
Divulgação/Globo
Alanis Guillen esconde crimes e caso com cunhado em “Paraíso Perdido”
Personagem da atriz finge pureza diante da família enquanto se envolve em delitos, traições e obsessões na novela do Globoplay
Mocinha esconde vida bem diferente da família
Alanis Guillen vai interpretar uma protagonista construída para desmontar a ideia tradicional de mocinha em “Paraíso Perdido”, próxima novela do Globoplay. Maria Cecília mantém uma imagem de pureza e inocência para a família, mas esconde desejos sexuais, um relacionamento com o próprio cunhado e crimes que a empurrarão para uma sucessão cada vez maior de mentiras.
Fantasia termina em crime
A sinopse escrita por George Moura e Sergio Goldenberg revela que uma fantasia sexual levará Maria Cecília a se envolver num crime. A natureza do delito permanece escondida, mas a tentativa de impedir que a verdade apareça resultará em outro crime, obrigando a personagem a mentir e trapacear para escapar das consequências.
A personagem de Alanis é a filha caçula de Werneck (Alexandre Nero), poderoso empresário do setor de transportes conhecido como Rei do Ônibus. Para o pai, Maria Cecília representa uma inocência quase intocável. A percepção só existe porque ele desconhece completamente sua vida longe da mansão.
A história não pretende simplesmente transformar a mocinha em vilã. Livremente inspirada na dramaturgia de Nelson Rodrigues, “Paraíso Perdido” trabalha justamente com personagens cuja aparência social entra em choque com desejos, obsessões e comportamentos mantidos em segredo.
Maria Cecília mantém caso com o cunhado
Um de seus segredos é o relacionamento com Peixoto (Eduardo Sterblitch), homem de confiança de Werneck e marido de Teresa (Carol Garcia), irmã mais velha de Maria Cecília. O caso aproxima a trama diretamente do universo de “Bonitinha, Mas Ordinária”, uma das peças usadas pelos autores como ponto de partida.
A situação se complica com Edgar (Juan Paiva), funcionário exemplar da empresa de Werneck. Depois dos acontecimentos que abalam Maria Cecília, a família passa a enxergá-lo como alguém capaz de trazer estabilidade à jovem e cogita aproximar os dois.
Desejo por Edgar vira obsessão
Maria Cecília acaba desenvolvendo uma obsessão por Edgar e passa até a usar o dinheiro do pai na tentativa de conquistá-lo. O problema é que ele se apaixona por Ritinha, personagem de Larissa Bocchino. Os três formam o principal triângulo amoroso da novela.
A produção também reúne elementos de “A Mulher sem Pecado”, “Toda Nudez Será Castigada” e “Os Sete Gatinhos”, formando uma nova história contemporânea a partir de personagens, situações e temas das quatro obras de Nelson Rodrigues.
Os autores George Moura e Sergio Goldenberg voltam a trabalhar juntos no texto da produção depois do sucesso de “Guerreiros do Sol”. Com 40 capítulos, “Paraíso Perdido” tem direção de Joana Jabace.