Wayward Pines: Primeiro vídeo da 2ª temporada adianta diversos detalhes da produção
A rede americana Fox divulgou o primeiro vídeo da 2ª temporada de “Wayward Pines”. A prévia revela os bastidores da produção, introduz novos personagens e confirma quem voltará na série, com todas as explicações ancoradas pelo escritor Blake Crouch, criador do livro em que a temporada inaugural foi baseada. Crouch confirma que toda a história literária foi contada na 1ª temporada, concebida como uma minissérie completa, mas que o sucesso de público e crítica fez com que ele, o escritor Chad Hodge (série “The Playboy Club”) e o cineasta M. Night Shyamalan (“A Visita”) discutissem o que poderia acontecer se a trama continuasse. Satisfeitos com as ideias, os três conceberam uma forma de retomar a trama, que terá início logo após os eventos apresentados no final original, com os moradores de Wayward Pines vivendo sob regras ainda mais radicais, implantadas pelos adolescentes da “Primeira Geração”. A prévia, por sinal, estabelece que está em vigor uma lei marcial e ainda faz analogias entre os jovens uniformizados que comandam o local com a juventude nazista. Entre os atores que voltarão, foram nominalmente confirmados Charlie Tahan (Ben Burke), Shannyn Sossamon (Theresa Burke), Carla Gugino (Kate Hewson) e Hope Davis (Megan Fisher), que não morreu no último capítulo, mas ficou ferida. A Fox, por sua vez, confirmou o retorno de vários outros atores, muitos dos quais interpretaram personagens que não sobreviveram, o que pode sugerir flashbacks. E, para o lugar do protagonista Matt Dillon, a produção escalou Jason Patric (“Os Perdedores”), que dará vida ao Dr. Theo Yedlin, um novo residente da cidade congelada no tempo, que é despertado em meio à nova realidade. Outras novidades no elenco incluem Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Kacey Rohl (série “The Magicians”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Nimrat Kaur (série “Homeland”), Tom Stevens (série “Cedar Cove”) e Michael Garza (“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”). A trama original iniciou como um suspense sinistro, com a chegada do agente do Serviço Secreto Ethan Burke (Matt Dillon) ao vilarejo de Wayward Pines, em busca de dois agentes federais desaparecidos (um deles era a personagem de Gugino). Ele logo descobre que os moradores da cidade vivem sob vigilância e são impedidos de partir. Mas, conforme investiga, descobre que nada era o que parecia. O mistério, na verdade, escondia uma sci-fi apocalíptica, passada no futuro, no qual a pitoresca Wayward Pines era tudo o que restava da humanidade. As reviravoltas inesperadas, com direito a mudança de gêneros, estrearam diante de 3,7 milhões de telespectadores no verão americano de 2015 e não perderam público. Ao contrário, os últimos episódios foram assistidos por mais de 4 milhões de pessoas ao vivo, sintonia elevada para o período de férias. A continuação tem estreia marcada para 25 de maio nos EUA. E, como a Fox vem fazendo com os carros-chefes de sua programação, é bastante provável que a exibição aconteça simultaneamente no Brasil.
O Caçador e a Rainha do Gelo: Cena do filme mostra Charlize Theron contra todo o elenco
A Universal Pictures divulgou uma cena inédita de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que mostra a Rainha Ravenna, personagem de Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), enfrentando o resto dos protagonistas: o Caçador (Chris Hemsworth, de “Os Vingadores”), a Rainha do Gelo (Emily Blunt, de “Sicario”) e a guerreira Sara (Jessica Chastain, de “A Colina Escarlate”), usando seus poderes para criar diversos efeitos visuais. Prólogo de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme conta a “origem” do Caçador e explica o motivo do ódio entre as duas irmãs que disputam o reino encantado da produção. “O Caçador e a Rainha do Gelo” marca a estreia na direção de Cedric Nicolas-Troyan, diretor assistente e supervisor de efeitos visuais do longa original. O lançamento está marcado para 21 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Jonah Hill e Miles Teller enriquecem com a guerra em trailer de comédia
A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer de “War Dogs”, nova comédia estrelado por Jonah Hill (“Anjos da Lei”) e Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), com direção de Todd Phillips, o responsável pela trilogia “Se Beber, Não Case!”. Baseado em fatos reais, a prévia mostra como dois jovens inexperientes venceram uma concorrência do Pentágono e se tornaram reis da indústria bélica, transportante armas para as tropas americanas no Iraque. “War Dogs” revela como os dois amigos se valeram de uma iniciativa do governo americano, que permitia que pequenas empresas fizessem contratos com o exército, para, no início dos anos 2000, aproveitarem as guerras no Afeganistão e no Iraque para arrecadarem uma fortuna com o fornecimento de armas. O roteiro foi escrito por Jason Smilovic (“Xeque-Mate”), a partir de um artigo da revista Rolling Stone, intitulado “Arms and the Dudes” (“Armas e os Caras”, em tradução literal), de Guy Lawson. A produção é do ator Bradley Cooper (igualmente da trilogia “Se Beber, Não Case!”), que também faz participação especial no longa. O filme estreia em 19 de agosto nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Batman vs. Superman bate recorde de bilheteria em estreia no Brasil
O filme “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” registrou uma estreia recorde no Brasil. De acordo com o site Deadline, apenas a bilheteria do dia de lançamento, na quinta-feira (24/3), arrecadou R$ 12,9 milhões, o que representa a maior abertura da história da Warner Bros. no país. O resultado era esperado, tendo em vista que sua distribuição também foi a mais ampla da história da Warner no Brasil. O filme monopolizou 45% de todo o parque exibidor nacional, chegando a mais de 1,3 mil salas de cinema. No resto do mundo, o filme também vem registrando bilheterias significativas. Até sexta, o mercado internacional já rendia US$ 89 milhões para a produção. Além do Brasil, a estreia também foi recorde do estúdio na China, Índia e Japão. Curiosamente, quantia similar, US$ 82 milhões, foi arrecada nos cinemas dos EUA na sexta-feira (25/3), dia da estreia oficial no país. O sucesso de público também demonstra que os super-heróis são invulneráveis à crítica. “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” foi desancado por resenhas demolidoras – que até renderam um vídeo hilário com Ben Affleck – , marcando apenas 29% de aprovação no levantamento do site Rotten Tomatoes. Mas sua exibição continua lotando cinemas. O levantamento oficial da opinião do público americano, pesquisada pelo CinemaScore, deve ser divulgado no domingo. Aproveite e leia a crítica da Pipoca Moderna.
As Tartarugas Ninja 2: Novo trailer destaca vilões e o velho truque do vórtice apocalíptico
A Paramount Pictures divulgou o novo trailer (ainda sem legendas) de “As Tartarugas Ninja 2 – Fora das Sombras”, continuação do filme de 2014. O título alude ao reconhecimento das Tartarugas como “super-heróis”, após saírem do anonimato, levando adiante sua luta contra o crime. A prévia, por sinal, reforça a linhagem heroica ao lançar mão do velho truque do vórtice apocalíptico, visto em “Os Vingadores”, “Quarteto Fantástico” e até na série “The Flash”. Ele é usado de forma gratuita e sem qualquer outra conexão com as demais cenas do vídeo, que, na verdade, serve para destacar a sensualidade de Megan Fox, a participação de Stephen Amell (série “Arrow”) como o herói Casey Jones e a participação dos vilões favoritos da séria animada, os mutantes Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (Stephen Farrelly) – os dois personagens também ganharam pôsteres. Tudo ao som de “No Sleep Til Brooklyn”, dos Beastie Boys, porque, afinal, o moicano de Bebop, a máscara de Jason, quer dizer, de hóquei de Casey, assim como as próprias Tartarugas, são mesmo nostalgia dos anos 1980. Com roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec (que pelo primeiro filme foram indicados ao Framboesa de Ouro) e direção de Dave Green (“Terra para Echo”), “As Tartarugas Ninja 2” estreia em 3 de junho nos EUA e duas semanas depois, em 16 de junho, no Brasil.
Mulher Maravilha: Veja a primeira foto das amazonas do filme
A Warner Bros. divulgou, via revista Entertainment Weekly, a primeira imagem das amazonas de Themyscira, a mitológica ilha habitada pelas guerreiras do filme “Mulher-Maravilha” (clique para ampliá-la). A foto mostra Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) à frente, como a Princesa Diana, acompanhada por Menalippe (Lisa Loven Kongsli, de “Força Maior”), que nos quadrinhos é oráculo das amazonas, sua mãe, a rainha Hipólita (Connie Nielsen, de “Ninfomaníaca”), e sua tia, a brava general Antiope (Robin Wright, da série “House of Cards”). Escrito por Jason Fuchs (“Peter Pan”) e dirigido por Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), o filme vai mostrar a origem da heroína e como a princesa Diana deixou a ilha mitológica para se integrar ao mundo dos homens, durante a 1ª Guerra Mundial, e se tornou a Mulher Maravilha. A estreia está marcada para 22 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Blu-ray de Star Wars: O Despertar da Força vira hit pirata duas semanas antes de chegar nas lojas
O blu-ray de “Star Wars: O Despertar da Força” vazou na internet e já virou sucesso, duas semanas antes de chegar nas lojas dos EUA. Em 12 horas, 250 mil pessoas baixaram o arquivo. Os dados são do site TorrentFreak, especializado em notícias sobre pirataria online. Na programação da Disney, o blu-ray só chegaria às lojas americanas no dia 5 de abril. Mas quatro grupos distintos da “cena” pirata já disponibilizam o filme, incluindo entre os arquivos para download uma foto do disco oficial, como prova da fonte usada para as cópias. Com isso, os piratas pularam uma “etapa” de seu processo tradicional, indo das gravações feitas com câmeras de celulares nos cinemas, de baixíssima qualidade, para a imagem topo de linha, sem passar pela fase de cópia de versão lançada na internet. Isto se deve ao fato de Disney ainda não ter oferecido acesso online ao filme, cuja estreia em serviços VOD só acontecerá no dia 1 de abril. Por enquanto, os blu-ray da internet não disponibilizaram o material extra, exclusivo dos lançamentos físicos, mas a Disney tem feito isso por iniciativa própria, divulgado para diversos sites algumas imagens e cenas deletadas da produção. Maior bilheteria de todos os tempos nos EUA, com US$ 933 milhões arrecadados no mercado doméstico, e terceira maior bilheteria mundial da História, com um total de US$ 2 bilhões, “Star Wars: O Despertar da Força” terá sequência nos cinemas em 2017, com o lançamento de “Star Wars: Episódio VIII”, que já está sendo filmado.
Rede de cinemas Cinépolis vira pólo lançador de filmes exclusivos
Segundo maior grupo exibidor do Brasil, a rede de cinemas Cinépolis inaugurou uma estratégia diferenciada e promissora, apostando em lançamentos exclusivos em seu circuito. Após experimentar essa abordagem com sucesso com dois lançamentos religiosos, o drama americano “Quarto de Guerra”, em dezembro, e o mexicano “Little Boy – Além do Impossível”, no começo de março, a rede lançou seu primeiro filme brasileiro exclusivo neste fim de semana. A iniciativa foi feita com a distribuição de “A Luneta do Tempo”, primeiro longa dirigido pelo cantor e compositor Alceu Valença, que chegou em 14 salas da Cinépolis, boa parte delas no Nordeste, em parceria com distribuidora Fênix. “Há alguns produtos que não chegam no mercado, mas tem o seu potencial. É um nicho a ser explorado”, explicou Paulo Pereira, diretor comercial da rede, em entrevista ao site Filme B. Com 44 cinemas e 341 salas pelo país, que representam 11,5% do parque exibidor nacional, a iniciativa da Cinépolis, rede de origem mexicana, pode se provar uma boa solução para os bons filmes brasileiros que estão padecendo para encontrar salas disponíveis no mercado. “Chatô – O Rei do Brasil”, por exemplo, com todo o seu potencial, foi lançado em apenas 16 salas no ano passado, e mesmo assim foi o segundo filme que mais encheu salas em seu fim de semana de estreia. Diante da falta de iniciativa da Ancine (Agência Nacional de Cinema), o próprio mercado começa a desenrolar o grande nó de distribuição que pressiona negativamente o cinema brasileiro de qualidade, impedindo seu crescimento. “Estamos olhando muito os filmes nacionais agora”, disse o diretor da Cinépolis, que já prepara outro lançamento exclusivo ainda neste semestre. Será um filme infantil.
Garry Shandling (1949 – 2016)
O famoso comediante americano Garry Shandling morreu na tarde de quinta-feira (24/3), ao sofrer um ataque cardíaco repentino em Los Angeles, aos 66 anos de idade. Ele fez muito sucesso na TV durante os anos 1980 e 1990, quando estrelou as séries “It’s Garry Shandling Show” e “The Larry Sanders Show”. Garry Emmanuel Shandling nasceu no dia 29 de novembro de 1949 em Chicago. Formado em Publicidade e Marketing, mudou-se para Los Angeles na década de 1970 para trabalhar em uma agência de propaganda, mas aproveitou a proximidade com a indústria de entretenimento para se tornar roteirista. A carreira artística começou quando ele enviou um roteiro especulativo para a série “Sanford & Son”, que acabou gravado pela rede NBC em 1975. O êxito do episódio o levou a escrever mais quatro capítulos do seriado no ano seguinte, além de uma história de “Welcome Back, Kotter”. Mas o formato dos sitcoms acabou frustrando suas expectativas. Cansado de discutir com produtores, preferiu largar a televisão para virar comediante stand-up. E logo foi “descoberto” pelo programa de variedades “The Tonight Show”. Convidado a participar da atração apresentada por Johnny Carson em 1981, fez tanto sucesso que virou atração recorrente, aparecendo como apresentador convidado em várias ocasiões, até 1987. Tanto que, quando Carson se aposentou, Shandling chegou a ser cotado para substituí-lo. A repercussão de suas aparições no “Tonight Show” lhe rendeu um especial de TV, “Garry Shandling: Alone in Vegas”, exibido pelo canal pago Showtime em 1984, que estava interessado em transformá-lo numa atração fixa de sua programação. O projeto foi a semente da primeira série estrelada pelo comediante, “It’s Garry Shandling’s Show”, criada por ele e Alan Zweibel (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”) em 1985, como uma sátira das sitcoms tradicionais. Na trama, Shandling interpretava uma versão ficcional de si mesmo, um comediante que estrelava uma sitcom e que, durante os episódios, rompia a quarta parede, interrompendo a narrativa para conversar com o público, comentando fatos e integrando a audiência em suas histórias. Exibida até 1990, a série durou quatro temporadas, com um total de 72 episódios. Mas o grande sucesso de Shandling viria no canal concorrente, “The Larry Sanders Show”, produzida entre 1992 e 1998 para o HBO. Desta vez inspirada nas experiências de Shandling no programa de Johnny Carson, a série acompanhava os bastidores de produção de um talk show fictício, apresentado por Larry Sanders (alter-ego de Shandling) e Hank Kingsley (Jeffrey Tambor, hoje protagonista da série “Transparent”). Durante os episódios, Sanders/Shandling aparecia entrevistando celebridades reais, mas tudo seguia roteiros prévios, que embaraçavam a distinção entre os limites de um talk show real e a ficção. Desenvolvida em parceria com Dennis Klein (criador de “Cosby”), “The Larry Sanders Show” teve seis temporadas e um total de 89 episódios, mas é mais celebrada por suas mais de 50 indicações ao Emmy, que a tornaram uma das primeiras produções da TV paga valorizadas pelas mudanças promovidas pela Academia da Televisão – só a partir de 1988 séries da TV paga passaram a disputar as categorias principais, até então reservadas para programas da TV aberta. Vale lembrar que “A Família Soprano”, considerada uma espécie de marco do HBO no Emmy, só surgiu em 1999, após o fim de “The Larry Sanders Show”. Foi, portanto, a comédia de Shandling que, de fato, deu credibilidade para o canal, além de estimular seus executivos a buscar produções que desafiassem as fórmulas estabelecidas da TV aberta. Shandling aproveitou sua popularidade para também se lançar no cinema durante os anos 1990, aparecendo em comédias como “Um Dia de Louco” (1994), com Steve Martin, como dublador de um dos bichos falantes de “Dr. Dolittle” (1998), com Eddie Murphy, e “À Beira do Caos” (1998), com Sean Penn e a dupla da série “House of Cards”, Kevin Spacey e Robin Wright. Após o fim do “Larry Sanders Show”, ele escreveu e estrelou “De que Planeta Você Veio?” (2000), comédia dirigida pelo mestre Mike Nichols, em que viveu um alienígena sem emoções que vem à terra em busca de uma esposa para procriar. Seu par perfeito era Annette Bening, com quem ele também trabalhou em “Segredos do Coração” (1994). Mas não houve química com o público e a crítica, resultando num fracasso de bilheteria e resenhas negativas. Na mesma época, ele ainda coestrelou “Ricos, Bonitos e Infiéis” (2001), produção repleta de estrelas, e gozou seus últimos instantes de fama ao aparecer como si mesmo na série “Arquivo X” (num episódio de 2000) e nas comédias “Zoolander” (2001) e “Metido em Encrenca” (2001). Entretanto, a ausência na telinha logo fez as ofertas de papeis diminuírem, a ponto dele passar vários anos sem filmar. Fora uma dublagem na animação “Os Sem Floresta” (2006), Shandling só foi reaparecer nos filmes da Marvel, interpretando um senador, chamado Stern, em “Homem de Ferro 2” (2010) e “Capitão América 2: O Soldado Invernal” (2014). Foi seu último papel. Shandling nunca se casou, mas entre 1987 e 1994 viveu com Linda Doucett, atriz e modelo que integrou o elenco recorrente de “The Larry Sanders Show”.
Daniel Lobo (1973 – 2016)
Morreu o ator Daniel Lobo, que interpretou o menino Pedrinho na série “Sitio do Pica-Pau Amarelo” entre 1985 e 1986. Ele faleceu na quinta-feira (24/3) num hospital em Tubarão, Santa Catarina, de câncer, aos 43 anos de idade. Revelado aos 13, na adaptação da obra infantil de Monteiro Lobato, Daniel foi o terceiro e último ator a interpretar Pedrinho, o protagonista da atração, durante a primeira versão da série clássica, que ficou no ar por uma década, entre 1977 e 1986, na rede Globo. Ele ainda participou da minissérie “Desejo” (1990) e da série “Confissões de Adolescente” (1994), e apareceu em algumas novelas, como “74.5 – Uma Onda no Ar” (1994), “Esperança” (2002) e “Beleza Pura” (2004), mas sua carreira acabou se voltando mais para o teatro, especialmente em Santa Catarina, onde vivia. Seu último trabalho no palco foi como ator e diretor do espetáculo “Nise da Silveira – Guerreira da Paz”, sobre história da psiquiatra alagoana discípula de Carl G.Jung. A peça estava sendo apresentada no Museu de Arte de São Paulo (MASP), mas, após seis semanas, o espetáculo precisou ser interrompido devido ao quadro de saúde de Daniel. “Após seis comoventes semanas de temporada no MASP, com o público crescendo a cada dia e a perspectiva de lá ficarmos por muito tempo, por motivos de saúde sinto-me na missão de interromper a caminhada”, escreveu Daniel em seu perfil no Facebook no dia 12 de março. Ele se despediu agradecendo ao público, deixando no ar os aplausos do fim de seu espetáculo de vida.
Playlist: 36 clipes de rap old school dos anos 1980 e 1990
A semana marcou a perda do rapper americano Phife Dawg, integrante do grupo A Tribe Called Quest, pioneiro do hip-hop alternativo. Ele morreu na terça-feira (22/3) aos 45 anos, devido a complicações de diabetes tipo 1. Um dos primeiros grupos a juntar jazz e rap, A Tribe Called Quest surgiu em meados dos anos 1980, integrando, ao lado de De La Soul, Jungle Brothers e Queen Latifah uma geração inovadora de Nova York, que buscou outros ritmos, rimas e atitudes mais positivas para o hip-hop. Seus discos se tornaram bastante influentes, mas eles também tiveram referências de outros artistas da época. A seleção de clipes abaixo resgata esse período chave do rap, numa sequência de batidas de funk e jazz pulsantes.
Luc Besson divulga primeira foto de Dane DeHaan e Cara Delevingne como os heróis espaciais Valerian e Laureline
O cineasta Luc Besson revelou em seu Instagram a primeira foto de Dane DeHaan e Cara Delevingne como os heróis espaciais de “Valerian and the City of a Thousand Planets”. Ele também aparece na foto, além de ter divulgado dezenas imagens dos bastidores das filmagens, com vários alienígenas, cenários, Rihanna e muita tela azul. Confira abaixo. A adaptação dos cultuados quadrinhos franceses, criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, vai acompanhar os exploradores espaciais Valérian e Laureline em uma missão no planeta Sirte, para descobrir se seus habitantes representam um risco para a Terra. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), o veterano ator Rutger Hauer (“Blade Runner”), a cantora Rihanna (“Battleship”) e o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”). As filmagens começaram em janeiro, marcando o retorno do cineasta francês Luc Besson à ficção científica, duas décadas após “O Quinto Elemento” (1997). Além de dirigir, o cineasta assina o roteiro do filme, que será o mais caro já produzido por sua empresa, a EuropaCorp, responsável pela franquia “Busca Implacável”. A estreia está prevista para 21 de julho de 2017 na França e nos EUA.
Trailer japonês de Capitão América: Guerra Civil revela cena inédita da Viúva Negra
A Disney divulgou um trailer japonês de “Capitão América: Guerra Civil”, que traz uma montagem ligeiramente diferente do vídeo lançado há duas semanas. Após dividir os Vingadores em dois grupos distintos, a prévia revela um trecho inédito da briga entre Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). O diálogo dos dois, por sinal, reverbera o tom da trama, em que amigo se volta contra amigo, devido à diferenças de opiniões. Assim como o anterior, o trailer termina com a aparição do Homem-Aranha (Tom Holland). Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.












