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  • Série

    Henry Cavill vai estrelar série baseada no jogo “Warhammer 40.000”

    16 de dezembro de 2022 /

    O ator Henry Cavill (“The Witcher”) já definiu seu novo projeto grandioso após o anúncio de que ele será mais Superman no cinema. O ator vai estrelar e produzir uma série baseada no famoso jogo de miniaturas “Warhammer 40.000”. O jogo se passa 40 mil anos no futuro, quando a civilização humana parou de progredir e está envolvida numa guerra sem fim contra alienígenas e seres mágicos – enquanto deuses e demônios figuram em um sistema teológico de classes. O mundo é dividido em diferentes classes, como o Imperium of Man (que são os humanos militaristas), os Necron (uma raça de androides semelhantes a esqueletos), os Aeldari (raça élfica), os Tyranids (alienígenas inimigos), os T’au (alienígenas de pele azul que podem ser aliados) e os Orks. Produzido pela Games Workshop, o jogo foi criado na década de 1980 e se tornou o jogo de miniaturas mais popular do mundo. Ele se difere de outros jogos de tabuleiro porque usa de miniaturas que podem ser movidas pela mesa. O próprio Cavill é fã do jogo. A série de “Warhammer 40.000” será desenvolvida pela plataforma de streaming Amazon Prime Video (que acaba de finalizar a compra dos direitos do jogo), que oficilizou o projeto nesta sexta (16/12). “’Warhammer 40.000′ capturou a imaginação de fãs de todas as idades, de todas as esferas da vida e de todo o mundo”, disse Jennifer Salke, diretora da Amazon e MGM Studios. “Estamos entusiasmados em trabalhar com Henry, Vertigo Entertainment e Games Workshop em nossos negócios de entretenimento da Amazon nesta franquia brilhante e imersiva para nossos clientes globais experimentarem nos próximos anos”, completou. Apesar disso, a produção ainda está em seus estágios iniciais. Não há nenhum roteirista e showrunner atrelado à série, que também não tem previsão de estreia. Após se afastar de “The Witcher”, Henry Cavill envolveu-se em diversos projetos, entre eles o thriller de ação “Argylle”, novo trabalho do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem previsão de lançamento.

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  • Filme

    Daisy Edgar-Jones será cantora Carole King em cinebiografia

    15 de dezembro de 2022 /

    A atriz Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) vai estrelar o filme “Beautiful: The Carole King Musical”, adaptação de uma peça homônima da Broadway que será produzido pelo ator Tom Hanks (“Elvis”). “Daisy tem um espírito e uma energia que reconheci como eu quando era mais jovem. Ela é um tremendo talento e sei que ela fará uma grande atuação”, disse a própria Carole King sobre a escalação, em comunicado. O filme vai contar a história do início da vida e da carreira da cantora e compositora Carole King, que ficou famosa com o lançamento de seu álbum “Tapestry” (1971), um sucesso tão grande que lidou por 15 semanas a parada da Billboard, nos Estados Unidos. Ela também venceu quatro Grammys, incluindo Álbum do Ano (para “Tapestry”) e Canção do Ano (para “You’ve Got a Friend”). A peça da Broadway, vencedora de dois Tony Awards, conta a sua história usando as músicas que ela escreveu, muitas vezes em parceria com Gerry Goffin, além de outras canções de Barry Mann, Cynthia Weil, Phil Spector, entre outros. “Beautiful: The Carole King Musical” será baseado no livreto do musical, escrito pelo falecido cineasta Douglas McGrath (“Tiros na Broadway”). A direção está a cargo de Lisa Cholodenko, que também vai escrever o roteiro com Stuart Blumberg. Ambos trabalharam juntos no maior sucesso da cineasta, “Minhas Mães e Meu Pai” (2010). Daisy Edgar-Jones foi vista recentemente na comédia de terror “Fresh” (2022), no drama “Um Lugar Bem Longe Daqui” (2022) e na série “Em Nome do Céu”. O filme ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo, três dos maiores sucessos de Carole King.

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  • Filme

    Game “Death Stranding” será adaptado para cinema

    15 de dezembro de 2022 /

    O game “Death Stranding”, desenvolvido por Hideo Kojima e lançado em 2019, será adaptado para o cinema. O próprio Kojima está supervisionando a adaptação, em parceria com o produtor Alex Lebovici (do terror “Noites Brutais”). Na trama do jogo, a sociedade ficou fraturada após um evento cataclísmico chamado de “Death Stranding”, que abriu uma porta entre os vivos e os mortos, e possibilitou que criaturas sobrenaturais vagassem pelo mundo destruído. Carregando os restos desconectados do futuro da humanidade em suas mãos, o protagonista Sam Bridges embarca em uma missão para trazer esperança e conectar os últimos sobreviventes de uma América dizimada. “Death Stranding” apresentou um elenco estelar, que não apenas emprestou a voz para seus personagens, como também suas fisionomias. O protagonista é interpretado por Norman Reedus (“The Walking Dead”) e o elenco ainda conta com Mads Mikkelsen (“Hannibal”), Léa Seydoux (“007 – Sem Tempo para Morrer”), Guillermo del Toro (“O Gabinete de Curiosidades”) e Margaret Qualley (“Criada”). Não ficou claro se o elenco do game vai voltar para a adaptação cinematográfica. Lebovici está produzindo e financiando o filme por meio da sua produtora, a Hammerstone Studios. “Eu não poderia estar mais animado com esta nova parceria com a Hammerstone Studios”, disse Kojima. “Este é um momento crucial para a franquia e estou realmente ansioso para colaborar com eles para trazer ‘Death Stranding’ para a tela grande.” “Estamos emocionados e honrados por ter a oportunidade de fazer uma parceria com o brilhante e icônico Hideo Kojima em sua primeira adaptação cinematográfica”, acrescentou Lebovici. “Ao contrário de outras adaptações de games de grande orçamento, isso será algo muito mais íntimo e fundamentado. Nosso objetivo é redefinir o que uma adaptação de game pode ser quando você tem liberdade criativa e artística. Este filme será uma autêntica ‘produção de Hideo Kojima’”. O filme de “Death Stranding” ainda não tem previsão de estreia. Kojima é um criador de jogos de renome mundial. Após o sucesso que conquistou com a franquia “Metal Gear” na Konami, lançou seu próprio estúdio em 2015, Kojima Productions, e em 2020 recebeu o BAFTA Fellowship, o maior prêmio concedido pelo BAFTA a um indivíduo em reconhecimento à contribuição excepcional para filmes, jogos ou televisão. O game “Death Stranding” recebeu vários prêmios de jogos após sua estreia no PlayStation e foi seguido, em setembro de 2021, por “Death Stranding Director’s Cut”, um aprimorando da experiência do jogo, oferecendo mais ação, áreas expandidas, histórias estendidas e um exclusivo Sistema Social Strand, que possibilita conexão de pessoas ao redor do mundo por meio de ações no jogo. A continuação, “Death Stranding 2”, foi anunciada na semana passada e está sendo desenvolvido para o console PlayStation 5, com o próprio Kojima atuando como roteirista, diretor, produtor e designer. Assista abaixo ao trailer de “Death Stranding”.

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  • Série

    HBO Max vai tirar “Raised By Wolves”, “Westworld” e outras séries de seu catálogo

    15 de dezembro de 2022 /

    A Warner Bros Discovery anunciou que vai tirar diversas séries do catálogo da plataforma de streaming HBO Max. Entre as séries que serão excluídas está a superprodução “Raised By Wolves”, do cineasta Ridley Scott (“O Último Duelo”), e “Westworld”, que teve quatro temporadas premiadas pelo casal Jonathan Nolan e Lisa Joy (“Periféricos”). Outras séries que também vão sair do catálogo são “Uma Turma Genial” e “A Mulher do Viajante do Tempo”, bem como os reality shows “FBoy Island”, “Legendary” e “Em Busca de Magic Mike”. Todos os títulos que desaparecerão foram cancelados e alguns deles não possuem final. Entretanto, as séries não desaparecerão da face da Terra. A ideia da WBD é transformá-las em dinheiro, montando um pacote para licenciá-las para serviços de streaming gratuitos, também chamados de FAST – sigla de Free Ad-supported Streaming Television, streaming televisivo grátis com anúncios. O serviço mais conhecido do gênero é a Pluto TV, disponível no Brasil. Os criadores de “Westworld”, Jonathan Nolan e Lisa Joy, aprovaram a ideia. “Somos incrivelmente orgulhosos de ‘Westworld’ e do notável trabalho de nosso elenco e equipe. Estamos entusiasmados por ter a oportunidade de dar as boas-vindas a um público totalmente novo para nossa série” com a mudança de plataforma. O pacote vendido para WBD também vai contar com “The Nevers”, cujo cancelamento e exclusão do catálogo da HBO Max já haviam sido anunciados antes. Mas não terá atrações como “As Crônicas de Cucu”, “Love Life”, “Made For Love”, “The Garcias” e “Minx”, que também foram canceladas e serão excluídas da plataforma. Por não serem produções próprias da WBD, estes títulos foram devolvidos aos estúdios que os produziram. A Lionsgate, inclusive, pretende continuar “Minx” em uma nova plataforma. A WBD, porém, disse que está conversando com os parceiros sobre esse projeto, para convencê-los sobre as oportunidades de “expandir ainda mais o alcance das séries, incluindo, entre outros, o licenciamento da série para plataformas FAST de terceiros”. Segundo apurou o site Deadline, a WBD também estaria desenvolvendo uma plataforma FAST própria, que pretende anunciar em breve. Tudo isso ocorre enquanto a empresa sofre com seu balanço financeiro. Com as reestruturações e encargos relacionados à fusão WarnerMedia-Discovery, o prejuízo da companhia só tem aumentado. Estima-se que já esteja em US$ 5,3 bilhões. “É mais confuso do que pensávamos, é muito pior do que pensávamos”, disse recentemente o CEO da WBD, David Zaslav. “Você abriu o armário, as coisas caíram. Estamos arrumando-as. Alguns ativos são melhores do que pensávamos no início – o talento é melhor do que pensávamos. Mas muitas coisas foram inesperadamente piores do que pensávamos.” Especificamente sobre a decisão de retirar séries do catálogo da HBO Max, Zaslav afirmou: “Não tiramos nenhuma série da plataforma que fosse nos ajudar de alguma forma”. Outros títulos removidos da HBO Max este ano incluem séries como “Camping”, “Mrs. Fletcher”, “Run” e “Vinyl” e reality shows como “Ellen’s Next Great Designer” e “Generation Hustle”, bem como diversas séries animadas. Zaslav também cancelou a produção do filme “Batgirl” e desistiu da série “Demimonde”, de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), entre muitos outros cortes.

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  • Filme

    Darren Aronofsky planeja versão musical de “Cisne Negro”

    15 de dezembro de 2022 /

    O cineasta Darren Aronofsky (“Mãe”) está desenvolvendo uma versão musical do seu filme “Cisne Negro” (2010), que rendeu o Oscar de Melhor Atriz a Natalie Portman. A informação foi divulgada pelo próprio diretor, em entrevista ao site The A.V. Club. Na conversa, Aronofsky disse que “adoraria” fazer um filme musical de “Cisne Negro” e que já falou “com muita gente sobre isso”. “Estamos tentando fazer o musical ‘Cisne Negro’”, ele reforçou. “Veremos o que acontece. Mas estamos trabalhando nisso”. Ele ainda estendeu o assunto, revelando seu entusiasmo com o projeto. “Cheguei perto de algumas ideias”, acrescentou. “É uma coisa muito complicada porque a trilha dos musicais não é mais música popular. Então, o que você faz? Acho que ‘Hamilton’ foi brilhante porque Lin-Manuel Miranda fundiu hip-hop com as canções típicas dos musicais. E então ele teve esse avanço que foi realmente brilhante. Mas imaginar uma abordagem para isso, de qual seria a música, de onde ela vem, é o maior desafio.” O diretor disse ainda que tem passado “muito tempo pensando sobre” o estilo de música que combinaria com essa versão musical de “Cisne Negro” e espera um dia ser capaz de “descobrir algo”. O filme conta a história de uma bailarina que se autodestrói em sua busca pela perfeição e passa a ser assombrada por uma versão sombria dela mesma. Darren Aronofsky dirigiu recentemente o filme “A Baleia”, estrelado por Brendan Fraser (“A Múmia”) no papel de um professor que ganhou o apelido de baleia ao atingir o peso de 272 quilos. O filme já está em cartaz nos EUA, mas só será lançado no Brasil em 9 de fevereiro. Confira abaixo o trailer de “Cisne Negro”.

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  • Filme

    Melissa McCarthy vai estrelar comédia natalina do autor de “Simplesmente Amor”

    15 de dezembro de 2022 /

    A atriz Melissa McCarthy (“Esquadrão Trovão”) vai estrelar uma comédia natalina que será escrita pelo mestre das comédias românticas britânicas Richard Curtis, autor de “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) e “Simplesmente Amor” (2003), entre outras. O filme vai acompanhar um homem viciado em trabalho que pede a ajuda de a uma gênia mágica para conseguir reconquistar a sua família antes do Natal. McCarthy deve interpretar a entidade mágica. O projeto está sendo desenvolvido para o serviço de streaming Peacock e será dirigido por Sam Boyd (criador da série “Love Life”). Embora não tenha previsão de estreia, é possível supor que, devido à temática, o filme vá chegar ao streaming no final do ano que vem. Melissa McCarthy será vista a seguir no papel de Ursula na versão live-action de “A Pequena Sereia”, que estreia em maio de 2023. Ela também estará na comédia “Unfrosted: The Pop-Tart Story”, dirigida por Jerry Seinfeld (da série “Seinfeld”), mas esse projeto ainda não tem data de lançamento.

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  • Série

    Reese Witherspoon vai estrelar série de comédia de cheerleaders

    15 de dezembro de 2022 /

    A atriz Reese Witherspoon (“Pequenos Incêndios Por Toda Parte”) vai estrelar e produzir a série de comédia “All Stars”. Desenvolvida para a plataforma de streaming Amazon Prime Video, a atração ganhou encomenda de duas temporadas de uma vez. A série vai acompanhar uma ex-cheerleader (Witherspoon) que usa de trapaças e mentiras para conseguir um emprego ensinando novas líderes de torcida em uma escola na costa da Inglaterra, país sem tradição de cheerleaders. Lá, ela precisa mostrar a um grupo desorganizado de alunas – e a ela mesma – o que significar ser uma All Star (algo como atleta de seleção) das torcidas. O conceito da série parece tentar emular o sucesso “Ted Lasso”. Mas, ao contrário da atração da Apple TV+, “All Stars” é inspirada na história real de Andrea Kulberg, uma americana dos sul dos EUA que foi ao Reino Unido para ensinar adolescentes britânicas a serem líderes de torcida. “All Stars” foi criada por Aline Brosh McKenna (“Crazy Ex-Girlfriend”), que também vai servir como showrunner da atração e dirigir o episódio piloto. Witherspoon vai produzir a série por meio da sua produtora Hello Sunshine. Essa não será a primeira vez que as duas trabalham juntas. A atriz terminou recentemente de filmar a comédia romântica “Your Place or Mine”, dirigida por Brosh McKenna, que estreia em fevereiro. “Há muito tempo venho procurando um projeto que trouxesse nossa missão Hello Sunshine de tornar as mulheres as heroínas de suas próprias histórias para uma geração mais jovem. Quando vi essa história, soube imediatamente que essa ideia faria exatamente isso”, disse Witherspoon, em comunicado. “A ideia de ver uma mulher americana vindo para compartilhar o esporte americano de animação de torcida para um grupo de jovens no Reino Unido me deixou tão animada! Eu amo que essa série seja cheia de um verdadeiro coração, alegria profunda e do poder do trabalho em equipe. Mal posso esperar para fazer parceria com a brilhante, hilária e talentosa Aline McKenna mais uma vez para criar uma personagem cômica e verdadeiramente original, e com a equipe da Amazon, cuja paixão por este projeto é incomparável.” “Reese é minha heroína de longa data e estou muito emocionada por termos feito um filme juntas e por esta fantástica oportunidade na TV”, disse Brosh McKenna. “Estou tão animada por trazer este mundo e esses personagens à vida! O pessoal da Amazon já se mostrou tão entusiasmado e solidário que estou muito animada para me juntar a sua lista de talentos.” “All Stars” ainda não tem previsão de estreia. Reese Witherspoon será vista a seguir na 3ª temporada da série “The Morning Show”, que ainda não tem data de lançamento. Porém, seu comprometimento com uma nova atração, de outra plataforma de streaming, pode colocar em risco o seu futuro na série da Apple TV+. Segundo apurou o site Deadline, o contrato de Witherspoon previa que ela estrelasse três temporadas de “The Morning Show”, abrindo possibilidade de renovação. Já seu novo contrato com a Amazon a permite que ela estrele mais de uma série ao mesmo tempo. Aparentemente, tudo vai depender do interesse dela.

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  • Série

    Harry & Meghan: Parte 2 da série traz acusações graves contra família real. Saiba tudo

    15 de dezembro de 2022 /

    A segunda parte da série documental “Harry & Meghan” estreou nessa quinta (15/12) com o intuito de expor ainda mais problemas envolvendo a família real. E foi exatamente isso que aconteceu. Em um dos momentos mais marcantes da série, o príncipe Harry afirma que seu irmão, o príncipe William, gritou com ele em uma reunião de crise familiar em Sandringham, em 2020. “Foi assustador ver meu irmão gritando e berrando comigo e meu pai dizendo coisas que simplesmente não eram verdade, e minha avó sentada em silêncio e absorvendo tudo”, contou Harry. “Mas você tem que entender que, do ponto de vista da família, especialmente dela, existem maneiras de fazer as coisas e sua responsabilidade final é a instituição.” O intuito era discutir os planos de Harry e Meghan de se afastarem dos deveres reais. O encontro foi realizado apenas horas antes de a Família Real emitir uma declaração conjunta, que Harry afirma ter sido emitida sem a sua aprovação. A reunião foi convocada depois que uma reportagem de jornal afirmou que Harry e Meghan, a duquesa de Sussex, estavam planejando deixar o Reino Unido e abandonar muitos de seus deveres reais por causa da maneira como eram tratados por William. Harry disse que, em seguida, foi publicada uma nota do Palácio negando a notícia, que ele definiu como “falsa, ofensiva e potencialmente prejudicial”. “Assim que entrei no carro após a reunião, fui informado sobre uma declaração conjunta que havia sido feita, em meu nome e no nome de meu irmão, macetando a história dele nos intimidar para sairmos da família.” “Eu não podia acreditar”, continua ele. “Ninguém me pediu permissão para colocar meu nome em uma declaração como essa. Liguei para Meghan e contei a ela, e ela começou a chorar porque, em apenas quatro horas, eles ficarem felizes em mentir para proteger meu irmão e, ainda assim, por três anos, eles nunca estiveram dispostos a dizer a verdade para nos proteger.” “De repente, o que clicou na minha cabeça foi que isso nunca iria parar”, completou Meghan. Harry conta que a então Rainha Elizabeth II foi mantida afastada dos dois. Em certo momento, ela os convidou para passarem a noite com ela. Mas então surgiram as notícias de que eles estariam dispostos a renunciar ao título e se mudar para os EUA. A partir daí, eles dizem que “esta mensagem urgente chega dizendo: ‘Você não tem permissão para ir ver Sua Majestade … ela está ocupada, ela tem planos a semana toda’”, conta Meghan. O neto da Rainha ainda disse que ligou para a avó. “Ela disse: ‘Sim, eu não sabia que estava ocupada, me disseram que estou ocupado a semana toda’”, revelou. “A parte mais triste disso tudo foi a divisão criada entre mim e meu irmão… agora do lado da instituição, e parte de mim entende isso”, afirmou ele. “Essa é a herança dele, então, até certo ponto, já está arraigado nele que parte de sua responsabilidade é a sobrevivência e a continuação desta instituição.” Assim como os três primeiros episódios, lançados na semana passada na Netflix, a segunda parte também aborda a maneira como o casal decidiu lutar contra a invasão da mídia. Harry falou que a Família Real trabalha muito perto dos principais meios de comunicação (descrevendo-os como “parceiros”) e disse que foi encorajado a trabalhar dentro desse sistema. “Meu pai [o então príncipe Charles] me disse: ‘Querido garoto, você não pode enfrentar a mídia’. Eu disse que discordo fundamentalmente. Tenho 30 anos de experiência em olhar por trás da cortina e ver como esse sistema funciona e como ele roda. Pautas constantes sobre outros membros da família, sobre favores, convidando a imprensa a participar. É um jogo sujo.” Harry revelou que o escritório de seu irmão oferecia histórias sobre o casal para a imprensa britânica a fim de desviar a atenção negativa que os então Cambridges estavam recebendo. “Tem vazamento, mas também tem plantio de histórias”, disse ele. “Se a equipe de comunicação quiser remover uma história negativa sobre seu protegido, eles negociarão e fornecerão a você algo mais sobre o protegido de outra pessoa.” Não só isso, mas o Príncipe Harry também traçou uma ligação direta entre as reportagens do tabloide Daily Mail sobre sua esposa, Meghan Markle, e o aborto espontâneo que ela sofreu em 2020. Em determinado momento, o casal fala sobre o fato de o jornal ter publicado uma carta particular que Meghan havia escrito para seu pai distante, Thomas Markle, e a subsequente batalha legal contra o tabloide por ter publicado a correspondência. Meghan havia escrito a carta para Thomas Markle depois que o relacionamento deles entrou em colapso, logo antes de seu casamento com o príncipe Harry em maio de 2018 – que seu pai não pôde participar devido a problemas de saúde. Ela conta que foi encorajada por membros da família real a enviar a carta. O jornal recebeu a carta do próprio Thomas Markle, que disse que queria abordar o que considerava relatos injustos por parte da mídia. O Daily Mail publicou trechos da carta na edição especial Mail On Sunday em fevereiro de 2019. O príncipe Harry acrescentou mais tarde que o tabloide só publicou a carta porque acreditou que a família real diria ao casal para não tomar medidas legais. “Como o Mail teria a estupidez de publicar uma carta entre um pai e uma filha? Bem, a resposta é simples: eles sabiam que a família nos encorajaria a não processar”, disse ele. A dupla contou que os advogados reais até concordaram em iniciar um processo legal contra o jornal, mas depois decidiram não agir. Por fim, o casal seguiu outros conselhos jurídicos e iniciou seu próprio processo. “Tudo mudou depois disso. Esse litígio foi o catalisador, provavelmente, para todo o desenrolar”, disse Meghan. Por fim, ela processou a Associated Newspapers, editora do The Mail e Mail On Sunday, e ganhou. Mas, na ocasião, Meghan estava grávida. E Harry afirma que o estresse teve um efeito claro na sua saúde física. “Acredito que minha esposa sofreu um aborto espontâneo por causa do que o The Mail fez. Eu assisti a coisa toda”, disse ele. “Agora, sabemos absolutamente que o aborto foi causado por isso? É claro que não. Mas tendo em mente o estresse que isso causou, a falta de sono e o momento da gravidez, com quantas semanas ela estava. Posso dizer pelo que vi que o aborto espontâneo foi criado pelo que eles estavam tentando fazer com ela”, explicou ele. Meghan também falou sobre a importância de compartilhar sua experiência do aborto espontâneo em um artigo, intitulado “As Perdas que Compartilhamos”, publicado no jornal The New York Times em 2020. “Eu poderia optar por nunca falar sobre essas coisas, mas optei por dizer: ‘Com todo o mal que vem com isso, o bom é poder ajudar outras pessoas.’ Esse é o sentido da vida, certo? Conexão e comunidade.” Em relação à sua entrada na Família Real, Markle descreveu que se sentiu como “um organismo estranho” dentro do aquário que é família real. “Um dia, esse pequeno organismo aparece”, ela contou. “E a coisa toda é: ‘O que é isso?’, ‘O que ele está fazendo aqui? Não se parece conosco, não se move como nós, não gostamos. Tire isso de perto de nós.’” Ela relatou que chegou a ter pensamentos suicidas, mas que o Palácio de Buckingham não a deixava procurar ajuda. “Eu não tinha permissão. Eles estavam preocupados sobre como isso se refletiria sobre a instituição.” Meghan também abordou a tempestade de ódio que ela enfrentou nas redes sociais. Ela se lembra de um tuíte que dizia: “Meghan precisa morrer, alguém só precisa matá-la”. “Sou mãe, essa é a minha vida real…. E quando você vê isso, pensa: ‘Vocês estão fazendo as pessoas quererem me matar’. Não é apenas um tabloide, não é apenas uma história. Vocês está me deixando com medo’”, contou ela, em meio às lágrimas. A série “Harry & Meghan” faz parte de um contrato de desenvolvimento que o casal fechou com a Netflix para produzir conteúdos por meio do braço de mídia da sua organização sem fins lucrativos, Archewell. Os episódios estão disponíveis na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.

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  • Filme

    Ursinho Pooh vai ganhar filme e série sobre sua infância

    14 de dezembro de 2022 /

    O personagem Ursinho Pooh, criado pelo escritor A.A. Milne em 1926, vai ganhar um filme, que será seguido por uma série de TV centrada em sua infância. O projeto será dirigido por Mike de Seve (roteirista de “Deep: Aventura no Fundo do Mar”), que também vai escrever o roteiro ao lado de John Reynolds (“The Mr. Peabody & Sherman Show”). “Estamos contando a surpreendente história de origem do jovem urso bobo e seus amigos, quando ainda eram crianças, de uma forma projetada para se conectar com as crianças do século 21”, disse Reynolds, em comunicado. A ideia dos realizadores é tenta repetir o sucesso de produções recentes, como “As Aventuras de Paddington” (2014) e “Pedro Coelho” (2018). “Acho que esse jovem filhote é totalmente identificável para as crianças de hoje, com seu desejo obstinado por mel e seus esquemas ridículos para obtê-lo”, disse o cineasta. “Toda a turma é hilária e ainda mais hilária quando eram crianças, como estamos descobrindo.” “O urso de A.A. Milne envelheceu graciosamente nos últimos cem anos. Mas o que aconteceu no passado para tornar a ele e seus amigos quem eles são no livro? Uma grande aventura, foi isso que aconteceu – e uma que precisa de uma tela grande”, disse a produtora Charlene Kelly (“Next Gen”). “O público será transportado para um lugar onde eles nunca esperaram estar.” O personagem do Ursinho Pooh foi apresentado para o público há quase um século e explodiu em popularidade com adaptações animadas da Disney. Neste ano, a criação de A.A. Milne entrou em domínio público, o que possibilita a outros estúdios criarem novas histórias que não precisam seguir o cânone. O filme e a nova série animada estão sendo desenvolvidos pelo estúdio indie Baboon, do próprio de Seve. Uma das primeiras experimentações com o personagem após a liberação dos direitos foi um filme de terror intitulado “Winnie-the-Pooh: Blood & Honey”, que chegará aos cinemas americanos em 15 de fevereiro. Já o filme de origem e a série do Ursinho Pooh ainda não têm previsão de estreia.

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    Adam Driver enfrenta dinossauros em trailer de ficção científica

    14 de dezembro de 2022 /

    A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer e o pôster de “65”, ficção científica estrelada por Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”). A prévia mostra o personagem de Driver tentando sobreviver na Terra pré-histórica dominada por dinossauros. A trama acompanha um piloto espacial (Driver) que viajava pelas galáxias em busca de um novo mundo. Porém, após um acidente, ele vai parar na Terra de 65 milhões de anos atrás. Lá, ele e a única outra sobrevivente do acidente (Ariana Greenblatt, de “Awake”) precisam atravessar um terreno desconhecido repleto de criaturas pré-históricas para conseguir sobreviver. “65” foi produzido pelo cineasta Sam Raimi (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) e tem roteiro e direção da dupla Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas do primeiro “Um Lugar Silencioso”). O filme chega aos cinemas brasileiros em 9 de março, um dia antes da sua estreia nos EUA.

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  • Filme

    Trailer de “Pânico 6” leva terror a Nova York

    14 de dezembro de 2022 /

    A Paramount Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Pânico VI”, novo filme da franquia de terror dos anos 1990. A prévia mostra os personagens sobreviventes do filme anterior no metrô de Nova York durante o Halloween, em meio a várias pessoas fantasiadas de monstros, inclusive com a máscara do psicopata da franquia – e uma delas pode ser o verdadeiro assassino. A prévia faz referência ao primeiro teaser de “Sexta-Feira 13, Parte 8: Jason Ataca Nova York” (1989), no qual o assassino Jason aparecia observando a cidade de Nova York. O início de ambos os teasers é igual e, em certo momento do trailer de “Pânico VI”, é possível ver até mesmo uma máscara do Jason, completando a homenagem. Outras citações das fantasias de Halloween da prévia incluem Pinhead (de “Hellraiser”), Babadook e até o cantor David Bowie. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas será a primeira vez que a franquia chegará em Nova York. A sinopse oficial indica que “a saga ‘Pânico’ continua com os quatro sobreviventes dos assassinatos de Ghostface enquanto eles deixam Woodsboro para trás e iniciam um novo capítulo”. Os “quatro sobreviventes” são Jenna Ortega (“Wandinha”), Melissa Barrera (“Vida”), Jasmin Savoy Brown (“Yellowjackets”) e Mason Gooding (“Com Amor, Victor”). Além deles, o elenco vai contar com os retornos de Courteney Cox (vista em todos os filmes da franquia) e Hayden Panettiere (“Pânico 4”), além das novas adições de Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Dermot Mulroney (“Sobrenatural: A Origem”), Tony Revolori (“Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”), Liana Liberato (“Banana Split”), Henry Czerny (“Casamento Sangrento”), Josh Segarra (“Arrow”) e Devyn Nekoda (“Os Tênis Encantados”). “Pânico VI” foi escrito por Guy Busick (“Casamento Sangrento”) e James Vanderbilt (“Mistério no Mediterrâneo”) e conta mais uma vez com a direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt (também de “Casamento Sangrento”), que assumiram o comando da franquia após a morte do diretor original, Wes Craven. Confira abaixo o trailer oficial em duas versões: legendado e dublado em português.

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    “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” lidera indicações ao Critics Choice Awards

    14 de dezembro de 2022 /

    A associação dos críticos de cinema norte-americanos divulgou nesta quarta (14/12) os indicados ao prêmio Critics Choice Awards 2022, com destaque para comédia “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, do estúdio indie A24, que liderou a lista com 14 nomeações, incluindo Melhor Filme. Entre as diversas outras indicações recebidas pelo filme, destacam-se as categorias de atuação, nas quais Michelle Yeoh foi indicada a Melhor Atriz, Ke Huy Quan a Melhor Ator Coadjuvante e Jamie Lee Curtis e Stephanie Hsu a Melhor Atriz Coadjuvante. Os cineastas Daniel Kwan e Daniel Scheinert Daniels também receberam duas indicações, uma de Melhor Direção e outra de Melhor Roteiro Original. Outros destaques foram o drama autobiográfico “Os Fabelmans”, dirigido por Steven Spielberg, que arrecadou 11 indicações, “Babilônia”, com 10 nomeações, e “Os Banshees de Inisherin”, com 9. “Estamos muito orgulhosos de reconhecer este incrível grupo de filmes e as pessoas que os tornaram possíveis”, disse Joey Berlin, CEO da associação, em comunicado. “Este reconhecimento vem de um grupo diversificado de mais de 600 críticos e repórteres de entretenimento que compartilham suas opiniões sobre cinema e televisão com milhões de pessoas todos os dias, durante todo o ano.” O Critics Choice Awards também vai premiar as melhores produções da televisão. A lista televisiva, liderada pela comédia “Abbott Elementary”, foi divulgada na semana passada. A entrega dos prêmios de cinema e televisão acontecerá conjuntamente em 15 de janeiro, no Fairmont Century Plaza de Los Angeles. O evento ainda contará com uma homenagem ao ator Jeff Bridges (“The Old Man”). Confira abaixo a lista completa dos indicados nas categorias de cinema. Melhor Filme “Avatar: O Caminho da Água” “Babilônia” “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “RRR” “Tár” “Top Gun: Maverick” “Women Talking” Melhor Ator Austin Butler – “Elvis” Tom Cruise – “Top Gun: Maverick” Colin Farrell – “Os Banshees de Inisherin” Brendan Fraser – “A Baleia” Paul Mescal – “Aftersun” Bill Nighy – “Living” Melhor Atriz Cate Blanchett – “Tár” Viola Davis – “A Mulher Rei” Danielle Deadwyler – “Till – A Busca por Justiça” Margot Robbie – “Babilônia” Michelle Williams – “Os Fabelmans” Michelle Yeoh – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Coadjuvante Paul Dano – “Os Fabelmans” Brendan Gleeson – “Os Banshees de Inisherin” Judd Hirsch – “Os Fabelmans” Barry Keoghan – “Os Banshees de Inisherin” Ke Huy Quan – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Brian Tyree Henry – “Passagem” Melhor Atriz Coadjuvante Angela Bassett – “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” Jessie Buckley – “Entre Mulheres” Kerry Condon – “Os Banshees de Inisherin” Jamie Lee Curtis – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Stephanie Hsu – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Janelle Monáe – “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” Melhor Ator/Atriz Jovem Frankie Corio – “Aftersun” Jalyn Hall – “Till – A Busca por Justiça” Gabriel LaBelle – “Os Fabelmans” Bella Ramsey – “Catarina, a Menina Chamada Passarinha” Banks Repeta – “Armageddon Time” Sadie Sink – “A Baleia” Melhor Elenco “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “A Mulher Rei” “Entre Mulheres” Melhor Direção James Cameron – “Avatar: O Caminho da Água” Damien Chazelle – “Babilônia” Todd Field – “Tár” Baz Luhrmann – “Elvis” Daniel Kwan, Daniel Scheinert – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Martin McDonagh – “Os Banshees de Inisherin” Sarah Polley – “Entre Mulheres” Gina Prince-Bythewood – “A Mulher Rei” S.S. Rajamouli – “RRR” Steven Spielberg – “Os Fabelmans” Melhor Roteiro Original Charlotte Wells – “Aftersun” Martin McDonagh – “Os Banshees de Inisherin” Daniel Kwan, Daniel Scheinert – “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo” Steven Spielberg, Tony Kushner – “Os Fabelmans” Todd Field – “Tár” Melhor Roteiro Adaptado Rian Johnson – “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” Kazuo Ishiguro – “Living” Rebecca Lenkiewicz – “Ela Disse” Samuel D. Hunter – “A Baleia” Sarah Polley – “Entre Mulheres” Melhor Fotografia Russell Carpenter – “Avatar: O Caminho da Água” Linus Sandgren – “Babilônia” Roger Deakins – “Império de Luz” Janusz Kaminski – “Os Fabelmans” Florian Hoffmeister – “Tár” Claudio Miranda – “Top Gun: Maverick” Melhor Design de Produção “Avatar: O Caminho da Água” “Babilônia” “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” “Elvis” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” Melhor Edição “Avatar: O Caminho da Água” “Babilônia” “Elvis” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Tár” “Top Gun: Maverick” Melhor Figurino “Babilônia” “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” “Elvis” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “A Mulher Rei” Melhor Cabelo e Maquiagem “Babilônia” “Batman” “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” “Elvis” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “A Baleia” Melhores Efeitos Especiais “Avatar: O Caminho da Água” “Batman” “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “RRR” “Top Gun: Maverick” Melhor Comédia “Os Banshees de Inisherin” “Bros” “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “Triângulo da Tristeza” “O Peso de Talento” Melhor Animação “Guillermo del Toro’s Pinocchio” “Marcel the Shell with Shoes On” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “Red: Crescer é uma Fera” “Wendell & Wild” Melhor Filme em Língua Estrangeira “Nada de Novo no Front” “Argentina, 1985” “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades” “Close” “Decisão de Partir” “RRR” Melhor Canção “Lift Me Up” – “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” “Ciao Papa” – “Guillermo del Toro’s Pinocchio” “Naatu Naatu” – “RRR” “Hold My Hand” – “Top Gun: Maverick” “Carolina” – “Um Lugar Bem Longe Daqui” “New Body Rhumba” – “White Noise” Melhor Trilha Sonora Michael Giacchino – “Batman” Justin Hurwitz – “Babilônia” John Williams – “Os Fabelmans” Alexandre Desplat – “Guillermo del Toro’s Pinocchio” Hildur Guðnadóttir – “Tár” Hildur Guðnadóttir – “Entre Mulheres”

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    “Homem de Ferro” será preservado pela Biblioteca do Congresso dos EUA

    14 de dezembro de 2022 /

    A Biblioteca do Congresso dos EUA divulgou sua lista anual de 25 filmes que vão fazer parte da Registro Nacional de Filmes (National Film Registry) para preservação permanente. Entre os filmes selecionados para a lista desse ano está “Homem de Ferro” (2008), primeira aventura cinematográfica do herói interpretado por Robert Downey Jr. “’Homem de Ferro’ foi o primeiro filme da Marvel Studios produzido de forma independente”, disse o presidente do estúdio, Kevin Feige, em comunicado após o anúncio. “Foi o primeiro filme em que tivemos todo o controle criativo e supervisão e foi realmente decisivo para o estúdio… O Film Registry nos diz que ele resistiu ao teste do tempo e que ainda é significativo para o público em todo o mundo”. A seleção da biblioteca leva em consideração a importância cultural, histórica ou estética de um filme e tem o intuito de preservar a herança cinematográfica dos EUA. A lista mais recente inclui uma diversidade de cineastas americanos, bem como obras marcantes em diferentes gêneros, com pelo menos 15 filmes dirigidos ou codirigidos por cineastas negros, mulheres e/ou LGBTQIA+. Entre os destaques desse ano estão a comédia romântica “Harry e Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), o terror “Carrie, a Estranha” (1976), a comédia “Uma Festa de Arromba” (1990), a animação “A Pequena Sereia” (1989), o clássico blackploitation “Super Fly” (1972), o drama indie “Pária” (2011) e a versão original de “”Hairspray” (1988). O ator Billy Crystal, protagonista de “Harry e Sally – Feitos Um para o Outro”, declarou que “o filme é lindo, simples e apropriado, e cada cena é perfeita. O timing, que está nas mãos de Rob [Reiner, o diretor] é, para este filme, um Billy Wilder moderno… e é Nova York, é o outono, é a música.” Já o diretor Reginald Hudlin, de “Uma Festa de Arromba”, contou que “o dia em que filmamos o grande número de dança em ‘Uma Festa de Arromba’ é facilmente um dos melhores dias da minha vida”. E Dee Rees, diretora de “Pária”, disse que “aqui está, você sabe, uma ideia de vida, uma ideia de personagem, que pode sobreviver a todos nós, espero”. A bibliotecária do Congresso Carla Hayden comentou que “os filmes se tornaram absolutamente centrais para a cultura americana, ajudando a contar nossa história nacional por mais de 125 anos. Estamos orgulhosos de adicionar mais 25 filmes de um grupo de cineastas vibrantes e diversificados ao Registro Nacional de Filmes, preservando nossa herança cinematográfica. Somos gratos a toda a comunidade cinematográfica por colaborar com a Biblioteca do Congresso para garantir que esses filmes sejam preservados para o futuro”. Ao todo, a National Film Registry conta com um total de 850 filmes em seu registro. Confira abaixo a lista com os 25 títulos mais recentes. “Mardi Gras Carnival” (1898) “Cab Calloway Home Movies” (1948-1951) “Cyrano de Bergerac” (1950) “Charada” (1963) “Scorpio Rising” (1963) “Behind Every Good Man” (1967) “Titicut Follies” (1967) “Mingus” (1968) “Manzanar” (1971) “Betty Tells Her Story” (1972) “Super Fly” (1972) “Attica” (1974) “Carrie, a Estranha” (1976) “Union Maids” (1976) “Word is Out: Stories of Our Lives” (1977) “Bush Mama” (1979) “A Balada de Gregório Cortez” (1982) “Itam Hakim, Hopiit” (1984) “Hairspray: E Éramos Todos Jovens” (1988) “A Pequena Sereia” (1989) “Tongues Untied” (1989) “Harry e Sally – Feitos Um para o Outro” (1989) “Uma Festa de Arromba” (1990) “Homem de Ferro” (2008) “Pária” (2011)

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