Rua Cloverfield 10: Mary Elizabeth Winstead tenta sobreviver no novo trailer da sequência de Cloverfield
A Paramount Brasil divulgou o novo trailer (em versões legendada e dublada) de “Rua Cloverfield 10”, que foi exibido na TV americana no domingo (7/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano, que costuma render a maior audiência do ano). A prévia é uma coleção de momentos tensos, que mostram Mary Elizabeth Winstead (“A Coisa”) tentando escapar de uma criatura, mesmo após ser salva pelo “preparado” John Goodman (“Argo”) num porão. O monstro de quem ela foge só é sugerido, embora fique claro que seja grande. “Rua Cloverfield 10” é continuação do elogiado “Cloverfield – Monstro”, feito originalmente em 2008 no estilo found footage, com direção do ainda novato Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e roteiro do então estreante no cinema Drew Goddard (indicado ao Oscar por “Perdido em Marte”). Assim como o filme original, a continuação é produzida por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e marcará a estreia de um jovem cineasta promissor. O filme é dirigido por Dan Trachtenberg, que se projetou ao filmar, em 2011, um curta-metragem inspirado no game “Portal”. O roteiro também é de novatos, mas foi finalizado por ninguém menos que Damien Chazelle, indicado ao Oscar 2015 pelo roteiro de “Whiplash”. A estreia está marcada para 10 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
As Tartarugas Ninja 2: Novo trailer do filme parece desenho animado
A Paramount Brasil divulgou o novo trailer (em versões legendada e dublada) de “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, que foi exibido na TV americana no domingo (7/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano, que costuma render a maior audiência do ano). A prévia destaca as trapalhadas ninja das tartarugas, que evocam situações de desenho animado, com direito a desmaio com língua para fora – e, de certa maneira, as tartarugas são mesmo animadas, por meio de captura de movimento e computação gráfica. Além dos quelônios, o vídeo inclui as aparições de Megan Fox, que volta a viver April O’Neal, Stephen Amell (série “Arrow”) como o herói Casey Jones e os vilões favoritos da série animada, os mutantes Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (Stephen Farrelly). E depois de o primeiro trailer ser embalado por trilha do Run-DMC, o novo traz rap oitocentista dos Beaste Boys, conferindo às imagens um clima de nostalgia. Com roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec (que pelo primeiro filme foram indicados ao Framboesa de Ouro) e direção de Dave Green (“Terra para Echo”), “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras” estreia em 3 de junho nos EUA e duas semanas depois, em 16 de junho, no Brasil.
Gabriele Muccino negocia dirigir adaptação de suspense erótico do escritor de Lolita
O cineasta italiano Gabriele Muccino (“À Procura da Felicidade”, “Sete Vidas”), especialista em melodramas de Hollywood, está negociando dirigir o thriller erótico “Laughter in the Dark”, baseado no livro “Riso no Escuro”, do russo Vladimir Nabokov. A informação é do site Variety. Mais conhecido pelo escandaloso “Lolita”, Nabokov publicou “Riso no Escuro” em 1932, quase como uma prévia de sua obra mais famosa. A trama acompanha um relacionamento parasitário, entre uma adolescente sedutora e um homem mais velho. Ele é um comerciante de arte respeitado. Ela, uma modelo e atriz aspirante de pouco talento. Além de lhe custar o casamento, a sedução da jovem ameaça levar as economias do homem, que é convencido a bancar sua carreira, ao mesmo tempo em que ela planeja, com seu amante, explorar o tolo apaixonado até o último centavo. A história progride de forma sinistra, com um acidente que incapacita o homem e o deixa à mercê da jovem sádica. Mesmo assim, ele só confirma que foi manipulado e decide agir quando é tarde demais. A história já foi filmada antes, na produção britânica “A Noite Infiel” (1969), de Tony Richardson, estrelada por Nicol Williamson e a musa da nouvelle vague Anna Karina (destaque entre as fotos acima). Curiosamente, essa versão atualizou a trama para uma encenação na Londres dos anos 1960. A nova versão também terá ambientação contemporânea, desta vez passada em Nova York, conforme o roteiro dos novatos Bradley McManus e Justin Parker. A escalação do elenco deve começar assim que Muccino assinar o contrato, pois as filmagens estão previstas para começar em maio, visando um lançamento em 2017.
Seal vai viver Pôncio Pilatos em versão musical da Paixão de Cristo
O cantor Seal entrou para o elenco de “The Passion”, próximo musical da rede americana Fox, baseado na Paixão de Cristo. Segundo o site Variety, ele interpretará Pôncio Pilatos. Seal vai se juntar a um elenco multirracial, que destaca o latino de olhos azuis Jencarlos Canela (série “Telenovela”) como Jesus Cristo. No musical, ele será filho de uma loira, a cantora country Trisha Yearwood, no papel de Maria. Entre os discípulos, ainda se destacam o roqueiro Chris Daughtry (revelado em “American Idol”) como Judas e o cantor de pop latino Prince Royce como Pedro. Para completar, o comediante negro Tyler Perry (“Diário de uma Louca”) servirá como narrador da história. A ideia é transformar o sofrimento das últimas horas da vida de Jesus Cristo num passatempo divertido, cheio de músicas e danças. Com texto do Monty Python? Não, o roteiro está a cargo de Peter Barsocchini, especialista em musicais para pré-adolescentes, como os sucessos do Disney Channel “High School Musical” (2006) e “Summer Camp” (2010). A Fox se entusiasmou com a transmissão de especiais musicais após o sucesso de “Grease Live”, visto por 18 milhões de espectadores em 31 de janeiro. A rede também prepara uma versão televisiva de “Rocky Horror Picture Show” para o final de 2016. Por sua vez, a estreia de “The Passion” está marcada para 20 de março.
Star Wars: O Despertar da Força atinge US$ 2 bilhões de bilheteria mundial
“Star Wars: O Despertar da Força” atingiu neste fim de semana uma marca histórica, que apenas dois filmes tinham conquistado anteriormente. Cerca de um mês após se tornar a terceira maior bilheteria mundial de todos os tempos, a retomada da saga espacial virou o terceiro longa-metragem a faturar mais de US$ 2 bilhões nas bilheterias de todo o mundo. A sci-fi de J.J. Abrams agora está colada em “Titanic” (1997), a segunda maior bilheteria de todos os tempos, e deve conseguir ultrapassar o navio de James Cameron. A diferença é de US$ 180 milhões, mas o lançamento de 2015 ainda está movimentando fortunas em várias países, entre eles os EUA, onde ampliou ainda mais seu recorde no fim de semana, tornando-se o primeiro filme a atingir US$ 900 milhões de faturamento no mercado doméstico. Já “Avatar”, também dirigido por Cameron, permanecerá incólume em seu 1º lugar, muito distante das pretensões de “Star Wars”. O longa de 2009, que inaugurou uma efêmera febre 3D, soma US$ 2,7 milhões em todo o mundo. Mas sua liderança não deixa de ser resultado de maquiagem de efeito especial. É que “Avatar” conta um relançamento, com cenas inéditas, dentro de seu faturamento total, o que lhe rende a confortável vantagem com que observa o crescimento do rival.
Bilheteria: Kung Fu Panda 3 resiste aos irmãos Coen e zumbis para manter 1º lugar nos EUA
A animação “Kung Fu Panda 3” não teve dificuldades para se manter em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas pela segunda semana consecutiva, somando mais US$ 21 milhões em sua conta. Mas onde impressiona mesmo é na China, mercado em que também lidera pela segunda semana. O desempenho chinês já rendeu US$ 100 milhões, metade da arrecadação mundial da produção da DreamWorks Animation. A permanência de “Kung Fu Panda 3” no topo se deu, basicamente, por falta de concorrência. Nenhuma das três estreias amplas da semana teve o sucesso imaginado por seus estúdios. Mesmo abrindo em 2º lugar, “Ave, César”, o novo filme dos irmãos Coen, rendeu apenas US$ 11,4 milhões. É pouco para um filme repleto de astros, como George Clooney, Channing Tatum e Scarlett Johansson. Para piorar, seus espectadores deram C- ao longa, na pesquisa do CinemaScore. Isto significa que não haverá boca-a-boca positivo, mesmo que a crítica tenha gostado – 79% no balanço do Rotten Tomatoes. As outras novidades da semana tiveram desempenho pífio. O melodrama romântico “A Escolha” fez US$ 6 milhões na 5ª posição, mas ganhou nota B+, mostrando a tolerância do público com os lugares-comuns das adaptações do escritor Nicholas Sparks. Já a crítica tapou o nariz, chegando a um consenso negativo de 8% de aprovação. “Orgulho e Preconceito e Zumbis” debutou mais morto que vivo, rendendo somente US$ 5,2 milhões em 6º lugar. Maior lançamento da semana, com distribuição em 2,9 mil salas, tomou também o maior tombo, caindo no buraco das produções medíocres – bem mediano, com B- do CinemaScore e 42% do Rotten Tomatoes para atestar. Mesmo como paródia de drama de época, os zumbis do filme não assustaram ninguém, em parte graças à maquiagem digital, ao estilo “Zumbi Nation”, mas também pela própria ideia “genial” de sua premissa, cuja piada aparece explícita no título. Aparentemente, mash-up é um fenômeno das redes sociais e não dos cinemas, conforme também pode atestar o prejuízo gerado por “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2012), adaptação de romance do mesmo autor, Seth Grahame-Smith. Não contente em escrever essas pérolas, o gênio literário ainda roteirizou um filme, “Sombras da Noite” (2012), que foi outro fracasso retumbante. E com essa incrível folha corrida, acabou contratado para escrever a continuação de “Os Fantasmas Se Divertem” (1988), a animação do Batman Lego e o filme solo do super-herói Flash. Isto é Hollywood. Para completar o rol de lamentações, o filme de pior avaliação crítica da semana nem entrou no Top 30, graças a seu lançamento limitado em 100 salas. Trata-se de “Regression”, suspense espanhol, mas falado em inglês e estrelado por ninguém menos que Emma Watson (franquia “Harry Potter”), que sofreu com 7% de aprovação e cinemas vazios, tendo a pior arrecadação por sala entre todas as 40 maiores bilheterias da semana – pífios US$ 310 por tela. Um fiasco de estarrecer até zumbi de paródia. Mas o fim de semana não foi só luta por centavos. “Star Wars: O Despertar da Força” ampliou sua fortuna, atingindo dois marcos históricos, como o primeiro filme a atingir US$ 900 milhões de faturamento nos EUA e o terceiro a passar dos US$ 2 bilhões em todo o mundo. A sci-fi de J.J. Abrams já está colada em “Titanic” (1997) e pode ultrapassar o navio de James Cameron nas próximas semanas. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 69 milhões Total Mundo: US$ 198,1 milhões 2. Ave, César Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 138,1 milhões Total Mundo: US$ 247,6 milhões 3.
Beyoncé arrasa em música e clipe lançados de surpresa, mais politizada que nunca
A rainha das surpresas Beyoncé lançou um novo single, acompanhando por um novo clipe, pegando a internet desprevenida. A façanha não é tão impressionante quando a vez, em 2013, em que ela gravou um disco inteiro na surdina. Mas o vídeo explodiu feito bomba nas redes sociais. Não só pela falta de divulgação antecipada, mas pelas imagens. “Formation” é uma das músicas mais politizadas da cantora, algo vagamente aludido no discurso feminista de hits como “Flawless” e “Pretty Hurts”, mas que agora surge escancarado, com direito a imagens ilustrativas. Ela canta sobre o orgulho de sua negritude, entrando no clipe sentada sobre o capô de uma viatura da polícia de Nova Orleans, que afunda numa inundação das águas do Mississippi. O vídeo também mostra um garotinho dançando diante de uma formação da SWAT, e quando Beyoncé prega respeito às raízes negras, surge um jornal com a foto de Martin Luther King Jr. e imagens captadas em VHS, remontando danças de rua dos anos 1990, época em que o vídeo do espancamento de um negro chamado Rodney King pela polícia de Los Angeles gerou o maior levante racial já visto no país. Em uma das cenas, policias levam as mãos ao alto, em frente a um muro onde está escrito “parem de atirar em nós”. Beyoncé chama atenção para tudo isso sem perder sua pose ostentação, evocando os paparazzi que a perseguem e seu vestido Givenchy. Ela se descreve como uma negra poderosa e orgulhosa, que adora seu nariz, suas raízes sulistas e o cabelo afro da filhinha Blue Ivy – que, por sinal, participa do vídeo. E ela “arrasa”, como diz o refrão, sobre um arranjo minimalista de hip-hop, que privilegia a batida eletrônica e sua voz sobre os demais elementos da canção, favorecendo contorcionismos coreográficos bastante criativos. Já o vídeo, dirigido por Melina Matsoukas (a mesma diretora de “Pretty Hurts”), inclui cenas do documentário em curta-metragem “That B.E.A.T.”, sobre o hip-hop de New Orleans, o que pegou os diretores da obra de surpresa e ameaçou virar uma mini-polêmica no Twitter, até os produtores reconhecerem terem cedido as imagens para a cantora. Os cineastas, por sinal, são creditados na produção do vídeo.
DGA Awards: Alejandro González Iñarritu vence o prêmio do Sindicato dos Diretores
O cineasta Alejandro González Iñarritu foi o vencedor da 68ª edição do DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA, em cerimônia realizada na noite de sábado (6/2) em Los Angeles. Sua consagração, por sinal, originou um feito inédito. O diretor mexicano se tornou o primeiro a vencer o troféu por dois anos consecutivos: por “Birdman” em 2015 e “O Regresso” este ano. Em um discurso emocionado, Iñárritu aproveitou os microfones para criticar a proposta de um dos favoritos a disputar a presidência dos EUA, Donald Trump, que se mostra obcecado em expulsar imigrantes e ampliar as barreiras na fronteira com o México. “A força deste país (EUA) está na diversidade. Construir muros trai isso”, ele afirmou. No contexto da temporada de premiações, a vitória de Iñarritu também demonstrou como os sindicatos de Hollywood estão divididos para a votação do Oscar. Como a maioria dos eleitores da Academia pertence a algum sindicato, estas premiações indicam tendências, que costumam ser reproduzidas na distribuição de estatuetas do Oscar. Apontando a falta de unanimidade da indústria, os diretores preferiram “O Regresso”, mas os produtores ficaram com “A Grande Aposta” e os atores destacaram o elenco de “Spotlight – Segredos Revelados”. Infelizmente, o diretor Fernando Coimbra não conseguiu acompanhar o feito de “O Menino e o Mundo”, que na mesma noite conquistou o Annie Awards de Melhor Produção Independente. Concorrente brasileiro ao prêmio de Melhor Diretor Estreante, pelo excelente “O Lobo Atrás da Porta”, o cineasta brasileiro acabou perdendo para o inglês Alex Garland, responsável pela ficção científica “Ex Machina”, que a distribuidora lançou direto em DVD no Brasil! Nas categorias televisivas, o principal vencedor foi o veterano David Nutter, premiado pelo episódio final (“Mother’s Mercy”) da 5ª temporada de “Game of Thrones”. Chris Addison, da série “Veep”, levou o troféu de Melhor Direção em Série de Comédia. Por fim, mas não menos importante, Dee Rees, uma mulher negra, venceu o prêmio de Melhor Direção de Telefilme pela cinebiografia “Bessie”. Ela já havia chamado atenção da crítica anteriormente, em seu primeiro e até aqui único filme, “Pariah” (2011). Vencedores do DGA Awards 2016 Melhor Diretor Alejandro González Iñárritu (O Regresso) Melhor Diretor Estreante Alex Garland (Ex Machina) Melhor Diretor de Documentário Matthew Heineman (Cartel Land) Melhor Diretor de Série Dramática David Nutter (Game of Thrones, “Mother’s Mercy”) Melhor Diretor de Série Cômica Chris Addison (Veep, “Election Night”) Melhor Diretor de Telefilme/Minissérie Dee Rees (Bessie) Melhor Diretor de Programa de Variedades Don Roy King (Saturday Night Live 40th Anniversary Special)
Annie Awards: “Oscar” da animação consagra Divertida Mente e O Menino e o Mundo
Maior premiação da animação nos EUA, o Annie Awards, considerado o Oscar dos filmes animados, consagrou “Divertida Mente” em sua 43ª edição, que aconteceu na noite de sábado (6/2) em Los Angeles. Foram, ao todo, 10 prêmios conquistados pela produção da Disney/Pixar, incluindo Melhor Filme, Direção e Roteiro (ambos compartilhados por Pete Docter), além de Melhor Dublador para Phyllis Smith, intérprete da personagem Tristeza. Com a vitória, o longa confirma seu favoritismo absoluto na disputa pelo Oscar da categoria. O candidato brasileiro, “O Menino e o Mundo”, também foi premiado, considerado a Melhor Animação Independente, superando produções bem mais caras, como seu rival japonês no Oscar, “As Memórias de Marnie”, além de “O Profeta”. A vitória de “O Menino e o Mundo” realça o trabalho do diretor Alê Abreu como uma das principais animações do ano, além de ampliar seu destaque internacional. O filme foi o primeiro brasileiro a concorrer na categoria. Vencedores do Annie Awards 2016 Melhor Animação Divertida Mente Melhor Animação Independente O Menino e o Mundo Melhor Direção Pete Docter (Divertida Mente) Melhor Roteiro Pete Docter e Ronnie Del Carmen (Divertida Mente) Melhor Dublagem Phyllis Smith (Divertida Mente) Melhor Trilha Sonora Michael Giacchino (Divertida Mente) Melhor Edição Kevin Nolting (Divertida Mente) Melhor Desenho de Produção Ralph Eggleston (Divertida Mente) Melhor Desenho de Personagens Divertida Mente Melhor Animação de Personagens Divertida Mente Melhor Storyboarding Tony Rosenast (Divertida Mente) Melhores Efeitos Animados O Bom Dinossauro Melhores Efeitos Animados em Filme Live-Action Vingadores: Era de Ultron Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Regresso (Urso) Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Regresso (Urso) Melhor Série Animada Os Simpsons
Playlist: 25 clássicos dançantes de funk e disco music
O funk perdeu um dos seus presentantes mais dançantes na semana passada. Maurice White, fundador do Earth, Wind & Fire, morreu aos 74 anos na quarta-feira (3/2). Sua banda vendeu mais de 90 milhões de discos pelo mundo, venceu seis prêmios Grammy e entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll em 2000. O ritmo swingado, os arranjos elaborados e as letras que evocavam as pistas de dança sintetizaram uma época em que o funk, o soul e a disco music conviviam nas mesmas festas. Uma era que a seleção de vídeos abaixo procura recriar. Como diria Maurice White, “Let’s Groove”… em 25 clássicos para reviver o velho globo giratório.
Incorporated: Canal SyFy encomenda série produzida por Matt Damon e Ben Affleck
O canal pago americano SyFy encomendou a produção da série “Incorporated”, produzida pelos atores Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Ben Affleck (“Argo”), informou o site Variety. A série foi criada pelos irmãos espanhóis David e Alex Pastor (“Vírus”) e se passa num futuro em que as corporações têm poder aparentemente ilimitado. Considerado um thriller de espionagem futurista, sua trama será centrada nos esforços de um homem (Sean Teale, da série “Reign”) para burlar o sistema e salvar a mulher que ama. O elenco também conta com Eddie Ramos (série “Teen Wolf”), Dennis Haysbert (série “24 Horas”) e Julia Ormond (série “As Bruxas de East End”). Além de escreverem o episódio inaugural, os irmãos Pastor também dirigiram o piloto aprovado pelo SyFy e continuarão a escrever e produzir “Incorporated”. Em busca de um nome consagrado na indústria televisiva, a produtora Pearl Street Films, de propriedade de Affleck e Damon, também contratou o executivo Ted Humphrey (série “The Good Wife”) para exercer a função de showrunner da atração.
Million Dollar Quartet: História da primeira geração do rock’n’roll vai virar minissérie
O canal pago americano CMT, dedicado à música country, vai produzir uma minissérie dramática dedicada à história da primeira geração do rock, intitulada “Million Dollar Quartet”. Segundo o site da revista Variety, a produção será baseada na peça homônima, indicada ao prêmio Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Musical de 2010. Mas Million Dollar Quartet também é nome de disco. Foi como ficou conhecido o encontro musical entre Elvis Presley, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash em 4 de dezembro de 1956 nos estúdios da Sun Records em Memphis, quando gravaram uma “jam session” histórica. A minissérie pretende comemorar os 60 anos do encontro, além de contar a história da Sun Records, a gravadora que deu origem ao rock’n’roll, destacando seus artistas, desde as primeiras sessões de Ike Turner em 1952, e refletindo a época, marcada por grandes mudanças políticas e agitação social. “‘Million Dollar Quartet” vai capturar o encontro das estrelas que originaram o movimento de cultura pop mais explosivo do século 20, o nascimento do rock’n’roll”, disse Brian Philips, presidente CMT, em comunicado. “Os personagens são todos maiores que a vida, então se trata de um grande desafio, mas estamos contando com a magia de Memphis para ver aquela era ganhar vida novamente!” A produção está a cargo de Leslie Greif, criador da série clássica de ação “Walker, Texas Ranger”, estrelada por Chuck Norris nos anos 1990.
Filme australiano Música da Alma vai virar série animada
O sucesso australiano “The Sapphires” vai virar série animada, informou o site da revista Variety. Lançado direto em DVD no Brasil, com o título de “Música da Alma”, o filme contava a improvável história de um grupo vocal feminino formado por garotas aborígenes em 1968, que são levadas por seu empresário a entreter as tropas americanas durante a Guerra do Vietnã. Estreia do diretor Wayne Blair, a produção original varreu as premiações do cinema australiano em 2013, vencendo praticamente tudo o que disputou – foram uma dúzia de troféus da Academia Australiana de Cinema, incluindo Melhor Filme. O filme já era uma adaptação, baseada numa peça de teatro musical de Tony Briggs, que estreou em Melbourne em 2004. A animação terá supervisão de Briggs e do roteirista Keith Thompson, responsável pela adaptação cinematográfica, e será voltada para crianças. A história vai seguir quatro meninas aborígenes através de aventuras musicais em uma pequena cidade australiana. Ainda não há previsão para a estreia do desenho.












