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    Jason Isaacs vai viver Cary Grant em série

    8 de agosto de 2022 /

    O ator Jason Isaacs, da série “Star Trek: Discovery” e da franquia “Harry Potter”, vai estrelar a série “Archie”, que não é sobre o personagem de “Riverdale”, mas sobre a vida de Cary Grant, um dos grandes astros da era de ouro de Hollywood. Criada pelo roteirista Jeff Pope (“Philomena”), a série vai cobrir desde o nascimento do ator, em 1904, em Bristol, na Inglaterra, passando pela sua infância difícil (na qual enfrentou problemas como a pobreza extrema, o adultério do pai e a perda do irmão) e mostrar um pouco da sua adolescência, quando ele ingressou numa banda e se mudou para os EUA. A atração vai apresentar os detalhes da juventude de Grant intercalados com cenas passadas em 1961, quando o ator (nesse ponto, interpretado por Isaacs) estava no auge da sua fama, mas vivia um momento de infelicidade após o término do seu segundo casamento. Nessa época, ele conheceu a atriz Dyan Cannon, que era 30 anos mais nova do que ele e com quem ele viria a se casar. Cary Grant atuou em mais de 70 títulos, incluindo grandes clássicos como “Suspeita” (1941), “Ladrão de Casaca” (1955) e “Intriga Internacional” (1959), só para citar as vezes em que foi dirigido por Alfred Hitchcock, numa carreira que se estendeu por 34 anos. Em vez de se focar no seu sucesso como ator, porém, a série vai seguir por outro caminho. O título “Archie” é uma referência ao nome de batismo de Grant, Archibald Alexander Leach, e sugere um tom mais intimista na atração. “Havia apenas um Cary Grant e eu nunca seria tolo de tentar entrar em seus sapatos icônicos. Archie Leach, por outro lado, não poderia estar mais longe do personagem que ele inventou para se salvar”, disse Isaacs. “Archie” está sendo desenvolvida pela ITV e BritBox International e ainda não tem previsão de lançamento. Jason Isaacs será visto em breve nos filmes “Spinning Gold”, “Mother Russia” e “A Winter’s Journey”, todos ainda sem data de estreia definida.

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  • Música

    Os 10 melhores clipes indies de julho

    8 de agosto de 2022 /

    A seleção abaixo reúne 10 clipes de artistas da cena independente internacional, que se destacaram entre os lançamentos do mês de julho. Os vídeos são disponibilizados de duas formas: individualmente, com breves informações sobre cada clipe, e via playlist (localizada no final do post) para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).       | THE BIG MOON | INGLATERRA   “Wide Eyes” é o cartão de visitas do terceiro álbum do quarteto londrino. O clipe traz uma intrincada troca de cumprimentos entre as integrantes da banda, enquanto a música expressa a alegria do companheirismo. A composição foi inspirada pelo otimismo sentido pela compositora Juliette Jackson ao se tornar mãe no ano passado. Não por acaso, a capa do álbum “Here Is Everything”, previsto para outubro, destaca Jackson com um barrigão de grávida.   | GIRLPUPPY | EUA   Girlpuppy é o nome artístico da cantora-compositora americana Becca Harvey, de 23 anos, que vai lançar seu primeiro álbum em outubro. Gravado num cenário rural com lagoas e precipícios, o clipe de “Wish” a mostra junto com amigos em clima de diversão, enquanto canta sobre a dor do rompimento de uma amizade.   | MOMMA | EUA   Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Pavement, Teenage Fanclub e Breeders. A banda californiana lançou seu terceiro álbum, batizado de “Household Name”, em 1 de julho – um dos melhores lançamentos indies de 2022. O clipe de “Motorbike” saiu juntinho com o disco.   | FAZERDAZE | NOVA ZELÂNDIA   O vídeo caleidoscópico de imagens pequenas, esverdeadas e repetitivas é tão simples e indie quanto Amelia Murray, mais conhecida como Fazerdaze, que volta a gravar após longo hiato. Precursora do novo grunge melódico com seu EP de estreia em 2014, ela estava sumida desde seu brilhante primeiro álbum de 2017. Um dos motivos foi a fricção com ex-músicos de sua banda, situação que inspira “Come Apart”, uma música sobre aceitar o fim de relações que deixam de funcionar.   | MAMALARKY | EUA   O clipe de “Mythical Bonds” celebra a amizade dos integrantes da banda texana com flores, tons pastéis, muitos sorrisos e olhares sonhadores, mas a cantora-guitarrista Livvy Bennett surpreende ao combinar a estética twee com escalas inesperadas de rock matemático, causando um curto-circuito nas expectativas. O primeiro álbum saiu em novembro passado.   | THE VELVET HANDS | INGLATERRA   As colagens animadas do clipe evocam a estética dos zines, numa referência ao espírito punk da banda, que vai de The Clash a Libertines, e de Gang of Four a Strokes no som volátil de “Holiday in My Head”. A música reflete a claustrofobia da pandemia e faz parte do segundo álbum do quarteto da Cornualha, ainda sem previsão de estreia.   | CLAMM | AUSTRÁLIA   O trio australiano usa telas/espelhos para se transportar por vários cenários no clipe de “Something New”, expressando a impaciência com o tempo e a busca pela novidade, descritas na letra. A gravação punk de muitas dissonâncias – com direito a saxofone no meio da distorção – faz parte do segundo álbum (“Care”), previsto para chegar em 19 de agosto.   | MODERN WOMAN | INGLATERRA   “Ford” é a faixa-título do EP de estreia do quarteto londrino Modern Woman. O clipe destaca a cantora Sophie Harris oferecendo caronas para homens desavisados numa estrada rural pouco trafegada, enquanto a música pega uma bifurcação sombria entre Patti Smith, Siouxsie and the Banshees e PJ Harvey.   | THE HOWLERS | INGLATERRA   “Nothing to Lose” é uma mostra do EP “Further Down The Line”, que chega em 30 de setembro. O trio londrino apresenta seu garage rock há três anos e o novo clipe injeta uma pegada “soulsonic” no repertório, com direito a uma dançarina com visual dos anos 1960 balançando franjas sob luzes vermelhas.   | VIXEN77 | EUA   A banda feminina de glam rock da Filadélfia, fortemente inspirada por Suzy Quatro e New York Dolls, celebra a nostalgia das lojas de discos no clipe de “Record Store”, cantando uma love story com vinil, traições e reviravoltas, onde o rock tem a palavra final.     | PLAYLIST |

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    Roger E. Mosley: Ator da série “Magnum” morre aos 83 anos

    7 de agosto de 2022 /

    O ator Roger E. Mosley, que viveu o piloto de helicóptero Theodore “TC” Calvin na série de televisão clássica “Magnum”, morreu na manhã deste domingo (7/8) aos 83 anos. A causa da morte não foi revelada. Mosley participou de todos os 158 episódios, da estreia ao capítulo final das oito temporadas de “Magnum”, entre 1980 e 1988. Sua forte ligação com a atração clássica lhe rendeu um convite para aparecer na 1ª temporada do reboot atual, numa participação especial de 2019 como um personagem diferente. Fez tanto sucesso que ainda voltou mais uma vez em 2021, numa nova participação que acabou se tornando sua última aparição nas telas. Depois da “Magnum” original, Mosley foi escalado como protagonista da sitcom “You Take the Kids”, que só durou uma temporada em 1990. Ele também teve papéis recorrentes em “Hangin’ with Mr. Cooper” e “Rude Awakening” durante os anos 1990. Mas com uma carreira iniciada duas décadas antes, sua lista de aparições em episódios eventuais é enorme e variada, incluindo “Barco do Amor”, “Galeria do Terror”, “Kung Fu”, “Kojak”, “San Francisco Urgente”, “Arquivo Confidencial”, “Justiça em Dobro” e “Las Vegas”, entre outras atrações. Já seus créditos cinematográficos datam da era da Blaxploitation – filmes de ação dos anos 1970 estrelados por atores negros e acompanhados por trilha funk – e destacam o cultuadíssimo “The Mack” (1973), além dos dramas biográficos “Leadbelly” (1976), em que viveu o lendário cantor de blues/folk Huddie Ledbetter, e “O Maior de Todos” (1977), cinebiografia de Muhammad Ali, na qual interpretou o pugilista Sonny Liston. Sua filmografia ainda conta com policiais clássicos como “Os Novos Centuriões” (1972) e “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974), e as comédias “O Guarda-Costas” (1976), do recém-falecido Bob Rafelson, “A Disputa dos Sexos” (1977), com Burt Reynolds, e “Entre Tapas e Beijos” (1996), com Martin Lawrence.

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  • Filme

    Escolha de James Franco como Fidel Castro rende polêmica politicamente equivocada

    7 de agosto de 2022 /

    Uma crítica politicamente correta de um colega contra a escalação de James Franco no papel de Fidel Castro, anunciada na semana passada, deixou claro como equívocos e desinformação norteiam os impulsos justiceiros nas redes sociais. John Leguizamo criticou o fato de James Franco interpretar o ex-ditador no filme “Alina of Cuba”, reclamando contra a discriminação enfrentada pelos atores latinos, que têm dificuldades em encontrar trabalho e são substituídos por americanos em produções de Hollywood. “Não tenho nenhum problema com Franco, mas ele não é latino”, escreveu Leguizamo na sexta-feira (5/8) em suas redes sociais. O protesto reforça que Leguizamo não vê problema na volta de Franco à atuação, após ter sido denunciado por abuso e processado em 2019, sob a acusação de explorar sexualmente jovens mulheres que frequentavam suas aulas de atuação. O processo foi resolvido no ano passado e aos poucos ele começa a retomar sua carreira. Só que James Franco tem, sim, sangue latino e uma genealogia mais próxima a de Fidel Castro que o próprio John Leguizamo, que nasceu na Colômbia. O bisavô de Franco veio da Ilha da Madeira, colônia portuguesa na costa da África, para os EUA, e falava português. Só que tem mais. O pai de Fidel Castro nasceu na Espanha e a mãe nas Ilhas Canárias, que é o pais mais próximo – e a um passeio de barco – da Madeira. Se dependesse de um boletim genético para interpretar o ex-ditador de Cuba, Franco seria contratado de imediato. Afinal, suas famílias se originaram na mesma região, a uma distância de apenas 498 km. Apesar disso, Leguizamo chegou a pedir boicote ao longa, por Franco não ser latino o suficiente. “Como isso ainda está acontecendo? Como Hollywood segue não só nos excluindo, mas também roubando nossas narrativas? Chega de apropriação de Hollywood e dos streamers! Boicote! Isso acabou! Além disso, trata-se de uma história seriamente difícil de contar sem engrandecimento, o que seria errado! Eu não tenho problemas com Franco, mas ele não é latino!”, escreveu o ator em seu Instagram. O produtor de “Alina of Cuba”, John Martinez O’Felan, rebatou o ataque sem mencionar a origem de Franco, reclamando contra o que chamou de “ataque cego”. “Um cara como John Leguizamo tem sido historicamente considerado pelos hispânicos como um dos principais atores de ascendência latina da América desde os anos 1990 e eu sempre o admirei. Mas seus comentários são culturalmente ignorantes e um ataque cego com zero substância relacionado a este projeto”, disse O’Felan ao site The Hollywood Reporter. A própria filha de Fidel Castro, Alina Fernández, entrou em cena em seguida para defender Franco. Além de se orgulhar de que “o projeto é quase inteiramente latino, tanto na frente quanto atrás das câmeras”, ela disse ao site Deadline: “James Franco tem uma semelhança física óbvia com Fidel Castro, além de suas habilidades e carisma”. “Acho todo a escalação do elenco incrível”, acrescentou, citando a atriz Mia Maestro (“The Strain”) no papel de sua mãe, Natalia “Naty” Revuelta, e Ana Villafañe (“New Amsterdam”) como a personagem-título – que é ela mesma “Alina of Cuba” tem direção do espanhol Miguel Bardem (“Incautos”) e um roteiro escrito pelo porto-riquenho José Rivera (“Dários de Motocicleta”) e o cubano Nilo Cruz, primeiro latino vencedor do prêmio Pulitzer – pela peça “Anna in the Tropic” (2002). A trama é baseada no livro de memórias de Alina e conta a história mirabolante da filha de Fidel Castro e de uma socialite cubana, que nasceu em segredo em Cuba três anos antes de seu pai tomar o poder no país. Ela só descobriu de quem era filha aos 10 de idade e fugiu do país como dissidente em 1993, disfarçada de turista espanhola. Diante da repercussão de seu protesto, Leguizamo voltou a se manifestar. Ele gravou vídeos insistindo que não tem “nenhum problema com James Franco”, especialmente após descobrir o passado colonial português da família do ator, e buscou justificar seu desabafo. “Eu cresci em uma época em que os latinos não podiam interpretar latinos nos filmes. Em que Charlton Heston interpretou mexicano, Eli Wallach interpretou mexicano, Al Pacino interpretou cubano e porto-riquenho, até Ben Affleck interpretou latino em ‘Argo’ e Marisa Tomei interpretou mulheres latinas”, comentou. Leguizamo ainda listou papéis históricos de latinos interpretados por americanos e ingleses. O detalhe é que ele não comentou a prática mais recente de Hollywood de escalar o casal espanhol (ou seja, europeu) Javier Barden e Penélope Cruz como latino-americanos. Barden, inclusive, acaba de viver um cubano ilustre: o músico e humorista Desi Arnaz em “Apresentando os Ricardos”. Isto não é uma lembrança da época de Charlton Heston e Eli Wallach. Barden foi indicado ao Oscar 2022 por seu desempenho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Leguizamo (@johnleguizamo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Leguizamo (@johnleguizamo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Leguizamo (@johnleguizamo)

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  • Filme

    “Top Gun: Maverick” supera “Titanic” nas bilheterias dos EUA

    7 de agosto de 2022 /

    “Top Gun: Maverick” se tornou a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos neste fim de semana, ao superar o blockbuster “Titanic”. Em sua 11ª semana em cartaz, a produção da Paramount se mantém entre os filmes mais vistos dos EUA e Canadá e adicionou mais US$ 7 milhões desde sexta (5/8), aparecendo em 6º lugar no ranking doméstico. Com isso, chegou a US$ 662 milhões em vendas de ingressos, deixando para trás os US$ 659,3 milhões de “Titanic”. Se não diminuir o ritmo, o filme estrelado por Tom Cruise ainda deve ultrapassar a 6ª maior bilheteria da América do Norte, “Vingadores: Guerra Infinita”, que soma US$ 678,8 milhões – mas dificilmente entrará no Top 5, que tem na entrada “Pantera Negra” com US$ 700 milhões. Em todo o mundo, “Top Gun: Maverick” já faturou US$ 1,35 bilhão, o que representa a 13ª maior bilheteria mundial da História. Como Tom Cruise também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos. Por conta disso, o astro anda conversando sobre uma continuação com a Paramount e com o elenco do filme, como revelou o coadjuvante Miles Teller no mês passado.

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  • Filme

    “Trem Bala” estreia em 1º lugar, mas não dispara nos EUA

    7 de agosto de 2022 /

    O thriller de ação “Trem Bala”, que transforma Brad Pitt numa espécie de John Wick, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, com US$ 30,1 milhões. Mas a Sony não está comemorando a vitória, porque o filme custou US$ 90 milhões e teve uma largada de locomotiva a vapor. A performance foi praticamente idêntica no mercado internacional, com US$ 32,4 milhões, que se somou à arrecadação doméstica para atingir US$ 62,5 milhões em todo o mundo. A expectativa era atingir pelo menos o dobro e agora a torcida é não perder impulso nas próximas semanas para evitar prejuízo. O problema é que a crítica não entrou nesse trem, considerando o longa medíocre – teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Trem Bala” foi dirigido por David Leitch, que já atuou como dublê de Pitt antes de passar a comandar filmes como, justamente, o primeiro John Wick e outras produções marcadas por cenas de ação, o que também é o forte da atual produção. O fim de semana trouxe apenas mais uma estreia ampla na América do Norte: “Easter Sunday”, um filme de Páscoa fora de época, que abriu em 8º lugar com US$ 5,3 milhões – mas custou só US$ 17 milhões para a Universal. “DC Liga dos Superpets” ficou em 2º lugar com US$ 11,2 milhões, chegando a US$ 45,1 milhões domésticos e US$ 83,4 milhões mundiais depois de duas semanas – mais um resultado decepcionante diante de um orçamento de produção de US$ 90 milhões. Ainda inédito nos cinemas brasileiros, “Não! Não Olhe!” ficou em 3º com US$ 8,5 milhões. Em seu terceiro fim de semana, o suspense de disco voador de Jordan Peele já tem US$ 97,9 milhões nas bilheterias domésticas, o que é impressionante para um filme 100% original, sem nenhuma ligação com franquia preexistente. Seu lançamento internacional começa nesta semana e a estreia no Brasil está marcada para 25 de agosto. “Thor: Amor e Trovão” e “Minions 2: A Origem de Gru” completam o Top 5, com US$ 7,6 milhões e US$ 7,1 milhões, respectivamente. Isso leva a produção da Marvel a US$ 316,1 milhões nos Estados Unidos, enquanto o spin-off de “Meu Malvado Favorito” chega a US$ 334,6 milhões no mercado interno. No mercado internacional, porém, “Minions 2” abriu uma distância muito grande sobre “Thor 4”. A animação acaba de ultrapassar US$ 900 milhões de faturamento, enquanto o super-herói ainda avança para os US$ 700 milhões. Por falar em marcas, “Top Gun: Maverick” superou “Titanic” neste fim de semana como a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos, atingindo US$ 662 milhões em vendas de ingressos. Em todo o mundo, já são US$ 1,35 bilhão. Em sua 11ª semana em cartaz, o filme está em 6º lugar e adicionou mais US$ 7 milhões em sua conta, ampliando seu recorde como maior sucesso da carreira de Tom Cruise. E como o astro também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos.

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  • Série

    Mike Tyson detona minissérie sobre sua vida e diz que foi roubado

    7 de agosto de 2022 /

    Mike Tyson usou seu perfil no Instagram para criticar “Mike: Além de Tyson”, minissérie biográfica sobre sua vida. O ex-campeão dos pesos-pesados disse que não foi consultado e nem foi compensado financeiramente pelo projeto, e acusou a plataforma de streaming Hulu de “roubar sua história de vida”. Numa postagem feita no sábado (6/8), Tyson comparou a produção a atitude dos escravagistas no passado. “Não seja enganado pelo Hulu. Não aprovo a história deles sobre a minha vida. Não estamos em 1822, é 2022. Eles roubaram a minha história de vida e não me pagaram. Para os executivos do Hulu, eu sou só um negão (ele usa propositalmente uma expressão racista) que eles podem vender num leilão de escravos”. A postagem recebeu o apoio de personalidades como o ator Jamie Foxx, o rapper B-Real, líder do Cypress Hill, e o lutador de MMA Francis Ngannou. Quando a série foi anunciada, em fevereiro de 2021, o ex-boxeador já havia chamado o projeto de “apropriação cultural indébita”. Um dos motivos da raiva de Tyson é que ele queria fazer uma minissérie chapa-branca sobre sua vida, que seria estrelada por Jamie Foxx. Por conta disso, tentou impedir a produção rival. Quando não conseguiu, passou a atacar a série com muitos xingamentos nas redes sociais. “Mike: Além de Tyson” foi escrita por Steven Rogers, dirigida por Craig Gillespie e produzida por Margot Robbie – que são, respectivamente, o roteirista, o diretor e a protagonista-produtora de “Eu, Tonya”, filme premiado sobre outra estrela violenta dos esportes norte-americanos, Tonya Harding. Além deles, Karin Gist (produtora-roteirista de “Star” e “Mixed-ish”) integra a equipe como showrunner. O elenco destaca Trevante Rhodes (“Moonlight”) como a versão adulta do esportista e também inclui o veterano Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) na pele do técnico de boxe Cus D’Amato, Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como a atriz Robin Givens, que foi a primeira mulher do boxeador, e Li Eubanks (“All Rise”) como Desiree Washington, a modelo que acusou Tyson de estupro. A produção chega ao Brasil pela plataforma Star+ em 25 de agosto, mesmo dia do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mike Tyson (@miketyson)

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    Anne Heche está intubada com queimaduras graves após acidente

    7 de agosto de 2022 /

    A atriz Anne Heche, que sofreu um grave acidente de carro e queimaduras no corpo na sexta-feira (6/8) em Los Angeles, nos Estados Unidos, está intubada e apresenta condição de saúde estável, segundo informou um de seus representantes. Ela colidiu em alta velocidade contra uma casa no bairro Mar Vista, causando um incêndio. “Anne está em condição estável no momento”, afirma nota divulgada por sua assessoria. “A família dela pede suas orações e pensamentos positivos. Também pedimos para respeitarem a privacidade dela neste momento difícil” Segundo apurou a CNN, a atriz está na UTI, tem queimaduras graves e uma longa recuperação pela frente. “Ela tem sorte em estar viva”, teria dito uma fonte do canal. Sua equipe e sua família ainda estão tentando entender o que levou ao acidente. O site TMZ traçou a rota da atriz e pode ter encontrado a origem de tudo. Testemunhas relataram que Heche se envolveu em um acidente na garagem de um prédio pouco antes de colidir com a casa. Ela bateu em uma garagem e, quando pessoas se aproximaram, a atriz acelerou e fugiu do local. Imagens de câmeras de segurança mostram o veículo que Heche dirigia trafegando em alta velocidade no bairro Mar Vista, e só parou ao colidir de frente com um casa, pegando fogo imediantamente. A mulher que vivia na casa atingida sobreviveu por pouco. A rede americana CBS mostrou que o veículo atravessou a sala em que a mulher estava sentada. Os Bombeiros de Los Angeles informaram que levaram mais de uma hora para “acessar, confinar e extinguir totalmente as chamas dentro da estrutura fortemente danificada”. Outro vídeo mostra o veículo completamente destruído sendo rebocado do local. Vidros e portas estão quebrados e uma das rodas se perdeu, tamanho foi o impacto da colisão. A atriz de 53 anos tem uma longa carreira em filmes e séries, iniciada nos anos 1980 na novela “Outro Mundo”. Ela estrelou filmes como “Donnie Brasco” (1997), “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997), o remake de “Psicose” (1998) e “Seis Dias, Sete Noites” (1998), no qual foi par romântico de Harrison Ford. Mas a partir daí sua carreira cinematográfica foi afetada, de forma preconceituosa, quando ela assumiu seu namoro com a Ellen DeGeneres. Anos depois, ela se revelou bissexual, ao se envolver com um assistente de câmera e, mais tarde, James Tupper, seu par romântico na série “Men in Trees”, com quem teve um filho. A série de 2006, por sinal, foi seu maior sucesso e antecipou um modelo de trama reprisado até hoje com sucesso, veja-se “Virgin River” na Netflix. Na TV, ela também fez “Hung”, “Dig”, “Aftermath”, “The Brave” e “Chicago PD”, entre muitas outras atrações. Here’s the now mangled vehicle owned by actress Anne Heche being towed away after speeding and crashing into a Mar Vista home and sparking a fire. @CBSLA pic.twitter.com/rRSqnM1YDt — Rachel Kim (@CBSLARachel) August 6, 2022

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    Linn da Quebrada mostra resultado da cirurgia de feminização facial

    6 de agosto de 2022 /

    A cantora e atriz Linn da Quebrada publicou neste sábado (6/8) fotos de seu momento pós-cirúrgico, mostrando a diferença de seu rosto após a cirurgia de feminização facial feita no mês passado. Ainda com o nariz enfaixado e os olhos um pouco roxos por causa do procedimento, a ex-BBB escreveu ao lado das fotos que continua “biologicamente travesti”. “18 dias desde a cirurgia”, acrescentou nos Stories, dando mais informações sobre o progresso. O procedimento ao qual Linn se submeteu é de afirmação de gênero, realizado em homens e mulheres transgêneros para alterar os traços do rosto, reforçando sua identidade sexual. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Linn da Quebrada (@linndaquebrada)

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    Revelações da íntegra de processo fazem Johnny Depp ser “descurtido” por famosos

    6 de agosto de 2022 /

    A revelação de fatos que a equipe de Johnny Depp conseguiu evitar que fossem trazidos à tona durante seu processo por difamação contra Amber Heard está causando uma reviravolta na imagem pública do ator. Desde segunda-feira (1/8), quando o conteúdo das mais de 6 mil páginas do processo começou a ser publicado na imprensa americana, várias celebridades tiraram likes da publicação em que o ator celebrou sua vitória no julgamento. A “debandada” de curtidas inclui joinhas de Orlando Bloom, Rita Ora, Elle Fanning, Natalie Imbruglia, Robert Downey Jr., Bella Hadid, Zoey Deutch, Sophie Turner e Joey King, entre outras personalidades que teriam “descurtido” Depp nesta semana. O “êxodo” do apoio foi notado por usuários da plataforma Reddit, que haviam compilado todas as contas que curtiram e/ou comentaram na publicação. O texto descurtido diz: “A todos os meus apoiadores mais preciosos, leais e inabaláveis. Estivemos juntos em todos os lugares, vimos tudo juntos. Percorremos o mesmo caminho juntos. Fizemos a coisa certa juntos, tudo porque você se importava. E agora, vamos todos avançar juntos. Vocês são, como sempre, meus patrões e, mais uma vez, não tenho como dizer obrigado, a não ser apenas dizer obrigado. Então, obrigado. Meu amor e respeito, JD”. Nenhuma das celebridades mencionadas se manifestou publicamente sobre o motivo para a retirada de suas curtidas no post de Depp. Mesmo assim, a revista Newsweek apontou três descobertas que desagradaram de forma ampla os fãs do ator: o comportamento de Depp no set do quinto filme da franquia “Piratas do Caribe” (que, segundo os documentos, teria incomodado inclusive executivos da Disney), mensagens do ator para Marilyn Manson contra mulheres em geral e a tentativa de revelar que Heard foi stripper, para atacá-la no tribunal. No início de junho, Amber foi considerada culpada por escrever um artigo no The Washington Post em que se declarava sobrevivente de abuso doméstico. Na decisão, o júri determinou que a atriz teria que indenizar o ex-marido em US$ 10,35 milhões (US$ 10 milhões em danos compensatórios e US$ 350 mil em danos punitivos), mas considerou que o ator também difamou sua ex-esposa ao lutar contra suas acusações, concedendo a Heard US$ 2 milhões em danos compensatórios – na prática, apenas diminuiu um pouco o débito da atriz, que caiu para US$ 8,35 milhões. Heard entrou com um recurso de apelação da sentença em julho.

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    Clu Gulager, de “A Volta dos Mortos Vivos”, morre aos 93 anos

    6 de agosto de 2022 /

    O ator Clu Gulager, que estrelou a série clássica “O Homem de Virgínia” e o terrir cult “A Volta dos Mortos Vivos”, morreu na sexta-feira (5/8) em sua casa em Los Angeles, de causas naturais aos 93 anos. William Martin Gulager nasceu em 16 de novembro de 1928, em Holdenville, uma cidade arborizada a cerca de 120 quilômetros de Oklahoma City, e era descendente de indígenas da nação Cherokee. Seu pai, John, era um ator da Broadway que se tornou juiz do condado, e seu primo em segundo grau era ninguém menos que o cowboy cantor Will Rogers. O nome artístico “Clu” foi um apelido carinhoso de seu pai, imitando o piado de pássaros que faziam ninhos ao redor da casa da família. Após o ensino médio e serviço no Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Gulager recebeu uma bolsa para estudar em Paris com o famoso ator e mímico Jean Louis Barrault. E ao voltar começou a trabalhar em teleteatros transmitidos ao vivo de Nova York, antes de se mudar para Los Angeles em 1959. Ele pegou o começo da febre dos westerns televisivos, trabalhando em atrações que marcaram época, como “Procurado Vivo ou Morto”, “Paladino do Oeste”, “Caravana” e “Laramie”, até ser contratado para seu primeiro papel fixo, passando a viver o famoso pistoleiro Billy the Kid em “The Tall Man”. “Eu era um cowboy de Oklahoma. Eu andava pelas cercas [ao redor do gado] no inverno e, no verão, adentrava o campo atrás de cascavéis”, disse Gulager em uma entrevista de 2019. “Um dia imaginei que poderia interpretar um cowboy, e vi que era fácil pra mim montar a cavalo e usar um chapéu.” “The Tall Man” durou duas temporadas muito longas – de 75 episódios – exibidas entre 1960 e 1962. E só foi cancelada porque o Congresso dos EUA se opôs à forma como o fora-da-lei Billy the Kid era “incorretamente” retratado como um herói para os jovens telespectadores do programa. Mas o cancelamento acabou sendo a melhor providência do destino para a vida de Gulager. “Eu estava falido quando entrei [naquela série]”, disse ele em 2014. Por isso, com o fim dos trabalhos, procurou o produtor da atração, Frank Price (futuro presidente da Universal e da Columbia Pictures), para pedir um novo emprego. “Ele demitiu um ator em pleno set e me contratou”, contou. Gulager foi encaixado num episódio da 1ª temporada de “O Homem de Virgínia” (The Virginian), em 1963, e depois voltou em outro capítulo do segundo ano como um personagem diferente. Nesse meio tempo, fez outras séries e estreou no cinema, chamando atenção como um gângster raivoso no clássico neo-noir “Os Assassinos” (1964), de Don Siegel. Embalado pelo filme, recebeu o convite para voltar a “O Homem de Virgínia” na 3ª temporada, agora como integrante do elenco, no papel do pistoleiro Emmett Ryker, que, numa reviravolta, vira um homem da lei na cidadezinha de Medicine Bow. Ele apareceu em mais de 100 episódios até 1968. Uma das séries de maior audiência dos anos 1960, “O Homem de Virgínia” tornou Gulager bastante popular. E ele aproveitou para se lançar de vez ao cinema, coadjuvando em “500 Milhas” (1969), como o mecânico do piloto vivido por Paul Newman, e em “A Última Sessão de Cinema” (1971), na pele do capataz do campo petrolífero que se envolve com Ellen Burstyn e seduz a adolescente Cybill Shepherd em um salão de bilhar. Ele também atuou ao lado de John Wayne no policial “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974), de John Sturges, e juntou-se a Chuck Norris em “Força Destruidora” (1979). Mas sua carreira de tipos viris deu uma reviravolta após ser assassinado no slasher “Iniciação” (1984). De repente, Gulager enveredou pelo terror e encontrou novo público com alguns clássicos do gênero, especialmente “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985), a primeira comédia de zumbis, onde viveu o dono do armazém em que os mortos-vivos “reais” estavam guardados desde a contaminação original dos anos 1960 – aquela registrada no filme “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968), que supostamente seria um documentário e não uma ficção. Com cenas antológicas de punks num cemitério, o longa de Dan O’Bannon (criador da franquia “Alien”) marcou época, ganhou continuações e popularizou o subgênero terrir. “Eu particularmente não queria fazer aquele filme”, ele lembrou em 2017. “Eu pensei que estava um pouco acima daquilo. E acabou que, se eu for lembrado, se é que serei lembrado… será por este filme!” Depois disso, ele se tornou figurinha fácil em produções fantásticas. Entre outras produções do gênero, apareceu em “A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy” (1985), contracenou com Vincent Price em “Do Sussurro ao Grito” (1987) e entrou em outro cult, vivendo um oficial da lei na sci-fi “O Escondido” (1987), de Jack Sholder. Ele ainda voltou a se destacar em 2005 em “Banquete do Inferno”, trabalho especial em sua filmografia porque marcou a estreia de seu filho, John Gulager, como diretor de cinema. Com produção de Wes Craven (diretor de “A Hora do Pesadelo” e “Pânico”) e dos astros Matt Damon e Ben Affleck, o filme foi outro que virou culto e ganhou sequências (lançadas direto em vídeo). Nas duas continuações, ele ainda contracenou com seu outro filho, o caçula Tom Gulager. O filho cineasta comandou o pai mais uma vez em “Piranha 2”, de 2012, mesmo ano em que o veterano lançou sua única incursão como diretor de longa-metragem, “Memories”, exibido apenas em festivais. Clu Galager ainda colheu elogios por sua performance em “Tangerina” (2015), filme de estreia de Sean Baker (“Projeto Flórida”), antes de se despedir das telas em 2019, com uma pequena participação em “Era uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino.

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    As 10 melhores séries de julho

    6 de agosto de 2022 /

    Com cada vez mais séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, nem os melhores maratonistas de sofá estão conseguindo acompanhar o ritmo do mercado. Considere essa seleção mensal como um lembrete para reforçar o que pode estar perdendo. Encabeçada pelo inescapável fenômeno “Stranger Things”, a mostra de julho também chama atenção por incluir três produções brasileiras, refletindo o avanço do conteúdo nacional de qualidade no streaming. Confira abaixo o Top 10 com detalhes e trailers de cada destaque.       | STRANGER THINGS 4,5 | NETFLIX   Depois de quebrar recordes e virar a maior audiência entre todas as séries em inglês da Netflix, “Stranger Things” retornou em 1 de julho para os instantes finais de sua temporada com o aguardado confronto entre Onze (ou Eleven, em inglês) e Vecna – a luta da super-heroína contra o monstro, como a própria Onze (Millie Bobby Brown) sugeriu no começo da história. Com Kate Bush e Metallica na trilha sonora, os episódios finais eletrizaram os fãs com seu mergulho no Mundo Invertido e seu resgate de clássicos do rock – que teve impacto nas paradas de sucesso do mundo real. Não por acaso, as músicas que se destacaram foram ligadas à performances de Joseph Quinn, intérprete de Eddie Munson, e Sadie Sink, a Max, que conquistaram mais atenção e elogios que qualquer um dos protagonistas originais. Em clima de pesadelo, a temporada celebrou uma guinada forte para o terror e apertou pause em pleno gancho apocalíptico, para explodir a ansiedade dos fãs pelo quinto ano e o final definitivo da história.   | HARLEY QUINN 3 | HBO MAX   A série animada adulta da Arlequina volta ainda mais imprópria, com violência sanguinária, muitos palavrões e uma cena de sexo entre Batman e a Mulher-Gato que fez a diretoria da DC intervir na produção. O que não foi censurado foi o romance entre Harley e Ivy (a Hera Venenosa). Elas aprofundam o namoro assumido na temporada passada, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da vilã esverdeada de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim.   | ONLY MURDERS ON THE BUILDING 2 | STAR+   A série de comédia traz Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short como três vizinhos obcecados por documentários criminais, que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir – o que, por azar, também os transforma nos principais suspeitos do crime. A trama continua na 2ª temporada, quando os três se veem confrontados por uma pessoa misteriosa interessada em incriminá-los e vê-los presos, ao mesmo tempo em que surge um podcast rival e todos no prédio passam a olhá-los com desconfiança. Para completar, a trama ainda passa a contar com novas e variadas participações especiais, incluindo a premiada atriz Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por “Laços de Ternura”), a comediante Amy Schumer (“Descompensada”) e a modelo/atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). Criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a atração é a primeira série da carreira do veterano comediante de e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place” – encerrada em 2012 no Disney Channel.   | PRETTY LITTLE LIARS: UM NOVO PECADO | HBO MAX   Vinte anos atrás, uma morte sem explicações agitou a cidadezinha de Millwood. Agora, nos dias atuais, cinco garotas adolescentes são atormentadas por um agressor desconhecido por culpa de algo que tem a ver com os segredos de suas mães. Parece o começo de uma história de terror dos anos 1980. Mas é a terceira série derivada de “Pretty Little Liars”, que junta as mensagens anônimas da atração original com um ambientação de slasher, bem mais violenta que o clima de intriga teen anterior, onde não falta sequer um serial killer mascarado. Refletindo a tendência dos últimos anos, as novas protagonistas são mais diversificadas. O elenco é encabeçado por Bailee Madison (da série “A Bruxa do Bem”), Chandler Kinney (Riana Murtaugh na série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon), Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”), Zaria Simone (vista em “Black-ish”) e Malia Pyles (de “Baskets” e “Batwoman”), além de Mallory Bechtel (“Hereditário”) no papel de gêmeas malvadinhas da escola. Com personalidades bastante distintas, as personagens envolvem rapidamente o espectador, especialmente a cinéfila, que encaixa inúmeras citações a diretores e filmes em suas frases. Para os fãs da primeira versão, o spin-off é imperdível. Mas dá para se envolver com a intriga, a tensão e o mistério mesmo sem conhecer a outra série, enquanto as garotas tentam descobrir quem é A. Vale lembrar que, apesar do sucesso da primeira atração – que durou sete temporadas, de 2010 a 2017 – , a produtora I. Marlene King nunca conseguiu repetir o desempenho com seus spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), ambos cancelados na 1ª temporada. Por isso, “Um Novo Pecado” é o primeiro spin-off sem relação com a equipe original. Em seu lugar está o criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, que produz e assina os roteiros com sua colaboradora de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. E os primeiros episódios disponibilizados já deixam claro que a série é melhor escrita e possui um orçamento maior que a primeira “Pretty Little Liars”.   | SANTA EVITA | STAR+   A minissérie gira em torno do cadáver da ex-primeira dama argentina Eva Perón, narrando a intrigante história de Evita depois de sua morte por câncer aos 33 anos de idade – que nesta semana completou 70 anos! Adorada pela população argentina, Evita foi embalsamada e velada por milhões de pessoas. Até que a ditadura militar destituiu Perón do poder e decidiu sequestrar o cadáver da ex-primeira dama para que não se convertesse em objeto de culto. Mesmo assim, seu cadáver se multiplicou, por meio de réplicas, e deu origem a um número incrível de incidentes, vividos por militares do Serviço de Inteligência do Exército Argentino. Alguns fatos parecem comédia, mas aconteceram de verdade. A adaptação está a cargo das autoras e atrizes argentinas Marcela Guerty e Pamela Rementería (criadoras de “O Homem da Sua Vida”, que ganhou remake brasileiro na HBO), e traz a atriz uruguaia Natalia Oreiro (de “Infância Clandestina” e ex-Paquita da versão em espanhol do Xou da Xuxa”) no papel-título, acompanhada pelo argentino Darío Grandinetti (“Vermelho Sol”) no papel do ex-presidente Juan Domingo Perón, e o conterrâneo Ernesto Alterio (“Narcos: Mexico”) como o coronel Moori Koenig, que, trabalhando no serviço diplomático na Alemanha, recebe o corpo ao qual deve dar sumiço, apenas para vê-lo ser roubado e reaparecer nos lugares mais inacreditáveis. A série tem direção do argentino Alejandro Maci (criador da versão argentina de “Em Terapia”) e do colombiano Rodrigo García (“Últimos Dias no Deserto”), que é filho do escritor Gabriel García Márquez. Além disso, tem fotografia de Félix Monti (“O Segredo dos Seus Olhos”, “O Quatrilho”), que é o melhor cinematógrafo da Argentina, e produção a cargo da estrela mexicana Salma Hayek (“Frida”).   | QUEER AS FOLK | STARZPLAY   A produção que retoma o título da série gay clássica chegou no último dia de julho em streaming, acompanhando um novo grupo diversificado de amigos da cena LGBTQIAP+ de Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia. A estreia registra um massacre promovido por um atirador homofóbico num clube gay, com direito a mortos e feridos. É impactante. Mas apesar dessa densidade, há muitos momentos leves na produção, que destaca personagens adoráveis e carrega muita ressonância cultural. Esta é a segunda vez que o título da série britânica de 1999, criada por Russel T. Davies (também responsável pelo revival de “Doctor Who”), é usado numa adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman fizeram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. A nova versão foi desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) e reúne um grande elenco, formado por Jesse James Keitel (“Big Sky”), Johnny Sibilly (“Hacks”), Fin Argus (“Agents of SHIELD”), Devin Way (“Grey’s Anatomy”), Ryan O’Connell (“Special”), Lukas Gage (“The White Lotus”), Chris Renfro (“Two Dollar Therapy”), Armand Fields (“Work in Progress”), Megan Stalter (“Hacks”) e os veteranos Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Kim Cattrall (“Sex and the City”) e Ed Begley Jr. (“Young Sheldon”).   | PAPER GIRLS | PRIME VIDEO   A adaptação dos quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan (criador também de “Os Fugitivos”) se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando quatro jornaleiras adolescentes, interpretadas por Riley Lai Nelet (“Altered Carbon”), Sofia Rosinsky (“Fast Layne”), Camryn Jones (“Perpetual Grace, LTD”) e Fina Strazza (“A Mulher Invisível”), fazem um desvio inesperado em sua rota de entrega de jornais, chegando sem querer no futuro – que é 2019 – onde encontram suas versões adultas. Além de serem pegas de surpresa no meio de uma guerra entre facções do futuro, elas passam a ser perseguidas pela polícia do tempo, que as considera criminosas pela viagem ilegal. O aspecto sci-fi da trama é um pouco simplificado, mas a relação das personagens compensa com um aprofundamento rico em complexidade. Produção da Legendary Television em associação com a Plan B, empresa de Brad Pitt, a adaptação é assinada por Stephany Folsom, co-roteirista de “Toy Story 4”, que também produz a atração em parceria com os roteiristas Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers (criadores de “Halt and Catch Fire”) e os autores dos quadrinhos.   | TURMA DA MÔNICA: A SÉRIE | GLOBOPLAY   Continuação dos filmes da “Turma da Mônica”, a série volta a reunir os mesmos atores do cinema: Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão), além de Milena (Emilly Nayara), que foi introduzida em “Turma da Mônica: Lições” e está sendo considerada a quinta integrante da Turma. Só que os personagens não são mais crianças – com Mônica e Magali descobrindo o batom – , mas, segundo Cebolinha, também não viraram ainda adolescentes. Quem vem para atualizar o mundinho deles é Carminha Frufru (Luiza Gattai, que estreia como atriz após o “The Voice Kids”), uma menina mais ligada nas expectativas da sociedade, que “chega chegando” no bairro do Limoeiro. E junto com ela vem um mistério, com direito à referência de uma cena famosa do terror “Carrie, a Estranha” (1976) – em versão de banho de lama, em vez de sangue. A atração é comandada por Daniel Rezende, que dirigiu “Turma da Mônica: Laços” e “Turma da Mônica: Lições”, e conta ainda com os personagens Madame Frufru, interpretada por Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), e Feitoso Araújo, o Capitão Feio, encarnado por Fernando Caruso (“Vai que Cola”).   | SINTONIA 3 | NETFLIX   A série brasileira mais vista da Netflix volta a acompanhar os destinos de três amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da fé religiosa. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes. Na 3ª temporada, MC Doni (Jottapê) se...

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    Novo trailer da “Mulher-Hulk” destaca o Demolidor

    6 de agosto de 2022 /

    A Marvel divulgou um novo trailer de “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, que traz o primeiro close do Demolidor em sua estreia na Disney+. No vídeo, o ator Charlie Cox pode ser visto com um uniforme diferente do herói, que inclui uma máscara-capacete dourada. A série traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada de pessoas superpoderosas, que acaba se tornando a super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Embora a prévia não mostre exatamente como ela herda os poderes do Hulk, a trama manteve seu parentesco com Bruce Banner (Mark Ruffalo), que aparece como seu alter-ego esverdeado para ensinar a prima a controlar seus novos poderes. O produção também contará com vários outros personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como o Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), além de introduzir a vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. A estreia vai acontecer em 18 de agosto.

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