
Instagram/Andressa Urach
Andressa Urach lança clipe de funk gravado em Paraisópolis
Sob o codinome MC Imola, influenciadora inicia nova fase da carreira e quer ser levada a sério como cantora
Primeiro clipe como MC Imola
Andressa Urach lançou seu primeiro clipe musical como MC Imola nesta terça-feira (2/6). A influenciadora e produtora de conteúdos adultos está investindo na carreira musical com o vídeo de “Put@ Tatuada”, gravado na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo.
Clima de baile funk
A produção audiovisual apresenta o clima tradicional de um baile funk. No vídeo, a artista aparece dançando cercada por figurantes com trajes sensuais, paredões de som e efeitos de pirotecnia, acompanhando a letra do funk proibidão que diz: “Sou uma p*ta tatuada e aqui tu não se cria”.
Codinome resgata passado
A empresária de 38 anos anunciou a transição para o mercado musical em julho de 2025. O codinome escolhido, MC Imola, era o seu antigo “nome de guerra” da época em que trabalhava como garota de programa. O termo faz referência ao autódromo italiano onde o piloto Ayrton Senna morreu em 1994 e simboliza, para ela, “as curvas onde o melhor do mundo se perdeu”.
Em entrevista à revista Quem, a cantora explicou a dualidade de sua trajetória. “É como ter duas personalidades dentro de mim. Existe a Andressa que as pessoas já conhecem e existe a MC Imola, que fala sem filtro, que não tem medo de julgamento e que se expressa através da música”, afirmou.
Cantora rebate críticas e defende o funk
Andressa Urach ressaltou que a iniciativa na música não deve ser encarada como um projeto passageiro ou apenas mais uma polêmica. Ela garantiu que está estudando e se dedicando para construir uma trajetória sólida no setor. Antes do lançamento deste primeiro clipe oficial, a artista já havia disponibilizado 26 músicas em seu projeto, tendo a faixa “Passo a Língua” como um dos destaques com quase 80 mil reproduções nas plataformas digitais.
A nova funkeira também defendeu a importância cultural do ritmo escolhido para esta fase. “Muita gente pode não gostar, mas eu acredito que o funk é a verdadeira MPB do Brasil. É o estilo que fala a língua das ruas, das pessoas e do que realmente acontece no país. Por isso eu quis cantar funk”, concluiu.