Jack Reacher: Tom Cruise ameaça todo mundo em trailer legendado de seu novo filme de ação
A Paramount Pictures divulgou um novo pôster e mais um trailer (legendado e dublado) de “Jack Reacher: Sem Retorno”, continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro”, de 2012. A prévia repete basicamente as mesmas cenas de todo o material divulgado até aqui, mostrando como o personagem de Tom Cruise faz ameaças que é capaz de cumprir. A diferença é que, desta vez, a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”), que vive a protagonista feminina, quase não aparece. Na trama, ela vive a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
DC Super Hero Girls e Fifth Harmony se juntam para celebrar o “girl superpower” em vídeos musicais
A nova animação das heroínas de quadrinhos “DC Super Hero Girls” ganhou um clipe, em que cenas da produção são apresentadas ao som de “That’s My Girl”, da girl band Fifth Harmony. A música foi a escolhida para ser a trilha sonora do primeiro longa da animação, que é estrelada por outro grupo feminino, formado por Mulher Maravilha, Batgirl, Supergirl, Arlequina, Katana, Hera Venenosa e Abelha como estudantes de colegial. Esqueça o “girl power” das Spice Girls. A época agora é de “girl superpower” “DC Super Hero Girls” é uma série da internet, criada para promover uma linha de brinquedos, com o objetivo de atrair mais meninas para os produtos derivados dos quadrinhos da DC Comics. Graças ao sucesso, a produção também ganhou, no mês passado, uma animação em longa-metragem para o mercado de home video, intitulada “DC Super Hero Girls: Hero of the Year”. Mas o hit do Fifth Harmony também ganhou um clipe de verdade, uma superprodução em que a banda ambiciona virar Destiny’s Child, dançando entre “ruínas pós-apocalípticas”. A direção é de Hannah Lux Davis (que também dirigiu o dueto de Ariana Grande e Nicki Minaj, “Side To Side”). Confira os dois vídeos abaixo até enjoar da musiquinha.
Mulher-Maravilha é bissexual, “lembra” escritor de seus quadrinhos
Com o filme da Mulher-Maravilha prestes a estrear, a heroína está mudando oficialmente seu status sexual nos quadrinhos. Nesta semana, o atual escritor de sua revista em quadrinhos deu a resposta óbvia à pergunta sobre sua sexualidade. Falando ao site Comicosity, Greg Rucka “lembrou” a todos que a heroína cresceu num lugar onde não havia homens, chamado de paraíso. E é justamente neste lugar (a Ilha Paraíso, também conhecida como Themyscira), que se passa a nova publicação da personagem, mostrando suas aventuras em meio a outras amazonas, com direito a muitos abraços apertados, flertes, sugestões pouco sutis e nudez. “A ilha é para supostamente ser o paraíso. Você supostamente deveria ser capaz de um relacionamento satisfatório, romântico e sexual. E as únicas opções ali são mulheres”, explicou Rucka. “Não faz o menor sentido achar que todas seriam heterossexuais. Mas uma amazona não olha para outra amazona e diz ‘você é gay’. Elas não fazem isso. O conceito não existe. Agora, nós estamos dizendo que Diana se apaixonou e teve relações com outras mulheres? A resposta é obviamente sim”. Essa revelação pode não ser tão surpreendente para os leitores dos gibis, já que a mãe de Diana, a Rainha Hippolyta, mantinha uma relação com Philippus. Nos quadrinhos, a Mulher Maravilha também já celebrou um casamento lésbico, numa história recente. Quando Clark Kent se disse surpreso por ela apoiar a união homossexual, a heroína respondeu: “Clark, o meu país é só de mulheres. Lá não há casamentos gays, apenas casamentos”. Apesar de tudo isso, a sexualidade da Mulher-Maravilha nunca havia sido discutida ou revelada com tanta clareza por um dos autores de suas histórias. Mas nunca é demais ressaltar que sua bissexualidade está presente desde os bastidores de sua criação. Afinal, o psicólogo William Moulton Marston, que além de criar a heroína também inventou o teste do polígrafo (mais conhecido como “detector de mentiras”), era adepto do amor livre e morava com a esposa e a amante na mesma casa nos anos 1930. Para comprovar que as duas mulheres se davam muito bem, Elizabeth Marston deu à sua primeira filha o nome de Olive, em homenagem à amante, Olive Byrne, que também teve filhos com Marston, adotados pelo casal “oficial” para manter as aparências. Além disso, Elizabeth foi uma “mulher de carreira”, dedicando-se à vida profissional, o que era considerado uma qualidade exclusivamente masculina no início do século 20, e teve filhos apenas após ter mais uma mulher na casa para ajudar a criá-los.
Crisis in Six Scenes: Série é considerada pior trabalho da carreira de Woody Allen
A primeira série da carreira de Woody Allen não emplacou entre a crítica. Com apenas 33% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “Crisis in Six Scenes” foi considerada a pior criação da carreira do cineasta. Para se ter ideia, seu filme menos cotado é “Igual a Tudo na Vida” (2003), que tem 40% de aprovação. Abaixo da minissérie do site Amazon, só mesmo seu primeiro roteiro de cinema, “Que é que Há, Gatinha?” (1965), com 31%. Mas ele ainda não tinha virado diretor na época. A encomenda de “Crisis in Six Scenes” marcou uma mudança na política na Amazon. Até então, o serviço de streaming encomendava pilotos de séries para serem avaliadas pelo público de sua plataforma, encomendando apenas os que passassem pelo critério de popularidade. Com a série de Woody Allen, a encomenda foi direta, baseada no prestígio do autor. Mas Allen foi sincero ao dizer que não dominava o meio e que eles estavam cometendo um erro. Ele disse exatamente isso em entrevistas. Só que a maioria considerou ser uma piada de seu conhecido humor autodepreciativo. Pois não era comédia. Era mesmo drama. Allen não só escreveu e dirigiu, mas também estrelou a minissérie de seis capítulos, passada nos anos 1960, que chega ao Amazon nesta sexta (30/9), contracenando com a estrela pop Miley Cyrus e com Elaine May, indicada a dois Oscars. “Todo o esforço parece cansativo, excessivamente familiar e repetitivo. A única coisa que salva nesta comédia nada cômica é sua brevidade: cada um dos seis episódios tem pouco mais de 20 minutos de duração”, avaliou Brian P. Kelly, do Wall Street Journal. “Se você achou que Woody Allen iria revolucionar a televisão com sua nova série na Amazon, prepare-se para ficar frustrado”, sentenciou Ellen Gray, do jornal Philadelphia Inquirer. “‘Crisis in six scenes’ não é tão bom. Ela convence em poucos momentos, basicamente em trechos de fim de episódios que empilham-se mal em meia hora artisticamente ambiciosa”, afirmou Tim Goodman, da revista The Hollywood Reporter. “Há apenas duas boas ideias escondidas pelos cantos desta série, que mais se assemelha a um filme inchado e quebrado”, definiu Ben Travers, do site IndieWire, que deu nota C- ao projeto. “Os diálogos são travados, as performances esquisitas e a maioria das cenas duram mais que deviam”, resumiu Josh Bell, do Las Vegas Weekly. Até o comentário mais positivo, de Robert Bianco no jornal USA Today, veio cheio de ressalvas. “‘Crisis’ não é Allen no seu auge, nem seu trabalho mais sério e contemplativo como artista. ‘Crisis’ é uma comédia ligeira e supérflua, que começa muito devagar (considere isso como aviso) até culminar numa conclusão satisfatoriamente engraçada”, ele descreveu.
O Lar das Crianças Peculiares é a maior estreia da semana, que ainda tem remake, continuação e até cult
A semana oferece boas opções de passatempo nos shoppings, com uma boa oferta de títulos juvenis, enquanto os lançamentos mais adultos ocupam o circuito limitado. “O Lar das Crianças Peculiares” tem o maior alcance, chegando a 753 salas, 528 delas em 3D. Trata-se de uma nova fábula sombria do diretor Tim Burton, cuja carreira é uma coleção de filmes para assustar crianças. Mas esta adaptação de conto infantil é mais “Batman” (1989) que “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005), com personagens superpoderosos e vilões. De fato, não deixa de ser uma versão de conto de fadas dos “X-Men”, em que crianças peculiares (mutantes) habitam e estudam numa mansão secreta, sob a proteção de uma mentora/professora, enquanto são caçadas por inimigos que as odeiam. O lançamento é simultâneo com os EUA, onde conquistou 61% da crítica no levantamento do site Rotten Tomatoes. Outra fábula encantada, “Meu Amigo, o Dragão”, tem praticamente metade dessa distribuição, ocupando 378 salas, sendo 292 em 3D. Remake de um clássico de 1977 da Disney, o filme atualiza a história com tecnologia e emoção, substituindo o dragão desenhado em 2D por uma criatura formidável da computação gráfica em 3D e eliminando as músicas da trama. O resultado torna a projeção mais palatável para o público moderno, sem perder a doçura de sua premissa original, sobre um menino criado por um dragão na floresta. A história mexe com arquétipos, que evocam tanto “Mogli, o Menino Lobo” quanto “E.T. – O Extraterrestre”, e curiosamente repete o mesmo tema do filme de Tim Burton, refletindo como adultos preconceituosos temem e atacam o que lhes parece diferente. É também a estreia da semana que obteve a melhor cotação da crítica americana, com 86% de aprovação. Duas comédias completam as programações dos shoppings. Em exageradas 465 salas, “Gênios do Crime” é um besteirol de Hollywood, baseado na história real de um assalto cometido por ladrões ineptos. O filme é dirigido por Jared Hess, que causou boa impressão em seu primeiro longa, “Napoleon Dynamite” (2005), e nunca mais repetiu o mesmo sucesso. Talvez por isso, “Gênios do Crime” seja basicamente um “Napoleon Dynamite” criminal, com medíocre 40% de aprovação. Ou, para situar entre o público brasileiro, uma longa esquete da trupe “Hermes e Renato” com o elenco metido naquelas perucas e roupas ridículas. Quer ver uma boa comédia de assalto real cometido por ladrões ineptos em roupas de outra época? “O Roubo da Taça” ainda está em cartaz. A segunda comédia é “O Bebê de Bridget Jones”, terceiro filme da franquia britânica, que chega 12 anos depois do último longa e sem fazer o mesmo sucesso nas bilheterias internacionais. Já prevendo isso, sua distribuição é pouco ambiciosa, em 238 salas. Renée Zellweger volta à pele de Bridget, desta vez encarando novos desafios da vida adulta: um divórcio e uma gravidez. Há ainda uma terceira comédia, a nacional “Um Homem Só”, que, por ser um pouquinho mais sofisticada que os habituais besteiróis cariocas, chega a apenas 53 telas. A sofisticação fica por conta das referências. Preso num casamento e num emprego que o tornam infeliz, o personagem de Vladimir Brichta encontra Mariana Ximenes e passa a sonhar com outra vida. E para resolver seus problemas apela para uma empresa misteriosa e picareta de clonagem humana, visando deixar “outro” ter sua vida chata. Ou seja, com elementos de “O Duplo”, o clássico de Fyodor Dostoevsky filmado inúmeras vezes (a mais recente em 2013, com Jesse Eisenberg), via o hi-tec de garagem – e os closes “oníricos” – de “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” (2004), o filme se junta a “Entre Abelhas” (2015) no rol das comédias brasileiras recentes que escondem a falta de originalidade com verniz intelectual. É possível tratar até um tema batido de forma original, como mostra o drama peruano “A Passageira”, em dez salas. A partir do encontro casual entre um motorista de táxi, ex-militar que participou da repressão aos guerrilheiros do Sendero Luminoso, e uma passageira, ex-camponesa de origem indígena que sofreu abusos na infância, o filme aborda os traumas deixados pelo período das ditaduras sul-americanas. De forma curiosa, duas produções americanas de diretores famosos completam o circuito com a menor distribuição da semana. Em oito salas, “Stonewall – Onde o Orgulho Começou” tem direção de Roland Emmerich, cujo ultimo filme foi lançado no Brasil no estádio do Palmeiras – um certo “Independence Day: O Ressurgimento”. A diferença de tratamento se deve ao tema. Trata-se de um raro drama na carreira do rei das catástrofes cinematográficas, que também é gay assumido e, por isso, considerou necessário filmar os eventos que originaram a Parada do Orgulho LGBT. Entretanto, o filme foi mal-recebido pela crítica (9% no Rotten Tomatoes) e até entre a comunidade que pretendia homenagear, por banalizar e embranquecer os personagens reais dos conflitos de 1969. A mesma história já tinha sido filmada antes em tom de comédia, em “Stonewall” (1995), que foi mais bem-recebido (63%), mas seu retrato definitivo é o documentário “Stonewall Uprising” (2010). Por fim, em apenas três salas de São Paulo, estreia “Demônio de Neon”, de Nicolas Winding Refn, que já foi incensado por “Drive” (2011), filme premiado no Festival de Cannes. “Demônio de Neon” também foi exibido no festival francês, mas se trata de um terror. A trama traz Elle Fanning como uma bela garota do interior que chega a Los Angeles para ser modelo, entrando num mundo em que a beleza superficial esconde personalidades deformadas. O filme se diferencia por mostrar como comercial de perfume cenas que incluem, entre outros detalhes, vampirismo, canibalismo e necrofilia lésbica. Feito para chocar, definitivamente não agrada à maioria. Mas pode virar cult, como demonstra a divisão entre defensores e detratores que colecionou nos EUA, com 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. Um “Fome de Viver” (1983) para o século 21?
Clássicos de suspense de Alfred Hitchcock vão inspirar nova série de TV
O filmes do mestre do suspense Alfred Hitchcock vão inspirar uma nova série, “Welcome to Hitchcock”. A Universal assinou contrato com os herdeiros do cineasta para a produção da atração, que terá o formato de antologia. O comunicado cita como inspiração alguns clássicos de Hitchcock, como “Os Pássaros” (1963) e “Psicose” (1960), além da clássica série “Hitchcock Apresenta” (1955–1962), que trazia o próprio diretor introduzindo o mistério de cada episódio. Esta mesma atração, inclusive, chegou a ter um revival nos anos 1980, que durou quatro temporadas entre 1985 e 1989. O novo projeto, porém, é bem diferente, pois não irá contar uma história por capítulo e sim por temporada, ao estilo de “American Horror Story” e “Fargo”. Entre os produtores, estão listados os herdeiros de Hitchcock, os executivos da Universal e o cineasta Chris Columbus (“Pixels”), que irá dirigir o piloto. Além de Columbus, o projeto pretende trazer diretores de cinema para assinar os demais episódios, como Hitchcock fazia em sua série dos anos 1950. “Muitos anos depois de sua morte, Alfred Hitchcock continua a ser um dos mais celebrados e visionários diretores do mundo, um mestre manipulador do macabro. Estamos honrados com a confiança em nosso estúdio para homenagear seu trabalho”, assina Dawn Olmstead, vice-presidente executiva de desenvolvimento da Universal Cable Productions. A obra do cineasta já inspira atualmente uma série de TV: “Bates Motel”, que conta a história do jovem Norman Bates (Freddie Highmore), protagonista de “Psicose”. A série vai acabar em 2017, em sua 5ª temporada, justamente ao chegar no ponto em que começa a história do filme de Hitchcock.
Criador de The Walking Dead processa o canal pago AMC em US$ 280 milhões
Fazer sucesso tem seu preço. Para o cineasta Fank Darabont, o preço é US$ 280 milhões. É isto que ele pede de indenização, num processo que está movendo contra o canal pago americano AMC por lucros cessantes, fraude e quebra de contrato, informou o site The Hollywood Reporter. Darabont foi quem criou a série “The Walking Dead”. Ele convenceu o autor de quadrinhos Robert Kirkman a lhe permitir que adaptasse seus gibis de zumbis e enfrentou a resistência de diversos executivos da TV, que não viam potencial no material, até emplacar o piloto no AMC, cujo maior sucesso da época, “Mad Men”, costumava ser visto por cerca de 2 milhões de telespectadores. Dedicando-se ao trabalho, ele escreveu, dirigiu e produziu o piloto. Fez mais, escreveu outros dois episódios e cuidou de cada detalhe da 1ª temporada, além de ter comandado todo o começo da 2ª, que seu perfeccionismo exigiu que fosse reescrita até durante as gravações. Vendo que a série tinha três vezes mais público que a incensada “Mad Men” e dava cinco vezes mais trabalho para ser produzida, Darabont se tornou um “chato”, passando a exigir melhores condições de filmagens, com maior orçamento para a produção. Acabou batendo de frente com o presidente da AMC, que, ao contrário da vontade do diretor, queria diminuir o orçamento para compensar, com “The Walking Dead”, o prejuízo de outras séries “de maior prestígio”. A discussão acabou rendendo a sua demissão. Agora, o homem que viu o potencial, levou a série para o canal, escreveu o roteiro, dirigiu e produziu seu lançamento exige ser recompensado pela atração, que já bateu o recorde de maior audiência da TV paga em todos os tempos. De acordo com o Hollywood Reporter, Darabont alega que o AMC não está lhe repassando direitos referentes ao licenciamento da série para outros canais, inclusive emissoras afiliadas, que ele plateia por conta de uma cláusula de seu contrato original. O site também apurou que o processo deverá trazer à luz as verdadeiras circunstâncias que levaram ao seu afastamento da série. O produtor alega que foi prejudicado financeiramente, por ter trabalhado no desenvolvimento de toda a 2ª temporada e só receber até a data de sua demissão. Mas enquanto ele garante ter trabalhado em todos os episódios, a emissora sustente que ele precisaria ter estado presente até o fim das gravações. Há, inclusive, a questão dos direitos que Darabont poderia requisitar sobre “Fear the Walking Dead”, série derivada que só se tornou possível devido ao sucesso de seu projeto. Enquanto isso, “The Walking Dead” retorna com sua 7ª temporada em 23 de outubro, com exibição simultânea no Brasil pela Fox.
You’re the Worst é renovada para 4ª temporada sob elogios rasgados da crítica
A série “You’re the Worst” foi renovada para sua 4ª temporada pelo canal pago americano FXX. A renovação aconteceu após a exibição de apenas quatro episódios da 3ª temporada. A produção de comédia, que encontra humor em temas sombrios, incluindo depressão clínica e estresse pós-traumático, é uma das séries mais elogiadas pela crítica americana, com uma cotação de 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes para sua nova temporada. Criada por Stephen Falk (roteirista da série “Weeds” e produtor da série “Orange is the New Black”), “You’re the Worst” acompanha o casal cínico Jimmy (Chris Geere) e Gretchen (Aya Cash), que tenta manter uma relação baseada apenas na atração sexual, enquanto trazem à tona o pior de cada um. Até que eles descobrem que a autodestruição também pode ser compartilhada a dois. A 3ª temporada se encerra no dia 20 de novembro, e os próximos episódios devem estrear em meados de 2017, em data a ser anunciada.
Perdidos no Espaço: Molly Parker entra no remake da Netflix
A atriz Molly Parker (série “House of Cards”) entrou no elenco do remake de “Perdidos no Espaço”, atualmente em desenvolvimento na Netflix. Segundo o site Deadline, ela viverá Maureen Robinson, a mãe de Judy, Penny e Will. O caçula e a mais velha já foram escalados. O menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) vai viver Will Robinson e a adolescente Taylor Russell terá o papel de Judy. Com a revelação da mãe, fica claro que Judy, interpretada por uma atriz negra, será adotada nesta nova versão. O marido de Maureen também já está definido. O ator Toby Stephens, intérprete do temido Capitão Flint da série “Black Sails”, será o patriarca da família, John Robinson. O sobrenome dos personagens é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha era substituída por outro planeta. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que estreie na Netflix apenas em 2018.
The Strain é renovada para a 4ª e última temporada
O canal pago americano FX renovou “The Strain” para sua 4ª temporada, que será o final da série. Isto representa uma temporada a mais que o plano original dos produtores. Quando foi aprovada, a série deveria adaptar um livro por ano da “Trilogia da Escuridão”, escrita pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”) e pelo escritor Chuck Hogan (“Atração Perigosa”), mas a trama acabou se estendendo um mais. O produtor Carlton Cuse (“Bates Motel”) contou, em comunicado, que a decisão de encerrar a série partiu da equipe criativa, para não ir além da história original. “É uma verdadeira alegria trabalhar no FX, onde intenções criativas sempre vem em primeiro lugar”, ele disse. “Nosso plano era para a série durar três anos, mas ela se expandiu. Com o fim da 3ª temporada, Guillermo, Chuck e eu sentimos que o restante da história deveria ser contada em apenas mais uma temporada. Temos um plano fantástico para uma emocionante e climática 4ª temporada. Estamos profundamente gratos ao FX por apoiar a nossa visão e por nos permitir terminar a produção seguindo nosso próprio calendário”. A série vem perdendo audiência, ano após ano, e a atual temporada está registrando uma média de 1 milhão de telespectadores por episódio. Mesmo assim o diretor do FX Nick Grad lamentou, no comunicado, o fim da atração. “Embora estejamos tristes por vê-la acabar, apoiamos plenamente a maneira com que eles estão construindo a conclusão dramática da 4ª temporada”, ele declarou. “The Strain” tornou-se, assim, a terceira série consecutiva do FX a anunciar seu fim nos últimos dias. Mas enquanto seus episódios de terror continuarão a ser produzidos por mais um ano, “Tyrant” e “Sex & Drugs & Rock & Roll” não retornarão à TV em 2017.
Luke Cage: Vídeo acompanha o herói por pontos turísticos do Harlem
A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo vídeo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, que referencia o bairro nova-iorquino do Harlem, onda a trama se passa. A prévia é introduzida pelos rappers A$ap Ferg e Method Man, e acompanha o astro Mike Colter (intérprete de Luke Cage desde “Jessica Jones”) por pontos turísticos do bairro, como o histórico Apollo Theatre, onde lendas do blues deixaram sua marca, e em cenas da própria série que exploram aspectos da cultura local. O objetivo é mostrar como Luke Cage é um herói diferente, mais realista. Enquanto alguns voam, ele circula pelas ruas da periferia. Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para esta sexta (30/9) na Netflix.
Arrow: Muita ação, novos heróis e Dolph Lundgren no trailer sombrio da 5ª temporada
A rede CW divulgou um novo e longo trailer da 5ª temporada de “Arrow”, repleto de ação, novos heróis e participação de Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) em papel de mafioso russo. Além de mostrar a formação do novo time de vigilantes do Arqueiro Verde (Stephen Amell) e flashbacks da entrada de Oliver Queen na bratva, a prévia surpreende pelo tom sombrio, num possível reflexo das séries da Marvel no Netflix. As cenas aumentam bastante a expectativa para os novos capítulos, que prometem ser muito tensos e violentos. Entre os novos personagens apresentados, destacam-se o vilão Tobias Church (Chad L. Coleman, da série “The Walking Dead”) e os novos aliados do Arqueiro: Artemis (Madison McLaughlin, que chegou a vestir a roupa de Canário Negro no final da temporada passada), Cão Raivoso (Rick Gonzalez, da série “Reaper”) e Retalho (Joe Dinicol, da série “Blindspot”). Além dos citados, estão previstas aparições de mais dois heróis dos quadrinhos da DC Comics, Vigilante (Josh Segarra, da série “Chicago P.D.”) e Alvo Humano (Wil Traval, da série “Jessica Jones”). Os novos episódios de “Arrow” começam a ser exibidos em 5 de outubro na rede americana CW. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.
Animais Fantásticos e Onde Habitam: Veja o trailer final legendado do spin-off de Harry Potter
A Warner Bros. divulgou o trailer final legendado do filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, que se passa no mesmo universo mágico da saga “Harry Potter”. A prévia revela novas criaturas mágicas e enfatiza os efeitos especiais da produção, ao mesmo tempo em que estabelece um conflito entre bruxos, no qual o personagem principal, vivido por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”), acaba ofuscado por uma profusão de coadjuvantes, com direito a par romântico, interpretado por Katherine Waterston (“Vício Inerente”), parceiro cômico providenciado por Dan Fogler (série “Secrets and Lies”) e antagonista encarnado por Colin Farrell (série “True Detective”). A trama se passa na Nova York dos anos 1920, mais de sete décadas antes de “Harry Potter”, para onde o jovem bruxo Newt Scamander (Redmayne) se dirige com uma mala cheia de criaturas fantásticas, que, claro, escapam, aprontando uma grande confusão típica de Sessão da Tarde. O roteiro foi escrito pela própria criadora de “Harry Potter”, marcando a estreia da escritora J.K. Rowling nesta função, e a direção ficou a cargo de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes da franquia do bruxinho de Hogwarts. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.











