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    Space Force: Nova série do criador de The Office ganha primeiras fotos

    8 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia de “Space Force”, a nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”, desta vez em parceria com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Não por acaso, a série é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell será um general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e o elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Alex Sparrow (“UnREAL”) e Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 ganha comercial com nova data de estreia nacional

    8 de abril de 2020 /

    Adiado devido à crise sanitária, “Mulher-Maravilha 1984” ganhou um novo comercial, que destaca a nova data de estreia nacional. Apesar da empolgação com que o narrador informa o lançamento em 13 de agosto, o filme ainda pode ser adiado mais uma vez, caso os cinemas continuem fechados. O adiamento foi pouco extenso. O longa protagonizado por Gal Gadot estrearia em 4 de junho no Brasil, e agora chegará pouco mais de dois meses depois. Além da nova data, a prévia de 30 segundos, divulgada pela Warner, traz diversos trechos vistos no trailer completo e alguns milésimos de segundos inéditos, como a explosão de uma muralha e um vislumbre das amazonas cavalgando em uma praia. O filme é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados até o momento, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord.

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  • Série

    Homecoming: Teaser e imagens da 2ª temporada destacam protagonismo de Janelle Monáe

    8 de abril de 2020 /

    A Amazon divulgou o pôster, seis fotos e o primeiro teaser da 2ª temporada de “Homecoming”, que destaca Janelle Monáe como nova protagonista. Será o primeiro papel fixo da cantora numa série, após se destacar no cinema em “Moonlight” e “Estrelas Além do Tempo” (ambos de 2016), mas ela já era conhecida dos assinantes da Amazon por participação num episódio da antologia sci-fi “Electric Dreams”. A 2ª temporada de “Homecoming” vai acompanhar uma mulher (Monáe) que acorda em uma canoa no meio de um lago, sem nenhuma memória de como chegou lá – ou mesmo de quem ela é. Essa sequência é destaque no vídeo e nas imagens disponibilizadas. Protagonista da 1ª temporada, Julia Roberts não voltará a aparecer nos novos episódios, mas ainda seguirá como produtora executiva da atração, ao lado de Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”). Apesar disso, alguns membros do elenco original, como Stephan James e Hong Chau, ainda podem ser vistos na prévia abaixo, ao lado das novas adições – além de Janelle, Joan Cusack (“De Repente Uma Família”) e Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”). A estreia está marcada para 22 de maio em streaming.

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  • Etc

    Disney+ (Disney Plus) atinge 50 milhões de assinantes mundiais

    8 de abril de 2020 /

    O serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) ultrapassou os 50 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, informou a Walt Disney Co. nesta quarta-feira (8/4). A marca foi atingida cinco meses após o lançamento do serviço e poucos dias após sua chegada na Europa, em 24 de março, quando ficou disponível no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países, além da Índia, onde foi lançado em 3 de abril. Só o lançamento na Índia – realizado em conjunto com o serviço Hotstar, adquirido na compra dos ativos da Fox – representou cerca de 8 milhões de novos assinantes para a Disney +, em apenas cinco dias. “Estamos realmente sensibilizados pelo fato de a Disney+ (Disney Plus) estar ressonando entre milhões de pessoas em todo o mundo e acreditamos que isso é um bom presságio para nossa expansão contínua na Europa Ocidental e no Japão e em toda a América Latina no final deste ano”, disse Kevin Mayer, presidente do departamento direct-to-consumer da Walt Disney. “Grandes histórias inspiram e elevam, e estamos em uma posição privilegiada de poder oferecer uma vasta gama de ótimos conteúdos de entretenimento focados em alegria e otimismo no Disney+ (Disney Plus)”, completou, em comunicado. Ao atingir a marca de 50 milhões, a Disney+ (Disney Plus) já deixou para trás o serviço Hulu, seu irmão corporativo, que tem um pouco mais de 30 milhões de assinantes. A diferença é que o Hulu só está disponível na América do Norte. Mas o rápido avanço já supera expectativas iniciais. Quase dobrou sua base desde a última vez que divulgou seu número de assinantes, no início de fevereiro. E já reuniu uma audiência que é quase um terço do tamanho da Netflix, que começou a oferecer streaming há mais de uma década. A Disney não disse se atribui parte do crescimento recente do serviço à pandemia de coronavírus, que paralisou a vida cotidiana em todo o mundo e causou um aumento nas visualizações de streaming. A plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, oferece uma vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, mas pouco material exclusivo. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial.

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  • Filme

    Thomas L. Miller (1940 – 2020)

    8 de abril de 2020 /

    O produtor de TV Thomas L. Miller, responsável por sitcoms icônicos como “Happy Days”, “Três É Demais” (Full House), “Mork & Mindy”, “Laverne & Shirley”, “Step by Step” e o atual “Fuller House”, morreu no domingo (5/4) em Salisbury, Connecticut, de complicações resultantes de doenças cardíacas. Ele tinha 79 anos. Em sua carreira de seis décadas, Miller esteve por atrás de algumas das séries de comédias mais populares da TV americana. Apesar disso, elas não eram as favoritas da crítica, nem ganharam Emmys. Mas isso nunca o incomodou. “Nosso prêmio é que 30 milhões de pessoas estão assistindo”, disse o produtor, em uma entrevista de 1990 ao jornal Los Angeles Times. “Para mim, o objetivo é entreter. O fato dessas séries não ganharem prêmios não significa nada para mim se continuarmos agradando a tantas pessoas”. No Twitter, as estrelas de “Happy Days”, Ron Howard e Henry Winkler, prestaram homenagem a Miller. Howard o chamou de “gentil, inteligente e espirituoso” e alguém que acreditou desde cedo na sua capacidade de um dia virar diretor de cinema, enquanto Winkler escreveu que o produtor “me deu, junto com seus parceiros, minha vida em Hollywood”. Miller começou sua carreira em Hollywood trabalhando para seu ídolo, Billy Wilder. O cineasta contratou Miller como treinador de diálogos, e ele logo progrediu para diretor assistente, sem créditos, em clássicos como “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), “Se Meu Apartamento Falasse” (1960), “Cupido Não Tem Bandeira” (1961), “Irma la Douce” (1963) e “Beija-me, Idiota” (1964). Ele disse que aprendeu muito com Wilder, e o diretor vencedor do Oscar continuou a ser sua grande influência criativa no resto de sua carreira. Os dois permaneceram amigos até a morte de Wilder em 2002. Após a experiência em Hollywood, Miller passou para a televisão, como assistente de William Self na 20th Century Fox, onde criou sua primeira série. Os dois compartilharam a paternidade da comédia “Nanny e o Professor”, em 1970. Ele então se mudou para a Paramount, virando vice-presidente de desenvolvimento para supervisionar a programação da divisão televisiva do estúdio. Neste período, Miller desenvolveu programas como “The Odd Couple” e “Love, American Style”, além de quase 20 telefilmes. Mas preferiu abandonar a carreira promissora como executivo de TV para se estabelecer como produtor, criando sua primeira empresa de produção com o parceiro Edward K. Milkis. Para a ABC, a Miller-Milkis Productions desenvolveu, junto com o futuro cineasta Garry Marshall, as comédias “Happy Days”, “Laverne & Shirley”, “Mork e Mindy” e “Joanie Loves Chachi”, entre várias outras, além do filme “Golpe Sujo” (1978), com Goldie Hawn e Chevy Chase, na Paramount. Em 1979, Miller se juntou a seu parceiro de vida Robert L. Boyett, com que formou a Miller/Boyett Productions. O casal co-criou a série de comédia “Bosom Buddies” e “Angie” e, em meados dos anos 1980, garantiu um acordo com a Lorimar Television para produzir seriados para toda a família, incluindo “Full House” e “Perfect Strangers”. Eles também produziram o blockbuster musical de Burt Reynolds e Dolly Parton, “A Melhor Casa Suspeita do Texas” (1982), para a Universal. Em 1996, Miller e Boyett uniram-se ao produtor Michael Warren para criar uma nova companhia, a Miller/Boyett/Warren Productions, que produziu “Family Matters”, “Step by Step” e “Dose Dupla”. Esta última, estrelada pelas gêmeas de “Full House”, Mary-Kate e Ashley Olsen, também foi a derradeira série original criada pelo produtor, em 1998. A partir daí, Miller se mudou para Nova York e começou a trabalhar na produção de peças de teatro com Boyett. Ele ganhou um Tony Award de Melhor Peça de 2011 por “Cavalo de Guerra” e foi nomeado na mesma categoria em 2019 por “Tootsie”. Depois de quase duas décadas afastados, Miller e seu parceiro Boyett voltaram ao universo das séries como produtores de “Fuller House”, continuação de “Três É Demais” na Netflix. A atração durou cinco temporadas e vai se encerrar neste ano. Em um comunicado, a WBTV, que produzia “Fuller House”, disse que Miller “nasceu para entreter, impregnado de paixão e amor irreprimíveis por trazer alegria aos outros através do trabalho de sua vida. E que conjunto de talentos ele possuía! Ele foi ao mesmo tempo um executivo atencioso e de bom gosto, um escritor extremamente talentoso e um produtor de grande êxito, cujas muitas séries de sucesso viverão muitos anos na memória coletiva dos fãs de todo o mundo. Todos no Warner Bros. Television Group e na família ‘Fuller House’ sentirão muito a sua falta”.

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  • Filme,  Música

    Amazing Grace: Lendário filme “perdido” de Aretha Franklin chega em VOD no Brasil

    8 de abril de 2020 /

    O lendário filme “perdido” de Aretha Franklin (1942–2018), o documentário “Amazing Grace”, chegou nesta quinta-feira (8/4) aos serviços de VOD do Brasil. “Amazing Grace” foi filmado em 1972 pelo famoso cineasta Sydney Pollack (1934–2008), responsável por clássicos de Hollywood como “A Noite dos Desesperados” (1969), “Mais Forte que a Vingança” (1972), “Três Dias do Condor” (1975), “Tootsie” (1982), “Entre Dois Amores” (1985) etc, e registra a célebre gravação do disco homônimo, que se tornou o maior campeão de vendas da história da música gospel. Pollack levou uma grande equipe de filmagens para registrar o show da cantora na Igreja Batista New Missionary, no bairro pobre de Watts, em Los Angeles, flagrando o fervor do público diante de uma Aretha divina, no auge de seu talento, aos 29 anos de idade. Mas, apesar de ser o mesmo show que virou o disco “Amazing Grace”, o filme não foi lançado, permanecendo no limbo por 46 anos, a ponto de ser considerado “perdido”, arquivado em lugar desconhecido, devido a uma série de problemas legais e técnicos. A falta de lançamento foi consequência de uma opção equivocada do diretor, que não fez captação direta de som, nem usou claquetes ou marcações nas imagens para ajudar na sincronia em pós-produção, o que tornou a edição sonora impossível de ser realizada na época. Pollack chegou a contratar leitores labiais para ajudar a encaixar as falas com as imagens, e trabalhou com editores especialistas, sem obter sucesso. A decepção fez o filme ficar abandonado por quatro décadas até que Alan Elliott, ex-produtor da Atlantic, redescobriu o material e, com uso de novas tecnologias digitais, começou um lento processo de juntar o som às cenas e finalmente editar o filme a partir das imagens brutas. Renascido, o filme teve sua primeira exibição pública logo após a morte de Aretha em 2018, durante o Festival AFI, em Los Angeles, e a reação de pública e crítica foi arrebatadora. “Amazing Grace” atingiu 99% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com elogios unânimes dos críticos norte-americanos. A produção agora pode ser vista no Brasil por meio das plataformas Apple TV (iTunes), Now, Google Play, YouTube, Vivo Play e Sky Play. Veja abaixo o trailer do filme original.

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  • Etc,  Filme

    Allen Garfield (1939 – 2020)

    8 de abril de 2020 /

    O ator Allen Garfield, que trabalhou em vários filmes de Brian De Palma, Francis Ford Coppola e Wim Wenders, morreu na terça (7/4) devido a complicações causadas por covid-19. Ele tinha 80 anos. Nascido Allen Goorwitz em 22 de novembro de 1939, em Newark, Nova Jersey, ele foi boxeador amador, estudou com Lee Strasberg e Elia Kazan no Actors Studio, em Nova York, e começou a carreira no teatro, antes de aparecer pela primeira vez no cinema em 1968, na comédia erótica “Orgy Girls ’69”. Ele fez carreira no cinema underground, com papéis nos primeiros filmes de Brian De Palma, “Quem Anda Cantando Nossas Mulheres” (1968), “Olá, Mamãe!” (1970) e “O Homem de Duas Vidas” (1972). Também participou do cult “Putney Swope” (1969), produção contracultural de Robert Downey, o pai do ator de “Homem de Ferro”, e em comédias sobre o amor-livre, como “O Corujão e a Gatinha” (1970), de Herbert Ross, e “Procura Insaciável” (1971), de Milos Forman. A lista de participações em obras que refletiram e marcaram sua época inclui “Bananas” (1971), de Woody Allen, “A Organização” (1971), de Don Medford, o impactante “O Candidato” (1972), de Michael Ritchie, em que Robert Redford disputava uma eleição para o Senado dos EUA, o clássico “Nashville” (1975), de Robert Altman, e o suspense “A Conversação” (1974), que inaugurou sua parceria com Francis Ford Coppola – continuada nos musicais “O Fundo do Coração” (1981) e “Cotton Club” (1984). Além de trabalhar com alguns dos principais nomes da então chamada “Nova Hollywood”, Garfield ainda atuou na comédia “Primeira Página” (1974), de um dos maiores mestres da velha Hollywood, Billy Wilder. Sua filmografia se manteve impressionante até o fim, seguindo com o cultuado “O Substituto” (1980), de Richard Rush, e duas produções do alemão Win Wenders, o clássico “O Estado das Coisas” (1982) e “Até o Fim do Mundo” (1991), sem esquecer sua fase de blockbusters com “Um Tira da Pesada II” (1987), de Tony Scott – viveu o chefe de polícia Harold Lutz – , e “Dick Tracy” (1990), de Warren Beaty. Vieram muitos outros filmes, de maior ou menor destaque, até que Garfield sofreu um derrame enquanto filmava o terror “O Último Portal” (1999), de Roman Polanski. Mesmo assim, ele retornou em “Cine Majestic” (2001), de Frank Darabont. Mas em 2004 teve um segundo ataque, que o deixou incapacitado. Desde então, o ator vivia no asilo Motion Picture Country House and Hospital, dedicado a cuidar de atores aposentados.

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  • Série

    The Midnight Gospel: Animação adulta do criador de Hora de Aventura ganha trailer psicodélico

    7 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado da série animada “The Midnight Gospel”, nova criação de Pendleton Ward, responsável pelo aclamado desenho “Hora de Aventura”. A prévia é impressionante, lisérgica, com imagens adultas, alegorias insanas, visual psicodélico e premissa apocalíptica. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, na mesma Netflix. A série acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. Os trechos de entrevistas serão inspirados no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com participações de Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. “The Midnight Gospel” estreia em 20 de abril em streaming.

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  • Etc,  Filme

    Recluso há anos, Jean-Luc Godard faz live de quase duas horas no Instagram

    7 de abril de 2020 /

    Recluso há muitos anos, sem dar sequer entrevistas presenciais, Jean-Luc Godard surpreendeu o mundo por participar nesta terça (7/4) de uma live no Instagram, que durou quase duas horas – 1h40, para ser preciso. Em bate-papo com Lionel Baier, diretor da ECAL (Escola de Arte de Lausanne), Godard falou de cinema, linguagem, literatura, pintura, palavra e ciência nesses tempos de coronavírus, sem sair de sua casa em Rolle, na Suíça. Vale lembrar que, antes disso, sua última entrevista pública tinha sido por meio de Facetime, no Festival de Cannes de 2018, quando também falou com a imprensa sem sair de casa. Na ocasião, competia pela Palma de Ouro com o filme experimental “Imagem e Palavra”. Godard iniciou a conversa lamentando o cancelamento dos tradicionais torneios de tênis de Wimbledom e Roland Garros, que acompanhava pela TV. Questionado sobre o que estava vendo na TV, ele confessou que não assiste muito à programação. “Mas às vezes vejo se passa algum filme antigo que quero rever”, ressaltou. E seguiu seus comentários com um raciocínio picotado, saltando entre temas ou retomando assuntos anteriormente abordados, num fluxo muitas vezes desencontrado. Por exemplo, quando o diretor lembrou do trabalho do fotógrafo francês Pierre Bonnard (1867-1946), observou: “Pintar com o pincel não é a mesma coisa que escrever (com um lápis), é outra forma de expressão. A linha da escrita (faz mímica) diz quase nada. A sala escura (de revelação de fotos) é como a caverna do Platão, a gente fixa a realidade sobre o papel.” E quando Baier perguntou se a ideia da caligrafia e da escrita era uma coisa plástica em seu trabalho, saiu-se assim: “Sim. O primeiro livro de filosofia que me marcou foi do Brice Parain (que participou do filme ‘Viver a Vida’, do próprio Godard), escritor e filósofo francês que escreveu ‘Recherches sur la nature et le fonction du language’ (1943). Para mim, a linguagem não é o idioma. Talvez um ou outro sejam diferentes, com origens únicas, como o basco (euskera) e o finlandês. A linguagem é outra coisa, como a pintura e todos os grande escritores, como James Joyce, que buscavam ir mais além do que é a língua falada. Meu último filme é um pouco primitivo, mas a palavra é minha voz, vem da minha garganta, não da minha língua. A pintura é ação com a mão. Escrever no computador não é.” Ele ainda comparou o cinema com a ciência. “O cinema é um pouco como um antibiótico.” E relembrou do passado, admitindo sentir falta de conversar sobre cinema com colegas da nouvelle vague, como Eric Rohmer, Jacques Rivette e François Truffaut, todos já falecidos. Veja abaixo a íntegra da live, em francês.

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  • Música

    Acústico MTV ganha versão de quarentena no YouTube

    7 de abril de 2020 /

    A MTV adaptou um de seus programas musicais mais famosos, o Acústico MTV (MTV Unplugged, no título original americano), para esses dias de isolamento social. Intitulado, em inglês, “Unplugged at Home”, o novo formato do Acústico pega carona na iniciativa individual de alguns artistas, que passaram a transmitir apresentações ao vivo, de suas casas, para os fãs em quarentena. Uma das principais novidades do projeto é que o material está sendo disponibilizado no YouTube, portal que a MTV já considerou seu maior rival e que chegou a processar por exibir vídeos que considerava exclusivos – a emissora perdeu. O canal oficial da MTV no YouTube já disponibilizou shows de Alessia Cara, Yungblud, Wyclef Jean, JoJo e Melissa Etheridge. Nada que entusiasme os fãs de rock. E parece que essa será mesmo a linha do programa, que promete disponibilizar novas apresentações de artistas como Finneas, Jewel, Bazzi, Shaggy e outros. Para quem não lembra, o programa original, que marcou época na televisão, apresentou performances de outro nível, com Nirvana, Duran Duran, Pearl Jam, Paul McCartney, Kiss, Eric Clapton, Aerosmith, Elton John, Bruce Springsteen, Bob Dylan, Rod Stewart, Jimmy Page e Robert Plant, entre outros. Claro que isso foi no tempo em que a MTV tocava rock… Veja abaixo os primeiros shows – literalmente caseiros – da nova versão do programa.

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  • Série

    Série derivada de Hora de Aventura ganha primeiro teaser

    7 de abril de 2020 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Adventure Time: Distant Lands”, série derivada do desenho “Hora de Aventura”. O spin-off da série cancelada em 2018 no Cartoon Network terá apenas quatro episódios, cada um destacando um personagem diferente. O primeiro, “BMO”, será protagonizado pelo robô Beemo. A Princesa Jujuba e Marceline serão o foco do capítulo “Obsidian”, no qual tentarão impedir uma catástrofe na Cidade de Vidro. “Wizard City” explorará o passado do Mordomo Menta e sua história como estudante de magia. E, para completar, “Together Again” mostrará o retorno de Finn e Jake, protagonistas da série, que embarcarão na aventura mais importante de suas vidas. Vencedora da Emmy, a atração criada por Pendleton Ward (roteirista de “As Trapalhadas de Flapjack”) foi exibida originalmente entre 2010 e 2018, ao longo de 10 temporadas e 283 episódios. Durante seu período no ar, a animação foi uma das mais populares do Cartoon Network. E, como se não bastasse, também acabou virando uma incubadora de talentos, gerando sucessos como “Steven Universo”, “Over The Garden Wall” e “Clarence”. Os primeiros episódios especiais de “Distant Lands” serão disponibilizados na vindoura plataforma da Warner Media em 2020, ainda sem data definida. A inauguração da HBO Max vai acontecer em maio nos EUA.

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  • Série

    Atriz de Entourage será Lana Lang na nova série de Superman

    7 de abril de 2020 /

    A nova série de Superman vai apresentar uma nova Lana Lang. A atriz Emmanuelle Chriqui, que estrelou o terror “Pânico na Floresta” (2003), a série “The Passage” (2019) e também a série e o filme de “Entourage” (de 2005 a 2015), interpretará a personagem em “Superman & Lois”. Chriqui vai viver uma Lana adulta, que trabalha em um banco de Smallville, após a maioria de seus amigos de escola ter se mudado da cidadezinha. Ela se reconecta com Clark Kent, seu velho colega de colégio, durante um momento difícil de sua vida. Segundo rumores, a série vai começar com um enterro. Criada em 1950 por Bill Finger (o cocriador de Batman), Lana Lang já passou por várias transformações em sua trajetória na DC Comics – de primeira namorada de Clark Kenk a esposa de outro grande amigo de infância, Pete Ross, e até virou a heroína Superwoman. Sua encarnação mais famosa, porém, é a versão televisiva de “Smallville” (2001–2011), onde foi vivida por Kristin Kreuk. Antes disso, Stacy Haiduk foi a Lana Lang da série “Superboy” (1988–1992) e Annette O’Toole interpretou o papel nos cinemas, em “Superman 3” (1983). E apenas estas duas representaram a personagem como ruiva, de forma fiel aos quadrinhos. Apesar da inclusão da ex-namorada, Clark/Superman vai aparecer na série casado com Lois Lane. “Superman & Lois” vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente foi “Crise nas Infinitas Terras”, encerrado em janeiro. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. Introduzida em “Supergirl”, a gravidez de Lois acabou sofrendo uma reviravolta pelos eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, que transformaram o bebê Jonathan num par de garotos adolescentes. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto exibido como episódio normal de “Arrow”, mas até agora não teve sua produção oficializada nem descartada.

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    The Walking Dead: World Beyond ganha trailer com Rick Grimes

    7 de abril de 2020 /

    A produtora Skybound divulgou um novo teaser de “The Walking Dead: World Beyond”, série derivada da franquia “The Walking Dead”, que evidencia a conexão de sua trama com as duas outras séries do mesmo universo. A conexão se dá por meio de cenas de série principal e do spin-off “Fear the Walking Dead”, que destacam helicópteros com os mesmos logotipos utilizados nos veículos da nova atração. O helicóptero da líder da nova comunidade, interpretada por Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”), traz o mesmo símbolo de três círculos unidos vistos nos veículo aéreo que resgatou Rick Grimes (Andrew Lincoln), protagonista da “The Walking Dead” original, e daquele pilotado por Isabelle (Sydney Lemmon), em seu contato não planejado com Althea (Maggie Grace) em “Fear the Walking Dead”. O vídeo sugere que a nova produção vai mostrar quem são as pessoas que resgataram Rick, que pertencem ao mesmo grupo da misteriosa Isabelle. O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas. Originalmente previsto para 12 de abril, “The Walking Dead: World Beyond” teve o lançamento adiado devido à pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, a atração encontra-se sem data de estreia confirmada. A série será exibida no Brasil pelo canal pago AMC Brasil e também pode chegar pela Amazon, que fechou contrato de distribuição internacional da produção.

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