na série os dois são agentes iniciantes que fingem um relacionamento para sua missão. Donald Glover (“Atlanta”) e Maya Erskine (“PEN15”) vivem o casal do título, que vão se conhecendo conforme compartilham cenas de ação e atividades domésticas, e enquanto mentem para todos sobre o que realmente fazem. A falta de familiaridade entre eles alimenta o humor dos episódios, em meio a situações de adrenalina máxima. Além dos protagonistas, o elenco da temporada inaugural contou com muitos famosos, incluindo o brasileiro Wagner Moura (“Guerra Civil”), Alexander Skarsgard (“O Homem do Norte”), Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Eiza González (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Ron Perlman (“Sons of Anarchy”), Michaela Coel (“I May Destroy You”), Sharon Horgan (“Catastrophe”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), Úrsula Corberó (“La Casa de Papel”), John Turturro e Paul Dano (ambos de “Batman”). Glover assina a criação e os roteiros com Francesca Sloane, que trabalhou com o ator em “Atlanta”.   BARGANHA | PARAMOUNT+   Thriller sul-coreano que já virou cult, a série inicia com uma transação obscura em um hotel distante, onde a jovem Park Joo Young (Jeon Jong-seo, de “Em Chamas”) propõe vender sua virgindade a Noh Hyung-soo (Jin Sun-kyu, de “Caçadores de Demônios”). A situação toma um rumo inesperado ao desvendar que Joo Young faz parte de uma operação de tráfico de órgãos e Noh Hyung-soo é um policial disfarçado. Mas a verdadeira complicação é um terremoto, que destrói o hotel, lançando os personagens em um cenário de caos e desespero, onde precisam forjar alianças tênues pela sobrevivência em meio à destroços e lutas contra criminosos que comercializam partes do corpo humano. Criada e dirigida por Jeon Woo-sung (até então curta-metragista), a série se desenvolve ao longo de seis episódios que se destacam pelo uso de técnicas cinematográficas avançadas, como longas sequências filmadas em plano-sequência, que proporcionam uma sensação de continuidade e imersão. Este método permite que o espectador acompanhe de perto a tensão e a dinâmica entre os personagens enquanto tentam escapar das armadilhas mortais do hotel em ruínas. Além de oferecer uma trama cheia de suspense e ação, “Barganha” ainda reflete sobre a desvalorização da vida humana e as implicações morais do capitalismo – temas também explorados no fenômeno “Round 6”.   MALDITO DIA DE SORTE | PARAMOUNT+   O suspense sul-coreano segue Oh Taek, um taxista interpretado por Lee Sung-min (“Vingança pelo Passado”), que fica em uma situação perigosa ao pegar um passageiro incomum, Geum Hyeok-soo, vivido por Yoo Yeon-Seok (“Oldboy”). Geum revela ser um assassino em série e essa revelação desencadeia uma série de eventos que colocam Oh Taek em uma situação de vida ou morte, forçando-o a confrontar dilemas morais enquanto luta por sua sobrevivência. Dirigida por Pil Gam-sung (“Hostage: Missing Celebrity”), a série se destaca por sua execução cinematográfica e pela maneira como constrói suspense e tensão ao longo dos episódios. Utilizando uma abordagem visual que enfatiza sequências contínuas e dinâmicas, a atração mantém os espectadores engajados através de uma mistura de drama psicológico e ação intensa, enquanto mergulha em temas como a natureza do mal, a redenção e as consequências de nossas escolhas. O enredo é habilmente tecido para revelar gradualmente as camadas de cada personagem, equilibrando elementos de thriller com questões humanas profundas, numa jornada repleta de reviravoltas inesperadas e confrontos éticos.   BABY BANDITO | NETFLIX   Inspirada no notório “Robo del Siglo” ocorrido no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez em Santiago, Chile, em 12 de agosto de 2014, a atração conta a história de true crime através da perspectiva de um skatista apaixonado. Kevin Tapia, interpretado pelo estreante Nicolás Contreras, se lança na aventura perigosa ao tentar impressionar Génesis, papel de Francisca Armstrong (“La Ley de Baltazar”), planejando um roubo audacioso contra a temida gangue “Carniceros”. O evento real, marcado pela ousadia dos assaltantes em subtrair uma quantia milionária, serve de pano de fundo para uma trama repleta de ação, dilemas morais e reviravoltas inesperadas. Dirigida por Julio Jorquera Arriagada (“Notícia de um Sequestro”), Fernando Guzzoni (“Blanquita”) e Pepa San Martín (“Amor de Família”), a obra não dramatiza apenas um dos maiores roubos da história chilena, mas também oferece um olhar introspectivo sobre os personagens envolvidos, suas motivações e o impacto de suas ações. Kevin e Génesis enfrentam situações que colocam em prova sua fidelidade um ao outro, seus sentimentos e sua disposição para lidar com as repercussões de seus atos, destacando como o amor e a necessidade de pertencimento influenciam decisões críticas.   SEGURA A ONDA 12 | HBO MAX   A 12ª e última temporada de “Curb Your Enthusiasm” (nome original pelo qual é mais conhecida) volta a trazer Larry David se comportando mal, como de costume. Mas o protagonista e criador da série não revelou o que pretende fazer para se despedir da atração, que começa sua rodada final de episódios no domingo (4/2). A série acompanha uma versão exagerada de David, experimentando uma vida fictícia repleta de conflitos inspirados em situações supostamente reais. Como exemplo dessa mistura, ele contracena com um elenco fixo de intérpretes, mas também com outros atores famosos que vivem a si mesmos. Embora David nunca tenha se casado com a intérprete de sua ex-esposa, Cheryl Hines, nem seja empresariado pelo comediante Jeff Garlin ou divida sua casa com J.B. Smoove, o mau-humor deliciosamente ranzinza exibido nos episódios é 100% baseado nas reações reais do ator-produtor.   FILMES   AQUAMAN 2: O REINO PERDIDO | VOD*   A sequência de “Aquaman” (2018), maior sucesso da DC no cinema, representa um momento complexo no cinema de super-heróis, decretando o fim do DCEU, o universo DC criado em torno da visão de Zack Snyder. Marcado por uma série de fracassos de bilheterias, o DCEU se salvava pelos primeiros “Mulher-Maravilha” e “Aquaman”, mas a continuação optou por se afastar exatamente do que funcionou no primeiro filme para reinventar o herói vivido por Jason Momoa como um protagonista de comédia de “animigos”, numa história de ação e humor ao estilo de “Fuga à Meia-Noite” (1988). No centro da narrativa está a aliança entre Aquaman e seu meio-irmão Orm, interpretado por Patrick Wilson, inimigos declarados no primeiro filme, que se unem contra um terceiro inimigo comum: o Manta Negra, vivido por Yahya Abdul-Mateen II. Manta busca vingança, armado com um tridente místico e uma substância tóxica ameaçadora. Para impedi-lo, os irmãos embarcam numa jornada que desafia suas habilidades e convicções, enquanto tentam proteger não só Atlantis, mas também o mundo da superfície. O enredo também aborda aspectos familiares de Aquaman, incluindo seu papel como pai. O elenco é complementado por Temuera Morrison, Dolph Lundgren, Nicole Kidman, Amber Heard e Randall Park, que ajudam a manter uma continuidade com o filme anterior, apesar da grande mudança de tom. Dirigido novamente por James Wan, o filme economizou no acabamento dos efeitos visuais, ao estrear em um momento de transição para a DC, com James Gunn e Peter Safran direcionando a franquia para um novo começo. A busca pelo distanciamento do DCEU também se deu pela opção por uma narrativa independente, que evita referências diretas às tramas anteriores do universo – participações de dois Batman diferentes foram filmadas e abandonadas. Representando realmente o fim de uma era, foi menos promovido que outros lançamentos de super-heróis, naufragou nas bilheterias e chegou rapidamente ao streaming, sem parecer a continuação de um blockbuster de US$ 1,1 bilhão.   TÁ ESCRITO | VOD*   O novo filme de Larissa Manoela faz uma mescla de comédia romântica e fantasia. A atriz dá vida à Alice, uma jovem leonina que, ao contrário de seu signo, se sente insegura e detesta ser o centro das atenções. Ela se frustra por viver com a mãe (Karine Teles), uma virginiana obcecada por organização, e com o irmão espertinho (Kevin Vechiatto). Seu maior sonho é conquistar o primeiro emprego e ir morar com o namorado (André Luiz Frambach, noivo de Larissa na vida real), porém a relação vai por água abaixo devido aos planos profissionais do garoto. A jovem vai culpar todos os astros por conta dos desafios, até que, contra todas as probabilidades, recebe uma oportunidade para abordar astrologia em um podcast. As mudanças continuam quando ela recebe um livro em branco com instruções mágicas, que tem o poder de tornar realidade qualquer previsão astrológica escrita em suas páginas. A trama segue Alice enquanto ela tenta usar o livro para beneficiar a si mesma e aos outros, afetando assim a vida das pessoas de acordo com seus signos do zodíaco e causando uma série de eventos imprevistos. Com performances carismáticas, especialmente de Larissa Manoela, “Tá Escrito” foi concebido como uma tentativa de transmitir uma mensagem sobre a individualidade para além dos signos astrológicos, só que, em vez disso, o enredo acaba reforçando estereótipos. A direção é de Matheus Souza (“A Última Festa”) e o roteiro foi concebido por Thuany Parente (“Apocalipse”) e Mariana Zatz (“Turma da Mônica: Lições”).   LOUCAS EM APUROS | PRIME VIDEO   A comédia de viagem acompanha quatro amigas asiático-americanas em apuros na China. Estreia na direção de Adele Lim, roteirista de “Podres de Ricos” e “Raya e o Último Dragão”, o filme gira em torno de Audrey (Ashley Park, de “Emily em Paris”), uma advogada criada por pais americanos que decide procurar sua mãe biológica em Pequim. Acompanhando Audrey está sua melhor amiga Lolo (Sherry Cola, de “Good Trouble”), uma artista que usa sua arte erótica para desafiar estereótipos e a fetichização dos asiáticos, Kat (Stephanie Hsu, de “Maravilhosa Sra. Maisel”), uma atriz que trabalha em uma popular telenovela chinesa e está tentando esconder sua extensa lista de ex-parceiros de seu noivo super cristão, e a lacônica Deadeye (Sabrina Wu, de “Doogie Kamealoha: Doutora Precoce”), uma fã obcecada de K-pop. A narrativa é impulsionada pelas diferenças de temperamento e personalidade das protagonistas, além da forma diferente com que cada uma lida com sua herança cultural chinesa. Mas o que realmente chama atenção na comédia é o tom escrachado, repleto de momentos ultrajantes, incluindo piadas escatológicas. A crítica americana se divertiu, dando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.   ORION E O ESCURO | NETFLIX   A nova animação da Netflix gira em torno de Orion, um menino de 11 anos que enfrenta um medo paralisante do escuro, reflexo de suas ansiedades mais profundas. A narrativa se aprofunda quando Orion encontra a personificação de seu maior temor, a Escuridão, que, contrariando as expectativas, se revela um personagem compreensivo e mal-entendido. Este encontro inicia uma jornada inusitada onde Orion é convidado a explorar o mundo noturno, proporcionando uma oportunidade para o garoto confrontar suas inseguranças e descobrir a beleza oculta nas sombras. A trama representa uma incursão notável do premiado roteirista Charlie Kaufman ao universo da animação infantil, mantendo intacta sua assinatura narrativa que desafia gêneros e explora a psique humana. Conhecido por roteiros introspectivos e complexos, como “Adaptação” (2002) e “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” (2004), Kaufman faz uma exploração rica das inquietações internas do protagonista de uma forma que ressoa tanto com o público jovem quanto com os adultos. Embora tenha dirigido seus últimos filmes, esse segundo projeto...

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    Carl Weathers, astro de “Rocky” e “The Mandalorian”, morre aos 76 anos

    2 de fevereiro de 2024 /

    Carl Weathers, o intérprete de Apollo Creed nos quatro primeiros filmes da franquia “Rocky”, morreu na quinta-feira (1/2) aos 76 anos. Além de sua marcante contribuição para o cinema, Weathers teve uma atuação recente de destaque na série “The Mandalorian”, pela qual foi indicado ao Emmy. Nascido em 14 de janeiro de 1948, em Nova Orleans, Weathers teve uma carreira diversificada que incluiu desde esportes até atuações em mais de 75 filmes e séries. Antes de sua carreira no cinema, ele se destacou jogando futebol americano na Universidade Estadual de San Diego e, posteriormente, na NFL, liga profissional do esporte, jogando pelo Oakland Raiders. Weathers também foi diretor, com trabalhos em “The Mandalorian” e outras séries de TV. Sua transição para a atuação foi impulsionada por seu amor pelo teatro, uma paixão que ele cultivou enquanto perseguia suas ambições atléticas. Seu compromisso com a excelência e sua habilidade para capturar a humanidade de seus personagens fizeram dele uma figura respeitada e querida entre colegas e fãs.   Rocky e o papel de uma vida Depois de pequenos papéis em produções de blaxploitation e séries dos anos 1970, como “Justiça em Dobro” e “Kung Fu”, Weathers conseguiu seu primeiro papel de destaque: Apollo Creed em “Rocky – Um Lutador” (1976). Inspirado em Muhammad Ali, o personagem era o campeão invicto dos pesos pesados, que aceita enfrentar Rocky Balboa (o papel que consagrou Sylvester Stallone), um lutador desconhecido do clube, quando o desafiante número 1 se machuca e não consegue fazer uma partida comemorativa. O personagem de Weathers não era apenas o oponente do protagonista no ringue; Creed era carismático, confiante e um showman nato, cuja personalidade vibrante contrastava com a humildade de Balboa. Creed, claro, vence o sangrento e polêmico confronto do longa, vencedor do Oscar de Melhor Filme, mas Balboa tem sua revanche em “Rocky II” (1979). A complexidade de Creed, desenvolvida ao longo dos filmes, revelou um homem que valorizava a honra, o esporte e a amizade, elementos que Weathers soube interpretar com maestria. Em “Rocky II”, após outra luta épica, Creed e Balboa desenvolvem uma amizade que se aprofunda em “Rocky III” (1982), onde Creed torna-se mentor e treinador de Rocky, ajudando-o a redescobrir sua “fome” de lutar. No quarto filme de 1985, porém, mesmo com Rocky ao seu lado, ele é morto no ringue pelo boxeador soviético Ivan Drago (Dolph Lundgren). O personagem ainda inspirou o derivado “Creed” (2015), centrado em seu filho (interpretado por Michael B. Jordan).   Versatilidade e talento Weathers consolidou sua versatilidade em “Predador” (1987), onde interpretou o Coronel Al Dillon, um companheiro de armas do personagem de Arnold Schwarzenegger, e em “Um Maluco no Golfe” (1996), como o carismático e sábio mentor de golfe de Adam Sandler. A atuação em produções tão distintas destacou sua habilidade em transitar entre gêneros cinematográficos, deixando sua marca em filmes que ajudaram a definir suas épocas. Sua versatilidade também foi evidenciada ao emprestar sua voz a Combat Carl em “Toy Story 4” (2019) e ao interpretar uma versão fictícia de si mesmo em quatro episódios da série “Arrested Development” (entre 2004 e 2013). Na fase mais recente de sua trajetória, o ator conquistou um novo público com sua participação em “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars” disponível na Disney+. Interpretando Greef Karga, um líder de guilda de caçadores de recompensas que se torna aliado do protagonista, Weathers teve uma presença marcante e decisiva para a série. Além de sua atuação, assumiu a direção de episódios, mostrando habilidade também por trás das câmeras. Pelo desempenho, ele foi reconhecido com a única indicação ao Emmy da carreira.   Um lutador pela humanidade Fora das telas, Carl Weathers era conhecido por seu espírito generoso. Ele se envolveu em várias causas filantrópicas ao longo de sua vida, doando tempo e recursos financeiros para organizações como a Feeding America e o Los Angeles Regional Food Bank, ajudando a combater a fome e a insegurança alimentar. Além disso, trabalhou com programas voltados para a educação e mentoria de jovens, colaborando com entidades como Big Brothers Big Sisters e Boys & Girls Clubs of America, que oferecem suporte e orientação para jovens que podem não ter acesso a modelos positivos em suas vidas. Weathers também estendeu sua filantropia além das fronteiras dos Estados Unidos, engajando-se em iniciativas para melhorar o acesso à água potável e aos cuidados de saúde em países em desenvolvimento. Ele fez parcerias com organizações como Charity: Water e Médicos Sem Fronteiras, contribuindo para esforços que salvam vidas ao redor do mundo.

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    Estreias | Indicado a 11 Oscars, “Pobres Criaturas” chega aos cinemas

    1 de fevereiro de 2024 /

    A programação de estreias desta quinta (1/2) tem filmes premiados e com avaliações altamente positivas da crítica. Só que, entre os três lançamentos mais amplos, apenas “Pobres Criaturas” se encaixa nessa descrição. Favorito a colecionar estatuetas do Oscar (são 11 indicações), a fantasia com performance consagradora de Emma Stone divide espaço com a comédia de ação “Argylle – O Superespião”, destruída pela imprensa dos Estados Unidos, e a produção infantil nacional “Gato Galático e o Feitiço do Tempo”, mais um projeto de influencer digital em busca do público de cinema. Sem chances de gerar bilheterias blockbusters, os três chegam em circuito médio, com cerca de 200 telas cada. O circuito limitado ainda recebe dois lançamentos sul-americanos impactantes e avassaladores em seu terror – sobrenatural e baseado em fatos históricos. Confira a lista completa.   POBRES CRIATURAS   A fantasia gótica que volta a juntar Emma Stone e o diretor Yorgos Lanthimos após “A Favorita” (2018) é um “Frankenstein” feminista e sexual. Adaptação do romance de 1992 de Alasdair Gray, roteirizada por Tony McNamara (também de “A Favorita”), a trama desenrola-se num passado alternativo, rico em elementos góticos e steampunk da era vitoriana – com visual reminiscente de “Metrópolis” (1927) – e acompanha Bella Baxter, uma criatura renascida através dos experimentos de um cientista (Willem Dafoe, de “Aquaman”) com o corpo de uma mulher adulta recém-falecida, mas o cérebro de um bebê. À medida que Bella se adapta à sua nova existência, ela começa a aprender e a se desenvolver rapidamente, adquirindo linguagem e conhecimento sobre o mundo que a rodeia. É quando um advogado aventureiro, vivido por Mark Ruffalo (o Hulk de “Os Vingadores”), fica fascinado por sua existência e decide introduzi-la ao mundo exterior, guiando-a por diversas cidades europeias, onde ela vivencia uma série de experiências que moldam sua compreensão sobre a vida, a sexualidade e as interações humanas. Ao longo de sua jornada, Bella transforma-se em uma mulher autêntica, com desejos e ambições, ao mesmo tempo em que desafia as convenções sociais de sua época. A história não é nova, já tendo sido levada ao cinema em “A Prometida” (1985), uma revisão feminista de “A Noiva de Frankenstein” (1935). Mas a abordagem revigora o material com um visual impressionante – dos efeitos à paleta de cores – e uma performance audaciosa de Emma Stone, principalmente em seus aspectos físicos. A atriz usa seu corpo e expressões faciais para comunicar a evolução de Bella, e explorar seu despertar sexual com uma franqueza e uma intensidade raras. Pelo desempenho desinibido, ela já foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Veneza, Globo de Ouro e Critics Choice. Com uma proposta que entrelaça a absurdidade com questões existenciais, “Pobres Criaturas” está indicado a 11 Oscars, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro e Atriz.   ARGYLLE – O SUPERESPIÃO   A comédia de ação mantém a assinatura estilística do diretor Matthew Vaughn, que se especializou em pastiches de James Bond na franquia “Kingsman”. A trama segue Elly Conway, uma romancista interpretada por Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), conhecida por livros de espionagem, especificamente sua criação Agente Argylle, um espião bonitão imaginado como Henry Cavill (“O Homem de Aço”) com um penteado dos anos 1990. Os problemas começam quando a obra transcende a ficção e começa a se manifestar no mundo real. A premissa intrigante – mas que lembra outros filmes – gira em torno de como os enredos fictícios de Elly se alinham perigosamente com eventos do mundo real da espionagem, levando-a a uma aventura inesperada ao lado de Aidan, um espião de verdade vivido por Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), que é bem diferente de sua visão romanceada da profissão. O filme se desdobra com Elly sendo arrastada para um turbilhão de eventos que imitam suas próprias criações literárias, onde a fronteira entre ficção e realidade se torna cada vez mais tênue. Apesar de um elenco estelar, que ainda inclui Bryan Cranston (“Breaking Bad”) e Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”), “Argylle” é sobrecarregado por reviravoltas confusas e um estilo visual que, ao tentar impressionar, sucumbe ao exagero dos efeitos especiais. Cheio de clichês com a desculpa da “metalinguagem”, o filme não funciona como comédia e não se leva a série como thriller de ação. Resultado: apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.   GATO GALÁCTICO E O FEITIÇO DO TEMPO   Seguindo os passos de Luccas Neto, o youtuber Ronaldo Souza também tenta fazer sua transição do digital para a película. Seu segundo filme como Gato Galáctico gira em torno de um relógio especial que o leva a Cronópolis, uma cidade sob a maldição do vilão Perpétuo, interpretado por Daniel Infantini. Na busca para desfazer o feitiço e salvar crianças desaparecidas, ele encontra aliados e descobre mais sobre seu passado. O filme explora temas como amizade, coragem e a importância das relações familiares, elementos comuns em produções voltadas para o público infantil. Dirigido por Rodrigo Zanforlin e com roteiro de André Brandt e Gui Cintra, o filme tenta transpor a popularidade de Gato Galáctico do ambiente digital para o cinema, um desafio que envolve capturar a essência do criador de conteúdo de uma maneira que ressoe tanto com seu público fiel quanto com novos espectadores. Apesar da proposta aventureira e do esforço em criar uma história com elementos fantásticos, como o relógio mágico e o cenário de Cronópolis, “Gato Galáctico e o Feitiço do Tempo” enfrenta desafios para convencer nos cinemas, especialmente no que tange à profundidade dos personagens e à coesão do enredo. A produção acaba sendo um compilado dos principais defeitos do cinema infantil brasileiro, com interpretação teatral (tudo é exagerado), diálogos recitados (falas não naturais) e muitos furos narrativos (não precisa aprofundar, porque é para crianças).   O MAL QUE NOS HABITA   O terror argentino mergulha o espectador em uma atmosfera rural carregada de tensão e medos ancestrais. Dirigido e roteirizado por Demián Rugna, que ganhou boa reputação no gênero com “Aterrorizados” (2017), o filme se passa em uma região isolada da Argentina, onde dois irmãos se deparam com sinais de uma presença maligna após escutarem disparos na calada da noite. Sem demora, eles encontram uma cena macabra que sinaliza o início de uma série de eventos sobrenaturais ligados a uma possessão demoníaca que assola a comunidade local. A história evolui a partir da descoberta de um jovem moribundo, conhecido como “podre”, vítima de uma entidade demoníaca que busca se manifestar fisicamente. Na tentativa de conter essa ameaça, os irmãos se veem enredados em uma trama de desespero e violência, onde cada decisão os leva a enfrentar consequências cada vez mais terríveis. O filme explora temas de exorcismo e influências malignas de forma inovadora, evitando clichês do gênero e construindo um enredo onde as crenças populares e os rituais de proteção se misturam com a urgência de combater um mal que se espalha como praga. Rugna cria uma atmosfera opressora, onde o medo e a paranoia se manifestam tanto nas paisagens desoladas quanto nos atos extremos de violência. “Quando o Mal Espreita” se destaca não apenas pela sua abordagem original da possessão demoníaca, mas também pelo modo como insere o espectador em um cenário onde o horror é palpável e a luta pela sobrevivência se entrelaça com a perda da inocência e da humanidade. Com sua narrativa ágil e momentos de tensão ininterrupta, trata-se de uma experiência marcante para os aficionados pelo gênero.   OS COLONOS   O “western” ambientado na Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul, é uma paulada, que retrata a brutalidade do colonialismo no início do século 20. A trama segue a missão sangrenta ordenada por um poderoso proprietário de terras, que busca estabelecer uma rota para seus rebanhos através do território, sem consideração pelas vidas indígenas. Ele recruta um ex-soldado escocês, um mercenário americano e um jovem mestiço de habilidades notáveis com armas para “limpar a ilha”, um eufemismo para a eliminação violenta dos povos nativos. A jornada dos personagens através das vastas e belas paisagens da região é marcada por conflitos e atrocidades, refletindo a crueldade e a ganância inerentes à expansão colonial. A natureza deslumbrante da região, com suas planícies gramadas, montanhas e florestas, contrasta agudamente com a violência dos homens, destacando a pequenez de suas ambições diante da magnitude da terra. O filme, que marca a estreia do diretor chileno Felipe Gálvez, desloca a narrativa para uma discussão política, quando um oficial do governo confronta o latifundiário sobre sua reputação e o tratamento dos indígenas, buscando uma narrativa unificadora para a nação, apesar do genocídio. Premiado pela crítica no Festival de Cannes, “Os Colonos” resulta numa poderosa condenação da identidade nacional construída à custa de atrocidades, desafiando a glorificação da conquista e a complexidade da história colonial da América do Sul.

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    Krysten Ritter dá pista da volta de Jessica Jones

    30 de janeiro de 2024 /

    A atriz Krysten Ritter postou uma foto significativa em suas redes sociais. Na imagem, ela aparece usando uma das camisetas que vestiu na série “Jessica Jones” e escreveu “IYKYK”. As iniciais significam, em inglês, “se você sabe, você sabe”. Os fãs da Marvel entenderam a mensagem críptica como a confirmação de sua participação na nova série do Demolidor, que recomeçou a ser gravada do zero nos últimos dias. Tudo indica que a atração vai reintroduzir os personagens das séries da Netflix no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel).   Mudança de rumo Originalmente, “Daredevil: Born Again” deveria ser um reboot radical, com distanciamento das três temporadas de “Demolidor”. Só que o Marvel Studios não gostou da nova abordagem, demitiu todo mundo e quem assumiu foi Dario Scardapane, que escreveu e produziu a série “O Justiceiro”. Scardapane convenceu Kevin Feige, o chefão do estúdio, a considerar as séries da Netflix como parte da cronologia oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Assim, “Daredevil: Born Again” vai continuar a história das três temporadas de “Demolidor”, que integraram um miniuniverso na Netflix e atualmente estão disponíveis na Disney+. O ator Vincent D’Onofrio, intérprete de Wilson Fisk, o Rei do Crime, já tinha afirmado que essa seria a abordagem da nova série. “Durante o reinício criativo de ‘Daredevil: Born Again’, todos os roteiristas se reuniram e disseram: ‘Olha, é assim que temos que fazer agora’. Então, com certeza estamos falando sobre isso apenas em termos de estarmos diretamente conectados ao Demolidor original, e isso é ótimo. Ele traz muitas histórias legais e todas as histórias colaterais que aconteceram nessas três temporadas originais”, explicou o ator em entrevista ao The Hollywood Reporter. Uma das mudanças entre o projeto anterior e o atual foram registradas no fim de semana, quando Deborah Ann Woll e Elden Henson foram flagrados de volta aos papéis de Karen Page e Foggy Nelson, em gravações nas ruas de Nova York com Charlie Cox, o intérprete de Matt Murdock/Demolidor. Seus personagens tinham sido descartados pela equipe demitida. A volta do Justiceiro, vivido por Jon Bernthal, também está confirmada, e há rumores sobre o retorno de Wilson Bethel como Benjamin “Dex” Poindexter, o vilão mais conhecido como Mercenário. “Jessica Jones”, exibida entre 2015 e 2019, trazia Ritter como a personagem-título, uma detetive particular mau-humorada, beberrona e deprimida com superforça. Krysten Ritter shares a new video on Instagram wearing the same shirt as Jessica Jones with the caption: “IYKYK” 👀 pic.twitter.com/pYHVVEuZ0t — Cosmic Marvel (@cosmic_marvel) January 30, 2024

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  • Filme

    Atriz de “A Casa do Dragão” será a nova Supergirl do cinema

    29 de janeiro de 2024 /

    O DC Studios definiu sua nova Supergirl. A atriz Milly Alcock, que interpretou a versão jovem de Rhaenyra Targaryen nos primeiros capítulos da série “A Casa do Dragão”, vai voar para os cinemas de capa e cabelos loiros. Ela estrelará o longa “Supergirl: Woman of Tomorrow” como Kara Zor-El, prima do Superman. James Gunn confirmou a escalação nas redes sociais, dizendo que “Milly é uma jovem atriz fantasticamente talentosa”. Alcock fez testes de tela na semana passada para os chefes do DC Studios, James Gunn e Peter Safran, junto com Meg Donnelly (da série “Os Winchesters” e dubladora da heroína nos desenhos da DC), que estava na disputa pelo papel. A atriz Emilia Jones (protagonista do filme vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”) também entrou no páreo, mas não participou dos testes finais. Boatos sobre sua exclusão variam desde recusa a participar dos testes até a necessidade de definir seus próximos trabalhos diante da incerteza de conseguir o papel. A escalação antecipada cria a expectativa de uma aparição de Supergirl no novo filme de Superman, “Superman: Legacy”, que Gunn começa a filmar no próximo trimestre. “Supergirl: Woman of Tomorrow” será rodado em seguida, provavelmente no final do ano. O filme é parcialmente inspirado na minissérie de mesmo nome de Tom King. Gunn e Safran descreveram essa abordagem como algo que o público da Supergirl não está acostumado. Ela contrastará com seu primo, Superman. Gunn explicou no ano passado: “Veremos a diferença entre o Superman, que foi enviado à Terra e criado por pais amorosos desde criança, e a Supergirl, criada em uma rocha, um pedaço de Krypton, e que viu todos ao seu redor morrerem e serem mortos de maneiras terríveis durante os primeiros 14 anos de sua vida, antes de vir para a Terra.”   Supergirl nos quadrinhos e nas telas Criada por Otto Binder e Al Plastino em 1959, a personagem conhecida como Kara Zor-El é prima de Kal-El, o Superman, e como ele é uma das poucas sobreviventes do planeta Krypton. A personagem foi considerada secundária por vários anos, aparecendo em histórias curtas e agindo em segredo, como “arma secreta” de Superman, até sua existência se tornar pública em 1962. Só no fim dos anos 1960 ela passou a ser protagonista de uma publicação da DC (“Adventure Comics”) e apenas em 1972 ganhou uma revista com seu nome. Entretanto, essa versão, cuja identidade secreta era Linda Lee Danvers, morreu durante o evento “Crise nas Infinitas Terras” em 1986. Desde então, a DC fez várias tentativas de ressuscitar Supergirl – uma delas era uma adolescente que se fundiu com uma versão artificial da heroína e um anjo, e acabou no inferno, e outra foi uma nova Kara Zor-El, que adotou a identidade de sobrinha de Lana Lang. Mais dois e tentativas depois, a personagem foi reintroduzida em “Supergirl, Woman of Tomorrow”, gibi com o mesmo nome do filme, lançado em 2021. “Supergirl, Woman of Tomorrow” será, na verdade, o segundo filme da personagem, que teve sua própria produção estrelada por Helen Slater em 1984. Mais recentemente, Sasha Calle viveu a heroína no filme “The Flash” (2023), enquanto Laura vandervoort e Melissa Benoist viveram a garota de aço na TV, respectivamente em 23 episódios de “Smallville”, entre 2009 e 2011, e como estrela da série “Supergirl” por seis temporadas, de 2015 a 2021.

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  • Reality

    BBB | Wanessa vira madrugada e fica 24 horas falando mal de Davi para toda casa

    27 de janeiro de 2024 /

    Wanessa Camargo pode ter batido um recorde de maledicências na história do “Big Brother Brasil”. Ela virou a madrugada falando mal de Davi Brito, completando 24 horas com o mesmo assunto. A cantora repetiu várias vezes os mesmos argumentos para todos os confinados, com a exceção do próprio Davi. Chamando Davi de manipulador, ela manipulou a casa inteira. Para os mais próximos, sua retórica foi um exercício de eco, mas para os mais distantes a iniciativa teve o objetivo de aliciamento, atraindo todos para sua tese de que o baiano é perigoso, alguém que ela diagnosticou como agressivo e abusador, descrevendo o comportamento brother como uma patologia doentia, a partir de experiências de sua própria vivência. E não, essa vivência tratada como um diploma de psiquiatria não envolve Dado Dollabela, sua grande paixão, acusado por três mulheres de agressão. Ela visou especialmente os mais próximos de Davi para voltá-los contra o baiano. Depois de passar o pós-Big Fone minando a aproximação do brother com o Quarto das Fadas, ela foi para cima do Puxadinho. E repetiu sua ladainha. “Eu posso sair pelo que estou falando, porque eu cravei o jogo. Não tem outra pessoa que tem que sair que não seja ele. Ele é perigoso. Gente que mente me dá uma coisa. Gente que é mentirosa e manipuladora me dá um negócio. Se eu sair e falarem que eu tô errada, eu sei o que estou vendo e não estou errada. Tenho certeza que pessoas que viveram situações parecidas vão enxergar isso. Tenho cer-te-za! Se é motivo pra ele sair, não sei. Para mim, é motivo de votar e não ficar perto! Não tem honestidade, não tem veracidade… É pisar em ovos e não saber com quem eu estou lidando. Uma pessoa que vou ficar intimidada de falar uma coisa porque ele pode gritar…”, a cantora afirmou. Os comentários nas redes sociais falam em angústia, repúdio, incredibilidade e nojo diante das falas contínuas da cantora, que alguns descrevem como tortura psicológica. “Não tô conseguindo ver o ‘BBB 24’. Tô me sentindo mal, uma angústia toda vez que mostra a Wanessa falando do Davi”, comentou uma usuária do X (antigo Twitter). Confira trechos das falas e a repercussão. Ñ tô conseguindo ver o #bbb24 Tô me sentindo mal uma angústia toda vez q mostra a Wanessa falando do Davi. Q podre. Acho q é pq o Davi nao baba ela. Tanto q ela perguntou a Yasmin se ele falou dela no dia q eles conversaram e a yas falou q ele nem tocou no nome dela — ✠Ana Cissa Machado✠ (@anacissaa) January 27, 2024 Wanessa insinuando que é pHD em identificar homens abusivos, citando o Davi mais uma vez. Acho que essa desquerida só esqueceu de analisar seu atual parceiro amoroso, com histórico de pelo menos 3 agressões, né? #bbb24 pic.twitter.com/cbrLPMA1Lu — Ka (@kacomentx) January 27, 2024 eu mesma daria 1 milhão de reais pra alguém lá dentro virar pra wanessa camargo e falar: minha filha, você tá sentindo e percebendo tudo isso no Davi, mas você namora A PORRA DO DADO DOLABELLA E NÃO SENTE E PERCEBE NADA, SUA BRANCA DOIDA???#BBB24pic.twitter.com/nJD5iB7peV — bibi (@BridGabi) January 26, 2024 Esse é um dos vídeos mais asquerosos da história do BBB: Wanessa Camargo pintando o Davi como homem agressor, abusivo, perigoso e manipulador para a casa. QUE NOJO! #bbb24 pic.twitter.com/zYhZM0kah7 — Ka (@kacomentx) January 27, 2024 Rodriguinho: “aqui todo mundo é Davi (no paredão)”Wanessa: “eu voto nele até eu sair daqui, se me custar sair do programa paciência. Eu sei o que eu vi, ele é MANIPULADOR” kkkkkkkkkkkk ESSA MULHER É UMA CHACOTA #bbb24 pic.twitter.com/kOv3DOsBE7 — Ka (@kacomentx) January 27, 2024 A Wanessa está conseguindo ser mais nojenta do que o Rodriguinho. Incrível. Tá indo de um em um pra difamar o menino como se a opinião dela fosse a única verdade absoluta. E os panacas estão caindo na conversinha mole de famosa dela. — Hugo Leonardo (@HugoLeo32369550) January 27, 2024 O que a Wanessa está fazendo com ela, agora, é tortura psicológica! Cara, eu tô com tanta raiva! Só espero que a Isa seja forte, sabe? Foi bombardeada o dia todo com veneno sobre o Davi, e agora vem essa louca avisar que vai falar algo sensível com a Isa, tudo o que vou, tudo o… pic.twitter.com/ViopcvvQ73 — Rackys | 🧚‍♀️ | Transcenda-se! (@Rackys) January 27, 2024 Gente, essas acusações da Wanessa Camargo contra o Davi estão ficando sérias demais viu?! Ta pesado de assistir. Ela tá querendo fazer TODOS acreditarem nessa teoria dela de pessoas abusivas. Espero que a equipe dele coloque um processo pesado na justiça contra ela. — 𝖗𝖔𝖉𝖗𝖎𝖘 (@iaerodrigo) January 27, 2024 Gente como pode uma coisa dessa? Sério, eu tô incrédula — 𝐄𝐥𝐥𝐞 (@ninhasilvax) January 27, 2024 Por cá estamos fazendo a mesma pergunta! — Davi Brito 🚗 (@davibritof) January 27, 2024

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