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    Filha de Alec Baldwin revela estupro e aborto na adolescência

    27 de junho de 2022 /

    A modelo Ireland Baldwin, filha dos atores Alec Baldwin e Kim Basinger, compartilhou um vídeo no TikTok em que relatou ter sido estuprada na adolescência e realizado um aborto após uma gravidez indesejada. “Eu estava completamente inconsciente quando a violência sexual aconteceu. Isso mudou o rumo da minha vida”, contou, numa iniciativa para protestar contra a Suprema Corte dos EUA, que permitiu a estados conservadores suspenderem o direito ao aborto. Ela disse que demorou a contar para a família sobre o ocorrido. Mas, em consequência da violência, passou a exagerar na bebida e remédios, se envolveu em relacionamentos abusivos e “perdeu o controle” de sua vida. A modelo, atualmente com 26 anos, assumiu que teria abortado (ou doado a criança como Klara Castanho) se tivesse engravidado na ocasião. “Teria sido traumatizante criar uma criança com tudo que enfrentava”, revelou. Apesar disso, ela acabou engravidando de verdade posteriormente e explicou o motivo que a fez optar pelo aborto. “Sei como é nascer em uma relação em que os pais se odeiam”, afirmou. Os pais de Ireland se separaram em meio a boatos de traição e um processo de divórcio litigioso. @irelandshmireland I’m here for you ♥️ #fyp #roevwade #womensrights ♬ original sound – Ireland

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    Mary Mara (1960-2022)

    27 de junho de 2022 /

    A atriz Mary Mara, conhecida por trabalhos nas séries “Nash Bridges” e “Plantão Médico” (E.R.), morreu no domingo (26/6) afogada no rio St. Lawrence na cidade de Cape Vincent, em Nova York. Ela tinha 61 anos. O comunicado divulgado pelo Departamento de Polícia de Nova York relata que ela foi encontrada no rio na manhã de domingo por bombeiros e as investigações preliminares indicam que ela se afogou enquanto nadava, mas uma autópsia será realizada para determinar a causa oficial da morte. Um representante da família de Mara disse que ela estava hospedada na casa de verão da irmã, Martha Mara, de Syracuse, em uma propriedade de frente para o rio. Mary Mara começou sua carreira em 1989 no telefilme “Assassinato no Central Park”. Depois, trabalhou como atriz em diversos papeis na TV e no cinema, além de atuar em peças no circuito off-Broadway e em Los Angeles. Seu papel mais lembrado foi na série “Nash Bridges”, em que interpretou a inspetora Byrn Carson ao longo de duas temporadas, entre 1996 e 1997. Também se destacou no papel de Loretta Sweet, uma prostituta pobre e mãe solteira em nove episódios da 2ª temporada de “Plantão Médico” (1995-1996). Acostumada a interpretar personagens problemáticos, ainda viveu uma psicopata em “Mentes Criminosas”, além de ter aparecido em episódios de “Dexter”, “Bones”, “Monk”, “Jornada nas Estrelas: Enterprise”, “West Wing”, “Ally McBeal” e “Law & Order: SVU”, entre outras atrações. Ela também fez diversos filmes, contracenando com estrelas como Michael J. Fox (“O Caminho Difícil”), Billy Crystal (“Mr. Saturday Night: A Arte de Fazer Rir”), Sandra Bullock (“Poção do Amor Nº9”) e John Travolta (“A Qualquer Preço”). Chegou, inclusive, a dividir o pôster de “A Cidade do Crime” (1992) com Michael Paré. Seu trabalho mais recente foi no thriller de ação “Break Even”, de 2020.

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    Caso de Klara Castanho inspira projeto de lei

    27 de junho de 2022 /

    O caso de Klara Castanho, que doou bebê gerado por estupro e teve seu sigilo violado, está inspirando um projeto de lei estadual em São Paulo. A deputada estadual Erica Malunguinho protocolou o projeto nesta segunda-feira (27/6), na Assembleia Legislativa de São Paulo, visando garantir o sigilo para grávidas – mulheres cis e homens trans – que optem por entregar a tutela do bebê de forma legal para terceiros. Além de garantir os segredos de informações sobre o nascimento e a entrega da criança para adoção, a lei prevê punições para quem vazar as informações, incluindo os serviços de saúde e de assistência social. Um dos artigos ainda exige que “a pessoa gestante que optar por fazer a entrega direta do bebê para adoção deverá ser tratada com cordialidade pelos profissionais que lhe atenderem, sem que sua decisão seja confrontada a qualquer tempo”. De acordo com o texto protocolado, o descumprimento desta lei, se aprovada, acarretará em multas que variam entre cerca de R$ 16 mil e R$ 48 mil, além da suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 dias em caso de reincidência. “Embora o sigilo seja garantido por lei, não há responsabilização administrativa estipulada em caso da sua eventual quebra”, escreveu Malunguinho no Twitter. Ela também informou que o projeto faz parte de ação conjunta no âmbito nacional, numa proposta que inclui outras assembleias estaduais ao redor do país. A deputada pretende batizar a lei com o nome da atriz, mas apenas se Klara Castanho aprovar a ideia.

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    Russell Crowe vai estrelar filme sobre exorcista real do Vaticano

    27 de junho de 2022 /

    O ator Russell Crowe (“Thor: Amor e Trovão”) será o principal nome do elenco de “The Pope’s Exorcist”, thriller sobrenatural dirigido por Julius Avery (“Operação Overlord”). No filme, Crowe dará vida a Gabriele Amorth, um lendário padre italiano que realizou mais de 100 mil exorcismos para o Vaticano. O roteiro toma como base os livros de memórias publicados por Amorth, “An Exorcist Tells His Story” e “An Exorcist: More Stories”. Além dessas publicações, Amorth, morto em 2016, deixou uma série de relatos adicionais de suas façanhas exorcizando pessoas em todo o mundo. A Screen Gems adquiriu os direitos de todos os textos para a produção. O projeto já circula pelo estúdio há algum tempo. O roteiro atual foi escrito por Evan Spiliotopoulos (“A Bela e a Fera”) e teve revisões de Chuck MacLean (“City on a Hill”). Esse material já era baseado em rascunhos anteriores de Michael Petroni (“Visões do Passado”) revisados por Chester Hastings e R. Dean McCreary, ambos roteiristas do curta “Fanboy”. Ainda não há previsão para o início das filmagens ou data de lançamento para o longa.

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    Isabelle Adjani é investigada por suspeita de fraude

    27 de junho de 2022 /

    A atriz francesa Isabelle Adjani (“A História de Adele H.”) está sendo investigada formalmente por uma suposta fraude relacionada a sua produtora desde outubro de 2020. A informação é do jornal francês Libération. Segundo a publicação, a investigação surgiu a partir de uma queixa apresentada por um ex-sócio de negócios identificado como Sebastien G. O caso remonta a 2011, quando Adjani contratou Sebastien G. como consultor de estratégia para ajudá-la a administrar sua produtora, a Isia Films. O consultor supostamente obteve uma linha de crédito para Adjani e um cartão American Express no qual recebeu uma cobrança de 364 mil euros em um período de 13 meses. O consultor disse que foi demitido dias depois de pegar o cartão de volta e ressaltou ainda que emprestou a ela 157 mil euros, que não foram pagos. Depois que ele conseguiu apreender alguns bens de Adjani para quitar as dívidas, ela entrou com uma ação acusando-o de abuso de bens corporativos. O caso acabou sendo arquivado. Mas o ex-funcionário não desistiu da cobrança, abrindo uma queixa na polícia em que acusa a atriz de ter apresentado recibos falsos de pagamento do valor que ela lhe devia. A denúncia também envolve Mimi Marchand, chefe da agência de notícias Bestimage, que supostamente ajudou Adjani a produzir esses recibos de pagamento. Assim que a investigação formal for concluída, um juiz decidirá se o caso é substancial o suficiente para ir a julgamento. Duas vezes indicada ao Oscar, Isabelle Adjani estreia nesta semana na França o filme “Peter von Kant”, dirigido por François Ozon. O longa pode ser visto atualmente no Brasil como parte da programação no Festival Varilux.

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    Christian Bale topa voltar a viver Batman. Mas tem uma condição

    27 de junho de 2022 /

    Christian Bale pode ter virado vilão da Marvel em “Thor: Amor e Trovão”, mas não esqueceu seus dias de herói da DC. Em entrevista ao site Screen Rant, ele entrou na brincadeira do multiverso, após Michael Keaton retomar o papel de Batman nos vindouros filmes “The Flash” e “Batgirl”, e disse que toparia voltar a viver o Cavaleiro das Trevas. Mas com uma condição: que Christopher Nolan também retornasse como diretor do filme. “Se Chris Nolan dissesse ‘sabe de uma coisa? Eu tenho outra história para contar’ e quisesse contar essa história comigo, eu estaria dentro”, ele afirmou. O ator ainda confidenciou que a Warner Bros. nunca o procurou com nenhuma proposta nesse sentido. “Ninguém nunca mencionou isso para mim. Ocasionalmente, as pessoas me dizem: ‘ouvi dizer que você foi abordado’ E eu falo: ‘isso é novidade para mim’. Ninguém nunca disse isso”, explicou. Bale foi o Bruce Wayne da trilogia dirigida por Nolan – “Batman Begins” (2005), “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012) – , que se tornaram enormes sucessos de público e crítica. Em campanha de divulgação de “Thor: Amor e Trovão”, ele também foi questionado sobre o “Batman” de Robert Pattinson e admitiu que ainda não assistiu ao filme. “Eu ainda não vi”, disse o ator para a revista Variety, garantindo em seguida que pretende ver o filme, e elogiando o novo intérprete do herói. “Robert [Pattinson] é um ator absolutamente maravilhoso”. Ele se justificou dizendo que assiste a poucos filmes. “Todo diretor com quem trabalho, eu vi alguns de seus filmes, e eles sempre olham pra mim e [perguntam]: ‘Você está brincando?’. Eu gosto de realmente saborear filmes e não assistir a muitos de uma vez”, explicou. Seu novo filme, “Thor: Amor e Trovão”, tem estreia marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Ex-agente que teria assediado Terry Crews é acusado de abusos pela esposa

    27 de junho de 2022 /

    Quatro anos depois de sofrer denúncia de assédio por Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”), Adam Venit, ex-funcionário da poderosa agência de talentos WME, está sendo acusado de diversos abusos sexuais por sua esposa, Trina Venit. As informações são do Deadline. “O ataque público descarado de Adam a um imponente ex-atleta profissional masculino empalidece em comparação com o abuso que ele cometeu e continua infligindo à sua esposa a portas fechadas”, diz um trecho do processo aberto no último domingo (26/6). As acusações são fortes e a descrição delas é graficamente chocante. No documento, Trina alega violência doméstica, agressão física e sexual, difamação e perseguição. “Ao longo de seu casamento de mais de 20 anos, Adam abusou fisicamente, sexualmente, mentalmente, emocionalmente e verbalmente, além de perseguir e monitorar insistentemente Trina”, diz a queixa. “Adam a estrangulou, socou, chutou, drogou e agrediu sexualmente, deixando-a ensanguentada, machucada e com cicatrizes em inúmeras ocasiões”, segue o texto. “E se tudo isso não fosse pesadelo o suficiente, e apesar dos repetidos apelos dela para que parasse, ele busca controlar seus movimentos, comunicações, acesso a dinheiro, crédito e outros assuntos pessoais, e muito mais”, afirma a reclamação. O casamento entre Adam e Trina teve início em 6 de agosto de 1999 e o processo de divórcio foi iniciado em março de 2021. O escritório de advocacia que representa Trina é o mesmo que foi contratado por Terry Crews durante o processo que o ator moveu contra o ex-agente. Em 2017, Crews acusou Venit de apalpá-lo durante um evento do Globo de Ouro. Em documentos obtidos pelo jornal USA Today, a interação entre os dois teria se dado da seguinte forma: “Venit encarou Crews intensamente, mostrando sua língua para ele provocativamente”. Em seguida, “Venit agarrou o pênis e os testículos de Crews com tanta força que causaram dor imediata.” Pelo processo, Crews destacou que foi ameaçado e sua participação no quarto filme de “Os Mercenários” foi cancelada, devido às conexões do empresário. Mas meses depois as partes chegaram a um acordo privado, e Adam Venit aceitou pagar uma quantia não revelada a Crews. Após este escândalo, ele anunciou que se aposentaria da função de empresário de artistas e atualmente trabalha na empresa de investimentos 890 Fifth Avenue Partners. Procurado pelo Deadline, Adam Venit não quis comentar o assunto.

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    Artistas se revoltam contra “manual do aborto” que propõe investigar vítimas de estupro

    27 de junho de 2022 /

    Artistas brasileiras estão fazendo um apelo urgente nas redes sociais contra uma audiência pública do Ministério da Saúde, marcada para a manhã de terça-feira (28/6) para discutir um “manual do aborto”. Uma versão preliminar do tal documento, divulgada no dia 7, afirmava que todo aborto é crime. Mais que isso: todo abordo precisaria ser investigado criminalmente para comprovar que ele foi realizado nos casos de “excludente de ilicitude” previstos em lei – se foi fruto de estupro, se representa risco à vida da gestante ou se há anencefalia do feto. Uma campanha online contra o manual está sendo divulgada nas redes sociais, com links para uma petição já assinada por cerca de 40 mil pessoas, algumas bem famosas. “URGENTE: amanhã de manhã vai rolar uma audiência pública para discutir o novo manual do aborto do Ministério da Saúde, que prevê que pessoas que sofreram violência sexual e fizeram um aborto legal sejam investigadas pela polícia”, informaram Dira Paes, Camila Pitanga, Ana Hikari e muitas outras, num texto coletivo feito para divulgar a campanha. As postagens também lembraram o caso recente da menina de 11 anos que foi estuprada e teve seu direito ao aborto legal negado. “Não podemos permitir que casos como o da menina de Santa Catarina se repitam. Pessoas que engravidaram em decorrência de estupro, que gestam fetos anencéfalos ou que correm risco de morrer, caso levem adiante a gestação, precisam acessar o serviço de abortamento de forma segura e humanizada”, disse. As artistas convidaram seus seguidores a pressionarem o Ministério da Saúde para que o projeto não siga adiante: “O Ministério abriu um canal para que pessoas como eu e você se manifestem sobre o manual. Vamos lotar a caixa de email deles com um só coro – não vamos ‘aguentar mais um pouquinho’ [frase dita à menina de Santa Catarina]! Exija que eles cuidem de nossas meninas”. Marcela McGowan acrescentou outro protesto: “Vítima não é suspeita! É inadmissível que um manual do Ministério da Saúde incentive a investigação de vítimas de violência sexual que tentam acessar o serviço de aborto legal!” As cantoras Teresa Cristina e Maria Rita, o diretor Kleber Mendonça Filho e o comediante Gregorio Duvivier, também participaram da divulgação, entre muitos outros. O texto preliminar foi desenvolvido pelo secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde e militante antiaborto Raphael Câmara. “Não existe aborto ‘legal’ como é costumeiramente citado, inclusive em textos técnicos”, diz o esboço do manual. “O que existe é o aborto com excludente de ilicitude. Todo aborto é um crime, mas quando comprovadas as situações de excludente de ilicitude após investigação policial, ele deixa de ser punido, como a interrupção da gravidez por risco materno.” A iniciativa gerou repúdio de especialistas. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) lamentou que haja um esforço para produzir um “manual” com “inúmeros equívocos e incoerências”, enfatizando recomendações que vão contra todas as definições de organizações internacionais do setor, em defesa da vida das mães. “A Febrasgo reafirma que sim, existe aborto legal no Brasil, devendo ser o aborto tratado como uma questão de saúde pública e que, a construção de documentos e normativas assistenciais devam contar com a participação das sociedades científicas que representam os profissionais envolvidos na atenção à saúde”, diz a Febrasgo em comunicado oficial sobre o tema. A audiência do “manual do aborto” deve começar às 9h e será transmitida pelo YouTube do Ministério da Saúde. 🚨 URGENTE: amanhã de manhã vai rolar uma audiência pública para discutir o novo manual do aborto do Ministério da Saúde, que prevê que pessoas que sofreram violência sexual e fizeram um aborto legal sejam investigadas pela polícia. — Dira Paes (@DiraPaes) June 27, 2022 🚫 Não podemos permitir que casos como o da menina de SC se repitam. Pessoas que engravidaram em decorrência de estupro, que gestam fetos anencéfalos ou que correm risco de morrer caso levem adiante a gestação precisam acessar o serviço de abortamento de forma segura e humanizada — Ana Hikari (@_anahikari) June 27, 2022 📣 O Ministério abriu um canal para que pessoas como eu e você se manifestem sobre o manual. Vamos lotar a caixa de email deles com um só coro – não vamos "aguentar mais um pouquinho"! Exija que eles #CuidemDeNossasMeninas em: https://t.co/EVBxJSsoIO — Camila Pitanga (@CamilaPitanga) June 27, 2022 VÍTIMA NÃO É SUSPEITA! É inadmissível que um manual do Ministério da Saúde incentive a investigação de vítimas de violência sexual que tentam acessar o serviço de aborto legal! Pressione agora pela revogação: https://t.co/vBEufXxmIf #CuidemDeNossasMeninas — Marcela Mc Gowan 🔮 (@marcelamcgowan) June 27, 2022 Acabei de assinar a campanha #CuidemDeNossasMeninas, que pressiona o Ministério da Saúde pela derrubada do novo manual sobre aborto, que quer investigar criminalmente as vítimas de violência sexual que fazem um aborto legal. https://t.co/4bV30r4lw7 — Maria Rita (@MariaRita) June 27, 2022 Para assinar a campanha #CuidemDeNossasMeninas, que pressiona o Min da Saúde pela derrubada do novo manual sobre aborto, que quer investigar criminalmente vítimas de violência sexual que abortam legalmente. Temos 24h pra agir, eu assinei, faça vc também: https://t.co/qSFHTHsmZX — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) June 27, 2022

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    Juliana Paes e Gabi Brandt revelam que também tiveram dados médicos vazados

    27 de junho de 2022 /

    Depois da invasão de privacidade sofrida por Klara Castanho, a atriz Juliana Paes e a influenciadora Gabi Brandt revelaram que também já tiveram dados médicos vazados para a imprensa. Em participação no programa “Encontro” desta segunda (27/6), Juliana disse que o episódio aconteceu quando estava grávida de um de seus dois filhos. “Foi o próprio laboratório que acabou divulgando. Isso nem se compara com o caso de Klara Castanho, claro”, afirmou. “Não é porque a pessoa é pública que ela faz um apelo para ter a vida esmiuçada em todos os momentos. A gente escuta muito isso: ‘ah, quem manda ser famoso?’. Não existe nada mais cruel do que escutar isso”, lamentou a atriz. “Você é menos gente por ser famoso? Parem de julgar e achar que o famoso tem que ter toda a vida esmiuçada, falada”, acrescentou. “Como defensora para prevenção e eliminação de assuntos para a violência para mulher da ONU, eu escuto muitos casos assim. Isso acontece mais do que a gente imagina”, completou Juliana Paes. Dando novos exemplos, Gabi Brandt contou que teve dados vazados duas vezes, quando fez uma biópsia no final de 2020 e quando foi hospitalizada para tratar uma infecção nos rins em abril de 2021. “Esse negócio de hospital vazar coisa de paciente… Vocês têm ideia de quanto é absurdo?”, ela desabafou no Stories de seu Instagram. A influenciadora explicou que a família possui histórico de câncer de útero e ela fez exames para investigar se estava com a doença. “Tive suspeita e minha médica me indicou fazer uma biópsia. Fiquei internada no hospital. Eu não queria passar a notícia para a minha família, sobre a suspeita, porque eu não tinha certeza. Por que eu ia preocupar todo mundo?”, contou “Fui fazer a biópsia em segredo. Uma funcionária do hospital vazou a foto do meu prontuário do hospital”, continuou. “Tinha nome da minha médica, meu plano de saúde, data de entrada, horário de alta. Como não estava especificando que era uma biópsia para investigar um possível câncer, isso abriu margem para as pessoas especularem. Eu estava internada e minha mãe ficou sabendo”. “Até sair o resultado da biópsia levou um tempão, ficou todo mundo preocupado. Eu não podia escolher contar ou não isso. Não foi a primeira vez”, disse, acrescentando que o mesmo aconteceu quando teve infecção no rim. Gabi afirmou que não frequenta mais o hospital que vazou suas informações. “Um momento tão delicado… O mais surreal disso é a pessoa do hospital mandar as coisas. Quem está internado. Eu fiquei muito traumatizada. Nunca mais nem fui no hospital e nem vou. É muita invasão de privacidade, nunca vou entender”. Nenhuma das duas nomeou os estabelecimentos onde ocorreram os vazamentos. No caso de Klara Castanho, a enfermeira responsável pelo vazamento da informação teria sido demitida. Além disso, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informou nesta segunda-feira (27/6) que está apurando sua conduta. O nome dela está sendo mantido em sigilo, ao contrário do que aconteceu com a atriz de 21 anos.

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    “Succession” começa a gravar 4ª temporada e divulga detalhes

    27 de junho de 2022 /

    A produção da 4ª temporada da série “Succession” teve início em Nova York. Com isso, a HBO divulgou a sinopse da trama dos próximos 10 episódios. “A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco para o Lukkas Matsson, visionário da tecnologia, está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda de proporções sísmicas provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles pensam em como serão suas vidas após o negócio ser concluído. Assim, a luta pelo poder volta a ganhar força, conforme a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político possa ser severamente reduzido”. A série criada por Jesse Armstrong gira em torno do dono do império de mídia Logan Roy ( Brian Cox ) e seus quatro filhos crescidos, Kendall (Jeremy Strong), Siobhan (Sarah Snook), Roman (Kieran Culkin) e Connor (Alan Ruck). O elenco da 4ª temporada também incluirá nomes como Matthew Macfadyen (“O Soldado que Não Existiu”), Nicholas Braun (“Zola”), J. Smith-Cameron (“Margaret”), Peter Friedman (“Mulher Solteira Procura”), David Rasche (“Teias da Alma”), Fisher Stevens (“Awake: A Vida Por Um Fio”), Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”) e Justine Lupe (“Mr. Mercedes”). As três primeiras temporadas de “Succession” estão disponíveis na HBO Max e a 4ª temporada ainda não tem data oficial de lançamento.

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    Alec Baldwin vai entrevistar Woody Allen no Instagram

    27 de junho de 2022 /

    O ator Alec Baldwin anunciou que vai entrevistar Woody Allen ao vivo em seu Instagram. Ao fazer a revelação, ele repudiou críticas que possa receber pela iniciativa, já que o diretor é acusado de abuso sexual por sua filha adotiva, Dylan Farrow. “Deixe-me introduzir isso declarando que eu tenho zero interesse nos julgamentos e publicações hipócritas de qualquer um aqui. Eu sou alguém que obviamente tem suas próprias crenças e não poderia me importar menos com as especulações de qualquer outra pessoa. Se você acredita que um julgamento deva ser conduzido por meio de um documentário da HBO, isso é problema seu”, escreveu, fazendo referência à série documental “Allen contra Farrow”, que foi totalmente realizado sob o ponto de vista da acusação, ignorando contrapontos. Nos comentários, a maior parte dos seguidores criticou a atitude de Baldwin. “Te apoiei 100% em tudo, mas Woody Allen? Tchau!”, escreveu uma pessoa. “Quem? O cara que casou com a própria filha? Ah, não! Amo você, mas isso, não. Desculpe”, comentou outra, citando o casamento de mais de quatro décadas de Allen com Soon-Yi Previn, que nunca foi filha de Allen – era filha adotiva do compositor André Previn, ex-marido de Mia Farrow. A maioria das pessoas que torceu a favor de Johnny Depp, apesar da vasta coleção de evidências contrárias, tem realmente se recusado a ouvir Allen, que passou por duas investigações e um julgamento sobre o suposto abuso nos anos 1990, e foi inocentado. Desde então, ele adotou mais duas filhas com Soon-Yi, que já são jovens adultas e nunca se voltaram contra o diretor. A entrevista está programada para acontecer na terça-feira (28/6), às 11h30 (horário de Brasília), no Instagram de Baldwin. A dupla deve abordar o novo livro de Allen, “Zero Gravity”, lançado no início do mês. Baldwin, que trabalhou em três filmes de Allen, tem seguidamente defendido o diretor contra o “cancelamento”, que considera “injusto e triste”. Ele chegou a comparar Dylan Farrow, que acusa o diretor de ter abusado dela em 1992, quando tinha sete anos de idade, à personagem Mayella, de “O Sol É para Todos”, que mente sobre um estupro, levando um homem negro inocente à prisão. No ano passado, o ator também criticou a série da HBO. “Quem precisa de tribunais quando podemos ter julgamento pela mídia?”, ele ironizou. “Eu sou totalmente a favor de leis rígidas sobre pessoas que assediam ou abusam sexualmente, mas o crime tem que ser provado”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)

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    Madame Teia: Emma Roberts entra no novo filme derivado do Homem-Aranha

    27 de junho de 2022 /

    A atriz Emma Roberts, presença recorrente na série “American Horror Story”, é a mais recente adição ao elenco de “Madame Teia”, novo filme do universo cinematográfico do Homem-Aranha em desenvolvimento na Sony. Ela se junta a Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Sydney Sweeney (“Euphoria”), Celeste O’Connor (“Ghostbusters: Mais Além”), Isabela Merced (“Dora e a Cidade Perdida”) e Tahar Rahim (“O Mauritano”). Mas apenas Johnson teve seu papel (meio que) confirmado até o momento. Ela viverá a Madame Teia do título. Só não se sabe qual das versões da personagem. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. (filho de um dos maiores desenhistas do Homem-Aranha) em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de ​​poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Cassandra Webb também serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, deve se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos, o que tende a ser o caso dos papéis das atrizes anunciadas. Só que Dakota Johnson não tem mais de 60 anos de idade. Em vez de encher a atriz de maquiagem, é muito provável que ela não seja esta Madame Teia. Afinal, ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes – e sua cegueira – para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Pra completar, ela ainda é treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. O detalhe é que o roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis por vários desastres cinematográficos, incluindo o fracassado filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. A direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”) e ainda há cronograma conhecido da produção, que está em desenvolvimento desde 2019.

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  • The Day I Met Spider-Man
    Filme

    Produção de super-heroína marca volta das filmagens na Ucrânia

    27 de junho de 2022 /

    A produtora Mamas Production iniciou as filmagens de “The Day I Met Spider-Man”, o primeiro filme de ficção gravado em solo ucraniano desde a invasão russa, que teve início em 24 de fevereiro. Apesar de algumas produções estarem em andamento no país, documentando crimes e atrocidades cometidas pelos invasores russos, “The Day I Met Spider-Man” se destaca por ser um trabalho ficcional e não um documentário, com filmagens em cidades como Lviv, Kiev e Irpin, todas afetadas pela guerra. O projeto é conduzido pela Organização de Produtores Ucranianos (OUP) e pela AMO Pictures. O mais curioso é que se trata de uma história de super-herói. A trama de “The Day I Met Spider-Man” segue uma voluntária de guerra que descobre ter poderes sobrenaturais que lhe permitem salvar um menino do massacre de Bucha, subúrbio de Kiev que ficou conhecido internacionalmente pelas imagens do assassinato em massa de sua população. De acordo com evidências fotográficas, de vídeo e imagens de satélite, as forças russas teriam assassinado sistematicamente os moradores do local. “Você conhece a história de Peter Parker, que se tornou o Homem-Aranha. Você já ouviu a história de Bruce Wayne vestindo uma roupa de Batman. Contaremos a história de Katya, uma voluntária que experimentou uma superforça interior”, disse Anton Skrypets, coprodutor do filme e responsável pela ideia original, à revista The Hollywood Reporter. A direção é de Eva Strelnikova, que estreia em longa-metragem após várias minisséries ucranianas, e o elenco destaca a novata Elithaveta Zaitseva, Olesya Zhurakivska (“Donbass”) e Olexandr Rudynsky (“Rhino”). Os produtores planejam lançar “The Day I Met Superman” em todas as plataformas possíveis, incluindo festivais, salas de cinema, TV paga e streaming até o final do ano.

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