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  • Reality,  TV

    Sincerão, Thomaz dá a real sobre elenco de A Fazenda 14: “Que m*rda”

    23 de setembro de 2022 /

    Uma conversa franca entre Thomaz Costa e Vini Buttel na tarde desta sexta (23/9) registrou o que eles realmente pensam sobre “A Fazenda 14” Enquanto tomavam sol à beira da piscina, os dois comentaram sobre a falta de bons nomes no reality show, repleto de subcelebridades. Assumindo ter ficado decepcionado ao ver a lista oficial de peões da edição, o ex-“Carrossel” começou reprovando a escalação de Kerline Cardoso, lembrando que o erro começou lá no “BBB 21”. “Nossa, o Boninho errou, hein? Em ter escolhido a Kerline”, comentou Thomaz. Vini respondeu: “Mas se for partir dessa lógica, aqui tem diversos erros”. “Nossa, esta foi fraca, hein? Esta edição. Ano passado, se você for olhar, tinha umas pessoas muito fortes. Marina Ferrari, MC Gui, Bil, Gui Araujo, Dynho Alves, Liziane…”, enumerou o ator. “É que parece que a galera aqui tem tanto medo do cancelamento que estão se tornando invisíveis. Cancelamento, pra mim, é muito menos pior que a invisibilidade”, opinou o ex-“De Férias com o Ex”. Eles citam que quando foram convidados para participar, circulavam listas com os nomes de Deolane (confirmada), Prior e Emily (não confirmados), “tipo uns nomes fortes assim”, contou Thomaz. “Com aquelas listas [não oficiais] que saíram, eu criei uma expectativa. E, quando saiu a de verdade, eu fiquei: ‘Puts, sério? Que m*rda'”, definiu o ator. O bate-papo à beira da piscina pôde ser acompanhado na transmissão ao vivo da plataforma de streaming PlayPlus, mas dificilmente fará parte da edição dos melhores momentos do dia, exibida na TV Record. Thomáz disse que boninho errou de ter escolhido a Kerline, e falou que essa edição da fazenda foi fraca. #AFazenda | #AFazenda14 pic.twitter.com/DU9eDVO5kH — 𝙰𝚍𝚛𝚒𝚎𝚕𝚕𝚎 🌸 (@adrielletuitta) September 23, 2022 📢 Thomaz comentando que se decepcionou com a lista real dos participantes de #AFazenda14: "que merda" pic.twitter.com/ZZG4UnLAR1 — estrepolia¹³ (@estrepolia) September 23, 2022

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  • Etc

    José Dumont contrata advogado do caso Daniella Perez

    23 de setembro de 2022 /

    Preso desde a última semana com conteúdo de pornografia infantil e sob acusação de abusar de um menino de 12 anos, o ator José Dumont contratou o escritório do advogado Arthur Lavigne, um dos mais renomados e caros do Brasil. Ele atuou como advogado de acusação e ajudou a promotoria no caso do assassinato de Daniella Perez. Na época, Lavigne foi contatado por Gloria Perez, mãe da vítima, para ajudar na condenação de Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, casal responsável por assassinar sua filha. O acontecimento voltou à tona neste ano com o lançamento da série documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez”, pela HBO Max. Dumont já teve um pedido de habeas corpus negado pela justiça. Mas sua defensa entrou com recurso, que será julgado na 3ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro em breve, em caráter de urgência. A defesa pede revogação da prisão provisória ou que ele possa responder em liberdade com o pagamento de uma fiança de R$ 40 mil. A polícia encontrou cerca de 240 arquivos de pornografia infantil, entre fotos e vídeos, em um computador e no celular de José Dumont, ao cumprir um mandato de busca e apreensão na casa do ator de 72 anos em 15 de setembro. Confrontado com as imagens, Dumont confirmou, em depoimento prestado à polícia e revelado pelo jornal O Globo, que elas eram de sua propriedade, mas faziam parte de um “estudo para a futura realização de um trabalho acerca do tema, sem tabus ou filtros”. O estudo seria para seu personagem na novela “Todas as Flores”, que será exibida no Globoplay: um explorador de menores, que abusa de crianças de rua. O ator disse ainda que conseguiu as imagens na internet e negou ter fotografado, filmado, produzido ou editado imagens de crianças e adolescentes em contexto pornográfico. Ele foi demitido da produção após a prisão e substituído por Jackson Antunes. Sua prisão fez parte de uma ação da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), motivada por uma denúncia. Dumont era investigado por ter supostamente abusado de um fã de 12 anos. De acordo com a polícia, ele teria se aproveitado do prestígio e reconhecimento como ator para atrair a atenção do adolescente. A denúncia partiu de vizinhos. Segundo a investigação, câmeras de segurança do condomínio onde ele mora flagraram o ator cometendo abusos contra o adolescente, como beijos e carícias. As imagens serviram de base para a abertura da investigação policial e, ao cumprir um mandado de busca e apreensão, a polícia encontrou imagens e vídeos de sexo envolvendo crianças na residência e no celular do ator, motivando a prisão em flagrante. Detido, o artista foi levado para a sede da DCAV, no Centro do Rio, e em seguida transferido para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica. O ator também é investigado por pedofilia na Paraíba desde 2013. Responsável pela denúncia, o Ministério Público Estadual pretende retomar a investigação após a prisão do artista no Rio de Janeiro.

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  • Divulgação/Netflix
    Série

    Parente de vítima do canibal Jeffrey Dahmer está furioso com série da Netflix

    23 de setembro de 2022 /

    O parente de uma vítima do serial killer Jeffrey Dahmer está furioso com a estreia da série “Dahmer: Um Canibal Americano” na Netflix. Eric Isbell, primo de Errol Lindsey, que foi morto pelo assassino aos 19 anos, usou as redes sociais para condenar a produção e explicar como a família se sentiu diante da recriação de fatos traumáticos. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. “Voltou a nos traumatizar repetidamente, e para quê? De quantos filmes/séries/documentários precisamos?”, ele seguiu, incluindo um vídeo que compara uma cena da série com o julgamento real de Dahmer, ocorrido em 1992. A cena em questão destaca a intérprete da irmã de Errol, Rita Isbell, e é muito semelhante ao depoimento verdadeiro. “Recriar minha prima tendo um colapso emocional no tribunal diante do homem que torturou e assassinou o irmão dela é insano. INSANO”, escreveu sobre a cena. Ele também explicou que a produção não notificou sua família de que ela seria retratada na série. “Eles não notificam as famílias quando fazem isso. É tudo registro público, então não precisam notificar (ou pagar!) ninguém. Minha família descobriu [que ia aparecer na série] junto com todo mundo”. Eric continuou suas críticas no Instagram e ressaltou que “não, minha família não está feliz”. “Descanse em paz, meu primo Errol Lindsey, e todas as outras vítimas”, concluiu. Além do garoto de 19 anos, Jeffrey Dahmer matou outros 16 homens. O serial killer seduzia ou oferecia dinheiro às vítimas, que eram drogadas, estupradas, assassinadas e devoradas. A história também chama atenção porque ele dissecava os corpos, comia órgãos, guardava ossos e praticava necrofilia com as pessoas que escolhia matar. Condenado à prisão perpétua, Dahmer morreu espancado por outro detento em 1994. Na minissérie produzida por Ryan Murphy (“American Horror Story”), o psicopata é vivido por Evan Peters (também de “American Horror Story”) e o elenco ainda destaca Niecy Nash (“Claws”), Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). “Dahmer: Um Canibal Americano” foi disponibilizada na quarta (21/9) na Netflix. Like recreating my cousin having an emotional breakdown in court in the face of the man who tortured and murdered her brother is WILD. WIIIIIILD. — eric. (@ericthulhu) September 22, 2022

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  • Filme

    Franquia “Cloverfield” vai ganhar novo filme

    23 de setembro de 2022 /

    A franquia “Cloverfield” vai ganhar uma nova continuação, produzida pelos cineastas J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (“Batman”), respectivamente o produtor e o diretor do primeiro filme. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo. Sabe-se apenas que o novo filme foi escrito por Joe Barton (“O Projeto Lazarus”) e será dirigido por Babak Anvari, de “Sob a Sombra” (2016) e “Contato Visceral” (2019). Lançada em 2008, “Cloverfield: Monstro” é uma ficção científica de terror rodada no formato de found footage, que mostra a destruição causada por um monstro gigante através das filmagens feitas por um dos personagens. O filme rendeu mais de US$ 170 milhões nas bilheterias, e alavancou a carreira do diretor Matt Reeves, que depois dirigiu os elogiados “Deixe-me Entrar” (2010), “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), “Planeta dos Macacos: A Guerra” (2017) e “Batman” (2022). O longa também teve duas continuações, o bom “Rua Cloverfield, 10” (2016), que modificou um roteiro já existente para encaixá-lo no universo “Cloverfield”, e o fraco “O Paradoxo Cloverfield” (2018), projeto famoso pela sua estratégia de marketing – o primeiro trailer do filme foi divulgado durante o intervalo do Super Bowl, acompanhado da notícia de que o público poderia assistir à produção naquele mesmo dia, na Netflix. Não ficou claro se esse novo “Cloverfield” vai manter a característica antológica ou se vai ser uma continuação direta do primeiro filme – conforme alguns rumores haviam apontado anteriormente. “Cloverfield 4” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Assista abaixo ao trailer do original.

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  • Série

    Série da Wandinha ganha data de estreia

    23 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e a data da série da Wandinha Addams, que vai chegar ao streaming em 23 de novembro. A série vai retratar a personagem pela primeira vez como uma jovem adulta, mas como a mesma personalidade soturna. A atriz Jenna Ortega (“Pânico 5”) vive Wandinha (Wednesday, em inglês) no fim da adolescência, que, após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, finalmente é enviada pela família para uma escola emo, a Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais). A trama vai mostrá-la se relacionando com os novos colegas, alguns tão complicados quanto ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a mais recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista. Conhecido por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), Tim Burton vai dirigir os episódios e também produzir a atração. O elenco ainda inclui Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como seus pais Morticia e Gomez Addams, e Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley), além dos corpos docente e discente da Nevermore: Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e participação especial de Christina Ricci, a Wandinha dos dois filmes live-action de “A Família Addams” dos anos 1990. Wandinha chega dia 23 de novembro. 🖤 pic.twitter.com/v39SFhw9dM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 23, 2022

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  • Série

    Netflix revela primeira foto do spin-off de “Bridgerton” sobre a Rainha Charlotte

    23 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou a primeira imagem do spin-off de “Bridgerton”, que traz India Amarteifio (“As Crônicas de Evermoor”) como a versão jovem da Rainha Charlotte. Intitulado em inglês “Queen Charlotte: A Bridgerton Story”, a atração abordará a juventude da rainha vivida por Golda Rosheuvel em “Bridgerton”. A expectativa é que a trama aborde a polêmica racial em torno da personagem, que foi evidenciada pela decisão da produtora Shonda Rhimes de escalar uma atriz negra como sua intérprete. De acordo com antigos registros genealógicos, Sophie Charlotte de Mecklenburg-Strelitz (1744-1818), que virou rainha da Inglaterra ao se casar com o rei George 3º (1738-1820), era descendente de uma africana. Apesar disto, este fato só foi apontado pela primeira vez em 1996, no programa “Frontline” da rede pública PBS (a TV Cultura americana), quando o historiador Mario de Valdes y Cocom afirmou ter encontrado fortes indícios de que ela descendia de um ramo negro da Casa Real Portuguesa. Além de abordar a história da rainha, a série limitada também seguirá outras personagens de “Bridgerton”: a jovem Violet Bridgerton (Ruth Gemmell) e Lady Danbury (Adjoa Andoh). Shonda Rhimes é a produtora executiva da atração, ao lado da showrunner Betsy Beers e do diretor Tom Verica. A série ainda não tem data para chegar à Netflix.

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  • Série

    HBO Max anuncia data de estreia de “The White Lotus 2”

    23 de setembro de 2022 /

    Vencedora do Emmy de Melhor Minissérie/Antologia, “White Lotus” teve a data de sua 2ª temporada revelada pelas redes sociais da HBO Max. Os novos episódios, com diferentes personagens e locação, estreiam em 30 de outubro. Em sua 2ª temporada, “The White Lotus” irá apresentar um novo grupo de hóspedes numa unidade diferente da rede fictícia de hotéis The White Lotus. Em vez de mostrar ricaços hospedados em um resort de luxo no Havaí, a trama vai acompanhar turistas americanos de férias na Itália. Originalmente concebida como minissérie, a atração foi muito elogiada pela crítica e se tornou um grande sucesso na HBO Max. Diante da repercussão, a plataforma optou por transformá-la numa série anual, funcionando como uma antologia com novos personagens a cada temporada. O elenco vai trazer de volta Jennifer Coolidge, que também venceu o Emmy pelo papel de Tanya McQuoid. Ela agora estará em férias na Sicília, onde vai encontrar novos personagens vividos por Aubrey Plaza (“Legion”), Michael Imperioli (“Família Soprano”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Theo James (“A Mulher do Viajante no Tempo”), Haley Lu Richardson (“A Cinco Passos de Você”), Will Sharpe (“Giri/Haji”), Adam DiMarco (“A Ordem”), Meghann Fahy (“The Bold Type”) e Leo Woodall (“Cherry – Inocência Perdida”), entre outros. A produção continua a cargo do criador Mike White (“Escola do Rock”), que somou às vitórias da atração mais dois Emmys de Melhor Roteiro e Direção. Reservations are required. Check in to the second installment of #TheWhiteLotus October 30 on HBO Max. pic.twitter.com/5fvWPLkHCY — HBO Max (@hbomax) September 23, 2022

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  • Série

    Trailer apresenta novos personagens de “Grey’s Anatomy”

    23 de setembro de 2022 /

    O canal americano ABC divulgou o trailer da 19ª temporada da série médica “Grey’s Anatomy”, que destaca a estreia de diversos personagens novos. O vídeo começa com uma cena em que Meredith Grey (Ellen Pompeo) mostra a sala de cirurgia para os novos médicos residentes do hospital Grey-Sloan Memorial, que mais tarde recebem a seguinte orientação para iniciarem seus trabalhos: “Não matem ninguém”. Os novos integrantes do elenco são Niko Therho (“Sweetbitter”), Adelaide Kane (“SEAL Team”), Midori Francis (“Dash & Lily”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters – Caçadores de Sombras”) e Alexis Floyd (“Inventando Anna”). Além disso, vídeo também traz uma referência ao episódio piloto da série, numa repetição daquilo que aconteceu quando a então novata Meredith Grey dormiu com Derek (Patrick Dempsey) sem saber que os dois iam trabalhar no mesmo hospital. Ou seja, mais uma vez aconteceu de uma residente (Kane) ter dormido com um médico do hospital, Chris Carmack (Atticus Lincoln), sem saber da profissão dele. A introdução de novos personagens se dá pela necessidade de reestruturação da série depois que a protagonista e produtora Ellen Pompeo anunciou que iria diminuir a sua participação para se dedicar a outro projeto. Pompeo ainda será a narradora da série, mas vai aparecer fisicamente em apenas oito episódios. Quem saiu perdendo com isso foi o ator Scott Speedman (“Animal Kingdom”). Ele tinha assinado um contrato para apenas uma temporada, interpretando o interesse amoroso de Meredith Grey (Pompeo). Caso o romance dos dois continuasse, o ator poderia ganhar mais espaço. Mas, com o afastamento da protagonista, isso não vai acontecer. Ainda assim, Speedman (que só vai participar da nova temporada como ator convidado) aparece rapidamente no vídeo para reforçar que não houve atritos entre o seu personagem e Meredith. A 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” estreia em 6 de outubro no canal americano ABC. No Brasil, a série é exibida no canal Sony. Temporadas anteriores de “Grey’s Anatomy” também podem ser vistas nos serviços de streaming Prime Video, Globoplay e Star+. Conheça abaixo os novos personagens de “Grey’s Anatomy”.

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    Estreias: 10 séries novas pra ver em streaming

    23 de setembro de 2022 /

    A lista de novidades no streaming destaca a série “Star Wars” mais adulta já produzida. Mas a relação também chama atenção para o volume de produções nacionais. Há quatro estreias brasileiras entre as melhores séries, e cada uma de um gênero diferente: policial, drama LGBTQIAP+, terror e romance musical. Confira abaixo os 10 lançamentos que chamam mais atenção na semana.   | STAR WARS: ANDOR | DISNEY+   A mais madura e melhor das séries “Star Wars” registra um clima intenso de suspense de espionagem, mais até do que de aventura espacial, e o mérito é do roteiro envolvente de Tony Gilroy, que escreveu “Rogue One”, filme que introduziu o personagem Cassian Andor, e também assinou a franquia de Jason Bourne. A trama é um prólogo que resgata três personagens de “Rogue One” (2016), que também foi o melhor filme de “Star Wars” desde a trilogia original. Além do personagem-título, vivido por Diego Luna, há a líder da resistência Mon Mothma, interpretada por Genevive O’Reilly, e o rebelde Saw Gerrera, vivido por Forest Whitaker. Juntos, eles representam a semente da rebelião contra o Império, após o colapso da República no filme “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). O início da formação da Aliança Rebelde tem direção de Toby Haynes, que assinou o episódio “USS Callister”, de “Black Mirror”, vencedor do Emmy em 2018. E o elenco também inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e Alex Lawther (“The End of the F***ing World”).   | ROTA 66 – A POLÍCIA QUE MATA | GLOBOPLAY   A trama de “true crime” é baseada no livro homônimo do jornalista Caco Barcellos, que em 1992, muito antes do movimento “Vidas Negras Importam”, causou furor por apontar ações de extermínio da tropa de elite da PM paulista, a Rota, na periferia de São Paulo, que vitimaram basicamente pessoas negras e pobres. Acompanhando a cobertura do jornalista ao longo de anos, a história mostra a evolução da indignação diante da impunidade e como ele arrisca a própria vida para denunciar o aparente genocídio. Na série, Barcellos é vivido por Humberto Carrão (“Marighella”) e o elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”), Ariclenes Barroso (“Segunda Chamada”) e Naruna Costa (“Colônia”). Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”).   | MANHÃS DE SETEMBRO 2 | AMAZON PRIME VIDEO   Originalmente concebida como minissérie, a atração acompanha Cassandra (interpretada pela cantora Liniker), uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai/mãe, ela inicialmente refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça ao ver que o menino não tem opções. Depois de agradar público e crítica, a 2ª temporada, vai explorar o reencontro entre Cassandra e seu próprio pai distante, vivido por Seu Jorge (“Marighella”). Outras novidades do elenco dos novos capítulos são as participações de Samantha Schmütz (“Tô Ryca!”) e dos cantores Ney Matogrosso e Mart’nália, que se juntam ao elenco formado ainda pela ex-BBB Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”), Thomas Aquino (“Bacurau”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”) e a menina Isabela Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”).   | VALE DOS ESQUECIDOS | HBO MAX   A série de terror nacional tem vários ingredientes conhecidos dos fãs do gênero. Um grupo de jovens se perde durante uma caminhada de fim de semana na floresta e busca abrigo em uma vila escondida sob uma névoa constante – e que não está nos mapas. Várias pistas indicam que há algo muito errado naquele lugar. Mas, mesmo depois de “Corra!”, eles seguem tomando o chazinho que lhes é oferecido pelos moradores locais. A ficha só começa a cair quando se veem sem saída e sem comunicação com o resto do mundo. O clima de floresta sombria, enevoada e inspirada por folclore europeu também remete à “Desalma”. Criada por Fábio Mendonça (“O Doutrinador”) e Antônio Tibau (“Maldivas”), a série destaca em seu elenco Caroline Abras (“O Mecanismo”), Daniel Rocha (“Irmãos Freitas”), James Turpin (“Bacurau”), Felipe Velozo (também de “Irmãos Freitas”), Jiddu Pinheiro (“O Animal Cordial”), Julia Ianina (“Reality Z”), Marcos de Andrade (“Aruanas”), Roney Villela (“Novo Mundo”), Juliana Lourenção (“Carcereiros”), Thais Lago (“3%”) e Carolina Mânica (“Rua Augusta”). Detalhe: a estreia está marcada para o domingo (25/9).   | SÓ SE FOR POR AMOR | NETFLIX   Assim como “Rensga Hits!”, essa série musical se passa no universo sertanejo e é estrelada pela multitalentosa Lucy Alves (“Tempo de Amar”), Felipe Bragança (“Dom”) e a cantora Agnes Nunes, em sua estreia como atriz. Na trama, que se desenrola em Goiás, Deusa (Lucy Alves) e Tadeu (Filipe Bragança) são um casal apaixonado que decide criar uma banda, a Só Se For por Amor. Mas assim que começam a fazer sucesso, Deusa recebe uma proposta de carreira solo. Ao seguirem rumos diferentes, a relação deles sofre abalos, enquanto o grupo procura uma nova vocalista. É quando surge a misteriosa Eva (Agnes Nunes).   | CONVERSAS ENTRE AMIGOS | STAR+   A nova minissérie da equipe de “Normal People” é também outra adaptação de um livro de Sally Rooney com roteiros de Alice Birch (“Lady Macbeth”) e direção do cineasta Lenny Abrahamson (“O Quarto de Jack”). A trama examina um quadrilátero romântico interpretado na tela pela estreante Alison Oliver, Sasha Lane (“Utopia”), Jemima Kirke (“Girls”) e Joe Alwyn (“A Longa Caminhada de Billy Lynn”). A protagonista Frances (Alison Oliver) é uma poeta jovem, que, depois de três anos, ainda é a melhor amiga de sua ex-namorada Bobbi (Sasha Lane). As duas são inseparáveis até que, em uma de suas apresentações de poesia em Dublin, adicionam uma terceira mulher na amizade, Melissa (Jemima Kirke), uma escritora mais velha que se apaixona por elas. A convivência com Melissa também inclui seu marido, Nick (Joe Alwyn), um belo ator que inesperadamente balança Frances, apesar dela nunca ter ficado com um homem antes. Após os contatos iniciais, Melissa e Bobbi passam a flertar abertamente, enquanto Nick e Frances começam um caso sério, que testa o vínculo entre todos os personagens. A atração também apresenta uma nova música de Phoebe Bridgers, intitulada “Sidelines”, que é a primeira música original da artista desde seu álbum de 2020, “Punisher”.   | MAYANS MC 4 | STAR+   O spin-off de “Sons of Anarchy” vira crossover na 4ª temporada, com um confronto entre as duas gangues motoqueiros, resgatando alguns personagens da atração anterior. Além disso, os novos episódios ainda aproximam a trajetória do protagonista atual, EZ Reyes (J.D. Pardo), da evolução de Jax Teller (Charlie Hunnam) em “Sons of Anarchy”. A temporada também é a segunda gravada sem a participação do produtor-roteirista Kurt Sutter, criador tanto de “Sons of Anarchy” quanto do derivado, que foi demitido pelo canal por conta de “múltiplas denúncias” de comportamento agressivo no set. O produtor reconheceu suas ações em carta aberta ao elenco e produção, descrevendo-se como “um babaca esquentado”. Com sua saída, a série passou a ser comandada pelo cocriador Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e ele também escreveu o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados.   | DAHMER: UM CANIBAL AMERICANO | NETFLIX   A minissérie sobre os crimes do serial killer canibal Jeffrey Dahmer é uma espécie de reprise temática de “The Assassination of Gianni Versace – American Horror Story”. Ambas são produzidas por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”), têm a mesma estrutura narrativa e a mesma moral da história. Na atração exibida em 2018, um serial killer foi capaz de matar o dono da grife Versace por causa da homofobia da polícia, que não se dedicou a capturar o assassino que “só” matava gays. Na nova produção, o racismo é o componente primordial para a impunidade do Dahmer durar décadas. Baseada na história real do psicopata, a série mostra como Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. O elenco destaca Evan Peters (“American Horror Story”) como Dahmer e Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”).   | DINHEIRO FÁCIL: A SÉRIE 2 | NETFLIX   Baseada na trilogia criminal sueca “Dinheiro Fácil” (Snabba Cash), que projetou internacionalmente o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”) e o diretor Daniel Espinosa (“Protegendo o Inimigo”), a série acompanha uma nova personagem da franquia, Leya, uma jovem mãe solteira que tenta entrar na cena das startups e acaba se envolvendo no mundo do crime. A personagem é vivida por Evin Ahmad (da série dinamarquesa “The Rain”), que na 2ª temporada vê o trabalho de sua vida em cheque e precisa novamente apelar para a menos pior das escolhas, fazendo o empreendedorismo e o crime colidirem, e complicando ainda mais sua vida, reviravolta atrás de reviravolta.   | BROOKLYN NINE-NINE 8 | NETFLIX   A última temporada de “Brooklyn Nine-Nine” (também conhecida como “Lei & Desordem”) assume o tom de despedida e reflete os protestos contra o racismo e a violência policial que tomaram conta dos Estados Unidos durante o movimento “Vidas Negras Importam”. Mas sem nunca perder o bom humor. Criada por Daniel J. Goor (roteirista de “Parks and Recreation”) e Michael Schur (criador de “Parks and Recreation”), a série sobre o cotidiano de uma delegacia de polícia do Brooklyn, em Nova York, marcou época com seu elenco formado por Andy Samberg, Andre Braugher, Melissa Fumero, Terry Crews, Joe Lo Truglio, Stephanie Beatriz, Joel McKinnon Miller e Dirk Blocker.

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    Estreias: 10 filmes novos pra ver em streaming

    23 de setembro de 2022 /

    A lista de filmes novos nas plataformas de assinatura e locação digital tem ação, rock clássico, drama, romance e produções premiadas. Confira abaixo os 10 lançamentos que chamam mais atenção entre as estreias da semana.   | LOU | NETFLIX   O thriller de ação à moda antiga lembra as produções estreladas pela geração de fortões famosos dos anos 1980. Só que em 2022 o herói veterano, destemido e fodástico é uma mulher: Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”). O resultado é o mesmo, entretém como antigamente. Com direção de Anna Foerster (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”), o longa também destaca Jurnee Smollett (“Lovecraft Country”) como uma mãe desesperada, que pede ajuda à sua vizinha reclusa e misteriosa (Janney) após sua filha ser raptada no lugar isolado onde moram. As duas iniciam uma jornada perigosa e violenta de resgate, enquanto tentam manter seus segredos, incluindo a impressionante habilidade da vizinha para realizar a missão e a verdadeira razão do rapto.   | O ALFAIATE | VOD*   Vencedor do Oscar por “Ponte dos Espiões” (2015), Mark Rylance interpreta o alfaiate inglês do título, que trabalhava criando ternos exclusivos na famosa Savile Row de Londres, até que uma tragédia pessoal o faz parar em Chicago, operando uma pequena alfaiataria no pior lado da cidade. Lá ele faz roupas elegantes para as únicas pessoas da região que podem pagá-las: gângsteres. Criticado pela filha por não se importar com quem são seus clientes, ele tem um duro despertar quando sua alfaiataria é invadida por criminosos perigosos, um deles baleado e em busca de quem o “costure”, em meio a uma disputa sangrenta de poder. Primeiro longa dirigido por Graham Moore, roteirista vencedor do Oscar por “O Jogo da Imitação”, o thriller também traz em seu elenco Zoey Deutch (“Influencer de Mentira”), Johnny Flynn (“Stardust”) e Dylan O’Brien (“Amor e Monstros”). E atingiu 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | O CHEF | VOD*   Elogiadíssima e eletrizante, a produção britânica traz Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) como um chef que lida com as pressões da crítica e de funcionários, falta de ingredientes e visitas inesperadas numa noite caótica, tentando manter o controle de seu restaurante. Toda filmada em plano sequência pelo diretor Philip Barantini (“Villain”), ao estilo do filme de guerra “1917”, a obra foi indicada a quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e tem impressionantes 99% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   | ATHENA | NETFLIX   Premiado no Festival de Veneza, o filme ultraviolento apresenta uma batalha campal entre os moradores de um subúrbio francês, o Athena do título, e tropas de choque da polícia, após a morte acidental de uma criança gerar uma revolta popular. Visualmente impressionante, o filme é uma extensão dos clipes do diretor Roman Gavras, que já tinha abordado a tensão das periferias no clipe “Stress”, da dupla eletrônica Justice, e mostrado seu forte apuro estético em “Gosh”, de Jamie XX. Para seu longa-metragem, o filho do famoso cineasta político Costa-Gavras (“Z”, “Estado de Sítio”, “Os Desaparecidos”) se juntou ao malinês Ladj Ly, autor do roteiro de “Athena”, que venceu uma prateleira de prêmios com seu longa de estreia, “Os Miseráveis” (2019) – também sobre conflito entre polícia e garotos do subúrbio. Opção porrada.   | O HOMEM DO JAZZ | NETFLIX   O melodrama de época com roteiro, direção e produção de Tyler Perry (“Um Funeral em Família”) narra o romance proibido de Bayou e Leanne (vividos pelos novatos Joshua Boone e Solea Pfeiffer), dois jovens apaixonados que são separados pela mãe dela em nome de um casamento arranjado com um branco rico. Mas ele nunca consegue esquecê-la e a trama abrange 40 anos de segredos e mentiras, um enorme drama familiar e o incrível blues do sudeste dos Estados Unidos. O filme é um novelão de época, que se valoriza com músicas arranjadas e produzidas pelo vencedor do Grammy e indicado ao Oscar Terence Blanchard (“Infiltrado na Klan”) e coreografia da lendária Debbie Allen (“Fama”).   | AOS NOSSOS FILHOS | VOD*   O filme dirigido pela portuguesa Maria Medeiros (atriz de “Pulp Fiction”) adapta a peça de Laura Castro sobre uma ex-prisioneira política (Marieta Severo) que decide se divorciar (de José de Abreu) e não aceita o desejo da filha lésbica (a própria Laura Castro) de ter um filho com a esposa. A notícia da gravidez gera um embate intenso, em que mãe e filha discordam completamente em suas opiniões sobre família. Paralelamente, há um contraponto com crianças doentes à espera de adoção. O roteiro foi premiado no Festival de Cinema LGBTQIAP+ de Milão.   | O TIO CANIBAL | VOD*   O trash sanguinolento de rock horror acompanha uma banda punk prestes a embarcar em sua primeira turnê. Como eles não têm carro, aceitam a proposta de um caipira roqueiro e boa praça, que não só oferece sua van para a viagem como acaba se juntando a eles como roadie. O único problema é que o bom velhinho também é um canibal. Se não tomar seu remédio antes da meia-noite, ele vira um pesadelo ambulante. O terrir indie tem roteiro e direção de Matthew John Lawrence – que venceu vários prêmios com seus curtas de terror no circuito dos festivais de cine fantástico – e agradou em cheio a crítica especializada no gênero – tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas com resenhas de blogs de terror.   | FLAG DAY | VOD*   O novo filme dirigido e estrelado por Sean Penn (“O Gênio e o Louco”) é uma produção em família, em que ele dirige e contracena com seus filhos adultos, Dylan e Hopper Penn, frutos de seu matrimônio com Robin Wright (de “House of Cards”). Aos 28 anos, Dylan (que foi figurante em “Elvis & Nixon”) tem o maior destaque de sua carreira como protagonista da trama, uma filha com dificuldades para superar o legado carinhoso, mas sombrio do pai, um vigarista procurado pela polícia – e interpretado pelo próprio Sean Penn. O elenco também incluiu, entre outros, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Ultimato”) e Katheryn Winnick (a Lagertha de “Vikings”). Mas o drama não empolgou, atingindo apenas 40% de aprovação da crítica. Não deixa de ser um progresso comparado ao trabalho anterior de Penn atrás das câmaras, “A Última Fronteira” (2016), que agradou míseros 8%.   | SIDNEY | APPLE TV+   O documentário exalta o legado e a história do primeiro ator negro a vencer o Oscar, que sempre fugiu dos clichês racistas de Hollywood e nunca interpretou um personagem subserviente. Produzido pela apresentadora Oprah Winfrey, o filme intercala imagens históricas com depoimentos de vários astros negros, como Denzel Washington, Halle Berry, Spike Lee e Morgan Freeman, emocionados ao falar do ídolo, além do próprio Poitier, em conversa registrada pouco antes de sua morte em janeiro deste ano. Com uma carreira repleta de papéis marcantes, a trajetória do imigrante pobre das Bahamas que virou estrela de Hollywood se confunde com a luta pelos direitos civis nos EUA. A luta racial esteve presente em sua filmografia desde o primeiro papel, em “O Ódio é Cego” (1950), como um médico negro que precisa tratar de dois irmãos racistas. E seus filmes mais lembrados dão lições sobre o tema, todos lançados em 1967: “Adivinhe Quem vem para Jantar”, em que viveu o noivo da filha de brancos supostamente liberais, “Ao Mestre, com Carinho”, no papel de um professor que conquista o respeito de adolescentes brancos rebeldes de Londres, e “No Calor da Noite”, no qual deu vida ao detetive policial Virgil Tibbs, investigando um assassinato numa região racista do sul dos EUA. Este filme entrou para a História por mostrá-lo retribuindo um tapa num racista. Foi a primeira vez que um negro estapeou um branco racista no cinema. Além disso, no auge de sua popularidade, ele ainda decidiu virar diretor, dirigindo oito filmes entre 1972 e 1990. Um dos mais simbólicos, “Dezembro Ardente” (1973), foi motivado pelo desejo simples de viver um romance com uma mulher negra nas telas, algo que nunca tinha feito em sua longa e prestigiosa carreira, porque, até então, Hollywood não estava interessada em mostrar romances entre casais negros.   | TRAVELIN’ BAND: CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL AT THE ROYAL ALBERT HALL | NETFLIX   A lendária performance de 1970 do Creedence Clearwater Revival no Royal Albert Hall de Londres materializa-se pela primeira vez num documentário primoroso, que mostra a banda liderada por John Fogerty na melhor fase da carreira. Dirigido por Bob Smeaton (da minissérie “The Beatles Anthology”), o filme combina as performances ao vivo de clássicos como “Fortunate Son”, “Proud Mary” e “Bad Moon Rising” com entrevistas de bastidores e uma breve história da banda, com uma grande variedade de imagens inéditas. O lançamento em streaming marca a única filmagem da formação original do CCR a ser disponibilizada na íntegra para os fãs. Os shows da Inglaterra aconteceram nos dias 14 e 15 de abril de 1970 – poucos dias depois que os Beatles anunciaram sua separação – e fizeram parte da primeira turnê europeia do quarteto, que incluiu paradas na Holanda, Alemanha, França e Dinamarca. O grupo estava simplesmente no auge, vindo de Woodstock e com cinco singles no Top 10 dos EUA no ano anterior. Mas o detalhe mais significativo é que o show do Albert Hall ficou conhecido pelos admiradores da banda por ter originado um dos maiores equívocos da história do rock. Em 1980, a gravadora do CCR disponibilizou um disco ao vivo chamado “The Royal Albert Hall Concert”, que virou um fenômeno de vendas mundial. Só que, na verdade, seu conteúdo era um show gravado em Oakland, na Califórnia. Anos após o vexame, o álbum foi relançado com novo título: “The Concert”. E o verdadeiro show do Royal Albert Hall, que tinha sido realmente gravado em alta fidelidade, permaneceu inédito em disco por mais de cinco décadas. Agora, junto com o documentário, o concerto inglês finalmente vai virar disco, com áudio restaurado e remasterizado, numa edição dupla de vinil, acompanhada pelo Blu-ray do filme, CD de hits e diversos outros materiais para colecionadores.

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  • Filme

    Diretor de “O Regresso” cortou 22 minutos de novo filme após fiasco no Festival de Veneza

    23 de setembro de 2022 /

    O diretor Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, revelou ter cortado 22 minutos de duração de seu novo filme, “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, após sua première mundial pouco comemorada no Festival de Veneza. “A primeira vez que vi meu filme foi com 2 mil pessoas em Veneza”, disse Iñárritu ao site IndieWire. “Aquela foi uma boa oportunidade de ver e aprender sobre coisas que poderiam se beneficiar por estar um pouco mais amarradas, adicionar uma cena que não ficou pronta a tempo e mudar a ordem de uma ou duas coisas. Aos poucos, fui apertando e estou muito empolgado com isso.” A longa duração do filme, que originalmente chegou a 3 horas, foi muito criticada pela imprensa, que considerou a obra autoindulgente e, com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, também medíocre. “O filme está cheio de coisas boas, mas tem três horas de duração e principalmente é cheio de si mesmo”, escreveu a revista Variety após a sessão em Veneza. Iñárritu garante que não leu nenhuma crítica de seu filme. “Quero reafirmar que não li uma única resenha para manter meu estado mental saudável”, disse ele ao IndieWire. “Não há ninguém melhor do que eu que conheça todos os pontos que se conectam e como eles podem se conectar melhor.” “Bardo” teve seu primeiro trailer divulgado na quinta (23/9), com cenas surreais ao som de “I Am the Walrus”, hit psicodélico dos Beatles. Descrita como uma “comédia nostálgica”, a produção é a primeira falada em espanhol de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio cineasta em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), acompanha um jornalista mexicano vivido por Daniel Giménez Cacho (de “Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde precisa se reconectar com sua família, suas memórias e sua própria identidade. Nesse processo, trava uma luta intensa contra as próprias memórias e arrependimentos, ao mesmo tempo que tenta fazer as pazes com as transformações sociais do México. Nesta sexta (23/9), o filme será exibido no Festival de San Sebastián. Já o lançamento em streaming está marcado para 16 de dezembro na Netflix. Veja o trailer abaixo.

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    Para Olivia Wilde, fofocas sobre “Não se Preocupe, Querida” complementam filme

    23 de setembro de 2022 /

    A atriz e diretora Olivia Wilde abordou o circo montado em torno dos bastidores de seu novo filme, “Não se Preocupe, Querida”, durante participação no programa “The Late Show with Stephen Colbert” de quarta-feira (21/9). Ao ser questionada sobre os “relatos de brigas, análises de linguagem corporal, exposição de mensagens privadas, narrativas e contra-narrativas”, ela afirmou que as fofocas complementam o filme, servindo como metáforas perfeitas para ilustrar a mensagem exibida nas telas. “É meio irônico, porque tudo isso é realmente do que [o filme] se trata”, ela explicou. “O filme é sobre as narrativas que nos alimentam e se escolhemos aceitá-las ou questionar suas fontes. E como você disse, houve mensagens privadas que foram divulgadas sem contexto para tentar fazer uma situação parecer algo que não era.” A mensagem a que ela se refere foi a gravação de uma videochamada vazada por Shia LaBeouf para provar que não tinha sido demitido do filme como Wilde afirmou. No vídeo, Wilde implora para o ator ficar no filme, mesmo sabendo que a sua presença deixava a atriz Florence Pugh desconfortável. “No início do processo de fazer o filme, como diretora, tentei mediar uma situação entre as pessoas para tentar ver se elas poderiam trabalhar juntas e felizes”, explicou Wilde sobre a polêmica. “Uma vez que ficou claro que não era uma relação de trabalho sustentável, recebi um ultimato. Escolhi minha atriz, o que estou muito feliz por ter feito. Na época, eu fiquei chateada por não termos conseguido fazer isso funcionar? Claro. Mas uma informação que veio à tona mais tarde me deixou confiante de que tomamos a decisão certa. Absolutamente.” Quando Colbert pressionou por uma definição sobre a demissão ou não de LaBeouf, ela foi mais clara. “Tivemos que substituir Shia. Ele é um ator fantástico, mas não ia funcionar”, disse Wilde. “E você sabe, quando ele me deu o ultimato, ou ele ou Florence [Pugh], eu escolhi Florence. Então, ele sentiu que estava se afastando e eu senti que estávamos seguindo em frente sem ele. A diferença é uma questão de semântica”. O apresentador ainda quis saber se Harry Styles cuspiu em Chris Pine durante a première no Festival de Veneza, como se espalhou nas redes sociais. “Acho que é um exemplo perfeito de, tipo, as pessoas procurando drama em qualquer lugar que puderem”, respondeu a diretora, dando sua interpretação sobre a popularidade do boato. “Pra deixar claro: Harry não cuspiu em Chris”, completou. Além dessas fofocas, também circularam relatos de desavenças entre Florence Pugh e Wilde, que aparentemente não se falaram durante a première do filme em Veneza. Não há imagens das duas próximas no tapete vermelho e elas se sentaram o mais distante possível para assistir ao filme em sua primeira sessão pública. Pugh também não participou da entrevista coletiva com o resto do elenco, supostamente por não encontrar voo à tempo da Hungria, onde estava filmando “Duna 2”. Seu colega de “Duna 2”, Timothée Chalamet, não teve o mesmo problema para prestigiar a première de “Bones and All” em Veneza. A versão que corre é que Florence Pugh teria se afastado da divulgação do longa por ter se desentendido com Olivia Wilde no caso de LaBeouf. Além disso, a substituição de LaBeouf por Harry Styles também virou problema para a atriz, já que a diretora começou a namorar o cantor durante as filmagens. A situação teria se tornado duplamente desconfortável. Além das visitas do então marido de Wilde, o ator Jason Sudeikis (o Ted Lasso), que levava as crianças para o set – a filha da diretora faz parte do elenco – , Pugh teve que encenar cenas quentes com o namorado de sua “chefe”. O climão foi descrito no final de julho pelo site Page Six e tanto o estúdio New Line, responsável pela produção, quanto representantes de Pugh se recusaram a comentar a descrição. Eles também não desmentiram. Questionada por Colbert sobre o acúmulo de controvérsias, e se era “particularmente frustrante ter pessoas falando sobre muitas coisas que não o filme em si”, Wilde preferiu brincar. “Ah, eles estão?” “Não se Preocupe, Querida” estreou nesta quinta (22/9) no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas dos EUA. Veja abaixo a íntegra da entrevista de Stephen Colbert com Olivia Wilde, que inclui conversas sobre muitos outros temas.

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    “Chicago Med” surpreende com despedidas e retorno na 8ª temporada

    22 de setembro de 2022 /

    A série médica da franquia “Chicago” surpreendeu seus espectadores na estreia de sua 8ª temporada, que foi ao ar na noite de quarta (21/9) nos EUA. O episódio revelou a saída de dois integrantes do elenco fixo e o retorno de uma personagem que já tinha se despedido da série. Tudo isso é spoiler, já que “Chicago Med” não é exibida simultaneamente no Brasil. Os atores que estão de saída são Guy Lockard e Sarah Rafferty, que interpretaram o Dr. Dylan Scott e a Dra. Pamela Blake, respectivamente. E quem retorna é Yaya DaCosta, intérprete da enfermeira April Sexton, que saiu do programa em 2021 após seis temporadas. Spoilers ainda maiores explicam detalhes do episódio nos próximos parágrafos. Na estreia da 8ª temporada, o Dr. Scott optou por deixar seu emprego no Gaffney Chicago Medical Center após a morte de Jo (Riley Voelkel), uma policial infiltrada com quem ele se envolveu romanticamente na última temporada, e que morreu no pronto-socorro. A Dra. Blake, por sua vez, passou por uma cirurgia no final da 7ª temporada e teve complicações. Com uma procuração para decidir o que fazer, o Dr. Crockett Marcel (Dominic Rains) foi forçado a tomar uma decisão difícil. Nenhuma das opções era ideal, mas ele escolheu arriscar a cirurgia para preservar a vida dela. Ela sofreu um pequeno derrame durante a operação, perdendo a sensibilidade nas mãos, o que encerra sua carreira como cirurgiã. Ela apareceu brevemente na estreia da 8ª temporada, mas não há planos para seu retorno em novos episódios. Sua ausência será explicada pela necessidade de passar por reabilitação para recuperar suas habilidades motoras. Em entrevista para a revista Variety, os showrunners Andrew Schneider e Diane Frolov afirmaram que, apesar desses desfechos, os personagens podem retornar no futuro. “Se os personagens estão vivos, eles podem voltar”, resumiu Frolov. Por sinal, foi o que aconteceu com April Sexton. A outra grande surpresa durante a estreia se deu quando o Dr. Ethan Choi (Brian Tee) foi visitar o memorial de seu pai e ficou cara a cara com April. O casal, que chegou a estar comprometido anteriormente, se separou depois de um relacionamento muito difícil que durou várias temporadas. A personagem de April saiu da série em 2021, porque a atriz Yaya DaCosta foi convidada a protagonizar a série “Our Kind of People” da Fox. Mas esse drama foi cancelado após uma temporada. Com sua disponibilidade, os produtores decidiram resgatá-la para dar um desfecho ao relacionamento entre April e Ethan. “Nós nunca chegamos a terminá-lo. Nós realmente queríamos uma conclusão, então entramos em contato para ver se ela voltaria para isso”, disse Frolov, observando que DaCosta estará em alguns episódios nesta temporada. Schneider acrescentou que DaCosta estava “muito animada” para retornar. “Ela queria honrar esse personagem e dar uma resolução ao relacionamento de April com Ethan”. “Chicago Med” é exibida no Brasil pelo canal pago Universal e em streaming pela Globoplay.

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